23 Oct 2013
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St Maarten / St Martin

Cruzeiro no Caribe, Dicas de Viagens, Philipsburg, St Maarten

Ja vou logo comecar o post avisando: St Maarten foi minha ilha preferida no Caribe! E a unica que eu voltaria pra passar um tempo sem pestanejar (ta, ok, acho que Barbados tambem…).

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De todos os lugares que passamos com o cruzeiro, em St Maarten que realmente eu fui embora com raiva de estar num cruzeiro e ter tido apenas um misero dia na ilha!

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A ilha, que eh metade Holandesa e metade Francesa, encaixou direitinho no meu imaginairo do Caribe: uma agua tao azul e uma areia tao branquinha que doi os olhos, montanhas verdinhas ponteadas de palmeiras e coqueiros, ruas limpas e arborizadas, com casinhas coloridas e lojinhas fofas.

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O plano original era sair do navio e ir para Philipsburg pela manha, andar um pouquinho pelo centro e de la ir para mais 1 ou duas praias ao longo do dia.

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E foi isso que fizemos – no cais do porto (super lindinho e novinho) pegamos um taxi no ponto de turistas (aqui tambem eh tudo super bem organizado, com pontos especificos para taxis coletivos – que sao tipo umas vans – com preco fixo para cada regiao da ilha e cada praia especifica, sem enrolacao!) e fomos para o centro de Philipsburg, a capital do lado Holandes da ilha.

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De cara adoramos a ilha: uma coisa assim super exotica, tipo Brugges-meets-tropicalia num contraste quase fake entre as casas de arquitetura Europeia com o ceu azulzisimo, as palmeiras e flores de hibiscus.

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Exploramos (e tiramos muitas fotos) a rua “da Frente” (Voorstraat) que eh a principal da cidade, onde estao as melhores lojas, e muitos restaurantes.

A sua rua paralelea eh a rua da orla, com um calcadao bem na beira da areia. E pronto, quando demos de cara com aquilo, sabiamos que nao iriamos era pra mais lugar nenhum!

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A paisagem era linda, o mar azul, a praia sem muvuca (pegamos o inicio da baixa temporada) e muitas promocoes nos beach clubs e barzinhos – onde alugamos 3 cadeiras de praia mais 3 barracas, um balde de bebidas (1o long necks e refrigerantes) e wifi de graca por 25 dolares!!

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Nos acomodamos ali no iniciozinho da praia Great Bay e por ali ficamos!

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A praia eh bem grandinha e impressionante para padroes caribenhos – a Great Bay se junta com a Little Bay e formam a baia de Philipsburg, se estendendo por alguns quilometros de praia perfeita.

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Alem disso, por estarmos bem no meio da praia “urbana” da capital da ilha, tinhamos tudo ali pertinho: restaurantes, lojinhas e com a vantagem de estarmos perto do cais do porto (todos os dias nosso maior medo era nao conseguir voltar a tempo do horario que o navio “fecha” antes de zarpar).

Nao me arrependo de nao termos conhecido outras praias, mas ja avisei pro Aaron: St Maarten entrou (de novo) na lista de lugares que eu preciso voltar com calma um dia!

Adriana Miller
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Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
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Adriana Miller
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22 Oct 2013
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Dica de viagem: Cruzeiro com bebês e crianças

Baby Everywhere, Cruzeiro, Cruzeiro no Caribe, Cruzeiros, Dicas de Viagens, Estilos de Viagem, Viajando com crianças

Depois de varias viagens de avião, trem e carro com a Isabella em seus primeiros 6 meses de vida, finalmente tomamos coragem de fazer um cruzeiro – dai que entre as muitas duvidas que tínhamos em relação a viagem (foi nosso primeiro cruzeiro), também bateram muitas dúvidas sobre como seria viajar de navio com um bebê pequeno.

Cruzeiro com bebês

Por um lado eu sabia que seria uma viagem “fácil” e confortável, e foi justamente esse o principal motivo pelo qual nos convencemos a encarar um cruzeiro: não teríamos que ficar trocando de hotel toda hora, muitos elevadores e uma ótima infra estrutura, de hotel 5 estrelas.

Mas ainda assim tivemos o cuidado extra de pesquisar bem e fazer muitas perguntas e certificar que estávamos preparados!

– Reservas:

Pra nossa decepção, bebes e crianças pagam tarifa inteira em Cruzeiros e não recebem desconto, nem pagam preços simbólicos como acontece em aviões e hotéis.

Pois eh, bebes de colo e crianças de qualquer idade pagam o mesmo perco de um adulto, o que foi um certo susto para nos, já que por enquanto não temos tido nenhum gasto extra pra viajar com a Isabella (em aviões bebes ate 2 anos pagam penas as taxas ou um valor simbólico se viajarem no colo dos pais, e geralmente ficam de graça em hotéis, ou então pagam apenas uma taxa de aluguel de berço) – eu ate entenderia que crianças maiorzinhas ou acima de um ano pagassem um preco proporcional (afinal tem muito entretenimento para crianças, comida 24 horas e tal), mas um bebe que mal comia papinhas, nao tinha idade pra participar de nenhum evento ou atividade infantil e tampouco ocupa espaço algum no navio nao deveria ter que pagar preço de adulto…

O unico “desconto” disponível sao eventuais promoções para terceiro ou quarto passageiro na mesma cabine, o que pode ser super vantajoso para famílias com crianças maiores ou adolescentes dividindo o quarto dos pais, pois os descontos podem chegar a 50% da terifa cheia.

Outro fator limitador para viajar com bebes em navios eh a idade mínima, ja que o bebe deve ter pelo menos 6 meses completos na data de embarque. Entao acabamos adiando nossa viagem em cerca de um mês para que ela pudesse viajar sem problemas (o que nao chegou a ser um problema).

– No balanço do mar…

O meu maior receio sobre fazer um cruzeiro era passar mal e me sentir enjoada (geralmente passo mal soh de ver barcos ancorados balançando no mar… blerg!), entao fiquei apavorada que algo do tipo pudesse acontecer com a Isabella!!

Então conversei com o pediatra e pesquisei bastante – além de me acalmar e reforçar que cruzeiros na balançam tanto assim, levei dramim pra mim e Dramim infantil pra ela, que seria apenas em ultimo caso.

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Acabou que o medo foi infundado e nem eu nem ela sentimos nada – eu confesso que ainda senti um pouco mais o lado psicologico de estar numa “caixa flutuante” em alto mar, mas a Bella ainda eh imune a essas paranoias, entao ficou super bem!

– Espaço e cabines:

Nós tivemos cuidado em escolher uma boa cabine – longe de ser a maior e mais luxuosa do navio, mas também nao foi a menor e mais baratinha. Mas ainda assim eu nao sabia o que esperar em relação ao tamanho e espaço disponível para todos nos e mais as malas e tralhas de bebe.

Para nossa surpresa as cabines acabaram sendo bem maiores do que eu imaginava, e tivemos espaço de sobra para o carrinho e um berço.

Ah! E vale frisar: no ato da reserva, ja aproveite e peca pra reservar também um bercinho para seu bebe. Nao tem nenhum custo adicional, mas como a quantidade de berços disponíveis eh limitada e cruzeiros sempre sao cheios de crianças, eh sempre bom nao bobear e reservar logo o seu.

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Entao quando fizemos check in e fomos pra nossa cabine, a caminha da Isabella ja estava prontinha esperando!

A cabine tambem tinha muitos armarios e um frigobar de bom tamanho, entao alem de desfazer todas as malas e organizar as nossas cosias e as roupas dela, tambem separamos umas portinhas pra guardar fraldas, lencinhos, leite em po e pronto, papinhas, potinhos, etc.

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E o banheiro, apesar de nao ser muito grande, tinha uma pia espaçosa o suficiente e com bastante prateleiras, entao tínhamos espaço de sobra pra lavar e secar mamadeiras e roupinhas.

– Infra estrutura e atividades:

Quanto maior for seu filho, mas eles vao aproveitar, isso eh fato!

Cruzeiro com bebês e crianças

Cruzeiros sao mesmo um programa bem familia e els fazem de tudo pra manter as crianças super entretidas e seguras e os pais tranquilos!

Entao todos os cruzeiros tem uma area de “kids club” com muitas atividades todos os dias, tipo um playground interno e externo.

Alem disso, todos os dias eles organizam gincanas, aulinhas (de musica, de culinária local, de dança, de pintura, etc) que ocupam parte do dia (para que os pais possam sair do navio e passear nas ilhas tranquilamente) e ate mesmo de noite (para que os pais possam jantar, ir no casino, nos musicais, etc).

No nosso navio a idade mínima para o kids club era 2 anos, entao a Isabella nao pode participar de nada, mas como estávamos com minha sogra, ela foi nossa babysitter quando demos nossas escapulidelas! :-)

Porem eles nao oferecem serviço de babysitter no seu próprio quarto (como muitos hotéis oferecem), mas eles tem um esquema tipo “berçário” para bebes menores durante a noite, e então se os pais quiserem jantar e assistir um musical por exemplo, podem deixar o bebe dormindo no berçário com as “tias” (e também oferecem o mesmo serviço durante o dia, se os pais quiserem fazer um passeio nas ilhas, ou curtir o spa, etc)

O que eu gostei mesmo foi do cuidado que eles tiveram com a segurança das crianças a bordo!

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Logo nas primeiras horas dentro do navio, fomos levados a uma salinha especial com mais algumas dezenas de pais e seus bebes, onde nos explicaram direitinho como proceder em caso de emergência, como usar o berço salva vidas para bebes, como contactar o serviço medico e mais qualquer outra duvida sobre a vida em alto mar com um bebe de colo.

Foi tao tranquilizador! E quando chegamos de volta no quarto o bercinho flutuante da Isabella já estava nos esperando, e ficou guardado junto com nossos salva vidas.

Para crianças maiores, eles dão uma pulseirinha identificadora especial, identificando os pais, a area de emergência, cabine etc. Então caso ocorra uma emergência quando seus filhos nao estiverem com voce, qualquer funcionario saberia identificar seu filho e leva-lo para sua area de emergência.

Uma outra regrinha, mas que me decepcionou um pouco, foi que bebes e crianças de fraldas não podem entrar nas piscinas do navio. Entendo perfeitamente, pois afinal basta um “vazamento” de fralda pra estragar as ferias das outras milhares de pessoas a bordo, mas por causa disso acabamos nao usando nenhuma das piscinas do navio.

De resto, os cruzeiros realmente sao feitos pra bebes e crianças e foi tudo TÃO fácil! Elevadores em cada esquina, corredores largos, ambientes confortáveis e espaçosos…!

– Comida e alimentação:

Quando fizemos nosso cruzeiro a Isabella tinha acabado de fazer seis meses, então ainda estávamos no iniciozinho da introdução de sólidos, papinhas e comidas de verdade, então estar num ambiente diferente nao atrapalhou muito nao, pois na época ela nao fazia mais que 1 ou duas refeições “sólidas” por dia, e o resto era todo leite.

Então levei bastante papinhas prontas de sabores já testados e aprovados, e no café da manha e no almoço aproveitava para dar alguma papinha de fruta amassada, ou creme de espinafre, pure de batata, caldo de sopa etc, pra ela comer um pouco de comida “de verdade” também – mas hoje em dia as papinhas disponíveis são tão saudáveis e gostosas que nao me estressei muito não! Estávamos todos de ferias e eu queria era ser prática (e nem sequer sou a mãe neurótica da papinha orgânica-feita-na-hora-esterelizada-filtrada-benzida).

Se fosse hoje em dia, que ela ja come varias vezes por dia, mas ainda não tem dentes nem mastiga comida sólida mesmo, acho que a alimentação seria mais complicada.

Teríamos que usar muito mais papinhas prontas, muitas frutas e legumes, e pedir pra cozinha “liquidificar” alguns pratos pra ela.

Mas para crianças maiorzinhas eh o paraíso, pois as opções de pratos para todos os gostos sao realmente muito boas, e deve ser impossível não achar alguma coisa que seu filho adore comer num navio!

– Lavanderia:

O cruzeiro foi a primeira viagem “longa” (mais que um fim de semana) que fizemos com a Isabella em que não ficamos numa casa (alugada, apart hotel ou casa de amigos e família) então eu não sabia direito o que esperar em relação a falta de infra estrutura de “casa”, e meu maior receio era não ter uma maquina de lavar e secar roupa a mão!

Porque não tem como negar: criança se suja mesmo (e tem mais eh que sujar mesmo!), rola no chão, baba tudo, entorna comida, a fralda vaza.

E por mais que você leve roupas suficientes pra viagem toda, o volume de roupa suja eh muito grande, e raramente conseguimos reaproveitar alguma peca.

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Mas para minha surpresa navios sao super bem equipados nesse quesito!

Além do esquema de lavanderia de hotel (que você coloca sua roupa suja num saquinho da lavanderia e a camareira leva embora, e eles lavam, secam e passam e devolvem no seu quarto tudo prontinho no dia seguinte – por um preço bem alto!) eles também tinha varias lavanderias espalhadas pelos corredores das cabines, como se fosse uma laundromat mesmo:

Maquinas de lavar, secar e tábuas de passar roupa operadas com moedinhas de livre acesso para todos os hospedes, além de maquinas que vendinham porcões individuais de sabão em pó e amaciante. Super pratico!!

– Outras dicas praticas:

Pegando carona no tópico acima, outras dicas de viagem que eu sempre uso, mas que foram especialmente úteis no navio foi montar um kit “copa-cozinha” para a Isabella para levarmos em viagem.

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Esse kit inclui uma esponja de lavar mamadeira, um frasco miniatura de viagem com detergente de pia, frasco miniatura de detergente de roupa (caso precise lavar alguma coisa a mão rapidinho na pia do banheiro) e aquelas canetinhas com detergente anti-manchas (para aplicar nas roupas antes de lavar para evitar manchas de comida, fralda, de brincar no chão, etc).

Esse kit tem viajado conosco para tudo quanto é canto, porque mesmo quando alugamos uma casa, sempre precisamos de “instrumentos” específicos para coisas de bebe (tipo, lavar mamadeira sem uma escovinha própria eh impossível!) e tem sido muito pratico e muito útil!

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21 Oct 2013
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St Kitts & Nevis

Cruzeiro no Caribe, Dicas de Viagens, St Kitts & Nevis

Desembarcar em no porto de St Kitts foi tipo chegar num cliche: a agua perfeitamente cristalina, as casas coloridas, as palmeiras e o ceu azul…

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So faltou mesmo uma trilha sonora e alguem nos recepcionando com um drink colorido com um guarda chuvinha em cima!

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Nosso dia foi dividido em duas partes: Por um lado sabíamos que por mais paradisíacas que fossem suas praias o atrativo principal de St Kitts esta debaixo d’agua, e as praias apesar de muito bonitas nao eram nada de “imperdiveis” (mas como boa Carioca que sou, sou super exigente com praias!).

Entao na parte da manha nos inscrevemos numa excursao de mergulho e snorkel do cruzeiro mesmo, e fomos explorar a costa sul de St Kitts.

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Um catamarã nos esperava bem na saída do porto e nos levou a regiao de Nag’s Head, onde ancoramos bem pertinho da encosta (nao era uma praia e sim um pedacinho da costa mesmo) em cima de alguns corais.

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Mas confesso que como nao fazemos mergulho com tanque, acabamos perdendo o melhor que o fundo do mar que a ilha tem a oferecer, ja que os corais da superfície nao tem essa vida toda, e muitos acabam perdendo suas cores devido a poluição, muitos turistas que encostam onde nao devem e as mudanças na maré e tempestades que castigam o Caribe todos os anos.

Mas mesmo assim foi muito divertido e cada peixinho e coral avistado eh uma diversão! (e um novo clique!).

A segunda parada da manha foi na costa da Shitten Bay, que eh o local de um naufrágio da década de 70, e bem mais “dramático” visualmente do que o naufrágio que vimos em Barbados, ja que mais da metade do barco esta do lado de fora da agua, sendo castigado pela ferrugem e as ondas.

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E como era de se esperar, o mar ali perto era um espetáculo!

Mais uma abundância de corais, peixes e espécies marinhas que garantiram mais algumas horinhas de diversão na agua (e mais muitos cliques!)!

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A Isabella e a mae do Aaron ficaram no navio pela manha e depois de nossos mergulhos voltamos pra almoçar com elas e seguimos de volta pra ilha, onde queríamos explorar mais um pouquinho.

O plano era passar o resto da tarde curtindo o que o Caribe tem de melhor: uma boa praia, com um drink na mão e curtindo o sol!

Então pegamos um taxi no porto (o porto de St Kits eh super bem organizado e tem pontos específicos de taxis de turismo, com preço fixo e informação clara sobre os destinos da ilha) e fomos pra praia Frigate Bay que tinhamos visto de longe durante o passeio da manha, e nosso guia recomendou como a melhor praia da ilha.

Então alugamos uma cabana no beach club “Carambola”, super bonito e animado, exatamente o que queríamos!

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Nossa cabana era uma “cama” enorme, com espaço de sobra pra nos 4, sombrinha e com garçonetes que iam e vinham servindo drinks e belisquetes ao longo da tarde.

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E lá dentro eles também tem um restaurante ótimo, que pode ser uma ótima opção pra quem quiser passar o dia todo mesmo na praia, e precisar de uma folguinha do sol e mar ao longo do dia (o bar também eh o máximo!).

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E o próprio cais do porto de St Kitts vale a pena ser explorado com certa calma – além de lindo e bem organizado, eles tem muitas lojas de joias, bebidas, cosméticos e souveniers tax free e com muitos descontos que fazem a alegria dos turistas!

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28 Sep 2013
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St Lucia: Gros Piton e Petit Piton

Cruzeiro no Caribe, Dicas de Viagens, St Lucia

Depois da boa experiência que tivemos em Barbados fazendo excursões do navio, decidimos que St Lucia seria o lugar ideal para se avanturar um pouco mais nas escolhas e fazer um passeio menos tradicional – afinal, apesar da ilha ser linda, suas praias deixam a desejar.

Não que tenha nada de errado com elas, muito pelo contrário, mas St Lucia foi a ilha mais “tropical” de todas que passamos, no sentido de ser muito parecida com o Brasil: muita vegetação, areia amarelada e agua verde.

Então aproveitamos pra conhecer o outro lado da ilha: suas florestas, cidades, plantações e vulcões!

O navio ancorou no porto de Castries, no norte da ilha – uma cidade pequena, mas bem caótica e mal cuidada…

Mas de lá seguimos direção sul, pela costa leste da ilha.

A primeira parada foi Marigot Bay, que na ida vimos só de longe, mas na volta (de barco) entramos na baía e vimos de perto porque essa é a praia/area mais charmosa da ilha:

Essa pequena baía cercada pelas montanhas oferece uma proteção perfeita dos ventos e furações que atingem a ilha frequentemente (o último foi o tornado “Tomáz” em 2010 que destruiu boa parte da costa oeste da ilha), e que portanto abriga as maiores casas, os hotéis mais caros, marinas e beach clubs.

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Dando a baía uma cara bem “caribenha” que falta no resto da ilha.

Um pouco mais ao sul esta a cidade de Sufriére, aos pés do vulcão adormecido que domina a paisagem de St Lucia.

O nome francês faz jús a principal característica da cidade: o cheio fortíssimo de enxofre liberado pelo vulcão!

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A cidade, apesar de ser a segunda maior do país e ter a vista privilegiada do principal cartão postal do país: a montanha Gros Piton (grande Piton) e Petit Piton (pequeno Piton) é bem decepcionante: casas caindo aos pedaços, muita sujeira e nada preparada para o turismo.

St. Lucia

Mas que não deixa de ter o seu charme! Os telhados coloridos, as pameiras e a floresta verdinha em volta…

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Então nossa passada por lá foi super rápida, a caminho da cratera do vulcão adormecido entre as duas montanhas.

O vulcão de St Lucia é conhecido como “drive through”, pois os carros e visitantes conseguem chegar até bem lá dentro, onde vemos os pedaços “abertos” do vulcão e as fumacinhas de enxofre que tomam conta da região.

A visita ao vulcão foi uma coisa assim meio Napoli (o cheiro forte) com Islândia (sempre fico hipnotizada quando vejo a natureza assim tão exposta!) – e logo depois da entrada principal, é possivel visitar o spa que usa a lama vulcânica, riquíssima em minerais, em seus tratamentos estéticos!

Na volta, passamos mais uma vez em Sufriére, e fomos em direção ao pequeno porto, de onde pegamos um barco, que foi nossa carona de volta pra casa.

Ver a costa da ilha “por fora” (do mar), deu uma nova perspectiva a ilha, mostrando praias imaculadas inacessíveis por terra, uma floresta riquíssima, e toda sorte de hotéis, resorts e mansões!

Adriana on the boat

Por fim, fizemos um muito esperado pit stop numa dessas pequenas praias, e pudemos nadar e relaxar um pouco, antes de voltar ao navio já no fim do dia.

Snorkelling at St. Lucia

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27 Sep 2013
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Barbados – Naufrágios, tartarugas e praias!

Barbados, Bridgetown, Cruzeiro no Caribe, Dicas de Viagens

Conhecer o lado mais histórico de Barbados foi ótimo, mas não poderíamos ir embora antes de conhecer o que faz da ilha tão famosa: praias!

Como a ilha é bem grande, e as opções de praias e atividades aquáticas é gigantesca, fomos direto pra agência de excursões do navio e decidimos escolher um passeio organizado em vez de ficar peranbulando de praia em praia. Além disso, queríamos fazer algum mergulho/snorkel mas sem ter que ainda se preocupar em negociar com barcos, alugar equipamentos etc.

E nossa escolha foi perfeita!

Passamos boa parte do dia circulando a ilha em uma lancha ultra rápida que nos levou a uma reserva de tartarugas marinhas, um barco naufragado e uma praia paradisíaca!

Foi nossa primeira experiência com excursões do navio, e de cara ficamos muito bem impressionados: muito organizado, pontualíssimo e grupos pequenos! Então do cais do porto de Bridgtown nos levaram até um iate club, de onde pegamos a lancha- nossos guias eram super animados e muito, muito simpáticos!

A primeira parada foi a praia de conservação de tartarugas marinhas – Não é exatamente um parque marinho nem nada “sob proteção” não; as tartarugas “moram” naquela praia e nadam ali livrememte.

Então sempre existe o risco de chegarmos lá e não conseguir ver nada, já que elas não estão em cativeiro, e os guias ficavam repetindo isso incansavelmente (tanto que eu já estava até sem esperanças!).

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Mas quando chegamos lá, a baia era bem bonitinha, mas nada demais; e claro, nenhuma tartaruga pra contar história! Mas ficamos por lá um tempo, nadamos, tiramos fotos e tal, e de repente… elas chegaram!!!

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Que incrível!

Já tinhamos visto tartarugas marinhas em outros lugares (no Brasil, na Tailândia, nas Maldivas….), mas nunca, assim tão de pertinho! Elas devem estar tão acostumadas com turistas (seja isso bom ou ruim) que nadam direto pra cima da gente!

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Além de serem lindas e fofíssimas! Então foi difícil alguém querer voltar pro barco e seguir viagem…

A próxima parada foi um naufrágio – e quando o barco “estacionou” eu não dava nada por aquilo ali (esperar “ver” um barco naufragado, tipo os que vimos na Namíbia). Mas foi entrar na agua (ridiculamente cristalina, diga-se de passagem!) que entramos num outro mundo!

O barco não era muito grande, mas em perfeito estado de conservação e completamente coberto por corais, algas e moluscos – que por sua vez atraía uma multidão de diferentes tipos de peixes!

Ainda bem que levamos nossa câmera a prova d’agua!

Foi muito divertido!!

Eu confesso que não sou das mais fanáticas por mergulho não (acho meio claustrofóbico) e sempre achei snorkel tão sem graça que nem me animava, mas depois das últimas viagens que fizemos, onde tivemos a oportunidade de nadar em regiões marinhas riquíssimas, meu conceito mudou totalmente, e hoje em dia snorkel é uma dos meus programas preferidos pra fazer em viagens!

Por fim, nosso dia acabou na Sandy Beach, na costa sul da ilha, e que personificou toda aquela fantasia sobre ilhas e praias caribenhas: areia branquíssima, agua super azul e cristalina…

E pra completar, nosso guias contando o “causos” sobre a ilha e seus personagens ilustres enquanto nos serviam drinks a base de rum Caribenho e boiando no mar calminho e morno…

 

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