12
Aug
2014
East London: Spitalfields Market e Brick Lane
Escrito por Adriana Miller

Fim de semana passado finalmente fiz um programa delicioso e bem Londrino, mas que eu não fazia ha anos: Domingo em East London!

Os bairros da região leste de Londres são tão únicos quanto polêmicos, e ou você ama ou odeia… A cultura é diferente, a arquitetura é diferente, e pode-se dizer que no geral, seria quase como conhecer uma outra cidade.

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Historicamente, o Leste é a região mais marginalizada da cidade, fama que só começou a mudar de uns anos pra cá, depois de toda revitalização e banho de loja feita na região em preparação para as olimpíadas. Novas estações de metro foram criadas para chegar ate os estádios, que por sua vez levaram mais comercio, mais investimentos, e também muitas novas construções, que acabou atraindo novas famílias e um novo “publico” para a região, mudando um pouco o perfil da area.

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Mas não se engane. Continua sendo a região mais marginalizada de Londres, onde concentra a maior parte dos imigrantes, conjuntos habitacionais, os índices de desemprego, abuso de benefícios e “bolsas”, e de crime na cidade.

Mas por outro lado, é onde esta a veia artística de Londres, com studios de designers, novas bandas surgindo toda semana, lojinhas exclusivas, achados vintage e tudo que seja único e de vanguarda na cidade. Ou seja, quem é cool, mas cool mesmo, está em East London!

E entre as varias regiões que compõem o Leste Londrino (East London), dois endereços são tão certeiros quanto tradicionais: O mercado de Spitalfields e a rua Brick Lane (também com seu mercado), que são ainda melhores aos domingos!

O Spitalfields Market funciona vários dias por semana, foi recentemente reformado e eh uma mistura entre o Borough Market e o Portobello Road Market – por lá você encontra desde roupas e joias vintage a preços de banana, barraquinhas vendendo itens vintage de designers renomados, marcas e artistas apenas começando a carreira (seja roupas, sapatos, pinturas ou cacarecos), roupas e acessórios de segunda mão…

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Mas também encontra frutas e comidinhas frescas e orgânicas, vindas direto da fazenda!

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Sem falar no novo complexo construido ao redor do mercado ha uns anos atrás, que assim como o resto do espaco, tambem mistura o classico com o moderno, e encontramos desde uma loja de queijos finos artesanais, loja de brinquedos de madeira, ate uma flagship da marca internacional de maquiagem Benefit, e enormes restaurantes de rede.

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Realmente o que nao faltam sao opcoes, e se eles se propuseram a agradar Gregos e Troianos, eu diria que sucederam!

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E bem ali do lado, a cerca de 2 ou 3 quarteirões fica a rua Brick Lane – infame cenário dos massacres do Jack Estripador, e também muito conhecida por seus restaurantes Indianos e de Curry em geral, alem de ser epicentro da cultura Sub-Indiana em Londres.

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Mas os domingos de manha em Brick Lane são um caso a parte!

Além de ser o único mercado no centro da cidade que funcione aos domingos (Portobello e Borough só funcionam aos sábados), a vibe da rua fica incrível!

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Alem das lojas de roupas vintage e barraquinhas de quinquilharia e mais uma sorte de bugigangas (que afinal são a melhor parte desses mercados de rua!) a rua fica lo-ta-da de barraquinhas de comida do mundo todo!

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Quer um hamburger-churrasco feito na hora? Tem! Churros Brasileiro com doce de leite? Tem! Sorvete Italiano artesanal? Tem! Samosas Nepalesas? Tem! Pad Thai Tailandês, linguiça Alemã, kebab de falafel… tem!

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Eh a volta ao mundo em 80 barracas de comida nas ruas de Londres!

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E se você der sorte de um dia de sol então… Seja inverno ou verão, prepare-se e pode se programar pra ficar por lá o dia todo…

E aproveite pra emendar com o happy hour em um dos bares moderninhos (ja fui muito no Vibe Bar, Big Chill e no 93 Feet East! Recomendo!), ou sente pra tomar um cha com uma hooka numa almofada fofinha, ou porque não uma rodada de boliche (o estrelado All Star Lanes abriu uma filial em Brick lane tem pouco tempo!).

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E se a noite se animar, siga em direção a Old Street, outra ótima região no leste de Londres que ferve a noite!

A Curtain Road, nos arredores da estação de Old Street tem um bar do lado do outro, e a Hoxton Square ali do lado tembem tem muitas opcoes badaladas que se estendem madruagada a dentro (ou segundo os horarios Ingleses… ate umas 2 ou 3 da manha…).

Ah! E ja que eu me empolguei, e o que era pra ser um post sobre o mercado diurno, acabou virando uma serie de dicas noturnas sobre East London…

Quando você estiver quase virando abóbora no fim de night em East London, nao se acanhe e se junte as massas de Londrinos fazendo fila na porta das biroscas pra comer batata frita com vinagre e sal embaladas no jornal (deixe o alcool em gel e o nojinho em casa nesse dia!), ou entao vao para o Kebabe Zero, o point-fim-de-noite em East London (bem na encruzilhada da Shoreditch High Street) e se acaaaaaabe num kebab!! (otimo pra matar o tempo enquanto voce espera pra pegar um taxi/onibus pra voltar pra casa/hotel na madruga, e otimo cura-ressaca! Vai por mim!).

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E se você ficou pela região de Brick Lane madrugada a dentro, não deixe de passar no “Beigel Bake”, uma padoca especializada em bagels fresquíssimos (garanto que você nunca comeu nada igual!), com os mais variados recheios e que fica aberto 24 horas! (mas também não deixe de provar o “salted beef and english mustard beigel” a qualquer hora do dia, não precisa ser só no fim da balada!).

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14
24
Oct
2013
Sicilian Avenue
Escrito por Adriana Miller

Londres é cheia de cantinhos escondidos que são verdadeiros universos paralelos dentro da cidade – seja o St Katharine Docks perto da Tower Bridge, ou o Gabriel’s Wharf no Southbank, ou o St James Street bem ali do lado da Oxford Street – e geralmente estão bem debaixo de nosso nariz, ao lado de algumas das principais atrações de Londres!

São ótimas oportunidades pra conhecer um pouco mais da cidade, sem ter que necessariamente se desviar de seu caminho, e de quebra ainda ver partes da cidade que a maioria dos turistas e visitantes nem sabe que existe!

Então a uns dias atrás aproveitamos o sábado ensolarado de outono e fomos passear no British Museum. Quando a fome apertou, fomos direto para a Sicilian Avenue, bem ali pertinho (do outro lado da pracinha Bloomsbury), que como o nome denuncia, é um pedacinho da Itália bem no coração de Londres!

A arquitetura rebuscada dos prédios da rua destoa dos vizinhos, mas reforçam a sensação de, de repente, estar num lugar completamente diferente!

E os arcos na entrada principal da rua não deixam que ela passe despercebida!

O espaço é curtinho, ocupado por cafés, lojinhas, um pub e o restaurante Spaghetti House, um tradicional Italiano de precinho camarada e ótimos pratos, que ocupa esse cantinho da Scilian Avenue a muitas décadas e já virou instituição!

Se o dia estiver ensolarado então, não dispense sentar numa das muitas mesinhas que ficam espalhadas pela calçada (é uma rua exclusivamente peatonal), enquanto você degusta um prosecco!

E já que você esta por lá mesmo, na hora da sobremesa, caminhe até o final da rua e vá direto a Patisserie Valerie – uma pastelaria e casa de chá sensacional (meu bolo de casamento foi de lá, quando eles ainda só tinham uma lojinha em Londres!!)!

Tanto a Spaghetti House quanto a Patisserie Valerie tem várias outras filiais em Londres, mas se você estiver sentado na terazza da Sicilian Avenue, eles ficam bem mais gostosos!

 

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2
17
Jun
2013
Londres com crianças: Transporte e locomoção, pubs e dia a dia
Escrito por Adriana Miller

Esse ainda não vai ser um post com dicas de coisas a fazer em Londres com crianças, e sim um post de caráter mais, huum… prático.

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Volta e meia, quando eu posto alguma foto (lá no Instagram!) dos meus passeios por Londres com a Isabella, sempre me perguntam como é navegar a cidade com crianças pequenas e bebês de colo. Afinal, não é novidade pra ninguém que Londres é uma cidade onde se usa transporte público 99% das vezes, e como as condições de ruas, calçadas e transporte público varia bastante de país pra país, muitas vezes, famílias com crianças ainda em idade de andar de carrinho ficam na dúvida se Londres é um destino viável ou não.

Sem falar que sempre rola um mito (principalmente entre os Brasileiros) que a Europa não é muito amigável para famílias. Já vi muita gente comentando que Europa não é um lugar interessante para crianças (oi?!), que é tudo muito velho, apertado, difícil.

Realmente, se compararmos o conforto e facilidade de empurrar um carrinho de bebê pelos corredores de um outlet em Miami ou pelas calçadas estreitas de um vilarejo na Provence… mas por outro lado – no meu ponto de vista – nem sequer podemos comprar o nível de interssância pra família toda!

Mas enfim, não cabe a mim decidir nem debater qual o melhor destino de viagem para uma família. Mas e Londres? Dá pra visitar a cidade tranquilamente com crianças e bebês?

Bem, resumidamente, sim. Londres é uma cidade muito amiga de carrinhos de bebê e afins. Claro que como toda cidade centenária Europeia, muitas calçadas são estreitas com piso de pedrinhas, as portas são apertadas e no geral não ha muito espaço de sobra em lugar nenhum pra ninguém. Mas bastam alguns cuidados simples e muito bom senso pra conseguir curtir demais a cidade, mesmo com um bebê a tiracolo!

- Metrô

Incrível como eu nunca tinha parado pra reparar muito na acessibilidade das estações de metrô até uns meses atrás, quando estava gravida e me vi as voltas com a decisão sobre qual carrinho comprar.

Infelizmente 80% das estações de metrô de Londres não são 100% acessíveis (com elevador que conecta a rua com a plataforma), mas muitas delas pelo menos tem escadas rolantes, o que torna a viagem com carrinho de bebe mais viável.

Tudo bem que não é todo mundo que se sente confortável em subir e descer escadas rolantes com um carrinho de bebê, mas é uma questão de prática (a primeira vez fiquei até de perna bamba, hoje em dia tiro de letra!) e de se tomar certos cuidados, como por exemplo: mesmo com carrinho, tome cuidado pra não bloquear a passagem dos outros passageiros na escada rolante. A regrinha “invisível” das escadarias do metrô de Londres é “ande pela esquerda, pare na direita”. Logo, quanto mais compacto for seu carrinho, melhor! E sempre pela direita!

Já dentro dos vagões, quase todos tem um cantinho em cada vagão para cadeiras de roda, malas e carrinho de bebê, então não tenha cerimônia de pedir pras pessoas saírem do espaço preferencial para você estacionar seu “possante”. As únicas pessoas que tem mais prioridade que você e seu carrinho são cadeirantes, mas de resto – malas, sacolas ou pessoas em pé tem que se mover para você entrar. E no geral, os Londrinos são muito educados e ao ver um carrinho de bebê, logo logo saem da frente.

Mas não esqueça do bom senso – não adianta querer atochar seu carrinho dentro de um metrô no auge do horário do rush!

E para saber quais estações são acessíveis, basta consultar o mapa das linhas de metrô – as estações que tem o símbolo de cadeira de rodas, são 100% acessíveis, as outras não. (eles até disponibilizam um mapa com todas as estações “step free”, ou seja, sem degraus).

Então na dúvida, vá de ônibus…!

- Ônibus:

Mesmo conhecendo bem as estações de metrô de Londres, sempre me bate uma dúvida se a estação tal tem ou não escadas rolantes, ou se tem escadas rolantes ou elevadores entre uma linha e outra (para fazer as conexões e baldeações), então ultimamente eu tenho dado preferência aos ônibus da cidade!

Então eu planejo minha viagem usando o “Journey Planner” e consultando as opções de ônibus, que apesar de geralmente demorarem mais, pelo menos não terei que subir e descer escadas carregando um bebê, mais suas tralhas, mais o carrinho.

E o ônibus são SUPER fáceis pra quem está com carrinho – todos tem uma area reservada para cadeirantes e carrinhos de bebê, onde dá pra estacionar direitinho e deixar o carrinho bem trancado e seguro, sem ficar no meio da passagem das outras pessoas.

Assim como no metrô, essa area é preferencial, então não tenha cerimônia pra pedir pras pessoas tirarem suas malas, sacolas do caminho (mas na verdade – de maneira generalizada – as pessoas aqui tem um bom nível de “cimancól” e já saem numa boa quando veem um carrinho entrando.

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O único problema é que os ônibus só conseguem acomodar no máximo 2 ou 3 carrinhos de cada vez, então se o cantinho dos carrinhos já estiver lotado e você fizer sinal pra parar o ônibus, o motorista não vai parar pra você, a não ser que você concorde em fechar o carrinho e viajar com seu bebê no colo.

Mas isso não chega a ser um problema. Se o primeiro ônibus que passar estiver lotado, basta esperar pelo próximo. Ou então, vá de taxi!

- Táxi (Black Cab e mini cab):

A boa notícia é que todos os taxis Londrinos (os Balck Cabs pretinhos) são 100% acessíveis para cadeirantes, e portanto conseguem acomodar um carrinho de bebê numa boa – e são licenciados pra isso, então você não precisa tirar o bebê do carrinho, nem levar cadeirinha de carro (bebê conforto) etc, podendo até usar o cinto de segurança para cadeiras de roda pra segurar bem seu carrinho.

Já os mini cabs, que não passam de carros normais, como são serviços de pré reserva apenas, você já pode pedir o seu com uma cadeirinha pra bebê (como é o caso do motorista Brasileiro para translados e passeios em Londres) caso não queria levar a sua, ou então levar seu bebê num canguru preso a você.

Essa não é a situação ideal nem mais segura (canguru + cinto de segurança), mas num momento de emergência,  é bom saber que temos essa opção.

- Carro alugado:

Já se sua viagem envolver um carro alugado você deverá levar sua própria cadeirinha de carro, ou então solicitar uma cadeirinha de aluguel pra empresa de locação.

Carros de passeio no Reino Unido são terminantemente proibidos de levar bebês e crianças (até 12 anos se não me engano) sem cadeirinhas específicas pra idade e tamanho/peso da criança, portanto não esqueça de reservar a sua no momento da reserva de seu carro!

- Trens:

Mas na verdade a grande maioria das pessoas que viaja pelo Reino Unido vai de trem, que graças a deus, são super confortáveis pra bebê e crianças!

Assim como nos vagões do metrô, os trens também tem vagões especiais com áreas específicas para cadeirantes, carrinhos de bebe, ou malas e até mesmo bicicletas.

Na dúvida, basta procurar pelo símbolo na porta do vagão.

E uma vez lá dentro, durante sua viagem, todos os trens terão ao menos 1 vagão com banheiro (geralmente são vários) que apesar de não serem os mais limpos da face da terra (nem serem exclusivos para bebês, como no Eurostar!), pelo menos tem uma area mais reservada com fraldário, lixeirinha e pia, onde você pode trocar a fralda de seu bebê com calma e espaço.

(Aqui vale minha dica sobre os trocadores descartáveis – depois de usar é só jogar fora junto com a fralda!)

 

Mas e o resto?

Museus, lojas, pubs e restaurantes? Como amamentar? Trocar fralda?

De maneira geral,  os ambientes em Londres são feitos para famílias, e mesmo os que não são, os Ingleses são politicamente corretos e educados demais para ter a indelicadeza de impedir que uma mãe amamente em público ou troque a fralda de um bebê num banheiro sem fraldário.

Eu nunca senti nenhum tipo de hostilidade por aqui por amamentar em público – o que é uma prática muito incentivada e apoiada no UK me geral. Claro, ser discreta não faz mal a ninguém (até pelo seu próprio conforto) então bastava cobrir a Isabella com uma lenço, fraldinha ou então uma “tendinha” de amamentação (eu usei essa aqui e adorei!). Amamentei em pubs, restaurantes, bares, parques e praças. Se alguém se incomodou com isso, foram discretos e educados o suficiente para não me deixar inconfortável por isso.

Mas infelizmente nem todos os restaurantes, bares e pubs tem a infraestrutura necessária para bebês, e a maioria dos lugares, quando tem fraldário, por exemplo, ele esta no banheiro feminino (se bem que isso esta mudando, e hoje em dia eles se encontram no banheiro de cadeirantes, portanto tanto mães quanto pais podem trocar a fralda de seus bebês tranquilamente). Mas nada que jogo de cintura e uma pia espaçosa não resolvam!

(olha aí o trocador descartável de novo)

Porém uma coisa importante a notar é que nem todos os Pubs e restaurantes tem licença para ter crianças em suas premissas depois de uma certa hora (por causa da venda de bebidas alcoólicas), então sempre mencione em sua reserva que um dos membros de sua família é menor de idade.

Geralmente durante o dia isso não tem problema nenhum, mas já fomos avisados, ao entrar num pub por exemplo, que teríamos que sair antes das 18:00 pois eles não tinham permissão para crianças depois desse horário.

Se isso acontecer, não se sinta ofendido (licenciamento para bebidas alcoólicas no Reino Unido é um assunto complicado e muito fiscalizado) – basta trocar de lugar, ou aproveitar o horário do almoço pra conhecer os restaurantes mais badaladinhos da cidade!

E como os melhores roteiros para passeios em Londres foram feitos para serem explorados a pé, coloque seu bebê no carrinho e seja feliz pelas ruas Londrinas!

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33
13
Mar
2013
A pé em Londres: um lugar chamado Notting Hill… (e os cenários do filme!)
Escrito por Adriana Miller

Quando a gente pensa em bairros de Londres, um dos primeiros nomes que vem a cabeça é Notting Hill – eu sei que é clichê, e já perdi a conta de quantos e-mails recebi de leitores de malas prontas pra Londres e que sonhavam em morar no Bairro.

O filme homônimo com a Julia Roberts definitivamente fez do bairro um dos mais famosos do mundo, mas Notting Hill vai muito além do Hugh Grant, e sem dúvida é um dos bairros mais charmosos da cidade!

Duas atrações são clássicas do bairro – a feira de antiguidade semanal “Portobello Market” e o carnaval caribenho que acontece todos os anos em Agosto “Notting Hill Carnival” – mas Noting Hill tem muito mais a oferecer!

Quem estiver em Londres num sabado de manhão não pode deixar de ir no Portobello Market – mesmo que você não goste de antiguidades e seja averso a multidão. O mercado é uma daquelas experiências tipicamente Londrinas, alem de servir como uma ótima desculpa pra fazer um tour pelo bairro.

Começando pela Portobello Road, logo ali depois da saída do metrô Notting Hill Gate – aliais, aproveita que vocie esta ali e passa da “Recipease“, uma loja de produtos de cozinha e culinária do Jamie Oliver, que é uma delicia! Além de vários ingredientes deliciosos, acessorios pra cozinha de babar e um café bem gostosinho na Sobreloja (perfeito para um Brunch pré mercado – mas tem que reservar!!), eles ainda dão várias aulas de culinária – é só escolher seu estilo culinário preferido e marcar seu horário.

Seguindo pela Pembridge Road, você vai passar por várias lojas de souvenir e roupas… “diferentes” (lembra um pouco as lojas de Camden Market), e é por ali que estão também as casinhas coloridas típicas do bairro, e nas ruas paralelas não deixe de espiar as ruas residenciais e suas casas Victorianas lindas.

Quando você chegar na Portobello Road, não tem erro – os turistas se multiplicam, e se for dia de mercado então…!

Logo logo as barraquinhas começam a aparecer, e sabado é o dia que é garantia de ver todas as lojas da rua aberta!

Algumas lojas que valem a pena conhecer são a “Alice” e a “Print and Map Shop”, que é minha preferida! (uma galeira inteira só de mapas – antigos e atuais!).

O mercado se estende por toda a rua, mas depois do cruzamento com a Westbourne Grove o mercado fica mais com cara de feira, com comidas, frutas e tal. Então você pode seguir seu passeio por lá mesmo e já aproveitar pra comer alguma coisa por lá, ou então trocar de ambiente e seguir pela Westbourne Grove, que apesar de já não ter mercado, tem algumas das lojas mais legais de Londres, com muitas multimarcas e designers conteporâneos, como “All Saints of Spitafields”, Maje, Sandro, The Kooples e afins.

Já a Notting Hill Bookshop (aquela do filme!) fica fora desse circuito, na 13 Blenheim Crescent (W11 2EE) – para os fãns do filme, vale a pena estender o passeio até lá.

E falando em filme, porque não conhecer outros cenários famosos do bairro?

Logo na saída do metrô de Notting Hill fica o Cinema Coronet, que é o prédio redondo do outro lado da rua – foi ali que Hugh Grant assistiu o filme em que Julia Roberts era a atriz principal.

E sabe as ruazinhas paralelas que mencionei ali em cima? Foi numa dessas ruas (no Rosmead Gardens) que a irmã de Hugh morava, e ele levou a Julia Roberts pra jantar com eles.

E já o personagem do Hugh Grant morava num flat ali na Westbourne Grove, em meio as várias lojas da rua.

 

 

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34
23
Feb
2013
Albert Embankment – O lado de lá do Southbank
Escrito por Adriana Miller

Eu já falei e repeti mil vez por aqui o quanto gosto da região do Southbank e da Queen’s Walk na beirada sul do rio Tâmisa – é uma area meio “orla”, só pra pedestres além de linda e super cultural!

Mas confesso que as vezes a area fica um pouco demais… muito lotada, impossivel de andar e caminhar em paz por lá – mas isos não chega a ser um problema, pois qundo a Queen’s Walk esta abarrotada demais, eu simplesmente dou meia volta e sigo na direção oposta.

E foi justamente o que aconteceu dia desses. O dia estava lindo e ensolarado, e coincidiu justamente com a semana de ferias escolares aqui na Inglaterra. Resultado: impossível andar pelo Southbank!

Então segui meu passeio com a Isabella no carrinho pelo Albert Embankment, e ai me dei conta de que nunca falei dessa area aqui no blog!

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Mas não tem mistério: se considerarmos o London Eye como ponto de partida, o Queen’s Walk é a parte que segue para o lado leste de Londres, e o Albert Enbankment é o lado que segue para Oeste – ainda na mesma calçada, ainda inteiramente para pedestres e com vistas maravilhosas do Parlamento!

A vantagem é que além de mais tranquila, é um ótimo passeio pra conhecer um lado pouco explorado de Londres.

Logo no começo do passeio você vai ver no lado esquerdo o Lambeth Palace, que é o palácio oficial residencial do Arquebispo de Canterbury (título máximo da Igreja Anglicana, só ficando a baixo da Rainha), e logo depois a ponte Lambeth.

Outra atração da area é o prédio sede do M16, a sociedade secreta Inglesa (a mesma do James Bond), que fica ali quase chegando na ponte Vauxaul.

Mais um pouco a frente, do outro lado do rio fica o museu Tate Britain, da mesma “rede” e curadoria do seu irmão famoso Tate Modern, mas inteiramente dedicado a arte classica Britânica.

Quem estiver com tempo e disposição, essa caminhada termina lá na Battersea Power Station e no Battersea Park.

E ao cruzar a Ponte Chelsea pro lado norte, são mais poucos minutos de caminhada até Sloane Square e a famosa Kings Road.

Claro que em termos de “atrações”, o Albert Embankment não se comprar com seu lado “oposto”, mas sabe o que eu mais gosto de lá? O ar “nao-turistico” da area…

É uma delicia parar pra tomar um café ou um chá nos barcos-restaurantes ancorados no Tâmisa (e todos com uma vista de babar!), que quase sempre estão vazios e com mesas disponíveis, ou alguns dos food-trucks espalhados pelo “calçadão”, que são ótimas opções pra almoço ou um lanche rápido (com comida muito boa), e isso tudo no coração de Londres, mas com a sensação de que estamos a anos luz de distância da confusão turística da cidade!

Mesmo quem não pretende (ou não tem tempo) pra fazer essa caminhada completa, super vale a pena esticar a caminhada pelo Queen’s Walk por mais alguns minutos só pra descansar num dos cafés e curtir a vista (que na parte da tarde é onde se tem o melhor ângulo do sol para fotos do Parlamento no pôr do sol!).

 

 

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9
21
Feb
2013
Saint James Park
Escrito por Adriana Miller

Quando a gente pensa em parques de Londres, geralmente o Hyde Park é o primeiro nome a ser mencionado, mas não ha parque mais central na cidade do que o St James Park.

O parque não é muito grande, mas é o mais antigo dos 8 parques Reais de Londres, e ele conecta a Praça do Parlamento, a Horse Guards Parade, ao Palacio de Buckingham, The Mall e a Praça Trafalgar – por todos os seus lados.

No centro do parque esta um laguinho, que é também uma area de proteção ambiental com várias espécies de patos, cisnes, pelicanos, e claro, esquilos!

No verão o parque vira praticamente uma praia, com cada centímetro de grama ocupado por Londrinos e turistas e é possivel até alugar cadeiras “de praia” pra curtir um solzinho.

Mas muito se engana quem acha que o parque morre no inverno… Ok, que com a grama molhada e gelada fica mais dificil fazer piqueniques por lá, mas o jardim é super bem cuidado o ano todo, ficando bem verdinho e cheio de flores, mesmo quando as folhas das arvores se vão.

E claro, não podia deixar de mencionar as vistas e oportunidades de fotos!

Mais ou menos ali no meio do parque, tem uma ponte que cruza o laguinho, e de lá se tem uma ótima vista do Palacio de Buckingham de um lado, e do Big Ben e o London Eye de outro!

 

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14
27
Jan
2013
Picadilly Circus
Escrito por Adriana Miller

Londres é uma cidade de muitos “ícones” turísticos, mas poucos lugares na cidade tem o poder de te fazer sentir “em Londres” do que Piccadilly Circus!

Aliais, seria um desperdício qualquer viagem por Londres que nao inclua pelo menos uma passadinha no coração da cidade.

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Mesmo que essa passadinha seja bem rápida – afinal Piccadilly Circus nao passa de uma pracinha cercada de luzes de néon e turistas por todos os lados.

Ali fica o coração do “West End” Londrino, e por isso mesmo muita gente compara essa praça com a Broadway Nova Iorquina (é aqui, e por toda área de Piccadilly que ficam a grande maioria dos teatros da cidade, na região também conhecida como “Theatreland”).

Mas tem tambem quem prefira comparar a área com a “Times Square”, já que ambas as praças sao rodeadas por painéis luminosos por todos os lados.

Invariavelmente Piccadilly vai entrar no seu roteiro por Londres, pois dali pode-se partir pra região de Regent Street e Oxford Street de um lado, Leicester Square e Covent Garden de outro, e Trafalgar Square de outro.

Para compras, duas dicas sao a Boots de Piccadilly, bem no meio da praça (embaixo dos painéis luminosos) que é uma das maiores e mais recheadas da cidade, e a loja “Lilly White”, que é um prato cheio pra quem quer comprar material desportivos com desconto e muita variedade (tênis, camisas de times, tacos de Golf e oque mais você imaginar).

E ali perto estão também os teatros em cartaz com “The 39 Steps“, “O Fantasma da Opera” e “Os Miseráveis“.

 

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14
25
Jan
2013
Harry Potter em Londres: os sets a ceu aberto
Escrito por Adriana Miller

Só quem é fã dos livros/filmes do Harry Potter entende o quão legal é fazer a tour dos estudios dos filmes aqui perto de Londres.

Mas ao assistir os filmes é impossível ignorar todas as locações “reais” do filme que se passam bem aqui, no centro de Londres!

Pra começar, um lugar mítico no filme: a estação de trem Kings Cross e a plataforma “9 3/4″.

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E se você acha que a plataforma não existe, muito se engana! Claro, não dá pra embarcar no Hogwarts Express de verdade, mas ao andar pela estação preste atenção nas colunas entre as plataformas 9 e 10… Tcharam!

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E é dificil deixar passar – a comoção de turistas cresceu tanto que deram um upgrade no carrinho que “entra” na parede, e existe até uma fila organizada.

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Tirar sua foto é totalmente de graça, basta entrar na fila e esperar sua vez. Quando chegar sua hora, você pode escolher um cachecol com as cores de uma das 4 escolas de Hogwarts (a minha irmã escolheu o cachecol de Grifindor!), e tem até um fotografo oficial (se você quiser comprar a foto profissional, aí sim é pago).

Logo no primeiro filme, o “The Sorcere’s Stone” (“a Pedra Filosofal” em Portugues), Harry descobre que tem poderes mágicos enquanto passeava com seus tios no zoologico de Londres, no Regent’s Park.

Lá, é possivel visitar a “Reptile House” e ver exatamente a serpente que fala com o Harry :-) (provavelmente já deve ser outra serpente, mas enfim, todas as cobras e serpentes estão lá!).

Ainda no primeiro filme, Hagrid leva Harry pro centro de Londres – passando, é claro, pelo Parlamento e o Big Ben, a caminho do Diagon Alley (Beco Diagonal).

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Só que no filme, a entrada para o Beco Diagonal é atravéz do pub “The Leaky Calderon”(o “Caldeirão Furado”), mas que na verdade foi filmado no Leadenhall Market, que fica no leste de Londres, entre a The City e Shoredich.

Mas no filme, a entrada do pub fica na verdade na Charring Cross Road, ali perto de Trafalgar Square e Covent Garden na rua Cecil Court, que dizem ter sido a inspiração de J.K. Rowling na criação do Beco Diagonal.

Essa rua é uma gracinha, e famosa por seus antiquários, sebos e livrarias, e tem mesmo cara de cenário de Harry Potter!

Mas uma vez que eles entram o Diagon Alley, ai entra o estúdio cenográfico da Warner Bros, onde Harry e Hagrid vão no banco “Gringotts Wizarding Bank”, cuja fachada é cenográfica, mas seu interior foi filmado na “Australia House”, na rua Strand perto do metro Temple.

Já no filme “O Prisioneiro de Azkaban”, depois de rodar Londres e cruzar a Lambeth Bridge no ônibus “Knight Bus” roxo, Harry salta no que deveria ser a entrada do “Leaky Calduron”, só que dessa vez a entrada do pub foi filmada nas ruas ao redor do Borough Market, com trens passando na ponte que corte por cima do mercado.

E quem não lembra que no filme “A Ordem da Fênix”, Harry e cia sobrevoam Londres em suas vassouras, cruzando vários pontos turísticos, inclusive a Tower Bridge, a London Eye, Big Ben, etc

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E no “Half Blood Prince” (O Segredo do Principe) os Death Eaters (Comensários da Morte) destroem a Millenium Bridge quando também sobrevoam a cidade.

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Outra cena clássica de Londres, no filme “The Deathly Hollows I” (As Relíquias da Morte), Harry, Hermione e Ron são filmados andando pelo centro de Londres, e quase sendo atropelados por um ônibus “double decker” bam na Piccadilly Circus.

E agora não sei o que deu mais vontade: fazer um super tour por Londres ou rever todos os filmes!!

 

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21
24
Jan
2013
Leicester Square: a praça dos cinemas e do tapete vermelho
Escrito por Adriana Miller

Ontem de noite eu assisti um
Documentário sobre o filme “Les Miserables” onde mostravam o tapete vermelho e a Premier do filme, que por ser uma produção Britânica (e nao hollywood-iana) aconteceu primeiro aqui em Londres, antes do resto do mundo.

E isso me fez pensar de que nunca falei em mais detalhes da Leicester Square aqui no blog – que sejam filmes Britânicos, Americanos ou internacionais, sempre é palco de im dos principais “tapetes vermelhos” do mundo, e qualquer filme que se preze, tem sua Premier em Londres – e sempre na Leicester Square.

A olhos nus a praça é até bem sem graça.
Nao passa de uma praça, sem grandes coisas no meio, mas cercada de cinemas por todos os lados!

Sao vários mesmo – do moderno Multiplex “Vue” aos mais tradicionais “Odeon” e “Empire”.
No dia a dia eles funcionam como cinemas comuns mesmo, mas em
dia de estréia de filme, se transformam.

Mas é principalmente a Leicester Square que se transforma – sua pracinha sem graça recebe cercas, milhares de fans, jornalistas e paparazzi, e claro, o mítico tapete vermelho.

As estréias acontecem o tempo todo em Londres, e existem até sites especializados que divulgam todo o calendário de Premiers do mês/ano, então porque nao checar se você nao terá oportunidade de ver ser ídolo de perto enquanto estiver em Londres?!

 

 

 

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5
23
Jan
2013
Londres: Journey Planner – Como ir do ponto A ao ponto B e entendendo os endereços da cidade
Escrito por Adriana Miller

Uma das respostas mais comuns aqui no blog, mas mais difíceis (e chatinhas) de responder são as do tipo “Como vou do endereço X ao endereço Y?”. Porque? Oras, porque é impossível conhecer como a palma da minha mão uma cidade enorme como Londres, com tantas ruas e ruelas sem muita ordem urbana.

E eu já dei outras vezes a dica do Journey Planner, que seja para moradores, Londrinos e visitantes uma ferramenta indispensável – eu nunca saio de casa sem antes conferir qual a melhor maneira de chegar no lugar X, e em Londres a melhor maneira é sempre consultar o Journey Planner.

Journey-Planner

Voce pode procurar por exemplo pela estação de trem, metro ou ônibus, o pelo endereço do hotel ou do restaurante onde voce quer ir.

O sistema calcula exatamente as melhores rotas pra chegar até lá, te avisa de possíveis interrupções nas linhas de metro, ou ruas fechadas por obras (que afetam os onibus) e te dá algumas opções. Aí é só voce decidir qual roteiro prefere fazer levando em consideração o tempo de deslocamento, ou quantas vezes terá que trocar de linha ou de meio de transporte etc.

Screen-shot-2011-03-31-at-22.26.17

E quando voce clica no mapinha, tem uma outra ferramenta chamada “Wizard” que é interativa e mostra todo trajeto sugerido, onde trocar de linha, por onde andar, etc. Não tem mesmo como se perder pela cidade!

 Screen-shot-2011-03-31-at-22.27.04

Outra dica de ouro é sempre ficar de olho no código postal dos endereços que voce estiver procurando – em todo o país, é esse códico de letras-números que te dará a localização exata do endereço que voce estiver procurando.

Ao contrario do que vemos em outros países, o código postal é único e super específico, geralmente apontando exatamente pra uma determinada casa ou edifício. Então por xemplo, se você procurar um endereço qualquer usando apenas o nome da rua (no Google Maps, por exemplo) irá encontrar várias ruas com o mesmo nome, e o mapa te dará a localização genérica daquele endereço.

Já com o código postal, você é direcionado exatamente onde precisa ir.

Vamos usar por exemplo o Hotel Ritz, cujo endereço é: 150 Piccadilly, London W1J 9B

Se eu procurar a Piccadilly Stree no Google Maps, esse é o resultado:

Screen shot 2013-01-21 at 16.05.26

Não esta errado, mas o mapa me direcionou pra o meio da rua, numa “média” mesmo, qoeu provavelmente significa que eu usaria o meio de transporte errado, sairia na estação errada, e demoraria uito mais pra chegar no meu destino (imagina se você estivesse procurando seu hotel e carregando malas?!).

Mas se eu procurar pelo “Post Code” W1J 9B, que é específico do predio do Ritz (e mais nenhum outro endereço no pais), o mapa me mostra isso:

Screen shot 2013-01-21 at 16.09.21

Que é exatamente onde quero ir! (por isso sempre incluo enderecos com “post code” quando dou dica de lugares, atrações, restaurantes< etc aqui no blog).

Então ao usar o Journey Planner, a melhor maneira de chegar do ponto A ao ponto B é usando o código postal do endereço.

Screen shot 2013-01-21 at 16.14.23

Uma outra dica é pra quem usa Smartphones e pretende ficar conectado usando um SIM card (ou os pontos de wifi disponiveis por Londres) durante sua estadia em Londres: a App “City Mapper London”, que funciona igualzinho ao Journey Planner (que infelizmente não tem uma app oficial).

Citymapper

Você pode procurar por roteiros específicos, e selecionar qual meio de transporte prefere (Metrô, ônibus, barco, Taxi ou bicicleta), com toda explicação de como chegar a determinado lugar, quanto tempo demora de acordo com o meio de transporte etc.

E jea no meio do caminho, caso voce ainda tenha alguma duvida, basta seguir o mapa!

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