21
Apr
2014
Kyoto ao vivo!!
Escrito por Adriana Miller

Kyoto é a antiga capital do Japão e uma de suas cidades mais históricas – e por isso mesmo foi essa nossa escolha pra segunda parte da cidade!

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As duas cidades não poderiam ser mais diferentes, mas se complementaram perfeitamente num roteiro basicão no Japão!

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Como sempre, saímos de lá com vontade de ficar mais dias e fazer muitas outras coisas, mas ainda assim conseguimos fazer tanta coisa legal!!!

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Mais uma vez pegamos dias lindos de primavera, o que foi uma surpresa, pois sempre tinha ouvido falar em como essa época do ano era chuvosa no Japão!
Mas resolvemos arriscar assim mesmo pra ver as Sakuras em flor, e valeu demais a pena!!

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Em Kyoto é que realmente vimos a exuberância da primavera no Japão, o que rendeu fotos e momentos incríveis!

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Agora já chegamos na Coreia do Sul, e a viagem ta quase chegando no final…

Mas já já eu volto! :-)

Categorias: Japão, Viagens
1
17
Apr
2014
Tóquio ao vivo!
Escrito por Adriana Miller

Depois de 4 dias intensos em Tokyo, hoje a noite chegamos em Kyoto, então aqui ficam algumas imagens dos nosso primeiros dias nesse lugar incrível!!

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Alguns de vocês vão reparar que essas fotos estão sendo compartilhadas “ao vivo” no Instagram e Facebook do blog (e tão quem ainda não segue, bóra’ê!), mas não podia deixar de registrar parte da viagem por aqui!

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Tóquio esta sendo uma surpresa e tanto… Por um lado, bem menos “futurística” e gigante do que eu imaginava, mas por outro lado, incrivelmente mais agradável, fácil de navegar, e habitada por um povo que dói de tão simpáticos e educados que são!

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Agora ainda temos mais 3 dias em Kyoto antes de seguir viagem para Coreia do Sul, e mal posso esperar acordar logo amanha e continuar a viagem!!

Categorias: Japão, Viagens
6
16
Apr
2014
Hotel Bristol – Varsóvia
Escrito por Adriana Miller

O hotel para a viagem a Varsovia foi escolhido a dedo, e entre as opcoes que tivemos, foi a opcao mais acertada!

Pra comecar que realmete queriamos um lugar especial, e quando comecei a pesquisar, o Bristol ganhou de disparado!

E tem todo o lado ludico tambem ne? Alem de ser um hotel de luxo, ultra confortavel, moderno e de otimo servico, eles sao parte da historia da Polonia e Varsovia, ocupando todo quarteirao da avenida Krakowskie Przedmiescie, a principal da cidade.

O hotel foi inaugurado em 1901, e durante toda decada de 1920, o hotel tambem serviu de Parlamento ao Primeiro Ministro Polones, ja que o Palacio Presidencia eh seu visinho de porta.

Ja durante a decada de 30/40, os Alemaes gostaram tanto da localizacao e arquitetura do hotel que ele serviu como QG para os governadores Sovieticos do distrito de Varsovia, e por isso mesmo foi uma das unicas construcoes na cidade que sobreviveram aos bombardeios e destruicao da Segunda Guerra.

O pos guerra e a era comunista foram duros ate mesmo para o Bristol, que foi abandonado durante anos, depois vendido para a Universidade de Varsovia para usado como armazem, e somente na decada de 90, depois da queda do comunismo eh que o predio voltou a ser um hotel, passando anos em reformas e sendo vendido e revendido a diferentes redes internacionais, ate que em 2013 o hotel foi novamente completamente reformado e redecorado, restaurando a arquitetura original de 1901 e desde entao faz parte da “Luxury Collection” da rede Starwoods.

Nos chegamos numa sexta a noite e fomos direto jantar no restaurante “Marconi”, que pelo nome da a falsa impressao de ser uma restaurante Italiano, mas nao eh, o nome homenagea uma dos arquitetos originais do projeto, o Polones Władysław Marconi e serve uma (Maravilhosa!) comida tipica Polonesa, que eles mantiveram aberto ate mais tarde so pra gente!

(Vale anotar a dica pra quem fora  Varsovia e quiser um restaurante de comida tipica, porem mais elaborado/sofisticado! O Marconi do Bristol eh uma otima opcao!)

Os quartos tambem sao incriveis (e o fato de termos todas ganhado upgrade tambem ajudou!), muito espacosos, com salinha separada, walk in closet e todas as modernidades de bons hoteis!

Eu postei varias fotos dos quartos enquanto estavamos por la, e varias leitoras pediram pra mostrar e falar mais do hotel, que realmente eh sensacional (estava com um grupo de 6 amigas entao aproveitamos bastante o hotel, nos arrumavamos todas juntas no quarto umas das outras etc, foi o maixmo!)!

Mas foram as areas comuns do hotel que impressionaram mesmo: o lobby e cocktail bar Art Deco, o restaurante, o Wine Bar e o Cafe Bristol (todos tambem acessiveis – e valem a pena a visita – para nao hospedes).

Hotel Bristol

Krakowskie Przedmiescie 42/44, Varsovia

 

Categorias: Polonia, Varsóvia, Viagens
2
14
Apr
2014
Varsóvia, Polônia – as dicas rápidas da cidade!
Escrito por Adriana Miller

Não da nem pra fingir que a viagem que fiz com umas amigas semana passada pra Polônia foi muito cultural, porque né? Não foi!

Fomos passar o fim de semana em Varsóvia com 6 amigas e comemorar a despedida de solteira da Tati!

Mas ainda assim conseguimos passear bastante e curtir a cidade, demos muita sorte com o clima e pegamos días incríveis de sol e temperaturas amenas, que sem duvida alguma conseguiram deixar a Polônia ainda mais bonita!

Eu comparei bastante essa viagem com a Cracovia, que foi 100% diferente em tudo! NA época pegamos días frios, escuros e chuvosos, que so aumentaram o tom sombrio e histórico de nossa visita.

Dessa vez, cercada de amigas e com o sol brilhando, vi um outro lado da Polônia: um cultura muito colorida, um povo alegre e fanfarrao, comida deliciosa e vodka… ham-ham (com onomatopeia de hipigarro!), que deixa para lá!

Nossa hospedagem não poderia ter sido melhor, no incrível Hotel Bristol (que eh tao bonito, histórico e incrível que merece um post soh para ele!) e que fica exatamente ao lado do palácio Presidencial (Palac Presydencki), na avenida Krakawskie Prdzedmiescie (que eh a principal da cidade, e que corta Varsovia de ponta a ponta, e tambem conhecida como “Caminho Real”).

Quando andamos 5 minutos para direita, ja demos de cara com a cidade antiga e sua espacosa praca Zamkowy, que o sol colaborou ainda mais para deixa-la fotogénica, com suas casinhas coloridas rodeando a praca e as torres das igrejas ao fundo, contrastando com o tijolo vermelho do Palacio Real que ocupa um lado inteiro da praca.

A verdade eh que a praca Zamkowy eh bem parecida com Cracovia, mas ela eh apenas a entrada para o resto da cidade antiga.

O triste eh saber que essa praca linda e tao cheia de historia eh apenas uma reconstrucao (por mais fidedigna ao original que seja) que reproduz a Varsovia que ali existía por centenas de anos, ate a década de 1930, quando a Polonia (e consequentemente sua capital Varsovia) se encontraram no meio do camino entre Nazistas e Sovieticos, servindo de campo para alguns dos feitos mais crueis e sangrentos da humanidade, e tendo pasado os 30 anos seguintes sendo refens desse sistema.

Mas em Varsovia eu sentí que ese “peso” da historia tem um impacto menor no clima da cidade, e o turista acaba se distraindo com varias outras coisas por la!

Mas continuamos nosso passeio pela cidade antiga nos perdendo por um emaranhados de ruelas medievais (cheias de lojinhas, sorveterias – o sorvete típico da Polonia eh uma delicia, tem um cremoso diferente do que estamos acostumados! – e “milk bars”, os restaurantes/cantinas populares da Polonia, onde a maioria da populacao comia sua única refeicao do dia durante os anos de guerra e opressao.

Muitos desses “milk bars” fecharam as portas com a queda do comunismo, mas agora outros tantos estao re-abrindo, como uma opcao mais “autentica” de comida Polonesa, e outros tantos estao virando barzinhos e restaurante mais alto escalao.

Ate que de repente, chegamos! A praca Starego Miasta, o coracao de Varsovia!

A praca tem aquele ar de conto de fadas que so as cidades do leste europeu ou do interior da Bavaria tem (Praga eh outra cidade que eh bem parecida e tem uma praca central incrivel).

As casinhas coloridas, artistas de ruas, bares e cafes com as mesinhas no sol…

E foi entao que resolvemos dar uma pausa no dia e para um pouco para curtir a cidade – escolhemos um restaurante no lado ensolarado da praca, pedimos uns cafes e uma garrafa de vinho branco no gelo e perdemos completmente a hora vendo a Polonia pasar!

Um tempinho depois seguimos em direcao as muralhas da cidade, que ainda cercam boa parte da cidade antiga, e que ainda possui um dos portoes de entrada originais, delimitando a Varsovia “original”.

Mas quando seguimos a direcao oposta, passando de volta por nosso hotel, voltamos para a grande avenida Krakawskie Prdzedmiescie (conhecida como “Passeio Real”)aquela que corta a cidade quase toda, que mencionei ai em cima), e que eh considerada uma das mais longas ruas da Europa.

Ali eh onde tudo acontece: muitas opcoes de hoteis, restaurante, cafes, supermercados e lojas mil – de lojinhas de artesanato local a lojas de fast fashion internacional e uma loja da mecca Polonesa de Maquiagem “Inglot”!

Mas o caminho real tem outras atracoes tambem, como a Universidade de Varsovia (um predio lindissimo!) e o Centro de Ciencia “Nicolau Copernico” (outro Polones ilustre, pai da astrofisica moderna, que foi o primeiro cientista a colocar o sol como o centro do sistema solar – ate entao a Igreja Catolica considerava a Terra como centro do universo).

E tambem a Igreja de Santa Cruz (entre varias outras – muitas – igrejas), que aliais eh uma coisa que tambem ja tinha reparado na Cracovia, e como os Polacos sao Catolicos fervorosos, e as homenagens a seus ilustres estao por todos os lados, principalmente o finado Papa Joao Paulo II.

A Igreja de Santa Cruz, bem no meio da avenida Krakawskie Prdzedmiescie chama a atencao por ser o “mausoleu” do coracao de Frederico Chopin – outro Polones ilustre que esta homenageado por toda cidade. Apesar do nome Frances (heranca do pai imigrante Frances) e da carreira desenvolvida em Paris no seculo 19, Chopin nasceu e cresceu – e aprendeu a tocar piano e compar musicas – na Polonia, nos arredores de Varsovia.

Ja quase no final da rua Krakawskie Prdzedmiescie esta o parque e o palacio Łazienkowski, uma das principais atracoes de Varsovia, mas que nao chegamos a tempo de ve-lo por dentro… (nao vale a pena tentar andar a avenida toda…. perdemos tempo demais nesse “passeio” e perdemos o palacio!).

Outra atracao que vale a pena visitar em Varsovia eh o Palacio da Ciencia, uma construcao heranca da era Sovietica na Polonia, e um dos “Arranha Céus de Estalin“, construido tambem pelos Russos na decada de 50 seguindo a identidade e arquitetura das “7 irmas” na capital Moscou.

 

- Comida

Bem, nao da pra negar, e se come muito bem na Polonia!

Nao que seja uma comida muito diferente, exotica nem sofisticada, mas eh aquela comida “de casa”, sempre bem feita e bem temperada, sabe?

Como quase todos os paises do centro-norte Europeu, a base de sua culinaria eh a batata e tuberculos em geral, legumes e carnes, principalmente de porco e pato.

O carro chefe da culinaria Polca eh o Pierogi, um misto de risole/pastel com um raviolli gigante. Os recheios e molhos sao variados, podendo ser vegetarianos, de carne de porco, de vitelo, de pato (meus dois preferidos), e podem ser cozidos ou assados.

E outro prato tipico que provei e A-MEI eh a sopa Zurek, servida dentro de um broa de milho!

E as bebidas?!

Bem, todo e qualquer drink feito com vodka “nacional” pode ser considerado uma bebida tipica da Polonia! Os bares e supermercados tem incontaveis prateleiras de opcoes de marcas, intensidade, sabores, filtragens…

De vodka eles entendem!

- Compras

Polonia nao eh exatamente um pais que nos vem a cabeca quando pensamos em “compras na Europa”, mas vale a pena dar uma passadinha nas lojas, pois como eles nao usam Euro ainda (a moeda nacional eh o Zloty), os precos la sao otimos e bem mais baratos que no Oeste Europeu.

Uma marca que vale a pena ficar de olho eh a “Inglot” que eu mencionei acima, uma gigante do mercado de maquiagens profissional e 100% Polonesa, que aos poucos esta ganhando o resto da Europa e do mundo.

Outra dica pra quem gosta de comprar coisas mais “tipicas” em suas viagems (meu caso!) sao as porcelanas Polonesas.

Eu fui apresentada a essas belezuras pela minha sogra que eh uma verdadeira colecionadora e tem pecas incriveis, colecionadas ao longo dos anos participando de feiras de antiguidades e em suas viagens – entao quando vi a variedade de pinturas e estamparias nas lojas da cidade antiga, nao resisti e tambem comecei minha colecao!

- Baladas e gandaia

Bem, deixei o melhor para o final, ne?! Afinal esse foi o principal motivo que nos levou ate Varsovia!

A Polonia, e todo leste Europeu, tem fama de baladeiros (se a fama eh boa ou ruim depende da opiniao) e arrasta multidoes de Britanicos e Europeus em busca de suas festas e baladas, sendo praticamente a sede nao-oficial das despedidas de solteiros(as) da Europa!

Em Varsovia so tinhamos uma noite pra sair de verdade, entao nao pestanejamos e seguimos todas dicas e fomos direto para a regiao da rua Mazowiecka onde os bares e night clubs estao a cada porta.

Praticamente um rua inteira so de aopcoes de baladas e barzinhos, todos animadissimos ate altas horas.

Tinham nos recomendado a Opera, Platinum, Paparazzi ou Enclawa, e acabamos optando pela ultima – onde ficamos ate quase 6 da manha!

 

Categorias: Polonia, Varsóvia, Viagens
7
11
Apr
2014
Ásia 2014: Japão e Coréia do Sul!
Escrito por Adriana Miller

Quem me acompanha nas redes sociais já sabe: amanhã eu, Isabella e Aaron embarcamos para a Ásia, onde passaremos uns 12 dias entre o Japão e a Coreia do Sul!

Principalmente o Japão sempre foi um desses países que volta e meia alguém me perguntava : Porque vocês nunca foram ao Japão? Não tem vontade de conhecer o Japão?!

Nossa, e como!

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Sempre, sempre esteve no topo da minha lista, e acho que já planejei essa viagem umas 5 vezes… mas na hora H sempre acontecia alguma coisa e mudávamos de ideia… seja um outro destino que na época nos pareceu mais interessante, seja o limite no orçamento ou nos dias de ferias, ou a época do ano, ou um terremoto, ou qualquer outra coisa…

E nas outras viagens que fizemos pela Ásia (como aqui, ou aqui, ou aqui), nunca achamos que cabia o Japão… sempre achei que essa deveria ser uma viagem dedicada a esse lugar incrível!

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Então quando comecei a sonhar com a listinha de viagens de 2014, dei uma conferida no meu extrato de milhagem e tcharam! Voos disponíveis para o Japão e Coreia do Sul!! Começamos a analisar dias de ferias, tempo disponível, isso e aquilo, mas decidimos que não dava para deixar passar! Ja tínhamos adiado essa viagem vezes demais e tanto Tokyo quanto Seoul sempre foram lugares que nos dois queríamos muito conhecer!

Mas confesso que me senti perdida, como ha muito tempo não ficava, então usei as mídias sociais e a ajuda dos universitários no Fórum do blog, no Facebook e na Instagram para pedir dicas, sugestões de roteiros e recomendações em geral dos leitores e amigos que ja conhecem o país ou que moram por lá.

Foi ótimo (muito obrigada pelas dicas!), e ajudou demais a definir nosso roteiro!

A principal dificuldade, na verdade, era aquele clássico problema dos viajantes: pouco tempo e muita coisa para ver. E ai somamos uma bebê de 1 ano e 3 meses e pronto, elevou nossas duvidas a níveis estratosféricos.

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Mas tive que aceitar que por mais que seria otEmo poder passar uns 3 meses explorando cada cantinho do Japão, e que sempre tem aqueles “mas vocês não foram no vilarejo X apenas 17 horas da cidade X que eh super autentico e imperdível?!”. Bem, paciência. Aceitamos que a viagem seria limitada, não conheceríamos tudo que queríamos, mas que mesmo assim valeria a pena!

Deixaremos algumas outras cidades e regiões na lista para quando um dia voltarmos, e certas experiências provavelmente não serão realizadas (como nos hospedar em um Ryocan – as pensões típicas do Japão, onde se dorme em tatames – ou a cerimonia do chá) porque agora somos 3 viajantes e não só dois, então todo mundo tem que ser levado em consideração!

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E por causa da Isabella, o tempo limitado, o fuso horário, etc, etc não queríamos ficar pingando de canto em canto, tentando conhecer tudo e mais um pouco e voltando para casa exaustos – então limitamos nosso roteiro a apenas Tokio e Kyoto no Japão, e Seoul na Coreia.

Assim teremos varias noites seguidas na mesma cidade e no mesmo hotel, poderemos curtir as coisas com calma e evitar possíveis perrengues ou complicações.

Nem precisa dizer o quanto estamos animados para essa viagem né?!

Não sei como vai ser a situação de acesso a internet por lá, mas fiquem de olho nas redes sociais do blog (Instagram, Twitter e Facebook) onde postarei o dia a dia da viagem. E prometo que volto com muitos posts!

 

P.S. Mas fiquem de olho no blog pois já deixei alguns posts programados: o relato e dicas da mina viagem para Polônia com um grupo de amigas e mais algumas outras dicas de Londres!

 

 

 

Categorias: Coreia do Sul, Japão, Viagens
9
09
Apr
2014
Esqui e Aprés Ski – fazendo a mala dentro e fora das pistas
Escrito por Adriana Miller

Apesar de já ter falado sobre o que usar e como se vestir para esquiar aqui nesse post, sempre é bom relembrar. E depois das viagens de esqui que fiz esse inverno muitas meninas me pediram dicas sobre o que levar na mala para usar dentro e fora das pistas.

 - Roupas para esquiar ou fazer snowboard:

Não vou reinventar a roda, e esse meu post está bem completo – mas fiz uma check list com tudo que considero indispensável ter a mão para conseguir esquiar confortavelmente.

- Botas de esqui ou snowboard, que provavelmente serão alugadas, então na própria loja te dará tamanhos variados de acordo com o tamanho do seu pé, a grossura da sua meia e seu nível de esqui (já que a bota esta diretamente ajustada aos esquís propriamente ditos).

- Calca e casaco de material impermeável e corta vento: Tanto a calca quanto o casaco serão leves, permitindo liberdade de movimentos e te protegendo da neve/agua e vento lá em cima na montanha (as jaquetas e calcas de esquí não são necessariamente quentes, o importante mesmo eh a proteção anti agua mesmo)

- Roupas térmicas de base: meias, de preferência bem grossas e de cano alto, para proteger seus pés e canelas da bota (a mais desconfortável que você vai vestir na vida!), ceroulas ou leggings (de material próprio ara esquentar suas pernas, mas ao mesmo tempo nao reter umidade na pele); camisetas (regatas e de manga comprida) que sejam próprias para esportes e que nao retenham suor (nada pior do que a sensação de que você esta suando e molhada por baixo daqueles casacos todos), e por fim eu gosto de usar um colete de fleece, pois esquente meu tronco, mas sem limitar os movimentos do braço.

- Acessórios: luvas grossas e impermeáveis (para proteger a pele de sua mão na neve (neve “rala” que é uma beleza!) e que não fiquem molhadas), gorro ou tapa orelhas, cachecol ou protetor de pescoço (gosto daquelas “golas” de fleece, que não correm o risco de desenrolar no meio da pista (pode ate ser perigoso!) e sao quentinhas mas nao ficam “molhadas” a medida que seu pescoço for suando); óculos de sol ou óculos de esquí (o óculos de esquí eh bom para proteger os olhos e rosto quando chove ou esta nevando e ventando muito, mas a verdade eh que prefiro e “enxergo” melhor usando oculos de sol mesmo. Mas quando uso oculos de sol, sempre uso mina faixa “tapa orelha” poise la deixa as hastes do oculos bem presas atrás da orelha, para nao correr o risco de perder os oculos!). E por fim, um capacete (principalmente se voce ja eh mais avançado/corajoso ou se a condição da neve nao estiver muito boa).

A principal dica é realmente ficar de olho nos materiais da roupa e do equipamento que voce vai usar.

Por um lado o clima é frio, você vai pegar bastante vento no alto da montanha, e de uma hora para outra o tempo pode virar completamente de sol-para chuva-para neve e uma incontável variação de combinações de clima, te deixando de morrendo de calor no sol (nao esqueça que voce estará fazendo atividade física intensa o tempo todo, entao vai sentir bastante calor “por dentro” da roupa sim!), para congelado e ensopado (de neve ou chuva) em questões de segundos!

Quando estava em Bardonecchia esse ano eu postei uma foto no Instagram com tudo que estava levando comigo pras montanhas, e muita gente se assustou com a quantidade de cacarecos, e se eu ia esquiar de bolsa ou mochila.

A pesar de que mochilas sao uma opcao (para quem ja leva mais jeito nas pistas (que nao eh meu caso!), as roupas de esquí sao lotadas de bolsos e compartimentos secretos, justamente para isso – afinal voce vai ficar o dia todo por la, fazendo mil atividades e tem que estar preparado para imprevistos tambem.

Entao geralmente as calcas tem pelo menos 2 ou 4 bolsos, as jaquetas 4 ou 6 (quanto mais profissa a jaqueta, mais esconderijos elas tem!), e fora os acessorios, como gorro, coletes etc, entao eh soh ir espalhando suas coisas pelos bolsos sem preocupacao!

ATENÇÃO:  Essa lista de roupas/materiais vale tanto para mulheres, quanto para homens!

- O que vestir fora das pistas de esquí (para jantar, apres ski, etc).

Bem, o principal a ressaltar aquí eh que por mais que voce va para um resort super badalado nos Alpes, o clima eh sempre muito informal – a maioria das festas e apres ski começam direto nas pistas, e raramente as pessoas voltam pro hotel/casa para se arrumar e emperequetar antes de sair de novo.

Entao o “look” mais comum incluem calcas de esquí/snowboarding, botas de esquí (mas quase todo mundo leva uma outro par de “bota de neve”, porque as botas de esquí realmente sao muuuuuito desconfortáveis!), e tudo meio colorido/esportista…

Mas eh importante ter uma boa opcao de calcado que possa ser usado com sua roupa de esquí justamente quando voce nao estiver esquiando – pode ser simplesmente uma bota bem quentinha de solado anti-derrapante, ou aqueles sapatos/botas de trilha, por exemplo. Porque mesmo se seu hotel for ski-in/ski-out, ainda assim voce vai querer ter uma opcao confortável para usar no fim do dia.

E nas situacoes onde voce vai apenas passear pela estacao/cidade, ou voltou pro hotel antes de sair para jantar por exemplo, ou ate mesmo para quem quiser uma balada mais animada, tudo eh muito, muito informal – entao podem deixar as plumas e paetes e salto alto em casa.

Nos pés é importantíssimo sempre ter uma bota que além de quente, seja confortável e anti derrapante, pois quase todas as ruas/calcadas e caminhos por onde você vai passar estarão cobertos de neve e gelo.

E de preferência botas/sapatos de marcas e materiais que sejam proprios para ese tipo de clima e situação, pois a neve (na verdade o químico que colocam na neve para ela derreter e não virar gelo) tem um efeito destruidor em couros e sapatos mais delicados (tipo camurça, couro sem tratamento, etc).

E de resto calcas compridas (que podem ser jeans, ou sarja, ou camurca, couro, ou qual material voce prefira), blusas e pullovers quentinhos, um bom casacão (que pode ser um sobretudo mais pesadao, uma jaqueta de couro, um trench coat, ou a sua propia jaqueta de ski, se voce nao quiser carregar muita coisa na mala), e claro, acessorios (luvas, corros, cachecol).

Me pediram para usar as fotos que postei em Chamonix como exemplo – pois consegui ficar arrumadinha pras fotos (#quemnunca) mas sem passar frio!

Foi apenas uma questão de usar os materiais certos e as camadas certas!

Então nesses días em Chamonix eu estava usando (de “dentro” para fora da roupa):

*Minha meia de esquí (super grossa de lã merino e ate acima dos joelhos)

*Calca jeans (eu pessoalmente não gosto de usar meia calca por baixo de jeans – acho que o mínimo de proteção e “aquecimento” que eles vão oferecer nao compensa o nivel de desconforto, mas eh uma opcao bem pessoal. Eu O-deio, mas tem gente que nao sai de casa sem!)

*Minha bota inseparável da Ugg (acho ate que vou comprar outras cores, pois essa bota realmente é imbatível pro frio! Mas também tenho algumas botas da Timberland que sao otimas!)

(Na parte de cima do corpo)

*Regata de algodão

*Blusa térmica (manga comprida e gola alta)

*Pullover de lã de gola alta

*Colete de fleece (o mesmo que mencionei acima que gosto de usar para esquiar. Eh uma ótima dica para dar uma esquentada no corpo mas sem ficar com a roupa muito amontoada)

*Sobretudo de la (esse sobretudo é super grosso e pesado, com um forro potente, mas o corte eh impecável, então não parece ser tão grandão quanto é!)

*Gorro (usei esse de pelinho pois quería ficar com a cabeça e orelhas quentes, mas não consigo usar gorros de lã por muito tempo seguido – me dão uma coceira pinicada horrível na testa!)

*Luvas (hoje em dia nao consigo mais usar luvas que nao tenho ponteira de dedo de touch screen para usar meu celular e a câmera fotográfica sem ter que tirar as luvas!)

Ou seja, no total eu estava usando 5 camadas de roupa, mas sem ficar parecendo um bonecão do posto! :-)

E o melhor é que a medida que entravamos em lojas ou restaurantes, eu ia tirando as camadas pouco a pouco, de acordo com a temperatura e aquecimento de cada lugar, para nunca ficar desconfortável!

Já em Bardonecchia, na Itália ha umas semanas atrás, apesar da neve e temperaturas abaixo de zero a noite, durante o dia nos resorts o sol estava bem forte, levando as temperaturas na casa dos 10/15 graus, então já não precisamos de tantas camadas e materiais grossos.

Então foi bem mais fácil de planejar o que vestir foras das pistas, usando roupas mais “normais”:

*Blusa térmica de manga comprida

*Pullover de cashmere

*Jaqueta de couro

*Cachecol

*Calça jeans

*Bota (não dá pra ver na foto, mas estava usando minha bota da Timberland, sem forro, mas de ótimo couro e solado de borracha)

 

Categorias: Bardonecchia, Chamonix, Dicas (Praticas!) de Viagem, Fazendo as Malas, Viagens
4
08
Apr
2014
Bardonecchia – fora das pistas!
Escrito por Adriana Miller

Apesar de ter a-do-ra-do o esqui em Bardonecchia, a verdade é que as pistas foram apenas um pretexto que nos levou até lá, e a cidade tem muito mais a oferecer além da neve.

Pra começar que por ser na Itália, comemos e bebemos muitíssimo bem, e por não ser uma estação de esqui ultra-mega turística, os preços eram ótimos, o que não da pra negar que ajudou bastante o nosso clima de “vamos experimentar de tudo” pela cidade e pistas!

- Hospedagem:

Como cometei no post anterior, nossa melhor aposta do fim de semana foi o Hotel Rive, onde nos hospedamos. O serviço foi surpreendentemente ótimo, o que sempre vale a recomendação (fizemos a reserva pelo Booking.com, mas de ultima hora duas meninas não puderam ir, e outra teve que mudar a passagem, e íamos acabar pagando por quartos a mais, mas quando explicamos a situação para a gerente do hotel, na mesma hora ela se ofereceu pra ajudar, e ligar pro Booking para pedir um cancelamento sem custo, e nos mudou para 1 quarto maior onde cabíamos todas juntas. E no dia seguinte quando outra amiga chegou, ela nos deu outro quarto de novo, mas so cobrou pela ocupação única!).

Mas o principal ponto a favor do Hotel Rive é a localização imbatível no centrão de Campo Smith, a principal area de ski de Bardonecchia.

O hotel é ski-in ski-out (então você pode entrar e sair já esquiando, sem ter que carregar seu equipamento), tem armazém de botas e skis com secadores/aquecedores, além de ofereces descontos na muitas lojinhas e cursos de esqui do complexo.

No subsolo eles também tem um spa completíssimo, que apesar de não fazer parte do hotel, os hospedes tem acesso livre e desconto nos tratamentos.

 - Apres Ski, bares e baladas:

Não da pra negar que a melhor parte de qualquer viagem pras montanhas é o “apres ski” (nome Francês para os “happy hour” que acontecem nas pistas e bares espalhados nas estações de esqui), então esse foi um dos requisitos decisivos na escolha de nosso destino.

Apesar de que Bardonecchia é super fora do circuito fashionable das estações dos Alpes, a cidade tem um perfil bem interessante, pois atrai muita gente jovem da região de Turim e Milão, que sobem as montanhas nos fins de semana para esquiar e badalar.

Então isso significa que os fins de semana bombam por lá, com vários eventos e festas as sextas e sábados.

O destino mais falado da cidade eh o “Cipo’s”, um barzinho tipo chalé bem na base do teleférico de Campo Smith (e exatamente em frente ao nosso hotel! A gente tropeçava e já estava no Cipo’s!).

Durante o dia eles estão sempre movimentados, pois muita gente aproveita pra para por lá pra almoçar/lanchar/tomar café entre a descida da pista e a (re)subida no teleférico.

E eles também tem aquelas cadeirinhas “de praia” do lado de fora, bem de frente pra descida da pista, e é uma delicia pegar um solzinho no meio da neve!

Almoçamos lá todos os dias! O raviolli da casa e as bruschetas são incríveis!

Já a noite, a impressão que tivemos é que a cidade toda estava lá! Sexta feira rolou um showzinho de rock bem animado ate altas horas (a verdade é que nós só aguentamos até umas 2 da manhã, mas ainda tinha gente chegando quando fomos embora!).

No sábado a noite o Cipo’s também estava lotado e a musica animada, e quanto deu lá pra umas 2 da manha, todo mundo começou a migrar em direção ao “I Due Merli”, a balada de Bardinecchia, exatamente em frente ao Cipo’s (e no mesmo prédio/complexo que o nosso hotel!).

Dançamos muuuuuito, DJ arrasando nos hits/ pop/brega (hahahah)! Fomos praticamente as ultimas a ir embora, quase 5 da manha e ainda rolou uma galera tentando nos recrutar pra um after party, mas como no dia seguinte tínhamos mais esqui pra enfrentar, voltamos pro hotel mesmo!

Na pista Mezelet, eles também tem um bar/apres ski equivalente, o “Waikiki”, mas que só fomos durante o dia, então não sei o quão animado fica a noite.

Mas almoçamos lá um dia e eles fazem um “Tartiflete” de cair dura de tão bom!

- Restaurantes:

Impossível ir pra qualquer cidade na Itália e não comer bem, neh?!

Bardonecchia fica na região do Piedmonte no norte da Itália, então a culinária era bem especifica, com muitas opcoes típicas (o prato “regional” mais conhecido é a polenta, tanto com molho “ragú” (bolonhesa) quanto com queijo derretido – ambos incríveis!).

Durante o dia sempre acabamos comendo na saída das pistas mesmo (Cipo’s em Campo Smith, e Waikiki em Mezelet), mas a noite aproveitamos pra conhecer outros restaurantes da cidade.

O “Laghetto” fica bem pertinho do Hotel Rive, com uma comida bem típica Italiana, num estilo bem família (= porcões gigantes de comida muito boa!), com um preço inacreditável (tipo 5€ por um prato de massa que serve duas pessoas!), então não tivemos problemas em recuperar as calorias gastas esquiando!

Outra opção é o “I Cusini”, eleito pelo Tripadvisor não só o melhor de Bardonecchia, mas também um dos melhores da região Piedmontese, então não queríamos deixar de provar!

Ele fica mais afastado do hotel, bem no centrinho de Bardonecchia (perto da estação de trem e do comércio), mas como não queríamos ter que dirigir ate la, fomos andando mesmo e foi super fácil (e ate que bem rápido apesar da neve que nos pegou pelo caminho!).

Outra opção que deve ser o máximo eh jantar no “Chesal 1805″, que fica bem no alto da pista Mezelet!

Nos so paramos por la pra um cafezinho rapido entre as pistas, mas o lugar eh incrivel e tem uma vista lindissima!

E quando estavamos la eu reparei que eles tem varios “pacotes” para jantar la em cima, que incluiu subir a montanha num snowmobile com lanternas e ate mesmo esquiar no escuro na descida (para os mais coreajosos e profissas!).

Entao acho que seria uma otima opcao pra quem quiser fazer alguma coisa diferente e mais romantica/especial!

- Lojas e compras:

Nessa area Bardonecchia fica devendo aos outros grandes resorts Europeus!

Apesar de que no complexo de Campo Smith onde ficamos hospedadas tinha de tudo um pouco, eles nao tinha lojinhas, farmacias e essas cosias que volta e meia podemos precisar.

Entao se voce nao tem sua propria roupa de esqui, tambem nao tem onde comprar nada la na hora (algumas lojinhas de aluguel de esqui vendiam uns acessorios, mas nada muito completo).

A unica opcao de comercio na cidade fica no centro de Bardonecchia, perto da estacao de trem.

La fica a rua principal da cidade, onde eh possivel achar farmacias, lojas de roupas de esqui e “normais”, supermercado etc – mas todas me pareciam bem pequenas (nada parecido com o festere consumista que eh Chamonix ou Kitzbhuel, por exemplo), e como so fomos pra la ja a noite, ja estava tudo fechado…

 

Categorias: Bardonecchia, Italia, Viagens, Viagens pela Italia
0
07
Apr
2014
Bardonecchia – Esqui na Italia
Escrito por Adriana Miller

Desde que eu fui esquiar pela primeira vez ha uns anos atras, eu fiquei totalmente viciada – nao so porque o esporte eh o maximo, mas porque eh uma viagem deliciosa de se fazer!

Os resorts/cidades sempre tem um clima delicioso, paisagens lindas, e uma otima energia, que mistura aquela coisa boa de muita gente se exercitanto, respirando ar puro das montanhas e de quebra comendo e bebendo muito bem e se divertindo demais. Nao tem erro!

Entao no final do ano passado quando um amiga ficou noiva e me pediu pra ajudar a organizar sua despedida de solteira, na mesma hora pensamos: porque nao juntamos um grupo de amigas e vamos esquiar todas juntas?!

A decisao foi unanime! Independente do seu nivel de esqui e aptidao atletica, as estacoes de esqui sempre agradam a todos os gostos e sempre sao uma diversao garantida!

Na Europa as opcoes de estacoes de esqui sao enormes, mas queriamos algum lugar que fosse facilmente acessivel (sem transfers complicados nem horas de trens e baldeacoes mil, ja que o tempo era limitado e o grupo viajaria em horarios diferentes), que fosse bem democratica aos diferentes niveis de esqui do grupo (algumas meninas esquiavam SUPER bem, enquanto outras eram mais iniciantes/intermediarias, e outra que nunca tinha esquiado na vida), que oferecesse um boa qualidade de neve mesmo ja no final da temporada (ja que fomos em Marco), que nao fosse muito caro (sempre um problemao nesse tipo de viagem), e principalmente, que fosse um lugar muito animado fora das pistas de esqui!

Resultado: Bardonecchia, na regiao de Piedmonte no Noroeste da Italia (fronteira com a Franca)!

- Transfer

A facilidade de acesso de Bardonecchia foi um dos fatores decisivos na viagem!

O resort esta a cerca de 1 hora do aeroporto de Turin, sendo facilmente acessivel por transfers, trem ou carro.

A partir de Londres, eh possivel chegar a Torino com voos diretos com a British Airways, Ryanair e Air Italia.

Chegando em Torino, a opcao mais barata para chegar ate Bardonecchia sem duvidas eh o trem, com passagens que custam 7€ a partir da estacao “Torino Porta Nuova” diretamente ate a estacao central de Bardonecchia! (a viagem demora cerca de 1 hora a 1 hora e meia, dependendo do trem).

Essa foi nossa opcao na ida, mas confesso que nos enrolamos demais pra chagr na estacao de trem, entao acabamos demorando demais! Mas ainda assim, foi facil e rapido, e a viagem muito agradavel, cruzando as montanhas no norte da Italia!

Na volta, como o grupo estava mais completo, resolvemos alugar um carro (reservamos pela internet, e uma das meninas que chegou depois recolheu o carro na locadora no aeroporto e foi dirigindo, entao o carro ja estava la na hora da volta), e foi incrivelmente facil!

Porta a porta demoramos menos de 1 hora, e a estrada sempre excelente!

- Pistas/Bairros

Bardonecchia tem um centrinho da cidade, bem do lado da estacao de trem e o posto de informacao turistica, mas para quem vai pra la esquiar, o que vale a pena mesmo eh escolher uma das pistas e se acomodar por la!

No total sao 4 “regioes” e pistas de esqui:

Jafferau eh a montanha mais alta, onde se cruza a fronteira com a Franca e que sediou parte das Olimpiadas de inverno de 2006 – e portanto tambem eh onde estao as pistas mais altas e mais dificeis.

Campo Smith foi a nossa escolha!

Por ali a hospedagem eh abundante, e tudo eh muito facil e acessivel – a “aterrisagem” das pistas de esqui me lembraram um pouco a “praia” de A-Basin no Colorado, com aquela expansao enorme de gelo e neve, onde tudo acontece, mas com mais infraestrutura: hoteis, spas, aulas de ski, restaurantes, bares, lojinhas, cafes, etc.

O carro acabou ficando na garagem o tempo todo e faziamos tudo a pe (e quase tudo de esquis nos pes tambem!).

Esquiar nao eh uma coisa facil (nao so pelo esporte em si, mas principalmente por causa de toda logistica envolvida!), entao eh imprencidivel que tudo ao seu redor seja o mais simples e agradavel possivel, e nisso Campo Smith foi absolutamente perfeito!!

(o principal motivo por termos optado por nao esquiar em Chamonix umas semanas atras - e nao ter gostado muito da cidade como um todo, como comentei aqui).

A estacao Colomion-Les Arnauds nao chegamos a conhecer, mas fomos um dia a Melezet e tambem gostamos bastante!

As pistas em Melezet sao mais altas que Campo Smith, mas nao muito mais dificeis, entao eh otima para principiantes, que querem ter uma experiencia mais “la em cima”, com aquela vista incrivel e tals, mas sem se arriscar nas pistas mais dificeis.

Aliais, isso vale a pena mencionar sobre Bardonecchia: apesar da cidade ter sediado parte das Olimpiadas de inverno de 2006 e ter boas opcoes de pistas “dificeis” para esquiadores e snowboarders mais profissionais, o resort, como um todo, eh super facil, tendo mais de 50% de suas pistas no nivel iniciante ou intermediario facil, com pistas beeeeem largas (nada pior que achar que voce nao vai conseguir virar os esquis a tempo de cair precipicio abaixo ou de cara nas arvores!) e com inclinacoes intercaladas (mentira: pior doque achar que voce vai se estabacar nas arvores, so mesmo o medo de altura e nao conseguir enxergar o que esta “embaixo” da pista!).

Entao foi um otimo resort pra me aventurar mais nas pistas e manobras, optando por slopes mais longos e mais altos, mas com a seguranca de que nao ia me apavorar pelo meio do caminho, e achei isso importantissimo (o principal impecilho pra quem esta aprendendo a esquiar eh esse medo do combo velocidade-altura-quedas!).

- Hospedagem

Nos ficamos hospedadas no Hotel Rive, que faz parte do complexo olimpico de Campo Smith (quem sem duvidas eh o “coracao” de Bardonecchia!), com hospedagem simples, porem muito completa e confortavel – e o principal: ski in, ski out, que significa que estavamos na cara da pista de esqui e podiamos entrar e sair do hotel ja de botas e esquis nos pes (ter que carregar os esquis e bastoes e ao mesmo tempo andar com aquela bota horrivel eh uma tortura!! Entao hoteis que oferecem acesso direto as pistas e telefericos sempre sao uma otima!).

O cafe da manha era completissimo, o hotel nos dava desconto em varios outros estebelecimentos do complexo (desconto no alguel de equipamento, desconto nas aulas de esqui, desconto no spa, etc), os quartos espacosos e confortaveis e os funcionarios super simpaticos, sempre dando altas dicas!

- Aulas e quipamento

Nos aproveitamos que estavamos por la mesmo e tiramos vantagem da facilidade da localizacao e dos descontos do hotel e nem pensamos muito: marcamos nossas aulas na “Spazio Neve” (com a instrutora Clara, uma coroa enxuterrima super engracada e simpatica!) e alugamos nossas botas/esquis no lojinha exatamente na porta ao lado (que tambem dava desconto de 15% a hospedes do Hotel Rive).

Como estavamos com um grupo grande e quase todas queriamos fazer aula, reservamos uma aula particular, que acabou saindo mais barata do que participar em grupo. A nossa instrutora, Clara era o maximo, e acabamos passando horas com ela na montanha no primeiro dia, e ainda pegamos mais umas horas de aula no dia seguinte!

Apesar de sermos um grupo com niveis bem diferentes de esqui, ela ia dando “aulas” e dicas e tecnicas especialmente para as necessidades de cada uma, melhorando a tecnica das meninas que ja esquiavam bem, e ao mesmo tempo ensinando e corrigindo as mais iniciantes/intermediarias. Valeu demais a pena!

 

Categorias: Bardonecchia, Italia, Viagens, Viagens pela Italia
12
03
Apr
2014
Kusmi Tea – para os fãns de chá!
Escrito por Adriana Miller

Eu nunca pensei que ia escrever um post sobre chás, mas quem já lê o blog a bastante tempo, sabe que eu adoro um chá, todos os seus rituais e cerimonias ao redor do mundo e estou sempre a procura de novos sabores e misturas.

E para os fans de chá como eu, o Kusmi Tea é um ícone!

A marca (e tradição) é Russa, mas eles se relocaram para Franca durante a revolução Russa e se estabeleceram como produtores de chás finos e com blends raros (principalmente para a época).

Hoje em dia, eles são famosos principalmente por causa de suas embalagens foférrimas (sonho: um cozinha toda branca com uma prateleira inteira decorada com as latas dos chás Kusmi!) e seus sabores “diferentes”.

Os chás Kusmi estão a venda no mundo todo, sempre em lojas especializadas ou delicatessen (em Londres é possivel encontra-los no food hall da Harrods, por exemplo), mas em Paris faço a festa!

Só em Paris são 13 lojas/pontos de venda, mas uma que vale a pena a visita fica na Avenue de L’Opera (que também já falei sobre aqui nesse post), pois além de vender todos os tipos de chás, eles ainda tem um cofee shop lá dentro, então antes de decidir qual sabor você quer comprar, você pode escolher qualquer sabor pra tomar na hora e levar pra ir tomando pela rua (3€ por um copão de quase 500ml!!), e de quebra ainda comer uns croissants ou bolinhos madeleine de lá mesmo (ou dar uma passadinha na Pierre Herme para comer macaroons, que foi minha escolha!).

E foi assim que descobri um dos novos sabores desenvolvidos: “Boost“, a base de chá verde, mas com aroma de laranja e especiarias (cravo, canela, e afins), que fiquei viciada, e além de passar lá todos os dias pra tomar meu chazinho de manha e de tarde (antes de depois do trabalho!), e também comprei o “Kashmir Tchai” (meu “sabor” preferido de chá é sempre o Chai!), e o “Detox” (uma das marcas registradas do Kusmi) que eh super refrescante (quente ou gelado).

Kusmi Tea

Avenue de L’Opera, 33 – Paris

 

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11
02
Apr
2014
Paris: La Maison de la Truffe
Escrito por Adriana Miller

Outro restaurante imperdível em Paris é o “Maison de la Truffe”, que como o nome denuncia, se especializa em pratos “enriquecidos” com trufas!

São dois endereços em Paris, mas o original e histórico fica numa portinha escondida na praça da igreja Madelleine.

O menu é bem eclético, com muitas opcoes de massas, carnes, peixes e saladas, mas todos tem 3 opcoes a escolher: “normal” (sem trufa), com trufas brancas ou trufas negras.

Uma das meninas do escritório que estava comigo nunca tinha comido trufas, e foi difícil explicar o efeito que elas tem na comida: seria como explicar “o que eh alho?” – você ate pode explicar o que de fato é um alho, mas é difícil explicar o efeito aromático, no sabor e no tempero das comidas que eles tem!

P.S. Trufas sao fungos “subterraneos”, encontrados enterrados no solo e sao rarissimas, geralmente provenientes do norte da Italia ou sudeste da França. A colheita é feita atravez de caes ou porcos de olfato treinados, e sao encontradas a cerca de 20 a 40 centimetros da superficie. O aroma e sabor das trufas são super potentes, e basta um pouquinho pra ja transformar um prato, e isso somado a sua raridade e dificuldade de cultivo, faz com que as trufas (tanto as brancas quanto as negras) sejam comodities culinarias rarissimas, e geralmente sao ingredientes caríssimos.

Mas realmente é incrível como qualquer prato se transforma com umas (poucas) lascas de trufas por cima, ou com um pouco de azeite ou manteiga trufado… o tempero e aroma fica incrível!!

E é justamente esse um dos principais atrativos da Maison de la Truffe em Paris: mesmo que não puder almoçar/jantar por la, pode passar na lojinha e fazer um estoque de produtos! (ótima opção de lembrancinhas e presentes de Paris! E eles também estão a venda no free shop do aeroporto Roissy Charles de Gaulle, com um (pequeno) desconto).

La Maison de la Truffe

19 Place de la Madeleine, Paris

+33 1 42 65 53 22

 

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