27
Feb
2014
Teatro The Old Vic (e seus túneis!)
Escrito por Adriana Miller

Quem passar pela estação de trem Waterloo em Londres é impossível não reparar no teatro “The Old Vic” – a casa ocupa um quarteirão inteiro, bem na esquina de duas das principais ruas da região: a Waterloo Road e a The Cut.

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Ele ocupa esse espaço desde 1818, quando abriu as portas pela primeira vez, com o principal propósito de exibir pecas baseadas nas obras de Shakespeare, já que o “Shakespeare Globe” na época ainda não tinha sido reformado e retomado seus espetáculos (na verdade isso so aconteceu quase 200 anos depois, em 1997!).

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Ao longo de suas existência, o The Old Vic teve diferentes nomes, esteve sob inúmeras direções, e também foi parcialmente destruído pela Blitz durante a Segunda Guerra Mundial, finalmente recebendo seu atual nome e recuperando seu prestigio na década de 70.

O The Old Vic se destaca principalmente por uma característica: ao contrario das outras centenas de casas de espetáculos em Londres, ele nunca foi ocupado por musicais nem pecas de “massa”, mantendo sua reputação na area de artes literárias e teatro tradicional, sempre com espetáculos de altíssima qualidade e aclame critico.

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Outro destaque do Old Vic é seu papel nas artes cênicas Britânica, sendo um dos principais palcos de formação teatral para todos os tipos de artistas, de atores a produtores, roteiristas, cinegrafistas e todas as diversas áreas envolvidas numa produção teatral, e muito frequentemente eles oferecem cursos ou abrem concursos que “descobrem” novos talentos em Londres e em todo Reino Unido.

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Em 2003 o ator Kevin Spacey “adotou” o teatro e ate hoje ocupa o cargo de Diretor Artístico, o que sempre atrai bastante atenção da mídia, colocando o Old Vic ainda mais em evidencia, e por sua vez atraindo mais nomes de peso a seus palcos, e conferindo mais qualidade e melhor reputação a suas obras.

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E nem adianta tentar dar “dicas” de pecas, pois a cada temporada (mais ou menos a cada 6 meses) o The Old Vic apresenta uma nova produção – mantendo seus salões sempre cheios e o críticos de teatro sempre favoráveis!

E além do teatro propriamente dito, a fundação The Old Vic também comanda os “tuneis” Old Vic Tunnels, que eh o espaço escondido em baixo dos trilhos da ferrovia de Waterloo, com centenas de galerias, tuneis e galpões que se expandem em mais uma infinidade de ações culturais.

A maioria deles é fechado a eventos privados, atraindo grandes nomes como uma exposição de Banksky e festas fundraising comandadas por Bill Clinton a Gwyneth Paltrow, desfiles da London Fashion Week e restaurantes pop up de chefs estrelados.

Porem um dos tuneis esta sempre aberto a visitação, e eh um espaço único em Londres, cedendo suas paredes livremente para artistas de ruas, onde podem pintar e grafitar livremente e legalmente.

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O túnel fica meio escondidinho entre Waterloo e o London Eye, e do lado de fora pode ate parecer um pouco assustar para os turistas desavisados – mas vale a pena se desviar um pouquinho do caminho e passar pelo túnel.

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E sempre que passo por lá vejo uma “atração” diferente – além de que as pinturas mudam praticamente todos os dias, sempre vemos muitas gravações e sessões fotográficas (de vídeo clipes e sessões fotográficas de altíssima produção, a infinitas sessões de “look do dia”), além de que os próprios artistas são um caso a parte! Acho fascinante suas pinturas e métodos, e “assistir” um dos painéis sendo elaborado!

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3
23
Feb
2014
Vinopolis
Escrito por Adriana Miller

OK que a Inglaterra não é exatamente conhecida por sua produção de vinho, e nem sequer pensamos em “degustação de vinhos” quando pensamos em Londres, mas esse fim de semana o Aaron me surpreendeu com um presente muito legal de aniversario!

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Veja bem, uma das minhas “resoluções” de aniversario de meus 30 e poucos anos era aprender mais sobre vinhos… Sou dessas pessoas que geralmente escolhem pelo preço (de preferência o mais barato) e pelo paladar, mas não entendo nada sobre tipos de uva, colheitas, e qual tipo de vinho combina com qual tipo de comida, mas sempre quis entender melhor essa “arte”.

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E nos últimos anos sempre aproveitamos algumas viagens pra visitar vinculas e aprender mais sobre todo o processo #AchoChique e sempre que vamos a algum restaurante mais bacana ficamos naquela de “não seria legal saber qual o melhor vinho escolher?!”

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Então demos o primeiro pontapé nessa jornada!

A surpresa foi um evento tipo “Vinhos para principiantes” no Vinopolis, em Londres, que foi divertidíssimo!

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A Vinopolis é um caso a parte, e cheguei a conclusão que eles estão para vinhos como Londres esta para o mundo: um lugar incrível que reúne o melhor do mundo todo!

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Se você quer visitar um lugar multi-cultural onde possa ver um pouquinho de cada canto do mundo reunidos, venha para Londres. Se você quer conhecer um pouquinho mais sobre todos os vinhos do mundo, vá para o Vinopolis!

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Sem falar que o espaço é o máximo: eles ocupam um mega galpão na vizinhança do Borough Market, se espalhando por inúmeros vãos dos trilhos de trem de London Bridge – criando aquele clima de “adega” incrível, com seus tuneis de pedras e tijolinhos com pé direito altíssimo!

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E além da loja GIGA de vinhos e bebidas em geral e restaurantes, eles também oferecem cursos e eventos “Vinopolis”, onde eh possivel ir aprendendo e degustando um pouquinho mais sobre vinhos (e eles também fazem um evento parecido sobre Wiskey Escoces!).

Pra quem já entende bem de vinhos, eh bem capaz de torcerem o nariz, e confesso que não sabíamos muito o que esperar, mas acabou sendo a introdução perfeita ao mundo dos vinhos, pois cada um escolhe seu ritmo e suas preferências.

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Funciona assim: o grupo entra num auditório onde um instrutor explica o evento e da alguns macetes básicos sobre como escolher vinho, como provar e o que procurar em cada tipo de uva/vinho.

Depois você recebe um cartão de chip que te da direito a suas degustações, e quando entramos no galpão, o espaço e os tuneis são separados por tipo de vinho, de uva, solo, altitude, clima e temperatura e todos os fatores que afetam o sabor e aroma de um bom vinho, e ai você vai lendo as descrições e escolhendo o que quer provar/degustar de cada vez.

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Achei o máximo, pois pudemos focar individualmente no que queríamos “aprimorar” – eu queria entender melhor sobre os diferentes tipos de uva, e queria explorar diferentes tipos de vinho tinto (que de regra geral não sou muito chegada, prefiro os brancos).

Foi muito divertido, e mais fácil de entender e comparar os tipos de uva e vinhos do que quando visitamos vinícolas especificas – A Cada evento eles tem cerca de 150 diferentes tipos de vinhos sendo degustados de todas as regiões do mundo, tudo explicadinho.

Além disso eles também tem um bar de tapas, um Champagne bar e uma area dedicada a Whiskey e destilados, que também podem ser degustados.

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Foi um evento bem divertido a dois, mas seria incrível também com um grupo de amigos ou uma família maior (mas todos os participantes tem que ter mais que 18 anos), e daria pra ser estendido a noite toda!

Quem quiser aproveitar o momento e já aplicar alguns ensinamentos, eles também fazem uns pacotes “Wine and Dine” que incluem jantar em um dos restaurantes da area (nos fomos no El Mercato) e ai você janta e já pode escolher um vinho na carta (que são fornecidos direto pelas adegas do Vinopolis).

Na é exatamente uma coisa “típica” a se fazer em Londres, mas achei uma ótima opção de um evento diferente e divertido!

Vinopolis

1 Bank End, SE1 9BU

 

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6
20
Feb
2014
Roast – Borough Market
Escrito por Adriana Miller

Um dos programas mais legais pra quem visita Londres no fim de semana, são seus muitos mercados: eles variam de joias vintage e pecas de antiquários, a flores, quinquilharias e comida orgânica – tem pra todos os gostos!

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Mas todos tem em comum aquele elementos de “Londres como ela é”, com uma mistura incrível de pessoas e culturas.

Mas eh sempre legal combinar um dos mercados com alguma outra “experiência” – como por exemplo um pic nic no parque depois do Broadway Market, ou um almoço ou drinks no Kensignton Roof Gardens depois do Portobello Road Market e um Brunch ou assado de domingo no Roast, o restaurante dentro do Borough Market.

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Bem, na verdade o que não faltam são coisas a fazer por perto do Borough Market (o Queen’s Walk, Torre de Londres, Tower Bridge, Tate Modern, The Shard, Sheakerspere Globe, etc… uma das regiões mais fascinantes da cidade!) mas um brunch (sextas e sábados, quando o mercado esta funcionando) ou um almoço de domingo (mesmo sem as barraquinhas e burburinho do mercado) é uma opção perfeita de um programaço pela região!

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O Roast é o único restaurante dentro do mercado, ocupando toda area do “Flowers Halls”, no topo da estrutura, e tem como especialidade as carnes assadas, e o típico “Sunday Roast” Inglês.

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Aliais, não sei se já falei do “Assado de domingo” por aqui, mas esse é um costume que os Ingleses levam super a serio! Todo Pub que se preze serve Fish’n’Chips na sexta feira e “Sunday Roast” aos domingos, e é o que a maioria das famílias comem também.

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Os ingredientes do restaurante são todos fornecidos pelos produtores do mercado, garantia de tudo sempre fresquinho e de altíssima qualidade, e garantindo os melhores cortes de carnes Inglesas e Escocesas para os assados.

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Aos domingos eles só servem isso – o menu é único e a fila eh grande (TEM que reservar!), e é uma experiência super British! Começando pelos aperitivos made in UK (Bloody Mary, Gin & Tonic, Pimm’s), as entradas e as diferentes carnes assadas – todas acompanhadas por legumes e Yorkshire Pudding, uma massa “folheada” salgada típica do norte da Inglaterra que é servida com todos os assados. E claro, as sobremesas também super tradicionais do UK: Apple Crumble, Sticky Toffee Puddin, Eton Mess, etc

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Perfeito pra acabar com aquela ideia de que se come muito mal na Inglaterra, e que só se come bem em restaurantes internacionais!

Nos dias que estiver rolando mercado, o Roast fica extra especial, pois suas janelas tem a “vista” do mercado rolando lá em baixo – mas se engana quem acha que a area morre nos outros dias – o Borough Market é cercado por um emaranhado de ruelas com lojinhas, pubs e restaurantes – inclusive com aquela instalação dos guarda-chuva coloridos que eu postei no Instagram no outro dia!

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Roast

The Floral Hall, Borough Market,

Stoney St,  SE1 1TL

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0
19
Feb
2014
The Shard – O prédio mais alto da Europa!
Escrito por Adriana Miller

Finalmente esse fim de semana conheci por dentro o predio The Shard, um dos ultimos feitos arquitetonicos na paisagem Londrina e tambem o mais alto predio da Europa – um momento que esperei por nada menos que 6 anos!

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Na verdade nao eh a primeira vez que falo do Shard aqui no Blog: o primeiro post, em 2011, mostrou o progresso da construcao, que na epoca estava mais ou menos na metade, e ja causava uma certa polemica se iria ficar pronto a tempo das Olimpiadas ou nao (ficou!).

Eu trabalhei muitos anos naquela regiao de Londres, e a construcao do Shard fez parte da minha paisagem por bastante tempo! Na verdade acompanhei de perto a “desconstrucao” do antigo (e feioso) predio, e a subida, andar por andar, do imponente Shard.

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Alem de dominar a paisagem da cidade de longe, o Shard representa um nova atracao turistica imperdivel – alem de seus muitos andares de escritorios, residencias, hoteis (uma das unicas filiais Shangri-la na Europa), restaurantes (abriu um Aqua novinho la dentro!) e shopping, os andares 69 a 72 sao reservados a uma plataforma de observacao aberta a turistas e visitantes, de onde se pode ver a cidade in-tei-ra!

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Demos uma sorte incrivel de termos reservados nossos ingressos num dos rarissimos dias de sol desse inverno, e de la de cima conseguimos ver, com clareza, desde as Thames River Barriers ate o estadio de Wembley, com se fossem ali do lado!

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E por estar tao no alto (Londres nao eh um cidade de muitos arranha ceus), eh uma otima pedida pra dar uma boa nocao de espaco e distancias na cidade, mostrando bem as curvas do Tamisa, o posicionamento dos parques, os trilhos dos trens e as principais atracoes.

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Na pratica, a visitacao requer certo planejamento, ja que esta quase sempre esta muito lotado la em cima (os ingressos sao limitados e com hora marcada), mas por outro lado, acho complicado planejar esse tipo de coisa em Londres com muita antecedencia pois eh impossivel prever como estara o clima – e se por acaso voce der azar de pegar um dia muito chuvoso ou nebuloso, a vista fica reduzida a nada (mesmo dilema do London Eye, por exemplo!).

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Mas por outro lado, se voce deixar pra decidir na hora, eh bem capaz de nao conseguir mais ingressos, ou pelo menos nao para o horario desejado, e acabar perdendo a viagem e a oportunidade…

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Subir na plataforma de observacao, ou “The View from The Shard” nao eh um programa barato, e se comprado com antecedencia (ingressos on line recebem um desconto) custa 25 Libras (se comprar na hora, custa 29 Libras), e eh necessario obedecer certas regras: todos os visitantes passam por uma area de seguranca e detector de metais tipo um aeroporto, e nao sao permitidor tripes fotograficos, nem cadeiras de rodas e nem carrinhos de bebe (entao atencao pra quem estiver visitando com criancas pequenas – levem um canguru, mochilas, ou bracos fortes preparados pra carregar seus filhos o tempo todo!).

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La em cima existem duas plataformas, uma fechada e climatizada, outra semi aberta, mas ambas oferecem uma vista de 360 graus da cidade, alem de uma lojinha souvenirs e um cafe, banheiros, etc.

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15
17
Feb
2014
Benihana London
Escrito por Adriana Miller

Ha umas semanas atras aproveitamos que a minha sogra estava em Londres pra dar uma escapada a noite sem a Isabella, e como a intencao nao era necessariamente sair pra um jantar muito elaborado, escolhemos o Benihana!

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Esse restaurante na verdade nao eh nenhuma novidade, e a rede ja se espalhou pelo mundo todo, inclusive com uma unidade em Sao Paulo, mas eh perfeito pra uma noite “ludica”!

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As mesas sao coletivas, e achei que seria perfeito pra ir em amigos, tipo um grupo grande mesmo, pois cada mesa (que varia de 8 a 12 pessoas) sao na verdade balcoes com uma “chapa” no meio – e ai cada mesa tem seu chef que prepara tudo na hora e vai servindo aos poucos.

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Mas claro, com bastante estardalhaco e bagunca no processo!

20140217-204843.jpgGostei da experiencia ate porque estava doida pra conhecer, mas achei o sistema um pouco “amarrado”: eles eh que determinam qual horario cada mesa se “senta”, entao as reservas sao alocadas em blocos, e ainda assim leva um tempinho ate que todos os pedidos da mesa sejam feitos, passados por “chef” etc etc, ate coecar o “show” e finalmente sermos servidos. Ou seja, entre o horario de nssa reserva e finalmente comercarmos a comer levou quase 1 hora! Alem de nao ser exatamente o tipo de lugar onde voce pode acabar de comer, curtir sua sobremesa com calma, pedir mais uma bebeida e tals, pois logo depois que a mesa termina a refeicao, eles ja comecam a preparar tudo pra mesa seguinte.

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Nos divertimos e foi bem interessante, mas acho que teria curtido mais se tivesse ido com um grupo de amigos.

Em Londres já são 3 endereços, um em Chelsea, na City e outro em Piccadilly.

http://www.benihana.co.uk/

 

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2
12
Dec
2013
Hyde Park Winter Wonderland 2013!
Escrito por Adriana Miller

A uns anos atrás uma amiga veio me visitar em Londres e foi minha deixa pra conhecer o parque de diversões e mercado de Natal “Winter Wonderland” no Hyde Park.

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A atração acontece todos os anos e vai do final de Novembro até os primeiros dias de Janeiro (o calendário muda todos os anos) e domina todo o parque, bem no centrão da cidade.

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Desde então nunca mais tinha voltado.

Eu adoro um mercado de natal, e todos os anos viajamos pra alguma lugar da Europa (de preferência germânico!) pra visitar os mercados, mas nunca mais tinha me animado a voltar ao Winter Wonderland.

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Mas dessa vez foi diferente: acordam com um domingo lindíssimo de sol, e estávamos procurando algum lugar por aqui pra tirar fotos da Isabella com o Papai Noel que precisasse de reservas – e pronto, desculpa perfeita pra voltar!

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Logo de cara eu me surpreendi!

Bem maior, mais bonito, mais organizado e mais impressionante de uma maneira geral! Uma verdadeira “maravilha invernal”!!

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Sim, continua sendo mais pra um parque de diversões, do que um verdadeiro mercado de natal, mas eles não tem poupado esforços pra transformar o parque numa das principais atrações da temporada de festas Européias!

Agora o parque também uma seção totalmente dedicada a crianças menores (o Santa Land, onde fica o “Grotto” com o papai Noel), o “Artic Circle” que eh um “mundo de gelo”, todo decorado em tons de azul e branco, com direito a pista de patinação no gelo, boccia no gelo e até mesmo neve artificial constantemente caindo nos turistas!

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Tem também a (expandida) área do mercado de natal com muitas barraquinhas vendendo souvenirs natalinos, presentinhos e besteirinhas, e a “Bavarian Village”, com cervejarias “típicas” Alemãs, e muitas opções de comidas e bebidas invernais e natalinas!

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Não sei dizer se foi o dia maravilhoso de céu azul, o clima de Natal e festas no ar, e estar lá com minha família, mas simplesmente fiquei apaixonada pelo Winter Wonderland!

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Eu não sou de fazer esse tipo de afirmação “ditatorial”, mas com certeza é uma das atrações imperdíveis no final de ano Londrino e Europeu, e voltarei com certeza absoluta todos os anos!

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E digo mais, assim como viajo pela Europa a procura de mercados, se por acaso não morasse em Londres, eu planejaria uma viagem pra cá só pra ir no Winter Wonderland com certeza!!

(E se o propósito é um fim de semana Londrino-Natalício, eu dedicaria um dia todinho ao Winter Wonderland, e depois ainda tiraria o outro dia do fim de semana pra visitar o mercado de natal do SouthBank e uma visita aos departamentos de natal das grandes lojas, como a Harrods e Selfridges!)

 

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12
26
Nov
2013
Newcastle College – cursos de inglês na Inglaterra!
Escrito por Adriana Miller

Não é de hoje que uma dos temas que mais aparecem por aqui sao cursos de Inglês na Inglaterra e Londres – e geralmente geram certa polêmica: qual curso, onde ir, os custos, poder ou nao poder trabalhar durante os estudos etc.

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Então quando a Newcastle College entrou em contato comigo sobre seus programas e cursos de Inglês, na mesma hora sabia que seria uma boa! Afinal, por mais que eu ame Londres, sempre sou super sincera na hora de aconselhar que Londres na verdade nao é um bom lugar pra estudar Inglês.

E digo isso porque acho que para aprender uma língua é preciso imersão – na cultura, nos costumes, na história e claro, o contato com os nativos da língua. E se o propósito é sair do pais pra aprimorar os estudos e abrir oportunidades, é justamente essa convivência com a “Inglaterra de verdade” que vai fazer toda diferença no resultado final do aprendizado.

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E Newcastle é perfeito pra isso!
A cidade é a “capital do Norte”, então oferece o melhor dos dois mundos: ao mesmo tempo que é uma cidade grande, cosmopolita, cheia de cultura e vida, ainda mantém uma autenticidade “britânica” de ser, que as vezes é difícil encontrar em Londres.

Newcastle é uma cidade super jovem, com muitas universidades e colleges que atraem estudantes de todo pais e de todo mundo.

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E o Newcastle College é um deles, e estão investindo bastante em sua área internacional, oferecendo cursos de Inglês mas com a infra-estrutura de universidade.
Isso porque eles também oferecem cursos de graduação, pós graduação, MBAs e cursos profissionalizantes, e todos podem ser conciliados com os cursos de Inglês.

E principalmente pra quem ainda está construindo uma carreira, dando base ao currículo, ter um nome e educação de peso por trás de um curso faz uma grande diferença!

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Duas coisas que achei importantíssimas nos cursos da Newcastle College: eles receberam a pontuação máxima dada pelo British Council (a divisão do consulado Britânico que regulamenta cursos de Inglês) e o College esta entre os top 10 centros educacionais para professores do pais .

E isso nao faz diferença só na hora de colocar no currículo não, mas sobretudo em coisas mais práticas, como por exemplo conseguir o visto de estudante e poder trabalhar durante seu curso (pra quem faz cursos mais longos – o “Home Office”, orgao do governo Britanico que regulamente vistos e imigracao esta cada vez mais rigoroso com essas coisas).

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A Anna Connors, que é a consultora para América Latina do College (e leitora do blog! Yay!) me levou pra fazer o tour completo dos diferentes campus do College espalhados pela cidade – todos acessíveis tanto para alunos de cursos de graduação e pós, mas também dos cursos de Inglês.

E claro, nao posso deixar de falar no lado pratico da coisa né?! Afinal todo mundo sabe que a Inglaterra é um lugar caro… Porém, existe Londres, e existe o resto do pais!
Então Newcastle é muuuuito mais acessível que Londres, em tudo: desde o preço dos cursos, passando pela acomodação, e ate coisas como transporte do dia a dia, o pão no supermercado e a pint no pub!

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Outra vantagem é que os cursos são “moldáveis” para a situação de cada aluno. Então quem tem muito tempo disponível e quer fazer um programa completo, de vários meses, é possível planejar uma carga horária e cursos extras que complementem a experiência.
Mas se você nao tem tempo (ou dinheiro) pra passar meses estudando Inglês, no Newcastle College é possível frequentar cursos com o mínimo de 2 semanas, e as aulas começam todas as segundas feiras do ano – o que é perfeito pra quem já trabalha ou tem outros compromissos profissionais ou pessoais que limitariam seu tempo (com 2 ou 3 semanas de ferias no trabalho você já pode fazer um curso intensivo e melhorar/aperfeiçoar o inglês!).

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A hospedagem dos alunos é com famílias locais, pra quem fizer cursos rápidos, ou na residência estudantil ou em apartamentos alugados, pra quem fizer cursos mais longos.

E como falei acima, por ser uma faculdade e não apenas uma escola de Inglês, é possível conciliar outras áreas e interesses com seu curso de Inglês, como por exemplo frequentar um dos módulos do curso de MBA ou fazer um curso profissionalizante e Business English (dependendo do seu nível de inglês).

E isso eu tenho que mostrar porque foi minha parte preferida do tour!!
Um dos campus do College é a “Lifestyle Academy” (academia de estilo de vida), um prédio super moderno onde estão alguns dos cursos profissionalizantes oferecidos pelo College.

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E sao super ecléticos: de turismo e hotelaria, a culinária, educação física, estética e mais um monte de outras coisas legais.

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O Lifestyle Academy é aberto a todos os estudantes do College, e são os próprios alunos que utilizam da infraestrutura para colocar o que aprenderam na prática, então eles oferecem aos seus alunos comodidades como uma academia de ginástica super moderna a preços irrisórios, um Spa completíssimo (e de babar, diga-se de passagem!!) a preços simbólicos, cabeleireiro e manicure, um bistrô e um restaurante “chique” (e como uma vista linda da cidade) por quase nada (nos almoçamos lá, comemos muitíssimo bem, com direito entrada, prato principal e sobremesa por 8 libras!!!).

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Mas voltando ao curso de Inglês, é possível escolher a carga horária que melhor se encaixe no seu perfil e nível de Inglês, com cursos com 15, 21 e 25 horas semanais (deixando o curso mais ou menos intensivo, dependendo de quanto tempo você tem disponível), e os cursos são classificados como “general english”, com foco no vocabulário, gramática e conversação, ou cursos mais formais, como as certificações Cambridge e IELTS.
E pra quem sonha em fazer faculdade ou mestrado na Inglaterra eles também tem um curso de inglês acadêmico, que foca mais nas necessidades dos alunos de cursos superiores.
Ou se você já trabalha e quer melhorar o nível de Business English, as aulas do programa também podem ser planejadas de acordo com sua carga horária.

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E por fim, outra coisa que eles oferecem aos alunos dos cursos de Inglês, é o “social program”, que inclui varias programações, passeios e viagens pela região (Inglaterra e Escócia), que ajuda na integração entre os alunos e com toda essa coisa de “absorver a cultura” que é tão importante num curso de línguas! (O meu curso de Italiano e Espanhol, a muuuuuitos anos atras, também tinham esses programas “sociais” e de passeios com os alunos, e faz uma baita diferença na adaptação longe de casa!).

O Newcastle College tem uma página especialmente em Português, onde é possível encontrar algumas informações atualizadas sobre preços, datas e programas, e o contato das meninas do curso internacional (todas gente finíssima!!) para esclarecer mais duvidas e tratar de detalhes!

Ah! E claro, como eu sei que as coisas que impactam na decisão sobre fazer um curso fora do pais vão muito além da sala de aula, nos aproveitamos pra passar o fim de semana inteiro em Newcastle, pra explorar bem a cidade e a região e poder responder as duvidas mais comuns: como é a cidade? Vou me adaptar? Tem coisa legal pra fazer? O que mais vou poder visitar?

(Vários posts virão por ai!)

 

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14
13
Nov
2013
Novikov London
Escrito por Adriana Miller

Das coisas que a gente só vê em Londres: um restaurante Russo, mas que é metade Japonês e mezzo Italiano.

Uma mistura no mínimo improvável, mas que deu tão certo que rapidinho o Novikov virou o restaurante queridinho de Londres!

O Novikov eh propriedade do magnata Russo  Arkady Novikov tem outros 50 endereco na Russia, e como supostamente o Roka e o Hakkasan sao seus restaurantes preferidos em Londres, ele quis criar alguma coisa que seguisse mais ou menos essa linha.

A diferenca eh que na versao Londrina, o ambiente eh dividido em um menu Italiano e outro Japones, e ambos tem uma “mini” feira com os ingredientes frescos usados nos pratos e a cozinha aberta no meio do salao, bem visivel pra todo mundo!

O lado Japones eh super animado, praticamente uma balada e as mesas lotam com semamas de antecedencia – ideal para rupos de amigos e comemoracoes mais animadinhas!

Ja o lado Italiano eh perfeito para almocos e jantares mais tranquilos – mas logo na entrada fica o bar (animadissimo) que pode ser usado livremente por clientes dos dois lados!

Nos conseguimos uma mesa de ultima hora no lado Italiano, que prontamente imendamos com o bar, e foi a mistura perfeita!

Conseguimos jantar e conversar numa boa, com otimo vinho Chianti e uma buratta que derrete na boca, e depois nos juntamos na animacao do bar pra fechar a noite!

Novikov

50A Berkeley Street

W1J 8HA

 

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5
11
Nov
2013
Spencer House – os antepassados da Princesa Diana
Escrito por Adriana Miller

Uma coisa que sempre me chama atenção quando visito palácios e castelos pela Inglaterra, é que as famílias aristocratas sempre mantinham uma segunda casa no centro de Londres, onde os homens cuidavam dos negócios da família e as mulheres aproveitavam a vida social.

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Durante o período do pós guerra, a maioria esmagadora dessas casas acabou virando hotéis, escritórios, sedes do governo ou foram destruídas, sendo que nenhuma delas eh aberta a visitação, e apenas enfeitam a cidade “por fora”.

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Uma das casas sobreviventes eh justamente a mais interessante de todas elas, a “Spencer House” que pertenceu a familia da Lady Diana Spencer – que futuramente virou a Princesa Diana quando casou com o Principe Charles.

Eu me surpreendo quando as pessoas se referem a Diana como a “princesa do povo”, ja que na verdade ela eh descendente de uma linhagem nobre que figura entre as mais antigas e tradicionais do reino, e ja era conhecida e aristocrata antes mesmo do casamento.

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(mas eu sei que na verdade o apelido de “princesa do povo” surgiu sobretudo por causa de seu trabalho filantropico e humanitario, e por ter sido uma pessoa tao acessivel ao Britanicos “comuns”, apesar de seu historico aristocrata e socialite)

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A Spencer House conta um pouco sobre a historia da familia, e seu relacionamento com a monarquia (a Diana nao foi a primeira Spencer a casar com um futuro rei da Inglaterra), e inclusive sobre a mais polemica mulher Spencer da historia, a Giorgiana Cevendish - filha do primeiro Conde Spencer, que foi uma polemica socialite – alcoolatra e viciada em jogos – que quase colocou a fortuna da familia em risco, e que inspirou a filme “A Duquesa” (com a Kiera Knightley).

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Inclusive, a casa foi construida onde esta ate hoje (na beiradinha de Green Park), justamente por estar na vizinhanca do Palacio de Buckingham, e ambas casas tinham acesso ao parque de caca do rei.

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O interior da casa eh lindissimo, e muitas de suas caracteristicas originais foram restauradas na decada de 80/90 (financiadas pelo atual Conde Spencer, o irma de Diana), apos a casa ter ficado abandonada por muitas decadas no pos guerra.

Hoje em dia, assim como a grandissima maioria das “estately homes” de Londres a Spencer House eh endereco de algumas empresas, entao funciona como escritorio de segunda a sexta. Porem eles mantiveram as areas mais rebuscadas e artisticas da casa como se fosse um museu, que eh parcialmente financiada pela familia Spencer e a familia Rothschild, e eh aberta a visitacao todos os domingos do ano (com execao de Agosto e Janeiro).

 

 

Categorias: Atrações Turisticas, Conhecendo Londres, Inglaterra, Viagens
7
05
Nov
2013
Segurança em Londres: fique de olho nos golpes
Escrito por Adriana Miller

Londres eh uma cidade super segura, principalmente se levarmos em consideracao suas dimensoes de metropole, e ainda mais com sua incrivel diversifidade social, cultural, racial e de credo.

Eh muita gente diferente convivendo pacificamente sob o memso “teto”!

Maaaas, nao podemos esquecer que Londres eh tambem uma cidade super turistca, e infelizmente onde ha turistas, ha oportunistas…

E infelizmente no ultimo ano eu tenho visto um aumento significativo de “golpes” e “quadrilhas” atuando em areas super turisticas da cidade, e apesar de que nenhuma deles eh perigoso nem violento, sempre avale a pena alertar quem estiver visitanto a cidade.

Eu sei que Brasileiro eh um povo atento por natureza (ou por forca das circunstancias) e sempre desconfiado, e geralmente nao acho  que sejamos “presas faceis” pra esse tipo de golpe, mas ao mesmo tempo, o turista Brasileiro tem uma tendencia  a baixar a guarda quando esta de ferias, e achar que no “primeiro mundo” tudo eh perfeito e que nunca ha nenhum perigo, afinal “la fora” as coisas sempre sao diferentes!

As principais areas de risco sao regioes tradiconalmente lotadas, como so mercados de fim de semana.

Principalmente nos mercados de Portobello e Camden existem muito pick pockets andando a paisana pela multidao, de olho em bolsas e bolsos desavisados.

Em Portobello o problema eh antigo e grave (para padroes Britanicos, claro) e nao eh de hoje que a feira de Portobello Road eh lotada de policiais em todas as esquinas alem de muitos cartazes alertando os turistas.

O motivo eh simples: eh um mercado que alem de muito popular (= a multidao, muita gente andando junta, se esbarrando e se amontoando), eh uma feira cara e fashion. Eles vendem muitas joias, pecas de antiquario e vintage e pouca coisa por la eh baratinha – ou seja, um publico alvo ideal para os oportunistas: turistas desavisados e com bolsos recheados!

Outra area da cidade alvo das quadrilhas eh a ponte Westminster, bem ali embaixo do Big Ben (principalmente no lado leste da ponte – o lado direito de quem esta de frente pro Big Ben, de costas pro London Eye).

Outra area que esta sempre lotada de turistas aglomerados – a calcada eh apertada, mais alguns vendedores ambulantes, e todo mundo quer parar pra tirar uma foto ali embaixo, contribuindo para o caos.

E eh assim que os oportunistas se aproveitam! Enquanto voce esta ali se contorcendo pra conseguir pegar um bom angulo do Big Ben, alguem vem por tras e leva sua carteira, rapidinho se perdendo na multidao.

E para se aproveitar dessa situacao de caos, eu andei reparando nos ultimos meses duas novas “modalidades” de golpes sendo aplicados a turistas desavisados:

A primeira eh um grupo de pessoas fazendo “truques” – aqueles joguinhos de apostas, onde se esconde uma bolinha embaixo de um potinho, o “dealer” mexe e embaralha 3 ou 4 potinhos e o apostador tem que adivinhar onde esta a bolinha.

A quadrilha eh sempre a mesma, se dividindo em 2 ou 3 grupos ao longo da ponte e se revezando entre “jogadores” apostando e o carinha embaralhando as caixinhas.

E eles fazem uma algazarra, cantam, gritam, riem, chamam bastante atencao mesmo! E sempre tem alguem que “ganha” a posta e adivinha onde estava a bolinha (que tambem faz parte da quadrilha). E assim ele atraem a atencao dos turistas, que param pra assistir o jogo, tiram fotos e ficam ali distraidos dando bobeira, enquanto alguem da quadrilha vem por tras e leva alguma coisa da sua bolsa ou mochila.

E outro golpe sendo aplicado na mesma ponte (mas mais pro lado do London Eye) sao os golpes das ciganas: um grupo de mulheres e meninas ficam “dando” flores para os turistas e se oferecendo para ler a palma da mao ou algo do tipo – quando o turista aceita a flor ou da papo pra elas, elas prendem sua atencao enquanto as outras levam alguma coisa sua.

Ou entao o famoso golpe do “anel” (muito comum nas grandes cidades Europeias e que infelizmente chegou a Londres), onde uma pessoa (geralmente mulher) muito bem vestida aborda um turista alegando que voce perdeu um anel, ou que deixou cair alguma coisa do seu bolso ou bolsa – e enquanto voce se distrai procurando o que pode ter sido, eles saem correndo levando dua bolsa, ou camera, ou qualquer outra coisa de valor.

 

No geral, Londres continua sendo uma cidade super segura – e nos quase 9 anos que moro aqui nunca sequer passei por uma situacao de “medo” – mesmo andando sozinha a noite, ou pegando onibus de madrugada, andando por parques ou ruas desertas e afins.

Claro que os cuidados basicos de seguranca pessoal nao fazem mal a ninguem (por mais segura que seja um lugar, nunca se sabe quando um louco vai cruzar nosso caminho) – e sobretudo para quem esta de ferias pela cidade, que com certeza vai passar por alguns desses lugares “alvos” e potencialmente mais distraido que o normal.

Afinal, quem avisa amiga eh – e o seguro morreu de velho! :-)

 

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