04
Jun
2014
Budapeste: Kiosk Restaurant
Escrito por Adriana Miller

Quando comecei a planejar a viagem pra Budapeste com minha irmã e uma amiga, logo decidimos que queríamos fazer alguma coisa super legal no sábado a noite!

Queriamos nos arrumar, sair pra jantar em algum lugar super bacana, tomar uns drinks e curtir um pouco a famosa night Hungara!

Entao quando pedi algumas indicacoes para o concierge do nosso hotel, imediatamente ele recomendou o Kiosk, que eh o bar/restaurante sensacao do momento na cidade!

O Kiosk fica em Peste, na beirinha do rio, bem ali na regiao do bairro Judeu e de compras da cidade, uma area com muitos outros barzinhos, clubs e restaurantes tambem, entao foi facilimo de chegar.

Eles ocupam todo primeiro andar de um antigo palacio, com o pe direito alto, e uma decoracao toda meio rustica, assim meio galpao convertido, com algumas das estruturas originais do palacio (as varandas internas e janelas em estilo meio barroco), mas com tijolos expostos e muida madeira de restaurancao. Um clima lindissimo!

Logo na entrada damos de cara com o bar, e uma bandinha tocando musica ao vivo, e apesar de ser relativamente cedo (O Kiosk eh o tipo de lugar que as pessoas vao cedo pra jantar e depois ja ficam la direto pra dancar e tals), o ambiente ja estava animadissimo, com varios grupos enormes de amigos e comemoracoes, enfim super legal!

Sabe aquele lugar que apesar de chique e arrumadinho, tambem eh super informal, fica todo mundo meio em pe, meio sentado, e os grupos de amigos vao trocando de lugar ao longo das pesas enormes? Ah, foi muito bom! Adoramos demais o climinha do lugar!

Outro ponto forte deles eh a adega, e a parece dos fundos do restaurante eh inteirinha de vinhos das mais variadas vintages – mas o menu de cocktails nao deixa a desejar!

O menu de comida nao eh muito extenso, mas tem otimas opcoes de comida Hungara moderna e outras tantas opcoes internacionais, pra agradar todo mundo – e sim, a comida estava tao boa quanto o ambiente do lugar!

O nosso plano era ter ficado lá ate bem mais tarde, e depois ainda emendar no Buddha Bar (que também é ali pertinho), mas depois de um dia inteiro de turistagem, acabamos entregando os pontos cedo e voltamos pro hotel ja planejando as programações do dia seguinte em Budapeste!

Para jantar no fim de semana, é impreenchível fazer reserva – mas caso contrario é só chegar chegando e tomar uns drinks (de preferência, pós-spa!)

KIOSK

Marcius 15. ter 4., Budapest 1056, Hungary

 

Categorias: Budapeste, Hungria
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04
Jun
2014
Budapeste: Széchenyi Spa Termal
Escrito por Adriana Miller

Budapeste se auto intitula como a capital dos spas da Europa: não sei se o titulo é oficial, mas acho difícil alguém bater as estatísticas.

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No total são 118 fontes de aguas termais em Budapeste, com temperaturas que variam entre 21 e 78 graus e o mais variado leque de minerais e propriedades. Historicamente, além do beneficio óbvio da agua limpa e quentinha amplamente disponível, as propriedades medicinais das aguas se espalharam pela Europa, e Budapeste se tornou um grande centro medicinal durante a ocupação Romana no centro-leste Europeu.

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Mas foi no século 16, durante a ocupação Ottomana que a cultura dos spas realmente se propagou entre os Húngaros: afinal juntaram a abundância de aguas medicinais disponíveis, com a cultura dos Hammans (banho turco) dos Turcos, e pronto. Receita de sucesso duradouro!

Hoje em dia, Budapeste tem mais de 15 Spas termais (não incluindo spas “normais” de hotéis e estética), alguns de construção e estrutura centenária (como é o caso do Rudas Bath, que existe desde 1500), que mantém o ritual super presente na cultura local.

Na verdade eu só passei a dar atenção mesmo aos Spas Húngaros quando comecei a trabalhar com uma menina de Budapeste, uns 2 anos atrás. Segundo ela (que tem trinta e pouquinhos anos) é isso que fazia sua família quando era criança, depois passou a fazer com seus amigos quando era adolescente e na faculdade, e agora é seu programa preferido quando volta pra Budapeste.

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Sabe essa coisa de carioca marcar uma praia & barzinho? Em Budapeste a programação é ficar pulando de piscina em piscina, batendo papo com os amigos, ou confraternizando com a família. Ela vai do aeroporto direto pro Spa, encontra todo mundo na piscina X e lá mesmo já se arrumam e caem na balada.

Achei isso o máximo! Entoa não queria deixar de experimentar de jeito nenhum!

Nos escolhemos o Széchenyi Furlo pra passar o domingo a tarde, por ser o maior e mais conveniente para nosso roteiro (pois ele fica dentro do Parque da Cidade, no coração de Peste), mas também tínhamos considerado o Gellért, que apesar de menor (fica no lado Buda), é mais histórico e (aparentemente) mais bonito por dentro, sendo uma boa opção para o inverno.

Mas achei o esquema das piscinas externas do Széchenyi incríveis, além das muitas piscinas internas (mas achei o interior meio caidinho – mas não esqueçamos que esse spa eé do século 18, e muita coisa ainda eé original e “histórica”), além da localização e de ser o maior complexo de aguas naturais da Hungria e da Europa.

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Na verdade ele me lembrou um pouco a “Blue Lagoon” na Islândia – aquela abundância de agua quentinha e azul a céu aberto. A diferença é que em Budapeste, as fontes e “laguinhos” termais foram transformados em piscinas e com todo um complexo de suporte (na Islândia é mais “ao leu” e natural).

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Eu e a Monica aproveitamos também pra curtir os pacotes de Spa que eles oferecem (você pode pagar pra entrar e apenas usar as – muitas – piscinas, ou pode fazer massagens e tratamentos de spa também), então passamos boa parte do nosso tempo na PalmaHaz, um jardim de inverno climatizado, e com uma decoração toda meio “tropical”, com lounges, redes, sofás e espreguiçadeiras, bares de chás e sucos de frutas, e claro, salinhas de tratamentos.

Foi difícil ir embora, mas ainda queríamos curtir o restinho das piscinas e do spa antes de ter que voltar pro aeroporto!

Para entrar e usar as instalações do Széchenyi, basta comprar sua entrada lá mesmo, direto na bilheteria, ou on line ou através de vouchers no seu hotel (foi o que fizemos). Como fomos num domingo, nos aconselharam não deixar pra comprar na hora, pois como a capacidade é limitada, as vezes formam umas filas enormes (principalmente na alta temporada – auge do verão, ou auge do inverno, e nos fins de semana), então já chegamos lá com vouchers na mão e entramos direto.

 

Categorias: Hungria, Viagens
9
03
Jun
2014
Four Seasons Hotel Gresham Palace Budapest
Escrito por Adriana Miller

Se tem uma coisa que eu realmente noto que mudou em minhas viagens nos últimos anos, sem duvida alguma são as opções de hotéis. Por um lado, sem duvida alguma é a idade. Aos 23/24 anos quando comecei a escrever esse blog, qualquer viagem era viagem, mesmo que embarcasse sem a menor ideia de onde iria dormir. Critérios como “limpeza” e “conforto” eram absolutamente supérfluos, quando na verdade o que me interessava mesmo era o combo preço (baixo) e localização (boa). Então já me meti em altos muquifos pelo mundo afora, e não me arrependo de nenhum!

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Por outro lado, não dá para negar que viajar a trabalho abre portas a todo um novo mundo de mordomias que até uns anos atrás eu não valorizava, mas depois que você começa a perceber a diferença no conforto, no nível de serviço e em todos os detalhes oferecidos por hotéis superiores, não da para negar que nosso nível de exigência muda, e ai finalmente passei a dar valor a pequenos extras, que são apenas isso – extras e supérfluos – mas que fazem uma diferença enorme! Um de meus principais motivos para sempre ter acho que não valia a pena pagar muito pela hospedagem era aquele clássico de que “quase não vou ficar no hotel mesmo” – mas com a Isabella isso mudou, e acabamos passando bem mais tempo no hotel e dependendo mais de sua infraestrutura por causa dela.

E por fim vem as “desculpas” – se estou viajando com o Aaron e a Isabella, queremos um lugar confortável, com bom serviço e luxo por causa dela. Se estou sem ela, é porque quero aproveitar a “liberdade” e poder curtir os extras um pouco mais (seja uma cama super macia, seja o spa ou um bar badalado no hotel).

Então ao planejar uma viagem com minha irmã e uma amiga, queríamos ficar hospedadas com conforto, boa localização, e sem dúvida alguma, luxo! Afinal, era uma ocasião especial estarmos em Budapeste juntas e como só nos vemos 1 ou 2 vezes por ano hoje em dia, então passar perrengue estava fora de cogitação!

O Four Seasons é um hotel dos sonhos, em qualquer lugar do mundo, mas o de Budapeste é especial! Então quando a equipe de RP nos convidou a conhecer o hotel, nem tive que pensar duas vezes.

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Primeiro porque ele faz parte da historia e da paisagem da cidade – o Gresham Palace foi construido em 1827 como um complexo de apartamentos de luxo, mas cerca de 1 século depois foi inteiramente abandonado durante as guerras. Apenas em 1991, com a queda do socialismo, o prédio foi comprado com uma rede hoteleira, e após a aquisição do Four Seasons, o Gresham Palace ficou 9 anos sendo reformado, para garantir que sua arquitetura original Neo-Classica seria preservada.

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E em segundo – e principal – lugar é sua localização. Nem da para discutir que o Four Seasons é o hotel mais bem localizado de Budapeste – você abre a porta (ou a janela do quarto) e da de cara com a Ponte das Correntes, o principal símbolo da cidade, o que nos deixou a poucos metros de distancia de Buda, mas também de outras das principais atrações do lado Peste, como o Parlamento Húngaro a 3 quarteirões de um lado, e a Andrassy Ut a poucos quarteirões do outro lado.

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E eles se superaram na atenção aos detalhes: da cesta de frutas nos esperando no quarto, as sugestões de restaurantes do concierge, e ate mesmo uma coisa bem bobinha, mas tão legal (e que nunca vi nenhum outro hotel fazer – seja 5 estrelas ou não: na véspera do nosso check out, a camareira deixou saquinhos de plástico no banheiro juntos com as miniaturas de amenidades (da L’Occitane!) já prontas para serem levadas para casa no avião.

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Posso dizer o quanto achei isso legal?! Porque convenhamos, todo mundo adora levar as miniaturas dos hotéis para casa (eu AMO!), e tem capricho maior do que ser simpático ao ponto de dizer, ainda que indiretamente: “nos sabemos que nossas miniaturas são muito boas, então toma. Leva para casa, e coloca nesse saquinho, para não confiscarem no aeroporto!”.

Ahhhhh! Achei muito fofo!

E foi um festival de simpatia e detalhes, que nos fazem sentir especiais o tempo todo – outra coisa que eu adorei foi poder reservar nosso pacote nas termas Széchenyi direto com eles, e de quebra ainda nos deram um “kit spa”, com toalha e roupão de banho do Four Seasons, além de chinelinho, touca de banho e miniaturas L’Occitane, dentro de uma bolsinha de tecido que acabamos carregando pela cidade toda no domingo!

Com certeza deu um toque especial a mais no nosso fim de semana – não foi a primeira e definitivamente não será a ultima vez num Four Seasons pelo mundo!

 P.S: Política de parceria: todo conteúdo desse blog reflete a minha opinião e experiência pessoal. A rede Four Seasons de hotéis construiu uma política de muita cordialidade e parcerias com blogueiros mundo a fora, porem minha hospedagem em Budapeste não foi cortesia e esse post não foi pago.

 

Categorias: Budapeste, Hungria, Viagens
7
02
Jun
2014
Roteiro de fim de semana em Budapeste
Escrito por Adriana Miller

Viajar e conhecer lugares novos eh sempre uma delicia, mas as vezes nada se compara a sensação de poder voltar a alguma lugar maravilhoso e rever suas impressões.

E digo rever com um duplo sentido: re-visitar, re-tirar fotos, re-curtir o lugar. Mas também rever seus conceitos, o que gostou ou não em determinado destino e quais serão suas novas impressões. As vezes o lugar mudou muito (lembram da transformação da Malasia?!), e outras vezes, foi você quem mudou – mudou de opinião, de perspectiva do mundo e de expectativa (como por exemplo mina re-visita a Veneza uns anos atrás).

E Budapeste foi exatamente isso.

Por um lado tinha muita vontade de voltar – nunca tive nenhuma impressão negativa da cidade, mas confesso que me surpreendi quando re-li meu post sobre mina primeira viagem a cidade, quase 7 anos atrás. A pesar de ter sido uma viagem muito legal, e uma cidade incrível, eu ressaltei muitas coisas negativas também, que com o passar dos anos, evaporaram completamente da minha memória.

Mas o que importa é que sempre quis voltar! Eu tenho um fascínio pelo Leste Europeu – sua cultura, historia, arquitetura, culinária… É sempre o tipo de lugar que me sinto “na Europa”, muito mais que outras áreas do continente. Sim a Espanha é super legal, o Sul da Franca incrível, e a Itália riquíssima, mas nada se compara a sensação de “velho mundo” que sinto nessa região central-leste Europeu!

Então quando mina irmã estava planejando sua visita a Londres, queríamos fazer algum programa so nos duas, ela queria conhecer algum país/cidade novo pela Europa, e imediatamente pensamos em Budapeste!

E lá fomos nós, de sexta a noite a domingo de tarde para Budapeste, eu, Mônica e Carol (uma amiga da Monica que estava dando um rolé pela Europa na mesma época), que já conhecendo a cidade, eu sabia que seria mais que suficiente.

Nosso voo chegou relativamente tarde na sexta feira, então ficamos apenas curtindo o hotel e planejando o dia seguinte.

Mas nosso sábado começou cedo! Ficamos hospedadas no – incrível! – Four Seasons (um post sobre o hotel já já!), que tem uma localização imbatível, exatamente em frente a “Ponte das Correntes”, então nem gastamos tempo nenhum pra chegar nos pontos turísticos!

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Fomos direto em direção a ponte, atravessamos o rio Danúbio, e cruzamos para o lado de Buda, que eh a area mais “nobre” e histórica da cidade.

A cidade eh dividida em duas, o lado Buda fica no alto da colina, no lado norte do rio Danúbio, sendo uma região mais nobre, histórica e artística. Enquanto Peste, no lado sul e lado “baixo” da cidade, eh mais residencial, porem também sedia a administração do governo (o parlamento fica no lado Peste) e o comercio da cidade.

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Chegando em Buda tínhamos a opção de enfrentar a fila e subir Buda usando o serviço do funicular, mas como a fila estava muito grande, fomos andando mesmo e valeu a pena!

Além de ter sido super rapidinho, de quebra a subida pelo parque ainda oferece vistas incríveis da cidade!

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Lá em cima, nossa primeira parada foi o Palácio Magyar Nemzeti, que hoje em dia sedia o Museu de História Húngara, e a pesar de que optamos não entrar, não pode ser ignorado – a construção domina totalmente a vista da cidade, e eh a imagem mais marcante de Buda!

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Sua posição privilegiada e construção imponente, garantiram que além de não ter sido destruído durante a guerra, ainda foi eleito para sediar o “governo” nazista (e posteriormente, Soviético) durante as guerras e ocupações da Hungria.

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Mas estando lá em cima não sabemos se tiramos fotos do palácio ou da vista da cidade! Realmente Budapeste é muito harmônica e muito fotogênica, principalmente a vista de Buda para Peste.

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Nos fundos do palácio temu m outro jardinzinho, com as esculturas, fontes e um mercadinho bem fofo, cheio de souvenirs e produtos típicos da cidade (os linhos bordados e caixinhas de madeira são lindos! Ótimo para quem gosta de jogos de mesa mais elaborados e delicados).

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Bem do lado do museu esta o palácio presidencial Sandor, que a pesar de que arquiteturalmente fica meio escondido entre seus vizinhos, de hora em hora eles fazem um (mini) troca da guarda, e todos os dias ao meio dia em Ponto, os guardinhas fazem uma aprensentação de troca da guarda e “malabarismos” de suas armas!

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Por acaso chegamos lá em ponto e conseguimos assistir a apresentação, que foi super interessante!

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Por fim o ponto alto de qualquer visita a Buda eh a Igreja Sao Matias com seu interior dourado e seu telhado coloridíssimo!

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Além de claro, a estrutura do Halászbástya, que é tipo uma varandinha, meio castelinho que debruça na colina de Buda, bem de frente ao Parlamento Húngaro, e a eh a cena mais típica da cidade!

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Na parte da tarde, voltamos ao lado Peste da cidade e fomos direto ao Parlamento!

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O edifício é aberto a visitação, mas dividido em duas áreas: a Biblioteca do parlamento, que deve ser reservada com antecedência e apenas disponível por telefone ou pela internet, ou uma tour mais geral, que também pode ser comprada on line ou no próprio dia da visita (mas nao vendem ingressos com antecedência lá na bilheteria).

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Não reservamos nada com antecedência pois achei que seria difícil programar exatamente onde estaríamos a que horas, mas ainda assim conseguimos ingresso para aquela tarde.

Infelizmente tivemos a brilhante ideia de então parar para almoçar e descansar um pouco e fomos andando em direção a Catedral de São Estevão.

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A verdade eh a ideia realmente foi ótima, e a comida muito, muito boa! Maaaaaas… relaxamos tanto com nossos Goulash que perdemos totalmente a hora da visita ao Parlamento!

Nao consegui lembrar exatamente o nome do lugar onde almoçamos, mas fui numa birosquinha bem com cara de pega-turista, na rua principal da Catedral – mas nos surpreendemos o quanto a comida estava maravilhosa! (pedimos Goulash de entrada, que eh a sopa típica da Hungria – com carne, paprika e muito temperadinha!), e de prato principal, algumas opcoes típicas, como a carne de cozimento lento no molho de paprika e mini dumplings caseiros e picles, e o frango assado com uma massinha tipo gnochi e molho de ricota defumada.

Realmente era de se esperar que perdemos totalmente a hora!

Então como economizamos o tempo da visita no Parlamento, fomos seguindo em direção a Andrassy Ut, a rua principal da cidade, e também uma das mais comerciais, e onde estão as principais lojas high-end da cidade e muitos de seus museus históricos.

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Logo no começo da rua esta a Opera de Budapeste, considerada uma das mais bonitas da Europa, e a pesar de que a Hungria não é exatamente conhecida internacionalmente por sua música clássica, os Húngaros são um povo muito musical, e portanto dão um prestigio enorme a sua Opera!

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A Opera de Budapeste pode ser visitada por dentro (além de que as performances sao vendida ao publico, então você pode comprar seu ingresso para assistir uma Opera em Budapeste la mesmo! Deve ser o máximo!), mas apenas com visitação guiada e que acontece todos os dias, apenas as 3 e as 4 da tarde. A compra e reserva dos ingressos para visitacao devem ser feitas diretamente la na Opera (na lojinha de souvenirs).

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Ah! Outra area comercial que vale a pena mencionar ali nos arredores da Andrassy Ut e a Ponte das Correntes em Peste é a Vati Utca, que é uma outra região comercial mais “normal” (leia-se: menus Gucci e Louis Vuitton, e mais Zara e H&M).

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Mesmo para quem não pretende fazer compras, vale a visita, pois a Vaci Utca é uma das ruas principais do bairro Judeu de Budapeste, que após ter sido dizimado durante a segunda Guerra, foi parcialmente construido e possui Sinagogas e edifícios lindíssimos!

E a noite, é por ali que estão os barzinhos, clubs e restaurantes que atraem os muitos grupos de amigos e despedidas de solteiro(a) a cidade! (que eh um dos top destinos para festerês e despedidas de solteiro(a) na Europa!).

Nos jantamos ali perto, no Kiosk que é muito legal e vale demais a dica!

No dia seguinte, domingo, acordamos com um dia bem cheio e chuvoso, o que atrapalhou nossos planos, mas ainda assim tentamos continuar passeando pela cidade.

Então logo de manha, voltamos no parlamento para tentar comprar novas entradas para fazer o tour – mas acabamos desistindo, pois nao queríamos esperar demais…

Aproveitamos também que estávamos por aqueles lados de Peste e demos uma passadinha na Estação de trem de Budapeste, na Praça Eiffel – pois como o nome sugere, a construção foi desenvolvida pelo arquiteto Francês Gustave Eiffel.

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Então voltamos para a Andassy Ut, para tentar ver o resto da avenida, que não tinha dado tempo no sábado.

Uma das atrações mais interessantes da avenida eh o “Museu do Terror”, que eu preferi não ir dessa vez, mas passei algumas horas por la na mina outra visita a Budapeste e realmente é um museu que vale a pena demais!

Confesso que ele é bem pesado, saímos de lá de estômago embrulhado (mesmo não conseguindo entender muita coisa, já que o museu quase todo esta apenas em Húngaro!), mas é um prato cheio para os amantes de historia e do passado conturbado do Leste Europeu no ultimo século.

Então dessa vez, em vez de irmos ao Museu do Terror, fomos direto para a Praça dos Heróis, que marca o final da Andrassy Ut, e homenageia todos os veteranos e vitimas das muitas guerras em que a Hungria fez parte (e foi vitima).

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A praça, além da pilastra central e suas estátuas em semi circulo, a praça também é cercada por outros dois museus: o Museus de Finas Artes e o Kunsthalle “Palácio das Artes”, que para quem for fã de arte e tiver mais tempo na cidade, vale a pena.

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Bem atrás do Praça dos Heróis esta o Parque da Cidade, o principal parque de Budapeste, e que foi sendo construido ao longo dos séculos, por encomenda de vários nobres que comandavam a cidade, ou para comemorar determinados momentos da historia do país.

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Como eh o caso do Vajdahunyad Castle, um castelinho cercado pelo lago no centro do parque, que foi construido em 1896 para a comemoração do Festival do Milênio, que comemorou os mil anos de história Húngara.

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Além da linda vista do lago, o que faz dessa construção tão única eh sua mistura de estilos arquitetônicos, como se fosse um “calendário” de todos os estilos e todas as misturas disponíveis na cidade.

E claro, também é lá no Parque da cidade que fica as principais termas e Spa de Budapeste, a Széchenyi!

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Já que o dia estava feio mesmo, desistimos da turistagem e fomos passar o resto da dia relaxando nas piscinas termais! 9que claro, vai merecer um post exclusivo, pois foi uma experiência única e muito divertida!)

Antes de voltar pro aeroporto, almocamos na varandinha do hotel Mirage que servem uns sanduíches bons demais! (e de quebra com a vista da Praça dos Heróis!).

 

Budapeste na Pratica:

 

-          Brasileiros não precisam de visto para visitar a Hungria, e a cidade pode ser acessada por voos diretos vindos de todo o mundo, ou com escalas em outras capitais Europeias. Saindo de Londres, nos voamos Wizz Air (que eh um empresa Low cost dedicada aos destinos no Leste Europeu), mas a EasyJet e Ryanair tambem voam para Budapeste, assim como as cias mais tradicionais, como British Airways, Air France, Alitalia, KLM, etc.

-          O aeroporto internacional é conectado ao centro da cidade por transporte publico – trens e ônibus, circulam frequentemente entre os dois ate tarde da noite. Algumas empresas de low cost também fazem seu proprio translado e voce pode comprar sua passagem de onibus direto com eles (no site quando voce compra sua passagem, ou direto durante o voo). Tanto a Wizz Air, quanto a Easyjet tem ese esquema. Mas se seu voo chega tarde, ou sai cedo, uma corrida de taxi demora apenas cerca de meia hora e custa uns 30 euros. Mas tencao! Os taxistas sao meio golpistas e se nao ficar atento, volta e meia alguem tenta tirar vantagem dos turistas! (quase caimos num golpe logo na nossa chegada, e o cara quería nos cobrar 90€ em vez de 30€! Como a moeda local eh meio confusa, demorei um tempinho tentando fazer a conta e entender o que estaba acontecendo e me neguei a pagar! No fial ele disse que foi “um erro” no taxímetro e eu estaba certo, a corrida era so 30 Euros mesmo…)

-          A moeda local eh o Florint Hungaro, que tme uma conversao Ingrata e muito complexa… hehhhehe Na época da viagem a taxa era de 1 US$ para cada 223 Florints.

-          Budapeste eh um destino perfeito para ser conjugado com outras ciudades ali na regiao central do Leste Europeu, e ja vi muito roteiros que combinam Viena na Austria, com Praga na Republica Checa e Berlin, na Alemanha, por exemplo – seria um roteiro SHOW a ser feito de trem ou carro!

-          Na hora da hospedagem, tanto Buda quanto Peste sao boas opcoes e com muitos atrativos em volta, e seja onde voce se hospedar, com certeza vaia cavar atravesando alguma das muitas pontes da cidade para conhecer o outro lado tambem. Mas nas duas viagen suqe fiz a Budapeste, fiquei hospedada em Peste, e tenho a impressao que alem de ter mais opcoes de hospedagem, Peste eh mais “central”, com mais opcoes de transporte (de dia e de noite), lojas, restaurantes, cafes… enfim, a hospedagem em Peste facilita a “logística” da viagem.

-          Uma das coisas que me lembrava da mina primeira viagem a Budapeste em 2006 eram os precos, e como tudo por la era tao barato. Entao dessa vez me surpreendi com o quanto achei tudo tao caro! Hoje em dia os precos de Budapeste se equiparam com qualquer outra capital Europeia, e ja deixaram de ser um destino super em conta. Os hoteis custam o mesmo que custariam na Espanha e Italia por exemplo (mas continuam mais baratos que Paris e Londres, sem duvidas), e a comida, atracoes e ate mesmo taxis custam um preco bem padrao Europa.

-          Mas em compensacao, outra coisa que me lembro da mina primeira viagem a Budapeste era o contraste da pobreza e as marcas do passado soviético ainda recente. Bem, isso tambem mudou! Nada que um banho de loja estilo “agora fazemos parte da comunidade Europeia” nao resolva! A cidade esta mais limpa, os predios antigos recuperados e restaurados, e os contrastes estao menos evidentes. Por um lado, isso tras o aumento dos precos, e o fim das “pexinxas” do Leste Europeu, mas em compensacao tras mais empregos para os locais, melhores infraestruturas e uma sensacao de uma cidade bem mais segura e agradavel.

 

Categorias: Budapeste, Hungria, Viagens
28
11
Dec
2006
Budapeste
Escrito por Adriana Miller

A viagem comecou muito bem, obrigada!
Sa mais cedo do trabalho, o voo saiu na hora, e de quebra o aviao ainda ficou voando baixinho, baixinho sobre a cidade, com uma vista linda de Londres toda iluminada…

Budapeste foi colonizada pelos Romanos (daí as famosas termas) e é dividido ao meio pelo Rio Danubio,formando duas areas: Buda e Peste.

Buda, na margem esquerda abriga o castelo e tem um ar mais residencial, e Peste é o contro comercial.

Sabado acordamos cedo para explorar a cidade.
O nosso hotel ficava no lado Peste que eh a area “nova” da cidade, o centrao mesmo.
A cidade como um todo eh relativamente pequena e se pode fazer tudo a peh. Entao fomos andando pelo centro ateh a beira do Rio Danubio, onde cruzamos a Chain Bridge que liga com Buda.

No lado Peste da cidade fica mais explicito a pobreza do pais e os tracos do ainda recente comunismo derrubado. As casa e os predios sao todos iguais, do memso tamanho, formato e cor. Na parte “tradicional” da cidade quase nao se ve lojas a nao ser supermercados e lojinhas familiares que vendem produtos basicos. Eh de uma beleza deprimente. As ruas sao escuras e sujas. Mas acho que isso aumenta o charme e o drama
da cidade.



Em compensacao, os shopping centers e as grandes lojas internacionais estao comecando a se espalhar. O nosso hotel por exemplo ficava conectado com o maior shopping do pais (ficamos hospedados no Hilton Budapest Westend, que eh adjacente ao shopping Westend).

Tudo muito surreal… uma imagem de primeiro mundo incompativel com o resto do pais. Mas se vcs querem minha opiniao, achei tudo tao surreal quanto eu acho o Fashion Mall uma piada ali no meio da Sao Conrrado, no Rio.
Mas enfim.
A medida que fomos andando em direcao a area turistica a Peste vai mudando de cara.
O consumismo comeca a dar as caras, seja em lojas caras e/ou internacionais ou seja pelas empresas mil espalhadas pela cidade.

O Leste europeu como um todo (e principalmente Budapeste) tem se tornado o paraiso das Multinacionais. Quase todas as empresas na Europa tem um escritorio de suporte em Budapeste, com servicos como call centers, IT help desk etc, pois desde sua entrada na Comunidade Europeia teem oferecido muitos beneficios fiscais, isso somado a mao de obra relativamente qualificada e principalmnte salarios MUITO baixos em comaparacao com o resto da Europa.
Todas as grandes esquinas tem uns outdoors enormes e coloridissimos com propaganda dessas empresas, e lojas e mais lojas.

Na beira do rio Danubio a cidade fica com mais cara de “Europa” uns predios antigos lindos, quase todos reformados e transformados em hoteis de luxo, e a vista maravilhosa do rio e das colinas de Buda.




Isso ainda era cedo da manha, e o dia estava meio nebuloso, entao as fotos nao ficaram tao boas…

Mas atravessamos a Chain Bridge e pegamos o “bondinho” que sobre ateh o Buda Castle (castelo de Buda). Lah no alto alem da vista de Peste ainda eh onde estao os principais pontos turisticos da cidade.

E Buda eh tambem o lado “rico” de Budapeste, onde estao os bairros da classe alta, as igrejas, os monumentos. E foi tambem a unica parte da cidade que nunca foi bambardeada em nenhumas das zilhoes de guerras que a cidade jah assistiu.

Mas o Castelo no entanto eh relativamente recente; o predio que existe ateh hoje foi construido no seculo XVII, e desde entao permaneceu, mas antes disso jah foi construido e reconstruido varias vezes. Segundo meu guia turistico, o castelo ateh hoje esta construido em cima das fundacaoes Romanas, de 2000 anos atras, mas depois dos Romanos jah passaram por lah os Mongois, Turcos, e Otomanos… ateh que a “raca”
Hungara foi formada, e a ultima dinastia ergueu o castelo que existe hoje.

Passamos o dia quase todo em Buda. Tiramos muitas fotos da paisagem, do castelo, das igrejas. Fomos no mercado local compramos besteirinhas e quando o sol comecou a baixar, nao aguentavamos mais ficar em peh e voltamos pra Peste.

Mesmo assim, queriamos passear mais um pouquinho e aproveitar o dia ao maximo, entao fomos andando pela Andrassy Ut que eh a principal avenida de Budapeste.

Em Andrassy Ut fica a Opera House de Budapeste, que eu descobri que foi onde a Madonna filmou Evita (fingindo ser Buenos Aires), e vai seguindo pelo Octagon, um cruzamento enorme com os carimbos do Capitalismo em cada esquina (Louis Vuitton, Gucci, Prada, etc), passando pela Casa do Terror (que soh entramos no domingo) ateh a Praca dos Herois, que tem um monumento enorme em homenagem aos mortos em guerras e dois museus de arte de cada lado. Nao pudemos ficar muito tempo por lah, poque por coincidencia essa semana morreu um jogador de futebol (oequivalente ao
Pele da Hungria) entao a praca e a aveninda estavam sendo preparados pro evento.

Voltamos pro Hotel destruidos, mas ainda saimos pra janatr com o pessoal da Avaya que o Aaron conhece. Eh impressionante como as pessoas na Hungria sao simpaticas e prestativas!! Nada condisente com a imagem que as pessoas as vezes tem da Europa do leste, ex-comunistas, cortina de ferro e essas coisas…

Fomos num reataurante que eh o equivalente Hungaro da Churrascaria rodizio Brasileira. Mas vc escolhe a carne que quer, crua e o chef prepara tudo na hora. Vc paga um preco unico e come ateh explodir. E foi oque fizemos…

Uma das grandes vantagens de viajar pelo Leste Europeu eh que lah tudo ainda eh muito barato comparando com o resto da europa, entao jantamos no Troffea Grill pelo preco de um pouco mais que um McDonalds e ficamos hospedados no Hilton pelo preco de um albergue ingles.



No domingo o tempo nao estava tao bom, o frio estava de matar!
Voltamos pra Andrassy Ut e fomos na “Casa do Terror”, que eh o museu que conta a historia recente da Hungria.

O museu fica num predio chique bem no meio da Andrassy Ut que eh conhecido no pais como o quateirao do terror, pois ali foi a sede do Nazismo Hungaro, e que depois foi transdormado na sede do Comunismo Hungaro.

A Hungria foi um dos paises que mais sofreu no ultimo seculo, pois foi um dos primeiros paises a ser tomado pelos Nazistas Alemaes (1/4 da populacao morreu durante os 10 anos do dominio Nazi) e os nazistas soh sairam de lah quando os Soviets invadiram a cidade.
Entao esse museu conta essa historia.

Os filmes, as fotos, os arquivos, as camaras e armas de tortura… juro que passei mal. Eh muit impressioannte como o ser humano pode ser tao cruel.

Imagens dos campos de concentracao Nazistas, judeus sendo assassinados e torturados.

E depois cenas da conquista Sovietica, que aconteceu na noite de natal de 1949. A populacao estava feliz e contente comemorando o natal, ouvindo boatos de que a guerra ia acabar, e que finalemnte iriam ter liberdade e paz. Mas os Nazis resolveram que antes de abandonar a cidade iriam destruir tudo, entao bombardearam a cidade inteira: pontes, predios publicos, hospitais, escolas, etc. As fotos da cidade destruidas sao comoventes.

A conquista dos Comunistas comecou prospera pois eles chagaram reconstruindo tudo e permitindo que os judeus sobrevivientes voltassem ao pais, mas isso eh a tatica deles de “igualdade social”.
Os Nazi baseavam sua doutrina em limpeza etnica, tentando acabar com uma religiao, e os Comunistas baseavam sua doutrina na limpeza social, onde clases “inferiores” eram enviadas a “campos de trabalho” que na verdade eram a mesma coisa que os campos de concentracao, mas deve vez qualquer uma poderia ser enviado pra lah, independente de raca ou credo. Um em cada 3 Hungaros na epoca foram “abdusidos” pela AVO (policia de espionagem Comunista, como a KGB da Hungria), entao toda e qualquer pessoa que fisesse qualquer coisa que fosse contra a doutrina Sovietica era enviado aos campos de trabalho, torturados e mortos.

Alem disso, os Comunistas tambem criaram a “Cortina de Ferro”, que isolou o leste europeu de tal forma que as consequencias sao visiveis ateh hoje. Bombardearam e fecharam todas as fronteiras com o resto da europa; quem tentasse fugir (emigrar) era executado na hora.
Com o fim da Segunda Guerra e a derrota dos Nazistas eles ainda expulsaram do pais todos os Hungaros de origem Germanica. Nao interessa ha quanto tempo sua familia estivesse na Hungria; ser descendente de Alemao virou uma vergonha no pais e todos foram deportados com a roupa do corpo.

A historia segue, e segue e segue… uma atrocidade apos a outra. Uma coisa horrivel. Soh achei uma pena que muitos dos filmes e legendas de fotos e etc estao em Hungaro sem traducoes pra outras linguas, entao varias partes do Museu nao conseguimaos entender oque estava acontecendo.

O Comunismo continuou a governar o pais até o final da decada de 80. Depois eles passaram os proximos dez anos tentando se re-erguer a aprendera ser capitalista, até que em Maio de 2004 a Hungria se incorpora à Comunidade Economica Europeia.

As regras ainda sao diferentes, e por exemplo o pais ainda nao usa o Euro pois pra isso sao necessarios alguns nieis basicos de estabilizacao da Economia e sociais; A Previsao é que a Hungria incorpore o Euro em 2012.

Pra fechar o dia e relaxar um pouco, fomos outra vez pra Buda e subimos ateh a Citadella, que eh um forte contruido no ponto mais alto da cidade e de onde se pode avistar as montanhas que fazem fronteira com a Slovaquia e que seriva para protecao da cidade, alem do controle de Buda e Peste ao mesmo tempo.
La de cima a vista eh maravilhosa, mas o vento estava uma coisa horrorosa!

E ficamos por lah tirando fotos ateh a hora de voltar pro aeroporto!

 

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