12 Oct 2011
32 comentários

Muscat, tres cidades em uma!

Dicas de Viagens, Oman

Chegar em Muscat foi quase que re-visitar algum lugar – pois ja tinha visto tantas fotos da cidade e do pais, que tudo me pareceu bem familiar. Oque nao deixa de ser estranho neh? Afinal nao eh exatamente um lugar super popular e de “massa”. Mas sabe quando voce descobre (e se apaixona) um lugar (ou uma coisa…) e de repente esse lugar comeca a aparecer em tudo quanto eh canto, como se fosse perseguicao?

Pois eh, Muscat aconteceu assim. Eu mal sabia que existia, ate um casal de amigo ir pra la ano passado. Assim que vi as fotos da baia da cidade antiga (Corniche), os canyons no deserto e ouvi as historias sobre a hospitalidade Omani, eu sabia que precisava conhecer o Sultanato muito em breve.

Entao quando surgiu a oportunidade de voltar ao oriente medio a trabalho, eu nao pensei duas vezes e apesar do tempo corrido nao podia deixar a oportunidade passar e tinha que incluir Muscat no meu roteiro!

Entao quando o guia veio me pegar no hotel, eu ja sabia exatamente onde queria ir e oque queria visitar, e dai pra frente, tudo que vi foi exatamente como imaginava!

A Muscat moderna que conhecmos hoje em dia eh na verdad a juncao de 3 cidades: Muscat (ou a cidade antiga), Matrah (Matruh) que era uma vila comercial e onde fica o mercado (Souq) da cidade e a parte mais moderna Ruwi, onde eh a “Muscat” de hoje em dia.

Pra comecar pela aparencia da cidade, com as cores e as formas tipicas do Oriente Medio, sem os exageros cometidos pelos vizinhos GCC (Gulf Countries Community) e com aquela sensacao de “arejado”. Sabe aquela sensacao boa que a gente sente ao chegar numa cidade balnearia? Aquele ar de mar, a paisagem infinita, as cores harmoniosas, cheirinho de maresia no ar… E apesar do clima de deserto e do calor que beirava os 40 graus, Muscat eh uma cidade com bastante verde e bastante sombra, oque so aumenta a vontade de sentar na sombra e beber uma agua fresca…

Meu guia, o Mussa, um senhor simpatico e engracado que representou exatamente oque eu imaginava ser um Omani: Me contou tudo sobre sua vida, sobre sua carreira na industria do petroleo, suas viagens pelo mundo, como criou os 7 filhos e como depois da aposentadoria nao aguentou mais ficar em casa, comprou um taxi e resolveu virar guia turistico. E com muito orgulho, foi me contando sobre todos os clientes que viraram seus amigos, que sempre voltam a Muscat e o visitam etc.

Quando eu falei que era Brasileira, nossa! Futebol, alegria… aquela coisa toda que a gente ja sabe, e passamos o dia todo conversando sem parar!

O passeio comecou pela Grande Mesquita de Muscat, uma construcao impressionante e imponente (eh a terceira maior mesquita do mundo!), que ao contrario de muitas outras mesquitas que vi pelos paises do Golfo, de simples nao tinha nada. A comecar pelo exterior, com sua cupula dourada e decorada, que a torna impossivel de nao ser vista de longe.

Mas foi dentro do jardim da mesquita que eu realmente me impressionei: uma estrutura enorme de puro marmore branco, reluzindo no sol e contrastando com o ceu perfeitamente azul!

A simetria dos arcos, dos minateres, dos portoes.

E dentro da mesquita a preocupacao com os detalhes continuou: a comecar pelo lustre de cristal Swarovski milimetricamente centralizado e simetrico em relacao as janelas e os lustres de apoio, e que (supostamente) custaram alguns milhoes de dolares e eh considerado um dos grandes tesouros do pais.

E dentro da mesquita tudo eh decorado nos minimos detalhes: o Mihab de azulejo trabalhado, as colunas e arcos listrados e o interior da cupula tambem de azulejos em alto relevo – e o mais impressionante: o gigantesco tapete persa feito a mao, que detem o recorde de ser o segundo maior carpete (feito a mao) do mundo!

O Mussa me deixou a vontade pra passear e explorar a mesquita (que estava praticamente vazia) enquanto ele se virou na direcao de Mecca e foi fazer sua oracao.

No final do tour da mesquita ele me levou no “Centro Cultural Islamico” da mesquita, ja que tinhamos falado bastante sobre isso no carro. Ele me perguntou alguns detalhes e curiosidades sobre minha religiao, enquanto ele me contou da religiao dele, e o pessoal do centro cultural me deram alguns livrinhos que relacionam o Islamismo e o Cristianismo, o natal Omani (em Oma eles tambem comemoram Natal, pois celebram o nascimento – milagroso – do prefeta Jesus), livrinhos que falam sobre o papel da mulher no Islamismo, etc.

Eu ja cometei em outros posts quando fui a Israel e Siria sobre essa coisa de religiao, e apesar de nao ser particularmente uma pessoa religiosa e praticante, eu acho a teologia um assunto fascinante, que explica muita coisa sobre a cultura, sociologia, antropologia e historia de um determinado povo, e ao mesmo tempo que acho que esses “centros de cultura Islamicos” sao uma iniciativa super legal, que ajuda a desmistificar muitos preconceitos existentes em relacaa a essa religiao. Mas ao mesmo tempo, parte de mim acha uma pena que todos eles tenham essa constante necessidade de ter que se explicar, de ter que mostrar que no fundo o Islamismo eh uma religiao do bem, que prega os mesmos principios que o Cristianismo, Budismo, Judaismo etc, sobre o bem, o amor ao proximo e a uma vida feliz – mas que infelizmente estejam estigmatizados pela destruicao causada por uma faccao minoritaria… mas isso eh assunto pra outro dia!

Depois da mesquita, papo vai, papo vem, o Mussa me levou pra conhecer sua filha mais velha: uma mulher solteira e independente, que estudou moda e se tornou uma das principais designers de moda do Golfo. Entao la fomos nos conhecer seu estudio e fabrica, e com todo orgulho do mundo, ele me mostrou as fotos e artigos de jornal que falavam de sua filha, o fato de que ela foi a designer dos trajes do casamento de alguns membros da familia do Sultao, os premios que ela recebeu de associacoes Arabes e Islamicas na Europa e EUA, as fotos dela com o ministro tal, com a celebridade tal, o figurino pro filme Bolywood nao sei oque, etc, etc. Que comprovou sua teoria de que na sociedade Omani, sao as mulheres que ditam as regras dentro de uma familia!

Eles me explicaram como a mulher Omani é considerada bonita e muito vaidosa, e oque significa cada tipo de abaya, vestidos e veus, e quando cada peça deveria ser usada. Muito interessante, principalmente pra nos mulheres ocidentais que achamos que ter que usar um veu é um sinal de opressão e uma moda sem graça…

E entao seguimos em direcao a cidade antiga de Muscat, passando pelo caminho mais longo, na beira da praia. Mas ai aconteceu um emprevisto, e quando eu pedi pra parar pra tirar umas fotos da paisagem, o carro morreu e nao funcionou mais!

Eu achei uma sombrinha em baixo de uma palmeira, ele me emprestou o jornal do dia (em Ingles) e fiquei no meu canto, enquanto uns 4 carros diferentes pararam na estrada pra oferecer ajuda. Depois de mais de uma hora de espera ele acabou ligando pra um de seus filhos, que veio nos buscar e nos emprestou seu carro, para que minha tour nao fosse cancelada e eu pudesse ver o resto da cidade!

A proxima parada foi o mercado antigo de Muscat, com seus labirintos de lojas e barraquinhas vendendo todo tipo de quinquilharias, temperos, tapetes, tecidos, nozes e muita prataria. Mas apesar da area ser coberta, o calor estava demais e depois que fizemos umas comprinhas (eu comprei um enfeite de natal, e ele comprou amendoas e pistaches) fomos pra cidade antiga.

E bem ali na beirada do mercado esta o principal simbolo da cultura da Cidade: a Corniche, que eh a “orla” da cidade antiga, com um calcadao beirando mar, um porto com barcos e iates, vigiado pelo forte/castelo e cercado pelas dezenas de mini torres de observacao, estrategicamente posicionadas nos topos das colinas que cercam a cidade, oferecendo protecao absoluta!

As principais atracoes da cidade antiga de Muscat sao o Palacio real e os antigos fortes, tambem conhecido como “Forte Portugues”.

O Palacio Real eh onde o Sultao mora e trabalha oficialmente (ja que ele tem varios outros espalhados pelo pais) e sua fachada colorida se destaca no meio de uma paisagem rochosa e com casas/predios brancos por todos os lados.

O palacioreal ” Qasr Al Alam” na verdade nao eh antigo, pois foi construido apenas em 1972, e o simbolismo por tras de sua construcoa sao as cores: o azul representa o mar e o ceu de Oma, enquanto que o dourado representa o sol (que brilha cerca de 360 dias por ano) e a riqueza do petroleo. O palacio fica bem no centro da Baia da cidade antiga de Muscat, cercado pelos dois fortes antigos. 

Ja os fortes Portugueses, eram uma das coisas que eu estava mais curiosa pra ver! Na verdade sao dois, o Forte Al Jalali e o Al Mirani, que ocupam as duas pontas da baia de Muscat (e mais algumas de dezenas de mini torres espalhadas pelas colinas da cidade).

Hoje em dia os dois fortes sao museus, mas infelizmente abertos apenas a chefes de estado e convidados do Sultao.

O primeiro forte a ser construido pelos Portugueses foi o Al-Jalali que era usado como prisao e estoque de suprimentos.

Muitos anos depois o segundo forte foi construido, o Al-Mirani e diz a lenda que foi em parte por culpa desse forte que os Portugueses perdeam controle da regiao.

A lenda conta que um dos comandantes portugueses se apaixonou pela filha de um comerciante Hindu. O pai da moca era contra a uniao (por questoes religiosas, ja que a filha teria que se casasr com um homem cristao), mas nao recusou a oferta e deixou o pobre Portugues planejar a festa de casamento. Durante esse processo de planejamento, o comerciante hindu estava na verdade fazendo acordos com o Sultao, e acabou convencendo os portugueses a removerem as armas e polvora dos poroes do forte.

Entao sem o armamento em “estoque”, em 1649 os Otomanos atacaram os Portugueses e retomaram o poder da baia de Muscat e do pais (e suas vias comerciais).

Infelizmente nao pude fazer o passeio completo, que incluiria algumas das outras cidades proximas a Muscat como Niwza e Nakhal, pois acabamos perdendo muito tempo quando o carro quebrou.

Mas como eu disse antes, isso foi apenas mais uma desculpa pra querer voltar mais vezes!

No fim do dia o Mussa me levou de volta ao hotel 9que tinham me dado um late check out) enquanto ele foi pra Mesquita fazer mais uma oracao, e combinamos que ele voltaria pra me levar pro aeroporto. E pra minha surpresa, quando ele apareceu pra me buscar, ele trouxe duas filhas e a esposa, pois todas queriam me conhecer!

A filha mais nova tinha acabado de se formar na faculdade de Recursos Humanos, entao ficamos o caminho todo ate o aeroporto (com engarrafamento!) conversando sobre sua futura carreira, os estagios que ela ja tinha feito e as areas de RH que ela mais gostava. Em troca, ela me prometou que a proxima vez que eu voltasse a Muscat ela fara o desenho em henna tipico de Oman nas minhas maos e pes!

Eh ou nao eh pra ficar apaixonada pelo lugar e pelas pessoas?!

 

 

Adriana Miller
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Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
Atualmente morando em Denver, Colorado, nos EUA, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
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  1. José Luiz - 12/10/11 - 14h00

    Confesso que também nunca tinha ouvido falar em Omã como destino turístico… mas também confesso que Omã me atraiu infinitamente mais que Dubai e similares…

    E a lista só vai crescendo… :)

    Responder
    • Adriana Miller - 12/10/11 - 14h05

      Mas eh sempre assim! A lista nao diminui nunca mesmo!
      Quanto mais a gente viaja, mas descobre lugares legais pra conhecer pelo mundo!

      Responder
  2. Daiane - 12/10/11 - 15h37

    Sera da influencia portuguesa esta hospitalidade toda? ;)
    Cada viagem sua, uma surpresa boa aos leitores….

    Responder
    • Adriana Miller - 12/10/11 - 15h58

      Eu acho que sim heim?!

      Responder
  3. Tina - 12/10/11 - 15h42

    eu pirei na foto das pratarias… colares, objetos e tals… será que vou encontrar coisas como essas no grand bazar em Istambul? Vou para lá em janeiro.

    Responder
    • Adriana Miller - 12/10/11 - 15h57

      Sim!!!
      Sem duvidas!!

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    • Marta FG - 14/10/11 - 19h13

      Esse post está lindo e as fotos estão soberbas! Um espectáculo. Obrigada.

      Responder
  4. Carol - 12/10/11 - 16h03

    Dri, eu adoro o seu blog, “viajo “nessas tuas fotografias lindas!! Concordo com vc sobre respeitar a vestimenta nos países religiosos muculmanos!! Mas e quanto a questão da intolerancia crescente nos países europeus com a migracão desses povos para la? Muitos defendem a proibicão ao uso do véu em países da Europa! Queria saber o seu posicionamento a esse respeito! Um beijão!!

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    • Adriana Miller - 12/10/11 - 17h00

      Na verdade o unico pais levantando essa bola e criando polemica eh a Franca.
      NO geral os Europeus partem do principio de que todos tem direitos de livre escolha iguais, e isso inclui sua religiao. Assim como o punk Ingles pinta o cabelo de verde, o Muculmano Ingles usa um turbante.
      Aqui na Inglaterra a tolerancia eh altissima e ninguem esta nem ai se vc resolveu sair de casa pelada na nevasca, ou se usa burqa por questoes religiosas.
      O unico problema eh que na verdade aqui na Inglaterra temos visto o problema oposto, onde as pessoas querem ser tao “abertas” a outras culturas e costumes que isso acaba gerando um preconceito interno, contra a propria cultura “Inglesa da gema”, pois eles acabam sendo politicamente corretos demais, oque, a meu ver, esta danificando a cultura tradicional Inglesa.

      Um bom exemplo (que eu ja mencionei aqui no blog algumas vezes) eh a questao do Natal. Algumas pessoas acharam que para preservar a diversidade do povo Ingles, as escolas, empresas publicas e privadas e afins nao deveriam mais chamar o natal de “Natal”< pois isso poderia ser ofenssivo a pessoas nao-cristaes que nao celebrem essa data. Entao a "onda" por aqui eh cahamar a epoca do Natal de "Winter holiday", "Seasonal party" e afins.
      Da uma lida nesses postas aqui oh (Antigoes!!!): http://drieverywhere.net/2005/12/23/natal-o-aniversario-do-papai-noel/ e http://drieverywhere.net/2006/12/13/politicamente-correto-uma-ova/ por exemplo.

      Responder
  5. Ana Paula - 12/10/11 - 19h22

    Nossa, eu nao fazia a menor ideia q isso acontecia. Chamar o Natal de outro nome??!! Acho ridiculo. Os naos cristaos e seus costumes devem ser respeitados assim como cristaos. E viva a diferenca! Ser cerimonioso demais nao ta com nada e alem de tudo soa falso.

    Responder
  6. Dany Miami - 12/10/11 - 20h23

    Lindo lugar. A lingua oficial e ingles ou vc deu sorte?? Pq se vc esta no Brasil, apesar de muita genta falar ou tentar falar ingles, muita gente nao tem vocabulario pra desenrolar uma conversa. Outra coisa, essa sua calca tem a maior cara de Rio de Janeiro. Bjus!!

    Responder
    • Adriana Miller - 12/10/11 - 20h26

      A lingua oficial de Oman, e todo Oriente Medio é o Arabe, mas todos eles falam INgles 100% fluente, e a grande maioria das escolas tem um ensino bilingue como padrão basico de educação.

      Ah! E não é calça não, é uma saia comprida!

      Responder
  7. Carol - 12/10/11 - 20h32

    Entendi perfeitamente! Vc é a favor da tolerância, mas sem desrespeitar a cultura tradicional local! E se alguma cidade quer se autoproclamar multicultural, que aceite o outro, desde que este “outro” fique quietinho lá. Também penso dessa forma, um beijo.

    Responder
  8. Gabriela Lorenzet - 12/10/11 - 22h14

    Amei seu post. Eu so fui a Dubai e Abu Dhabi, mas sou louca por viajar mais para “aquele” lado mundo. Muito legal esta oportunidade sua de conhecer. Beijos

    Responder
  9. Wanessa - 12/10/11 - 22h21

    Oi, Adriana!
    Concordo com o José Luiz: Omã despertou muito mais o meu interesse do que Dubai, me pareceu muito mais autêntico!
    Voltei de viagem há poucos dias e estou me atualizando na leitura agora e, mesmo você já tendo retomado a frequência normal por aqui, não poderia deixar de me manifestar sobre aquele post em que você fala da falta de ânimo para escrever. Fiquei surpresa com a sua impressão de que não tem dado um enfoque pessoal aos seus posts, porque eu acho seus relatos (sobre viagens ou não!) sempre TÃO pessoais! Perdi o interesse por muitos blogs que lia – especialmente de beleza e moda… – por causa dos posts puramente “comerciais”, mas o seu, definitivamente, não sofre desse mal, e acho que é essa a principal razão do seu sucesso. Espero que você sempre encontre estímulo para escrever, porque, leitores, não faltarão (bom, pelo menos eu!).

    Responder
    • Adriana Miller - 12/10/11 - 23h08

      Obrigada Wanessa! Bom saber que boas blogueiras como voce tambem me consideram uma boa blogueira :-)

      Responder
      • Wanessa - 16/10/11 - 14h21

        Nooossa! Obrigada pelo elogio, mas parei de postar conteúdo novo há quase um ano… (falta de tempo pra fazer do jeito que queria…) Hoje, só administro comentários!

        Responder
  10. Teté - 12/10/11 - 22h24

    adoro a arquitetura árabe. aquele lustra de cristais Swaroski é uma verdadeira peça de arte!

    Responder
  11. Carol - 12/10/11 - 22h33

    Com relacão ao seu post de Natal,eu já tinha pensado sobre isso várias vezes. O Natal é a propaganda e papai Noel é o cartão de crédito né? Também tenho uma amiga de outra religião e não tem pascoa na casa dela, mas tem Natal!
    Amo presentes só que o natal é uma festa cristã e ponto final. Não sou católica mas acredito em Jesus Cristo e uma maneira que encontrei para buscar uma essência é ler um trecho do Novo Testamento nestas datas. Também é ótima essa sua idéia de viajar para fugir, faço isso as vezes.
    Porém, se o cara tem outro credo e faz Natal, isso é um problema de consciencia dele. Quais os valores que ele vai passar para os filhos? Seja hipocrita, vá na onda da galera, não reflita….? Acho que um ateu é até mais autêntico se resolve fazer Natal em casa!

    Responder
  12. manuela - 13/10/11 - 01h09

    Dri, que lugar lindo, nunca imaginei! Sou fã do seu blog! há muito tempo que acompanho, dificilmente comento! Tô indo pra Londres pela quarta vez (sou apaixonada por aí) e uma das dicas “gastronômicas”preferidas eu peguei aqui: Byron!! heheheheheh delicioso! Parabéns pelo blog maravilhoso! Adoro entrar e “viajar” junto com você! Beijoca
    P.S: Ansiosa pela sua árvore!

    Responder
  13. Lílian - 14/10/11 - 18h27

    Dri, que lugar lindo! confesso me apaixonei pelo local e pelo seu guia e família, achei ele super simpático contigo,
    Mas Dri, quem não é simpático contigo, afinal você é uma menina muito maluquinha.
    Beijos.

    Responder
  14. marta - 16/10/11 - 15h49

    Nossa! demais! amei!

    Responder
  15. Flávia - 26/10/11 - 14h11

    Dri, acompanho seu site a algum tempo. Sempre que estou programando uma viagem, lembro de dar uma passadinha aqui. Hoje me surpreendi com este post!!! Moro em Oman a 1 ano e meio, ficaria muito feliz em poder ter te ajudado assim como vc sempre me ajuda. Se um dia voltar, entre em contato, vou adorar te mostrar um pouquinho deste país lindo. Beijos!

    Responder
    • Adriana Miller - 27/10/11 - 09h32

      Serio?!
      Poxa que pena… teria sido otimo ter uma “conhecida” por la, pois foi tao dificil achar informacoes sobre a cidade…
      Mas se tudo der certo voltarei em breve! :-)

      Responder
  16. Tiago - 14/11/11 - 04h00

    Dri,

    Primeiramente, parabéns pelo blog. Sempre que vou programar minhas viagens, recorro a ele para ver se vc já foi ao destino e se há alguma dica.

    Procurando um destino do mundo árabe, tinha pensado em Omã e, para minha surpresa, vc tinha editado tal post recentemente.

    Assim, indago-lhe:

    1) como minha viagem não se destina a descansar na praia, vc acha razoável ficar nos hotéis que não ficam em tal local, haja vista apresentarem preços mais razoáveis?;
    2) só para ter uma ideia, permitindo-me ser indiscreto, quanto custa uma diária com guia para passear por Mascate e ir até Nizwa ou Ibra? Se não quiser responder, tudo bem;
    3)pelo que vc viu, vc acha razoável 3 dias inteiros para passeios por Mascate, Nizwa e região?

    Abs,

    Tiago

    Responder
    • Adriana Miller - 14/11/11 - 07h10

      Nossa, quanta formalidade!! :-)

      Sim, acho que em 3 dias você consegue conhecer bem a região sim.

      Se vc não pretende ficar na praia, então realmente não faz sentido pagar caro por hotéis na beira do praia, mas diria que é importante ficar em hotéis que sejam centrais em Muscat, para te dar mais liberdade durante o dia e a noite (o lugar onde eu fiquei por exemplo era muito isolado e sem muita coisa em volta).
      Eu paguei cerca de 30 Euros pela diária no hotel e cerca de 50 Euros pela diária do motorista/guia.

      Responder
  17. Tiago - 14/11/11 - 12h54

    Valeu pelas dicas! Estou indo agora em Dezembro. Tem mais alguma dica, fora as dadas no site? Alguma que, apesar de vc não ter visitado, foi dada por algum amigo?

    Responder
  18. Joelva - 27/10/16 - 23h40

    Olá Adriana,

    Apesar do tempo que se passou, você ainda o contato do taxi que fez o tur com você em Oman?
    Obrigada!
    Joelva

    Responder
  19. Renata - 14/01/17 - 21h08

    Oi Adriana estou indo para Muscat, turismo vc tem o contato do Sr. Mussa?
    Obrigada

    Responder
    • Adriana Miller - 15/01/17 - 01h00

      So o e-mail que está no post mesmo.
      Na época ele não tinha celular e os contatos eram pelo e-mail da filha. Não sei se ele tem outros meios de contato hoje em dia…

      Responder
  20. FERNANDO - 02/06/17 - 05h42

    Olá, já li o post todo e não achei o email do seu guia. Poderia me passar? Obrigado e parabéns pelo blog!

    Responder