02
Sep
2014
Marlborough House
Escrito por Adriana Miller

A Marlborough House eh uma mancao no centro de Londres, uma das poucas residencias nobres que sobraram na cidade depois do blitz da segunda guerra mundial.

A localizacao, ali nos arredores de Green Park e St james Park nao eh uma coincidencia, ja que essa area de Londres era considerada a mais nobre e prestigiada por familias reais a varias geracoes (Inclusive a casa da familia Spencer, antepassados da Princesa Diana, que tambem fica ali do lado, e ate mesmo o Palacio de Buckingham, que quando foi construido nao passava de uma casa “na cidade” do Lord Buckingham – muito antes de virar residencia de reis e rainhas!).

A construcao do Seculo 18 foi encomendada especialmente para a Lady Sarah Churchill, Duquesa de Marlborough e melhor amiga e conselheira da Rainha Anne.

E reparem no sobrenome da Duquesa… Isso mesmo, ela tambem eh antepassada de Winston Churchill, e a casa oficial de sua familia era o Blenheim Palace, no coracao dos Cotswolds!

Isso era um coisa muito comum entre as familias nobres do seculo 17/18/19 na Inglaterra, onde mantinham sua residencia oficial em seus palacios no interior da Inglaterra (muitos deles visitaveis hoje em dia nos arredores de Londres), mas tambem mantinham uma casa na cidade, onde os homens vinham tratar de negocios em Londres e as mulheres vinham participar de eventos sociais.

No comeco do seculo 19 a casa foi comprada pela Coroa e passou a ser usada como residencia de Rainhas e Reis Consortes, inclusive foi residencia oficial do Principel Albert, o marido da Rainha Anne. Quando seu filho, o Principe Edward ascedeu ao trono em 1901, ele e sua esposa decidiram se mudar para o palacio vizinho, o Palacio de Buckingham, e a partir dai iniciou-se a tradicao de todos os reis e rainhas da Inglaterra tomarem residencia em Buckingham (mas nos mesmo moldes tradicionais da nobresa, a familia Real continua mantendo o Castelo de Windsor como seu domicilio oficial!).

Hoje em dia o Palacio funciona como a sede oficial do Secretariado do Commonwealth, grupo de cerca de 40 paises governados pela Coroa Britanica, e nao eh aberto a visitacao durante o ano – mas eles abrem suas portas para tours guiados uma vez por ano, em Setembro, como parte do London Open House.

Eu tive o prazer de visitar a casa durante o Open House de 2013 e adorei! Infelizmente nao pude tirar fotos no interior da casa, mas seus saloes e areas socias mantem o estilo de opulencia e nobreza de se esperar de um Palacio com essa historia – e varias areas refletem gostos artisticos dos reis e rainhas que tiveram o privileio de chamar a Marlborough  de “lar doce lar” ao longo dos seculos!

E voces sabem que eu adoro os palacios e castelos da Inglaterra, e principalmente os que restaram em Londres, contam um lado muito interessante da historia da cidade e do pais, como as familias se relacionm ao longo dos tempos, incluenciam a politica e a historia do mundo!

Em se tratando do Open House, a Marlborough House eh uma otima opcao de visitacao, pois eh bem fora do batidao turistico, entao nao tem filas nem confusao! Foi so chegar e entrar!

Para ler todos os meus posts e dicas sobre o London Open House nos ultimos anos, clique aqui!

Siga me!

Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, 34 anos, Carioca. Economista e profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mae da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incánsavel e apaixonada por fotografia e historia.
Siga me!

Latest posts by Adriana Miller (see all)

Categorias: Atrações Turisticas, Castelos e Palacios, Conhecendo Londres, Eventos, Inglaterra, Viagens
3
15
Aug
2014
Eynsham Hall – Um palácio pra chamar de seu em Cotswolds
Escrito por Adriana Miller

Nossa viagem por Cotswolds foi super legal, mas o toque especial mesmo foi ter ficado hospedada dentro de um dos palácios históricos da região!

10339651_10152464500050761_5817181222157686022_n

O que não faltam aqui no blog são opcções de castelinhos e palácios a serem visitados nos arredores de Londres, e são sempre uma ótima opção de passeio bate-volte para quem quer conhecer um pouco mais do interior da Inglaterra (lindíssimo!), mas sem ter que gastar um dia inteiro, e apenas fazendo uma day trip rápida e curtir o fim de tarde ou a noite em Londres.

10419638_10152464499510761_6772610937547015389_n

Então é claro que AMEI a oportunidade de ter um castelo pra chamar de meu durante um fim de semana, né?IMG_1818

Nossa hospedagem no Eynsham Hall foi graças a uma amiga, que planejou seu casamento nesse lugar incrível (mas o hotel eh aberto a qualquer pessoa! É só reservar seu quarto, não precisa estar atrelado a um evento), então apesar de termos passeado bastante pela região de Costwolds ao longo do fim de semana, também conseguimos curtir bastante o palácio.

IMG_1821

O legal desses eventos, ou o simples fato de se hospedar num hotel com esse tipo de estrutura histórica é se sentir um pouco um personagem de Dowton Abbey - relaxar no salão principal ao pé da lareira, depois jantar na sala de banquetes, e por fim ir tomar seu chá na biblioteca ou passear pelos jardins do palácio…

10377995_10152464499165761_9213928422736803014_n

Nada como sentir o gostinho da realeza por um fim de semana!

IMG_4761.JPG

E claro, a festa do casamento foi ainda mais bonita, graças ao Eynsham Hall, porque né, não precisava de muita coisa a mais!

IMG_1889

10437440_10152096921085047_5696004029931544218_n

A cerimônia foi lá mesmo, numa dos salões principais, com uma janela de pedra gigante com a vista do jardim.

10348310_10152464496285761_8782953675379274331_n

1233579_10152464498905761_7695760444798356154_n

O almoço/jantar foi servido no salão principal, com suas paredes intrinsecamente decoradas e trabalhadas…

10259880_10152464496535761_6104577417181962197_n

10271473_10152464499330761_5962142427118895964_n

E por fim, os drinks da recepção foram divididos entre o jardim do palácio e a “sala de desenho” (Drawing room), com paredes maciças de madeira e uma coleção de artes centenária!

10422459_10152464497830761_1350786460783789881_n

10462882_10152534174267718_2076022198569028401_n

E como estivemos por lá com um grupo de amigos, as manhas, com o café da manha servido na biblioteca (passei hooooras explorando as coleções históricas de livros e enciclopédias!) eram ainda melhores, como todo bate papo sobre a festa, o pub e os planos para mais passeios pelo Cotswolds!

IMG_1891

 

Eynsham Hall

North Leigh, Witney, OX29 6PN

 

Siga me!

Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, 34 anos, Carioca. Economista e profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mae da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incánsavel e apaixonada por fotografia e historia.
Siga me!

Latest posts by Adriana Miller (see all)

Categorias: Castelos e Palacios, Cotswolds, Inglaterra, Viagens, Viagens pelo UK
11
14
Aug
2014
Cotswolds: Um roteiro de fim de semana a partir de Londres (ou Oxford!)
Escrito por Adriana Miller

Talvez voce nunca tenha ouvido falar da regiao da Cotswold, na Inglaterra, mas com certeza sabe o que é. Filmes, seriados, e quase todas as historias que se passam numa Inglaterra não-Londrina, acabam escolhendo essa região no sudoeste da Inglaterra como cenário, e o motivo é simples: é uma das mais bonitas e pitorescas do Reino Unido e da Europa.

14290064231_762a54c09a

A região fica a cerca de 1 hora de Londres, ali nos arredores de Londres, e se espalha por muitos quilômetros (ate quase na fronteira do Pais de Gales), mas não é exatamente fácil de ser explorada – é justamente por isso que se preservou tão pacata, pitoresca e “exclusiva”!).

IMG_1825

Na verdade são dezenas de cidadezinhas vizinhas que vão se espalhando, algumas são bem do lado da outra. Outras ficam a dezenas de quilômetros de distância. Algumas tem estação de trem e de ônibus, outras são isoladas no meio do nada.

IMG_1741

Então a única maneira eficiente mesmo de se chegar ate lá é de carro.

(eu sei que  alugar um carro na Inglaterra pode soar assustador para muitos turistas, mas eh super tranquilo, vai por mim, e vai com calma!)

Ha uns meses atras, uma amiga se casou num palácio por lá, e foi a desculpa perfeita (que estava esperando a anos!) pra finalmente colocar o pé na estrada e aproveitar o fim de semana todo nas Cotwolds!

IMG_1760

Fizemos esse roteiro num fim de semana prolongado, mas só saímos de Londres no sábado de manhã, e no domingo tivemos um casamento, então daria pra fazer o mesmo roteirinho num fim de semana, ou em uns 2 dias (uma esticadinha desde Oxford, por exemplo).

E por falar nisso, geograficamente, a região de Cotswolds fica no noroeste de Londres, sendo mais ou menos delimitada pela cidade de Oxford (de Oxford em direção sul), então muito roteiros pela região incluem a cidade entre os lugares a serem visitados, ou então sugerem que você dirija pelo cotswolds a partir de Oxford – e foi isso que fizemos!

 

Bourton-on-the-Water

IMG_1730

IMG_4681.JPG

A primeira cidade que nós conhecemos é a Bourton-on-the-Water, uma das principais e mais bonitas de Cotswolds.

14293408235_7581323a88

IMG_1716

Como o nome sugere, Bourton fica na água, com canais cortando as ruas do vilarejo e cheia de pontes fofas e arvores “choronas” compondo a paisagem.

IMG_1707

IMG_1721

Se você, como nós, sair de Londres pela manhã e for direto para Bourton, a cidade é perfeita para um pitstop na hora do almoço! O que não faltam são pub lindissimos, super tradicionais e cheios de história…

IMG_1734

14292877314_1d19b72522IMG_4684.JPG

Se o tempo estiver bom, aproveite pra sentar nas mesinhas do lado de fora com a vista para o canal, caso contrário, sente na parte de dentro dos pubs, bem do lado da lareira…

 

 

Stow on the Wold

Logo depois de Burton on the Water, fomos direto para Stow on the Wold, que fica a menos de 5 quilômetros de distância, praticamente na mesma estrada.

14291471422_ffc1a0831f

14313605693_51871783cb

Uma coisa interessante sobre essa viagem é que nos mostra bem como essas cidades funcionavam na idade média, e apesar de serem tão próximas (para os padrões de hoje em dia, com carros, GPS, e afins), elas eram tão isoladas e independentes umas das outras.

14292892214_5d00d10669

Então Stow on the Wold era um centro comercial, sua praça principal é enorme, e é justamente essa espaço que te recepciona na entrada da cidade.

IMG_1782

IMG_1776

Mas a atração principal é a Igreja milenar, cercada por um cemitério (macabro, porém muito fotogênico!), onde a raiz das arvores foram crescendo pela estrutura de pedra e redesenhando a estrutura da igreja.

14270305966_86d7204218

Uma coisa assim meio Camboja, porém medieval e Britânica! Super única e interessante!

 

Chipping Campden

No dia seguinte dirigimos até Chipping Campden, que junto com Burton on the Water, é uma das cidades símbolos da região, e foi também a minha preferida!

IMG_1864

IMG_1835

O que faz de Chipping Campden diferente das demais são suas casas centenárias de telhado de palha.

IMG_1855

Mas não imagine casabres não… as casas de Chipping Campden são gigantes e verdadeiras mansões, com um preço compatível ao seu tamanho e beleza!

IMG_1848

IMG_1836

É uma das vizinhanças mais caras da Inglaterra, e uma das cidades preferidas de várias celebridades Britianicas que possuem uma casa no campo pra fugir da correria de Londres.

IMG_1880

14106813608_0e4c5cd914

Jonny Depp, Hugh Grant, Elle MacPherson, Stella McCartney e Kate Moss são alguns nomes que passam temporadas por lá…

IMG_1874

E além das casas lindas e jardins exuberantes, a cidade também tem uma igreja & cemitério milenares, que se estendem pelo campo cheio de ovelinhas!

 

Burford

Nós ficamos hospedados em Witney (num palácio lindo chamado Eyshan Hall, depois falo de lá com calma!), que é uma das cidades base do palácio Blenheim, então passamos por Burford incontáveis vezes.

IMG_1885

Burford é o equivalente medieval de uma cidade “de passagem”, e justamente por isso já foi uma das principais e mais ricas da região, pois era praticamente impossível chegar as outras cidades sem passar por lá.

IMG_1881

Então a cidade é praticamente composta de uma única rua, a “The Hill”, uma ladeira enorme cercada de casinhas de pedra e muitas flores – e principalmente, muitos pubs!

IMG_1886

Por não ter tantos atrativos “turísticos” quanto seus vizinhos, eles tiram proveito de sua localizaçnao como ninguém, e foi uma parada perfeita pra almoçar e fazer umas comprinhas!

(Eles tem umas lojinhas e pastelarias “vintage” que sao muito fofas!!)

 

Witney & Woodstock (Palácio Blenheim)

Nossa cidade base foi Witney, pois ficamos hospedados no palacio Eynsham Hall, e sau vizinha Woodstock sao duas outras boas opcoes de passeio ou hospedagem.

A vantagem das duas eh a comodidade de sua localizacao – saindo de Londres ou de Oxford de carro, ambas tem otimas conecoes com as estradas principais, entao voce nao corre o risco de ficar rodando muito tempo ou muito perdido por estradinhas secundarias antes de conseguir achar sua hospedagem .

3625807569_ddfab0cc33

Mas a verdade acabamos passeando pouco por la – o Eynsham Hall por si so ja valeu o passeio, e bem no centrinho de Woodstock esta o Palalcio Blenheim, que ja conheciamos, e achamos melhor explorar outros lugares do que voltar la (mas ja aviso que eh uma dos palacios/castelos historicos mais bonitos e interessantes da Inglaterra e vale DEMAIS a visita!).

3641480143_b6194cbaa5

Woodstock foi tambem nossa opcao para sair a noite. Como estavamos por la com um grupo de amigos, fomos todos para o pub “The Star Inn” no centrinho de Woodstock para jantar & bebericar (eles tambem tem uma boa opcao de hospedagem Bead & Breakfast para quem quiser se hospedar em um hotelzinho menor e mais intimo, bem no estilo “Public House” medieval que a regiao evoca!

 

Stratford-upon-Avon

Outra estrela da regiao que vale a visita pra quem estiver explorando os Cotwolds!

4660589681_94bc0af7a5

Aliais, corrigindo: Stratford-upon-Avon eh uma cidade incrivel, e por si so ja vale uma viagem exclusiva, ou pelo menos passar o dia todo por la!

É a cidade natal de William Shakerspear, onde é possível conhecer alguns dos locais e histórias que inspiraram suas obras.

4657315089_b323849a56

Nos fizemos um bate-volta a Stratford, a partir de Londres, a uns anos atras, e ainda acho que seja um dos passeios mais gostosos de se fazer nos arredores de Londres!

 

Oxford

E como nao falar de Oxford?

3574355024_a9bff8d441

Nao so como ponto de partida para o passeio, mas também por ser um dos pontos altos de qualquer viagem a Inglaterra!

 

- Sugestão de roteiros:

* Com 3 ou 3 dias disponíveis:

Dia 1: Oxford

Pernoite em Oxford

Dia 2: Stratford-upon-Avon

Pernoite em Witney

Dia 3: pela manha va ao Blenheim Palace. Para almoco e na parte da tarde va a Burford

Pernoite em Witney

Dia 4: Manha em Burton-on-the-water e Stow on the Wold. A tarde siga ate Chipping Campden

* Com 2 dias / fim de semana disponivel:

Dia 1: Burton-on-the-water pela manha, almoce por la e a tarde siga ate Stow on the Wold. Na volta aproveite para dar uma paradinha em Burford.

Pernoite em Witney (se voce for voltar para Londres ou Oxford no final no roteiro) ou em Stow on the Wold (caso for seguir viagem depois).

Dia 2: Se voce tiver passado a noite em Witney ou Woodstock, comece o dia bem cedo no Palacio Blenheim, almoce em Woodstock e de la dirija em direcao a Chipping Campden.

 

Siga me!

Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, 34 anos, Carioca. Economista e profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mae da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incánsavel e apaixonada por fotografia e historia.
Siga me!

Latest posts by Adriana Miller (see all)

Categorias: Cotswolds, Inglaterra, Viagens, Viagens pelo UK
26
22
Jan
2014
Palácio Althorp
Escrito por Adriana Miller

Durante meu passeio pela Spencer House, em Londres,  a guia mencionou varias vezes a atual familia Spencer, que apesar de ja nao manter residencia na Spencer House em Londres, ainda moram oficialmente em seu palacio nos arredores da cidade.

Entao no final da tour eu perguntei sobre a tal casa e ela mencionou, que apesar de ser uma residencia privada, Charles Spencer (o atual Conde Spencer e irmao mais velho de Diana) abre a casa para visitacao de  turistas durante algumas semanas no verao, quando sua familia viaja de ferias.

Entao aproveitei a oportunidade, e num lindissimo dia de verao eu e Isabella fomos conhecer o Palacio Althorp, a casa de infancia da princesa Diana (que como ja contei, nasceu em uma das familias mais tradicionais da aristocracia Britanica).

Se ja eh interessante visitar esse tipo de palacios quando eles sao apenas museus, a visita se torna ainda mais intrigante quando vemos de perto o mundo paralelo que a aristocracia vive! #DowtonAbbeyFeelings #DowntonAbbeydavidareal

A casa, apesar de historica e muito bem conservada (voce jura que esta num museu) nao esconde sua utilidade de uma familia moderna, com os video games das criancas no canto da biblioteca, as revistas de moda da Contessa, a televisao de plasma e as latinhas de coca cola na copa.

Mas o que realmente atrai centenas de turistas todos os anos ate Althorp eh o memorial da Princesa Diana, no jardim da casa.

Foi la, que apos sua morte tragica em 1997 a familia Spencer decidiu conduzir seu funeral e onde a Lady Di foi enterrada, junto a seus antepassados. O memorial eh impressionante, ocupando o foco principal do lago da propriedade, e eh impossivel ignorar a homenagem.

Alem do lago, os jardins da propriedade tambem sao lindos (ainda mais que fomos no verao e estava tudo super florido e colorido).

Entao quem vier a Londres no proximo verao, aqui esta mais uma atividade pra sua lista!

As datas para visitacao sao divulgadas todos os anos, mas geralmente a casa abre suas portas entre Julho e Agosto (que tambem coincide com o aniversario da Diana). Os ingressos devem sempre ser comprados antecipadamente (ate porque geralmente lotam rapido!) pela internet, no site da familia Spencer.

Para chegar em Althorp basta pegar um trem para Northampton a partir de London Euston (cerca de 1 hora), e mais uns 15 minutos de taxi ate o palacio.

 

Siga me!

Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, 34 anos, Carioca. Economista e profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mae da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incánsavel e apaixonada por fotografia e historia.
Siga me!

Latest posts by Adriana Miller (see all)

Categorias: Althorp, Castelos e Palacios, Day Trip, Inglaterra, Viagens, Viagens pelo UK
22
16
Jan
2014
Waddesdon Manor
Escrito por Adriana Miller

Nos ultimos anos meu fascinio por palacios Ingleses tem crescido bastante. Talvez seja influencia dos livros de Ken Follett, talvez seja culpa de Downton Abbey… o que importa eh que Londres eh um prato cheio e geralmente em menos de 1 hora se chega em alguns dos mais bonitos palacios e castelos da Europa!

E foi num desses acasos que descobri a Waddesdon Manor, um dos antigos palacios aristocratas mais impressionantes da Inglaterra, que pertenceu durante seculos a familia Rothschild.

Os Rothschild sao mundialmente reconhecidos como a mais bem sucedida familia banqueira do mundo, com ramificacoes de filhos, tios, primos e afins se estendendo por toda Europa.

A Waddesdon Manor era a “sede” da familia no Reino Unido, que pertenceu ao Barao Ferdinand Rothschild, nobre Frances de familia Austriaca radicado em Londres e colecionador de arte e filantropista.

Entao junto com sua esposa (que – nao por acaso – era sua prima de segundo grau) eles construiram a Waddesdon Manor nos arredores de Londres, em estilo Neo-Renascentista imitanto os castelos do Vale do Loire, na Franca, sua regiao preferida.

A familia ocupou o palacio por muitas geracoes, ate que na decada de 70 foi doada ao “National Trust” (orgao do governo Britanico que gerencia propriedades historicas), e hoje em dia eh possivel visitar todo o palacio e o “museu” que conta um pouco da historia da familia.

Uma das epocas mais marcantes foi a participacao da familia Rothschild (originalmente e com muitas ramificacoes da familia que sao judeus) no apoio ao governo Britanico durante o movimento anti-fascista da Segunda Guerra mundial, nao so em financiamentos e creditos a guerra, mas tambem por ter construido hospitais em Londres, e por terem cedido grande parte da casa para servir de abrigo a criancas afetadas pelos bombardeios em Londres no ano 1940 (o Imperial War Museum conta bem essa historia triste, de como todas as cirancas da cidade foram evacuadas para o interior – enquanto seus pais foram pra guerra e suas maes trabalhavam nas fabricas – e a familia Rothschild teve um papel fundamental na politica do “Keep calm and carry on”, garantindo que as criancas estariam seguras e bem cuidadas, enquanto seus pais defendiam o pais).

Eh interessante tambem entender um pouco melhor sobre a politica Britanica, e toda essa coisa de “Lords” e “comuns”, e como no fundo no fundo estao todos relacionados, e nem todos os “comuns” sao tao gente-como-a-gente assim! (Como eh o caso do Winston Churchil, polemico Primeiro Ministro Ingles que apesar de “comum”, e muitas vezes considerado um homem “do povo”, eh na verdade sobrinho-neto do Duque de Marlborough e cresceu no Palacio Blenheim em Oxford. E para nossa surpresa, o atual Primeiro Ministro, David Cameron tambem eh descendente do Rothchilds por parte de mae – apesar de nao ter direito a um titulo, e portanto ser considerado um “comum”).

E se nao bastasse ser um palacio lindo e com uma historia bem legal, os jardins sao especialmente impressionantes.

Assim como a arquitetura do palacio foi inspirada na Vale do Loire, os jardins foram inspirados em Versailles (em escala beeem menor, vale ressaltar!), e demos sorte de ter passado o dia em Waddesdon num sabado maravilhoso de verao, com o jardin e canteiros super coloridos e as flores dando um espetaculo a parte!

Uma outra grande atracao dos jardins eh o aviario, com decoracao vitoriana e com uma colecao de passaros “exoticos” e locais.

Waddesdon Manor fica na cidadezinha de Waddesdon, no condado de Buckinghamshire a cerca de 40 minutos de Londres. Basta pegar um trem na estacao de Marylebone ate Aylesbury (que eh a estacao mais proxima), e de la mais uns 15 minutinhos de taxi ate o palacio.

20131102-092837.jpg

Siga me!

Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, 34 anos, Carioca. Economista e profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mae da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incánsavel e apaixonada por fotografia e historia.
Siga me!

Latest posts by Adriana Miller (see all)

Categorias: Castelos e Palacios, Day Trip, Inglaterra, Viagens, Waddesdon Manor
10
03
Dec
2013
Durham – uma cidade medieval Inglesa (saida de uma pintura!)
Escrito por Adriana Miller

Eu sempre falo muito de minhas viagens aqui no blog, e adoro conhecer novos países e explorar novas regiões, mas as vezes esqueço do quanto adoro viajar pela Inglaterra!

20131122-091727.jpg
E até que viajamos bastante por aqui, principalmente os muitos palácios e cidades nos arredores de Londres, mas a Inglaterra como um todo é um pais que tem muito a oferecer, e se eu não morasse aqui, com certeza seria uma daqueles lugares pra passar as ferias inteiras explorando cada cantinho com calma! (na verdade todo Reino, pois os 4 países são incríveis).

20131122-091810.jpg

Então aproveitamos que estávamos em Newcastle pra conhecer Durham, uma cidadezinha medieval a 15 minutos de trem de Newcastle.

20131122-092029.jpg

Ainda mesmo na estrada (ou no trem) é impossível ignorar Durham – a cidade tem uma catedral E um castelo imponentes e impressionantes que se debruçam na colina acima do vale da cidade.

20131122-091745.jpg

A cidade “existe” desde o século 11, quando um grupo de monges Beneditinos se instalaram na cidade e começaram a construir a catedral.

20131122-091829.jpg

 

20131122-092108.jpg

A Catedral eh o coracao da cidade e domina completamente a paisagem – e pode ser que voce nunca tenha ouvido falar em Durham, mas talvez as imagens sejam familiares… foi la mesmo, no patio interno da Catedral que varias cenas de Harry Potter foram filmadas, se passando por Hogwarts!

20131122-091846.jpg

Logo depois, ainda no século 11, o castelo foi construído para servir de sede para o Rei dos Normans durante as guerras e batalhas contra os escoceses (a Inglaterra só passou a ser um pais unificado depois que William, o conquistador, venceu a batalha de Hastings contra os escoceses e declarou Winchester a capital de seu Reino), servindo de refúgio e fortaleza.

20131122-092013.jpg
Alguns séculos mais tarde, o castelo de Durham mais uma vez serviu como fortaleza e proteção à coroa Britânica durante as batalhas da “reforma Anglicana” (a luta entre a igreja Católica e Anglicana, que acabou destruindo boa parte da região, que agora é conhecida como a “The Borders”).

20131122-091942.jpg

Porém, desde 1840 o castelo funciona como um dos campus da Universidade de Durham (já pensou ir pra aula todo dia nesse castelo de mil anos?!?).

20131122-091928.jpg

Mais recentemente, Durham também ficou conhecida (e arrasta multidões!) por sediar o festival de luzes “Lumiere”, com projeções de música e imagens nas paredes da catedral!

20131122-091801.jpg

- Durham na pratica:

20131122-091952.jpg

Durham fica a menos de 15 minutos de trem a partir de Newcastle, e também tem bons serviços de trem a partir de Londres e York (entre outras), então é um lugar muito fácil de visitar!

Siga me!

Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, 34 anos, Carioca. Economista e profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mae da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incánsavel e apaixonada por fotografia e historia.
Siga me!

Latest posts by Adriana Miller (see all)

 

Categorias: Durham, Inglaterra, Newcastle, Viagens, Viagens pelo UK
12
28
Nov
2013
Newcastle Upon Tyne: a capital norte da Inglaterra
Escrito por Adriana Miller

O Sul e o Norte da Inglaterra tem uma forte rixa entre eles, e pra quem assiste de fora chega a ser engraçado, uma coisa assim meio “Game of Thrones” sabe? “The North” e o “The South”, com suas diferenças e costumes!

20131122-092526.jpg

Como moramos no Sul, acabamos tendo uma percepção “sulista” sobre o Norte, e tão não sabia o que esperar da cidade além de algumas de suas “famas” (como por exemplo, eles são muito festeiros e não dispensam uma balada!).

Então foi uma surpresa agradável quando acordamos no sábado de manha e nos deparamos com um dia lindo e uma cidade super charmosa!

20131122-092147.jpg

A primeira parada foi a área de Quayside (que se pronuncia “keyside”), que é a versão nortista do Queen’s Walk em Londres, ou a orla do Rio de Janeiro.
A região da cidade que beira o rio Tyne (daí o nome completo da cidade: Newcastle upon Tyne), que foi completamente revitalizada, com muitos restaurantes e pubs, centros de entretenimento e espetáculos, e claro, suas pontes, que são o símbolo e orgulho da cidade!

20131122-092448.jpg

Mas Newcastle também tem o centrinho antigo e histórico, com o castelo que um dia já foi seu epicentro (e que deu origem a cidade de “novo castelo”!), e alguns pedaços da muralha medieval original que um dia já cercou e protegeu a cidade.

20131122-092315.jpg

De maneira geral, Newcastle me lembrou demais Edimburgo, na Escócia; uma coisa assim bem “igual, porém diferente”, sem explicação!

20131122-092428.jpg
Principalmente em sua rua principal, a Grey Street, que sobe a colina que forma Newcastle, cercada por edifícios antigos e imponentes, e muito bem cuidados!

20131122-092327.jpg
A rua termina no monumento ao Earl Grey – aquele mesmo do chá tradicional inglês (que criou a mistura de folhas e ervas especialmente para a visita do imperador Japonês a Inglaterra e acabou sendo batizado em sua homenagem e é um dia chás mais bebidos no mundo!).

20131122-092346.jpg
É ali também na Grey Street e Granger Street que ficam as principais lojas da cidade, incluindo a loja de departamentos Fenwick (que é uma rede nacional, mas original de Newcastle) e a Central Árcade (parece uma mini Galeria Vittorio Emanuele de Milão!), além de todas as outras lojas que vemos pela Inglaterra.
E como fomos em Novembro, a cidade estava toda decorada pro Natal e já estava rolando um mercadinho de Natal na praça Eldon Square!

20131122-092402.jpg

Newcastle também tem uma Chinatown bem típica (e toda decorada a caracter!), além do estádio de futebol do Newcastle United (uma paixão nacional tão forte quanto a dos brasileiros!!).

20131122-092603.jpg

Mas o melhor do fim de semana foi confirmar – positivamente! – alguns dos estereótipos do “North” (ou Geordie, como são conhecidos):
Além de muito hospitaleiros, eles são extremamente simpáticos (não diga que você ainda é dessas pessoas que acha que os Ingleses são todos frios e sem graça?!) e animadíssimos!!

20131122-092206.jpg
Os Geordies não dispensam uma farra, e Newcastle é a capital Britânica das baladas e festas (que ao contrario de Londres, não tem hora pra acabar!).

- Newcastle na pratica:

- A cidade fica entre 2:30 e 3:30 horas de trem de Londres (depende da cia ferroviária, horário do dia e da semana), então é super perto e acessível a partir de Londres (da pra fazer um bate e volta, mas Newcastle é um lugar que eu definitivamente aconselho no mínimo um fim de semana!!).
Mas a cidade tambem tem ótimas conexões internacionais e nacionais em seu aeroporto (tanto a British Airways quanto a Easyjet voam a ponte aérea Londres-Newcastle).

- Nós ficamos no hotel SleeperZ, super central e bem localizado, modernissimo e econômico!
O hotel é uma construção novinha, com decoração moderna, quartos confortáveis, wifi de graça e bom cafe da manha (e secador de cabelo “de verdade”, que é um dia meus principais critérios de qualidade!!!)

- Em Newcastle, assim como Londres, se come muito bem! O leque de opções agrada todos os paladares e orçamentos.
Nossas opções testadas e aprovadas sao:
- The Forth (pub tradicional Inglês com música rock e ótima comida!)

20131122-092259.jpg
- The Redhouse (outro pub tradicional, na região do Queyside, com lareira acesa pra aquecer o ambiente, móveis antigos e arquitetura Tudor histórica (e no menu, as tradicionais tortas salgadas Inglesas – recomendo!!)

20131122-092245.jpg
- Marco Pierre White (o Celebrity chef que tem vários restaurantes em Londres é nativo de Newcastle – apesar do nome “exótico” dado por sua mãe francesa – e agora finalmente abriu uma filial em sua terra Natal)

Newcastle também é a cidade perfeita pra explorar outras áreas da região do Norte do pais, estando a cerca de 1 hora de York (ao Sul), 1 hora de Edimburgo (na Escócia, ao Norte) e de cidades fofas como Durham e a região dos lagoa Britânica (Lake Region).

Siga me!

Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, 34 anos, Carioca. Economista e profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mae da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incánsavel e apaixonada por fotografia e historia.
Siga me!

Latest posts by Adriana Miller (see all)

 

Categorias: Inglaterra, Newcastle, Viagens, Viagens pelo UK
7
26
Nov
2013
Newcastle College – cursos de inglês na Inglaterra!
Escrito por Adriana Miller

Não é de hoje que uma dos temas que mais aparecem por aqui sao cursos de Inglês na Inglaterra e Londres – e geralmente geram certa polêmica: qual curso, onde ir, os custos, poder ou nao poder trabalhar durante os estudos etc.

20131122-092633.jpg

Então quando a Newcastle College entrou em contato comigo sobre seus programas e cursos de Inglês, na mesma hora sabia que seria uma boa! Afinal, por mais que eu ame Londres, sempre sou super sincera na hora de aconselhar que Londres na verdade nao é um bom lugar pra estudar Inglês.

E digo isso porque acho que para aprender uma língua é preciso imersão – na cultura, nos costumes, na história e claro, o contato com os nativos da língua. E se o propósito é sair do pais pra aprimorar os estudos e abrir oportunidades, é justamente essa convivência com a “Inglaterra de verdade” que vai fazer toda diferença no resultado final do aprendizado.

20131122-092715.jpg

E Newcastle é perfeito pra isso!
A cidade é a “capital do Norte”, então oferece o melhor dos dois mundos: ao mesmo tempo que é uma cidade grande, cosmopolita, cheia de cultura e vida, ainda mantém uma autenticidade “britânica” de ser, que as vezes é difícil encontrar em Londres.

Newcastle é uma cidade super jovem, com muitas universidades e colleges que atraem estudantes de todo pais e de todo mundo.

20131122-092752.jpg

E o Newcastle College é um deles, e estão investindo bastante em sua área internacional, oferecendo cursos de Inglês mas com a infra-estrutura de universidade.
Isso porque eles também oferecem cursos de graduação, pós graduação, MBAs e cursos profissionalizantes, e todos podem ser conciliados com os cursos de Inglês.

E principalmente pra quem ainda está construindo uma carreira, dando base ao currículo, ter um nome e educação de peso por trás de um curso faz uma grande diferença!

20131122-092848.jpg

Duas coisas que achei importantíssimas nos cursos da Newcastle College: eles receberam a pontuação máxima dada pelo British Council (a divisão do consulado Britânico que regulamenta cursos de Inglês) e o College esta entre os top 10 centros educacionais para professores do pais .

E isso nao faz diferença só na hora de colocar no currículo não, mas sobretudo em coisas mais práticas, como por exemplo conseguir o visto de estudante e poder trabalhar durante seu curso (pra quem faz cursos mais longos – o “Home Office”, orgao do governo Britanico que regulamente vistos e imigracao esta cada vez mais rigoroso com essas coisas).

20131122-092924.jpg

A Anna Connors, que é a consultora para América Latina do College (e leitora do blog! Yay!) me levou pra fazer o tour completo dos diferentes campus do College espalhados pela cidade – todos acessíveis tanto para alunos de cursos de graduação e pós, mas também dos cursos de Inglês.

E claro, nao posso deixar de falar no lado pratico da coisa né?! Afinal todo mundo sabe que a Inglaterra é um lugar caro… Porém, existe Londres, e existe o resto do pais!
Então Newcastle é muuuuito mais acessível que Londres, em tudo: desde o preço dos cursos, passando pela acomodação, e ate coisas como transporte do dia a dia, o pão no supermercado e a pint no pub!

20131122-092734.jpg

Outra vantagem é que os cursos são “moldáveis” para a situação de cada aluno. Então quem tem muito tempo disponível e quer fazer um programa completo, de vários meses, é possível planejar uma carga horária e cursos extras que complementem a experiência.
Mas se você nao tem tempo (ou dinheiro) pra passar meses estudando Inglês, no Newcastle College é possível frequentar cursos com o mínimo de 2 semanas, e as aulas começam todas as segundas feiras do ano – o que é perfeito pra quem já trabalha ou tem outros compromissos profissionais ou pessoais que limitariam seu tempo (com 2 ou 3 semanas de ferias no trabalho você já pode fazer um curso intensivo e melhorar/aperfeiçoar o inglês!).

20131122-092650.jpg

A hospedagem dos alunos é com famílias locais, pra quem fizer cursos rápidos, ou na residência estudantil ou em apartamentos alugados, pra quem fizer cursos mais longos.

E como falei acima, por ser uma faculdade e não apenas uma escola de Inglês, é possível conciliar outras áreas e interesses com seu curso de Inglês, como por exemplo frequentar um dos módulos do curso de MBA ou fazer um curso profissionalizante e Business English (dependendo do seu nível de inglês).

E isso eu tenho que mostrar porque foi minha parte preferida do tour!!
Um dos campus do College é a “Lifestyle Academy” (academia de estilo de vida), um prédio super moderno onde estão alguns dos cursos profissionalizantes oferecidos pelo College.

20131122-092808.jpg
E sao super ecléticos: de turismo e hotelaria, a culinária, educação física, estética e mais um monte de outras coisas legais.

20131122-092941.jpg
O Lifestyle Academy é aberto a todos os estudantes do College, e são os próprios alunos que utilizam da infraestrutura para colocar o que aprenderam na prática, então eles oferecem aos seus alunos comodidades como uma academia de ginástica super moderna a preços irrisórios, um Spa completíssimo (e de babar, diga-se de passagem!!) a preços simbólicos, cabeleireiro e manicure, um bistrô e um restaurante “chique” (e como uma vista linda da cidade) por quase nada (nos almoçamos lá, comemos muitíssimo bem, com direito entrada, prato principal e sobremesa por 8 libras!!!).

20131122-092821.jpg

Mas voltando ao curso de Inglês, é possível escolher a carga horária que melhor se encaixe no seu perfil e nível de Inglês, com cursos com 15, 21 e 25 horas semanais (deixando o curso mais ou menos intensivo, dependendo de quanto tempo você tem disponível), e os cursos são classificados como “general english”, com foco no vocabulário, gramática e conversação, ou cursos mais formais, como as certificações Cambridge e IELTS.
E pra quem sonha em fazer faculdade ou mestrado na Inglaterra eles também tem um curso de inglês acadêmico, que foca mais nas necessidades dos alunos de cursos superiores.
Ou se você já trabalha e quer melhorar o nível de Business English, as aulas do programa também podem ser planejadas de acordo com sua carga horária.

20131122-092859.jpg

E por fim, outra coisa que eles oferecem aos alunos dos cursos de Inglês, é o “social program”, que inclui varias programações, passeios e viagens pela região (Inglaterra e Escócia), que ajuda na integração entre os alunos e com toda essa coisa de “absorver a cultura” que é tão importante num curso de línguas! (O meu curso de Italiano e Espanhol, a muuuuuitos anos atras, também tinham esses programas “sociais” e de passeios com os alunos, e faz uma baita diferença na adaptação longe de casa!).

O Newcastle College tem uma página especialmente em Português, onde é possível encontrar algumas informações atualizadas sobre preços, datas e programas, e o contato das meninas do curso internacional (todas gente finíssima!!) para esclarecer mais duvidas e tratar de detalhes!

Ah! E claro, como eu sei que as coisas que impactam na decisão sobre fazer um curso fora do pais vão muito além da sala de aula, nos aproveitamos pra passar o fim de semana inteiro em Newcastle, pra explorar bem a cidade e a região e poder responder as duvidas mais comuns: como é a cidade? Vou me adaptar? Tem coisa legal pra fazer? O que mais vou poder visitar?

(Vários posts virão por ai!)

Siga me!

Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, 34 anos, Carioca. Economista e profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mae da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incánsavel e apaixonada por fotografia e historia.
Siga me!

Latest posts by Adriana Miller (see all)

Categorias: Cursos de Ingles, Estudos, Inglaterra, Newcastle, Viagens, Viagens pelo UK
16
11
Aug
2013
Londres Everywhere: Guia de Viagem
Escrito por Adriana Miller

É com muito prazer que finalmente posso anunciar que o Guia de viagem de Londres do blog esta prontíssimo!

Screen Shot 2013-08-11 at 20.04.48

Foram meses de trabalho para compilar, selecionar, revisar e editar as informações colecionadas nos mais de 300 posts sobre Londres que tenho escrito nesses 8 anos de “Londoner”, e por ter sido um trabalho 100% independente, o guia final acabou saindo bem depois do prazo que tinha me estipulado de Junho – mas antes tarde do que nunca!

E estou morrendo de orgulho do meu segundo bebê de 2013! :-)

icones

Mas vamos falar do Guia:

São 116 páginas recheadíssimas de dicas testadas e revisadas sobre Londres, com tudo que um visitante precisa saber para aproveitar ao máximo sua estadia em Londres – sob a ótica de uma “local”, que conhece Londres muito bem, mas sem nunca ter perdido aquele frio na barriga de um turista que vê o Big Ben pela primeira vez!

Aqui no blog já temos uma Guia Londres on line – que super recomendo a todos! – que organiza todos os posts e dicas de viagem que já escrevi sobre Londres.

E agora, o Guia “Londres Everywhere” veio pra completar a família!

No Guia, além de ter revisado e atualizado as dicas já publicadas desde 2005, ainda incluí novas seções e capítulos que nunca foram abordados aqui no blog, mas que frequentemente são dúvidas dos leitores – dos mais corriqueiros…

Como é a imigração na Inglaterra? Que documentos é preciso apresentar no aeroporto para entrar no Reino Unido?

Meu secador de cabelo vai funcionar aí?

E a segurança? É tranquilo para uma mulher viajar sozinha para Londres?

E como vai estar o clima/temperatura no mês X? O que levo na mala? Como me vestir para assistir um musical em Londres?

Aos mais complexos!

Como por exemplo, são cerca de 50 hotéis visitados e revisados, com sinopses sobre todos os bairros centrais da cidade, atendendo aos mais variados gostos, necessidades e orçamentos (com diárias entre 20 Libras a 700 Libras!):

- Vai mochilar e precisa de um albergue baratinho e básico, mas onde você possa conhecer outros viajantes?

- Ou uma família com crianças que quer alugar um apartamento com cozinha equipada?

- E que tal um hotel de luxo e bem localizado, para quem vem passar uma data especial na cidade?

- Ou você precisa mesmo é de um hotel básico, porém confortável, bem localizado e de bom preço?

Todos os detalhes, endereços e contatos estão no guia!

Também incluí mais de 40 atrações e museus(vários inéditos, que nunca apareceram no blog), calendário de feriados e eventos, informações e dicas sobre aeroportos e transportes, como navegar a cidade e chegar de um loca a outro, várias sugestões de passeios e caminhadas pelos bairros mais legais de Londres.

E mais 7 roteiros e itinerários por Londres, variando de 1 dia, a um fim de semana, até uma semana inteira na cidade ou mais! – tanto para quem vem visitar pela primeira vez, ou pra quem já está careca de viajar pra Londres. E pra completar, mais um capítulo inteiros com passeios pelos arredores de Londres, pra quem quiser conhecer um pouco mais da Inglaterra.

Além de dicas e reviews de comidas e restaurantes em Londres, os melhores endereços para compras (e até mesmo o passo a passo pra conseguir a devolução do seu imposto (tax return).

E tudo isso mantendo a mesma linguagem simples e didática que tenho aqui no blog. Ao mesmo tempo que o Guia tem uma perspectiva parcial (e em primeira pessoa), os assuntos e dicas abordadas são os mais ecléticos possíveis, pra atender a todos os gostos, mesmo!

Mas então o que é melhor? O livro ou o blog?

Bem, sei que sou suspeita pra falar, pois tenho muito orgulho dos dois – mas acho que eles se completam!

No Guia, entraram temas e dicas que ainda não tiveram vez aqui no blog, mas por outro lado, ao longo de 8 anos em Londres, o blog tem espaço pra maior quantidade de assuntos – o que pode vir a ser confuso e trabalhoso pra quem apenas precisa de dicas certeiras pra organizar uma viagem de uns dias pela cidade, e não tem tempo nem paciência pra ler todos os 300 posts disponíveis. Portanto, o Guia faz uma seleção e reúne em suas 116 páginas as melhores dicas e as melhores fotos de Londres! (não podia esquecer das fotos, claro!)

Guiaipad

O Guia está disponível em 3 formatos: Impresso, PDF ou eBook.

A versão impressa é perfeita pra quem, como eu, coleciona guias de viagem e não entra num avião sem estar com todas as dicas e informações a mão!

Já a versão em PDF é boa pra quem gosta de planejar tudo, mas não necessariamente quer carregar um livro pra cima e pra baixo. Você pode salvar o PDF no seu Kindle, no seu tablet Android ou no seu PC, imprimir no tamanho que quiser em sua própria casa, ou então imprimir apenas as páginas que quiser levar na viagem.

E a versão eBook é compatível com o iBook da Apple, e portanto pode ser armazenado em seu iPhone ou iPad e acessado off line em qualquer momento de seu planejamento ou viagem.

Para acessar a livraria do Dri Everywhere basta seguir os links acima, ou ir no site do Blurb (empresa que esta produzindo e comercializando os Guias) AQUI e escolher qual versão você prefere.

Screen Shot 2013-08-11 at 20.01.07

A versões PDF e eBook serão entregues em seu e-mail instantaneamente, e a versão impressa é entregue em todos o Brasil (e todo o mundo!) e podem ser pagas com Paypal (super prático e seguro!). E o melhor: livros não pagam imposto de importação, então ninguém terá surpresas na hora da entrega (pra quem preferir a versão impressa – já as versões digitais, nem sequer pagam frete!)!

Os preços são o seguinte:

- Versão PDF: £14.99

PDF

- Versão eBook: £14.99

eBook

- Versão impressa: £19.99

Impresso

Siga me!

Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, 34 anos, Carioca. Economista e profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mae da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incánsavel e apaixonada por fotografia e historia.
Siga me!

Latest posts by Adriana Miller (see all)

Categorias: Conhecendo Londres, Inglaterra, Viagens, Viagens pelo UK
143
28
Jun
2013
Wimbledon: o passo a passo pra assistir o mais tradicional campeonato de tênis!
Escrito por Adriana Miller

Nos últimos dias o mundo tem prestado atenção nos gramados verdinhos das quadras de um pacato bairro no Sudoeste de Londres: Wimbledon!

Por 50 semanas do ano, Wimbledon é um afluente e calmo bairro. Até que todos os anos (geralmente) entre a última semana de Junho e a primeira semana de Julho, Wimbledon se transforma!!

Turistas, jornalistas, fãs de tênis e atletas de altíssimo escalão revolucionam o clima do bairro.

E não é atoa que Wimbledon tem essa aura de “exclusividade”. Talvez seja a grama verdinha imaculada, que leva extatas 50 semanas de precisão Britânica para deixa-la em condições perfeitas. Ou então os jogadores vestidos de branco.

Mas provavelmente seja por causa da dificuldade de se conseguir ingressos para as partidas!!

Na verdade, não é difícil. Apenas muito trabalhoso. A AELTC (All England Lawn Tennis Club – a associação Britânica de tênis de grama) é uma das instituições mais tradicionais do Reino Unido, e não só apenas no âmbito dos esportes, e levam suas tradições muito a sério – e isso inclui a venda de ingressos.

O processo começa todos os anos entre Agosto e Dezembro, para a competição do ano seguinte (por exemplo, em Agosto de 2013, inicia o processo para 2014). Resumidamente, para ter o direito de comprar ingressos para as partidas de Wimbledon, é preciso se inscrever um sorteio “loteria” público. Qualquer pessoa pode se inscrever e potencialmente ser sorteado, e funciona assim:

- Entre as datas estabelecidas (que muda todo ano, então para datas atualizadas, veja aqui), você precisa enviar um envelope para o endereço da AELTC. Dentro desse envelope, você tem que incluir um outro envelope, selado e endereçado a você mesmo. Cada endereço pode se inscrever para até dois ingressos.

- Umas semanas depois de enviado, a AELTC reenvia seu envelope endereçado com um formulário a ser preenchido. Eles não disponibilizam os formulários eletronicamente pois precisam que as dimensões e cores sejam sempre idênticas, pois são essas mesmas fichas que serão computadorizadas como parte do sorteio.

- Uma vez que as incrições se encerram em Dezembro, eles iniciam o processo de sorteio, e o resultado começa a ser divulgado a partir de Fevereiro ou Março.

- Se você for sorteado, receberá uma carta da AELTC com instruções sobre como comprar seus ingressos e os prazos. Se vocie não recebeu carta nenhuma, é porque não foi sorteado.

- O sorteio é totalmente aleatório, e você não pode escolher qual quadra, jogo/jogador ou dia quer assistir.

- O período de notificação e venda de ingressos as vezes pode durar até Maio ou inicio de Junho, pois a medida que algumas pessoas sorteadas não confirmem a compra de seus ingressos, os mesmo são re-sorteados e re-vendidos.

- Eles não tem nenhuma outra forma de inscrição, nem adotaram inscrições eletrônicas ainda.

- Para os sortudos sorteados, cada ingressos lhe dará direito a passar o dia dentro do complexo de Wimbledons (The Grounds) e assistir a todas as partidas que se realizem naquele dia, naquela quadra.

Porém, como tudo em Londres, a demanda é infinitamente superior a demanda, e nem todos que querem ir a Wimbledon conseguem ingressos via sorteio (eu já tentei várias vezes e nunca fui sorteada!).

Porém todos os anos a AELTC reserva alguns ingressos para serem vendidos no dia da partida, disponíveis ao público na bilheteria.

E ai se inicia um novo processo!

Mais uma vez, a procura é muito maior que a oferta, e o processo para comprar ingressos no próprio dia também é trabalhoso.

Todos os dias são cerca de 1.500 ingressos para as partidas das quadras “Centre court” (a principal), “Court 1″ e “Court 2″, que são distribuídas por onde de chegada – uma pessoa, um ingresso.

Além disso, cerca de 3.000 ingressos para entrada no complexo (Grounds), sem direito garantido a assistir nenhum jogo. E a venda desses ingressos funciona no mesmo esquema: por ordem de chegada, uma pessoa, um ingresso.

E justamente por causa da relação “oferta/demanda” de ingressos, até mesmo fazer fila em Wimbledon tem todo um processo e código de conduta!

Pra começar que para conseguir os ingressos para as quadras (ou seja, estar entre os primeiros 1.500 pessoas), é preciso acampar por lá desde o dia seguinte da partida.

Cada barraca só pode ter até 2 pessoas,  eles tem espaço e infra estrutura para 750 barracas.

Já pra quem quiser um dos cerca de 3.000 ingressos para entrar no complexo de Wimbledon, é preciso chegar cedo, muito cedo. E esperar!

Os portões da “fila” (“The Queue”) abrem as 6:30 da manhã, e não é nada exagero dizer que já tem fina na porta!

Eu não sabia exatamente o que esperar do processo, mas sabia que teríamos que esperar bastante e que no geral, era bem confortável.

Pra começar que não é uma “fila” no sentido comum da palavra.

A area reservada para a “fila”, conhecida e denominada como “The Queue”, é um enorme parque gramado – arejado, limpo, com banheiros, guarda volumes, cafés e lanchonetes.

Ao entrar nesse parque, os funcionários te orientam sobre onde você deve ir, e eles vão organizando as pessoas em fileiras no gramado.

Logo depois, alguém passa distribuindo os “Queue Cards” – um cartãozinho individual e numerado, que garante seu lugar na “fila”, e é o que você precisa apresentar na entrada para ter o direito de comprar seu ingresso. Todos os dias eles distribuem um numero X de “Queue Cards” (geralmente 3.000), e depois que eles acabam, uma nova fila recomeça – para quem quiser entrar em Wimbledon, a medida que as pessoas forem embora no fim do dia.

Eu fui com uma amiga e chegamos cerca de 7 da manha – muito cedo mas tivemos a desculpa de que nossos bebês acordam cedo mesmo, então porque não curtir o dia em Wimbledon?!

Quem chegou cerca de meia hora depois, já foi encaminhado para a fila de “esperar o dia todo” com expectativa de entrar apenas depois das 17:00.

Uma vez lá, e em posse do seu “Queue Card”, você pode ir e vir e fazer o que quiser – não é preciso ficar na “fila”.

Então o pessoa se espalha: abre os cobertores na grama, vai fazer um lanche, joga bola, as crianças correm pelo gramado.

Mas tudo é fiscalizado, justamente pra evitar que alguém chegue cedo, pegue um lugar na fila e desapareça. Então a cerca de cada meia hora os funcionários passam reorganizando a fila, pedindo pras pessoas mudarem de lugar – se seu pertences estiverem abandonados, eles serão recolhidos e em muitos casos, seu “queue card” confiscado.

As 10:30 da manhã a bilheteria abre e as pessoas começam a entrar no complexo, comprando seus ingressos de acordo com seu “Queue card” (só aceitam dinheiro, para agilizar o processo!).

E uma vez lá dentro, é tudo o máximo!

Pra começar que o lugar é lindo! Perfeitamente decorado e cuidado – muitos gramados, jardins, flores, banquinhos, cadeiras, mesas etc.

As opções de restaurantes são muitas, para todos os bolsos: nos edifícios das quadras “Centre Court” e 1 e 2 existem restaurantes e cafés mais formais e caros, e espalhados por todo o complexo estão várias opções de lanchonetes e restaurantes mais informais.

 

Também é fácil encontrar barraquinhas vendendo bebidas em todas as esquinas. E como manda a tradição de Wimbledon, muito Pimm’s e Morangos com creme!

Uma outra área muito legal em Wimbledon é o “The Hill”, um enorme gramado (meio inclinado) com um super telão passando os jogos ao vivo.

Então é lá que todo mundo se encontra e fica passando o tempo e curtindo o sol entre uma partida ou outra e tal.

Ao longo do dia, pra quem entrou em Wimbledon apenas com “Ground Tickets” (só com direito a entrar no complexo), tem a oportunidade de comprar ingressos para quadras específicas de “re venda”. Ou seja, a medida que o dia vai passando e os jogos vão acabando, e as pessoas que tinham ingressos para as quadras principais vão embora, seus ingressos são recolhidos e revendidos aos outros expectadores, aumentando as chances de quem quiser assistir algumas das partidas.

E claro, tem mais fila! E mais regrinhas a serem respeitadas em para tal fila!

O complexo fica aberto até as 10 da noite, com gente entrando e saindo o dia todo (última entrada as 8 da noite) e algumas partidas durando até bem tarde!

 

- Wimbledon com crianças e bebês:

Muita gente se surpreendeu de ver que a Isabella foi comigo (e minha amiga também levou a filha dela), mas achei que Wimbledon é um programa maravilhoso pra famílias e crianças de todas as idades!

É preciso respeitar algumas regras: bebês de colo e crianças menores de 5 anos não são permitidos na quadras princiais (Centre Court, 1, 2 , 3 12 e 18), e a organização recomenda que carrinhos não sejam levados para o complexo.

Nós optamos por levar nossos bebês apenas no cangurru, já que as duas são novinhas e (relativamente) leves, e foi a melhor decisão do dia!

Realmente vimos muitos pais e mães com crianças maiores em carrinhos, mas eles acabavam ficando limitados a poucas áreas do complexo, já que de forma geral Wimbledon tem muitas escadas, ladeiras, gramados inclinados etc.

Então levamos mantas e cobertores, nos espalhávamos nos gramados e as meninas ficavam numa boa brincando, rolando, dormindo e mamando.

Eles também tem alguns banheiros com fraldários (mas não todos) tanto em banheiros femininos quanto masculinos, confortáveis e limpos, além de bebedouros espalhados pelo complexo e várias opções de comidas infantis e lojas de souvenirs com brinquedos, roupinhas de crianças, raquetes de tênis mirim etc.

Tudo muito família!

Para crianças a partir de 5 anos, já são permitidos nas quadras, porém devem pagar um ingresso inteiro, como se fossem adultos.

 

- TicketMaster a partir de 2013!

A partir de 2013 a AELTC decidiu disponibilizar alguns ingressos via TicketMaster, para tentar diminuir a quantidade de gente todos os anos na “fila”, e tentar reduzir o número de ingressos “no show”.

São pouquíssimos por dia, pois eles apenas revendem on line os ingressos de pessoas que os notificam que não poderão usufruir os ingressos sorteados/comprados, então nunca dá pra saber quantos serão por dia e para quais quadras.

Mas ainda assim é uma chance a mais!

Os ingressos estão disponíveis na véspera de cada partida, a partir das 9 da manhã.

 

- Chegando e saindo de Wimbledon – na prática!

Wimbledon é um bairro no subúrbio Sudoeste de Londres, e o complexo de tênis da AELTC (Associação Inglesa de tênis de grama) fica lá perto, porém não no centro de Wimbledon.

Para chegar lá a partir de Londres é facílimo e com várias opções.

A mais simples é de metrô, pela District Line (linha verde) até lá e você pode descer na estação de Southfields ou Wimbledon (o complexo de tênis fica entre as duas). Não esqueça de consultar o Journey Planner para descobrir qual a maneria mais fácil entre sua casa/hotel até lá.

Outra opção, e bem mais rápida é ir de trem – a viagem entre a estação Waterloo e Wimbledon dura apenas 15 minutos (e a passagem de ida e volta custa 6,90£). Chegando na estação você pode andar, pegar um ônibus ou táxi (durante o campeonato os taxis da cidade fazer um esquema “cab share”, então todo mundo divide os táxis, para darem conta da demanda.

- Wimbedon nas outras 50 semanas do ano:

Porém o campeonato dura apenas 2 semanas por ano, mas é possível visitar o complexo de tênis e o museu o resto do ano todo (50 semanas por ano).

O museu conta um pouco da história do tênis e da associação Inglesa de tênis de grama, além de seus momentos históricos, principais jogadores, vencedores, troféus, uniformes e toda a tradição de Wimbledon.

Além disso, também é possível agendar visitas guiadas no complexo ao longo do ano, e ver por dentro das quadras, áreas de acesso, e entender um pouco mais dos bastidores desse campeonato tão tradicional!

Durante as duas semanas em que acontece o campeonato (geralmente a última semana de Junho e a primeira de Julho), o museu só permite a entrada de visitantes que já possuam um ingresso para o campeonato (e só é possível visitar o museu, sem o resto do complexo).

Siga me!

Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, 34 anos, Carioca. Economista e profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mae da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incánsavel e apaixonada por fotografia e historia.
Siga me!

Latest posts by Adriana Miller (see all)

 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Categorias: Conhecendo Londres, Eventos, Inglaterra, Viagens, Viagens pelo UK, Wimbledon
24
Página 1 de 512345