27
Feb
2014
Teatro The Old Vic (e seus túneis!)
Escrito por Adriana Miller

Quem passar pela estação de trem Waterloo em Londres é impossível não reparar no teatro “The Old Vic” – a casa ocupa um quarteirão inteiro, bem na esquina de duas das principais ruas da região: a Waterloo Road e a The Cut.

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Ele ocupa esse espaço desde 1818, quando abriu as portas pela primeira vez, com o principal propósito de exibir pecas baseadas nas obras de Shakespeare, já que o “Shakespeare Globe” na época ainda não tinha sido reformado e retomado seus espetáculos (na verdade isso so aconteceu quase 200 anos depois, em 1997!).

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Ao longo de suas existência, o The Old Vic teve diferentes nomes, esteve sob inúmeras direções, e também foi parcialmente destruído pela Blitz durante a Segunda Guerra Mundial, finalmente recebendo seu atual nome e recuperando seu prestigio na década de 70.

O The Old Vic se destaca principalmente por uma característica: ao contrario das outras centenas de casas de espetáculos em Londres, ele nunca foi ocupado por musicais nem pecas de “massa”, mantendo sua reputação na area de artes literárias e teatro tradicional, sempre com espetáculos de altíssima qualidade e aclame critico.

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Outro destaque do Old Vic é seu papel nas artes cênicas Britânica, sendo um dos principais palcos de formação teatral para todos os tipos de artistas, de atores a produtores, roteiristas, cinegrafistas e todas as diversas áreas envolvidas numa produção teatral, e muito frequentemente eles oferecem cursos ou abrem concursos que “descobrem” novos talentos em Londres e em todo Reino Unido.

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Em 2003 o ator Kevin Spacey “adotou” o teatro e ate hoje ocupa o cargo de Diretor Artístico, o que sempre atrai bastante atenção da mídia, colocando o Old Vic ainda mais em evidencia, e por sua vez atraindo mais nomes de peso a seus palcos, e conferindo mais qualidade e melhor reputação a suas obras.

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E nem adianta tentar dar “dicas” de pecas, pois a cada temporada (mais ou menos a cada 6 meses) o The Old Vic apresenta uma nova produção – mantendo seus salões sempre cheios e o críticos de teatro sempre favoráveis!

E além do teatro propriamente dito, a fundação The Old Vic também comanda os “tuneis” Old Vic Tunnels, que eh o espaço escondido em baixo dos trilhos da ferrovia de Waterloo, com centenas de galerias, tuneis e galpões que se expandem em mais uma infinidade de ações culturais.

A maioria deles é fechado a eventos privados, atraindo grandes nomes como uma exposição de Banksky e festas fundraising comandadas por Bill Clinton a Gwyneth Paltrow, desfiles da London Fashion Week e restaurantes pop up de chefs estrelados.

Porem um dos tuneis esta sempre aberto a visitação, e eh um espaço único em Londres, cedendo suas paredes livremente para artistas de ruas, onde podem pintar e grafitar livremente e legalmente.

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O túnel fica meio escondidinho entre Waterloo e o London Eye, e do lado de fora pode ate parecer um pouco assustar para os turistas desavisados – mas vale a pena se desviar um pouquinho do caminho e passar pelo túnel.

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E sempre que passo por lá vejo uma “atração” diferente – além de que as pinturas mudam praticamente todos os dias, sempre vemos muitas gravações e sessões fotográficas (de vídeo clipes e sessões fotográficas de altíssima produção, a infinitas sessões de “look do dia”), além de que os próprios artistas são um caso a parte! Acho fascinante suas pinturas e métodos, e “assistir” um dos painéis sendo elaborado!

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3
23
Feb
2014
Vinopolis
Escrito por Adriana Miller

OK que a Inglaterra não é exatamente conhecida por sua produção de vinho, e nem sequer pensamos em “degustação de vinhos” quando pensamos em Londres, mas esse fim de semana o Aaron me surpreendeu com um presente muito legal de aniversario!

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Veja bem, uma das minhas “resoluções” de aniversario de meus 30 e poucos anos era aprender mais sobre vinhos… Sou dessas pessoas que geralmente escolhem pelo preço (de preferência o mais barato) e pelo paladar, mas não entendo nada sobre tipos de uva, colheitas, e qual tipo de vinho combina com qual tipo de comida, mas sempre quis entender melhor essa “arte”.

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E nos últimos anos sempre aproveitamos algumas viagens pra visitar vinculas e aprender mais sobre todo o processo #AchoChique e sempre que vamos a algum restaurante mais bacana ficamos naquela de “não seria legal saber qual o melhor vinho escolher?!”

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Então demos o primeiro pontapé nessa jornada!

A surpresa foi um evento tipo “Vinhos para principiantes” no Vinopolis, em Londres, que foi divertidíssimo!

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A Vinopolis é um caso a parte, e cheguei a conclusão que eles estão para vinhos como Londres esta para o mundo: um lugar incrível que reúne o melhor do mundo todo!

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Se você quer visitar um lugar multi-cultural onde possa ver um pouquinho de cada canto do mundo reunidos, venha para Londres. Se você quer conhecer um pouquinho mais sobre todos os vinhos do mundo, vá para o Vinopolis!

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Sem falar que o espaço é o máximo: eles ocupam um mega galpão na vizinhança do Borough Market, se espalhando por inúmeros vãos dos trilhos de trem de London Bridge – criando aquele clima de “adega” incrível, com seus tuneis de pedras e tijolinhos com pé direito altíssimo!

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E além da loja GIGA de vinhos e bebidas em geral e restaurantes, eles também oferecem cursos e eventos “Vinopolis”, onde eh possivel ir aprendendo e degustando um pouquinho mais sobre vinhos (e eles também fazem um evento parecido sobre Wiskey Escoces!).

Pra quem já entende bem de vinhos, eh bem capaz de torcerem o nariz, e confesso que não sabíamos muito o que esperar, mas acabou sendo a introdução perfeita ao mundo dos vinhos, pois cada um escolhe seu ritmo e suas preferências.

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Funciona assim: o grupo entra num auditório onde um instrutor explica o evento e da alguns macetes básicos sobre como escolher vinho, como provar e o que procurar em cada tipo de uva/vinho.

Depois você recebe um cartão de chip que te da direito a suas degustações, e quando entramos no galpão, o espaço e os tuneis são separados por tipo de vinho, de uva, solo, altitude, clima e temperatura e todos os fatores que afetam o sabor e aroma de um bom vinho, e ai você vai lendo as descrições e escolhendo o que quer provar/degustar de cada vez.

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Achei o máximo, pois pudemos focar individualmente no que queríamos “aprimorar” – eu queria entender melhor sobre os diferentes tipos de uva, e queria explorar diferentes tipos de vinho tinto (que de regra geral não sou muito chegada, prefiro os brancos).

Foi muito divertido, e mais fácil de entender e comparar os tipos de uva e vinhos do que quando visitamos vinícolas especificas – A Cada evento eles tem cerca de 150 diferentes tipos de vinhos sendo degustados de todas as regiões do mundo, tudo explicadinho.

Além disso eles também tem um bar de tapas, um Champagne bar e uma area dedicada a Whiskey e destilados, que também podem ser degustados.

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Foi um evento bem divertido a dois, mas seria incrível também com um grupo de amigos ou uma família maior (mas todos os participantes tem que ter mais que 18 anos), e daria pra ser estendido a noite toda!

Quem quiser aproveitar o momento e já aplicar alguns ensinamentos, eles também fazem uns pacotes “Wine and Dine” que incluem jantar em um dos restaurantes da area (nos fomos no El Mercato) e ai você janta e já pode escolher um vinho na carta (que são fornecidos direto pelas adegas do Vinopolis).

Na é exatamente uma coisa “típica” a se fazer em Londres, mas achei uma ótima opção de um evento diferente e divertido!

Vinopolis

1 Bank End, SE1 9BU

 

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6
20
Feb
2014
Roast – Borough Market
Escrito por Adriana Miller

Um dos programas mais legais pra quem visita Londres no fim de semana, são seus muitos mercados: eles variam de joias vintage e pecas de antiquários, a flores, quinquilharias e comida orgânica – tem pra todos os gostos!

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Mas todos tem em comum aquele elementos de “Londres como ela é”, com uma mistura incrível de pessoas e culturas.

Mas eh sempre legal combinar um dos mercados com alguma outra “experiência” – como por exemplo um pic nic no parque depois do Broadway Market, ou um almoço ou drinks no Kensignton Roof Gardens depois do Portobello Road Market e um Brunch ou assado de domingo no Roast, o restaurante dentro do Borough Market.

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Bem, na verdade o que não faltam são coisas a fazer por perto do Borough Market (o Queen’s Walk, Torre de Londres, Tower Bridge, Tate Modern, The Shard, Sheakerspere Globe, etc… uma das regiões mais fascinantes da cidade!) mas um brunch (sextas e sábados, quando o mercado esta funcionando) ou um almoço de domingo (mesmo sem as barraquinhas e burburinho do mercado) é uma opção perfeita de um programaço pela região!

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O Roast é o único restaurante dentro do mercado, ocupando toda area do “Flowers Halls”, no topo da estrutura, e tem como especialidade as carnes assadas, e o típico “Sunday Roast” Inglês.

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Aliais, não sei se já falei do “Assado de domingo” por aqui, mas esse é um costume que os Ingleses levam super a serio! Todo Pub que se preze serve Fish’n’Chips na sexta feira e “Sunday Roast” aos domingos, e é o que a maioria das famílias comem também.

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Os ingredientes do restaurante são todos fornecidos pelos produtores do mercado, garantia de tudo sempre fresquinho e de altíssima qualidade, e garantindo os melhores cortes de carnes Inglesas e Escocesas para os assados.

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Aos domingos eles só servem isso – o menu é único e a fila eh grande (TEM que reservar!), e é uma experiência super British! Começando pelos aperitivos made in UK (Bloody Mary, Gin & Tonic, Pimm’s), as entradas e as diferentes carnes assadas – todas acompanhadas por legumes e Yorkshire Pudding, uma massa “folheada” salgada típica do norte da Inglaterra que é servida com todos os assados. E claro, as sobremesas também super tradicionais do UK: Apple Crumble, Sticky Toffee Puddin, Eton Mess, etc

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Perfeito pra acabar com aquela ideia de que se come muito mal na Inglaterra, e que só se come bem em restaurantes internacionais!

Nos dias que estiver rolando mercado, o Roast fica extra especial, pois suas janelas tem a “vista” do mercado rolando lá em baixo – mas se engana quem acha que a area morre nos outros dias – o Borough Market é cercado por um emaranhado de ruelas com lojinhas, pubs e restaurantes – inclusive com aquela instalação dos guarda-chuva coloridos que eu postei no Instagram no outro dia!

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Roast

The Floral Hall, Borough Market,

Stoney St,  SE1 1TL

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0
19
Feb
2014
The Shard – O prédio mais alto da Europa!
Escrito por Adriana Miller

Finalmente esse fim de semana conheci por dentro o predio The Shard, um dos ultimos feitos arquitetonicos na paisagem Londrina e tambem o mais alto predio da Europa – um momento que esperei por nada menos que 6 anos!

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Na verdade nao eh a primeira vez que falo do Shard aqui no Blog: o primeiro post, em 2011, mostrou o progresso da construcao, que na epoca estava mais ou menos na metade, e ja causava uma certa polemica se iria ficar pronto a tempo das Olimpiadas ou nao (ficou!).

Eu trabalhei muitos anos naquela regiao de Londres, e a construcao do Shard fez parte da minha paisagem por bastante tempo! Na verdade acompanhei de perto a “desconstrucao” do antigo (e feioso) predio, e a subida, andar por andar, do imponente Shard.

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Alem de dominar a paisagem da cidade de longe, o Shard representa um nova atracao turistica imperdivel – alem de seus muitos andares de escritorios, residencias, hoteis (uma das unicas filiais Shangri-la na Europa), restaurantes (abriu um Aqua novinho la dentro!) e shopping, os andares 69 a 72 sao reservados a uma plataforma de observacao aberta a turistas e visitantes, de onde se pode ver a cidade in-tei-ra!

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Demos uma sorte incrivel de termos reservados nossos ingressos num dos rarissimos dias de sol desse inverno, e de la de cima conseguimos ver, com clareza, desde as Thames River Barriers ate o estadio de Wembley, com se fossem ali do lado!

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E por estar tao no alto (Londres nao eh um cidade de muitos arranha ceus), eh uma otima pedida pra dar uma boa nocao de espaco e distancias na cidade, mostrando bem as curvas do Tamisa, o posicionamento dos parques, os trilhos dos trens e as principais atracoes.

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Na pratica, a visitacao requer certo planejamento, ja que esta quase sempre esta muito lotado la em cima (os ingressos sao limitados e com hora marcada), mas por outro lado, acho complicado planejar esse tipo de coisa em Londres com muita antecedencia pois eh impossivel prever como estara o clima – e se por acaso voce der azar de pegar um dia muito chuvoso ou nebuloso, a vista fica reduzida a nada (mesmo dilema do London Eye, por exemplo!).

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Mas por outro lado, se voce deixar pra decidir na hora, eh bem capaz de nao conseguir mais ingressos, ou pelo menos nao para o horario desejado, e acabar perdendo a viagem e a oportunidade…

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Subir na plataforma de observacao, ou “The View from The Shard” nao eh um programa barato, e se comprado com antecedencia (ingressos on line recebem um desconto) custa 25 Libras (se comprar na hora, custa 29 Libras), e eh necessario obedecer certas regras: todos os visitantes passam por uma area de seguranca e detector de metais tipo um aeroporto, e nao sao permitidor tripes fotograficos, nem cadeiras de rodas e nem carrinhos de bebe (entao atencao pra quem estiver visitando com criancas pequenas – levem um canguru, mochilas, ou bracos fortes preparados pra carregar seus filhos o tempo todo!).

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La em cima existem duas plataformas, uma fechada e climatizada, outra semi aberta, mas ambas oferecem uma vista de 360 graus da cidade, alem de uma lojinha souvenirs e um cafe, banheiros, etc.

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15
17
Feb
2014
Benihana London
Escrito por Adriana Miller

Ha umas semanas atras aproveitamos que a minha sogra estava em Londres pra dar uma escapada a noite sem a Isabella, e como a intencao nao era necessariamente sair pra um jantar muito elaborado, escolhemos o Benihana!

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Esse restaurante na verdade nao eh nenhuma novidade, e a rede ja se espalhou pelo mundo todo, inclusive com uma unidade em Sao Paulo, mas eh perfeito pra uma noite “ludica”!

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As mesas sao coletivas, e achei que seria perfeito pra ir em amigos, tipo um grupo grande mesmo, pois cada mesa (que varia de 8 a 12 pessoas) sao na verdade balcoes com uma “chapa” no meio – e ai cada mesa tem seu chef que prepara tudo na hora e vai servindo aos poucos.

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Mas claro, com bastante estardalhaco e bagunca no processo!

20140217-204843.jpgGostei da experiencia ate porque estava doida pra conhecer, mas achei o sistema um pouco “amarrado”: eles eh que determinam qual horario cada mesa se “senta”, entao as reservas sao alocadas em blocos, e ainda assim leva um tempinho ate que todos os pedidos da mesa sejam feitos, passados por “chef” etc etc, ate coecar o “show” e finalmente sermos servidos. Ou seja, entre o horario de nssa reserva e finalmente comercarmos a comer levou quase 1 hora! Alem de nao ser exatamente o tipo de lugar onde voce pode acabar de comer, curtir sua sobremesa com calma, pedir mais uma bebeida e tals, pois logo depois que a mesa termina a refeicao, eles ja comecam a preparar tudo pra mesa seguinte.

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Nos divertimos e foi bem interessante, mas acho que teria curtido mais se tivesse ido com um grupo de amigos.

Em Londres já são 3 endereços, um em Chelsea, na City e outro em Piccadilly.

http://www.benihana.co.uk/

 

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2
22
Jan
2014
Palácio Althorp
Escrito por Adriana Miller

Durante meu passeio pela Spencer House, em Londres,  a guia mencionou varias vezes a atual familia Spencer, que apesar de ja nao manter residencia na Spencer House em Londres, ainda moram oficialmente em seu palacio nos arredores da cidade.

Entao no final da tour eu perguntei sobre a tal casa e ela mencionou, que apesar de ser uma residencia privada, Charles Spencer (o atual Conde Spencer e irmao mais velho de Diana) abre a casa para visitacao de  turistas durante algumas semanas no verao, quando sua familia viaja de ferias.

Entao aproveitei a oportunidade, e num lindissimo dia de verao eu e Isabella fomos conhecer o Palacio Althorp, a casa de infancia da princesa Diana (que como ja contei, nasceu em uma das familias mais tradicionais da aristocracia Britanica).

Se ja eh interessante visitar esse tipo de palacios quando eles sao apenas museus, a visita se torna ainda mais intrigante quando vemos de perto o mundo paralelo que a aristocracia vive! #DowtonAbbeyFeelings #DowntonAbbeydavidareal

A casa, apesar de historica e muito bem conservada (voce jura que esta num museu) nao esconde sua utilidade de uma familia moderna, com os video games das criancas no canto da biblioteca, as revistas de moda da Contessa, a televisao de plasma e as latinhas de coca cola na copa.

Mas o que realmente atrai centenas de turistas todos os anos ate Althorp eh o memorial da Princesa Diana, no jardim da casa.

Foi la, que apos sua morte tragica em 1997 a familia Spencer decidiu conduzir seu funeral e onde a Lady Di foi enterrada, junto a seus antepassados. O memorial eh impressionante, ocupando o foco principal do lago da propriedade, e eh impossivel ignorar a homenagem.

Alem do lago, os jardins da propriedade tambem sao lindos (ainda mais que fomos no verao e estava tudo super florido e colorido).

Entao quem vier a Londres no proximo verao, aqui esta mais uma atividade pra sua lista!

As datas para visitacao sao divulgadas todos os anos, mas geralmente a casa abre suas portas entre Julho e Agosto (que tambem coincide com o aniversario da Diana). Os ingressos devem sempre ser comprados antecipadamente (ate porque geralmente lotam rapido!) pela internet, no site da familia Spencer.

Para chegar em Althorp basta pegar um trem para Northampton a partir de London Euston (cerca de 1 hora), e mais uns 15 minutos de taxi ate o palacio.

 

Categorias: Althorp, Castelos e Palacios, Day Trip, Inglaterra, Viagens, Viagens pelo UK
10
16
Jan
2014
Waddesdon Manor
Escrito por Adriana Miller

Nos ultimos anos meu fascinio por palacios Ingleses tem crescido bastante. Talvez seja influencia dos livros de Ken Follett, talvez seja culpa de Downton Abbey… o que importa eh que Londres eh um prato cheio e geralmente em menos de 1 hora se chega em alguns dos mais bonitos palacios e castelos da Europa!

E foi num desses acasos que descobri a Waddesdon Manor, um dos antigos palacios aristocratas mais impressionantes da Inglaterra, que pertenceu durante seculos a familia Rothschild.

Os Rothschild sao mundialmente reconhecidos como a mais bem sucedida familia banqueira do mundo, com ramificacoes de filhos, tios, primos e afins se estendendo por toda Europa.

A Waddesdon Manor era a “sede” da familia no Reino Unido, que pertenceu ao Barao Ferdinand Rothschild, nobre Frances de familia Austriaca radicado em Londres e colecionador de arte e filantropista.

Entao junto com sua esposa (que – nao por acaso – era sua prima de segundo grau) eles construiram a Waddesdon Manor nos arredores de Londres, em estilo Neo-Renascentista imitanto os castelos do Vale do Loire, na Franca, sua regiao preferida.

A familia ocupou o palacio por muitas geracoes, ate que na decada de 70 foi doada ao “National Trust” (orgao do governo Britanico que gerencia propriedades historicas), e hoje em dia eh possivel visitar todo o palacio e o “museu” que conta um pouco da historia da familia.

Uma das epocas mais marcantes foi a participacao da familia Rothschild (originalmente e com muitas ramificacoes da familia que sao judeus) no apoio ao governo Britanico durante o movimento anti-fascista da Segunda Guerra mundial, nao so em financiamentos e creditos a guerra, mas tambem por ter construido hospitais em Londres, e por terem cedido grande parte da casa para servir de abrigo a criancas afetadas pelos bombardeios em Londres no ano 1940 (o Imperial War Museum conta bem essa historia triste, de como todas as cirancas da cidade foram evacuadas para o interior – enquanto seus pais foram pra guerra e suas maes trabalhavam nas fabricas – e a familia Rothschild teve um papel fundamental na politica do “Keep calm and carry on”, garantindo que as criancas estariam seguras e bem cuidadas, enquanto seus pais defendiam o pais).

Eh interessante tambem entender um pouco melhor sobre a politica Britanica, e toda essa coisa de “Lords” e “comuns”, e como no fundo no fundo estao todos relacionados, e nem todos os “comuns” sao tao gente-como-a-gente assim! (Como eh o caso do Winston Churchil, polemico Primeiro Ministro Ingles que apesar de “comum”, e muitas vezes considerado um homem “do povo”, eh na verdade sobrinho-neto do Duque de Marlborough e cresceu no Palacio Blenheim em Oxford. E para nossa surpresa, o atual Primeiro Ministro, David Cameron tambem eh descendente do Rothchilds por parte de mae – apesar de nao ter direito a um titulo, e portanto ser considerado um “comum”).

E se nao bastasse ser um palacio lindo e com uma historia bem legal, os jardins sao especialmente impressionantes.

Assim como a arquitetura do palacio foi inspirada na Vale do Loire, os jardins foram inspirados em Versailles (em escala beeem menor, vale ressaltar!), e demos sorte de ter passado o dia em Waddesdon num sabado maravilhoso de verao, com o jardin e canteiros super coloridos e as flores dando um espetaculo a parte!

Uma outra grande atracao dos jardins eh o aviario, com decoracao vitoriana e com uma colecao de passaros “exoticos” e locais.

Waddesdon Manor fica na cidadezinha de Waddesdon, no condado de Buckinghamshire a cerca de 40 minutos de Londres. Basta pegar um trem na estacao de Marylebone ate Aylesbury (que eh a estacao mais proxima), e de la mais uns 15 minutinhos de taxi ate o palacio.

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Categorias: Castelos e Palacios, Day Trip, Inglaterra, Viagens, Waddesdon Manor
10
12
Dec
2013
Hyde Park Winter Wonderland 2013!
Escrito por Adriana Miller

A uns anos atrás uma amiga veio me visitar em Londres e foi minha deixa pra conhecer o parque de diversões e mercado de Natal “Winter Wonderland” no Hyde Park.

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A atração acontece todos os anos e vai do final de Novembro até os primeiros dias de Janeiro (o calendário muda todos os anos) e domina todo o parque, bem no centrão da cidade.

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Desde então nunca mais tinha voltado.

Eu adoro um mercado de natal, e todos os anos viajamos pra alguma lugar da Europa (de preferência germânico!) pra visitar os mercados, mas nunca mais tinha me animado a voltar ao Winter Wonderland.

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Mas dessa vez foi diferente: acordam com um domingo lindíssimo de sol, e estávamos procurando algum lugar por aqui pra tirar fotos da Isabella com o Papai Noel que precisasse de reservas – e pronto, desculpa perfeita pra voltar!

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Logo de cara eu me surpreendi!

Bem maior, mais bonito, mais organizado e mais impressionante de uma maneira geral! Uma verdadeira “maravilha invernal”!!

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Sim, continua sendo mais pra um parque de diversões, do que um verdadeiro mercado de natal, mas eles não tem poupado esforços pra transformar o parque numa das principais atrações da temporada de festas Européias!

Agora o parque também uma seção totalmente dedicada a crianças menores (o Santa Land, onde fica o “Grotto” com o papai Noel), o “Artic Circle” que eh um “mundo de gelo”, todo decorado em tons de azul e branco, com direito a pista de patinação no gelo, boccia no gelo e até mesmo neve artificial constantemente caindo nos turistas!

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Tem também a (expandida) área do mercado de natal com muitas barraquinhas vendendo souvenirs natalinos, presentinhos e besteirinhas, e a “Bavarian Village”, com cervejarias “típicas” Alemãs, e muitas opções de comidas e bebidas invernais e natalinas!

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Não sei dizer se foi o dia maravilhoso de céu azul, o clima de Natal e festas no ar, e estar lá com minha família, mas simplesmente fiquei apaixonada pelo Winter Wonderland!

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Eu não sou de fazer esse tipo de afirmação “ditatorial”, mas com certeza é uma das atrações imperdíveis no final de ano Londrino e Europeu, e voltarei com certeza absoluta todos os anos!

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E digo mais, assim como viajo pela Europa a procura de mercados, se por acaso não morasse em Londres, eu planejaria uma viagem pra cá só pra ir no Winter Wonderland com certeza!!

(E se o propósito é um fim de semana Londrino-Natalício, eu dedicaria um dia todinho ao Winter Wonderland, e depois ainda tiraria o outro dia do fim de semana pra visitar o mercado de natal do SouthBank e uma visita aos departamentos de natal das grandes lojas, como a Harrods e Selfridges!)

 

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12
03
Dec
2013
Durham – uma cidade medieval Inglesa (saida de uma pintura!)
Escrito por Adriana Miller

Eu sempre falo muito de minhas viagens aqui no blog, e adoro conhecer novos países e explorar novas regiões, mas as vezes esqueço do quanto adoro viajar pela Inglaterra!

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E até que viajamos bastante por aqui, principalmente os muitos palácios e cidades nos arredores de Londres, mas a Inglaterra como um todo é um pais que tem muito a oferecer, e se eu não morasse aqui, com certeza seria uma daqueles lugares pra passar as ferias inteiras explorando cada cantinho com calma! (na verdade todo Reino, pois os 4 países são incríveis).

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Então aproveitamos que estávamos em Newcastle pra conhecer Durham, uma cidadezinha medieval a 15 minutos de trem de Newcastle.

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Ainda mesmo na estrada (ou no trem) é impossível ignorar Durham – a cidade tem uma catedral E um castelo imponentes e impressionantes que se debruçam na colina acima do vale da cidade.

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A cidade “existe” desde o século 11, quando um grupo de monges Beneditinos se instalaram na cidade e começaram a construir a catedral.

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A Catedral eh o coracao da cidade e domina completamente a paisagem – e pode ser que voce nunca tenha ouvido falar em Durham, mas talvez as imagens sejam familiares… foi la mesmo, no patio interno da Catedral que varias cenas de Harry Potter foram filmadas, se passando por Hogwarts!

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Logo depois, ainda no século 11, o castelo foi construído para servir de sede para o Rei dos Normans durante as guerras e batalhas contra os escoceses (a Inglaterra só passou a ser um pais unificado depois que William, o conquistador, venceu a batalha de Hastings contra os escoceses e declarou Winchester a capital de seu Reino), servindo de refúgio e fortaleza.

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Alguns séculos mais tarde, o castelo de Durham mais uma vez serviu como fortaleza e proteção à coroa Britânica durante as batalhas da “reforma Anglicana” (a luta entre a igreja Católica e Anglicana, que acabou destruindo boa parte da região, que agora é conhecida como a “The Borders”).

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Porém, desde 1840 o castelo funciona como um dos campus da Universidade de Durham (já pensou ir pra aula todo dia nesse castelo de mil anos?!?).

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Mais recentemente, Durham também ficou conhecida (e arrasta multidões!) por sediar o festival de luzes “Lumiere”, com projeções de música e imagens nas paredes da catedral!

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- Durham na pratica:

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Durham fica a menos de 15 minutos de trem a partir de Newcastle, e também tem bons serviços de trem a partir de Londres e York (entre outras), então é um lugar muito fácil de visitar!

 

Categorias: Durham, Inglaterra, Newcastle, Viagens, Viagens pelo UK
12
28
Nov
2013
Newcastle Upon Tyne: a capital norte da Inglaterra
Escrito por Adriana Miller

O Sul e o Norte da Inglaterra tem uma forte rixa entre eles, e pra quem assiste de fora chega a ser engraçado, uma coisa assim meio “Game of Thrones” sabe? “The North” e o “The South”, com suas diferenças e costumes!

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Como moramos no Sul, acabamos tendo uma percepção “sulista” sobre o Norte, e tão não sabia o que esperar da cidade além de algumas de suas “famas” (como por exemplo, eles são muito festeiros e não dispensam uma balada!).

Então foi uma surpresa agradável quando acordamos no sábado de manha e nos deparamos com um dia lindo e uma cidade super charmosa!

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A primeira parada foi a área de Quayside (que se pronuncia “keyside”), que é a versão nortista do Queen’s Walk em Londres, ou a orla do Rio de Janeiro.
A região da cidade que beira o rio Tyne (daí o nome completo da cidade: Newcastle upon Tyne), que foi completamente revitalizada, com muitos restaurantes e pubs, centros de entretenimento e espetáculos, e claro, suas pontes, que são o símbolo e orgulho da cidade!

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Mas Newcastle também tem o centrinho antigo e histórico, com o castelo que um dia já foi seu epicentro (e que deu origem a cidade de “novo castelo”!), e alguns pedaços da muralha medieval original que um dia já cercou e protegeu a cidade.

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De maneira geral, Newcastle me lembrou demais Edimburgo, na Escócia; uma coisa assim bem “igual, porém diferente”, sem explicação!

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Principalmente em sua rua principal, a Grey Street, que sobe a colina que forma Newcastle, cercada por edifícios antigos e imponentes, e muito bem cuidados!

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A rua termina no monumento ao Earl Grey – aquele mesmo do chá tradicional inglês (que criou a mistura de folhas e ervas especialmente para a visita do imperador Japonês a Inglaterra e acabou sendo batizado em sua homenagem e é um dia chás mais bebidos no mundo!).

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É ali também na Grey Street e Granger Street que ficam as principais lojas da cidade, incluindo a loja de departamentos Fenwick (que é uma rede nacional, mas original de Newcastle) e a Central Árcade (parece uma mini Galeria Vittorio Emanuele de Milão!), além de todas as outras lojas que vemos pela Inglaterra.
E como fomos em Novembro, a cidade estava toda decorada pro Natal e já estava rolando um mercadinho de Natal na praça Eldon Square!

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Newcastle também tem uma Chinatown bem típica (e toda decorada a caracter!), além do estádio de futebol do Newcastle United (uma paixão nacional tão forte quanto a dos brasileiros!!).

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Mas o melhor do fim de semana foi confirmar – positivamente! – alguns dos estereótipos do “North” (ou Geordie, como são conhecidos):
Além de muito hospitaleiros, eles são extremamente simpáticos (não diga que você ainda é dessas pessoas que acha que os Ingleses são todos frios e sem graça?!) e animadíssimos!!

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Os Geordies não dispensam uma farra, e Newcastle é a capital Britânica das baladas e festas (que ao contrario de Londres, não tem hora pra acabar!).

- Newcastle na pratica:

- A cidade fica entre 2:30 e 3:30 horas de trem de Londres (depende da cia ferroviária, horário do dia e da semana), então é super perto e acessível a partir de Londres (da pra fazer um bate e volta, mas Newcastle é um lugar que eu definitivamente aconselho no mínimo um fim de semana!!).
Mas a cidade tambem tem ótimas conexões internacionais e nacionais em seu aeroporto (tanto a British Airways quanto a Easyjet voam a ponte aérea Londres-Newcastle).

- Nós ficamos no hotel SleeperZ, super central e bem localizado, modernissimo e econômico!
O hotel é uma construção novinha, com decoração moderna, quartos confortáveis, wifi de graça e bom cafe da manha (e secador de cabelo “de verdade”, que é um dia meus principais critérios de qualidade!!!)

- Em Newcastle, assim como Londres, se come muito bem! O leque de opções agrada todos os paladares e orçamentos.
Nossas opções testadas e aprovadas sao:
- The Forth (pub tradicional Inglês com música rock e ótima comida!)

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- The Redhouse (outro pub tradicional, na região do Queyside, com lareira acesa pra aquecer o ambiente, móveis antigos e arquitetura Tudor histórica (e no menu, as tradicionais tortas salgadas Inglesas – recomendo!!)

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- Marco Pierre White (o Celebrity chef que tem vários restaurantes em Londres é nativo de Newcastle – apesar do nome “exótico” dado por sua mãe francesa – e agora finalmente abriu uma filial em sua terra Natal)

Newcastle também é a cidade perfeita pra explorar outras áreas da região do Norte do pais, estando a cerca de 1 hora de York (ao Sul), 1 hora de Edimburgo (na Escócia, ao Norte) e de cidades fofas como Durham e a região dos lagoa Britânica (Lake Region).

 

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