12 May 2014
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Toquio: Ginza

Dicas de Viagens, Japão, Toquio

Ginza é outro bairro de Tóquio que é uma ótima opção “estereotipa” da cidade, e na verdade um dos bairros preferidos entre turistas.

Pra quem conhece Londres, a primeira sensacao que tive ao chegar la foi que eu estava numa espécie de Piccadilly Circus Asiática (ou seria a Times Square?!), com seus cruzamentos, luzes de neon e mega-lojas para todos os lados!

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E em Ginza encontramos de tudo: desde as lojas flagship Asiáticas das marcas mais exclusivas (e caras!) do mundo, as enormes lojas de departamento onde encontramos de um tudo, e principalmente varias flagships e showrooms de marcas tipicamente Japonesas, como os eletrônicos da Sony (a sede da empresa fica em Ginza, e uns 3 andares do prédio são abertos a visitação, onde esta o showroom da marca) aos cosméticos da Shiseido, além de muitas outras marcas internacionais.

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Apesar de que não seja uma area com nenhum ícone a “ser visitado”, o bairro tem alguns marcos que valem a pena prestar mais atenção, como é o caso da loja de departamentos Wako, que ocupa a principal esquina de Ginza, com seu relógio Seiko no topo da torre, e a loja mais histórica e antiga de Tóquio.

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Tanto a fachada quanto o interior fazem um estilo mais “Europa”, e seus corredores exibem produtos de marcas selecionadíssimos e super fora do lugar comum (coisas do tipo: quer mandar fazer uma bota de montaria sob medida? Encomendar um enxoval todo de prata para seu bebe? A Wako é seu lugar!).

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Bem do outro lado da rua, na outra esquina esta a gigante Mitsukoshi, que apesar de também estar presente em outros bairros de Tóquio, a loja de Ginza é seu carro chefe, com nada mais nada menos que 11 andares recheadissimos de todas as marcas e departamentos possíveis e imagináveis!

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A surpresa, no entanto, esta no 9 andar, onde fica seus “oásis urbano” – um jardim a céu aberto em plano centro de Tóquio!

Com direito a gramado, playground para crianças e vários restaurantes foferrimos! Passamos uma manha inteira por lá com a Isabella, brincamos, compramos e almoçamos e nem vimos o tempo passar!

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Outros nomes & endereços para saciar a sede de compras em Ginza? (além das lojas da Sony e da Shiseido que já falei acima).

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Outra loja de departamentos, a Matsuya – com uma seleção de marcas e produtos um pouco mais premium (no andar térreo, logo na entrada fica o departamento de cosméticos e beleza, e achei essa loja ótima pra achar aquelas coleções e linhas exclusivas da Ásia que as marcas só vendem lá! Tem de tu-do!) DSC00055

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A loja de eletrônicos Big Camera, que também tem andares e mais andares de todas as opcoes de eletrônicos e cacarecos que se possa imaginar. Começando pelo andar térreo inteiro dedicado a celulares e acessórios (imagina um supermercado inteiro só de capinhas, protetores, cabos, penduricalhos e afins), passando por eletrodomésticos, TVs e videos, etc, etc e claro, câmeras fotográficas! 14160623252_463c51f56b

(Ainda vou fazer um post mais detalhado sobre compras no Japão, mas foi na Big Camera de Ginza que achamos a câmera nova que trouxe da viagem que tanta gente me perguntou n Instagram!).

Adriana Miller
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Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
Atualmente morando em Denver, Colorado, nos EUA, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
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11 May 2014
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Japão e Coreia: como planejei minha mala (e looks! Meus e da Isabella!)

Coreia do Sul, Dicas (Praticas!) de Viagem, Dicas de Viagens, Fazendo as Malas, Japão

Eu já fiz incontáveis posts sobre como faço minhas malas, mas a cada grande viagem o perfil de minhas preferências mudam, as necessidades de cada destino também mudam (minhas viagens a trabalho ou de fim de semana pela Europa não contam… são rápidas e geralmente levo umas 2 ou 3 mudas de roupa numa mala de mão, e as viagens mais longas para o Brasil eu relaxo, pois sei que posso atacar o armário da mãe e irmã quando estiver la!).

Mas na verdade planejar o que levar na mala para essa viagem não foi difícil – passaremos por apenas 3 cidades grandes, sem grandes “exotismos” de atividades (não faremos nenhum esporte nem caminhadas, não faremos nenhum programa mais arrumadinho nem nada fora do básico), então sabia que minha mala seria composta por pecas e “looks” que uso no dia a dia em Londres, ou usaria em qualquer outra viagem pela Europa, ou Rio de Janeiro, EUA e afins.

O que mudou dessa vez foi a metodologia – resolvi testar uma maneira diferente de arrumar e organizar as roupas na minha mala, por três simples motivos: em primeiro lugar, porque minha mala seria dividida com a Isabella, e apesar de que as roupas dela são minúsculas, bebes são ímãs de tralhas e como ela esta na fase de anda-engatinha-se-arrasta-pelo-chao e querendo comer sozinha e tals, precisamos de vaaaarias mudas de roupa por dia.

E em segundo lugar porque acho que achei que alguns hotéis no Japão seriam bem pequenos, então queria manter a mala o mais pratica e objetiva possível, sem precisar espalhar demais minha zona cada vez que quisesse achar um par de meias (sou zoneira assumida).

E por fim, porque íamos viajar de trem bala entre Tokyo e Kyoto (e assim como nos trens na Europa, apesar de não ter limite de peso, o espaço para guardar bagagem eh bem limitado) e um voo de low cost entre Kyoto e Seoul (e a pesar de que eu paguei a mais para levar bagagem despachada, não sabia o quão restrito eles seriam em relação a tamanho e peso das malas).

Comecei o processo de “planejar” o que queria levar da mesma maneira que faço em TODAS as minhas viagens: de olho na previsão de tempo.

Sim, o clima é imprevisível, e um dia pode estar sol e calor e no dia seguinte cair uma nevasca (#TraumasDeLondres), então não basta olhar a previsão na véspera da viagem – tem que acompanhar de perto mesmo!

Sei que isso eh um pouco TOC meu, mas assim que marco minhas passagens para algum lugar, ja vou logo adicionando a cidade em questão no meu iPhone (naquela App de meteorologia), e assim passo semanas e meses acompanhando a quantas esta a temperatura, se oscila muito, se tem chovido muito, etc, etc.

Então tanto no Japão quanto na Coreia eu sabia que as temperaturas estavam estáveis, na casa dos 15/20 graus e dificilmente teríamos grandes surpresas meteorológicas, o que é sempre ótimo e evita certos dilemas de “vou levar essa saída de praia caso faca 40 graus e esse sobretudo caso caia para -15”, sabe?

Então fiz mina listinha de itens, sempre tendo em mente que as pecas podem ser sobrepostas e combinadas entre si, seguindo uma certa paleta de cores (eu sempre falo sobre isso nos posts sobre fazer a mala, mas ajuda tanto ao longo da viagem, ter pecas que combinem entre si, e assim mesmo com um mala pequena conseguimos combinações mil, e temos a sensação de ter com uma roupa e “look” diferente todos os dias, mesmo tendo na verdade poucas opcoes de pecas!).

As pecas chave foram: camisetas, malhas finas, jaquetas de meia estação (couro, sarja, blazer), jeans, sapatos confortáveis e acessórios.

Então mina nova estratégia de organização copiou um pouco o que sempre fiz para Isabella (e nas poucas vezes que não arrumei a mala dela assim, sempre tivemos problemas!), usando compartimentos e nécessaires especificas para cada tipo de roupa e ate mesmo looks já montados.

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No caso da mala da Isabella eu coloco as montagens já prontas (calca + blusa, ou saia + body, ou vestido + blusa + meia calca, por exemplo) já separados em saquinhos plásticos (desses tipo Ziploc), por que ela raramente usa a mesma peca/combinação mais de uma vez (porque criança se suja mesmo e não tem como evitar), e assim fica mais fácil pela manha já pegar um look montadinho para ela, colocar outro extra na bolsa de fraldas e pronto, em vez de fica pensando qual calca combina com qual blusa e com qual sei lá o que. E assim também reaproveito os sacos plástico para guardar as pecas sujas que vamos trocando ao longo do dia.

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Já no meu lado da mala, a coisa eh um pouco diferente, pois não levo um look/combinação especifica para cada dia – prefiro fazer essa analise combinatória de pecas que mencionei ai em cima.

Então comprei esses compartimentos/nécessaires na Amazon, que são quadradas/retangulares, de nylon e tela (assim fica mais fácil ver o que tem em cada uma), e na maior coloquei camisetas, regatas, camisas e malhas, e nas outras separei calcas, jaquetas, roupas intimas e acessórios (lenços e cintos).

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Assim também ficou fácil “encaixar” os nécessaires dentro da mala, e ir montando um quebra cabeça com o resto: sapatos no fundo (levei dois pares de sapatilhas na mala e um tênis ja no pe), necessaires com cosméticos, etc.

Ficou TÃO mais fácil achar tudo que precisava ao longo da viagem, principalmente a medida que fomos trocando de cidade e hotel a cada 3 ou 4 noites.

E para matar a curiosidade, aqui estão algumas fotos dos nossos “Looks” – meus e da Isabella!

 

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08 May 2014
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Toquio: Harajuku

Dicas de Viagens, Japão, Toquio

Depois de uma longa viagem entre Londres e Tóquio, nosso primeiro dia no Japão foi bem divagar…

Mas também pudera: depois de quase 10 horas de voo (sem contar as duas de atraso ainda em Londres!) e as 8 horas de fuso horário, significa que saímos de casa no sábado de manhã e chegamos no Japão no domingo de manhã – porem não tivemos a noite de sábado, então os 3 estavam se sentindo bem zumbis…

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Mas nos tínhamos levado isso em consideração no nosso planejamento da viagem, então passamos o dia quase todo relaxando no hotel, deixamos a Isabella dormir de tarde com toda calma do mundo, e antes que o dia todo fosse desperdiçado, fomos direto para um dos bairros que eu mais tinha curiosidade de conhecer: Harajuku!

O bairro Harajuku no sul de Tóquio sempre foi meu principal “estereotipo” da cidade: muitas luzes de neon (mas depois descobri que todos os bairros centrais são assim!) e muitos Japoneses excêntricos e lojas e restaurantes interessantes!

Eh esse o bairro também que propaga a cultura “manga”, a arte do desenho animado e de quadrinhos Japoneses, e onde os adolescentes criativos trazem os personagens a tona.

Loja na saída no metro, fomos seguindo o fluxo de pessoas fantasiadas e cabelos coloridos ate que chegamos na rua Takashita, a mais típica do bairro (mas que não eh a rua “principal” não, e foi na verdade bem difícil de achar), onde passamos as horas seguintes, subindo e descendo, tirando fotos e entrando nas lojas.

Foi a introdução perfeita a nossa viagem e o que os próximos dias trariam!

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