29
Jul
2011
Vilnius, ao vivo!
Escrito por Adriana Miller

Chegamos na Lituânia ontem de manha e ficamos por aqui ate hoje de noite, quando vamos pra Riga, na Letônia.

Por enquanto a viagem tem sido meio azarada pois peguei uma gripe muita chata enquanto estava na Espanha trabalhando e o clima chuvoso (e super humido!!!) do Báltico não esta colaborando pro nosso passeio!

Mas como sempre fazemos limonada com nossos limões da vida, nosso primeiro dia na Lituânia foi assim:

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Saímos de casa ainda de madrugada pra pegar um ônibus que nos levou ao aeroporto de Luton. Lá pegamos nosso vôo WizzAir para Vilnius, que como pode-se imaginar foi péssimo…

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Quando finalmente chegamos a Vilnius o tempo só foi piorando, piorando e a chuva apertando. Eu sabia que o clima por aqui não seria dos melhores, mas não imaginava que seria tão ruim!
Então acabamos sendo obrigados a passar a tarde toda trancafiados no hotel…

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Quando a chuva deu uma aliviada, pegamos uns guarda-chuva emprestado na recepção e fomos desbravar o centro antigo da cidade. Simpático…

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Como saímos de Londres as 8 da manha e ficamos presos no albergue ate as 4 da tarde, a providencia número um era achar um lugar pra comer!

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Mas como a chuva voltou a cair feia, emendamos o almoço com varias taças de vinho, enquanto consulta amos nosso guia pra ver se realmente estávamos perdendo alguma coisa de bom… A conclusão foi que não… Nosso papo de mesa de bar estava muito melhor que andar por Vilnius na chuva!

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Mas quando a chuva diminuiu só um pouquinho, então resolvemos sair pra passear, e pelo menos trocar de bar…

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E foi justamente oque aconteceu… Uns minutos depois de andar pelas ruas históricas de Vilnius, a chuva voltou com tudo e não refugiamos o resto na noite em outro restaurante!

Postado em: Lituânia Viagens
14
26
Jul
2011
3 anos!!
Escrito por Adriana Miller

Ha 3 anos atras, nesse momento eu estava no hotel me preparando para oque foi o dia mais feliz da minha vida!

Todo estresse, todas as chateacoes pre-casamento se foram por agua abaixo e dai em diante tudo tem sido um mar de rosas (ai que brega!).

Hoje estamos longe um do outro, mas a comemoracao sera no fim de semana com (mais uma) uma mini lua de mel no Baltico!

I LOVE YOU BABY!

The Jackson 5 – I’ll Be There

You and I must make a pact, we must bring salvation back

Where there is love, I’ll be there

I’ll reach out my hand to you, I’ll have faith in all you do

Just call my name and I’ll be there

I’ll be there to comfort you,

Build my world of dreams around you, I’m so glad that I found you

I’ll be there with a love that’s strong

I’ll be your strength, I’ll keep holding on

Let me fill your heart with joy and laughter

Togetherness, well that’s all I’m after

Whenever you need me, I’ll be there

I’ll be there to protect you, with an unselfish love that respects you

Just call my name and I’ll be there

If you should ever find someone new, I know he’d better be good to you

‘Cause if he doesn’t, I’ll be there

Don’t you know, baby, yeah yeah

I’ll be there, I’ll be there, just call my name, I’ll be there

(Just look over your shoulders, honey – oo)

I’ll be there, I’ll be there, whenever you need me, I’ll be there

Don’t you know, baby, yeah yeah

I’ll be there, I’ll be there, just call my name, I’ll be there…

 

Postado em: Casamento Pessoal
66
25
Jul
2011
Vintage London: onde encontrar brechós, vintage e antiguidades
Escrito por Adriana Miller

Pra quem gosta de um garimpo vintage e gosta de roupas, moveis e objetos cheios de historia pra contar, Londres é um prato cheio!

Volta e meia alguem me pede dicas de brechós e afins pela cidade, mas na verdade eu sou uma negação pra essas coisas! Não tenho o menor talento nem paciencia para antiguidades nem peças vintage, mas admiro demais quem tem, e sei que Londres é um paraíso pra isso!

Então juntei umas dicas e endereços mais legais e conhecidos, mas sem esquecer que Londres tem lojinhas desse tipo em tudo quanto é bairro! Basta ter paciencia…

Bem, pra começar, brechós!

A indicação mais obvia é o Leste de Londres, nos arredores de Brick Lane e Shoreditch, que é reduto dos moderninhos indies da cidade.

- Absolut Vintage:

A maior loja/brechó vintage de Londres é a Absolut Vintage, escondida numa das ruas entre a Commercial Road e o mercadinho de Brick Lane.

Mas se prepare, porque a loja é um supermercado de peças vintage! Todos os tamanhos, todas as cores, todas as marcas.

É uma loja um tanto quanto caótica, com todas as paredes cobertas de peças e quinquilharias e prateleiras e araras abarrotadas.

Mas eles são organizados, e fica tudo organizadinho por cor e tamanho. Mas exige talento viu… Chegue com tempo e muita paciencia até achar quela peça unica que mereça um novo dono…

Endereço: 15 Hanbury Street, London. E1 6QR

E eles acabaram de abrir uma nova filial no Soho: 79 Berwick Street, London. W1F 8TL

http://www.absolutevintage.co.uk

- Blondie:

A Blondie também faz parte do grupo “Absolut Vintage” e fica na Commercial Road, já pros lados do Spitafields Market e tem umas peças mais “arrumadas” – boa opção pra quem estiver procurando roupa de festa ou umas peças mais espalhafatosas. Fique de olho nos móveis/vitrine dentro da loja, onde ficam guardado as peças de designers, como bolsas Gucci e Dior vintage, sapatos Chanel e Ferragmo e afins.

Bem menor e mais organizada doque a loja-mãe (ficam quase na mesma esquina), então tem uma speças mais selecionadas e mais fáceis de achar.

Endereço: Unit 2, 114-118 Commercial Street, E1 6NF

http://www.blondievintage.co.uk/

- Vintage Rokit

A Rokit é outra loja enorme, bem no coração de Brick Lane e tem araras super recheadas, e é um pouco menor, porém mais organizada que a Absolut.

Eles deram uma cara mais de “loja”, com etiquetas e “departamentos”, que reduz um pouco aquela sensaçnao de confusão. Oque denuncia que não é uma loja normal, é o fato de que cada peça é unica.

Mas tem a parte dos oculos (grau e sol), bijouterias, sapatos, acessorios, e um lado inteiro dedicado a peças masculinas.

Tem um clima muito mais de “boutique” doque brechó.

101 Brick Lane
London
E1 6SE

http://www.rokit.co.uk/

E elas também tem lojas em Convent Garden e Camden Town.

 

Mas pra quem gosta meeeesmo de brechós que quer ir atrás de lojinhas menores, com peças mais selecionadas e sem o clima de atacadão, ali mesmo nas redondezas de Brick Lane tem mais um monte de opções (a Cheshire Street, uma das perpendivulares de Brick Lane tem praticamente uma do lado da outra!):

- Beyond Retro

http://www.beyondretro.com/

110-112 Cheshire Street, E2 6EJ

- Vintage Store

http://www.thevintagestorelondon.co.uk/

182 Brick Lane, E1 6SA

- The Shop

3 Cheshire Street, London E26ED

- House of Vintage:

4 Cheshire Street, London E2 6EH

http://houseofvintagelondon.blogspot.com/

- Vintage Basement:

7 Cheshire Street – London – E2 6ED

http://www.vintagebasement.co.uk/

 

Mas se oque você gosta mesmo não são roupas vintage e sim peças  e moveis antique para decorar sua casa, LOndres tem dois endereços imperdiveis:

O primeiro e mais turistico é o mercado de Portobello Road, em Notting Hill que acontece todos os sabados. Mas como quase tudo que vira modinha e ponto turistico, o mercado é lotado de gente e preços inflacionados. Ainda assim as melhores lojas vintage, de antiguidades e brechós da cidade estão por ali, mas é preciso uma dose extra de “talento” para achar alguma coisa boa entre a multidão de turistas.

- Alice’s Antiques

86 Portobello Road, Notting Hill, W11 2QD

E o grande segredo mesmo, conhecido dos entendedores, mas escondido dos turistas é o Bermondsey Market, que fica nas redondesas de Tower Bridge.

O mercado funciona todas as sexta-feira de manhã e atrai colecionadores do país todo que vem atrás de barganhas e achados historicos, e faz a festa dos decorados e DYIers.

Mas durante a semana, a redondeza é lotada de lojas de moveis e objetos de decoração vintage e de antiguidades que valem a pena serem visitados:

- Tower Bridge Antique:

http://www.towerbridgeantiques.co.uk/

Eu já trabelhei ali pertinho e aloja recebe mercadorias praticamente todos os dias, e sem falar que sempre tem uma equipe de televisão na porta gravando algum programa de decoração e reforma…

Endereço: 71 Tanner Street SE1 3PL

 

E não posso esquecer claro do mercado de Camden, que acontece todos os domingos e é outro bairro cheio de lojas diferentes e muitos brechós!

 

 

 

 

 

Postado em: Compras Conhecendo Londres
17
25
Jul
2011
Casamento da Maria e Dave
Escrito por Adriana Miller

Uma das coisas mais legais de amizades longas é ir assistindo suas amigas “crescerem” passando por diferentes fases da vida, acompanhando suas mudanças, e todo mundo virando “gente grande” junto.

E casamento é sem duvida uma daqueles momentos de “nossa, não acredito que esta acontecendo”. E o casamento da Maria e do Dave foi extra especial – acho que porque no fundo no fundo ninguém nunca acreditou que eles iam mesmo casar!

Afinal já estavam juntos ha mais de 10 anos, morando juntos ha 9, compraram casa juntos, viajaram o mundo juntos. Ela Sueca, ele Escocês. Se conheceram trabalhando num bar em Brighton quando ela nem sequer falava Ingles, quando mais entender o sotaque dele de Glasgow – e nunca mais se separaram.

Mas como ela é Sueca, sempre foi a pessoa maaaaaais relax do mundo em relação a casamento… mesmo depois que ele pediu ela em casamento (em Paraty, no Rio de Janeiro!!), ainda assim ela achava que casar era uma bobeira, afinal eles já eram casados…

Então depois de um noivado de quase 3 anos, o grande dia finalmente chegou! E não poderia ter sido mais a cara deles dois!

E é justamente por isso que gosto tanto de casamento Ingleses: não tem frescura, não tem “protocolo”, nem obrigação de agradar ninguem, apenas o noivo e a noiva.

Eles resolveram que queriam celebrar sua união apenas com as pessoas realmente importantes de sua vida, que acompanharam e fizeram parte da historia deles.

Fomo um total de 45 convidados apenas – do familia do noivo, só a mãe. Da noiva, os pais e irmã que vieram do norte da Suécia. E os amigos mais chegados dos dois.

A cerimônia foi típica da Church of England, curtinha e agradavel, e os convidados Suecos se encarregaram dos hinos e musicas, todas em Sueco.

O cabelo e maquiagem da noiva foi feita por uma de suas amigas, o DJ foi um amigo do noivo, a irmã da noiva fez a decoração e o fotografo foi o Aaron! Tudo muito, muito pessoal!

Mas o principal mesmo foi a festa – muito mais que um casamento, foi uma festa de amigos, para amigos!

O jantar foi 100% Sueco, com muitos discursos e joguinhos. Tão divertido!!! A gente mal tinha tempo de comer porque lá vinham os Suecos com outro joguinho!

E isso sem falar que entre um discurso e outro, um joguinho e outro, uma outra “tradição” Sueca é que tudo acaba em “Skål” – com um shot de Aquavit Schanps! Ho-rri-vel! Mas tudo pelo social…

Então quando a musica começou daí pra frente foi só festa!E como a festa foi tão pequena, com pouquissimos convidados, acabou que todo mundo já se conhecia, pois todas as amigas, de diferentes paises e grupos, tivemos a oportunidade de nos conhecermos na despedida de solteira em Estocolmo, e os meninos se conheceram na despedida de solteiro em Hamburg!

O jantar/festa foi num Bed & Breakfast em Surrey, que eles alugaram inteiro pra seus convidados, então todos nós passamos a noite lá com eles, então a festa não teve um “final” oficial…

E no dia seguinte acordamos o com o barulho da festa continuando no jardim – antes de seguirem pra sua lua de mel, eles ainda receberam todo mundo num super brunch no jardim do B&B para agredecer a ajuda e participação no antes, durante e depois!

 

 

Postado em: Amigos Party Vida na Inglaterra
13
22
Jul
2011
Nam Long Le Shaker
Escrito por Adriana Miller

Ha umas semanas tras sai sabado a noite com umas amigas e fiquei meio perdida nos arredores de Knightsbridge procurando o tal do cocktail bar onde iamos nos encontrar… subi e desci a rua procurando a numeracao, e nada de encontrar o tal do Nam Long…

Ate que vi a movimentacao do outro lado da rua e me dei conta que estava procurando o lugar errado! Afinal, quem passa na porta desse bar/restaurante Mexicano-Vietnamita (que mistureba heim?!) nunca vai se dar conta que atras daquela faixada sem graca fica um dos melhores bares pre noitada de Londres, com fans declarados como o ator Hugh Grant que frequenta o Nam Long ha anos (o bar ja existe ha mais de 20 anos), a Sienna Miller, e que inventou o drink preferido do Principe Harry – o Flaming Ferrari – que obviamente eh repetidamente pedido por varios cleintes ao longo da noite inteira!

E os bar tenders do Nam Long gostam de criar um estardalhaco, entao todo mundo fica sabendo que mais alguem pediu um Flaming Ferrari, com direito a salva de palmas, musiquinha da Formula 1 e luzes piscando!

Nao espere grandes coisas – o bar eh minusculo e bem rapidinho fica lotado, mas a intencao de todo mundo eh sempre a mesma: encontrar os amigos, e fazer uma esquenta pre balada (foi nosso bar pre Boujis) com otimas opcoes de drinks.

Os garcons sao super simpaticos (quase todos sao mexicanos, e fizeram a festa com nosso grupos de Brasileiras e Inglesas) e basta voce pedir oque quer beber (mesmo que nao esteja no menu!) e eles preparam pra voce na hora!

Nos ficamos soh na parte do bar mesmo, mas as reviews sobre a comida Vietnamita servida no restaurante que fica nos fundos sao tao boas quantos as resenhas dos cocktails, entao acho que vale a pena a passadinha mesmo pra quem nao pretende encarar uma night, mas que quer um bom jantar (afinal sou fa declarada da comida Vietnamita!) com uns drinks depois!

www.namlong.co.uk/

159 Old Brompton Road

SW5 0LJ

020 7373 1926

 

Postado em: Bares & Baladas Conhecendo Londres
1
21
Jul
2011
#ChatdeViagem sobre o Reino Unido
Escrito por Adriana Miller

Ontem rolou mais um #chatdeviagem organizado pela Claudia e pelo Oscar no Twitter e foi super legal!

Apesar do horario ingrato (16:00 hrs horario do Brasil) por causa do fuso horario (durante o verão aqui o fuso fica de 5 horas!!) muita gente apareceu! Fique tão feliz!

Eu já participei uma vez falando sobre Londres, e o tema dessa vez foi o Reino Unido como um todo – falamos dobre os mais variados temas: os paises do Reino e os paises do Commonwealth, as bandeiras, as principais cidades, cidades para serem visitadas a partir de Londres e um pouquinho sobre cultura geral.

Depois da apresentação rolou um bate papo no chat onde os participantes iam fazendo perguntas, e eu fui respondendo um a uma. Rolou papo sobre empregos, sobre adaptação, sobre clima, sobre transporte, sobre estudos, estereotipos e mais um monte de coisa legal!

E o pessoal tava animado mesmo! Eu estava tentando animar a galera do Twitter a participar, e quando entrei na sala o chat já estava a todo vapor! Rolou uma alto bate papo antes mesmo que eu chegasse! :-)

Ah…. Gostaria de ter participado, mas não sabia que ia rolar? Então anota ai: siga @DriMiller ou láique a pagina no Facebook que eu sempre aviso quando vai rolar chat! ou entao fique de olho no perfil do @chatdeviagem onde todos os chats são divulgados!

E mais uma vez, obrigadíssimo Claudia e Oscar pela organização!

Eu sei que 1 hora só não foi suficiente, e muita gente perdeu por causa do horário, então vamos continuar o bate papo aqui – quem tiver alguma outra duvida sobre o Reino Unido ainda não respondida no chat, vou respondendo por aqui!

 

 

Postado em: Blog T.V. EveryWhere Viagens Vida na Inglaterra
20
20
Jul
2011
James Street & St Christopher’s Place
Escrito por Adriana Miller

Mais um cantinho pra entrar na lista de “segredos” de Londres… Apesar de que essa “esquina” é bastante popular e nem um pouco secreta, ela passa despercebida da grandissima maioria dos turistas que parambulam pela Oxford Street em Londres.

James Street é uma transversal da Oxford Street, praticamente em frente a estação de metrô de Bond Street, e coladinho na Selfridges. E a Saint Christipher’s Place é uma outra entradinha – só para pedestres! – na esquina da James Street.

 

E o segredo desse cantinho de Londres é uma rua lo-ta-da de restaurantes e barzinhos super legais e para todos os gosotos e bolsos, bem ali, no burburinho de Londres!

E tem de tudo mesmo: tapas Espanholas, meze Libanesa, crepe, pub, frutos do mar, sorvete, creperia, hamburger americano, etc, etc

 

E visita obrigatória principalmente pra quem precisar dar uma descansada nas pernas (e carteira) depois de passar horas andando (cof cof, comprando) em Oxford Street!

No verão fica ainda mais legal, cheia de mesinhas nas calçadas e com o jardinzinho central disputadissímo! Mas no inverno a James Street não desanima não, e nem tão pouco as mesas são retiradas das calçadas: todos os estabelecimentos aqui em Londres usam uns aquecedores externos, que ficam por baixo das tendas e sombrinhas deixando todo mundo quentinho mesmo ao ar livre! (ou então você pode simplesmente sentar dentro do restaurante!)

É um lugar pra almoçar rapidinho, sem gastar muito, ou pra passar a tarde toda batendo papo!

Então anota aí: quando estiver fazendo sua ronda pelas lojas de Londres, a James Street é a parada ideal antes, durante ou depois das compras (café da manhã, almoço ou janta!)

 

 

Postado em: Bairros Conhecendo Londres Pub & Restaurantes Viagens
6
19
Jul
2011
Umas com tanto, outras com nada
Escrito por Adriana Miller

Semanas atrás, numa tweeting conversation entre a Cláudia, Natalie, Carina, Patricia, Carmem e Marcie, surgiu a ideia de listar os lugares que cada uma considerava “viu-tá-visto”. Aí a conversa evoluiu e decidiram fazer também uma segunda lista – com cidades ou países para onde voltariam sempre. Como a idéia parecia boa, uma comentou aqui, outra comentou ali… no fim, a notícia se espalhou e conquistou dezenas de adeptos. Diante disso, decidiu-se fazer uma blogagem coletiva.

A tarefa é fazer duas listas: na primeira, as cidades que pareciam ter alguma coisa mas pra onde não pretendo voltar. E na segunda, as cidades que estão com tudo e pra onde pretendo voltar sempre.

A minha lista de países e cidades a voltar é infinitamente maior do que lista de lugares que eu não voltaria… apenas porque eu acho que a cada visita você vai ver as coisas com outros olhos, outras companias, outra estação do ano… então sempre vale a pena voltar a algum lugar.

Porém valer a pena não significa que eu voltaria espontâneamente, tipo vou planejar de novo, comprar outra passagem e me mandar pra lá.

Ainda assim a lista é pequena:

- Países e cidades que não tenho planos de voltar:

Tallin, Estonia

Bruxelas, Bélgica

Ljubljiana, Eslovênia

Bratislava, Eslováquia

Glasgow, Escócia

Dublin, Irlanda

Johannesburo, Africa do Sul

Tangier, Marrocos

Os motivos são simples: nenhuma dessas cidades tem atrativos suficientes, ou é charmosa suficiente, ou grande suficiente, ou bonita suficiente para ter algum atrativo a ponto de me fazer querer ver de novo – mas eu deixaria de voltar? Não, de jeito nenhum!

Acho que vale a pena mudar seu roteiro de viagem soh pra inclui-las? Tambem nao…

Pelos posts que jé escrevi sobre cada uma dessas cidades, acho que da pra perceber meus motivos por ter gostado ou não gostado de cada uma delas, e se valeria a pena voltar ou não.

- Países e cidades que tenho muita vontade de voltar:

TODAS AS OUTRAS!

Sério mesmo…

Eu sempre falo né, que quanto mais eu viajo, mas descubro lugares que preciso conhecer, e por mais que passe bastante tempo num determinado lugar, a vontade é de sempre ficar mais e mais.

Então a maioria das minhas viagens eu volto pra casa com uma lista enorme de coisas “pra ver na próxima visita” – que pode ou não acontecer um dia!

Mas de todos os lugares que já fui e queria MESMO poder voltar um dia são:

Bangcoc, Tailândia – Eu amei DE-MAIS a viagem pra Tailândia e amo tudo da Ásia! Era um sonho antigo conhecer aquele lado do planeta, e não só foi uma viagem incrível porque foi nossa lua de mel, mas a Asia correspondeu a tudo que eu sempre sonhei que sería!

E Bangkok foi a primeira cidade que chegamos, onde passamos os primeiros e os ultimos dias da viagem. A cidade é incrível, um ótimo pontapé inicial a qualquer viagem pela Asia e tudo foi incrivelmente incrivel! E com certeza voltamos da Tailandia com uma lista enorme de outros lugares pelo pais que ainda quero conhecer pelo pais.

Australia – Só conheci Sydney, mas foi uma viagem daquelas que fica gravada na memoria, que nem as ferias da infância e adolescencia, que voce passa dias deliciosos e interminaveis na praia, com amigos… Me lembrou demais minha adolescencia no Rio de Janeiro, aquele clima praiano, sem responsabilidade e só diversão.

Mas né, a Australia é gigante, e só conheci uma mísera parte do país, então um dia quero voltar pra conhecer o resto!

Nepal – A viagem foi recente, mas voltamos mesmo com planos de voltar muito em breve. Nem dá pra explicar porque, mas o Nepal é um pais encantador, com uma energia sem igual que dá vontade de ficar perambulando de montanha em montanha, se perdendo naqueles vales…

Las Vegas, EUA – Se pudesse voltava todo ano! Já fui duas vezes e me diverti demais em cada uma delas! Aliais, é possivel não se divertir em Las Vegas?!? Tudo é divertido… o clima e energia da cidade, os casinos, as luzes, os shows, os restaurantes, as baladas… tudo!

Argentina: Apesar de ter conhecido Buenos Aires e nao ter caido de amores pela cidade (na verdade fiquei bem decepcionada), a Argentina guarda uma dos maus maiores sonhos de viagem: Patagonia!

Aliais, a Patagonia foi uma das primeiras conversas que eu e Aaron tivemos antes mesmo de comecar a namorar e descobrimos que tinhamos essa paixao por viagem em comum, entao todo ano tentamos dar um jeito de encaixar e voltar pra Argentina (ele pela carne, eu pela viagem!)! Mas com o Brasil logo ali do lado, com pai mae, irma avo, tias, primos, amigas e afins, eh impossivel voltar na Americ Latina sem encaixar uns dias no Brasil, e ai toda e qualquer viagem fica impossivel… mas um dia eu volto!

Isso sem falar nos clichês, né?

Voltaria a Paris várias vezes por ano, a Italia como um todo é um país que nunca vai me cansar. Se for época de Natal, a Alemanha é insubstituível… Nova Iorque não tem como não ser apaixonada… Madrid é praticamente minha segunda casa…

E claro não podia faltar Londres, pois apesar de morar aqui, eu sei que é uma daquelas cidades pra voltar  sempre, e se um dia eu não morar mais aqui, com certeza vou querer voltar sempre e pra sempre!

 

Todos os blogs participando da blogagem coletiva são:

Ou entao siga o bate papo no Twitter com a hashtah #1tanto1nada


 

 

 

 

Postado em: Blog Bobagens
61
18
Jul
2011
Top 10 coisas a fazer em Moscou
Escrito por Adriana Miller

Por mais que eu tenha reclamado bastante da Russia aqui no blog e no Twitter, não dá pra ignorar o fascínio daquele país de proporções multi-continental!

Moscou principalmente, oque tem de dificil, tem de encantadora, e era impossível não andar pelas ruas da cidade pensando com meus botões de como era sortuda de não só ter tido o privilégio de estar ali, mas de já ter voltado uma segunda vez!

Então eu aproveitei o tempo primaveril ótimo que estava fazendo (na primeira viagem pegamos um tempo horrível!) pra rever algumas partes da cidade, e tambem aproveitei o horário de verão de Junho, com seus dias longuíssimos, pra conseguir ver bastante coisa que não deu tempo (cof cof, coragem!) de fazer na nossa primeira viagem.

Entao mesmo com tempo limitado na cidade, esses são meus top 10 de Moscou, que podem ser encaixados numa viagem de 2 ou 3 dias ou esticados entre varios dias na cidade:

- Catedral de São Basílico

É o simbolo da cidade, e quizás do país, e pra mim essa catedral simboliza tudo que significa “Russia” na minha cabeça. Outras igrejas Ortodoxas tentaram seguir o mesmo modelo, mas nenhuma chega aos pés da São Basílico…. e dizem até que o Kzar mandou cegar o arquiteto, para que ele nunca mais pudesse reproduzir a beleza da catedral em nenhum outro lugar do mundo!

É uma visão magnetica, e por mais que você tente, é impossível não voltar seus olhos (e lente fotográfica) constantemente pras suas cupulas coloridas!

Eu eu sempre fico com vantade de comer bala e ler a historia de João e Maria!

- Kremlin

O Kremlin é a sede do governo Russo ha mais de 2.000 anos  e conhecido como Kremlin desde 1156 e é o centro da política do país.

A Palavra Kremlin, que significa “fortaleza”, representada exatamente oque esse lugar é: uma fortaleza que reune dentro de suas muralhas, igrejas, palacios, praças, jardins, prédios administrativos, fortes, tesouros, armas etc.

Não importa por onde você andar em Moscou, pode ter certeza de que o Kremlin sempre vai estar no meio do seu caminho!

- Praça Vermelha

A Praça Vermelha pode ser considerada por muitos como uma atração “retundante”, mas não é. Você só se da conta como a praça é enorme quando chega lá no meio, e é de lá que você tera as melhores vistas da Catedral e das muralhas do Kremlin.

É ali tambem que estão os predios vermelhos do Museu Nacional, o mausoléu de Lenin e o GUM.

- GUM

GUM é a maior construção na Praça Vermelha, e é um antigo mercado centenário, que depois foi transformado em loja de departamento/armazém de distribuição de bens “essenciais” socialistas, e que na ultima década foi completamente transformado em shopping de luxo.

Deu pra perceber uma grande “evolução” do GUM desde minha última viagem a Moscou em 2007 até agora, e como as lojas e corredores estão mais organizados, e a sensação é de um shopping mesmo, que fluí melhor.

Infelizmente a Russia não é um pais muito favoravel a compras, e tudo por lá é muito, muito caro! Mesmo com a vantagem do cambio da Libra pra o Ruble as coisas por lá ainda eram uma media de 50% mais caras que em Londres!

- Teatro Bolshoy

O Teatro Bolshoy, que significa “Grande Teatro” é a sede da compania de dança e balett mais antiga e tradicional do mundo.

O prédio foi construído no seculo 18 justamente para sediar as performances da compania de dança e também os workshops de figurinos e fantasias usadas pelo corpo de dança.

Em 2005 o teatro foi fechado para uma super obra de renovação, com previsão para reabertura em 2009. A valta de verba e corrupção atrasou a obra em mais de 2 anos, e a nova previsão é de que o Bolshoy de Moscou reabrirá suas portas com uma super performance no dia 2 de Outubro de 2011 – os ingressos já estão esgotados desde que o teatro fechou!

Na minha primeira viagem a Moscou, em 2007, o edifício do Bolshoy estava completamente coberto por tapumes, mas agora já dá pra ver que realmente ele esta quase pronto pra reabrir suas portas!

- Catedral Cristo Salvador:

Outra grande catedral Ortodoxa em Moscou, do lado oposto do Kremlin, e na beira do rio Moskva. Não é tão oponente, nem chega nem aos pés de sua vizinha São Basílico, mas ainda assim, sua estrutura branca e suas cúpulas douradas não deixam de serem lindas e impressionantes.

A Catedral original foi construida em 1812, em homenagem a derrota de Napoleão Bonaparte, que tentou invadir a Rússia e foi derrotado pelo inverno impiedoso.

Porém, em 1931 , depois da revolução Russa e da morte do Lenin, os Soviets mandaram demoliar a Igreja, para que pudessem construir em seu lugar (afinal é um lugar de honra, bem ao lado do Kremlin, e na beirada do Rio) um monumento socialista, que teria uma estatua gigantesca de Lenin no topo.

Por “sorte”, a construção nunca chegou a sair do papel, por falta de fundos e porque logo depois a Russia entrou mais uma vez em guerra, na Segunda Guerra Mundial – mas infelizmente, a Catedral original já tinha sido destruída com dinamite.

Entao em 1990, após a queda da URSS, e numa tentativa de reconstrução do país, a igreja começou a ser reconstruída, usando como modelo a versão original, e usando muito do material e arte que foram recuperados antes da demoliçao da decada de 30. O legal da história da reconstrução é que a obra foi quase integralmente patrocinada com doações da população local, que logicamente não gostavam dessa historia de destruir monumentos religiosos e historicos em prol do socialismo.

- Convento Novodevichy

O convento da “nova virgem” é considerado um dos monast´rios mais bem preservados da Russia, e tem esse nome de “novo”, porque sua estrutura atual no sul de Moscou foi construido no seculo 17, para substituir o convento que antes ficava dentro do Kremlin (o convernto original foi fundando em 1514).

O convento também é conhecido como “mini Kremlin”, pois ao ser relocado para (oque na época era) fora do centro de Moscou, ele manteve sua estrutura original de “fortaleza” com uma muralha protetora e varias estruturas internas que compoem o lugar: varias igrejas, alojamento, cemiterio, museu, etc.

Ainda hoje é possivel ver as muitas freiras e noviças que ainda moram no monastério, e o interior da muralha é tão bonito que os jardins são recheados de pintores e estudantes de arte tentando capturar as cores e curvas dos domos coloridos das igrejas.

Durante o auge imperial da Russia no seculo 18, freiras e noviças de varias nações eslavas eram transferidas para o Novodevicky (principalmente Ucranianas e Bielorussas), que era reconhecido por seu prestígio teológico.

O convento então foi fechado e quase destruído pelos soviets em 1922, assim como quase todas as estruturas e instituições religiosas da Russia, servindo como museu e escola para meninas até ser reaberto após a queda do capitalismo no pais.


- Metro de Moscow

Bem, eu já escrevi um post inteirinho sobre ele AQUI, mas obviamente não poderia deixr de ser uma das Top 10 atrações da cidade!

- Universidade de Moscow & Arranha Céus do Stalin

É impossivel andar por Moscou e não avistar um dos predios que compõem as “Sete Irmãs” da arquitetura Estalinista!

Os predios, conhecidos como Arranha Céus de Estalin foram construídos entre 1947 e 1953, misturando estilos Gótico e Barroco Russo, e usando a mesma tecnoligia que os Americanos estavam começando a empregar em seus arranha-céus.

 

Os prédios foram desenhados e viabilizados pessoalmente por Estalin, mas muito pouco se sabe sobre qua era sua real intenção.

Decumentação histórica diz que depois de ganhar a guerra, Estalin (e depois seu sucessor, o Ucraniano Nikita Khrushchev) sabia que uma dia a Russia se tornaria numa grande potencia, visitantes internacionais visitaraim Moscou e a cidade não tinha nenhum arranha céu, entao ele resolveu mudar isso.

Estima-se que quase todos foram construídos com a intençao de sediarem diferentes facções do governo, e o primeiro prédio a ser construído foi o predio da Universiade Estatal de Moscou.

Um segundo predio é a sede do Ministério de Relações Exteriores da Russa – mas todos os 5 demais predios hoje em dia viraram predios de apartamento de luxo ou hoteis de redes internacionais (entre eles um Radsson e um Hilton).

O predio da Universidade de Moscou é definitivamente impressionante e gigantesco, e apesar de ser meio contra mão conseguir chegar até lá, vale o sacrifício!

- Rua Arbat

A rua Arbata é uma rua peatonal no centro de Moscou (também pertinho do Kremlin) que data do século 15, e portanto é (auto) proclamada a rua mais antiga da capital Russa.

A rua ainda tem muitas das fachadas originais dos predios historicos do seculo 18, quando a rua era considerada o endereço de mais prestigio e mais cara da Russia, abrigando muitas familias aristocratas e ricos em geral – que substituiram os artesãos que criaram a rua originalmente.

A rua tem um seria de mini-atrações e tal, mas o mais interessante mesmo são seus artistas de rua e a sucessão de cafés, lanchonetes e restaurantes ao longo de seu quilometro, servindo a todos os tipos de bolsos e apetites (tem até churrascaria Brasileira!)

 

 

Postado em: Moscou Russia Viagens
21
17
Jul
2011
Metrô de Moscou: quando a viagem vale a viagem!
Escrito por Adriana Miller

Moscou é uma cidade que tem 15 milhões de habitants tentando conviver no mesmo espaço. Esses 15 milhões de habitantes também possuem carros enormes com tração nas 4 rodas que aguentem os meses de inverno rigoroso. Junte a isso alguns milhões de motoristas esquentadinhos, ruas milenares, policiais que fazem vista grossa para as fileiras de carro em estacionamento triplo nas esquinas do centro da cidade e casas com uma numeração de arrancar os cabelos (as casas e prédios em Moscou sao assim: “Rua Tal, nr 7/4”, “Rua Fulano, nr 8/12”, mas que não necessariamente seguem uma seguencia matemática logica, e o prédio sete-doze-avos pode ser vizinho do prédio numero 6, sem o menor problema…).

Então o trânsito de Moscou é dos piores que já vi na vida! A qualquer hora, qualquer lugar… o transito simplesmente pára e não ha nada que você possa fazer.

Por isso a maneira mais fácil e prática de andar na cidade é andar de metrô (e econômica já que um ticket de metro em Moscou custa cerca de 50 centavos de dólar!)!

O problema é justamente que andar de metrô em Moscou nao é nada fácil para turistas não fluentes em Russo!!!

As estações do centro da cidade e áreas mais turisticas, até que teem a versão “Ingles” dos nomes das estações em baixo dos nomes em Russo (mas não nas plataformas, vagões ou dentro das estações), mas mesmo assim a pronúncia é bem diferente e ninguém consegue entender onde você quer ir…

Então depois de umas tentativas frustradas de pegar taxi pela cidade, eu resolvi que era melhor aprender a me virar no metrô, doque perder metade do meu dia parada no transito com um taxista que ia me levar pro lugar errado assim mesmo!

- Mapa

A primeira dica é bem óbvia: tenha uma cópia do mapa do metro – mas MUITO cuidado com as versões turisticas que vão te dar no hotel ou nos guias de viagem. Compre uma versão em Russo, e pergunte pro seu hotel qual o nome da estação de metrô em RUSSO.

O mapa de linhas não é complicado de enteder, todas são identificadas por cores e nímeros diferentes (oque facilita bastante), e sabendo qual a cor da linha que você precisa pegar, tudo comeca a fazer sentido.

- Direção da linha

Assim como em muitas outras capitáis Europeias (Londres inclusive) as linhas de metro se dividem e bifurcam em diferentes pontos de seu trajeto, então é importantíssimo saber qual a direção da linha que você quer pegar. Aqui em Londres por exemplo, as estações te dão uma indicação da “direção” que a linha esta indo, tipo “Sudoeste”, “Norte”, “Leste”; mas em Moscou, assim como Paris e Madrid, as plataformas e os trens indicam qual a a estação final daquela linha – então SEMPRE saiba qual o nome da sua estação final, mesmo que você não pretenda ir até o fim da linha.

- Mas como memorizar o nome das linhas e estações?

Como eu disse, alguns mapas trazem o nome em “Ingles” das estações, mas isso não te ajuda muito durante o percurso.

Pra mim, a técnica que deu certo era memorizar as 3 ou 4 primeiras letras ou “símbolos” do nome da estação, e transformar isso em alguma coisa que faça sentido pra voce.

Entao na minha cabeça, a estação Маяковская (Mayakovskaya) era na verdade “MARKO” (Маяковская). E antes de chegar lá eu sabia que tinha que ficar de olho na estacao Тверская e Театральная (a mesma técnica usada pra memorizar nomes de ruas).

- Pra não se perder, nem se desesperar achando que está perdido…

Eu fiquei morrendo de medo de perder a estação, ou não conseguir acompanhar em qual estação estava, se estava perto ou longe…. Algumas linhas tem uma gravação que te avisa qual a próxima estação, mas eu não conseguia entender nada mesmo (acho que avisava a próxima estação né… sei lá…), então por isso também ficava difícil acompanhar os movimentos das estações pelo mapinha dentro dos vagões.

Então a única maneira que conseguia ficar tranquila era me plantar na porta do vagão. Não sentava nunca!

Ficava paradinha na porta, e assim que chegava numa estação nova, eu colocava a cabeça pra fora e tentava entender o nome da estação onde estava – gravava as 3 ou 4 primeiras letras e depois tentava achá-las no meu mapinha em Russo.

Isso me ajudou a entender por exemplo que depois de ir e voltar na mesma linha 3 vezes achando que estava perdida, eu me dei conta que na verdade a estação onde que queria descer pra trocar de linha, estava fechada pra obras (que depois descobri que era isso mesmo), e os trens simplesmente não estavam parando nela.

Fiquei meio desesperada achando que tinha me perdido feio, mas depois de trocar de linha mais umas 2 vezes, me achei e consegui chegar onde queria.

- Os nome das estações e baldiações

Isso pra mim foi o mais difícil de entender!!! E só me dei conta desse detalhe depois de ir e voltar 5 vezes na mesma direção procurando pela estação  Парк культуры (“Park Kultury” – que estava fechada para obras) e acabar passando na mesma estação, por outra linha que…. tinha um nome diferente!!!

Entao os engenheiros Russos devem ter pensado: Como podemos complicar ainda mais a vida dos turistas, já que esse joguinho de hieroglifos Cirílicos não esta complicado suficiente…!?! Já sei! Vamos dar nomes diferentes pra mesma estaçãoo, dependendo de qual linha você pegue!

Oh céus…

Então principalmente nas estações “centrais” onde varias linhas se encontram e fazem baldiação, em vez de manter sempre o mesmo nome (tipo “London Bridge” – todas as linhas que passam pela estaçãoo de London Bridge tem um ponto que se chama “London Bridge”!), cada linha chama aquele ponto de maneira diferente, então você acha que esta indo pro mesmo lugar, mas não consegue achar aquela estação no seu mapa… ou então acha que estea indo pra um lugar diferente, mas na verdade está no mesmo lugar!

Que raiva viu! Fiz umas trocas de linha e umas baldiações desnecessarias, pois saía de hotel procurando a estacao “X”, sem saber que poderia descer na estacao “Y” ou “Z”, pois são todas as mesmas. Um bom exemplo é a estação Ploshchad Revolyutsii (Площадь Революции) da Praça Vermelha, que também pode se chamar Borovitskaya (Боровицкая) ou Arbatsko-Pokrovskaya (Арбатско-Покровская) ou Alexandrovsky Sad (Александровский сад) depende de onde você vem/vai….

 

Mas nada isso importa, pois a principal atracao do metrô de Moscou é justamente o Metrô!

Moscou tem uma dos metrôs mais antigos do mundo, e que consequentemente tem também algumas das estações de metrô mais lindas do mundo!

Na verdade em muitas delas você nem acredita que está numa estação de metrô, dividindo espaço com a massa trabalhadora da sociedade Russa (ou seria a população “diferenciada” de Moscou?!), e sim entrando numa festa de gala em algum salão nobre de hotel 5 estrelas ou residencia Real ao redor do mundo!

Os trens, apesar de espacosos são bem velinhos e precisando de um upgrade, mas as estações são de arrepiar!

Então aproveitei minhas idas e vindas perdida no metro de Moscou, pra descer em estações estratégicas, onde eu pudesse ver de perto algumas dessas obras de arte!

Então esse é meu top 5 das estações mais bonitas de Moscou! E com perrengue ou sem perrengue, essas estações valem a viagem!

1 – Komsomolskaya

A estação Комсомольская é sem duvida alguma a mais bonita e impressionante de Moscou, e não foi a toa que assim que eu sai do vagão do metro, a plataforma estava lotada de turistas e guias, fotografando e babando enquanto algumas centanas de Russos e Russas iam e voltavam de seus afazeres.

Ao andar de uma plataforma pra outra, a sensação é que na verdade você deveria estar usando um vestido longo digno de um tapete vermelho, enquanto alguma personalidade Real te espera numa fila de cumprimentos…

Mas verdade essa estação esta bem embaixo de umas das praças mais movimentadas do centro da cidade, a Praça Komsomolskaya!

 

2 – Novoslobodskaya

A segunda estação da lista é a Новослободская se destaca das demais por causa de seus 32 painéis de vidro colorido, iluminados por trás.

Na epoca de sua construção a Russia ainda não tinha a “Tecnologia” de produziar vitráis, então cada peçinha de seus painés foi feito na Letônia e transportado até Moscou.

Além disso, cada um dos vitrais tem um desenho único e o fundo das estações tem mosaicos com imagens de políticos e Russos ilustres.

 

3 – Kiyevskaya

A estação Киевская foi construida em homenagem a cidade Ucrâniana Kiev, logo depois da morte de Joseph Stalin, por encomenda de seus sucessor Nikita Khruschev, com a intenção de sollidificar a importância da entrada da Ucrânia na URSS para a criação da união, e claro, o fato de que ele era Ucrâniano de Kieve também ajudou…

Oque chama atenção nessa estação são os painéis em alto relevo que servem de moldura para mosaicos detalhadíssimos!

 

4 – Prospekt Mira

Já a estação Проспект Мира foi decorada tendo o jardim Botânico de Moscou como inspiração, e apesar de ser meio fora do circuito turista, vale a viagem.

Seu destaque são as colunas de mármore branco, esculpidas no formato de flores e plantas, com relevo e detalhes em bronze.

E não esqueça de olhar pra cima! O teto todo desenhado e em relevo é lindo!

5 – Mayakovskaya

A ultima da lista, mas não menos bonita e impressionante, é a estação Маяковская, que ao contrario de outras estação na cidade que são mais detalhadas e rebuscadas, a Mayakovskaya foi toda construida no estilo Art Deco e considerada o melhor exemplo de arquitetura  Stalinista prá-guerra.

Os arcos perfeitamento alinhados e o reflexo das luzes no chão de marmore são impressionantes!

 

E isso sem falar nas outras tantas estações (são cerca de 150 no total) que são considerada mais “simples” mas ainda assim teem detalhes como candelabos de cristal, tetos de pé direito altissímo e totalmente decorado, mosaicos, e pinturas.

Então cada vez que eu colocava a cabeça pra fora do trem, pra tentar entender qual estaçnao estava, era sempre uma supresa maravilhosa!

 

 

 

 

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