07 Aug 2015
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Roteiro de Viagem pelo Vale do Loire e Mont St Michel (o que fizemos a cada dia da viagem e as dicas sobre viajar pelo Loire com criancas)

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Para finalizar a serie de posts sobre o Vale do Loire, nada melhor do que uma listagem redondinha sobre como ficou nosso roteiro de viagem pelo Vale do Loire e Mont St Michel, passo a passo, dia a dia.

Afinal, como comentei antes, planejar a viagem nao eh difícil, o complicado mesmo eh nao tentar fazer tudo-ao-mesmo-tempo-agora e conseguir resistir as tentacoes e “dicas imperdiveis” que voce vai receber pelo caminho!

E nao passamos imunes, e claro que uma vez estando la voce ve um folheto irrestivel, ou entao falta tempo num dia, mas sobra no outro, ou o clima da uma reviravolta e estraga o plano A.

roteiro de viagem pelo vale do loire

Entao no fim das contas conseguimos fazer tudo que tinhamos planejado inicialmente, e de quebra ainda conseguimos encaixar mais alguns outros castelos ou atividades bem legais por la – e lembrando que tudo foi feito com bastante calma, com tempo para curtir cada Castelo e atracao e respeitando o ritmo e rotinas da Isabella sem dramas.

Mas nao, nao vimos tudo. E sim, deixamos de lado o Castelo X que a amiga da vizinha disse ser imperdivel

roteiro de viagem pelo vale do loire

Entao nossa semana no Vale do Loire for assim:

(E o mapa que eu criei antes da viagem, mapeando nosso roteiro e dando uma ideia geográfica melhor da regiao)

 

– 1’ dia – (Sabado): saimos de Londres super cedo e pegamos um Eurostar em direcao a Paris.

Chegando em París, trocamos de estacao e pegamos um TGV em direcao a Tours, onde alugamos um carro e fomos ate Saumur.

– 2’ dia: Acordamos cedo e ficamos pela area de Saumur mesmo. A viagem da vespera foi longa e preferimos nao passar mais horas no carro.

Chateau de Saumur and bridge over the Loire

Pela manha fomos explorar o centro e o Castelo de Saumur, onde almocamos. A tarde fomos para a Abadia Fontevraud. 

Abbey of Fontevraud

Jantamos no Reine de La Sicile, em Saumur

 

– 3’ dia: Comecamos cedo e dirigimos ate o Castelo de Cheonceau, um dos principais castelos da regiao, e passamos a maior parte do dia por la.

Chateau de Chenonceau

A tarde, a pesar da chuva, esticamos o dia ate o Castelo de Amboise (eles ficam a cerca de meia hora de distancia, e facilimo de fazer no mesmo dia!).

Chateau de Ambois

A chuva atrapalhou bastante nossa tarde, mas conseguimos conhecer bem o Castelo e demos um passeio rápido pela cidade.

Jantamos a caminho de casa na estrada e passamos no supermercado de Saumur para reabastecer de vinhos e queijos pra curtir no hotel!

 

4’ dia: Mais um dia “local” pelos arredores de Saumur.

Comecamos pelo Castelo Villandry, e a tarde fizemos uma degustacao de vinhos na Cave Ackerman. A noite, fomos jantar na caverna dos Trogloditas.

Chateau de Villandry  

– 5’dia: Aprimeira parada do dia foi o Castelo de Chambord, o mais impresionante de todos os castelos! Demos sorte com o clima e entao aproveitamos para curit bastante o Castelo e seus jardins.

 

Chateau de Chambord

A tarde fomos ate o Castelo de Blois, que fica relativamente perto de Chambord (mas nao tivemos muito tempo por la). Exploramos o Castelo e acabamos voltando para casa, sem pasar muito tempo na cidade.

A noite jantamos em Saumur, no L’Escargot.

 

– 6’ dia: Nosso ultimo dia em Loire e tambem o dia que tinhamos que dirigir ate Mont Saint Michel. Mas nao resistimos e no caminho fizemos um detour ate o Castelo Usse!

A tarde toda foi na estrada a camino da costa da Normandia, onde fica o Mont Saint Michel. Chegamos cerca de 4 ou 5 da tarde e passamos a primeira noite por la.

Postcards!  

– 7’ dia: Mont Saint Michel (mais uma noite por la)

 

    898C4502.jpg

– 8’ dia: Acordamos e dirigimos ate Tours, onde passamos o resto do dia e devolvemos o carro alugado, mas nao deu tempo para muitos passeios pela cidade.

Ficamos hospedados no Hotel Oceania L’Univers, bem pertinho do centro da cidade e da estacao de trem TGV (de onde sairiamos de volta pra Paris na manha seguinte).

Hotel de Ville - Tours

 

– 9’ dia: Dia de voltar para casa! Fomos de TGV ate Lille e de la pegamos o Eurostar ate Londres.

 

 P.S. Todos os links correspondem os posts específicos de cada atracao!  

 

Dicas finais:  

A regiao do Vale o Loire eh bem grande e apesar de que muitos castelos e vilarejos ficam bem pertinho uns dos outros (e tentei agrupar essas atracoes no mesmo dia, para otimizar nosso tempo), a maioria das coisas legais para ver e fazer por la ficam bem longes uma das outras (entre 1 ou 2 horas de estrada), mas achamos que foi bem tranquilo de fazer tudo com carro alugado (foi bem mais fácil dirigir por la do que pela Provenca, por exemplo, que eh cheia de estradinha secundaria e vilarejos perdidos). As estradas sao otimas e super bem sinalizadas! Foi o tipo do lugar onde a “road trip” (dirigir por la) fez parte da atracao!

A nossa intencao nunca foi fazer uma viagem corrida, e conseguimos fazer bastante coisa – mas tambem gastamos um bom tempo por la (que valeu a pena!), totalizando 5 dias inteiros (e depois mais 2 dias em Mont St Michel, que tambem foi o tempo ideal).

Mas obviamente esse roteiro pode ser adaptado de acordo com quantos dias voce tenha disponivel.  

 

Vale do Loire e Mont St Michel com Criancas: 

A Isabella levou a viagem numa boa, ate porque planejamos nossos días de acordo com os horarios da rotina dela (como sempre tento fazer), dando bastante tempo para ela brincar e correr pelos palacios, castelos e jardins, mantendo seus horarios de refeicoes, e sempre coincidindo os horarios de estrada, com suas sonecas.

Isabella at the Abbey

A noite, ela sempre ia dormir em seu horario normal regradinho, e nos passavamos para area “social” do nosso quarto com meu sogro, abríamos uma garrafa de vinho Saumur Blanc e ficavamos papeando e planejando os passeios do dia seguinte (como expliquei no post sobre o hotel que escolhems ficar).

Bella enjoyed herself Something for everyone

Os hoteis onde nos hospedamos tinham berco para ela (eu sempre peco para reservar berco ja na hora da reserva do quarto, na caixa de comentarios do Booking.com), e alugamos uma cadeirinha de carro tambem ja junto com o aluguel do carro, entao nao precisamos levar a nossa cadeirinha de casa (eita trambolho!).

Nao tivemos a menor dificuldade em pedir cadeirao de bebe em restaurantes e cafes e achei a viagem super familia e fácil de se fazer com crianca pequena (ela tinha 1 ano e 9 meses na epoca).

Time for a nap

A única dificuldade foi mesmo com o carrinho, pois a maioria dos castelos sao cheios de escadas e corredores estreitos, muitos degraus ou simplesmente nao permitem a entrada de carrinhos de bebe.

Dad and Bella

Nos levamos a mochila dela e foi o acessorio mais usado da viagem!

Nem saia da mala do carro, mesmo nos días que levamos o carrinho tambem, porque sabiamos que em algum ponto do dia, iriamos acabar precisando da mochila!

Entao achei imprescindivel ter esse acessorio, seja um canguru (tipo Ergo Baby ou Baby Bjorn) para bebes menores ou uma mochila para criancas maiores (a nao ser que seus filhos ja sejam grandinhos o suficiente para aguentar as caminhadas e escadas).

Time for a run! A big smile

E por fim uma dica que eu postei no Instagram na época da viagem e que na verdade aprendi durante nossa viagem para Provenca, tambem na Franca, quando a Isabella tinha 5 meses:

A agua na Franca eh muito “mineralizada” (mesmo a de garrafa) e portanto nao eh recomendavel para a alimentacao de bebes e criancas pequenas.

Na Provenca a Isabella ficou com uma assadura horrivel e muita colica (coisa que ela nunca teve ate entao!), e so uns días depois descobrimos que foi por causa da agua, entao dessa vez nossa primeira providencia ao chegar na Franca foi comprar garrafas de agua especifica para alimentacao de bebes e criancas (a que nos foi recomendada foi a Evian Bebe, de tampinha rosa), e dessa vez ela nao teve problema nenhuma e ficou numa boa a viagem toda!

 

Planejando uma viagem para o Vale do Loire?

Aqui você encontra todas as dicas e recursos para planejar sua viagem, e podemos cuidar dos detalhes práticos para você:

Adriana Miller
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Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
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13 Jun 2013
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Roteiro de viagem pela Provence

Dicas de Viagens, França, Provence, Roteiros de Viagem

A maior dificuldade de planejar esse tipo de viagem é justamente decidir o que visitar.

Afinal, a região é enorme, interessantíssima e sempre vai ter aquele amigo do amigo no Facebook que vai deixar um comentário “Ah… não foi na cidadezinha tal?!? Mas é a mais bonita/interessante/exótica/autêntica etc.”

Screen Shot 2013-06-09 at 21.03.50

Ou seja, antes mesmo de sair de casa, saiba que é impossível conhecer tudo – e é impossível conhecer tudo que você quer conhecer.

No nosso caso, ainda tivemos que combinar os gostos turísticos de 4 famílias diferentes, com tempo e atrações pra 4 crianças em idades diferentes.

Então simplificamos: como ficaríamos hospedados numa Villa, e não trocando de hotel a cada par de dias, tínhamos que escolher cidades que ficassem no máximo a 1 ou 2 horas de distancia, num diâmetro perto de onde estaríamos hospedados.

Além disso, é imprescindível alugar um carro!

Basta a carteira de motorista de seu país + passaporte (não se preocupe com carteira internacional – entre todos nós tinhamos carteiras do Brasil, EUA, UK, Austrália e Africa do Sul e nenhum de nós teve problemas com aluguel de carro) e ter mais de 25 anos pra poder alugar um carro na Europa, então nem tente fazer esse roteiro usando transporte publico.

Por mais que trens e afins sejam eficientes na Europa, nessa região muitas das cidades mais interessantes ficam afastadas das estações de trem, não tem serviço de ônibus nem taxi – o que vai fazer com que você gaste muito tempo e saúde tentando chegar de um lugar ao outro.

E acredite, nós tentamos! (no geral achei meio estressante dirigir por lá, então tentamos adaptar nosso roteiro para poder usar transporte público, mas além de muito mais difícil, ainda sairia mais caro).

E minha principal dica: reserve um GPS/SatNav com seu carro!

20130602-103850.jpg

As estradas são boas… mas são ruins!

São boas porque não são esburacadas, tem acostamentos e tal, mas no geral são bem estreitas e mal sinalizadas, e principalmente nessa região da Provence, muitas das cidades mais interessantes ficam em estradinhas secundárias, que achamos impossível de achar apenas usando mapas!

Nós cometemos a besteira de não reservar um GPS com os carros e eles já não tinham nenhum disponível na locadora, então tivemos que usar o Google Maps nos celulares! (que funciona super bem, mas como todos estávamos com celulares estrangeiros, a conta do fim do mês não vai ser bonita!)

Então como muita gente me pediu pra explicar direitinho nosso roteiro, aqui esta:

– 1 dia: Abadia Sénanque pela manha (quando fomos eles só abrem pela manha) e depois fomos para Gordes.

– 2 Dia: Pont du Gard e Nímes (saímos de casa já tarde e não nos demos conta de como seria difícil chegar/achar a Pont du Gard, portanto acabamos ficando sem tempo pra explorar bem Nímes)

3 Dia: Avignon (passamos o dia quase todo por lá, pois a cidade é bem grande. Além disso, Avignon foi um caos pra estacionar, entnao perdemos MUITO tempo procurando vaga e estacionamentos em suas ruas estreitas)

4 Dia: Châteauneuf du Pape (fizemos o tour na vinícola pela manha e depois fizemos uma degustação numa adega e almoçamos por lá. O resto da tarde ficamos passeando e fazendo compras pela cidadezinha)

5 Dia: Les Baux (fomos pela manha e passamos bastante tempo com as crianças no “Carrières de Lumières”, depois almoçamos na cidade antiga e passamos o resto da tarde por lá).

Nós ficamos um total de 7 dias, mas como estávamos com um grupo grande e várias crianças – além de estarmos hospedados numa casa maravilhosa – nossa intenção realmente não era explorar cada canto disponível da Provence.

Escolhemos a dedo o que preferíamos fazer, e deixamos muita coisa de lado de propósito, o que foi o grande segredo desse roteiro – misturamos algumas cidades grandes (Nímes e Avignon) com vilarejos belíssimos (Gordes e Les Baux), vinícolas, história etc e claro, muito tempo pra curtir os amigos e relaxar bastante!

As informações sobre a aluguel de casa e carro na Provence estão aqui.

Adriana Miller
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Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
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15 Feb 2011
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Roteiro de viagem Lisboa & Belem

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Esse post na verdade é uma trapaça, pois o roteiro não é exatamente meu, e sim inteiramente montado baseado nas sugestões dos leitores Alfacinhas!

Nós ficamos hospedados na região do Rossio, que é super central e facil de fazer/chegar a qualquer lugar na cidade, então nosso psseio começou justamente por lá.

A Praça do Rossio/Don Pedro V é onde fica a estação de trem e o Teatro Municipal, com um dos melhores exemplares (originais!) de calçadas com pedra “portuguesa” que existe – meu sogro imediatamente reconheceu a similaridade com as calçadas do Rio de Janeiro!

O Rossia fica exatamente no vale entre a Alfama e o Bairro alto, e preferimos subir o Bairro Alto, que tem uma vista maravilhosa da cidade!

O Elevador de Santa Justa é a melhor opção pra chegar lá em cima, além de ser bem legal andar num elevador tão antigo, de aço solido, e projetado por um dos aprendizes de Eiffel – a estrutura não mente!

Lá de cima a vista é premiada! E é justamente no Bairro Alto que esta o melhor da Alfama: a vista lá de longe, com o Castelo de São Jorge no alto da colina e o rio Tejo no fundo…

Ali em cima no Bairro Alto e Chiado são as areas bohemias da cidade, com muitas opções de bares e restaurante bonitinhos (e otimas opções de hospedagem tambem), e o legal da area é justamente perambular pelas ruas estreitas e admirar a arquitetura tipica Portuguesa, coberta por azuleijos coloridos!

E é ali tambem no Chiado que fica o famoso café “A Brasileira”, bem em frente a estatua de Fernando Pessoa.

Do outro lado do Bairro alto fica uma outra opção de “transporte” entre o Rossio e o Bairro Alto, que é o funicular eletrico, que sobre direto ao mirante – que no fim do dia recebe uma iluminção poderosa do sol se pondo de e iluminanto o Castelo no outro lado do vale!

Pra descer de volta ao Rossio e o “bairro baixo” de Lisboa, a Calçada do Duque é a melhor opção – só tome cuidado pra tirar os olhos da paisagem a tempo pra não tropeçar nos degraus ingremes e estreitos!

De volta a terra firme, siga pela Rua Augusta até o final – a Rua Augusta é uma das principais rua comerciais de Lisboa (exclusiva para pedestres!) que segue até a monumental Praça do Comercio, com seus predios amarelos e arcos trabalhados!

E direto na Praça do Comercio passam algumas opções de onibus e “eletricos” que vão para Belem!

E Belem, apesar de oficialmente não ser parte de Lisboa, é na verdade o coração da cidade, pois foi ali que tudo começou!

Belem é sem duvida, minha area preferida da cidade, e onde eu moooooorro de orgulho de ser Portuguesa! Eu amo historia e amo viajar, e sempre que vou a Belem eu me sinto um pouco “descendente” da genetica dos grandes exploradores Lusitanos, e não tem como não sentir orgulho de tudo que os Portugueses contribuiram ao mundo que vivemos hoje!

No centro de tudo esta o Mosteiro dos Jeronimos, construido em 1502, parcialmente destruido no terremoto de 1.755 e depois construido de novo, e é uma das construções mais bonitas e trabalhadas da Europa!

A Igreja principal servia de “base” para os navegadores e marinheiros, que se preparavam para suas grandes jornadas pelo mundo nas salinhas de confissão nas laterais da Igreja.

E ali dentro estao sepultados dois Portugueses ilustres: o grande poeta Luis de Camões e o explorador Vasco da Gama.

E não perca a oportuniade de ver o interior do monasterio, que além da arquitetura linda, ainda tem algunas celas de monges que sao abertas a visitação alem de uma exposiçao super legal que compara a historia do mundo, com a historia de Portugal e a historia do Mosteiro. Nao dá pra negar que nos seculos 15 e 16 não teve pra ninguem! Os Tugas ruled!

Em frente ao mosteiro esta a praca do Imperio e na beirada do rio Tejo está a Torre de Belem e o monumento dos descobrimentos.

A Torre de Belem é uma tipica estrutura de estilo Manuelino, e foi construida no seculo 16 tendo uma função mista de forte de segurança e ponto de partida para as Naus Portuguesas.

E mais recentemente foi construido o Monumento aos Descobrimentos, inaugurado em 1960, para comemorar os 500 anos da morte do Infante Don Henrique, o Navegador, e homenageia os grandes herois da era de ouro do Imperio Portugues.

E obvio que nenhuma visita a Belem seria completa sem uma visita a ilustre pastelaria de Belem!

Lisboa é uma cidade bem facil de ser navegada, com muitas e otimas opções de transporte e muita, mas muita coisa legal pra ver e fazer.

Então pra quem tiver mais tempo disponivel, uma outra area muito legal da cidade é o Parque das Nações que foi construido para a Euro Expo em 1998, que teve como tema as explorações maritimas Portuguesas e é uma região modernissima e super legal e diferente de Lisboa!

Alem do Oceanario, ainda tem muitas lojas, restaurantes, hoteis, bares, casas de show e etc.

E pra esticar a viagem um pouco mais alem da cidade, otimas opções são Sintra, Cascais e o Cabo da Roca (proximos posts!).

Adriana Miller
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