07 Jun 2017
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Alimentação de crianças e bebês em Viagens

Baby Everywhere, Dicas Aleatorias & Genericas, Dicas de Maternindade, Qatar, Viajando com crianças

Durante a nossa viagem à Doha, eu aproveitei o destino mais diferente para fazer um vídeo com algumas dicas e respondendo as dúvidas mais frequentes que recebo em relação à alimentação de crianças em viagens.

Alimentação de crianças e bebês em Viagens

Sei que não é a primeira vez que falo sobre isso aqui no blog, e de maneira geral, sou bem tranquila e relax em relação a isso. E no caso do Oliver, apesar de que ele só começou com a introdução alimentar à uns meses atrás, por ser o segundo filho, eu já encarei o processo bem mais tranquilamente e sem cobranças.

No geral, minha filosofia de alimentação é: quanto mais natural melhor, porem sempre balanceada. E um dieta balanceada também também inclui coisas não tão saudáveis de vez em quanto. Quero que meus filhos tenham um relacionamento bom com a comida, não só fisicamente, mas também psicologicamente, então as neuras e excesso de regrinhas passam longe daqui de casa!

E isso se mantem durante nossas viagens. Não quero me estressar demais com alimentação até porque eu também estou de férias, e sei que papinhas prontas de vez em quando não vão fazer mal algum! Pelo contrário – eles vão aprender a comer de tudo, sabores, texturas e temperos diferentes da “de casa” sem frescuras, e terão acesso a comidas que eu provavelmente não faria na nossa casa (mas que mesmo assim quero que eles provem).

 

  • Papinhas prontas (“Nestlé”, “Industrializadas”, “de potinhos”)

Não vou negar: durante nossos passeios e viagens, as papinhas prontas formam o grosso da alimentação do Oliver (e da Isabella quando era bebê).

Mais fácil, mais prático e inclusive mais barato, pois evita ter que ficar pedindo comida separada ou especial em restaurantes, sem sequer saber se ele vai gostar e comer ou não, e a economia de ficar comprando mil ingredientes e temperos em supermercados que não conhecemos pra fazer papinhas no hotel/casa de temporada.

Então uns dias antes de viajar, eu aproveito para passar no supermercado e farmácia e estocar papinhas, tanto salgadas para as refeições principais, quanto de frutas, para lanchinhos, sobremesa etc.

Eu calculo sempre 1 salgada e 1 doce (fruta) para cada refeição principal (almoço e janta), para a viagem propriamente dita (seja avião, carro, trem, ônibus, etc) e para pelo menos o primeiro e segundo dia da viagem.

Não dá pra levar comida para todos os dias de uma viagem mais longa, pois isso pesa demais na mala, então sempre deixo para comprar mais coisas no destino final da viagem, mas também não quero ter que desperdiçar os primeiros dias da viagem catando supermercado ou me preocupando que vamos ficar sem comida pra ele.

Se o seu bebê nunca comeu papinhas prontas e você acha que ele não vai gostar ou não vai se acostumar com o sabor diferente, comece o processo umas semanas antes, vá misturando aos poucos com a comida de casa, vá intercalando as refeições, e vá acostumando o paladar do seu bebê ao tempero e sabor diferente dos potinhos.

Por mais natural e orgânica que sejam, o sabor é diferente sim e não dá pra negar!

Eu gosto de ir intercalando no dia a dia, e volta e meia ele come alguma papinha pronta, mesmo quando não estamos viajando, em casa mesmo. Porque tem dias que simplesmente não dá tempo ou não estou a fim de fazer comida separada para ele, e quero que ele vá se acostumando com novos sabores aos poucos.

Até porque convenhamos que uma criança que só come feijão e arroz todos os dias não tem uma dieta (nem paladar) nem um pouco balanceada, né? Muito pelo contrário…

Então mesmo quando vamos passear aqui por Londres no fim de semana, ou se preciso sair com ele e ficar mais tempo fora de casa, não preciso me estressar em fazer papinha, levar papinha, carregar tudo em bolsinha térmica, catar lugar pra esquentar, descongelar etc. Dá-lhe papinha!

Então ele nunca estranhou nem recusou em todas as vezes que precisei, assim como foi com a Isabella.

 

– Escolha do Hotel

Isso foi outra coisa que mudou bastante no nosso estilo de viajar depois que a Isabella nasceu. Os hotéis deixaram de ser um lugar para apenas guardar as malas e passar as noites, para uma parte crucial de nossas viagens.

Por que sim, viajar com criança dá mais trabalho, é menos espontâneo e bem mais arriscado, então precisamos de uma infraestrutura melhor.

E não estou necessariamente falando de kids club, playground nem animação infantil, e sim de hotéis com serviço melhor, garantia de que os funcionários vão conseguir falar Inglês com você e te ajudar numa emergência, e principalmente, porque geralmente os hotéis maiores e de redes internacionais tem ótimas opções mais ocidentais de café da manha, restaurante próprio (onde quase sempre podem fazer modificações nos pratos ou comidas especiais para crianças) e serviço de quarto.

Portanto sempre damos preferência a hotéis que tenham café da manhã, então tanto a Isabella quanto o Oliver já começam o dia com comida “de verdade” – cereais, frutas, ovos, queijos, frios, iogurtes, etc. Seja o que for que seu filho (bebê ou criança) esteja acostumado a comer pela manhã, com certeza um hotel maior e internacional terá.

Então pela manhã o Oliver comia ovo mexido (que eu pedia para fazerem sem sal, e bem macio), mingau de aveia (sem açúcar) e frutas in natura.

E sempre aproveito o café da manhã do hotel para também abastecer eventuais lanchinhos durante o dia. Pego frutas (banana, maça, laranjas etc geralmente não faltam e são super fáceis de carregar em passeios e de oferecer para crianças), biscoitos ou pães, iogurte, etc. Não sinto a menor vergonha! Mesmo! Já levo potinhos de casa e vou preparando nossa farofa!

E como mencionei acima, é sempre bom ter a garantia de um restaurante internacional dentro do hotel, principalmente quando viajamos para lugares mais diferentes. Porque sei lá né? Vai que seu filho não quer nem provar o tajine de cordeiro marroquino do almoço? Então pelo menos você tem a garantia de que no jantar poderá pedir um macarrão, grelhados, legumes e afins sem problemas. Logo, mesmo que a criança almoce “besteiras”, o jantar já fica mais garantido.

E sem falar naquelas dias em que o passeio se estende, se estende, tá todo mundo se divertindo, você acaba perdendo a hora e quando se dá conta já esta tarde demais pro jantar, e sabe que se arriscarem um restaurante, vai ser uma catástrofe digna de Armagedom!

A solução? Serviço de quarto!

Então já chego no quarto do hotel faço o pedido do jantar, e quanto damos banho e preparamos as crianças pra dormir, a comida chega! E sem falar o tanto que a Isabella se diverte com o “picnic” no quarto!

 

  • Apartamentos, casas de temporada, AirBnB e afins:

Eu tenho certeza absoluta que o AirBnB foi fundado por alguém com filhos pequenos e que tinham muita dificuldade de achar hotéis! Kkkk

Mas falando sério, casas, apartamentos e flats são sempre uma ótima opção para famílias viajantes, pois é sempre ótimo ter um geladeira/frigobar e uma cozinha bem básica à mão.

Meu único porém é: depende da viagem.

Alguns destinos e estilos de viagem, o hotel é uma grande parte das férias, e eu não teria ficado numa casa/apartamento num lugar como Doha, ou Ilhas Maurício, por exemplo. Ter a estrutura do hotel foi crucial para nossa viagem, e teríamos curtido bem menos sem isso.

Mas viagens mais no estilo “city break”, onde o hotel é realmente só pra dormir, então um apartamento faz todo sentido!

Você pode guardar mais coisas na geladeira, comprar alguns ingredientes frescos, cozinhar (caso tenha tempo!), esquentar, lavar, esterilizar etc, e conseguir manter um dia a dia mais “normal”. Sem falar que ainda dá pra lavar roupa, caso seja preciso, e mais espaço para se organizar do que num quarto de hotel

Nós já ficamos em apartamento de temporada algumas vezes e a experiência foi sempre ótima, e com certeza repetiremos mais vezes, principalmente agora viajando com dois filhos!

 

  • Passeios ao longo do dia e restaurantes na rua

Sempre que possível eu tento evitar fast food, e até hoje a Isabella nunca nem provou refrigerante. Mas tem vezes que simplesmente não dá pra evitar o nuggets com batata frita do menu infantil dos restaurantes quando estamos na rua!

E tudo bem gente!

Eu sempre tenho opções para um plano B na bolsa: frutas, pães/biscoitos para a Isabella (que geralmente pego no café do hotel) e papinhas pro Oliver, caso a hora do almoço se atrase, ou caso estejamos num lugar onde as opções de restaurantes não nem nada mais infantil.

Mas mesmo assim, não custa nada perguntar! É possível passar a sopa de legumes “do dia” no liquidificador, para seu bebê? É possível servir o frango sem o molho de curry para sua filha? O sanduíche de frango pode ser com frango grelhado em vez de empanado? Etc, etc. Geralmente dá! Mas se não der, esteja preparada com papinhas, frutas, lanchinhos etc que deem para alimentar as crianças até a próxima refeição.

 

  • Supermercados, feiras e farmácias locais:

E convenhamos: existem crianças e bebês no mundo todo, então não entre nessa de que lugar tal não é “lugar de criança”, ou isso ou assado.

Então você sempre vai achar tudo que precisar para seus filhos, ainda que de marcas diferentes, e não apenas relacionado a comidinhas ou papinhas: fraldas, itens de higiene (shampoo, hidratante, pomadas, lencinhos…), leite, etc

Então como disse acima, eu sempre levo quantidade suficiente de papinhas para pelo menos os primeiros dias da viagem, só pra evitar emergências e afobações logo nos primeiros dias das férias. Mas já fico de olho no que existe por perto, e na primeira oportunidade gosto de ir a algum supermercado (sem falar que eu acho a maior diversão conhecer supermercados e farmácias de países diferentes!), mercadinho, farmácia ou feira e estocar algumas coisas, nem que seja só pra ver o que existe ou não naquele destino, caso precise de algo a mais, ou caso tenha esquecido de alguma coisa.

Aí compro papinhas a mais, leite para a Isabella (que não toma mais fórmula, mas ainda gosta de beber leite antes de dormir), biscoitos para lanchinhos, frutas (banana, maça, uvas e tangerina são ótimas opções para ter sempre no quarto/apartamento e na bolsa de passeio), iogurte ou o que mais virmos de interessante ou de necessário.

E não só pra as crianças! Aproveito para também abastecer vinhos, cerveja e petiscos para gente também! :-)

 

  • Acessórios e apetrechos de alimentação

Além de falar sobre papinhas, comidas e afins, todo pai/mãe sabe que alimentar as crianças vai muito além disso, então não esqueça de levar os apetrechos necessários para facilitar sua vida:

Colheres para bebê, mamadeiras, copinhos de treinamento, potinhos e tigelas, escova para lavar mamadeira, ítens de limpeza (sabão líquido para lavar louça e roupa, capsulas para esterilização, babadores, etc), que eu mostro em mais detalhes no vídeo.

Produtos mencionados no vídeo:

Necessaire de “farmácia”: http://fave.co/2qe6M71
“Fresh Food” da Munchkin: http://amzn.to/2pi6qwK
Escova de lavar mamadeira: http://amzn.to/2ovAlV6
Mamadeiras MAM: http://amzn.to/2oLzxrk
Detergente para viagem: http://amzn.to/2ovKFMO
Potes e garrafinhas de viagem: http://amzn.to/2ovKUr3
Babador descartável: http://amzn.to/2p3QK1H
Capsulas desinfetantes: http://amzn.to/2q4Z4fS
Colheres para bebê: http://amzn.to/2p3GIxu

Carrinho do Oliver: http://fave.co/2ovJKMa

 

Dicas sobre Introdução Alimentar:

Introdução alimentar e “filosofias” de alimentação para crianças

 

O que levo na mala de mão para viajar com crianças:

Mais posts sobre mala de mão para viagens:

TV Everywhere: Viajar de avião com crianças “grandes” – dicas para antes, durante e depois do vôo!

Apetrechos e Acessorios de viagem – Viajando com criancas

 

Como fazer e organizar a mala de viagem das crianças:

 

Mais dicas de maternidade e viagens com crianças:

http://drieverywhere.net/categoria/baby-everywhere/dicas-de-maternindade/

http://drieverywhere.net/categoria/baby-everywhere/viajando-com-criancas/

 

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Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
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12 May 2017
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Doha – Museu de Arte Islâmica e a Corniche

Oriente Médio, Qatar

Outro passeio interessante de se fazer em Doha, é o Museu de Arte Islâmica, ou o MIA, que fica na região da “orla” da cidade antiga de Doha, e bem em frente ao mercado árabe, Souq Waqif.

A construção é novíssima e imponente, um contraste com o porto antigo e o mercado bem do outro lado da rua… Mas o que gostei mesmo foi a perspectiva nova que a construção desse museu representa para o Islamismo.

Porque a realidade é que nos últimos anos, o único foco que o mundo tem dado ao Islãm, é negativo. É de medo, terror, e afins.

Não estou aqui pra fingir que sei qualquer coisa sobre o Islãm, nem defender nem atacar a religião de ninguém. Mas religião, seja ela qual for, é um pilar muito forte na cultura de qualquer povo, e nada mais natural do que ver isso refletivo na arte.

E é isso que esse museu celebra e representa. A arte, a cultura e a beleza representada pelo Islamismo, e como ele molda a cultura e sociedade de Qatar.

E pra continuar o passeio, não podemos esquecer da Corniche – que eu, como boa Carioca, só consigo chamar de orla!

São intermináveis quilômetros a beira mar que conectam a cidade antiga de Doha, à sua versão futurística, ou o centro financeiro da cidade – que de uns tempos pra cá, virou o novo símbolo de Doha.

Só fomos pra lá no fim do dia, já anoitecendo (é bem difícil fazer qualquer outra coisa por lá durante o dia por causa do calor!) e fiquei impressionada de como a Corniche estava lotada! Locais, estrangeiros, famílias…

doha

Fomos dirigindo e parando ao longo da avenida para ver os diferentes ângulos dos prédios e sua iluminação! É incrível como a cada curva as luzes mudam e a paisagem vai se modificando também. A vista do nosso quarto de hotel era dos prédios da Corniche também, mas de um ângulo totalmente diferente!

O passeio rendeu algumas das melhores fotos da viagem, e adoramos ver esse outro lado de Doha!

 

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11 May 2017
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Doha – Souq Waqif e a cidade antiga

Oriente Médio, Qatar

Não importa quantos lugares diferentes eu conheça na África ou Oriente Médio, mas são sempre os mercados árabes que mais me encantam.

Souq Waqif

Acho que principalmente nos países do Golfo, onde rola toda uma mítica em relação a serem “artificiais” ou “sem história”, são justamente esses mercados que provam o contrário: eles são sim muito autênticos e cheios de histórias pra contar.

Então quando planejamos a viagem à Doha, j#a sabíamos que a intenção não era ficar turistando demais nem batendo perna incessantemente, mas eu sabia que não poderia deixar de conhecer o Souq Waqif, um dos símbolos da cidade.

Não que o mercado por si só seja assim tão centenário, vai. Mas já são mais de 100 anos de história, e que ajudou a formar a curltura do Qatar que conhecemos hoje.

A localização do mercado era estratégica: bem em frente ao antigo porto da cidade, onde até hoje estão ancorados os Downs, os barcos típicos da região, que vinham trazendo e levando mercadorias para todo Oriente Médio e Africa.

E originalmente, a água da baía chegava até lá, dando aos barcos acesso direto aos corredores do mercado e seus comerciantes.

Hoje, depois de ter passado por uma mega reforma em 2006, o mercado e o Golfo estão separados por uma avenida e um parque – mas de resto, o Souq ainda se mantem o mais autêntico possível às suas raízes.

Sim, existe wifi em todo mercado, e várias lojas de souvenirs – mas a grande maioria das lojas e barraquinhas vendem artigos locais e tradicionais. Além da própria organização das seções do mercado, que ainda tem um “hospital” de falcões (uma das aves mais tradicionais do Oriente Médio), e o mercado de Camelos, onde diariamente, pessoas de todo o país vem até aqui comprar e vender seus camelos!

Lá dentro também temos a área das joias e o mercado de ouro, as tapeçarias, artigos e móveis em madeira, especiarias, roupas típicas, e tudo mais que você puder imaginar que exista num mercado árabe! Até loja especializada em cela de Camelo nós vimos!

Mas o destaque do mercado ficou mesmo por conta da organização! Por um lado, os “do contra”, vão dizer que a modernização tirou o charme do Souq (eu discordo!), mas a verdade é que deixou a área bem mais acessivel e confortável, para os locais e turistas!

O estacionamento é todo subterraneo e climatizado! E tão grande que se você precisa de ajuda para carregar suas compras, carrinhos estilo campo de golfe te levam dos elevadores até seu carro. O acesso entre a garagem e o mercado é feito por elevadores e mapas interativos, de não deixar nada a dever aos maiores shoppings do ocidente!

Mas não se preocupe, é só abrir as portas que você se sente viajando no tempo, imaginando como seria a vida em Doha ha 100 anos atrás!

Mas confesso que nós fomos sem grandes expectativas – já visitamos algumas dezenas de Souqs mundo a fora, e imaginávamos que seria dificil entreter uma criança de 4 anos e um bebe de 7 meses…

Mas a verdade é que nos divertimos tanto e a Isabella ficou tão encantada com o passeio, as lojas e as quinquilharias, que acabamos ficando por lá até a noite, e cancelamos os outros planos!

 

E pra quem não assistiu, esse foi o vlog que fizemos no Souq Waqif mostrando um pouco mais de como é por lá!

 

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