02 Jun 2014
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Roteiro de fim de semana em Budapeste

Budapeste, Dicas de Viagens, Hungria

Viajar e conhecer lugares novos eh sempre uma delicia, mas as vezes nada se compara a sensação de poder voltar a alguma lugar maravilhoso e rever suas impressões.

E digo rever com um duplo sentido: re-visitar, re-tirar fotos, re-curtir o lugar. Mas também rever seus conceitos, o que gostou ou não em determinado destino e quais serão suas novas impressões. As vezes o lugar mudou muito (lembram da transformação da Malasia?!), e outras vezes, foi você quem mudou – mudou de opinião, de perspectiva do mundo e de expectativa (como por exemplo mina re-visita a Veneza uns anos atrás).

E Budapeste foi exatamente isso.

Por um lado tinha muita vontade de voltar – nunca tive nenhuma impressão negativa da cidade, mas confesso que me surpreendi quando re-li meu post sobre mina primeira viagem a cidade, quase 7 anos atrás. A pesar de ter sido uma viagem muito legal, e uma cidade incrível, eu ressaltei muitas coisas negativas também, que com o passar dos anos, evaporaram completamente da minha memória.

Mas o que importa é que sempre quis voltar! Eu tenho um fascínio pelo Leste Europeu – sua cultura, historia, arquitetura, culinária… É sempre o tipo de lugar que me sinto “na Europa”, muito mais que outras áreas do continente. Sim a Espanha é super legal, o Sul da Franca incrível, e a Itália riquíssima, mas nada se compara a sensação de “velho mundo” que sinto nessa região central-leste Europeu!

Então quando mina irmã estava planejando sua visita a Londres, queríamos fazer algum programa so nos duas, ela queria conhecer algum país/cidade novo pela Europa, e imediatamente pensamos em Budapeste!

E lá fomos nós, de sexta a noite a domingo de tarde para Budapeste, eu, Mônica e Carol (uma amiga da Monica que estava dando um rolé pela Europa na mesma época), que já conhecendo a cidade, eu sabia que seria mais que suficiente.

Nosso voo chegou relativamente tarde na sexta feira, então ficamos apenas curtindo o hotel e planejando o dia seguinte.

Mas nosso sábado começou cedo! Ficamos hospedadas no – incrível! – Four Seasons (um post sobre o hotel já já!), que tem uma localização imbatível, exatamente em frente a “Ponte das Correntes”, então nem gastamos tempo nenhum pra chegar nos pontos turísticos!

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Fomos direto em direção a ponte, atravessamos o rio Danúbio, e cruzamos para o lado de Buda, que eh a area mais “nobre” e histórica da cidade.

A cidade eh dividida em duas, o lado Buda fica no alto da colina, no lado norte do rio Danúbio, sendo uma região mais nobre, histórica e artística. Enquanto Peste, no lado sul e lado “baixo” da cidade, eh mais residencial, porem também sedia a administração do governo (o parlamento fica no lado Peste) e o comercio da cidade.

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Chegando em Buda tínhamos a opção de enfrentar a fila e subir Buda usando o serviço do funicular, mas como a fila estava muito grande, fomos andando mesmo e valeu a pena!

Além de ter sido super rapidinho, de quebra a subida pelo parque ainda oferece vistas incríveis da cidade!

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Lá em cima, nossa primeira parada foi o Palácio Magyar Nemzeti, que hoje em dia sedia o Museu de História Húngara, e a pesar de que optamos não entrar, não pode ser ignorado – a construção domina totalmente a vista da cidade, e eh a imagem mais marcante de Buda!

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Sua posição privilegiada e construção imponente, garantiram que além de não ter sido destruído durante a guerra, ainda foi eleito para sediar o “governo” nazista (e posteriormente, Soviético) durante as guerras e ocupações da Hungria.

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Mas estando lá em cima não sabemos se tiramos fotos do palácio ou da vista da cidade! Realmente Budapeste é muito harmônica e muito fotogênica, principalmente a vista de Buda para Peste.

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Nos fundos do palácio temu m outro jardinzinho, com as esculturas, fontes e um mercadinho bem fofo, cheio de souvenirs e produtos típicos da cidade (os linhos bordados e caixinhas de madeira são lindos! Ótimo para quem gosta de jogos de mesa mais elaborados e delicados).

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Bem do lado do museu esta o palácio presidencial Sandor, que a pesar de que arquiteturalmente fica meio escondido entre seus vizinhos, de hora em hora eles fazem um (mini) troca da guarda, e todos os dias ao meio dia em Ponto, os guardinhas fazem uma aprensentação de troca da guarda e “malabarismos” de suas armas!

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Por acaso chegamos lá em ponto e conseguimos assistir a apresentação, que foi super interessante!

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Por fim o ponto alto de qualquer visita a Buda eh a Igreja Sao Matias com seu interior dourado e seu telhado coloridíssimo!

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Além de claro, a estrutura do Halászbástya, que é tipo uma varandinha, meio castelinho que debruça na colina de Buda, bem de frente ao Parlamento Húngaro, e a eh a cena mais típica da cidade!

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Na parte da tarde, voltamos ao lado Peste da cidade e fomos direto ao Parlamento!

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O edifício é aberto a visitação, mas dividido em duas áreas: a Biblioteca do parlamento, que deve ser reservada com antecedência e apenas disponível por telefone ou pela internet, ou uma tour mais geral, que também pode ser comprada on line ou no próprio dia da visita (mas nao vendem ingressos com antecedência lá na bilheteria).

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Não reservamos nada com antecedência pois achei que seria difícil programar exatamente onde estaríamos a que horas, mas ainda assim conseguimos ingresso para aquela tarde.

Infelizmente tivemos a brilhante ideia de então parar para almoçar e descansar um pouco e fomos andando em direção a Catedral de São Estevão.

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A verdade eh a ideia realmente foi ótima, e a comida muito, muito boa! Maaaaaas… relaxamos tanto com nossos Goulash que perdemos totalmente a hora da visita ao Parlamento!

Nao consegui lembrar exatamente o nome do lugar onde almoçamos, mas fui numa birosquinha bem com cara de pega-turista, na rua principal da Catedral – mas nos surpreendemos o quanto a comida estava maravilhosa! (pedimos Goulash de entrada, que eh a sopa típica da Hungria – com carne, paprika e muito temperadinha!), e de prato principal, algumas opcoes típicas, como a carne de cozimento lento no molho de paprika e mini dumplings caseiros e picles, e o frango assado com uma massinha tipo gnochi e molho de ricota defumada.

Realmente era de se esperar que perdemos totalmente a hora!

Então como economizamos o tempo da visita no Parlamento, fomos seguindo em direção a Andrassy Ut, a rua principal da cidade, e também uma das mais comerciais, e onde estão as principais lojas high-end da cidade e muitos de seus museus históricos.

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Logo no começo da rua esta a Opera de Budapeste, considerada uma das mais bonitas da Europa, e a pesar de que a Hungria não é exatamente conhecida internacionalmente por sua música clássica, os Húngaros são um povo muito musical, e portanto dão um prestigio enorme a sua Opera!

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A Opera de Budapeste pode ser visitada por dentro (além de que as performances sao vendida ao publico, então você pode comprar seu ingresso para assistir uma Opera em Budapeste la mesmo! Deve ser o máximo!), mas apenas com visitação guiada e que acontece todos os dias, apenas as 3 e as 4 da tarde. A compra e reserva dos ingressos para visitacao devem ser feitas diretamente la na Opera (na lojinha de souvenirs).

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Ah! Outra area comercial que vale a pena mencionar ali nos arredores da Andrassy Ut e a Ponte das Correntes em Peste é a Vati Utca, que é uma outra região comercial mais “normal” (leia-se: menus Gucci e Louis Vuitton, e mais Zara e H&M).

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Mesmo para quem não pretende fazer compras, vale a visita, pois a Vaci Utca é uma das ruas principais do bairro Judeu de Budapeste, que após ter sido dizimado durante a segunda Guerra, foi parcialmente construido e possui Sinagogas e edifícios lindíssimos!

E a noite, é por ali que estão os barzinhos, clubs e restaurantes que atraem os muitos grupos de amigos e despedidas de solteiro(a) a cidade! (que eh um dos top destinos para festerês e despedidas de solteiro(a) na Europa!).

Nos jantamos ali perto, no Kiosk que é muito legal e vale demais a dica!

No dia seguinte, domingo, acordamos com um dia bem cheio e chuvoso, o que atrapalhou nossos planos, mas ainda assim tentamos continuar passeando pela cidade.

Então logo de manha, voltamos no parlamento para tentar comprar novas entradas para fazer o tour – mas acabamos desistindo, pois nao queríamos esperar demais…

Aproveitamos também que estávamos por aqueles lados de Peste e demos uma passadinha na Estação de trem de Budapeste, na Praça Eiffel – pois como o nome sugere, a construção foi desenvolvida pelo arquiteto Francês Gustave Eiffel.

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Então voltamos para a Andassy Ut, para tentar ver o resto da avenida, que não tinha dado tempo no sábado.

Uma das atrações mais interessantes da avenida eh o “Museu do Terror”, que eu preferi não ir dessa vez, mas passei algumas horas por la na mina outra visita a Budapeste e realmente é um museu que vale a pena demais!

Confesso que ele é bem pesado, saímos de lá de estômago embrulhado (mesmo não conseguindo entender muita coisa, já que o museu quase todo esta apenas em Húngaro!), mas é um prato cheio para os amantes de historia e do passado conturbado do Leste Europeu no ultimo século.

Então dessa vez, em vez de irmos ao Museu do Terror, fomos direto para a Praça dos Heróis, que marca o final da Andrassy Ut, e homenageia todos os veteranos e vitimas das muitas guerras em que a Hungria fez parte (e foi vitima).

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A praça, além da pilastra central e suas estátuas em semi circulo, a praça também é cercada por outros dois museus: o Museus de Finas Artes e o Kunsthalle “Palácio das Artes”, que para quem for fã de arte e tiver mais tempo na cidade, vale a pena.

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Bem atrás do Praça dos Heróis esta o Parque da Cidade, o principal parque de Budapeste, e que foi sendo construido ao longo dos séculos, por encomenda de vários nobres que comandavam a cidade, ou para comemorar determinados momentos da historia do país.

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Como eh o caso do Vajdahunyad Castle, um castelinho cercado pelo lago no centro do parque, que foi construido em 1896 para a comemoração do Festival do Milênio, que comemorou os mil anos de história Húngara.

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Além da linda vista do lago, o que faz dessa construção tão única eh sua mistura de estilos arquitetônicos, como se fosse um “calendário” de todos os estilos e todas as misturas disponíveis na cidade.

E claro, também é lá no Parque da cidade que fica as principais termas e Spa de Budapeste, a Széchenyi!

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Já que o dia estava feio mesmo, desistimos da turistagem e fomos passar o resto da dia relaxando nas piscinas termais! 9que claro, vai merecer um post exclusivo, pois foi uma experiência única e muito divertida!)

Antes de voltar pro aeroporto, almocamos na varandinha do hotel Mirage que servem uns sanduíches bons demais! (e de quebra com a vista da Praça dos Heróis!).

 

Budapeste na Pratica:

 

–          Brasileiros não precisam de visto para visitar a Hungria, e a cidade pode ser acessada por voos diretos vindos de todo o mundo, ou com escalas em outras capitais Europeias. Saindo de Londres, nos voamos Wizz Air (que eh um empresa Low cost dedicada aos destinos no Leste Europeu), mas a EasyJet e Ryanair tambem voam para Budapeste, assim como as cias mais tradicionais, como British Airways, Air France, Alitalia, KLM, etc.

–          O aeroporto internacional é conectado ao centro da cidade por transporte publico – trens e ônibus, circulam frequentemente entre os dois ate tarde da noite. Algumas empresas de low cost também fazem seu proprio translado e voce pode comprar sua passagem de onibus direto com eles (no site quando voce compra sua passagem, ou direto durante o voo). Tanto a Wizz Air, quanto a Easyjet tem ese esquema. Mas se seu voo chega tarde, ou sai cedo, uma corrida de taxi demora apenas cerca de meia hora e custa uns 30 euros. Mas tencao! Os taxistas sao meio golpistas e se nao ficar atento, volta e meia alguem tenta tirar vantagem dos turistas! (quase caimos num golpe logo na nossa chegada, e o cara quería nos cobrar 90€ em vez de 30€! Como a moeda local eh meio confusa, demorei um tempinho tentando fazer a conta e entender o que estaba acontecendo e me neguei a pagar! No fial ele disse que foi “um erro” no taxímetro e eu estaba certo, a corrida era so 30 Euros mesmo…)

–          A moeda local eh o Florint Hungaro, que tme uma conversao Ingrata e muito complexa… hehhhehe Na época da viagem a taxa era de 1 US$ para cada 223 Florints.

–          Budapeste eh um destino perfeito para ser conjugado com outras ciudades ali na regiao central do Leste Europeu, e ja vi muito roteiros que combinam Viena na Austria, com Praga na Republica Checa e Berlin, na Alemanha, por exemplo – seria um roteiro SHOW a ser feito de trem ou carro!

–          Na hora da hospedagem, tanto Buda quanto Peste sao boas opcoes e com muitos atrativos em volta, e seja onde voce se hospedar, com certeza vaia cavar atravesando alguma das muitas pontes da cidade para conhecer o outro lado tambem. Mas nas duas viagen suqe fiz a Budapeste, fiquei hospedada em Peste, e tenho a impressao que alem de ter mais opcoes de hospedagem, Peste eh mais “central”, com mais opcoes de transporte (de dia e de noite), lojas, restaurantes, cafes… enfim, a hospedagem em Peste facilita a “logística” da viagem.

–          Uma das coisas que me lembrava da mina primeira viagem a Budapeste em 2006 eram os precos, e como tudo por la era tao barato. Entao dessa vez me surpreendi com o quanto achei tudo tao caro! Hoje em dia os precos de Budapeste se equiparam com qualquer outra capital Europeia, e ja deixaram de ser um destino super em conta. Os hoteis custam o mesmo que custariam na Espanha e Italia por exemplo (mas continuam mais baratos que Paris e Londres, sem duvidas), e a comida, atracoes e ate mesmo taxis custam um preco bem padrao Europa.

–          Mas em compensacao, outra coisa que me lembro da mina primeira viagem a Budapeste era o contraste da pobreza e as marcas do passado soviético ainda recente. Bem, isso tambem mudou! Nada que um banho de loja estilo “agora fazemos parte da comunidade Europeia” nao resolva! A cidade esta mais limpa, os predios antigos recuperados e restaurados, e os contrastes estao menos evidentes. Por um lado, isso tras o aumento dos precos, e o fim das “pexinxas” do Leste Europeu, mas em compensacao tras mais empregos para os locais, melhores infraestruturas e uma sensacao de uma cidade bem mais segura e agradavel.

 

Adriana Miller
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Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
Atualmente morando em Denver, Colorado, nos EUA, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
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38 comentários
  1. Vanessa - 02/06/14 - 18h25

    Belíssimo Publipost!
    Acho mais honesto deixar claro que é, como faz a Helo Righetto, Fashion Gazette e a Ale Garattoni.

    Responder
    • Adriana Miller - 02/06/14 - 19h29

      Oi?!
      Onde exatamente você esta vendo um publipost aqui?
      Pra começar que eu não vendo conteúdo, e absolutamente TODOS os posts desse blog refletem minha opinião, e minha apenas.
      Então quer dizer que um fim de semana com minha irmã e uma amiga agora virou post vendido?
      Ah, faça-me o favor!

      Responder
    • fernanda - 04/06/14 - 00h55

      ah não, gente. Onde q tem publicidade nesse post? Acho q a leitora Vanessa escreveu o comentário no blog errado. Deve ter achado q a Dri é blogueira de moda e foi curtir com azamiga uma semana de moda em Budapeste…. kakakakaka

      Só pode. Amo seus post e não faço mais nenhuma viagem sem antes consultar seu blog. Parabéns!

      Responder
      • Adriana Miller - 04/06/14 - 08h55

        Acho que o comentário dela foi porque o Four Seasons realmente faz muitas ações com blogueiros, e caso a hospedagem tivesse sido cortesia, ou se tivesse ido a Budapeste a convite deles, também não vejo problema nenhum – mas obviamente sempre fui muito transparente sobre minhas (POUCAS!) parcerias, e de jeito NENHUM faria um post com publicidade velada – e mais ainda, seja a viagem “patrocinada” ou não, os posts sempre, SEMPRE refletirão minha opinião e experiência apenas e nada mais.
        Então se a hospedagem foi paga pela minha empresa, ou pela rede de hoteis, que diferença faz, certo? Desde que a opinião e recomendação seja verdadeira e honesta.

        Responder
  2. je romanciuc - 02/06/14 - 19h56

    AHAHHAHH cejura? publipost? voando de wizz??? A rainha devia ter te mandado de britsh pelo menos né!
    A guia explicou que a rainha Elizabeth adora budapeste!
    Fui pra buda em março e AMEI a cidade!Amei o langosh e o telhado da Mathias church.
    Peguei nublado todos os dias e quero fazer o mesmo que vc refazer fotos,re visitar…re tudo!

    Responder
    • Adriana Miller - 03/06/14 - 11h46

      Na primeira vez que fui peguei muito frio e um clima suuuuper nublado e cheio de neblina! Mal dava pra ver de um lado pro outro entre Buda e Peste!
      Dessa vez pegamos um dia otimo no sabado, mas tb muita chuva no domingo… :-(

      Responder
  3. thais lima - 02/06/14 - 20h07

    Adoro Budapeste! Fiquei com muita vontade de conhecer apos ler o livro do Chico Buarque, que leva o nome da cidade. E a cidade superou todas as minhas expectativas. Lembro do meu primeiro dia chegando naquela ponte (que vai dar na Funicular) e quando eu vi aquela paisagem eu so chorei. Nao sei nem explicar o porque. Essa cidade eh de tirar o folego.

    Responder
  4. Amanda Roth - 02/06/14 - 20h17

    Dri,
    curti muito as postagens no insta sobre Budapeste e mais agora com o post. Estive lá em 2011 e tenho muita vontade de voltar, adorei a cidade!
    Agora realmente as coisas devem ter subido de lá pra cá pois quando fui também tinha ficado impressionada em como tudo era barato. Desde refeições, hotéis, “lambancinhas”…etc
    Deve ter sido bem gostosa essa viagem entre “manas” :-)
    P.S.1 Onde será que a leitora aí de cima encontrou publicidade?!
    P.2.2 Tu vais escrever sobre os banhos? Isso foi uma coisa que não fiz e fiquei com muita vontade de fazer numa próxima

    Responder
    • Adriana Miller - 03/06/14 - 11h45

      Sim!! Vou fazer um post sobre nossa ida ao Spa!
      Isso foi uma coisa que tambem nao fiz na minha primeira viagem a Budapeste e dessa vez nao quis deixar de ir de jeito nenhum! Foi muito legal!
      Eh uma experiencia muito “unica”!

      Responder
  5. Renata Fonseca Muniz - 02/06/14 - 20h55

    Dri
    Fui para Budapeste em setembro de 2013. Segui todas as suas dicas de sua viagem anterior, que como sempre, foram muito úteis. Gostei bastante da cidade, tem muita, mas muita história.
    Além do que as pessoas são super educadas, elegantes e bonitas. Acho que das cidades do Leste Europeu, foi onde eu fui melhor recebida.

    Você sempre escreve muito bem todos os posts de suas viagens.

    Um abraço, Renata

    Responder
  6. Carol Longaray - 02/06/14 - 21h24

    É muito interessante ver a evolução tua e da tua irmã ao longo dos anos…olhando os posts mais antigos, mais simples e agora, super produzidas! ;)
    Vou pra Budapeste em julho e já to ansiosa!!! :D
    Beijo

    Responder
  7. - 02/06/14 - 21h32

    me deu vontade de conhecer Budapeste agora!
    (que eu nem sabia que o nome se referia a duas partes da cidade… everyday is a school day :)

    Dri, vc sabe por que os comentários do blog aparecem sempre com a data do post e não quando vc comenta?

    Responder
    • Adriana Miller - 03/06/14 - 11h43

      Pois eh…. sei disso, mas eh um probleminha na programacao, entao tenho que contratar alguem pra consertar…. sempre acabo esqeucendo e deixando pra depois :-)

      Responder
  8. Claudia Milani - 02/06/14 - 21h45

    Estava aguardando o post,e adorei.
    Retorno a Praga e ainda não conheco Buda. Comparando as 2 cidades elas são semelhantes? Dê beleza acho que sim,lindas fotos.
    Já tomando nota de mais dicas. Dia 17 chego em Budapeste.
    Bj

    Responder
  9. Amanda Roth - 02/06/14 - 21h50

    Meu comentário não foi Dri?

    Responder
  10. Larissa Lyra - 03/06/14 - 02h22

    É interessante como TODOS os anos eu tento fazer e tento fazer essa viagem e nunca consegui! Conheço uma boa parte da Alemanha e já fui duas vezes à Áustria, então as combinações mais tradicionais não me interessam muito – principalmente pq normalmente viajo com pouco tempo. Mas já tentei muito fazer Praga e Budapeste só, incluir Berlim e até Bratislava (não me empolguei muito lendo seu relato, mas sempre acabo achando os preços dos voos muito caros e o tempo nos trens muito longo. rsrsrs Mas continua sendo um sonho. Um dia eu consigo.

    Responder
  11. Thiago Luiz - 03/06/14 - 03h00

    Great post! Leste Europeu nunca me chamou atenção, mas quando te acompanhei via insta e agora, achei super válido! Combina bem como um destino mais friendly. Serve também como destino a dois ou não é o foco da cidade? Thanks!

    Responder
    • Adriana Miller - 03/06/14 - 11h42

      Super combina! Eu acho esse climinha “velho mundo” do leste Europeu suuuuuper romantico!

      Responder
  12. Bruna - 03/06/14 - 14h22

    Puxa, que post legal! Voltei no tempo pra janeiro desse ano, quando estive em Budapeste! Amei a cidade, mas os 3 dias que ficamos foram poucos pra ver tanta coisa bonita. E, ao contrário de Praga, achei que em Budapeste as coisas ficam mais espalhadas e a gente acaba gastando mais tempo indo de um ponto a outro. Dri, o museu do terror já tem tudo em inglês agora. Fomos nele e entendemos tudo, só não conseguimos absorver tanto conteúdo em pouco tempo. Bjs!

    Responder
  13. Bruna Costa Migliani - 03/06/14 - 14h59

    Sabe aquela cidade que você deseja muito, muito mesmo conhecer? Então isso acontece comigo e Budapeste.
    Desde quando ainda frequentava a biblioteca pública da minha cidade e li o livro Budapeste de Chico Buarque.
    Eu também tenho um certo “qzinho” com o Leste Europeu, acho tudo muito fascinante!
    Mas, enfim, dia tenho certeza que utilizarei de todos as dicas (que por sinal estão muito boas!).
    Abraços Dri!! =)

    Responder
  14. Mariele - 03/06/14 - 15h03

    Oi Dri! Adorei seu post e estou ansiosa para o do spa. Estou indo para a Europa dia 30 agora e vou passar pela Polonia, Budapeste, Viena e Praga. Acho que o roteiro de Budapeste vai ser muito similar ao seu desse fds e ainda quero conferir o spa.
    Seu blog está sendo um ótimo lugar de pesquisa para minha viagem.
    Bjos

    Responder
  15. Thayse Santana - 03/06/14 - 16h29

    Amei amei amei o post! Pude matar a saudade, sim, muita saudade dessa cidade mesmo tendo estado lá a pouco mais de um mês só atrás!
    Budapeste é LINDA demais, um sonho! Fiz um roteiro meio doido, desembarquei em Frankfurt e fiz a rota romântica da Alemanha, depois passei por Liubliana e Bled na Eslovênia e finalmente cheguei em Budapeste, depois Viena e Praga. Mas sem sombra de dúvidas Budapeste foi a que mais me encantou! Aquele Danúbio e seus monumentos são um espetáculo! Eu tirei umas 50 fotos só do Parlamento.
    Tudo que você falou, Dri, é bem isso mesmo, a Ópera é linda, as duas ruas comerciais são um encanto, tudo tudo é perfeito. Recomendo entrar na sinagoga judaica que é espetacular e uma aula de história.
    Deixa eu parar de tagarelar! É que falar dessa cidade me deixa empolgada!
    Tem um monte de fotos no meu Instagram, quem quiser dá uma olhada lá, @thayse_cs

    Responder
  16. Assis - 04/06/14 - 01h41

    Ótimo post, Dri! Estou chegando em Budapeste daqui a 2 semanas e suas dicas vão ajudar muito. Vale a pena ver o filme Budapeste para quem se interessa no idioma húngaro. Costumo estudar um pouco o idioma dos locais onde visito, sempre que tenho tempo.

    Responder
  17. Juliana - 29/06/14 - 21h44

    Maravilha de post, como sempre!
    Estou indo para Budapeste está semana acompanhar meu namorado que vai a trabalho e queria mais umas dicas: você, que já esteve na Transilvânia, acha possível fazer um bate-volta de fim de semana desde Budapeste? Outra dúvida é quanto à locomoção em Budapeste: vocês usavam táxi, metrô ou iam a pé mesmo? Estou meio tensa com a língua, tão diferente, e o “jeitinho malandro” dos taxistas, já que devo fazer alguns passeios sozinha…
    Obrigada!

    Responder
    • Adriana Miller - 30/06/14 - 10h35

      Ui, nao. Impraticavel.
      Nao so pela distancia, mas tambem pelo acesso, estradas etc.
      Fique em Budapeste e curta bastante a cidade, que eh maravilhosa por si so!

      Ja em Budapeste, fizemos tudo a pe, por que a cidad eh bem compacta, mas volta a meia pegamos taxi, que para corridas rapidas dentro da cidade eh bem baratinho.

      Responder
  18. […] ano esta sendo o ano das re-visitas a lugares queridos, e logo depois de ter voltado a Budapeste, na Hungria, surgiu uma oportunidade de voltar a Grecia, e re-visitar Atenas a […]

    Responder
  19. Melissa - 26/07/14 - 07h38

    Ola Adriana, primeiro quero dizer que sou fa sua, leio os seus blogs ha anos e sempre me admiro e tiro algumas ideias e sugestoes de viagens.
    Assim como vc, sou admiradora e pe na estrada, adoro viajar, ja viajei por alguns destinos dos quais vc esteve, e nao quero parar nao.
    Moro na Australia ha alguns anos e “tento” percorrer o mundo com meu marido, maasss, entre viagens ali e acola, nasceu nossa bambina, temos uma filhinha que completara 2 meses….e a pergunta veio….e agora, e as nossas viagens, como e viajar com crianca? Muito complicado?
    Vi que vc passou por tudo isso, e nao pararam, pelo contrario. Eu e meu marido ja iremos viajar, primeiramente pra pegar experiencia, so pela Australia, mas isso implicara voos, e estou temendo levar a minha bebe, como farei com carrinho de bebe, mamadeiras, roupas, baby carrier, etc.,etc,etc.
    Vc tem alguma sugetsao pra mim?
    Abracos,
    Ah! Tua filha e liiiinda!

    Responder
  20. Carol Akemi - 05/08/14 - 14h34

    Oi Dri,
    Ficarei apenas 2 dias na cidade e tentarei fazer o mesmo roteiro que o seu. Porem, fiquei com uma duvida… voce acha que vale a pena comprar aqueles tickets diarios de transporte publico? Ou voce se locomeu a pe?
    Bjos

    Responder
    • Adriana Miller - 05/08/14 - 14h40

      Nas duas vezes que fui a Budapeste, nao achei que teve necessidade usar muito transporte publico.
      Fiz quase tudo a pe, e no maximo pegaria um onibus ou taxi (que eh baratissimo) se o cansaco batesse mais forte.
      Mas isso depende tambem de onde voce vai ficar hospedada e o quao proximo das atracoes turisticas estara.

      Responder
  21. […] coloquei uma foto da minha viagem a Budapeste, que por acaso tinha acabado de fazer uma seção Emergencee e olha o brilho da […]

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  22. […] coloquei uma foto da minha viagem a Budapeste, que por acaso tinha acabado de fazer uma seção Emergencee e olha o brilho da […]

    Responder
  23. Gabi - 19/08/16 - 16h13

    Oi Dri! To planejando uma viagem pra Budapeste mes que vem e como sempre, vim aqui pra conferir tuas recomendações #oráculo
    Lembro que esses tempos você esteve lá a trabalho e foi nas termas Gellert, né? Entre Gellert e Széchenyi, qual você gostou mais?
    Beijos e boa sexta!!

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    • Adriana Miller - 19/08/16 - 19h16

      As duas são mais ou menos a mesma coisa, mesma “experiência”…
      A Gellet é uma boa opção se estiver frio ou chovendo (a parte de dentro é linda, e a de fora é feia), e a Sxecheny é linda por fora e feia por dentro, então é melhor em dias ensolarados ou de verão.

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      • Gabi - 20/08/16 - 11h56

        Vou registrar horários e logística de ambas e decidir lá então! Obrigada!!

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