01
Apr
2014
Paris: 9º Arrondissement – Opera Garnier, Saint Honore e arredores
Escrito por Adriana Miller

Apesar de que Paris é uma cidade muito fácil de ser “navegada” e fazer muita coisa a pé, assim como em qualquer outra grande metrópole, o local de sua hospedagem influencia bastante sua viagem.

Então dessa vez eu fiquei mais uma vez hospedada da região da Opera Garnier, que eh super central, bonitinha e “funcional”, com facílimo acesso as áreas turísticas da cidade, mas também boas conexões de transporte publico, e muitas opcoes de lojinhas, restaurantes, cafés, supermercados e afins.

Toda essa região do “9 Arrondissement” eh uma ótima opção de hospedagem e passeios, sendo uma ótima opção de “passeio” por si própria, com algumas das melhoras ruas de compras da cidade, algumas das melhores e maiores lojas de departamento, muitos opcoes de hotéis pra todos os bolsos e muitas atrações turísticas!

- Hotéis:

Nessa ultima viagem eu fiquei hospedada no Hotel Musee du Louvre, que faz parte do grupo Hyatt, e como o nome indica, fica aos pés do museu do Louvre, com uma localização imbatível, exatamente no comecinho da Avenida Opera, e nas esquinas da Rue de Saint Honore e Rue de Rivoli!

O hotel fica num prédio histórico e imponente, e os quartos são bem no estilo “palácio” Parisiense! A infraestrutura não é de impressionar não, mas achei tudo bem confortável e bem imponente, e os serviços ótimos (sou dessas que acha que na França tudo eh mais bonito quando tem pinta de palácio da Marie Antoinette!)

Como me hospedei por lá bem na época da semana de moda de Paris, o bar do térreo do hotel estava sempre lotaaaado de fashionistas e a happy hour era bem animada (a entrada do hotel fica praticamente em frente ao “Carrossel du Louvre”, onde acontecem vários desfiles, e ainda tinham alguns showrooms no hotel).

Outro hotel que já me hospedei na area, no lado oposto da Avenue de L’Opera, é o Hotel W Paris, também ótima opção,  com um estilo totalmente diferente!

- Restaurantes:

O bom de se hospedar por ali no Hotel du Louvre, eh que ele fica praticamente na esquina entre a Rue du Rivoli, Rue de Saint Honore e a Avenue de L’Opera, onde praticamente temos um café/restaurante do lado do outro, dos mais simples aos mais sofisticados e badalados da cidade, quase sempre a poucos passos de distancia.

Durante essa estadia em Paris, conheci o Le Grand Colbert, mas uma outra ótima opção também ali por perto eh o Hotel des Costes (principalmente na primavera/verão, quando o pátio interno esta aberto), e para o café da manha, lanche ou chá da tarde, o Cafe Angelina também é imperdível!

Entre as opcoes mais informais, subindo a Avenue de L’Opera outros dois endereços imperdíveis são os macaroons do Pierre Herme (que foi eleito um dos melhores da Franca! Fuja da fila de turistas na Laduree!) e os chás Kusmi!

- Lojas e Compras:

Seja qual for seu estilo e orçamento, não tem como errar nesse quadrilatero da moda Parisiense!

Se dinheiro não for problema, não pense duas vezes e vá direto para a Rue de Saint Honore! La estão TO-DAS as principais maisons da moda Francesa e internacional, incluindo as flagships da Balenciaga e Chanel, alem de enderecos raros e exclusivos como a Goyard ou a super multi-marcas Colette.

Ja a Rue de Rivoli é endereço de marcas mais “gente como a gente”, com varias fast fashion uma do lado da outra, e todas (um pouco) menos lotadas do que as vizinhas da Champs Elysees.

Por la você encontra as “internacionais” Zara e H&M, por exemplo, mas também lojas Francesas como a Promod (vale a pena a visita, a Promod eh a H&M made in Farnce), além de muuuuuuitas lojas de quinquilharias e souvenirs!

A Avenue de L’Opera ja tem um perfil bem diferente, reunindo algumas das principais lojas de departamento Francesas, como a icônica Gallerie Lafayette (vale a visita nem que seja so pra ver aquela cúpula de vitrais coloridos!) e a Printemps.

E logo na esquina estao tambem a loja flagship Francesa da Apple, uma mega Uniqlo (aquela marca Japonesa que faz roupas termicas e tecnologicas otimas) e uma Sephora bem grandinha, e relativamente vazia (nao eh tao gigante quanto a Sephora da Champs Elysees, mas em compensacao nao eh tao lotada!).

Outros achados na Avenue de L’Opera eh a farmacia/loja de beleza “Parashop” que eh impressionantemente bem abastecida e tem TODAS as marcas Francesas de farmacia mais incriveis, e muito bem abastecida! Fiquei horas la dentro!

E para as maes e pais de plantao, eu adorei conhecer a loja da marca Francesa Beaba, que faz produtos e acessorios para criancas e bebes de design super fofo e mega funconais e eficientes!

Eu ja conhecia seu produto carro-chefe, o “Babycook” que uso praticamente diariamente com a Isabella, mas eles tem uma infinidade de produtos incríveis, e da vontade de refazer todo enxoval e só comprar produtos Béaba!

Outra “atração” de compras (e passeio turístico também!) ali na area eh a Galerie Vivienne (na mesma rua que o Le Grand Colbert! Duas tacadas em uma!), uma galeria histórica, escondidinha entre o Palais Royal e a Avenue de L’Opera, e é como cruzar um museu – com seus arcos de pé direito alto e as cúpulas de vitrais no teto (me lembrou bastante a Leadenhal Market em Londres!).

Ou seja, dali eu conseguia chegar facílimo a qualquer canto da cidade, mas principalmente nessa região mais “noroeste” da cidade, no “River Droite” (lado direito do rio Senna), inclusive Montmatre e o Marais.

Então aproveitei bastante a posição privilegiada pra explorar o “bairro”, tendo tanto a Avenue de L’Opera quanto a Rue de Saint Honore como base, facilitando o acesso ao Palais Royal, Museu do Louvre, Opera Garnier, Place Vendome, a Igreja Madelleine, Hotel de Ville etc.

 

Categorias: França, Hoteis, Lojas & Compras, Paris, Roteiros & Passeios, Viagens
5
20
Mar
2014
Paris: La Defense
Escrito por Adriana Miller

Sempre que eu vou a Paris, aproveito para tentar conhecer um pouco mais as diferentes regioes e bairros da cidade.

Paris

As vezes eh uma revisita a alguma bairro preferido, ou exploro os arredores de onde estou hospedada, ou se por acaso estiver trabalhando am algum bairro diferente.

Entao nessa ultima viagem tive uma reuniao no bairro futurista La Defense. Eu ja tinha passado por la outra vezes, em outras reunioes com essa mesma empresa, mas dessa vez aproveitei que tive tempo livre no domingo e fui ate la simplesmente para passear.20140320-153206.jpg

Minha principal comparacao seria que a La Defense esta para Paris, como Canary Wharf esta para Londres – sao bairros modernos e planejados, com foco muito mais pro business do que pro turistico, mas que aos poucos foram tomando conta da paisagem da cidade, foram crescendo e criando “personalidade”!

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A construcao e desenvolvimento da La Defense comecou nos anos 50, tendo como principal objetico desenvolver o lado noroeste da cidade, aproveitando as avenidas e ruas que completam os axis que conectam diferentes “arrondissements” da cidade com o Arco do Triunfo.

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A Avenida de la Defense se estica em linha reta, perfeitamente projetada, para espelhar o historico Arco do Triunfo, e entao nao eh surpresa que seu principal atrativo 0 e simbolo – eh o “Grand Arche”, uma construcao moderna e enorme, em formato de arco retangular que se encaixa perfeitamente nos angulos do Arco do Triunfo.

Esteja voce de um lado ou do outro da cidade, eh impossivel ignorar a simetria perfeita entre as duas areas, que nada mais eh do que um detalhe que une esses dois lados tao opostos de Paris.

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Uma visita a La Defense vale a pena nem que seja soh por isso, para ver essa imagem futuristica de uma Paris moderna – com a vista da Paris “tradicional” perfeitamente encaixada a distancia.

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Uma vez la, pouco mais temos pra conhecer ou visitar do que a praca central (onde esta o Arco, e de onde se tem a vista do centro historico da cidade la do outro lado da avenida), ja que a La Defense eh cercada de predios espelhados e torres empresariais de arquitetura moderna.

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Mas ao redor da praca, existem 3 shoppings, com muitas opcoes de restaurantes e lojas (praticamente as mesmas que voce encontraria no centro de Paris), que sao uma boa opcao para quem quiser explorar as araras sem ter que enfrentar multidoes de turistas, araras baguncadas e estoques desfalcados…

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A La Defense tambem eh uma boa opcao de hospedagem para quem for a Paris nos fins de semana – como o bairro so fica cheio de segunda a sexta (pois tem um perfil praticamente 100% business), quase todos os hoteis de redes internacionais tem filiais por la, porem ficam quase sempre vazios nos ins de semana, e portanto oferecendo muitas otimas promocoes e precos.

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Pra chegar la eh super facil – a mesma linha de metro 1que conecta o Louvre (Estacoes Rue de Rivoli e Concorde) ao Arco do Triunfo, segue ate o final da linha para La Defense, sendo que o ponto final da linha eh a estacao bem embaixo do Arco. A viagem de metro entre os dois pontos da cidade nao demora mais que 15/20 minutos, e eh muito facil!

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12
22
Jul
2013
Paris: Quartier Latin
Escrito por Adriana Miller

Na minha última viagem a Paris, eu resolvi passear por uma parte da cidade que já não ia a anos, o Quartier Latin.

Eu tinha gostado dessa coisa de aproveitar algumas de minhas viagens a trabalho pra explorar áreas e bairros específicos da cidade (como por exemplo os Le Marais e Saint German), então aproveitei o finzinho do verão (era meados de Setembro de 2012) e que ainda estava sol lá fora quando meu voo pousou e fui direto pra rua!

Fiquei hospedada na Place Vendôme e fui andando pela beirada do rio Sena até chegar na Catedral de Notre Damme (pois queria tirar essa foto histórica aqui).

Então meu passeio começou logo do outro lado do rio, em frente a Notre Damme, na praça Place St-Michel e no Boulevard St-Michel.

É aqui que esse bairro/região oficialmente começa, se espalhando pelo sul da cidade e se caracterizando por ser uma das áreas mais “intelectuais” de Paris.

E na verdade, é por isso que ela tem esse nome, Quartier Latin, ou “Quarteirão Latino” que não tem nada a ver com música Salsa nem drinks a base de Tequila – e sim a influência da herança Romana na cidade (é ali também que estão os mais antigos sedimentos da dominação do Império Romano em Paris), e durante a idade média o bairro era principalmente habitado por estudantes (o campus mais antigo da Sorbonne fica por lá) e membros do Clero, que falavam principalmente em Latin.

Logo ali a esquerda na Place St Michel esta a rua Rue de la Huchette, que hoje em dia é super turistona, mas evite focar nas lojas de kebab e souvenir e tente imaginar como eram as ruelas de paris na idade média… (evite comer por ali!! Muita comida ruim com preços exorbitantes!) A Rue de la Huchette é uma das poucas áreas que sofreram poucas mudanças e revitalizações ao longo dos seculos, mantendo boa parte de sua estrutura original medieval.

Um outro ótimo exemplo da Paris medieval é a Igreja San Severin, uma igreja de arquitetura Gótica, construída em 1210 e que ainda tem o sino mais antigo de Paris em sua torre (de 1412) e é coberta de imagens e gárgulas!

Seguindo a diante na direção Sul o bairro começa a aprentar nomes e áreas mais conhecidas dos turistas, como por exemplo o Panthéon de Paris.

O Panthéon não é tão antigo assim, construido apenas em 1755, mas ele substitui uma outra igreja medieval da Santa Genevieve.

Apesar de que originalmente o edifício era uma igreja, ele foi construido inspirado no Pantheon Romano, que era uma estrutura pagã.

Hoje em dia, o Panthéon funciona como uma espécie de museu e mausoléu que guarda os restos mortais de Franceses ilustres, como Victor Hugo, Rousseau e Voltaire, e  pode ser visitado livremente por turistas.

E logo ali em frente esta uma das entradas do Jardim de Luxemburgo, um dos principais e mais bonitos parques de Paris!

O Jardin du Luxembourg é o segundo maior parque de Paris, mas não passa apenas do “jardim” do Senado Frances (o palácio de Luxemburgo).

Na época que eu fui então, já no finzinho do verão, o parque fica especialmente lindo – as flores ainda estão resistindo, o calor do verão já passou, e os Parisienses sabem que as horas de luz do dia e as temperaturas agradáveis estão com os dias contados, e portanto fazem questão de aproveitar cada último momento do verão!

Mas em qualquer época do ano o parque é uma delícia, e a oportunidade perfeita pra fazer uma pausa no roteiro, sentar na grama (ou nas cadeiras em volta do laguinho) e abrir uma garrafa de vinho com umas frutas e queijos (é só comprar uma “pic nic” improvisado nas lojinhas que ficam nas ruas em volta do jardim!). Perfeição!

E você vai reparar que a maioria das pessoas no jardim estão lendo ou estudando – também pudera, ali do lado esta uma das universidades de maior prestígio do mundo a “Université de Paris a Sorbonne”.

São vários campus espalhados pela cidade, mas é esse do Quartier Latin que esta entre os mais antigos, e que é um dos responsáveis pelo nome do bairro!

E pra quem for fã de arte, bem ali pertinho da Sorbonne esta o Musée de Cluny, que guarda a famosa tapeçaria “La Dame à la licorne” (a Dama e o Unicórnio), além de contar um pouco mais da história da Paris medieval e ter as ruínas de um antigo banho termal Romano.

Esse passeio pode ser feito em 2 ou 3 horas, e já que você esta do lado sul do Sena, porque não aproveitar e também dar uma voltinha em Saint German?

 

Categorias: França, Paris, Roteiros & Passeios, Viagens
7
15
Jun
2012
Paris: Le Marais
Escrito por Adriana Miller

Quando eu viajo a trabalho, as vezes dou a sorte de ter reunioes externas que me mostram novos lados de uma cidade, e muitas vezes me planejo pra dar uma escapadinha antes de voltar pra casa.

Entao enquanto exercia os ossos do oficio, acabei tendo a oportunidade de explorar o Les Marais, um dos bairros mais charmosos, porem menos explorados de Paris.

O engracado eh que eu sempre falo do Les Marais, e quase sempre que vou a Paris a passeio acabo me hospedando naquela regiao entre o Marais e Bastille – eh uma otima opcao custo/beneficio, pois eh central o suficiente pra fazer tudo a pe e tudo pertinho, mas eh afastado do centrao-turistico o suficiente pra manter o precos de hospedagem sob controle. Mas nunca, nunca tinha de fato explorado o bairro!

O Le Marais eh um dos bairros mais antigos de Paris, com registros datando do seculo 12, atingindo seu apice durante o reino de Louis VIII, quando bairro virou a regiao favorita de nobres e ricacos.

Mesmo depois da ruina do bairro apos da revolucao Francesa de 1789, o bairro manteve sua principal caracteristica – as mansoes e Palacetes (os hôtels) que podem ser visitados ate hoje e sao algumas das principais atracoes do bairro.

Entao pedi dicas aos colegas locais, e entre reunioes e no fim do expediente fiz o seguinte roteiro pelo bairro:

Hôtel de Ville

O melhor ponto pra comecar qualquer roteiro pelo bairro eh o Hotel de Ville, a prefeitura de Paris – porque ela esta logo ali no finzinho da Rue de Rivoli e bem nos fundos do Louvre a caminho da Notre Damme, entao nao tem como errar (e provavelmente estara no seu caminho de qualquer maneira, eh soh replanejar e dar uma encaixada!).

O Hotel de Ville serve como a sede admistrativa de Paris desde 1357, e apesar de nao ser aberto ao publico, de vez em quando eles tem algumas exibicoes ou eventos especiais.

Hôtel de Sens

Outra grande mancao do bairro, que dessa vez foi construido no seculo 15 como residencia ao Arquebisco do Patriarcado de Paris.

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Essa mansao em especial, eh considerada bastante importante arquiteturalmente falando, pois combina o estilo da Paris Medieval com o Renascimento, e a transformacao de estilos que ocorreu durante os quase 50 anos que demorou a ficar pronto (a maioria das construcoes dessa epoca foram reconstruidas, ou o novo estilo simplesmente cobria o estilo antigo).

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Porem sua moradora mais Ilustre foi a Rainha Margot, esposa de Henri IV, que supostamente era muito excentrica e tinha uma vida extra-conjugal bastante polemica (aparentemente essa casa servia de “base” para seus affairs).

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Hoje em dia o Hotel de Sens abrica a Biblioteca de Artes de Paris, e portanto pode ser visitado livremente!

Saint-Paul Village

Os quarteiroes do Les marais que compoen o Saint-Paul Village poderia facilmente passar despercebidos aos mais desavisados – afinal pra quem acaba se acostumando com o borburinho da Champs Elysees e da Re de Rivoli, ou o Glitz & Glam da Avenue Montaigne e Rue de Saint Honore, ate esquece que aquela Paris intimista e charmosa ainda existe!

O Saint-Paul Village eh praticamente um shopping a ceu aberto com lojinhas e galerias de arte, lojas de moveis, muito brechos e roupas vintage, e aquela alma artistica que a gente fantasia que so Paris tenha!

As lojas sao pequenas e quase sempre familiares, na bse dos predios historicos que ate a decada de 1970 nem sequer tinha esgoto encanado ainda!!

Aparentemente rola uma feirinha super legal nos fins de semana, e os cafes e restaurantes da area tem muita opcoes organicas e vegetarianas!

Hôtel de Sully

Mais uma mansao imperdivel da area, toda em estilo Neo-Classico Renascentista, com jardins impressionantes em toda volta!

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Essa casa foi originalmente construida pelo Ministro Sully, sob o reinado de Henri IV, e incorpora muitos elementos “naturais” em sua arquitetura, como esculturas que representam os quatro elementos e as estacoes do ano.

A “orangerie” tambem eh uma das mais bem conservadas em Paris e eh aberta ao publico.

Place des Vosges
E conectada ao Hotel de Sully esta o ponto alto de qualquer passeio no Les Marais, a Place des Vosges!
Considerada ate hoje a praca mais bonita de Paris, ela serviu de inspiracao inclusive a outras pracas de Paris, como por exemplo a Place Vendôme, construida por Napoleao I.
Originalmente todo complexo de predios ao redor da praca era uma unica residencia (que se chamava Hôtel de Tournelles), construida pelo Rei Henri IV, que queria ter uma residencia a sua altura!
Mas depois que a mansao foi desmembrada em diferentes residencias e edificios, a praca continuou atraindo moradores ilustres, entre ele o escritor Victor Hugo, que morou no numero 6 (numa das esquinas da praca), por muitos anos ate decidir abandonar Paris durante a Revolucao (e entao escrever o classico Les Miserables).
A casa de Victor Hugo hoje em dia eh um museu, e tambem pode ser visitada pelo publico.
Mas o mais legal da Place des Vosgues eh andar por seu jardin e sob as galerias arqueadas de tijolinho vermelho – hoje quase inteiramente ocupada por galerias de arte e cafes e restaurantezinhos fofos que valem o pit stop no passeio!
Igreja St-Gervais-et-St-Protais
E quando eu ja estava voltando ao Hotel de Ville pra terminar meu passeio, dei de cara com essa igreja linda e completamente vazia, a St-Gervais-et-St-Protais.
Nao sabia direito oque era, ja que nao eh uma igreja turistica, mas fiquei impressionanda com seu interior e principalmente com seu gigantesco orgao!
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E para minha surpresa, quando fui pesquisar a Igreja, descobri que ela serviu de sede para a maior dinastia musical Francesa, as familias Couperin e Clicquot.
Eu nao entendo nada de musica, e muito menos de Orgaos Sacros, mas aparentemente o orgao (que tao me impressionou!) ainda eh o original construido por Francois Clicquot, oque supostamente eh uma raridade digna de museu!
Musee Pompidou
Apesar de nao estar exatamente ali no meioco do Les Marais, outro endereco que nao da pra esquecer no bairro eh o Museu de arte moderna Pompidou, que fica a pouquissimos minutos andando do Hotel de Ville, e eh imperdivel (e o restaurante na cobertura do predio nao soh tem uma otima comida, mas tembem tem uma vista incrivel da cidade!)

Uma tarde passeando pelo Les Marais seria uma extencao perfeita para o roteiro de Paris (que foca mais no centrao turistico), proporcionando uma visao diferente da cidade, e bem menos lotada (e mais autentica)!

Outra otima opcao tambem que pode ser combinada com o roteiro basico + Les Marais eh o bairro Saint-Germain-des-Prés, que fica no lado oposto do Rio Sena e eh outro bairro delicioso de Paris e muito pouco explorado por turistas!.

 

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10
30
Oct
2011
Saint-Germain-des-Prés
Escrito por Adriana Miller

O bairro Saint-Germain-des-Prés na area River-Gauche (lado esquerdo do Sena) de Paris deve ser um dos pouquíssimos bairros centrais de Paris onde vemos mais Parisienses do que turistas pelas ruas.

Nao que o bairro nao seja turístico - e vale demais a pena um visita - mas ao ser comparado com outras areas do outro lado do Sena a concentração de atrações turísticas por metro quadrado é bem reduzida, oque consequentemente tem um efeito diretamente proporcional aos turistas que a area atrai.

Tudo que Saint-Germain nao tem de cartões postais, ele tem de charme-cliche-Parisiense e ainda hoje atrai o mesmo estilo de moderninhos intelectuais de outrora.

E foi justamente isso que ajudou a desenvolver o bairro no século 19, que foi o berço do movimento existencialista.

As cafés escondidinhos das ruas do entao bairro low profile no 6eme arrondissement abrigaram nomes como os escritores e filosofos Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir enquanto desenvolviam suas criticas antropologicas, sociais e politicas que contribuiram para uma revolução social na Europa no inicio do seculo 20.

Muitos desses cafes ainda existem (mas hoje em dia atrem mais turistas doque filosofos) e os mais notaveis sao os historicos Cafe de Flore – que era o preferido da elite intelectual e literaria nos periodos pre e pos guerras – e o rival Les Deux Magots – que era o preferido entre a elite artistica e fashionista durante o mesmo periodo, listando entre seus clientes mais notaveis, nomes como Pablo Picasso durante sua fase “cubismo”.

Mas apesar de hoje em dia apenas atrair turistas, os dois cafes ainda mantem uma forte presença no mundo literário de lingua Francesa, e ainda sediam dois prêmios de literatura, o “Le Prix des Deux Magots” e o “Prix de Flore” desde a decada de 30.

Mas intelectuais e literatura clássica a parte, o Saint Germain de hoje em dia, atrai um novo estilo de vanguarda, e cada esquina e cada quarteirao do bairro (principalmente no Bulevard du Saint Germain, a rua principal do bairro) sao ocupadas por lojas de design: seja moda, como os incomuns Sonia Rykiel e Zadig et Voltaire, que sao duas marcas francesas que definitivamente nao se moldam no padrão Chanel-Dior-Hermes de ser.

Alem das lojas de design mobiliário (como por exemplo uma loja gigante da Armani Casa ou Bang & Olufson), pecas de arte, pinturas e galerias de fotografia.

E é em Saint Germain tambem que esta a loja de Departamento Le Bon Marche, com estrutura desenhada por Gustav Eiffel e que eh a loja de departamentos mais antiga da Europa.

Mas apesar dos cafes de peso Flore e Deux Magots, Saint Germain é inteirinho dedicado a arte de beber cafe e nao fazer nada numa mesinha na calçada.

Sao quarteiroes e mais quarteiros, com ruas inteiramente ocupadas por cafes, bistros e restaurantes chamoso, principalmente entre as ruas Rue de Seine e Rue du Buci (bem atras da Igreja de Saint Germain), e eh justamente ali que esta o maior tesouro escondido do bairro: o Cafe Procope (na rue de l’Ancienne Comédie, praticamente chegando no Odeon) que leva o recorde do primeiro e mais antigo cafe de Paris!

O engraçado, é que num bairro com tantos grandes nomes e tantas ofertas, o histórico Procope acaba se apagando e passando totalmente despercebido pelos turistas!

O Procope foi fundado em 1686 (no mesmo predio ate hoje!) por um comerciante Italiano que nao se conformava de nao encontrar um bom lugar dedicado a tomar cafe em Paris, entao fundou o primeiro restaurante/bar, com um nome inspirado em “Procopius”, o historiador Romano que divulgou todos os podres do imperador Justino, oque chamou bastante atencao na epoca.

Alem disso o cafe foi fundado praticamente do outro lado da rua do teatro Comédie-Française, fundado por Moliere e um dos primeiros do genero na cidade, e rapidamente virou um estabelecimento frequntado por atores e roteiristas antes e depois das apresentacoes.

Hoje em dia o Cafe Procope ainda funciona como um bar e cafe, mas tambem eh um bistro, e tem um menu bastante variado.

E claro, nao esquecendo da propria igreja de Saint Germain (que ja foi Abadia, mas hoje em dia acho que foi destituida) que marca a area central do bairro.

Um roteiro legal pra ser feito por ali eh comecar o passeio nos arredores do museu Les Invalides e do museu Rodin, que apesar de tecnicamente nao estar no bairro Saint Germain, eh um predio lindíssimo e tem um conexão logica e bem facil, seguindo pela Rue de Grenelle (ruazinha estreita cheia de predios antigos ocupados por ebaixadas e consulados) ate onde o Bulevard Raspail se junta com o Bulevard Saint-Germain, e dai pra frente é uma reta que cruza todo o bairro!

 

 

 

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14
18
Oct
2011
Fim de semana Fotográfico em Paris!
Escrito por Adriana Miller

Quando eu voltei da viagem pelo Oriente Médio, o Aaron tinha preparado uma surpresa: ele comprou passagens EuroStar e fomos passar um fim de semana em Paris.

A nossa primeira viagem juntos, logo que começamos a namorar foi pra Paris, e apesar de que ambos ja voltamos a cidade outras vezes, nunca mais estivemos por la juntos. E o engraçado foi que ele veio me contar da surpresa e completou “Mas nao vamos nos divertir! Vamos tirar fotos!”.

Mas sim, nos divertimos muito, e também tiramos muitas fotos!

Infelizmente nos demos muito azar com o clima, e pegamos muito frio, chuva e dias escuros, que acabaram atrapalhando nossa programação e fotos…

No sabado, logo que chegamos na cidade, fizemos bem rapidinho meu roteiro basicao de Paris, passando pelos principais pontos turisticos da regiao “sul” da cidade.

Mais uma vez ficamos hospedados na regiao da Bastille/Marais (mais detalhes do hotel que ficamos no fim do post), entao começamos o roteiro tambem por essa regiao: Começando o dia na Île de la Cité, onde fica a Catedral de Notre Dame, mas desistimos de entrar quando vimos a fila quilometrica pra subir nas torres da igreja.

Ainda sem sair da Île de la Cité seguimos para outra igreja, a escondidinha Sainte Chapelle. A Sainte Chapelle muitas vezes eh esquecida nos roteiros por Paris e ignorada por muitos turistas, mas com certeza uma das mais bonitas e impressionantes da cidade!

A Saint Chapelle foi originalmente contruida em 1239, a pedido do Rei Louis IX (que foi o unico Rei da historia Francesa a ser canonizado como Santo), e eh conecida por ter os maiores e mais impressionantes vitrais coloridos do mundo!

Depois seguimos rumo ao Louvre, passeando pela calcada do lado sul do Rio Sena, onde ficam os sebos de livros e revistas antigas.

Como o tempo era curto e queriamos poder fazer bastante coisa em apenas um fim de semana, nao entramos no Louvre, e continuamos nosso passeio pelo Jardim das Tuileries, onde o resto da semana de moda de Paris ainda estava sendo desmontado.

Chegando na Place da La Concorde, entramos na Rue de Sainte Honore pra almocar, mas depois continuamos nosso roteiro pela avenida Champs Elysee.

Por azar, nesse fim de semana a cidade estava toda um caos, pois era alguma data comemorativa dos policiais/bombeiros/militares e varias partes da cidade estavam interditadas, eu rolando eventos especiais – que foi o caso do Arco do Triunfo, que nao conseguimos chegar muito perto, nem subir no topo.

Mas como a essa altura o dia ja estava quase acabando e a luz se minguando, seguimos do Arco do Triunfo diretamente pela Avenue Kleber a tempo de chegar na Torre Eiffel assim que as luzes se ascendessem!

As luzes da Torre acendem exatamente no por do sol (entao cada dia vai ser mais ou menos um horario diferente), e esse tambem eh o melhor periodo para fazer fotos noturnas sem que elas fiquem escuras demais.

No Domingo, o tempo acordou pessimo mais uma vez e como a chuva nao deu tregua, fomos direto pro Centre Pompidou, que eh um museu/galeria de arte moderna. Infelizmente a cidade toda teve a mesma ideia, pois a fila estava enorme!

Mas aproveitamos pra almocar por la e tirar muitas fotos da vista panoramica na cobertura do predio.

No resto do dia, resolvemos concentrar nosso passeio na area mais ao “norte” da cidade, entao do Pompidou fomos andando toda Rue Rambuteau, que eh uma rua so de pedestres, cheia de lojinhas e cafes, em direcao ao Palais Royal – e no meio do caminho tivemos uma surpresa: resolvemos parar e entrar na Igreja Saint Eustache, uma igreja nada turistica (estava completamente vazia!) que eh uma reliquia!

Construida no seculo 16, foi nela que Rei Louis XIV recebeu sua primeira comunhao, onde Mozart escolheu para celebrar o funeral de sua mae, e onde Moliere nao so foi Batizado, mas que tambem escolheu essa igreja para anos depois de casar!

A principal caracteristica da Igreja eh seu orgao monumental de 8.000 cordas (pipes), na direcao oposta ao altar, e os vitrais gigantescos nas laterais da igreja.

Mas depois que chegamos no Palais Royal, viramos na Avenue de L’Opera e seguimos ate o final, onde o Palais Garnier, ou a Opera de Paris coroa a avenida!

A Opera foi fundada por Louis XIV e eh a sede da Academia Real de Musica da Franca – mesmo quem nao tiver a oportunidade de assistir uma Opera ou ballet em Paris, o edifico eh aberto para visitacao todos os dias (inclusive domingo), onde eh possivel ver alem da escadaria do saguao de entrada, tambem a area do palco principal e a construcao/decoracao intensamente decorada e brocada!

E entao pra fechar nosso dia e nosso fim de semana em Paris, fomos de metro ate Monmatre, para a Igreja Sacre Coeur, onde ficamos pra ver o por do sol e a cidade se iluminando de longe…

E como o objetivo principal do fim de semana foi tirar otimas fotos de Paris, acho que atingimos nossos objetivos né?

As fotos estão AQUI.

Esse fim de semana, ficamos num hotel na região da Bastille & Marais, que tem uma otima localização, mas sem ter os preços loucos dos hoteis da região da Champs Elysee, Torre e afins.

Então reservamos o Hôtel De La Herse d’Or, uma pensão que fica entre a estação de metro da Bastille e o Centre Pompidou, e a dois quarteirões do Rio Sena.

O hotel é bem simples, mas bonitinho, limpo, bom serviço e tal e tem wifi gratis. Fiz nossa reserva no Booking.com

 

 

Categorias: França, Paris, Roteiros & Passeios, Viagens
60
09
Aug
2011
Salut!
Escrito por Adriana Miller

Eu sei que o blog esta abandonado pacas, podem continuar reclamando…

Então resolvi aparecer só pra dar sinal de vida rapidinho.

Muita coisa pra escrever e atualizar, mas entre a volta da viagem para os Balticos, varias noites seguidas trabalhando ate tarde, depois a visita da minha Irma a Londres com uma programação intensa, as revoltas e quebra-quebra em Londres e agora… Uffa: to em Paris trabalhando de novo!

Ou seja, sem tempo nem energia para dar as caras por aqui com qualquer coisa mais elaborada (mas em compensação o Twitter e o Facebook bambando!! Segue lá!)

Aqui em Paris não deu pra muita coisa e foi um dia muuuuito cansativo.

Mas meu dia foi assim:

Madruguei mais cedo doque é humanamente permitido (3:30 da manha), pois não consegui reservar um taxi com antecedência pra me levar no aeroporto.
Como todo mundo deve estar sabendo, Londres passou por uns dias de conflitos sociais e vandalismo esse fim de semana que deixou o pais de cabelos em pe! (ainda não decidi se vou escrever minha opinião sobre isso aqui Jô blog ou não. Já falei demais no Twitter!)

Sai perambulando pelas ruas catando um taxi, e entanto que o centro de Londres estava tranquilissimo, ao mesmo tempo que eu via no Twitter imagens do London Eye em chamas (foto falsa, claro), na verdade assisti esse nascer do sol aqui:

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Consegui chegar no aeroporto sem problema algum, voei pra Paris e passei o dia todo no escritório.

No fim do dia, fiz check in no Hôtel de Crillon na Place de la Concorde (post depois, por que é chique demais!) e não resisti a esse por do sol antes de por fim me render ao cansaço!

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Um por do sol alaranjado incrível de um lado, com nuvens cor de rosa do outro lado, e a Torre Eiffel e a Praça da Concórdia como pano de fundo!

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19
22
Jun
2011
Torre Eiffel: Subir ou não subir?
Escrito por Adriana Miller

Taí uma coisa que eu nunca tinha feito em Paris: subir ao topo da Torre Eiffel!

Não sei porque, mas nunca tive vontade, a fila sempre estava quilometrica, custa caro, o tempo tava ruim… enfim. Varios pontos negativos, somados a falta de vontade = ver a Torre de baixo pra cima!

Mas dessa ultima vez que estive na cidade, foi a primeira viagem a Paris da funcionaria que estava comigo e era o sonho dela subir na Torre. Eu tentei avisar que não ia dar tempo, que era sempre lotado, bla bla bla, mas uma das meninas do escritorio deu a dica: muita gente não sabe, mas como tem um restaurante no “2º andar” da torre, eles ficam aberto a visitação até tarde (23:00hrs), e como fomos no auge da primavera, com sol até tarde da noite, ainda daria tempo de aproveitar a torre depois do expediente!

E pra minha surpresa, quando chegamos no Trocareró por volta das 6 e pouco, a entrada da torre estava vazia! NINGUEm na fila! E olha que eu já vi filas que davam voltas e voltas no jardim…

Então não deu pra resistir!

Os tickets custaram € 13,40 (ouch!) e passamos direto pela segurança e elevador!

Primeira impressão? É MUUUUUUITO alto! Só lá de cima é que dá pra preceber o quanto a torre é gigante!

No primeiro andar é onde se ve melhor a cidade, e dá uma otima perspectiva do “mapa” de Paris – um passeio pra fazer logo no primeiro dia na cidade, com roteiro e mapa na mão pra se situar bem nos passeios!

Confesso que gostei da experiencia, mas conforme desconfiava, não acho que voce vai perder nada demais caso não de tempo de subir na torre.

A vista realmente é linda (afinal a cidade ajuda!), mas não substituiu andar e bater perna e conhecer cada palmo de Paris vista lá de baixo!

Lá em cima tem uma Champagne Bar e um clima de romance no ar… varios casais abraçadinhos e nós ficamos na expectativa se ia rolar algum pedido de casamento ou não! Cliche… mas ultra romantico!

Pra quem for na alta temporada, ou simplesmente quiser subir na torre sem ter que perder horas precisosas de passeios bundiando na fila, a compra on line é uma boa opção.

Ainda assim tem fila, e a compra on line não oferece nenhum desconto no preço final, mas com certeza vai economizar seu tempo (que numa viagem as vezes pode ser seu bem mais precioso!).

Para comprar seu ticket on line com antecedencia, clique AQUI.

 

 

 

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25
21
Jun
2011
Paris: Avenue Montaigne
Escrito por Adriana Miller

Porque afinal, olhar não custa nada…!!

Essa eh a rua onde fica o Plaza Athenee, e minha adorável e singela vizinhança! Com as melhores lojas e alguns dos melhores restaurantes de Paris:

 

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5
08
Jun
2011
Ao vivo de Paris (em fotos!) 2
Escrito por Adriana Miller

Hoje o dia foi looongo e saímos do escritório bem tarde depois de uma tarde estressantes de conflitos de opinião…

Por sorte quarta feira eh o dia que o Miseu do Louvre fica aberto ate bem tarde (10 da noite!), então aproveitamos e fomos direto pra lá!

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Tai um lugar que nunca consegui ver d cabo a rabo, mas mesmo andando sempre pelos mesmos corredores, vendo sempre as mesmas obras, nunca me canso do Louvre…

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Por fora…

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E por dentro!

… E ate ela sorriu pra mim!

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Mas a medida que o tempo foi passando e o sol foi descendo no horizonte…

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Decidimos seguir o Sena na direção Sul, ate dar de cara com ele:

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Ate que algumas horas depois – depois de jantar com uma vista linda e um vinho rose maravilhoso – voltei pro hotel e encontrei isso aqui ó, brilhando na esquina!

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Mas amanha de tarde a vida volta ao normal e voltamos pra Londres.

Ainda bem que existe celular com câmera fotográfica heim?!
Eu tirei uma centena de fotos por Paris, mas esqueci o cabo pra baixar as fotos pro laptop, então só mesmo meu fiel iPhone pra conseguir registrar o dia a dia.

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