13 Oct 2016
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TV Everywhere: TAG – Minha Gravidez (comparando as duas!)

Baby Everywhere, Gravidez

O vídeo de hoje são minhas respostas à TAG “Minha gravidez”, e fazendo algumas (inevitáveis) comparações entre a primeira e segunda gestação.

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Para mais vídeos e posts sobre gravidez, veja aqui: http://drieverywhere.net/categoria/baby-everywhere/gravidez/

 

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Adriana Miller
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Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
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07 Oct 2016
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Enxoval do segundo filho – erros e acertos

Baby Everywhere, Dicas de Maternindade, Gravidez

A experiência de preparar o enxoval para um segundo filho foi totalmente diferente do que da primeira vez: saem de cena os frufrus fofos, e entram os itens indispensáveis que você já sabe que vão salvar sua sanidade mental na hora do aperto!
Algumas leitoras me pediram para fazer um apanhado com alguns itens chave e o que comprei dessa vez, o que foi diferente e alguns erros e acertos do universo-paralelo que são os itens de bebê e as listas de enxoval.

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Roupas

Pra começar que dessa vez eu comprei o mínimo indispensável. Não só pelo lado prático da coisa (a Isabella e o Oliver estão dividindo um quarto – e armários e gaveteiro – enquanto que a Bella teve todo o espaço só pra ela), mas também por já saber do desperdício que muitas vezes as “listas de enxoval” nos levam a cometer.

Então como saber o que é quanto comprar?
Pra começar, pense nas estações do ano e no clima onde você mora versus a época em que o bebê vai nascer. Mas não se empolgue muito para não cometer exageros.
É verdade que alguns dias seu bebê pode vir a ter 3 ou 4 (ou mais!) fraldas explosivas, ou ser um bebê com refluxo e muitas golfadas (exigindo mais trocas de roupas), mas ao mesmo tempo eles perdem as roupinhas muito rápido, e principalmente nos primeiros meses, a realidade é que é super difícil vestir os bebês (são muito molinhos!).

Principalmente no mundo de bebês meninas, eu perdi a conta de quantos vestidos e roupinhas fofas a Isabella perdeu sem nem ter tirado a etiqueda, simplesmente porque é impossível (e convenhamos, inútil) tentar vestir um bebe de 1 ou 2 meses (que dirá semanas de vida!) com um vestido cheio de babados e afins.

Então por mais tentador que seja encher os armários de sua bebê com vestidinhos lindos, risque esse ítem da sua lista e guarde o dinheiro (e espaço) pra outras coisas.

A realidade é que nos primeiros 4 a 6 meses, as roupas que eles mais vão usar são bodies e macacõezinhos – quentinhos pra quem nasce no inverno, fresquinhos pra quem nase no verão, fáceis de vestir, práticos de lavar e guardar, práticos na hora de trocar fralda, etc.

Então dessa vez, os bodies e pijaminhas foram as únicas coisas que comprei pro Oliver até o tamanho de 3 a 6 meses.

Outro problema é o tamanho, pois é sempre difícil estimar o tamanho do bebê ao nascer, e principalmente o quão rápido eles vão crescer.

Com a Isabella, as roupas duraram bastante nesse ponto, pois ela sempre foi magrinha e crescia dentro da média. As roupas de “3 a 6” meses ainda serviam aos 7 meses, algumas peças de “6 a 9” ainda serviam aos 12 meses e por aí vai. E quando somamos isso às estações do ano, pode vir a significar desperdício de “roupas de inverno”, ou de “roupas de verão”, caso seu bebê cresça e engorde mais que média, ou menos que a média.

No caso do Oliver, ele nasceu super grandão (59 centímetros), porém relativamente magrinho (3 quilos e meio), então ainda não “enche” as roupas de “0 a 3” meses, mas as roupinhas d recém nascidos ficam curtas e ele não consegue esticar as pernas dentro dos bodies! Então foi bom não ter exagerado na quantidade de roupinhas RN pois ele já quase não cabe nelas, mas ainda não sei quanto tempo ainda vai demorar até ele conseguir usar confortavelmente as roupas de “0 a 3” meses.

P.S. Os bodies e pijaminhas da Mama Jojo Bebe, John Lewis e Carter’s são de fato as melhores! (vocês sabiam que a Carter’s vende on line pro mundo todo? Inclusive pro Brasil! Fiz várias encomendas on line de lá!).

 

Swaddle / “Embrulho” pra embalar o bebê:

Bebês recém nascidos tem reflexos incontroláveis nos braços e pernas que impedem que eles se acalmem, se mantenham calmos, peguem no sono etc, então é muito importante fazer aquele embrulinho com o bebê durante os primeiros meses. O mais comum é que se use os cueiros e mantas tradicionais dobrados em “triangulo” para embrulhar o bebê, mas com a Isabella eu achei esse processo super complexo… É muito pano sobrando, o bebe acaba se desenrolando aos poucos ao longo da noite, é difícil re embrulhar o bebê, e como não é seguro que bebê durmam com cobertores nem panos soltos no berço (pois podem cobrir o rosto deles e causar asfixia), eu passava a noite toda desesperada conferindo se ela tinha se desenrolando e se seu rosto estava coberto. Até que descobri os swaddles “pré cortados”, com velcro e afins, que eliminam os excessos de pano, e facilitam a dobradura na hora de embrulhar o bebê. E realmente faz muita diferença! A Qualiade (e quantidade!) do sono dela mudou muito depois que passamos a usar esses swaddles.

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Mas dessa vez, ao procurar o mesmo swaddle pra comprar pro Oliver, descobri outra opção, o Woombie, que tem o conceito de simular o mesmo ambiente restritivo do útero, controlando os reflexos do bebê, porém sem restringir seus movimentos (o nome “Woombie”, remete à palavra “Womb”, que é útero em Inglês). Além de ser super prático de “vestir”, trocar, embrulhar o bebê com uma mão só e no escuro (#madrugadas), e realmente, ele restringe os reflexos dos braços e pernas que “assustam” e acordam o bebê, mas ao mesmo tempo, não restringe os movimentos do bebê, que por sua vez não fica “lutando” contra os panos do cueiro. Simplesmente genial! Ele se mexe super tranquilo, parece até os movimentos do Oliver dentro da barriga!

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Acessórios de amamentação:

  • Mamadeiras e chupetas:

Outra coisa que sempre aparece nas listas de enxoval, são as quantidades de mamadeiras e chupetas a comprar, e as marcas sempre vendem kits tentadores com vários tamanhos, acessórios, esterelizadores etc.

Os problemas de comprar esses acessórios são vários: O primeiro e mais óbvio é a questão da amamentação. A não ser que você realmente saiba que não quer nem tentar muito amamentar, comprar mamadeiras é uma coisa totalmente inútil por vários meses…

Mas Ok, sabemos que emergências acontecem e as vezes é preciso complementar a amamentação com mamadeiras (seja com formula ou com leite materno), mas nesse caso, o riso é você acabar comprando muitas peças (e gastar muito dinheiro) de uma mesma marca e seu bebê não se adaptar e não “pegar”. A Isabella passou por 4 marcas e “kits” diferentes até conseguir se adaptar e pegar as mamadeiras da MAM (e pense no desespero de ter que complementar a amamentação de seu bebe de semanas de vida que está perdendo peso, e ela não aceitar de jeito nenhum o bico da mamadeira?!).

Então apesar do sufoco de ter que ficar comprando novas mamadeiras pra testar, pelo menos não gastamos muito com kits enormes que poderiam acabar no lixo…

O mesmo acontece com chupetas. Vemos muitas vezes pais comentando que “meu filho não pegou chupeta”, e as vezes poderia ser apenas o caso da criança não ter se adaptado a certo formato ou marca. Com a Isabella foi o mesmo que aconteceu com as mamadeiras – passou por várias marcas e formatos de bico até que depois de finalmeiras da MAM eu resolvi comprar uma chupeta da mesma marca pra ver se dava certo, e ela pegou de cara. Mas todas as outras (Avent, Wubby, Tommy Tipee, Nuk) etc que compramos foram rejeitadas e também acabaram sendo desperdiçadas.

Então dessa vez eu comprei apenas uma chupeta e uma caixa de mamadeiras, ambas da MAM, só por precaução, pra ter alguma coisa em casa no caso de necessidade. A chupeta da MAM ele pegou numa boa, apesar de não ser um bebê chupeteiro como era a Bella

 

  • Almofada de apoio:

Não me perguntem porque, mas quando a Isabella nasceu eu achava que ter uma almofada de amamentação seria o maior desperdício da terra, então não comprei nenhuma e ficava me equilibrando com almofadas e travesseiros.

Nem precisa diser o quão desconfortável foi, e como meus braços e ombros sofreram, principalmente nas mamadas noturnas, sentada na cama e com um monte de almofadas escorregando pelos cantos!

Quando resolvi que talvez fosse uma boa ideia comprar uma almofada, estávamos prestes a viajar pros EUA, e não ia levar na viagem. Ai na volta fiquei naquela de que já ia viajar de novo (dessa vez pro Brasil) daí a umas semanas e bla bla bla, e pouco tempo depois já parei de amamentar.

Então dessa vez uma boa almofada de amamentação foi logo uma das primeiras coisas que comprei!

As opções são enormes, mas a que eu escolhi foi a “My Brest Friend“, e depois de algumas semanas de uso com o Oliver posso afirmar que foi uma escolha acertadíssima!

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A almofada é de uma espuma macia, porém firme, então o bebê não escorrega entre a almofada e a mãe, nem a espuma deforma com o peso do braço da mão + o bebê. E o que mais gostei mesmo foi do “cinto” que prende a almofada por trás das costas da mãe, então não sai do lugar mesmo! Ah! E ainda tem um bolsinho na frente, ótimo pra tranqueiras que a gente sempre precisa na hora que esta presa amamentando! (eu guardo meu celular, absorventes de seios, e pomada Lasinoh!)

E pra completar, dessa vez descobri uma novidade! Quer dizer, descobri não, uma amiga (que é mãe de 3 filhos!) que inventou! Uma almofada de amamentação auto inflável para viagem! O Airborn!

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Que invenção sensacional! A intenção é para ser usado em viagens, aviões e afins (que vou usar com certeza!), mas tenho usado no dia a dia mesmo, quando sei que tenho que amamentar fora de casa. Quando esta desinflado, ele é pequeno e quase não ocupa espaço, e quando esta na hora de mamar, é só abrir a válvula que a almofada se infla sozinha (em 30 segundos, então não tem risco de drama de bebê chorando de fome!).

Tão prático! E tãaaaao confortável! Porque mesmo com bebês pequenos e levinhos, depois de 10/20/30/40 minutos de mamada os braços e ombros pegam fogo! Principalmente em cadeiras sem apoio pros braços (como em restaurantes, bares, na casa de amigos ou parentes, etc ou basicamente qualquer lugar que não seja na sua casa!).

A Nicky, a inventora da almofada, hoje em dia mora na Austrália, então o site de venda é de lá, mas eles enviam para o mundo todo (inclusive para o Brasil!); E quem estiver nos EUA pode comprar pela Amazon.

 

  • “Casulo” para bebês (ou redutor de berço, caminha portátil, etc)

Uma das coisas mais acertada no enxoval da Isabella foi a escolha do carrinho (que na época foi o Bugaboo Bee – já vou falar sobre o novo carrinho abaixo), que tinha um “Cocoon“, que nada mais era do que um “casulo” acolchoado, macio e fofinho que no carrinho fazia as vezes de cestinha moisés mas que nós usamo pra tudo!

Forrava a cestinha moisés onde ele dormiu nas primeiras semanas, depois foi pro berço, também levávamos em viagens pra forrar berços de hotel ou na casa de parentes, etc. Enfim, usamos demais, e mesmo quando nos desfizemos do carrinho, eu guardei o Cocoon.

Então dessa vez, meio que por acaso descobri o SleepyHead, que é a versão mais “oficial” desse casulo. Eu vi por acaso na John Lewis (pois reparei essa “almofada” estranha com a mesma estampa do conjunto de berço que comprei), e fui investigar pra ver o que era. De cara fiquei chocada com a quantidade de reviews positivas em sites como a Amazon, e o tanto de pais e mão declarando tal almofadinha como milagrosa.

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Eu logicamente, acreditei nisso tudo, pois já tínhamos a experiência de usar algo parecido com a Isabella, e deu super certo.

Então comprei o SleepyHead e já começamos a usar logo no primeiro dia que o Oliver nasceu.

E estou gostando até mais do que o Cocoon do Bugaboo, por ser mais acolchoado e estruturado, servindo mesmo como uma caminha portátil. Usamos no primeiros dias para ele domrir com segurança na nossa cama (entre nós dois, mas sem o risco de ser amassado no meio da noite!!), usamos no sofá da sala quando ele está acordado e estamos na sala, uso dentro do berço no quarto deles para as sonecas do dia (para ele não estranhar o tamanho do berço). Enfim, usamos pra tudo, o dia todo, em todos os cantos da casa, e assim ele esta sempre por perto, sem a necessidade de sempre estar no colo com alguém.

Não acho que vai ser tão prático para viajar, pois é bem volumoso, então nessas situações continuaremos usando o Cocoon.

 

  • Apoio de banheira:

Quando a Isabella era bebê, nós morávamos num apartamento que tinha banheiros bem espaçosos, então compramos uma daquelas banheirinhas tradicionais de plástico com pé e foi ótimo – mas usamos também um apoio de banheira, e foi a salvação, principalmente quando ela era bem pequenininha.

Dessa vez, moramos numa outra casa, e os banheiros, apesar de grandes também, tem um layout esquisito, e não teria espaço pra uma banheira de bebê, mas queria ter o mesmo apoio/cadeirinha, até porque estamos usando nossa banheira normal para dar banho no Oliver também, e seria até perigoso (além de desconfortável pacas) dar banho naquele micro sersinho numa banheirona tão grande!

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Então comprei essa aqui, que é reclinável em 3 posições então vai crescer com ele, até ele conseguir sentar firme pra tomar banho sentadinho na banheira (que foi também quando fizemos a transição da Isabella da banheirinha de bebê pra banheira grande normal).

 

  • Canguru/Sling

Outro artigo fundamental que usamos muito com a Isabella foi um Canguru! Seja um canguru tradicional (o meu é esse, e dizem que esse também é muito bom!) ou no estilo sling, o importante é ter um aparato que te permita ficar com as mãos livres e “vestir” o bebê.

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Seja para aquelas dias que o bebê esta mais manhoso e querendo muito colo, ou alguma situação em que você precisa resolver coisas pela casa, ou cuidar de outras crianças, viajando, etc. Indispensável!

 

  • Carrinho:

Durante os primeiros anos de vida da Isabella eu profanei aos 4 cantos o quanto eu amei o carrinho que compramos pra ela, o Bugaboo Bee. Portátil, compacto, confortável, fechava numa peça só, leve, fácil pra viajar… enfim, uma lista interminável de qualidades.

Mas depois de quase 3 anos de uso intenso, muitas viagens (e o inevitável maltrato sofrido em aeroportos), calçadas esburacadas, ruas de pedrinhas mundo afora, carregando sacolas pesadas etc, etc (enfim, tratamos o carrinho como burro de carga mesmo!), ele quebrou algumas vezes, até que na volta de uma viagem, o novo defeito não teve mais conserto.

Tentamos quebrar o galho por um tempo usando um carrinho tipo guarda chuva da McLaren (que eu odeeeeeeio!), mas chegou num ponto em que precisávamos de um novo carrinho “de verdade” para nosso dia a dia e viagens com a Isabella.

Foi um momento “dúvida cruel”, pois nenhum outro no mercado conseguia substituir o Bugaboo Bee no meu coração – mas decidimos que não valeria a pena gastar tanto dinheiro de novo para comprar um terceiro carrinho em menos de 3 anos!

Então escolhemos o Oyster Max 2, que foi o que chegou mais próximo de ticar todas os nossos ítens de exigência e com bom custo-benefício;

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-Cestinha espaçosa embaixo do carrinho

-Bom limite de peso e que aguentasse crianças maiores/mais pesadas

-Confortável

-“Dirigível” com uma mão só

-Que pudesse acomodar uma segunda cadeirinha (para um segundo bebê já que nessa época já estávamos tentando engravidar de novo)

-Que reclinasse a 180 graus e portanto fosse apropriado para recém nascidos (e que não tivesse cadeirinhas “bucket” nem a necessidade de comprar um moisés separado)

-Que fechasse numa peça única (sem ter que separar a cadeirinha do chassis do carrinho)

-(relativamente) leve

-Barato

Então o Oyster Max está longe de ser o carrinho Ideal, mas foi o carrinho que preencheu todos os nosso requisitos disparado!

Hoje em dia, agora que estamos usando com o Oliver, eu continuo gostando bastante pois ele tem bastante espaço na cestinha da baixo, encaixa confortavelmente uma “prancha” (Buggy Board) pra Isabella ir de carona, e reclina 180 graus então o Oliver está sempre confortável sem precisar de uma moisés trambolhão.

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Mas por outro lado, agora a Isabella já esta grande demais pra usar uma segunda cadeirinha, então o fato do Oyster Max poder virar um carrinho duplo acabou sendo inútil, e apesar dele fechar numa peça só, suas rodas são bem grandes (o que facilita para andar por ai com o peso extra de 2 crianças), e não são todos os carros que cabem ele na mala (limitando meus uso de taxis e Uber), e apesar de que só com o Oliver o carrinho fica bem mais leve, ele não é um carinho “leve”, então talvez eu compre um novo nos próximos meses…

 

  • Acessórios em geral:

Nose Frida: um “aspirador” de nariz para bebês que é uma das melhores invenções do universo! A princípio o conceito é meio nojento (você basicamente tem que sugar a meleca com a boca! Mas não se preocupe, tem uma esponjinha na ponta do “canudo” e nada entra na sua boca). Usamos muito com a Bella até bem recentemente (até ela aprender a assoar o nariz), e basta umas gotinhas de Rinossoro no nariz do bebê e aforça dos seus pulmões!

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Termômetro sem toque: Outra coisa que só acabei comprando quando a Isabella já era grandinha, e desde então fiquei me perguntando porque não tinha isso em casa desde seu primeiro dia de vida! Esse termômetro funciona tipo um leitor de “código de barras”, e mede a temperatura da criança sem encostar! Genial! Porque não tem nada pior doq ue ter que acordar um bebê doentinho e febril no meio da noite pra tirar a temperatura!

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Babycook: Ainda faltam uns meses para o Oliver começar a comer papinhas e comida solida, mas o Babycook que usei com a Isabella esta guardadinho esperando sua (re)estréia! Essa geringônça foi ultra útil no período de introdução alimentar, pois faz com que o processo seja super prático: a mesma maquininha cozinha os alimentos no vapor, e depois tritura tudo, sem ter que sujar várias panelas, coadoras, potinhos e afins. Dependendo da receita, em 10 minutos estava tudo pronto!

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Potes de armazenar leite: Além de ser uma mão na roda pra guardar e congelar leite materno (esse potinhos podem ser empilhados na geladeira ou congelador, vão na máquina de lavar louça, microondas, não entornam, e existem até adaptadores para mamadeiras e bombinhas da Avent também, fazendo com que tudo seja super fácil e prático). Depois que passamos faze de amamentação e tirar leite com bombinhas, esses potinhos foram super úteis para armazenas papinhas e lanches pra Isabella, e usamos até hoje para levar frutas, biscoitinhos etc, em passeios e viagens, então eles foram (e são) super mil e uma utilidades!

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05 Oct 2016
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Bem vindo ao mundo, Oliver!

Baby Everywhere, Gravidez, Oliver

Acho que já não é mais novidade pra ninguém que me acompanha por aqui e nas redes sociais, que o novo integrante da nossa família já chegou, com seu grande debut no dia 14 de Setembro de 2016.

Nem dá pra acreditar que ele já está completando 3 semanas de vida! Realmente é difícil de lembrar como era a vida antes dele, e já é assustador pensar no quanto o tempo esta passando rápido!

Eu não escondi de ninguém que as últimas semanas da gravidez foram bem difíceis: estava fazendo muito calor, eu estava super cansada, cheias de dores e afins e não via a hora de tudo acabar. Mas as últimas semanas da gravidez se arrastaaaaaram! Parecia que não ia acabar nunca, e eu ia ficar grávida pra sempre!

A comparação de “tempo-espaço” entre as últimas semanas da gravidez e as primeiras semanas do Oliver são dignas de pesquisa astrofísica!

Mas vamos ao que interessa, o relato do parto e como tudo aconteceu!

Mas primeiro, vamos voltar uns dias: a última semana de gravidez, a semana 39 foi quando minha mãe chegou aqui em Londres, e eu dei uma bela relaxada; estava super tensa em pensar como íamos administrar a Isabella na hora do parto. Tínhamos vários planos A, B, C e o alfabeto inteiro com amigos, babá, vizinhos e muita gente que poderia ajudar na hora H, mas ainda assim eu estava com medo de alguma coisa dar errado, ter um parto rápido e fulminante (Rá!) e não dar tempo de organizar tudo… enfim. Tensa.

Mas como vocês viram no vlog da semana 39, depois que ela chegou eu dormi praticamente o dia todo, todos os dias, até que na segunda feira, dia 12 nós passamos horas e mais horas (umas 4 ou 5) andando sem parar por Londres. Começamos cedo pra levar a Isabella pra escola (andando), depois fomos pra Oxford Street, com direito a Primark, Selfridges, John Lewis, algumas outras lojas aleatórias e terminamos nossa maratona com um chá da tarde.

Eu voltei pra casa morta com farofa e mal consegui subir as escadas pra chegar no meu quarto e dormir a tarde toda.

Então na terça feira, eu decidi não sair de casa e apenas descansar… No máximo editei alguns vídeo pro canal do YouTube entre uma soneca e outra, mas sentia que meu corpo precisava de um trégua.

Então no fim do dia 13, depois do jantar e colocar a Isabella pra dormir, eu comecei a sentir umas cólicas. Nada muito forte nem consistente, mas que ia e voltava a cada 20 ou 30 minutos, mas não estava contando o tempo certinho ainda não.

Tomei banho, relaxei e fomos assistir alguns episódios de Homeland no Netflix – eu ainda não tinha falado nem pra minha mãe nem pro Aaron que estava com cólica; estava com medo de ser alarme falso e não queria que eles ficassem ansiosos nem nervosos.

Ao longo do episódio que estávamos assistindo as cólicas foram ficando mais contantes, e com algumas contrações Braxton-Hicks (contrações de treinamento) ao mesmo tempo, e foi então que avisei ao Aaron que estava sentido alguma coisa.

Então resolvemos assistir outro episódio, só pra ver se a cólica ia passar ou se alguma outra coisa ia acontecer.

Deu 11, meia noite, 1 e 2 da manhã e continuamos assistindo Homeland e contando o tempo entre as contrações, que estavam super irregulares, variando entre 30 minutos e 5 minutos entre cada uma. Mas umas 2 da manha resolvemos ir dormir mesmo assim, descansar um pouco e ver o que ia acontecer.

Pra falar a verdade eu não estava acreditando que realmente estava em trabalho de parto. Estava sentindo cólicas e contrações, mas nada que não fosse comparável com uma cólica menstrual normal, e dessa vez minha bolsa não estourou, e nem foi nada super rápido e repentino, como tanta gente (inclusive meu obstetra) me falava que costumava ser o segundo parto.

Resultado? Não consegui dormir. Estava com a cabeça a mil, e cada vez que demorava um pouco mais entre uma contração e outra, eu já ficava desolada achando que era alarme falso e que não seria dessa vez que entraria em trabalho de parto.

Umas 4 da manha eu acordei o Aaron e ligamos pro hospital e conversei com uma das midwives (enfermeira parteira), que me tranquilizou e disse que eu poderia ir até o hospital ser examinada, mas que seria melhor ficar em casa mais um pouco e descansar.

Mas é claro que não conseguia descansar nada, pois estava muito ansiosa! Então comecei a me arrumar, tomei banho, sequei o cabelo, finalizei minha mala, tomei café da manha e tentei me manter ocupada.

Quando deu umas 6 e pouco da manha, resolvi que era hora de ir pro hospital. Me dei conta que daí a pouco tempo a Isabella ia acordar pra ir pra creche, e não queria estar em casa – não queria atrapalhar a rotina dela (por não estar me sentindo 100%), e não queria correr o risco de que alguma coisa mais “forte” começasse a acontecer enquanto eu estivesse em casa com ela.

E assim como fizemos no parto com a Isabella, resolvemos ir andando pro hospital – a manha estava linda e ensolarada, o ventinho fresco, e eu sabia que uma boa caminhada ajudaria a acelerar as contrações. Acho que nunca andei tão devagar na minha vida! As contrações realmente se aproximaram bastante com a caminhada (a cada 3 ou 4 minutos), e pressão ia ficando cada vez mais baixa na minha barriga, o que também dificultava minha caminhada!

Assim que chegamos no hospital, fizemos checkin on quarto e comecei a ser monitorada para ver se realmente estava tendo contrações de verdade e qual a frequência exata. As contrações ainda estava muito irregulares, mas depois de ser examinada, a midwife confirmou que já estava com 4 pra 4 centimetros de dilatação e com o cervix completamente afinado e amolecido – então já estava definitivamente em trabalho de parto e já acabando a “fase 1” (são 3 “fases” no total”).

Daí pra frente foi um jogo de espera… não tínhamos muito o que fazer além de esperar o trabalho de parto avançar e progredir. E já tinham se passado 12 horas desde que tive os primeiros sinais, então já era minha esperança de um segundo parto mais rápido! (com a Isabella foram quase 22 horas).

Quando deu quase meio dia meu obstetra veio me examinar de novo e ainda estava nos 3 centímetros, então foi hora de avaliar as opções: continuar esperando, ir dar uma voltinha, ou tomar anestesia. Eu estava tentada a esperar e ir dar uma volta, mas estava exausta, acordada a quase 36 horas e com contrações intensas o suficiente que não me deixavam dormir…

Então resolvi tomar anestesia para conseguir descansar. Fomos transferidos para a sala de parto e começaram os exames pré epidural. o processo ainda leva cerca de 1 hora, mas logo que tudo foi feito, o alívio é praticamente imediato!

Dormi um pouco e quando vieram me examinar de novo, já estava com 6 centímetros e contrações consistentes a cada 3 ou 4 minutos. No caminho certo! Meu médico estourou a bolsa para que a cabeça do bebe  fique em contato direto com o cérvix fazendo mais pressão.

O resto da tarde foi mais do mesmo: dormir, acordar e esperar. O trabalho de parto estava progredindo como deveria estar, e estava dilatando 1 centimetro por hora. A estimativa era que estaria pronta pra começar a empurrar lá pelas 8 da noite.

A peridural que eu tomei, assim como no parto da Isabella, é o que aqui chamam de “walking epidural”, ou seja, é uma dose “analgésica”, onde se elimina a dor da contração, mas não a sensação do corpo. Então eu podia andar, ir ao banheiro, e sentia a “contraçã0” do útero durante as contrações, e principalmente, sentia a pressão da cabeça do Oliver descendo! Muito incrível e fascinante!!

Mas a pressão foi aumentando, aumentando e a sensação era que ele ia cair pelas minhas pernas!

Então meu médico voltou para me examinar (eram 5:45) e eu já estava com o cérvix totalmente dilatado (10 centímetros) e a cabeça do Oliver já estava na “estação 1”, ou seja, já praticamente coroando e nascendo!!

Então começaram a preparar a sala, e me deram um pequena dose de hormônio para aproximar as contrações (que estavam a cada 4 minutos, e precisavam estar a cada 2 minutos para a fase de empurre, para que o bebe não fique preso no canal vaginal).

O momento que fica tudo pronto, e o médico avisa que você pode começar a empurrar é tão surreal!!! O Oliver ainda nem tem 3 semanas e só de lembrar já dá vontade de passar por isso tudo de novo!!

Comecei a empurrar as 18:00 horas, e logo no primeiro “push” já senti a cabeça (quase) saindo! Mas eu estava TAO cansada! Nao estava conseguindo me concentrar e concentrar a força nos músculos certos! Mas umas 2 ou 3 contrações depois a cabeça saiu, o médico me orientou a parar de empurrar (nesse momento eles verificam a posição dos ombros e se o cordão umbilical esta no pescoço do bebê – afinal isso não é impedimento para parto!).

Quando estava tudo ok, dei mais um empurrão e pronto!! Ele nasceu e veio direto pros meus braços!! “Apenas” 22 horas depois que comecei a sentir as primeiras contrações.

Não existe momento igual!!! Ficamos ali nos examinando, nos olhando… enquanto esperávamos o cordão umbilical acabar de pulsar, então o Aaron cortou o cordão umbilical, e eu já comecei a amamentar enquanto o médico e enfermeiras terminavam de me limpar e arrumar (dessa vez não quis fazer episiotomia, mas tive uma pequena laceração interna e tive que levar alguns pontos – opinião pessoal: a recuperação da laceração é bem mais tranquila do que da episiotomia!).

Nem sei quanto tempo passou até que a enfermeira viesse pegar o Oliver do meu colo para medir, pesar e fazer os testes iniciais. Foi tudo bem rápido e ele já voltou pro meu colo, por dentro do roupão, e ali ficamos, fazendo “pele com pele” e amamentando durante o período de recuperação.

Ainda ficamos por lá mais umas 2 horas em observação, e umas 8 e pouco voltamos para o nosso quarto.

O Aaron foi rapidinho em casa para ficar com a Isabella, enquanto minha mãe veio me ver e conhecer o netinho!

Jantei, e continuei com o Oliver na pele. Que delicia!! Estava exausta, mas ao mesmo tempo, a adrenalina era tanta, que eu não queria que aquele momento passasse nunca!!

Umas 11 da noite o Aaron voltou, e finalmente resolvemos (tentar) dormir.

O Oliver deu uma choramingada umas 3 e pouco da manha, e mamou de novo… fiquei de olho no “relógio” (que na verdade era nada mais nada menos que o Big Ben bem ali na minha janela!), para ter uma ideia de quanto tempo ele mamou, e quando deu umas 4, chamei a enfermeira para me ajudar a trocar a roupa dele (que até então ainda estava peladinho dentro da minha roupa), e ele dormiu no meu lado.

Não lembro que horas acordamos, mas era cerca de 6 ou 7 da manhã. Comemos o café da manhã e tomei o melhor banho da vida!! Hahahha Estava precisando daquele banho! (como ele ficou essas horas todas fazendo pele com pele dentro da minha roupa, sem nem fralda, eu fui “batizada” algumas vezes, só com umas toalhas pra colher os acidentes! hahahaha).

Recebemos alta logo cedo de manhã, mas tivemos que esperar o resultado de uns exames de sangue, o que acabou demorando horas, e eu já estava louca pra ir pra casa!

Mas claro, o momento mais esperado da manhã foi a chegada da Isabella!!

Como eu sonhei com esse momento!! Meus filhos se conhecendo pela primeira vez!! O sorrisão dela quando me viu e viu seu irmãozinho foram inesquecíveis!!

Então a Isabella subiu na cama comigo e ficamos os 3 ali, de chamego, ela admirada com o irmão (ficou impressionada que ele não tem dentes, e como o cabelo dele é pequenininho! Fofa!), e algumas horas depois, a Isabella não queria ir embora de jeito nenhum!

Já tínhamos recebido alta a algumas horas, mas não podia ir embora sem o resultado do exame de sangue do Oliver (meu sangue é fator negativo, então precisávamos saber o tipo sanguíneo dele, caso eu precisasse ser vacinada com a anti D), então o Aaron voltou pra casa com minha mãe e a Isabella para almoçarem juntos, enquanto eu fiquei esperando no hospital.

E assim que ele voltou e tudo já estava resolvido com os exames do Oliver, voltamos pra casa!

Foi surreal estar em casa como uma família de 4!

Quando chegamos em casa também aproveitamos pra dar o presente da Bella, que dissemos pra ela que foi o Oliver que trouxe, para agradece-la por ser tão boa irmã! Ela amou o presente e isso foi a atração do resto da tarde!

E pronto, dá pra frente, nas últimas 3 semanas temos nos adaptado ao “novo normal” da família, e já nem dá mais pra lembrar como era a vida antes dele!

O Oliver nasceu dia 14 de Setembro de 2016, pesando 3 quilos e meio e medindo 59 centímetros!

 

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Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
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