14
Dec
2011
T.V. Everywhere: Salzburgo & Munique!
Escrito por Adriana Miller

Esse é o video que fizemos na nossa viagem a Salazburgo e Munique quando fomos nos mercados de Natal.

A musica é “Rock me Amadeus” do cantor Austríaco Falco, que foi hit em 1985!

Essa é a versão original, em Alemão, e conta a historia de Wolfgang Amadeus Mozart – oque achei muito propicio para essa viagem…

O video foi editado usando iMovie, e usamos as cameras Sony DSC-HX5 e Sony HDR-CX115E.

 

Categorias: Alemanha, Austria, Munique, Salzburgo, T.V. EveryWhere
24
14
Dec
2011
München Christkindlmärkte: O mercado de natal de Munique
Escrito por Adriana Miller

Depois de passar algumas horas de nossa tarde na Hofbrauhaus, fizemos uma ultima parada em Munique: O mercado de natal!

Apesar de ter absolutamente adorado o mercado de natal de Salzburgo, ninguem nesse mundo sabe fazer feiras e mercados de natal como os Alemaes!

E na Bavaria entao, o clima de festas parece ser sempre permanente!

Nao sei explicar o porque, mas acho que apesar da “feira” em si não ser tão natalina e “focada” como os mercados Austríacos (em relação a enfeites e tal), os Alemães sabem criar o cenário perfeito, e da pra ver o quanto eles levam isso a serio, e nada é considerado decorado ou iluminado demais!

Talvez seja por serem mais populares (tanto com locais quanto com turistas) oque cria uma sensação maior de “calor humano”. Talvez sejam os corredores mais apertados. Mas acho que é mesmo a decoração.

Na Alemanha nao basta apenas levantar uma barraca e colocar meia dúzia de enfeites. Eles sao temáticos, sao exagerados, usam presépios, “vilas” do Polo Norte, trenzinhos e boneco que se mexem… as barraquinhas de Gluhwein entao, deixariam muito set de filme holywoodiano no chinelo!

E em Munique em particular, o cenário ajuda, né?

O mercado de natal fica espalhado por todo centro da cidade, mas tem seu foco principal nos arredores da praca Marienplatz, no mesmo local onde o mercado começou no seculo 14!

E as comidas?

Pra começar que eu acho que estou desenvolvendo um serio vicio em Gluhwein… ou talvez seja um vicio em guardar as canequinhas coloridas e diferentes de todos os marcados que ja fomos ao londo dos anos!

Apesar de nao comer muitas das “iguarias” da culinária Alemã, adoro os biscoitos de gingerbread, as frutas cobertas em chocolate ou caramelo!

Nao foi uma parada planejada, mas adorei conhecer o mercado de Munique, que entrou facinho no meu top 5 mercados na Europa! (ainda bem que ainda faltam muitos pra conhecer!)

E claro, oque seria um mercado de natal sem uns enfeites neh?

 

Entao comprei um bem bonitinho de Munique, que eh uma mala de viagem…. mas ai o Aaron avistou numa das barraquinhas o enfeite mais absurdamente maravilhoso da minha colecao (que pena que a materia da revista ja esta publicada!)!

Um mini Castelo de Neuschwanstein, que nao fomos dessa vez, mas visitamos em nossa viagem a Munique em 2006!

Ainda bem que ano que vem tem mais!

 

Categorias: Alemanha, Mercados de Natal, Munique, Natal, Viagens
19
13
Dec
2011
Munique: München Hofbrauhaus
Escrito por Adriana Miller

Na volta de Salzburgo, ja que nosso voo saia do aeroporto de Munique, resolvemos voltar umas horas mais cedo e aproveitar um pouquinho a cidade.

Foi uma passagem super corrida, ja que nos dois ja estivemos na cidade em outra ocasiao (na verdade o Aaron “morou” em Munique durante quase um mes na epoca do copa do mundo de 2006).

Entao sabiamos que com o tempo contado na cidade, a primeira parada nao poderia ter sido outra: Hofbrauhaus!!

A cervejaria que eh sinonimo de Munique ao redor do mundo, eh uma daquelas cosias super-ultra imperdiveis na cidade, mesmo que voce (como eu) nao beba nem uma gota de cerveja!

Ali dentro esta resumido todo e qualquer estereotipo Bavario, e seja qual for a epoca do ano, e programacao eh sempre a mesma e sempre imperdivel: cervejas aos baldes, e as respectivas garconetes carregando 10 delas ao mesmo tempo, a banda de folk Bavario, a comida excelente e o clima permanente de festa.

Eu nunca fui a Oktoberfest, mas imagino que seja exatamente assim. E na minha cabeca na Hofbrauhaus eh Oktoberfest o ano todo!

Procure uma mesa com lugares vagos e comece sua secao de alterocopismo!

Todas as mesas sao compartilhadas entre os muitos turistas e locais que frequentam a cervejaria e o servico eh incrivelmente rapido!

Ha uns meses atras quando minha irma estava planejando sua viagem pela Europa, ela e as amigas estavam na duvida se iriam pra Praga ou Munique. Ambas as cidades sao lindas, nao me levem a mal, mas pro espeiro de mochilao de amigas que elas estavam, de primeira recomendei Munique!

E realmente elas aprovaram meu palpite e concordaram que Munique foi uma das cidades que mais gostaram em toda a viagem! E obviamente, elas bateram ponto na Hofbrauhaus todos os dias!

Entao usamos a desculpa de ser “hora do almoco” e fomos direto da estacao de trem (chegados de Salzburgo) pra la. Entre cervejas, Gluhwein, pretezels e frango assado ficamos quase 3 horas por la!

E da proxima vez que voltar a Munique, minha primeira parada sera mais uma vez a Hofbrauhaus!

P.S. O Aaron nao bebeu todas essas canecas de cerveja nao, ok? nem com toda descendencia Alema do mundo seria humanamente possivel de beber isso tudo! mas as canecas estavam dando sopa na nossa mesa, e serviram como uma boa foto!

 

Categorias: Alemanha, Munique, Viagens
21
12
Dec
2011
Munique & Salzburgo: a maneira mais facil de viajar entre as duas cidades!
Escrito por Adriana Miller

Bem, antes de tudo, um pequeno adendo: Salzburgo, uma das principais cidades na regiao Alpina da Austria tem um aeroporto proprio, entao na verdade a maneira mais facil eh pegar um voo direto pra lah!

Mas ai eh que comecam os problemas, pois o aeroporto de Salzburgo eh bem pequeno, e portanto com voos super restritos.

Pra comecar que a maioria das cias aereas soh voam diretamente para Salazburgo durante a temporada de Ski (por exemplo a EasyJet, que so tem voos direto pra la entre a segunda semana de Dezembro e a segunda semana de marco, a British Airways opera com horarios super restritos) e ao longo do ano nem mesmo a Air Austria (principal cia aerea do pais) tem voos diretos entre Londres e Salzburgo, por exemplo.

Mas depois de fazer um pouco de pesquisa sobre a viabilidade da viagem, descobri que o melhor aeroporto que serve eh a cidade eh na verdade o aeroporto de Munique, que por sua vez eh super bem servido!

A viagem ainda eh longa: o voo de Londres a Munique dura cerca de 1,5 hora, e o trem entre as cidades mais 1,5 hora. Mas ainda assim, devido ao preco e conveniencia de horarios preferimos fazer o combo aviao + trem pra chegar na cidade.

Talvez essa nao seja a opcao ideal pra quem esta de ferias e tem disponibilidade de horario para simplesmente fazer um voo com conexao, mas esse passo a passo tambem sera util pra quem quer esticar sua viagem de Munique a Salzburgo (e vice versa) ou ate mesmo fazer um bate volta em um so dia!

Pra comecar que voce nem sequer precisa sair do aeroporto de Munique pra conseguir chegar em Salzburgo!

Dentro do aeroporto, no terminal 2, fica a estacao do S Ban, o sistema rodoviario Alemao (a estacao do aeroporto se chama Flughafen München), onde voce encontra um posto de informacoes e um terminal automatico de venda de bilhetes.

Nos compramos nossa passagem direto na maquina, onde voce pode selecionar o tipo de trem (Regional, que para em outras cidades pelo caminho e eh mais barato, ou o Intercity, que eh mais rapido – e confortavel – e um pouquinho mais caro), o horario de sua viagem, se quer ida e volta e etc.

O trem nao eh direto a partir do aeroporto, e eh necessario trocar de trem (e plataforma) na estacao Munique Oeste (München Ostbahnhof), oque foi bem simples e rapido (o blilhete ja ate indica de qual plataforma seu trem saira). Entao o total da viagem entre o aeroporto e o centro de Salzburgo demorou cerca de 2 horas.

Pra quem ja estiver em Munique, os trens para Salzburgo (tanto o regional quanto o intercity) partem tanto da estacao oeste (Ostbahnhof) quanto da central (München Hofbahnhof).

Entao na ida saimos direto do aeroporto de Munique, trocamos na aestacao oeste e fomos direto pra Salzburgo.

Ja na volta, resolvemos voltar mais cedo e passear um pouquinho em Munique antes do voo, entao trocamos na estacao central.

Os trens sao confortaveis, com banheiros, lugares (limitados) pra bagagem (nao exagere quando for viajar de trem!) e com carro-bar, tanto no regional quanto no intercity.

Apesar de termos pego um trem (regional) super lotado na ida pra Salzburgo, depois de algumas estacoes em pe, acabamos conseguindo um lugar pra sentar pelo resto da viagem.

Ja na volta, pagamos a diferenca de preco (foram apenas 8 Euros para dois tickets) e voltamos de Intercity, que foi ainda mais confortavel, e estava praticamente vazio!

As tres estacoes (Salzburgo, Munique oeste e central) tem deposito para bagagem, entao fica facil pra quem quiser aproveitar estas cidades a caminho de outro destino e nao quiser carregar suas malas pelas ruas historicas de paralelepipedo!

Na volta da Austria, como queriamos passear um pouco por Munique, deixamos nossas malas no guarda volumes da estacao oeste (que eh a estacao que conecta com o aeroporto) e pagamos apenas 4 Euros para guardar as duas malas (no mesmo locker) por 24 horas. Entao o processo eh bem facil mesmo!

O sistema ferroviario da Europa central (principalmente nessa regiao da Alemanha e Austria) eh excelente, e todas as estacoes tem toda infraestrutura necessaria para turistas: ponto de informacao, guarda malas, ponto de taxi, restaurantes, farmacias, lanchonetes e afins.

Ja o preco nao eh dos melhores!

Quando comparados com trens no sul da Europa (como Italia e Espanha por exemplo), os trens da Deutch Bahn sao bem carinhos (mas comparaveis com os precos de trens na Inglaterra por exemplo), e a viagem de ida e volta entre Munique e Salzburgo para duas pessoas custou 118 euros (como voamos ate Munique usando milhas, entao nao tivemos custo com aviao e portanto a viagem ainda valeu a pena).

Tanto Munique quanto Salzburgo sao cidade facilimas de serem visitadas, e fazem uma boa opcao de bate-volta entre eles ou uma curta expensao de uma outra viagem qualquer.

Apesar de serem regioes que teem muitoa a oferecer, ambas sao charmosas e atrativas a sua propria maneira, e muito faceis de serem visitadas em apenas um dia!

 

Categorias: Alemanha, Austria, Munique, Salzburgo, Viagens
33
10
Nov
2011
Steigenberger Frankfurter Hof
Escrito por Adriana Miller

O hotel que fiquei hospedada em Frankfurt não poderia ter sido melhor: sua localização é perfeita tanto pra quem esta na cidade a trabalho ou a passeio, já que a cidade é bem compacta e de fácil navegação.

Então mesmo depois de sair do hotel tarde, eu fui andando do escritório pro hotel, e depois ainda fui andando de novo ate a Romerberg Platz jantar. Tudo ali, em questão de minutos!

Por causa de seu perfil de negócios (Frankfurt eh geralmente apelidada de “Bankfurt” por causa do Banco Europeu e da quantidade gigante de bancos de investimento e comerciais que tem escritorios na cidade), Frankfurt eh uma cidade que tem abundância de hoteis de redes e cadeias internacionais, mas ainda assim eu sempre acho mais interessante ficar hospedada num lugar que tenha uma historia pra contar, e que tenha um significado cultural/social/política que faca parte da historia local.

E para isso o Frankfurter Hof não poderia ser melhor! Se hospedar em um de seus quartos eh praticamente como ter uma aula de historia dentro de um museu Alemão, ja que nos últimos 140 anos o hotel (e seu prédio) sempre estiveram presentes.

A começar por ter sido o primeiro hotel da Alemanha a ter energia elétrica em seus quartos e o primeiro telefone de Frankfurt!

Nos seus primeiros 40/50 anos de vida (pre 1ª guerra) o Frankfurter Hof virou sinônimo de diplomacia e elegância, inclusive tendo sido administrado pessoalmente por Ceasar Ritz durante alguns anos em na década de 1890.

Ja nos anos de guerra, o respeito a “instituicao” era tanto, que o hotel foi usado para abrigar personalidades internacionais e durante toda a primeira e segunda guerra mundial, nunca chegou a ser ocupado pelos Nazistas.

Ate que em 1944 o hotel (e toda cidade!) foi bombardeado pelos Aliados e o hotel foi incendiado – e apenas sua fachada histórica sobreviveu sem grandes problemas.

Mas ainda assim, poucos anos depois do fim da guerra, o Frankfurter Hof foi uma primeiros predios a serem reconstruidos, e ja em 1961 ja estava novamente ganhando premios e foi reconhecido como o maior hotel da Republica Alema (ocidental).

Em termos práticos, além da localização imbatível, o hotel oferece todo conforto esperado de um hotel desse nível, com funcionários super prestativos (como por exemplo o concierge que me deu a dica do Zum Schwarzen Stern), e quartos enormes e confortáveis – incluindo um walk in closet gigante e uma banheira ultra confortavel. Alem de 3 restaurantes dentro do hotel, inclusive o “Gourmet Restaurant Français” , que ganhou estrelas Michelin todos os anos, nos ultimos 6 anos. Alem de um Spa, academia e uma biblioteca, com livros e jornais de todos os paises e varias linguas disponiveis (achei isso um servico bem legal, e ate entao ainda nao tinha visto em nenhum outro hotel!).

Lembrando claro, que Frankfurt apesar de nao a capital, eh uma das principais cidades da Alemanha, e sede da gigante Lufthansa, oque facilita demais as viagens iternacionais ao redor do mundo, tornando Frankfurt uma otima opcao de “base” de viagem pra explorar outras regioes da Alemanha central como a “Rota Romantica” do rio Reno ou Colonia, por exemplo (entre muitas outras).

 

Categorias: Alemanha, Frankfurt, Viagens
8
09
Nov
2011
Zum Schwarzen Stern: Römerberg Platz
Escrito por Adriana Miller

Geralmente quanto eu estou viajando a trabalho (ou quando estou num hotel bacana, ou simplesmente bem localizado), uma das melhores maneiras de conseguir boas dicas de lugares pra comer é indo direto no Concierge do hotel.

E foi isso mesmo que fiz enquanto estava em Frankfurt na segunda feira!

Eu sabia que estava hospedada pertinho da praça Römerberg Platz (Frankfurt é uma cidade incrivelmente pequena e “compacta”) então resolvi que queria ir passear por lá.

 

Eu não tinha voltado a Römerberg Platz desde Dezembro de 2006, quando o Aaron ainda morava em Frankfurt e nós fomos no mercado de Natal de Frankfurt que fica bem no meio da praça, que tem sido a principal area para mercados, feiras e competicoes em Frankfurt desde o seculo 9!

A praça é uma gracinha e não poderia ser mais tipicamente Alemã! Os predios e casinhas atuais são construções recentes, pois grande parte da cidade foi destruída durante as guerras, mas todas mantem seu estilo e arquitetura original e cada uma delas tem um nome específico, que honram algum fato historico que tenha acontecido por ali.

Infelizmente a praça estava escura demais e mal deu pra tirar fotos… e (assim como o resto da cidade toda!) muito vazia com todas as lojas fechadas… uma das grandes desvantagens de viajar no inverno!

Mas ainda assim não desanimei e segui a dica do concierge do hotel, e fui jantar no restaurante típico Zum Schwarzen Stern, no cantinho da praça.

O predio do restaurante atual só foi reconstruído em 1983 (ão é impressionante pensar o quão recente a destruição da 2ª guerra mundial foi?), mas é a replica do predio original do século 14, e que tem resgistros do restaurante de mesmo nome desde 1453!

E a comida?! Nossa! Eu sou meio fresca com comida Alemã pois eles comem muita carne de porco (e eu sou alérgica), então pra não ter erro eu pedi o “Wiener Schnitzel mit Bratkartoffeln” que é um bife de vitela empanado á moda Vienense, com batatas “assada de panela” que me deixou de queixo caido! E pra completar, pedi uma taça de vinho branco Alemão Resling.

Não adianta e repito mais uma vez: a Alemanha tem cara de natal, seja qual for a epoca do ano!

 

 

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22
07
Nov
2011
Frankfurt ao vivo!
Escrito por Adriana Miller

Hoje o dia começou cedíssimo pra pegar um vôo rumo a Frankfurt, na Alemanha.

Essa foi (esta sendo…) uma daquelas viagens a trabalho que não deu pra nada, e só rolou mesmo foi trabalho!

Não só porque o dia foi longuíssimo (quem conhece/trabalha com Alemães sabe que eles sao profissionalissimos e super Caxias, então a agenda da viagem teve cada segundo do dia ocupadíssimo e planejadissimo!), mas agora começou a época do ano que independente de que horas eu saia do escritório, já esta escuro… Então não sobra nada no “dia” pra tentar aproveitar a viagem.

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Então fiquei refém do escritório o dia inteirinho…

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E acabamos sendo as ultimas a sair do escritório…

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Mas apesar da escuridão outonal, o clima estava uma delicia, sem fazer muito frio e com uma lua linda, então fui pro hotel andando.

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E diga-se de passagem, um hotel lindíssimo bem no centrado financeiro de Frankfurt, o Steigenberger Frankfurter Hof.

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Mas ai eu reparei no mapa, que não só eu estava bem no centro da cidade, eu também estava pretíssimo da RömerBerg Platz, que é um dos lugares mais fofos de Frankfurt!

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E oque seria de uma viagem a Alemanha sem um belo Schnitzel?!

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Voltei pro hotel dando mais ima passeadinha…

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E amanha tem mais!

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19
10
Dec
2009
Mercados de Natal em Berlin
Escrito por Adriana Miller

Não é novidade aqui no Blog o quanto eu gosto de decoração de natal, e em qualquer canto do mundo, em qualquer epoca do ano eu fica catando novas peças pra minha coleção.

Entao mercados de natal são a minha versão “Disney” de um mundo magico… hahahaha

Não sei explicar a fascinação que sinto, mas é uma coisa meio conto de fadas, misturado com historia, alem de ser muito romantico! (coisas que nos outros 11 meses do ano eu nao to nem ai…)

E a Europa central é o pano de fundo perfeito para os melhores mercados de natal do mundo! As casinhas, as comidas tipicas, o frio, a neve… tudo se encaixa perfeitamente!

Sempre que dá, tento ir para alguma cidade Europeia que tenha um mercado legal, como já fiz em Frankfurt, Alemanha; Vienna, Austria; e Bratislava, Eslovaquia.

Então o mercado de natal foi a desculpa perfeita pra programar uma viagem pra Berlin, que sempre aparece no topo da lista dos melhores e mais autenticos mercados de natal da Alemanha.

Quando comecei a pesquisar sobre onde era o mercado de natal, me surpreendi ao descobri que na verdade Berlin tem nada mais, nada menos que 60 mercados espalhados pela cidade!

Mercadinho da Alexanderplatz

Mercadinho da Under den Linten

Mercadinho do Sony Center

E quando chegamos lá vimos que literalmente, os mercados estao basicamente em todas as praças da cidade. Onde tem um espaço aberto, tem um mercado de natal.

Mas os principais e maiores sao dois: o mercado de Charlotterburgh Schloss, que se estende pelo jardim do castelo, tendo suas torres como pano de fundo, e o outros é na praça Gendarmenmarket, com outro mercado lindo, que se espalha na praça central entre as duas catedrais gemeas.

Bebendo Gluwine no Mercado de Gendarmenmarket

Oque achei mais legal dos mercados de Berlin (os 2 principais) é que nao são mercados de bugingangas, como muitos outros mercados são.

Comendo “uva do Amor” no mercado do Charlottenburgh Scholss

Na verdade as barraquinhas que vendem “coisas” são bem raras, e a maioria das lojinhas vendem comidas e bebidas tipicas de natal.

E outra coisa que me chamou atenção é que a grande maioria das pessoas nos mercados não são turistas e sim Alemães; familias inteiras passeando, as crianças brincando nos parquinhos, bebendo Gluwine, comendo salsichão, maça do amor, raclete, amendoas, chocolates, etc, etc.

A Alemanha em especial é o tipo de lugar que eu acho que deveria ser natal o ano todo! Se morasse por lá, passaria num mercado diferente todos os dias ! :-)

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29
09
Dec
2009
Roteiro de viagem Berlin
Escrito por Adriana Miller

Berlin é provavelmente a cidade mundial que teve um dos maiores impactos na historia mundial recente. É a cidade que por uma representa tudo de ruim que aconteceu ao mundo no seculo 20, e ao memso tempo é o simbolo de trasformação e reinvenção. Poucos lugares do mundo conseguiriam se reconstruir e se reinventar, se transformando numa grande potencia mundial num periodo tao curto de tempo.

Pelo menos pra mim, Berlin nao foi uma surpresa, e sim tudo exatamente como imaginei: uma super metropole multi-cultural que balanceia perfeitamente o super antigo, com o ultra moderno; enooorme, mas sem perder o ar provinciano de parques e feiras; o orgulho e vergonha da historia que se exapande por centenarios.

Berlin definitivamente não é uma cidade pequena e muito menos compacta. É uma daquelas capitais que tem uma infinidade de cosias pra ver e pra fazer. É tanta arte, tanta cultura, TANTA historia, que parece praticamente impossivel ver tudo em apenas alguns dias. E é. Muito dificil!

Então para conseguir aproveitar a cidade com poucos dias disponiveis é preciso planejamento e definir prioridades: oque vc tem que ver, oque quer ver, e oque seria legal de conhecer?

No meu caso, decidi deixar os museus pra lá. São muitoa espalhados pela cidade, de arte moderna, renascentista, arqueologia, design etc, mas numa cidade como Berlin, com poucos dias na mao, e poucas horas de luz disponivel (afinal estamos no auge da escuridao do inverno! Vejam como as fotos estão escuras), e realmente numa cidade como Berlin, a cidade é o proprio museu! Então me concentrei em ver a cidade, e ficar batendo perna na rua o dia todo, e esse foi o segredo.

Então esse foi o roteiro que usamos, adiconando mais algumas coisas que nao deram tempo, ou sequer sabiamos da existencia antes da viagem. No total passamos 2 dias por lá, num ritmo BEM intenso. Se vc vai ficar mais tempo ou menos tempo, aí é uma questão de ir adicionando ou retirando cosias pra encaixar no seu tempo e/ou disposição.

Começamos a viagem pelo lado extremo Leste do centro da cidade, na praça de AlexanderPlatz, que foi totalmente  bombardeada pelos aliados na 2a guerra mundial, e totalmente reconstruida. Hoje em dia, além de ser uma dos principais centros comerciais da cidade, é tambem a “sede” da Fernsehturm, a enorme torre de communicacao que suportamente iria virar o simbolo da RDA (Republica Democratica da Alemanha comunista). A praça não é assim super turistica, mas é um otimo ponto de partida!

Daí pra frente o resto do reoteiro é praticamente uma linha reta! A avenida Karl Liebknecht Stasse se estica infinitamente, mudando de nome mais umas 3 vezes. Nessa primeira parte da Avenida esta tamebm a fonte de Netuno (Neptunbrunnen), um presente do Kaiser Wilhem II em 1891, com uma estatua feminina que representa os 4 grandes rios Alemaes: Reno, Oder, Elbe e Weichsel.

Segundo a Karl Liebknecht Stasse se chega na Catedral de Berlin, a imponente igreja Berliner Dom, construida segundo o modelo da Catedral de Sao Pedro em Roma. A Catedral foi parcialmente destruida durante a guerra, e totalmente abandonada por varias decadas, tendo sua restauracao iniciada apenas em 1974, e ainda nao completa.

A praça gramada em frente a Catedral, Lustgarten foi nomeada para ser um “jardin de prazer”. Ali ficava o enorme palacio de Berlin, Berliner Scholss que foi totalmente destruido pelos bombardeios aliados – a unica coisa que sobrou foi a estatua do “Grande Elector” que agora esta em frente ao Charlottenburgh Scholss.

Mas ainda na Lustgardten estão importantes museus da cidade, 5 museus-ilhas que formam o Museumsinsel.

Esta praça marca também o inicio da uma das avenindas mais famosas da cidade, a Unter den Linden, que significa “embaixo das arvores Linden”, e é caracterizada pelo “calçadão” no centro da avenida, rodeado por arvores Linden por todos os lados. Essa parte da cidade era o centro da antiga Berlin Imperial do seculo 18 e é repleta de predios neo-classicos e barrocos de cair o queixo! Uma dica de que a Unter den Linten começou? Repare nas milhares de lojas de carros (Aaron ficou babando – boys will be boys – e completou dizendo que a Unter den Linten está para os homens (carros caros e rapidos!) como a Champs Elysees esta para as mulheres (roupas! Joias! Bolsas! Sapatos!).

A partir daí seu roteiro tem duas opções: entrar na rua Friedrichstrasse e o bairro Mitte (centrão da guerra fria!), ou seguir em frente e terminar a Unter den Linten.

Por agora, seguiremos em frente. No final da Unter den Linten esta a ampla Pariser Platz onde fica a imponente Brandenburger Tor, o Portão de Brademburgo.

A praça Prizer Platz foi mais uma parte da cidade prticamente totalmente destruida durante a guerra. Ironicamente, quando foi contruida em 1791, tinha como objetivo ser o “portão da paz”, usando como modelo o Partenon de Atenas, assim como o Arco do Triumfo em Paris, era usada pelos Keiser Alemaes pra comemorar suas conquistas – tendo seu mais famoso momento em 1933, quando Hitler e o exercito Nazista fizeram uma procissão a luz de velas passando pelo arco, dando inicio ao Terceiro Reich.

No alto do Portão esta uma estatua da Deusa Viktoria, que só foi adicionada ao portão em 1806 – e roubada por Napoleão depois da derrota Alemã na Prussia. Quando a estatua foi recuperada, cerca de 1 decada depois, Karl Friedrich adicionou varios adornos a coroa da deusa Viktoria.

Travessando o portão, você tem mais 2 opções no roteiro: virar a direita e ir ao Reichstag (Parlamento Alemão), ou seguir em frente na avenida Strasse des 17 Juni e cruzar o parque Tiergarten (que significa “Parque de animais” pois era usado para caça pelos aristrocatas da Prussia) até a gigantesca Siegessaule (Coluna da Vitoria). Originalmente a coluna ficava em frente ao Parlamento, e comemorava a vitoria das tropas Prussias contra Dinamarca, Austria e França. Depois que foi relocada para o meio do parque, dizem as mas linguas que o canhão no topo dos 67 metros da coluna esta virado na direção de Paris – uma afronta proposital em comemoraçnao da derrota de Napoleão. (e eu acgava que só os Ingleses tinham birra dos Franceses…).

Porem dependendo da epoca do ano que voce for a Berlin, se seguir esse roteiro ao chegar na Brandenburger Tor já vai estar quase de noite, e não sei se é recomendavel passear pelo parque durante a noite…. Foi isso que aconteceu com a gente, então seguimos pro Reichstag, o repaginado Parlamento Alemão.

Mas se prepare. Apesar de entrada gratuita e ficar aberto até bem tarde, a qualquer hora do dia, e qualquer dia do ano a fila pra entrar na cupula do parlamento vai estar dobrando o quarteirão. Nós chegamos lá já no fim da tarde, um frio descraçado, uma chuva chata, e a fila estava relativamente pequena (pequena o suficiente para terem removido as estruturas de metal que organizam as filas quilometricas), mas mesmoa ssim o tempo medio de espera era de 1 hora, por causa das medidas de segurança redobradas! Entao se vc faz mesmo questão de entrar e ver a cupula, se prepare pra chegar bem cedo, e provavelmente passar o dai todo fazendo isso. A muito contra gosto, o Aaron me convenceu a a desistir, e depois de 20 minutos sem a fila andar 1 centimetro (tirando as pessoas na nossa frente que tb desistiram!) fomos embora.

Uma pena, estava mesmo a fim de ver a cupula por dentro, que foi totalmente construida apenas em 1993 pelo arquiteto Ingles Sir Norman Foster. O predio original, que teve sua estrutura externa preservada, foi construido em 1894, mas foi parcialmente destruido por um incendia em 1933 e oque sobrou foi bombardeado durante a segunda guerra. Apenas em 1973 a nova admistraçnao federal reiniciou a restauraçao, e aprimeira sessão simbolizando a unificação da Alemanha foi realizada aqui, em 1990.

Hoje em dia, a ampla e moderna cupula de vidro simboliza um governo democratico aberto. Ali do lado, na jardim do parlamento, bem do lado da lojinha de souvernir tem uma exposicão a ceu aberto mostrando fotos holograficas do antes e depois de Berlin que é realmente impressionante – Incrivel pensar que em pouco mais de 1 decada a cidade foi totalmente reconstruida (as fotos comparam 1990 e entre 2003 2 2005).

No segundo dia do passeio o foco fica na lado leste/Ocidental da cidade e na historia mais recente da Alemanha.

Desde que fomos a Awschevitz na Polonia, fiquei ainda mais fascinada pela historia da 2a guerra mundial e a guerra fria, e passamos horas e horas lendo os paineis, folhetos e livros explicando um pouco sobre tudo que aconteceu no mundo entre aqueles poucos quarteirões da cidade.

O melhor lugar pra ver bem o muro de Berlin é na East Side Galery, onde mais de 1,3 km de mudo estão perfeitamente preservados e serve como uma galeria a ceu aberto onde artistas e pintores do mundo todo usam o muro como pano de fundo para suas obras. A galeria fica um pouco afastada do centro da cidade, mas é facilemente acessivel pelo metro (S-Bahn).

Mas se o tempo estiver curto, ainda existem algumas partes do muro, que cruzava toda cidade, preservadas na região de Mitte.

Então comece seu roteiro na Friedrichstrasse – nao se distraia pelas inumeras lojas tentadoras (!) e siga na direção do Check Point Charlie, que era a “fronteira” entre a Berlin Ocidental e Oriental, controlada por tropas Francesas e Americanas de um lado, e Alemaes e Russas do outro. OS paineis fotograficos que “decoram” a rua sao impressionantes… a estrutura da rua pouco mudou, os predios ainda sao os mesmos, mas é impossivel olhar para a rua consumista, com H&M, Galeries Lafayete e afins e imaginar os tanques Americanos e Russos apontados um pro outro, enquanto que o exercito Alemao tinha ordens de “atirar pra matar” qualquer pessoa nao autorizada que tentasse cruzar a fronteira.

Logo ao lado do Check Point Charlie esta a Niederkirchnerstrasse que ainda tem um enorme pedaço do Muro de Berlin original. Digo Original pois foi exatamente ali, naquele quarteirao que a populaçao Alemã se juntou na noi te de 9 de Novembro de 1989 para derrubar o muro.

O pedaço que sobrou de pé é relativamente pequeno, apenas alguns metros, que agora esta cercado por uma grade – oque sobreviveu as manifestacoes de 1989 estava sendo destruido nas maos dos turistas! Imaginem os milhoes de turistas que passavam por ali todos os anos, e (quase) todos tentavam tirar um pedaço do muro. Entao o pouco que sobrou esta parcialmente destruido, sem as pinturas caracteristicas e cheios de buracos…

Por sorte, uma pequena parte do muro foi conservada, longe das garras dos turistas, com as pinturas e manifestações originais.

O legal dessa parte do muro é que ali começa a marca deixada pelo muro no chão da cidade, que se estende atééé onde o muro iria.

Ali do lato esta tambem o museu/exposicao ao ceu aberto Topographie des Terror, com fotos e historias sobre o passado recente da Alemanha.

Seguindo a Niederkirchnerstrasse, suba a Stresemannstrasse (muito complicado escrever o nome dessas ruas! haha) até a Postdamer Platz, onde esta o grande Sony Center. O super moderno predio virou uma dos simbolos da nova super moderna Berlin, mas como deixamos pra Domingo (que nao parava de chover um segundo!) estava tudo fechado!

Na mesma praça tambem esta o museu Gemaldegalerie, que contem mais de 2.700 pinturas de renomados artistas Europeus, incluindo Rembrandt, Caravaggio e Bruegel. E pra quem é fan de design e arte moderna fica ali tambem o Bauhaus-Archiv, que conta a historia do design Alemão.

Ou entao, a partir do Check Point Charlie volte pela Friedrichstrasse até a Gandarmenmarket, que é uma praça neo-classica (que nesse fim de semana estava ocupada com uma das maiores feiras de natal da Europa central!) ocupada pelo teatro Konzerthaus e pelas catedrais “gemeas”, construidas em lados opostos da praça – a catedral Francesa (Franzosischer Dom) e a Catedral Alema (Deutscher Dom).

Para fechar o dia (e o roteiro) um outro grande marco e simbolo de Berlin eh o castelo Charlottenburgh Scholss, que é o antigo palacio real Alemão.

O Palacio, contruido em estilo rococo demorou mais de 100 anos para ser finalizado, e apezar de ficar ligeiramente fora do centro da cidade, do outro lado do Tiergarten, era considerado afastado o suficiente para ser a residencia da familia real, e é considerado uma dos jardins mais bonitos da Alemanha. (e sede do maior e mais bonito mercado de natal de Berlin!)

Outras atrações que valem a pena, se voce for pra berlin com mais tempo:

- Neue Sinagoge: A nova Sinagoga de Berlin foi contruida no mesmo local onde estava antiga Sinagoga, que foi totalmente destruida pelos Nazistas e onde mais de 500 mil Judeus foram reunidos antes de serem deportados aos compos de concentracao.

- Zoologischer Garten: o Zoologico de Berlin tem entre seus famosos inquilinos alguns ursos polares e urso panda

- Campo de Concentração Sanchsenhausen: Teoricamente fica fora da cidade, mas esta a apenas 1 hora por transporte publico. Esse campo de concetracao serviu de prisao temporaria para prisioneiros de guerra de mais de 18 nacoes. Inicialmente contruido para ser uma prizao politica, ao londo da decada de 30 e 40 comecou a ser ocupada por judeus que eram expulsos da grande maioria das cidades Europeias. Hoje em dia o campo tem um museu que mostra fotos e alojamentos dos prisioneiros – aparentemente nem tudo eh original, pois o campo foi parcialmente destruido pelos Nazistas para eliminar provas no fim da guerra, mas muitas coisas foram reconstruidas para servir de museu.

Pra quem já conheceu Berlin e queiser deixar novas dicas, sintan-se avontade!

Categorias: Alemanha, Berlin, Dicas (Praticas!) de Viagem, Roteiros de Viagem, Viagens
32
07
Dec
2009
Berlin
Escrito por Adriana Miller

Pra mim, viajar eh tipo pizza – mesmo quando eh ruim, eh sempre bom! Esse fim de semana fomos pra Berlin, tendo como desculpa as dezenas de Mercados de Natal da cidade, e um pingo de vergonha pois apesar de termos rodado o pais todo quando o Aaron morou na Alemanha, nunca chegamos a conhecer Berlin.

Porem foi uma daquelas situacoes, onde eu comprei as passagens ha uns 6 meses atras, por um preco irrisorio… nunca imaginava que as semanas de trabalho (para ambos!) estariam tao cascudas, a viagem pros EUA seria remarcada, e a viagem seria um perfeito caos.

Sexta a noite, de malas feitas, e sabendo que tinhamos que acordar as 3 da manha pra chegar no aeroporto no sabado, tivemos um papo serio do tipo “vamos abandonar”, ficar em casa, dormir, etc, e deixar pra ir pra Berlin outra epoca. O problema eh que jah fizemos isso outras vezes, e acabamos nunca indo, e Berlin sempre foi meu calcanhar de aquiles das capitais Europeias! E ai pensamos nos custos bla bla, temos que aproveitar que somos jovens e cheios de energia bla bla, que ainda nao temos filhos, bla bla. perdemos mais uns minutos preciosos de sono, e resolvemos ir.

Entao nessa viagem acabaram acontecendo duas coisas que eu considero serem as piores situacoes em qualquer viagem (excluindo desgracas e afins, certo?!): viajar sem vontada, sem se importar com nada – seja a gripe, o cansaço, a enchaçnao de saco – e vc acaba nao apreciando a oportunidade. A outra é viajar sem planejar, sem saber oque ver, onde ir, oque fazer.

E nao tem nada que me deixe mais frustrada doque acabar de chegar de uma viagem e alguem falar “viu o sei lah oque?!” e eu nem sabia que o “sei lah” oque existia!!! Serio, uma coisa meio esquizofrenia aguda, me tira do serio!!! O “sei lah oque” em questao? O MURO de Berlin!!!!! Apenas…

Oquei, obvio que eu sei oque eh, oque significa, etc, etc, mas nao tive ptempo de pesquisar, de me planejar e saber onde ir pra de fato ver bem o muro…. O vimos asim mesmo, tiramos fotos, lemos sobre a historia, fomos no museus e tals, mas nao sabiamos da existencia da parte mais legal, mais colorida e mais cultural do muro…. Enfim… Desculpa perfeita pra voltar em breve!

Berlin eh uma cidad ebem grande, de certa forma espalhada, mas com muuuuuita coisa legal pra fazer. Uma daquelas cidade que quanto mais tempo vc tem, mais coisa legal vai ver/fazer. mas eh uma metropole Europeia compacta o suficiente pra conseguir aproveitar bem num unico fim de semana!

Entao vou preparar um post-roteiro sobre a cidade, dando algumas das dicas que soh aprendi depois que voltei de lah!!

E outro post especial sobre os mercados de Natal, que em toda Europa central sao maravilhosos, mas a Alemanha em especial conseguiu aperfeicoar o arte Natalina!

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