12
Aug
2014
East London: Spitalfields Market e Brick Lane
Escrito por Adriana Miller

Fim de semana passado finalmente fiz um programa delicioso e bem Londrino, mas que eu não fazia ha anos: Domingo em East London!

Os bairros da região leste de Londres são tão únicos quanto polêmicos, e ou você ama ou odeia… A cultura é diferente, a arquitetura é diferente, e pode-se dizer que no geral, seria quase como conhecer uma outra cidade.

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Historicamente, o Leste é a região mais marginalizada da cidade, fama que só começou a mudar de uns anos pra cá, depois de toda revitalização e banho de loja feita na região em preparação para as olimpíadas. Novas estações de metro foram criadas para chegar ate os estádios, que por sua vez levaram mais comercio, mais investimentos, e também muitas novas construções, que acabou atraindo novas famílias e um novo “publico” para a região, mudando um pouco o perfil da area.

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Mas não se engane. Continua sendo a região mais marginalizada de Londres, onde concentra a maior parte dos imigrantes, conjuntos habitacionais, os índices de desemprego, abuso de benefícios e “bolsas”, e de crime na cidade.

Mas por outro lado, é onde esta a veia artística de Londres, com studios de designers, novas bandas surgindo toda semana, lojinhas exclusivas, achados vintage e tudo que seja único e de vanguarda na cidade. Ou seja, quem é cool, mas cool mesmo, está em East London!

E entre as varias regiões que compõem o Leste Londrino (East London), dois endereços são tão certeiros quanto tradicionais: O mercado de Spitalfields e a rua Brick Lane (também com seu mercado), que são ainda melhores aos domingos!

O Spitalfields Market funciona vários dias por semana, foi recentemente reformado e eh uma mistura entre o Borough Market e o Portobello Road Market – por lá você encontra desde roupas e joias vintage a preços de banana, barraquinhas vendendo itens vintage de designers renomados, marcas e artistas apenas começando a carreira (seja roupas, sapatos, pinturas ou cacarecos), roupas e acessórios de segunda mão…

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Mas também encontra frutas e comidinhas frescas e orgânicas, vindas direto da fazenda!

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Sem falar no novo complexo construido ao redor do mercado ha uns anos atrás, que assim como o resto do espaco, tambem mistura o classico com o moderno, e encontramos desde uma loja de queijos finos artesanais, loja de brinquedos de madeira, ate uma flagship da marca internacional de maquiagem Benefit, e enormes restaurantes de rede.

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Realmente o que nao faltam sao opcoes, e se eles se propuseram a agradar Gregos e Troianos, eu diria que sucederam!

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E bem ali do lado, a cerca de 2 ou 3 quarteirões fica a rua Brick Lane – infame cenário dos massacres do Jack Estripador, e também muito conhecida por seus restaurantes Indianos e de Curry em geral, alem de ser epicentro da cultura Sub-Indiana em Londres.

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Mas os domingos de manha em Brick Lane são um caso a parte!

Além de ser o único mercado no centro da cidade que funcione aos domingos (Portobello e Borough só funcionam aos sábados), a vibe da rua fica incrível!

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Alem das lojas de roupas vintage e barraquinhas de quinquilharia e mais uma sorte de bugigangas (que afinal são a melhor parte desses mercados de rua!) a rua fica lo-ta-da de barraquinhas de comida do mundo todo!

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Quer um hamburger-churrasco feito na hora? Tem! Churros Brasileiro com doce de leite? Tem! Sorvete Italiano artesanal? Tem! Samosas Nepalesas? Tem! Pad Thai Tailandês, linguiça Alemã, kebab de falafel… tem!

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Eh a volta ao mundo em 80 barracas de comida nas ruas de Londres!

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E se você der sorte de um dia de sol então… Seja inverno ou verão, prepare-se e pode se programar pra ficar por lá o dia todo…

E aproveite pra emendar com o happy hour em um dos bares moderninhos (ja fui muito no Vibe Bar, Big Chill e no 93 Feet East! Recomendo!), ou sente pra tomar um cha com uma hooka numa almofada fofinha, ou porque não uma rodada de boliche (o estrelado All Star Lanes abriu uma filial em Brick lane tem pouco tempo!).

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E se a noite se animar, siga em direção a Old Street, outra ótima região no leste de Londres que ferve a noite!

A Curtain Road, nos arredores da estação de Old Street tem um bar do lado do outro, e a Hoxton Square ali do lado tembem tem muitas opcoes badaladas que se estendem madruagada a dentro (ou segundo os horarios Ingleses… ate umas 2 ou 3 da manha…).

Ah! E ja que eu me empolguei, e o que era pra ser um post sobre o mercado diurno, acabou virando uma serie de dicas noturnas sobre East London…

Quando você estiver quase virando abóbora no fim de night em East London, nao se acanhe e se junte as massas de Londrinos fazendo fila na porta das biroscas pra comer batata frita com vinagre e sal embaladas no jornal (deixe o alcool em gel e o nojinho em casa nesse dia!), ou entao vao para o Kebabe Zero, o point-fim-de-noite em East London (bem na encruzilhada da Shoreditch High Street) e se acaaaaaabe num kebab!! (otimo pra matar o tempo enquanto voce espera pra pegar um taxi/onibus pra voltar pra casa/hotel na madruga, e otimo cura-ressaca! Vai por mim!).

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E se você ficou pela região de Brick Lane madrugada a dentro, não deixe de passar no “Beigel Bake”, uma padoca especializada em bagels fresquíssimos (garanto que você nunca comeu nada igual!), com os mais variados recheios e que fica aberto 24 horas! (mas também não deixe de provar o “salted beef and english mustard beigel” a qualquer hora do dia, não precisa ser só no fim da balada!).

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Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, 34 anos, Carioca. Economista e profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mae da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incánsavel e apaixonada por fotografia e historia.
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14
24
Oct
2013
Sicilian Avenue
Escrito por Adriana Miller

Londres é cheia de cantinhos escondidos que são verdadeiros universos paralelos dentro da cidade – seja o St Katharine Docks perto da Tower Bridge, ou o Gabriel’s Wharf no Southbank, ou o St James Street bem ali do lado da Oxford Street – e geralmente estão bem debaixo de nosso nariz, ao lado de algumas das principais atrações de Londres!

São ótimas oportunidades pra conhecer um pouco mais da cidade, sem ter que necessariamente se desviar de seu caminho, e de quebra ainda ver partes da cidade que a maioria dos turistas e visitantes nem sabe que existe!

Então a uns dias atrás aproveitamos o sábado ensolarado de outono e fomos passear no British Museum. Quando a fome apertou, fomos direto para a Sicilian Avenue, bem ali pertinho (do outro lado da pracinha Bloomsbury), que como o nome denuncia, é um pedacinho da Itália bem no coração de Londres!

A arquitetura rebuscada dos prédios da rua destoa dos vizinhos, mas reforçam a sensação de, de repente, estar num lugar completamente diferente!

E os arcos na entrada principal da rua não deixam que ela passe despercebida!

O espaço é curtinho, ocupado por cafés, lojinhas, um pub e o restaurante Spaghetti House, um tradicional Italiano de precinho camarada e ótimos pratos, que ocupa esse cantinho da Scilian Avenue a muitas décadas e já virou instituição!

Se o dia estiver ensolarado então, não dispense sentar numa das muitas mesinhas que ficam espalhadas pela calçada (é uma rua exclusivamente peatonal), enquanto você degusta um prosecco!

E já que você esta por lá mesmo, na hora da sobremesa, caminhe até o final da rua e vá direto a Patisserie Valerie – uma pastelaria e casa de chá sensacional (meu bolo de casamento foi de lá, quando eles ainda só tinham uma lojinha em Londres!!)!

Tanto a Spaghetti House quanto a Patisserie Valerie tem várias outras filiais em Londres, mas se você estiver sentado na terazza da Sicilian Avenue, eles ficam bem mais gostosos!

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Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, 34 anos, Carioca. Economista e profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mae da Isabella.
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2
13
Mar
2013
A pé em Londres: um lugar chamado Notting Hill… (e os cenários do filme!)
Escrito por Adriana Miller

Quando a gente pensa em bairros de Londres, um dos primeiros nomes que vem a cabeça é Notting Hill – eu sei que é clichê, e já perdi a conta de quantos e-mails recebi de leitores de malas prontas pra Londres e que sonhavam em morar no Bairro.

O filme homônimo com a Julia Roberts definitivamente fez do bairro um dos mais famosos do mundo, mas Notting Hill vai muito além do Hugh Grant, e sem dúvida é um dos bairros mais charmosos da cidade!

Duas atrações são clássicas do bairro – a feira de antiguidade semanal “Portobello Market” e o carnaval caribenho que acontece todos os anos em Agosto “Notting Hill Carnival” – mas Noting Hill tem muito mais a oferecer!

Quem estiver em Londres num sabado de manhão não pode deixar de ir no Portobello Market – mesmo que você não goste de antiguidades e seja averso a multidão. O mercado é uma daquelas experiências tipicamente Londrinas, alem de servir como uma ótima desculpa pra fazer um tour pelo bairro.

Começando pela Portobello Road, logo ali depois da saída do metrô Notting Hill Gate – aliais, aproveita que vocie esta ali e passa da “Recipease“, uma loja de produtos de cozinha e culinária do Jamie Oliver, que é uma delicia! Além de vários ingredientes deliciosos, acessorios pra cozinha de babar e um café bem gostosinho na Sobreloja (perfeito para um Brunch pré mercado – mas tem que reservar!!), eles ainda dão várias aulas de culinária – é só escolher seu estilo culinário preferido e marcar seu horário.

Seguindo pela Pembridge Road, você vai passar por várias lojas de souvenir e roupas… “diferentes” (lembra um pouco as lojas de Camden Market), e é por ali que estão também as casinhas coloridas típicas do bairro, e nas ruas paralelas não deixe de espiar as ruas residenciais e suas casas Victorianas lindas.

Quando você chegar na Portobello Road, não tem erro – os turistas se multiplicam, e se for dia de mercado então…!

Logo logo as barraquinhas começam a aparecer, e sabado é o dia que é garantia de ver todas as lojas da rua aberta!

Algumas lojas que valem a pena conhecer são a “Alice” e a “Print and Map Shop”, que é minha preferida! (uma galeira inteira só de mapas – antigos e atuais!).

O mercado se estende por toda a rua, mas depois do cruzamento com a Westbourne Grove o mercado fica mais com cara de feira, com comidas, frutas e tal. Então você pode seguir seu passeio por lá mesmo e já aproveitar pra comer alguma coisa por lá, ou então trocar de ambiente e seguir pela Westbourne Grove, que apesar de já não ter mercado, tem algumas das lojas mais legais de Londres, com muitas multimarcas e designers conteporâneos, como “All Saints of Spitafields”, Maje, Sandro, The Kooples e afins.

Já a Notting Hill Bookshop (aquela do filme!) fica fora desse circuito, na 13 Blenheim Crescent (W11 2EE) – para os fãns do filme, vale a pena estender o passeio até lá.

E falando em filme, porque não conhecer outros cenários famosos do bairro?

Logo na saída do metrô de Notting Hill fica o Cinema Coronet, que é o prédio redondo do outro lado da rua – foi ali que Hugh Grant assistiu o filme em que Julia Roberts era a atriz principal.

E sabe as ruazinhas paralelas que mencionei ali em cima? Foi numa dessas ruas (no Rosmead Gardens) que a irmã de Hugh morava, e ele levou a Julia Roberts pra jantar com eles.

E já o personagem do Hugh Grant morava num flat ali na Westbourne Grove, em meio as várias lojas da rua.

 

 

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34
23
Feb
2013
Albert Embankment – O lado de lá do Southbank
Escrito por Adriana Miller

Eu já falei e repeti mil vez por aqui o quanto gosto da região do Southbank e da Queen’s Walk na beirada sul do rio Tâmisa – é uma area meio “orla”, só pra pedestres além de linda e super cultural!

Mas confesso que as vezes a area fica um pouco demais… muito lotada, impossivel de andar e caminhar em paz por lá – mas isos não chega a ser um problema, pois qundo a Queen’s Walk esta abarrotada demais, eu simplesmente dou meia volta e sigo na direção oposta.

E foi justamente o que aconteceu dia desses. O dia estava lindo e ensolarado, e coincidiu justamente com a semana de ferias escolares aqui na Inglaterra. Resultado: impossível andar pelo Southbank!

Então segui meu passeio com a Isabella no carrinho pelo Albert Embankment, e ai me dei conta de que nunca falei dessa area aqui no blog!

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Mas não tem mistério: se considerarmos o London Eye como ponto de partida, o Queen’s Walk é a parte que segue para o lado leste de Londres, e o Albert Enbankment é o lado que segue para Oeste – ainda na mesma calçada, ainda inteiramente para pedestres e com vistas maravilhosas do Parlamento!

A vantagem é que além de mais tranquila, é um ótimo passeio pra conhecer um lado pouco explorado de Londres.

Logo no começo do passeio você vai ver no lado esquerdo o Lambeth Palace, que é o palácio oficial residencial do Arquebispo de Canterbury (título máximo da Igreja Anglicana, só ficando a baixo da Rainha), e logo depois a ponte Lambeth.

Outra atração da area é o prédio sede do M16, a sociedade secreta Inglesa (a mesma do James Bond), que fica ali quase chegando na ponte Vauxaul.

Mais um pouco a frente, do outro lado do rio fica o museu Tate Britain, da mesma “rede” e curadoria do seu irmão famoso Tate Modern, mas inteiramente dedicado a arte classica Britânica.

Quem estiver com tempo e disposição, essa caminhada termina lá na Battersea Power Station e no Battersea Park.

E ao cruzar a Ponte Chelsea pro lado norte, são mais poucos minutos de caminhada até Sloane Square e a famosa Kings Road.

Claro que em termos de “atrações”, o Albert Embankment não se comprar com seu lado “oposto”, mas sabe o que eu mais gosto de lá? O ar “nao-turistico” da area…

É uma delicia parar pra tomar um café ou um chá nos barcos-restaurantes ancorados no Tâmisa (e todos com uma vista de babar!), que quase sempre estão vazios e com mesas disponíveis, ou alguns dos food-trucks espalhados pelo “calçadão”, que são ótimas opções pra almoço ou um lanche rápido (com comida muito boa), e isso tudo no coração de Londres, mas com a sensação de que estamos a anos luz de distância da confusão turística da cidade!

Mesmo quem não pretende (ou não tem tempo) pra fazer essa caminhada completa, super vale a pena esticar a caminhada pelo Queen’s Walk por mais alguns minutos só pra descansar num dos cafés e curtir a vista (que na parte da tarde é onde se tem o melhor ângulo do sol para fotos do Parlamento no pôr do sol!).

 

 

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9
21
Feb
2013
Saint James Park
Escrito por Adriana Miller

Quando a gente pensa em parques de Londres, geralmente o Hyde Park é o primeiro nome a ser mencionado, mas não ha parque mais central na cidade do que o St James Park.

O parque não é muito grande, mas é o mais antigo dos 8 parques Reais de Londres, e ele conecta a Praça do Parlamento, a Horse Guards Parade, ao Palacio de Buckingham, The Mall e a Praça Trafalgar – por todos os seus lados.

No centro do parque esta um laguinho, que é também uma area de proteção ambiental com várias espécies de patos, cisnes, pelicanos, e claro, esquilos!

No verão o parque vira praticamente uma praia, com cada centímetro de grama ocupado por Londrinos e turistas e é possivel até alugar cadeiras “de praia” pra curtir um solzinho.

Mas muito se engana quem acha que o parque morre no inverno… Ok, que com a grama molhada e gelada fica mais dificil fazer piqueniques por lá, mas o jardim é super bem cuidado o ano todo, ficando bem verdinho e cheio de flores, mesmo quando as folhas das arvores se vão.

E claro, não podia deixar de mencionar as vistas e oportunidades de fotos!

Mais ou menos ali no meio do parque, tem uma ponte que cruza o laguinho, e de lá se tem uma ótima vista do Palacio de Buckingham de um lado, e do Big Ben e o London Eye de outro!

 

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14
27
Jan
2013
Picadilly Circus
Escrito por Adriana Miller

Londres é uma cidade de muitos “ícones” turísticos, mas poucos lugares na cidade tem o poder de te fazer sentir “em Londres” do que Piccadilly Circus!

Aliais, seria um desperdício qualquer viagem por Londres que nao inclua pelo menos uma passadinha no coração da cidade.

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Mesmo que essa passadinha seja bem rápida – afinal Piccadilly Circus nao passa de uma pracinha cercada de luzes de néon e turistas por todos os lados.

Ali fica o coração do “West End” Londrino, e por isso mesmo muita gente compara essa praça com a Broadway Nova Iorquina (é aqui, e por toda área de Piccadilly que ficam a grande maioria dos teatros da cidade, na região também conhecida como “Theatreland”).

Mas tem tambem quem prefira comparar a área com a “Times Square”, já que ambas as praças sao rodeadas por painéis luminosos por todos os lados.

Invariavelmente Piccadilly vai entrar no seu roteiro por Londres, pois dali pode-se partir pra região de Regent Street e Oxford Street de um lado, Leicester Square e Covent Garden de outro, e Trafalgar Square de outro.

Para compras, duas dicas sao a Boots de Piccadilly, bem no meio da praça (embaixo dos painéis luminosos) que é uma das maiores e mais recheadas da cidade, e a loja “Lilly White”, que é um prato cheio pra quem quer comprar material desportivos com desconto e muita variedade (tênis, camisas de times, tacos de Golf e oque mais você imaginar).

E ali perto estão também os teatros em cartaz com “The 39 Steps“, “O Fantasma da Opera” e “Os Miseráveis“.

 

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14
24
Jan
2013
Leicester Square: a praça dos cinemas e do tapete vermelho
Escrito por Adriana Miller

Ontem de noite eu assisti um
Documentário sobre o filme “Les Miserables” onde mostravam o tapete vermelho e a Premier do filme, que por ser uma produção Britânica (e nao hollywood-iana) aconteceu primeiro aqui em Londres, antes do resto do mundo.

E isso me fez pensar de que nunca falei em mais detalhes da Leicester Square aqui no blog – que sejam filmes Britânicos, Americanos ou internacionais, sempre é palco de im dos principais “tapetes vermelhos” do mundo, e qualquer filme que se preze, tem sua Premier em Londres – e sempre na Leicester Square.

A olhos nus a praça é até bem sem graça.
Nao passa de uma praça, sem grandes coisas no meio, mas cercada de cinemas por todos os lados!

Sao vários mesmo – do moderno Multiplex “Vue” aos mais tradicionais “Odeon” e “Empire”.
No dia a dia eles funcionam como cinemas comuns mesmo, mas em
dia de estréia de filme, se transformam.

Mas é principalmente a Leicester Square que se transforma – sua pracinha sem graça recebe cercas, milhares de fans, jornalistas e paparazzi, e claro, o mítico tapete vermelho.

As estréias acontecem o tempo todo em Londres, e existem até sites especializados que divulgam todo o calendário de Premiers do mês/ano, então porque nao checar se você nao terá oportunidade de ver ser ídolo de perto enquanto estiver em Londres?!

 

 

 

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5
09
Jul
2012
Londres: Broadway Market
Escrito por Adriana Miller

A medida que o verao vai chegando e o clima vai melhorando em Londres, um dos programas preferidos dos Londrinos sao os parques e os mercados de rua.

Alguns sao super famosos e ja foram invadidos pelos turistas (como o Portobello Road aos sabados e Camdem Town aos domingos), mas outros tantos permanecem otimos segredos, quase que exclusividade dos moradores (como por exemplo o Columbia Road Market).

Um outro desses mercadinhos “secretos” eh o Broadway Market que rola todos os sabados no Leste de Londres.

 

Para os Londrinos, de secreto ele nao tem nada, mas eh bem um daqueles mercados de bairro mesmo, que ainda nao virou atracao turistica – o Brodway Market fica bem do ladinho do parque London Fields, entao eh a desculpa perfeita para sabados de sol, combiando duas das atividades de primavera/verao preferidas dos Ingleses: fazer a fotossintese no parque, combinado com uma boa farofa na grama!

O mercado eh praticamente uma delicatessen a ceu aberto, com varias barraquinhas vendendo todo tipo de comida, de bolo caseiros, a churrasco, temperos e condimentos, sucos e frutas organicos e algumas opcoes mais exoticas.

Alem disso, por estar ali no cantinho de East London, numa area super residencial e longe dos roteiros turisticos, e uma das areas de mairo concentracao de imigrantes (residentes) da cidade, oque nao faltam sao otimas opcoes de cafes e restaurantes oferecendo comidas do mundo todo! Eh a volta ao mundo em 80 sabores, no mais puro estilo Londrino!

Chegar no mercado nao eh das tarefas mais faceis aos visitantes, pois realmente o mercado fica fora de mao e fora do centro de Londres, mas vale a pena a “viagem” num sabado de sol (o mercado so funciona aos sabados, de 9 as 17hrs) e pra quem procura uma experiencia Londrina autentica – com boa comida, otimo ambiente e bons pubs! E com sorte, quem sabe ate nao rola um sol no parque?!

 

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3
22
Oct
2011
The Queen’s Walk: a “orla” do Rio Tâmisa
Escrito por Adriana Miller

O “Queen’s Walk” é o nome dado a toda região que conecta o lado sul do Rio Tâmisa, entre a Lambeth Bridge e a Tower Bridge.

O acesso é todo exclusivo a pedestres, e conecta algumas das áreas mais legais da cidade, e muitas das principais atrações de Londres, da Tower Bridge ate o London Eye.

A área foi reformada e desenvolvida como o Jubilee Walkway, uma rota especial criada em 1977 em homenagem a comemoração do Jubilee de Prata da Rainha Elisabeth e se expande por cerca de 10 milhas.

Indiferente de qual lado do Walkway voce comece, essas sao algumas das atracoes turisticas que estarao no seu caminho:

- Tower Bridge

- City Hall

- London Bridge

- Tate Modern

 

- Shakerspear Globe

- Southbank Centre

- London Eye

- London Acquarium

E por estar do lado sul do rio, a partir dessa trilha você terá algumas das melhores vistas da cidade! Incluindo a Torre de Londres, a The City, Saint Paul’s Cathedral e a Millenium Bridge e o Parlamento Ingles.

Mas paisagem a parte, essa é uma das melhores partes da cidade pra praticar um pouco de people watching, por ser lotada de turistas de todas as partes do mundo, artistas de rua, moda e arte.

Aos fins de semana principalmente, todo o “calçadão” de Southbank sempre tem algum evento legal, seja a feirinha de literatura/sebo que rola todos os domingos, aos mais variados festivais gastronômicos e culturais promovidos pela cidade.

 

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7
17
Aug
2011
A Cidade de Londres: The Square Mile
Escrito por Adriana Miller

Quando a gente pensa em Londres, logo uma das primeiras coisas que nos veem a cabeça são: o Big Ben, o Palacio de Buckingham, London Eye, e vários outros pontos de interesse.

Mas na verdade nenhum desses lugares fica de fato na Cidade de Londres!

A area metropolitana da Londres moderna é composta de cerca de 32 bairros e condados, e alguns deles com autonomia e autoridade de cidade independente.

E um desses pequenos boroughs é justamente a cidade de Londres.

Conhecida como “The City” ou “Square Mile” (Milha quadrada) pois é na verdade uam cidade minuscula, com diametro de pouco mais de 1 milha quadrada (cerca de 2,90 Kmª), essa area no centro de Londres é na verdade a cidade original que criou a Londres que conheçemos hoje em dia.

A cidade Londinium foi construida pelos Romanos mais ou menos em 47 a.c. numa area onde os Romanos acharam que a maré do Tâmisa era mais favoravel as suas rotas comercias através do rio. E foram também os Romanos que construiram a primeira muralha de Londres, que ainda é visivel em algumas partes – que seculos depois serviu como base para a construção da Torre de Londres.

Mas Londres só virou uma cidade oficialmente mais de 10 seculos depois, quando William, O Conquistador venceu a batalha de Hastings e voltou a Londres – ele então construiu a primeira Torre de Londres como proteção aos pouquissimos Londrinos que permaneciam sob domínio Inglês. enquanto o resto do pais estava em guerra contra os Saxões.

A História da cidade é antiquissima e o legal é que apesar da modernidade de hoje em dia, a mistura de estilos, as muitas guerras e incendios, muitos dos marcos originais dessa cidade com mais de 2 mil anos de história ainda podem ser vistos, como parte da muralha romana, ou a a cruz que simboliza o ponto de encontro do primeiro Parlamento, que até hoje pode ser visto em frente a igreja de Saint Paul’s.

Mas foi depois do incendio de 1666, quando a cidade foi quase que inteiramente destruída que o governo resolveu criar um plano urbano pra reconstruçnao da cidade, incluindo saneamento, praças, ruas e avenidas – e muitas delas ainda existem, exatamente como foram projetadas no seculo 17 até hoje.

Nos seculos seguintes a cidade de Londres permaneceu sendo reconhecida como o centro financeiro e comercial do pais, sediando o Banco da Inglaterra, varios edificios politicos e regulatórios, e medida que o resto da cidade (ou no caso, os outros boroughs) iam crescendo e ocupando outros papeis na sociedade Inglesa (cultural, politica, artistica, etc) esse papel de centro financeiro cresceu ainda mais, e assim permaneceu até hoje.

Hoje em dia muita gente conhece essa area de Londres como “Bank” (nome de uma das principais estacão de metrô que atendem a essa area, e que fica exatamente em frente a sede do Banco Central da Inglaterra).

Não é exatamente uma area turistica, mas tem muita coisa legal pra ver, tursticamente falando, tanto no aspecto histórico, e mais que nunca, por sua arquitetura super moderna.

Um bom ponto de partida é o monumento ao grande incendio de 1666, o Monument.

Uma torre de marmore enorme bem na “entrada” da London Bridge, de onde se tem uma otima vista da cidade toda (a vista lá de cima é bem melhor doque a do London Eye por exemplo, pois além de mais alta, você consegue ver o Eye!).

Depois vem o centro financeiro da cidade (e do país!) em Bank, onde fica o Banco Central da Inglaterra, o Bank of England (que dá o nome a estação de metro) que é um predio lindo e imponente, onde corta a “City” se bifurca numa infinidade de predios de escritorios e bancos e afins.

E qualquer passagem pela City não pode ignorar o lado moderno da área, e muitos deles se tornaram tão icônicos da cidade quando os monumentos mais históricos, como é o caso do Gherkin, que é o apelido do predio St Mary Axe, um predio comercial que tem um formato de bala e apelidado pelos Ingleses de “pepino” (Gherkin), que tem um formato tão característico e único que acabou virando simbolo da cidade.

 Um outro predio que tem uma arquitetura polêmica e muito caracteristica é o predio sede do Banco Lloyds. Adorado por muitos e odiado por outros tantos, esse predio também é conhecido como o “predio do lado do avesso”, pois todas as suas estruturas basicas estão do lado de fora, em vez de estarem escondidos dentro das paredes.

Então é possivel ver as tubulações, os elevadores, cabos eletricos entre varias outras coisas, completamente ao léu. Além de ter muito, muito vidro e janelas. Sua arquitetura única já fez com que o predio fosse usado como locação para inumeros filmes, entre eles Mamma Mia, A Armadilha, Spy Game, entre outros.

 

 

 

 

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