30 Jan 2017
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Vlog: Viajando sozinha com 2 crianças – o que levei na mala de mão e como foi nossa viagem!

Avião, Baby Everywhere, Dicas de Maternindade, Viajando com crianças

Viajando sozinha com 2 crianças

 

Produtos Mencionados no vídeo:

Mala/mochila Ikea: http://fave.co/2k4YTjX
Outras opções: http://amzn.to/2km3hJK ou http://amzn.to/2jHOK9q (mais baratas)

Necessaire “Paca Pod” (para troca de fraldas): http://amzn.to/2jHT20z
Ou Aqui: http://fave.co/2kmcjGR

Almofada de Amamentação: http://fave.co/2klRRpt
Almofada de pescoço: http://amzn.to/2km9khk
Mamadeiras MAM: http://amzn.to/2jHVqnT
Chupetas MAM: http://amzn.to/2kYEGeb

Necessaire para mamadeiras: http://amzn.to/2jHRFyP
Pote para leite em pó: http://amzn.to/2jHPETl

Capa de iPad infantil: http://amzn.to/2jHWbxa
Fone de ouvido infantil: http://amzn.to/2kYAlr0

Tênis Adidas: http://amzn.to/2kYtY7n

Mais dicas sobre viajar com crianças:
http://drieverywhere.net/categoria/baby-everywhere/viajando-com-criancas/

Posts e dicas sobre viajar de avião com crianças e bebês:
http://drieverywhere.net/categoria/baby-everywhere/viajando-com-criancas/

 

 

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Adriana Miller
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30 Nov 2016
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Como vestir Crianças e bebês no frio

Baby Everywhere, Dicas Aleatorias & Genericas

Todos os anos vai chegando essa época de Outono/Inverno no hemisfério Norte e as perguntas sobre o clima e temperatura começam a pipocar: o que vestir, como se proteger, etc, e a dúvida sempre é maior quando se trata de crianças, principalmente quando temos que lidar com temperaturas diferentes das que estamos acostumados.

Como vestir Crianças e bebês no frio

Brasileiros sempre acham que as crianças estão morrendo de frio, e os Ingleses sempre acham que as crianças estão morrendo de calor!

Eu já fiz vários outros posts sobre roupas de frio, como se vestir no inverno e tals (Outros posts e dicas sobre como se vestir no frio), mas então dessa vez preferi fazer um vídeo e ir mostrando cada (tipo) de peça, como os visto e como monto os mini-looks para deixar a Isabella e o Oliver bem protegidos do frio.

 

Créditos e produtos mencionados no vídeo:

Ítens para bebês:

Body sem perna: http://fave.co/2gUZaW4
Camisetas kimono: http://fave.co/2gUPw5V
Bodies de manga comprida e pézinho: (para meninos) http://fave.co/2gI5w8D (para meninas) http://fave.co/2gULfiW
ou (minha marca preferida!) meninos: http://fave.co/2gI8lpY  Meninas: http://fave.co/2gUU2Sb
Jaquetas e casacos forrados: http://fave.co/2gULfiW
Kit completo para frio: http://fave.co/2gIaMsV
Snowsuit ou Pramsuit (macacão de inverno): http://fave.co/2gUSY0A
Gorros que cobrem as orelhas: http://fave.co/2gI5cXt

Socks ON (para segurar meias): meninos: http://amzn.to/2gUXdt4 meninas: http://amzn.to/2fCD76D

Ítens para crianças maiores:

Leggings: http://fave.co/2gUUdwP
Camisetas de manga longa: http://fave.co/2gUMU82 ou http://fave.co/2gUW5pd ou http://fave.co/2gUQbEF
Meia calça grossa, de algodão: http://fave.co/2gIbiH2 ou http://fave.co/2gUWgRe

Roupas térmicas:

Leggings: http://fave.co/2gUUxLE
Meias e meia calça: http://fave.co/2gIbZQE
Camisetas: http://fave.co/2gIeq5T
Blusas de gola alta: http://fave.co/2gUVdRy

Botas de inverno: (meninos) http://fave.co/2gUNVwS (meninas) http://fave.co/2gIaiCT

Gorros que cobrem as orelhas e luvas: (meninos) http://fave.co/2gURnb7 (meninas) http://fave.co/2gUOiaK

Casacos de inverno: (meninas) http://fave.co/2fBqd4p
(meninos) http://fave.co/2gIg8Eq

A Isabella tem esse http://fave.co/2fBovQF e esse que mostro no vídeo http://fave.co/2gIciLo

Opçoes de casacões tipo macacão: http://fave.co/2gURYtn

Footmuffs para carrinhos (cobertor de carrinho) http://fave.co/2gUO8Ai ou http://fave.co/2gURUtA ou (para opções mais genéricas e que servem qualquer modelo de carrinho) http://amzn.to/2gwQ2DG

Adriana Miller
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Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
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09 Nov 2016
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Myanmar com crianças – a nossa experiência

Ásia, Baby Everywhere, Bagan, Dicas Aleatorias & Genericas, Myanmar, Viajando com crianças

Volta e meia recebo e-mails e comentários sobre algumas de nossas viagens menos convencionais, com a dúvida: “da pra fazer a viagem X com crianças?”, “você acha tranquilo viajar para o lugar Y com crianças?”.

E a resposta é quase sempre a mesma: depende de você.

Você é “tranquilo” quando viaja? Então provavelmente vai achar tranquilo levar seus filhos a qualquer lugar. Mas se você se estressa facilmente, então consequentemente, qualquer viagem com seus filhos vai causar ainda mais estresse.

Nos realmente não somos pais “convencionais” nesse sentido, e sempre acho um jeito de fazer com que qualquer viagem ou destino se adapte à nossa família (que já cresceu mais um pouco!), com alguns cuidados básicos, mas principalmente, tendo plena consciência de que viajar com crianças impõe muitas limitações.

Na escolha de qualquer destino é preciso alinhar a expectativa com a realidade, entre tudo que o lugar oferece, versus o que realisticamente da pra fazer levando em consideração a idade (e estilo/temperamento) do seu filho.

E Myanmar não foi diferente. Provavelmente teria sido o tipo de lugar onde nós teríamos preferido não levar a Isabella, caso tivéssemos essa opção (como por exemplo, quando fomos ao Peru, e ela ficou com meus pais no Rio), mas como a escolha era entre “leva-la” ou “não ir”, não pensamos duas vezes na hora de incluí-la em nosso planos.

Então esses foram os pontos que eu levei em consideração na hora de planejar uma viagem para Myanmar com uma criança de 3 anos:

Escolha do hotel:

Sempre que viajamos para lugares mais diferentes, principalmente na Ásia/Africa, e países que tem lingua e costumes muito diferentes do nosso, eu tento optar por hoteis de rede internacional. Isso é uma garantia de que o nível de inglês dos funcionários será bom e poderão nos ajudar numa emergência (médica, por exemplo), e até mesmo com coisas corriqueiras do dia a dia (como por exemplo no Japão, que não conseguia achar papinhas prontas de jeito nenhum, até que a recepcionista do hotel nos deu a dica de um supermercado a poucos minutos de distância. Ou na Russia, que nos perdemos com o taxista que não falava nem uma palavra de Inglês, e foi uma funcionária do hotel que ficou guiando ele por telefone até nos encontrarmos novamente).

Mas como comentei no post sobre o hotel que ficamos, quando estava planejando nossa viagem, ainda não existiam hoteis internacionais em Bagan, então queria ter certeza que o hotel escolhido não era muito “local”, e que tinha boas resenhas em relação ao seus serviços e atendimento a estrangeiros.

Porque quando viajamos com crianças temos que estar preparados para emergências, e gerealmente o hotel é seu porto seguro, então o mais básico do básico é conseguir se comunicar bem.

Além disso, tem também o conforto – hotel que seja limpo, confortável (e ofereça caminhas extras ou berços, por exemplo) e com algum tipo de entretenimento infantil, caso seja uma viagem onde você sabe que vai passar bastante tempo no hotel.

E por fim, e principalmente nessa viagem, um hotel que tenha restaurante próprio, com opções internacionais (mais fácil de agradar o paladar infantil, se as opções de comida sejam mais familiares). E nesse caso específico, além da Isabella (com 3 anos na época), eu estava grávida e não me sentindo muito bem, então ter opções variadas, frescas e agradáveis de comida eram essenciais.

Programas

É aí que entra a questão da “expectativa X realidade” da viagem.

Viajar com seus filhos é uma delícia, mas também muito limitante – são vários horários/passeios/programas/lugares que eles simplesmente não podem participar, e você tem que estar consciente disso pra evitar se decepcionar.

Então em Myanmar sabíamos que não seria possível passar o dia todo perambulando entre os templos e visitar dezenas deles por dia, sem compromisso, nem horário pra comer, descansar etc.

Até que conseguimos assistir alguns por do sol em templos, mas na maioria dos dias nos alternávamos entre que saía do hotel pra assistir o nascer ou por do sol nos templos, enquanto o outro ficava no hotel com a Isabella.

E sabíamos que teríamos que fazer nossas refeições no hotel, e evitar grandes aventuras gastronômicas.

E tudo bem. Sabíamos de tudo isso, e fez parte da viagem. Sem arrependimentos nem ressentimento de estar perdendo alguma atração imperdível da viagem.

Uma coisa que nã queríamos deixar de fazer era o passeio de balão – uma de nossas opções era fazer o voo de balão em dias separados (assim um de nós estaria no hotel com ela) – mas conseguimos boas referencias e um hotel que oferecia serviço de baby sitter, então conseguimos fazer o passeio juntos.

 

Horários e rotina

Quando nós viajamos, eu sou “flexível” e anti-frescura em relação a um monte de coisas que em casa sou mais linha dura, mas uma discuplina que não abro mão (dentro do possível) é de manter a rotina e horários da Isabella ao máximo possivel, principalmente na rotina da noite.

Então jantávamos no hotel, e logo depois voltávamos pro quarto, e era hora do banho, leite, historinha e cama.

Então não visitamos nenhum templo a noite, a não ser os que conseguíamos ver pela nossa varanda.

 

Frescuras em geral

Geralmente quando me perguntam sobre “viagem com crianças” em lugares considerados mais exóticos, a grande preocupação é em relação à limpeza e higiene de certos lugares.

Então se você é semi-viciada em álcool gel, e a louca do esterelizador, sem dúvidas o Myanmar não é o lugar ideal pra levar seus filhos!

Claro que um hotel bacana ajuda (o hotel era limpíssimo e a comida muito boa, e nada que um belo banho no fim do dia não lavasse numa boa!), mas de resto, ficamos ao deus-dará! Não tinha lugar pra lavar as mão antes de comer os lanchinhos, os templos não permitem sapatos, então andávamos descalças pra cima e pra baixo todos os dias (e os templos são imundos por dentro), e ela literalmente deitava e rolava na terra, com as crianças locais, pelos templos etc.

Claro que tentei tomar as precauções possíveis (principalmente em relação a comida – nada pior pra estragar uma viagem do que uma infecção alimentar!), mas sou do time que acha que criança tem mais é que se sujar mesmo e uma bela dose de “vitamisa S” (de sujeira!) só nos faz bem!

 

Ou seja, resumidamente, a viagem foi tranquilissima e uma delícia para nós três!

Nossas expectativas estavam alinhadas em relação ao que dava e não dava pra fazer, sabíamos que daria trabalho mante-la entretida o tempo todo num lugar que não tem nada “de criança” pra ela fazer (nenhum parquinho, nenhum playground e coisas do tipo, apenas a piscina do hotel), e vigilância triplicada nas escadarias e ruínas dos templos, sem perde-la de vista nenhum milimésimo de segundo num destino onde ela era considerada tão “exótica” e recebia tanta atenção dos locais (não me incomodo e até acho engraçadinho quando recebemos atenção “coletiva” como família, mas bloqueava toda e qualquer atenção exagerada pra cima dela).

Levamos brinquedos, livrinhos e o iPad recheado de filminhos e desenhos preferidos para os momentos de emergência, e em nenhum momento ela reclamou, ficou chata ou entediada – então o balanço final da viagem foi super positivo!

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Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
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