26 Nov 2013
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Newcastle College – cursos de inglês na Inglaterra!

Cursos de Ingles, Dicas de Viagens, Estudos, Inglaterra, Newcastle, Viagens pelo UK

Não é de hoje que uma dos temas que mais aparecem por aqui sao cursos de Inglês na Inglaterra e Londres – e geralmente geram certa polêmica: qual curso, onde ir, os custos, poder ou nao poder trabalhar durante os estudos etc.

cursos de inglês na Inglaterra

Então quando a Newcastle College entrou em contato comigo sobre seus programas e cursos de Inglês, na mesma hora sabia que seria uma boa! Afinal, por mais que eu ame Londres, sempre sou super sincera na hora de aconselhar que Londres na verdade nao é um bom lugar pra estudar Inglês.

E digo isso porque acho que para aprender uma língua é preciso imersão – na cultura, nos costumes, na história e claro, o contato com os nativos da língua. E se o propósito é sair do pais pra aprimorar os estudos e abrir oportunidades, é justamente essa convivência com a “Inglaterra de verdade” que vai fazer toda diferença no resultado final do aprendizado.

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E Newcastle é perfeito pra isso!
A cidade é a “capital do Norte”, então oferece o melhor dos dois mundos: ao mesmo tempo que é uma cidade grande, cosmopolita, cheia de cultura e vida, ainda mantém uma autenticidade “britânica” de ser, que as vezes é difícil encontrar em Londres.

Newcastle é uma cidade super jovem, com muitas universidades e colleges que atraem estudantes de todo pais e de todo mundo.

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E o Newcastle College é um deles, e estão investindo bastante em sua área internacional, oferecendo cursos de Inglês mas com a infra-estrutura de universidade.
Isso porque eles também oferecem cursos de graduação, pós graduação, MBAs e cursos profissionalizantes, e todos podem ser conciliados com os cursos de Inglês.

E principalmente pra quem ainda está construindo uma carreira, dando base ao currículo, ter um nome e educação de peso por trás de um curso faz uma grande diferença!

cursos de inglês na Inglaterra

Duas coisas que achei importantíssimas nos cursos da Newcastle College: eles receberam a pontuação máxima dada pelo British Council (a divisão do consulado Britânico que regulamenta cursos de Inglês) e o College esta entre os top 10 centros educacionais para professores do pais .

E isso nao faz diferença só na hora de colocar no currículo não, mas sobretudo em coisas mais práticas, como por exemplo conseguir o visto de estudante e poder trabalhar durante seu curso (pra quem faz cursos mais longos – o “Home Office”, orgao do governo Britanico que regulamente vistos e imigracao esta cada vez mais rigoroso com essas coisas).

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A Anna Connors, que é a consultora para América Latina do College (e leitora do blog! Yay!) me levou pra fazer o tour completo dos diferentes campus do College espalhados pela cidade – todos acessíveis tanto para alunos de cursos de graduação e pós, mas também dos cursos de Inglês.

E claro, nao posso deixar de falar no lado pratico da coisa né?! Afinal todo mundo sabe que a Inglaterra é um lugar caro… Porém, existe Londres, e existe o resto do pais!
Então Newcastle é muuuuito mais acessível que Londres, em tudo: desde o preço dos cursos, passando pela acomodação, e ate coisas como transporte do dia a dia, o pão no supermercado e a pint no pub!

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Outra vantagem é que os cursos são “moldáveis” para a situação de cada aluno. Então quem tem muito tempo disponível e quer fazer um programa completo, de vários meses, é possível planejar uma carga horária e cursos extras que complementem a experiência.
Mas se você nao tem tempo (ou dinheiro) pra passar meses estudando Inglês, no Newcastle College é possível frequentar cursos com o mínimo de 2 semanas, e as aulas começam todas as segundas feiras do ano – o que é perfeito pra quem já trabalha ou tem outros compromissos profissionais ou pessoais que limitariam seu tempo (com 2 ou 3 semanas de ferias no trabalho você já pode fazer um curso intensivo e melhorar/aperfeiçoar o inglês!).

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A hospedagem dos alunos é com famílias locais, pra quem fizer cursos rápidos, ou na residência estudantil ou em apartamentos alugados, pra quem fizer cursos mais longos.

E como falei acima, por ser uma faculdade e não apenas uma escola de Inglês, é possível conciliar outras áreas e interesses com seu curso de Inglês, como por exemplo frequentar um dos módulos do curso de MBA ou fazer um curso profissionalizante e Business English (dependendo do seu nível de inglês).

E isso eu tenho que mostrar porque foi minha parte preferida do tour!!
Um dos campus do College é a “Lifestyle Academy” (academia de estilo de vida), um prédio super moderno onde estão alguns dos cursos profissionalizantes oferecidos pelo College.

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E sao super ecléticos: de turismo e hotelaria, a culinária, educação física, estética e mais um monte de outras coisas legais.

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O Lifestyle Academy é aberto a todos os estudantes do College, e são os próprios alunos que utilizam da infraestrutura para colocar o que aprenderam na prática, então eles oferecem aos seus alunos comodidades como uma academia de ginástica super moderna a preços irrisórios, um Spa completíssimo (e de babar, diga-se de passagem!!) a preços simbólicos, cabeleireiro e manicure, um bistrô e um restaurante “chique” (e como uma vista linda da cidade) por quase nada (nos almoçamos lá, comemos muitíssimo bem, com direito entrada, prato principal e sobremesa por 8 libras!!!).

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Mas voltando ao curso de Inglês, é possível escolher a carga horária que melhor se encaixe no seu perfil e nível de Inglês, com cursos com 15, 21 e 25 horas semanais (deixando o curso mais ou menos intensivo, dependendo de quanto tempo você tem disponível), e os cursos são classificados como “general english”, com foco no vocabulário, gramática e conversação, ou cursos mais formais, como as certificações Cambridge e IELTS.
E pra quem sonha em fazer faculdade ou mestrado na Inglaterra eles também tem um curso de inglês acadêmico, que foca mais nas necessidades dos alunos de cursos superiores.
Ou se você já trabalha e quer melhorar o nível de Business English, as aulas do programa também podem ser planejadas de acordo com sua carga horária.

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E por fim, outra coisa que eles oferecem aos alunos dos cursos de Inglês, é o “social program”, que inclui varias programações, passeios e viagens pela região (Inglaterra e Escócia), que ajuda na integração entre os alunos e com toda essa coisa de “absorver a cultura” que é tão importante num curso de línguas! (O meu curso de Italiano e Espanhol, a muuuuuitos anos atras, também tinham esses programas “sociais” e de passeios com os alunos, e faz uma baita diferença na adaptação longe de casa!).

O Newcastle College tem uma página especialmente em Português, onde é possível encontrar algumas informações atualizadas sobre preços, datas e programas, e o contato das meninas do curso internacional (todas gente finíssima!!) para esclarecer mais duvidas e tratar de detalhes!

Ah! E claro, como eu sei que as coisas que impactam na decisão sobre fazer um curso fora do pais vão muito além da sala de aula, nos aproveitamos pra passar o fim de semana inteiro em Newcastle, pra explorar bem a cidade e a região e poder responder as duvidas mais comuns: como é a cidade? Vou me adaptar? Tem coisa legal pra fazer? O que mais vou poder visitar?

(Vários posts virão por ai!)

Adriana Miller
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Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
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11 Aug 2010
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Agora acabou mesmo!

Estudos, Vida na Inglaterra

Essa semana finalmente recebi a noticia que estava esperando ha meses: PASSEI na minha ultima materia do mestrado!

Essa historia toda jah estava virando uma saga, com toda confusao de ter confundido uma data de entrega de projeto em Abril do ano passado, depois o suplicio que foi minha dissertacao, depois me reinscrever na ultima material eletiva em Outubro e ter a mesma materia cancelada depois de uns dias por falta de alunos interessados…

Ai finalmente em Janeiro desse ano recomecei as aulas, voltando a Universidade de Westminster uma vez por semana pra assistir minha ultima material eletiva do mestrado. E dessa vez nao tinha opcao! Eu TINHA que passar!

Pois bem, fiz minha parte. Fui a (quase) todas as aulas, estudei muitas noites e fins de semana, e me apliquei na pesquisa para meus dois projetos e business case finais.

Porem depois que entreguei o ultimo essay e fiquei ansiosamente esperando minhas notas sairem (pra poder comemorar o fim!), notei que estava demorando mais que o normal. Geralmente as notas provisorias saem 1 ou 2 semanas depois da entrega do projeto, e as notas finais umas 3 semanas depois.

Meu ultimo trabalho foi entregue no final de Abril, e no inico de Junho, nada tinha sido publicado ainda…

Entao um belo dia resolve ligar pra secretaria pra saber oque estava acontecendo…

Adivinha?! GREVE!!!

Quase cai da cadeira!

Depois de amargar 5 anos de UERJ, com greves de professors e/ou funcionarios anuais (e muitas vezes semestrais), achei que finalmente, ja que pela primeira vez na vida estava estudando numa universidade particular (e muito bem paga por sinal, onde ate entao tudo funcionava perfeitamente!), nunca mais teria que me preocupar com esse tipo de problema.

Mas nao. Doce ilusao.

Pela primeira vez na historia da Universidade de Westminster, o sindicato dos professores resolveu iniciar uma “industrial action” (porque strike – greve literal – eh coisa de Frances preguicoso!) como protesto pela reducao ao quadro de funcionarios da Universidade!

Mer’mao!!!! Como assim?!??!

Mas nao me restava nada a fazer a nao ser reclamar e esperar.

Entao esperei… 4 longos meses, sem saber oque estava acontecendo, entrando na intranet da universidade quase todas as semanas em busca de noticias. E com o tempo meio que esqueci disso.

Soh que neh, troquei de emprego, e aqui eles verificam todo seu passado, cada data, cada nota, cada cargo ou empresa que vc jah trabalhou, cada curso que voce jah fez (como parte de um background checking que todas as empresas fazem, entao nem pensar em mentir no CV!!) e quando foram verificar minhas notas e certificados com a Westminster, a secretaria se negou a dar qualquer informacao pra empresa!

Ai ferrou! Recebi um e-mail avisando que eles estavam com um problema no meu background checking e minhas qualificacoes nao poderiam ser verificadas (Bateu pavor! Essas coisas aqui dao ateh processo e demissao por justa causa!), entao tive que entrar em contato com a universidade diretamente pra pedir um comprovante de estudos… e voila! Minhas notas estavam prontas e finalmente passei!!!

Mas por causa dessa confusao toda, a formatura foi adiada ateh Novembro e soh devo receber meu diploma final lah pro fim do ano!

Mas agora finalmente posso dizer: sala de aula nunca mais!!!!

(Ou ateh que se prove o contrario!)

Adriana Miller
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11 Mar 2010
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S.A.L. – Estudar Full time ou part time em Londres?

Estudos, S.A.L., Vida na Inglaterra, Vida no Exterior

 A Carla me mandou um e-mail com algumas duvidas sobre os cursos de mestrado e Pos graduacao em Londres. Na verdade ela nao foi a primeira, e como jah dei algumas dicas e respostas em e-mails e comentarios que se perdem ao longo do tempo, resolvi escrever outro post de Servico de Atendimento ao Leitor, o SAL.

(…) Ainda não consegui decidir se eu deveria fazer o curso full ou part time, e por isso resolvi te escrever, pra te pedir umas dicas.
Tenho dúvidas do tipo: qual a média de livros que se lê numa semana? qual o suporte que os professores dão para os assignments/essays? as informações são claras, a gente consegue saber exatamente o que é pedido nesses trabalhos?

Vamos por partes.

Pra comecar, vou explicar um pouco a diferenca entre os cursos full time e part time nas universidades Inglesas (que eh bem parecido com as Universidades Europeias em geral).

Um curso full time (periodo integral) eh quele em que, teroricamente, o aluno eh estudante em tempo integral. Nao sobra, nem deveria sobrar tempo pra mais nada. Nao sobra tempo de fazer uns bicos durante a semana, nao sobra tempo de viajar nem de festejar muito.

Por isso tambem que o governo dah uma serie de benficios fiscais para alunos de cursos Full Time, como isencao de alguns impostos, acesso a emprestimo estudantil (Student Loan) e visto de estudante. Sao pequenas cosias que facilitam a vida de quem nao tem tempo de fazer mais nada na vida, a nao ser estudar.

A grande maioria dos cursos na Europa seguem essa linha, pois aqui nao rola muito a cultura de fazer estagios, trainee etc durante seu curso. Estudante foi feito pra estudar e nada mais. Programas de estagio soh aceitam candidatos durante os meses de verao, e programa de trainees soh aceitam candidatos jah formados.

Para ganhar uma graninha extra, os estudantes Europeus trabalham durante os meses de verao ou nos periodos de ferias escolares (natal, pascoa, spring break etc). Mas a grande maioria eh sustentada pelos pais ou pegam emprestimos estudantil do governo (e passam o resto da vida – literalmente – pagando o emprestimo. O Aaron ainda esta pagando o dele, e ainda faltam tipo mais uns 15 anos!).

Porem ser aluno de um curso full time nao significa que vc vai passar 40 horas semanas na sala de aula.

Na verdade a carga horaria pode variar bastante entre um curso e outro, uma materia e outra. Mas por via de regra, os horarios sao bem “espalhados” ao longo da semana e podem mudar constantemente (um mes vc tem aula as 2- de manha, 2- de tarde, 4- o dia todo, 5- livre e 6- na hora do almoco. No trimestre seguinte, tudo muda), ou seja, nao dah pra se preogramar a a fazer outras coisas (trabalhar, por exemplo) que exigam um comprometimente de medio e longo prazo.

Mas principalmente a regra numero UM de estudos Universitarios na Inglaterra eh: o numero de horas de dedicacao “independente” eh diretamente proporcional ao numero de horas na sala de aula.

No meu caso por exmplo, temos 6 horas de aula por semana (pois fiz um curso part time). Oque significa que cada aluno deverah dedicar pelo menos 6 horas extras para estudar por conta propria.

O mesmo curso em programa full time tem cerca de 12 horas semanas de aulas (espalhados em diferentes horarios e dias) e se espera que os alunos dediquem pelo menos mais 12 horas de estudos por conta propria.

A mesma regra vale para cursos part time (meio periodo). Nao eh porque o curso nao eh em programa integral, que voce terah muita flexibilidade.

Na minha universidade por exemplo, para o mesmo mestrado existe o programa full time, o part time e o part time business school (que eh o que eu fiz). A principal diferenca eh que o part time business school tem aulas a noite, e tem uma serie de pre requisitos para que os alunos possam ser aceitos no programa – o princpal eh jah estar inserido no mercado de trabalho, pois a grande maioria dos projetos/trabalhos que temos que fazer sao baseados em nossas proprias experiencias e empresas. Ou seja, o nivel de exigencia para os alunos eh mais alta, para que o nivel de exigencia dos professores seja mais baixa (jah que eles sabem que os alunos terao menos tempo para “estudar por conta propria” jah que todos trabalhamos full time e nossos cursos sao pagos pelas empresas que trabalhamos).

Jah o curso part time “normal” tem aulas durante o dia, em horarios aleatorios, e exige uma dedicacao “independente” ainda maior, para compensar a falta de experiencia profissional.

Em realcao aos livros lidos por semana, isso tambem depende muito de cada professor, cada materia e cada curso.

No caso da Carla ela quer fazer um curso de Direito, que eu imagino iria exigir muitos livros a serem lidos por semana.

Uma amiga fez um curso de moda, e nao tinha que ler muitos livros, mas em compensacao tinha que fazer projetos “reais” praticamente todas as semanas, oque consumia 100% do seu tempo livre (fazendo pesquisa, visitanto ateliers, costurando, colando solados, produzindo desfiles, e afins).

No meu caso algumas materias tive que ler muitos livros (Employment law principalmente!), mas outras materias liamos alguns artigos por semana, outras materias foram baseadas em pesquisas de campo (entreviats e questionarios e pesquisas a serem apresentados e discutidos todas as semanas).

Quanto aos trabalhos e projetos propriamente dito, a teoria eh sempre a mesma: alunos de nivel de mestrado devem ser independentes o suficiente para se desenvolver sozinhos.

No meu curso, cada materia tinha uma media de 2 projetos por trimestre: geralmente 1 Essay e um Business Case. Ambos os casos as instrucoes sao simples, coisa de 1 frase com um tema, ou deixando o tema livre para escolha. (no caso da dissertacao, voce ainda tem que inventar seu proprio tema “inedito” a ser pesquisado).

Os professores sao bem prestativos (bem… quase todos) e dao algumas dicas, mas a mensagem geral eh “alunos de mestrado tem que saber fazer suas proprias pesquisas, proprias referencias e formular suas proprias ideias”. Entao o resumo da opera eh que eh cada um por si.

Eu nunca tive ajuda negada (apenas da supervisora da minha tese!!), mas em compensacao, os professores sao os mais vagos possiveis nas ajudas, pois eles querem mesmo eh testar sua capacidade de pesquisar e de formular ideias e temas.

Alem, disso, o padrao e expectativa em relacao a qualidade dos trabalhos eh altissima, como jah contei em outros posts (sobre notas, plagiarismo e prazos), e nao existe segunda chance, ninguem quer saber dos seus problemas pessoais e outras dificuldades que voce possa ter (nao entender direito a lingua, ser novo no pais, morte de parente, divorcio, doenca, falta de dinheiro, etc). Regras foram criadas para serem cumpridas, e ponto final.

O meu mestrado foi, e esta sendo um otimo aprendizado de vida pra mim. Alem das aulas, dos professores super fera, a troca de experiencias com outros alunos do mundo todo, com as mais variadas experiencias de vida, esse mestrado ainda me ensimou demais a ultrapassar meus limites, seguir e respeitar as regras e mais que nada dar muito valor a fazer as cosias bem feitas.

Uma experiencia absurdamente diferente de qualquer outro curso (universitario ou nao) que jah tenha feito na vida, e as licoes que aprendi vao muito alem dos livros e projetos.

Mas quando digo que nao eh pra qualquer um, nao eh exagero. Aprendi muitas coisas legais, e hoje em dia estou aprendendo a dar valor pra isso, mas em compensacao sobreviver a esses dois anos deixou alguns traumas (hello tese!), e sinceramente eu nao teria aguentado o tranco num programa full time, mesmo se nao estivesse trabalhando – eh informacao demais o tempo todo e minha capacidade de absorcao tem um limite.

Antes de comecar meu mestrado achei que ia ser a maior moleza! Aulas 2 vezes por semanas, 6 horinhas semanais. Afinal isso nao eh nada pra quem estudou na UERJ tendo aula de manha (e mais algumas aulas a noite) e fazendo estagio a tarde toda; ou depois de ter estudado na Complutense de Madrid tendo aulas 4 noites por semana e trabalhando todos os dias entre as 8 e 4 da tarde!

Como estava enganada! O esquema aqui eh bem diferente, o nivel eh bem mais alto (e bota BEM mais alto nisso!) e a exigencia nem se compara. Mesmo.

Sei que muitos alunos internacionais nao tem opcao de escolher entre part time e full time (pois vistos e bolsas de estudo soh sao concedidas para alunos full time), mas pra quem tiver escolha, meu voto e conselho eh sempre optar pelo part time. Vai demorar o dobro do tempo pra voce conseguir terminar, mas em compensacao vc tambem tera a oportunidade de ter uma vida propria em paralelo e tera o dobro do tempo pra aprender tudo!

Adriana Miller
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11 Feb 2010
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Recomecando

Dicas de Viagens, Dubai, Emirados Arabes, Estudos

Ontem finalmente voltei pra Universidade pra terminar a ultima materia eletiva que falta pra me formar no mestrado.

Que odio, que odio, que odio, soh de pensar que tenho que passar por isso de novo, e tive que atrasar minha formatura em UM ANO pq roquei um prazo de entrega…

E sem falar na novela-mexicana-saga-em-capitulos que esta sendo pra resolver isso.

Primeiro foi toda aquela confusao inicial pos-susto. Vao me deixar re-entregar o projeto? Vao me reprovar? Tenho que refazer tudo? bla bla bla.

Confusao esclarecida (fiu reprovada) tive que me re-matricular pra refazer tudo de novo, coisa que deveria ter acontecido em Setembro do ano passado.

Depois de umas semanas de atraso no inicio das aulas (pra falar a verdade eu estava dando gracas a deus, pois ainda estava tentando me reerguer pos trauma da dissertacao!) a professora do curso me ligou diretamente pra avisar que a materia iria ser cancelada naquela semestre, pois apenas 3 alunos tinha se mariculado na aula noturna. Eu teria duas opcoes pra escolher: fazer a materia com a turma full-time (tendo aulas em horarios loucos durante o dia – fora de cogitacao) ou adiar minha matricula ateh janeiro de 2010.

Nem pensie duas vezes, e apesar de ter ficado com raiva pois nao iria me formar ainda em 2009, me pareceu um presente dos deuses nao ter que voltar pra sla de aula aquela altura do campeonato.

Eu estava mesmo esgotada mentalmente e psicologicamente por causa da tese final, rolando uns estresses no trabalho e muitas noites e fins de semana trabalhando ate tarde. Estudar nao estava nos meus planos.

E entao Janeiro chegou e nada. Como na University of Westminster tudo eh eletronico e cheio das tecnologias, tudo eh feito por sms, intranet dos alunos, e-mail etc. E nada dos avisos aparecerem.

Ateh que um dia nao conseguia mais acessar minha pagina. Esperei uns dias, e como o problem anao passou liguei pra lah e descobri que minha matricula tinha misteriosamente desaparecido!!!!

Tipo, um dia ela existe, no outro dia alguem apertou um botao errado e PLOFT! Tudo sumiu e eu consto como uma aluna que abandonou o curso na metade! E pra completar, nada podeira ser resolvido por telefone e e-mail. Teria que tirar 2 horas do meu dia pra ir ateh lah e tentar entender oque aconteceu!

Pois bem, um belo dia, lah fui eu. Tudo cancelado. Meu carto de estudante nao funcionava mais na entrada, minha foto sumiu do cadastro e minh amatricula tinha sido “abandonada”!

Aaaaahhh!!! Nao iriei entedia-los com detalhes, mas foram longas horas, no meia de uma tarde de quarta feira tentando resolver o problema. E uma vez resolvido, levaria mais uns dias uteis (a.k.a. quase umas emana inteira) para que o registro fosse reabilitado.

Resumindo, perdi 3 semanas de aulas (1 de introducao e 2 de aulas) e soh ontem consegui acessar meu cadastro pra verificar a sla de aula (porque isso tambem nao queria me dizer por telefone, pois eu queria jah estar assistindo aula mesmo antes de estar “oficialmente” matriculada).

Enfim, a professora eh a mesma e ela, apesar d emeio louca, eh gente boa e engracadona. Eu expliquei oque aconteceu e ela ficou numa boa, me deu copia da materia que eu perdi e me explicou os projetos do term.

A boa noticia eh que o segundo term eh sempre mais curto, entao minhas aulas acabam dia 21 de Abril!! Aeeeee!!!

On a side note, na volta pra casa o metro estava cheio de ziquezira e demorei quase 1 hora pra fazer o trajeto que demoraria 20 minutos… cheguei emcasa tarde e ainda tive que fazer mala, imprimir cartao de embarque, informacao de hotel e todas os bla ba blas pre viagem.

Acabei indo dormir a 1 da manha com um amontoado de roupas no sofa da sala, que soh foram parar dentro da mala hoje as 7 da manha.

Tenho certeza absoluta que estou esquecendo alguma coisa. tanto quanto tenho certeza absoluta que minha mala esta pesada demais!

Adriana Miller
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21 Jan 2010
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S.A.L. – Cursos de Ingles em Londres (post coletivo)

Cursos de Ingles, Dicas de Londres, Estudos, Inglaterra, S.A.L.

A Renilse e a Karina (entre muitos outros e-mails e comentarios nos ultimos anos) pediram dicas de cursos de Ingles em Londres com bom custo/beneficio (seja lah oque isso siginifique num curso…).

O problema eh que eu nao faco a menor ideia. Nunca fiz curso de Ingles aqui, e a unica pessoa que conheco que fez (minha irma em 2005) jah faz tanto tempo que nao lembro mesmo o nome do curso, nem onde era nem se era bom…

A unica opiniao que tenho sobre cursos, eh que acho que Londres eh provavelmente o pior lugar do mundo pra aprender Ingles, pelo simples motivo de que tem MUITO Brasileiro aqui!

Otimo pra estudar e viver, ganhar experiencia de vida e tals. Mas aprender em Ingles mesmo, nem sempre LOndres e a melhor opcao pra todo mundo.

E nao soh por ter muitos Brasileiros e muitos Portugues, mas tambem por ter muito estrangeiro em tudo quanto eh canto, entao mesmo quem jah vem pra cah com Ingles fluente, acaba desaprendendo as vezes, de tanto ouvir gente falando errado! (serio, jah aconteceu comigo… tanto ouvia minha amiga francesa falar uma palavra errado e ninguem dizer nada, que passei a achar que a errada era eu. Ateh o dia que o Aaron me corrigiu e me dei conta que estava “afrancesando” meu vocabulario).

Mas sei lah leh. Entendo porque eh tao atraente. Afinal eh Londres. Uma das cidades mais legais e cosmopolitas do mundo. A cultura, as pessoas, a historia, as viagens…. e claro o visto de estudante que te permite trabalhar 20 horas por semana! (coisa que jah torna o sonho um pouco mais viavel para a grande maioria)

Alem disso, basta querer aprender. Eu fiz intercambio no pior lugar do mundo pra aprender Ingles (Miami), fui a Brasileira/latina mais antipatica da escola (nao falava com ninguem que falasse uma lingua sequer parecida com Portugues ou espanhol) e fiz todas as aulas extras possiveis e imaginaveis (passava tipo 8 horas por dia na escola). Pra mim deu certo. Cheguei lah com um nivel bom, e mesmo morando na casa da minha tia e falando portugues “nas horas vagas” eu voltei uns meses depois totalmente fluente.

Recentemente meu tio Pedro (posso te chamar de primo? Ou sobrinho? hehehe) veio pra ca ra fazer um curso de Ingles em Londres e recebeu as seguintes recomendacoes:

Eurocentres
Embassy CES
Bell Centres

Acho que ele escolheu a Eurocentres, mas nao sei oque esta achando do curso, nem preco, nem visto, nem nada disso.

Ou seja, nao sei como posso ajudar.

Portanto, estou passando a bola pros universitarios!

Voce jah estudou Ingles em algum lugar da Inglaterra, ou Londres? Qual?

Recomenda? Conte um pouco da sua experiencia!

Adriana Miller
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