09
Apr
2014
Esqui e Aprés Ski – fazendo a mala dentro e fora das pistas
Escrito por Adriana Miller

Apesar de já ter falado sobre o que usar e como se vestir para esquiar aqui nesse post, sempre é bom relembrar. E depois das viagens de esqui que fiz esse inverno muitas meninas me pediram dicas sobre o que levar na mala para usar dentro e fora das pistas.

 - Roupas para esquiar ou fazer snowboard:

Não vou reinventar a roda, e esse meu post está bem completo – mas fiz uma check list com tudo que considero indispensável ter a mão para conseguir esquiar confortavelmente.

- Botas de esqui ou snowboard, que provavelmente serão alugadas, então na própria loja te dará tamanhos variados de acordo com o tamanho do seu pé, a grossura da sua meia e seu nível de esqui (já que a bota esta diretamente ajustada aos esquís propriamente ditos).

- Calca e casaco de material impermeável e corta vento: Tanto a calca quanto o casaco serão leves, permitindo liberdade de movimentos e te protegendo da neve/agua e vento lá em cima na montanha (as jaquetas e calcas de esquí não são necessariamente quentes, o importante mesmo eh a proteção anti agua mesmo)

- Roupas térmicas de base: meias, de preferência bem grossas e de cano alto, para proteger seus pés e canelas da bota (a mais desconfortável que você vai vestir na vida!), ceroulas ou leggings (de material próprio ara esquentar suas pernas, mas ao mesmo tempo nao reter umidade na pele); camisetas (regatas e de manga comprida) que sejam próprias para esportes e que nao retenham suor (nada pior do que a sensação de que você esta suando e molhada por baixo daqueles casacos todos), e por fim eu gosto de usar um colete de fleece, pois esquente meu tronco, mas sem limitar os movimentos do braço.

- Acessórios: luvas grossas e impermeáveis (para proteger a pele de sua mão na neve (neve “rala” que é uma beleza!) e que não fiquem molhadas), gorro ou tapa orelhas, cachecol ou protetor de pescoço (gosto daquelas “golas” de fleece, que não correm o risco de desenrolar no meio da pista (pode ate ser perigoso!) e sao quentinhas mas nao ficam “molhadas” a medida que seu pescoço for suando); óculos de sol ou óculos de esquí (o óculos de esquí eh bom para proteger os olhos e rosto quando chove ou esta nevando e ventando muito, mas a verdade eh que prefiro e “enxergo” melhor usando oculos de sol mesmo. Mas quando uso oculos de sol, sempre uso mina faixa “tapa orelha” poise la deixa as hastes do oculos bem presas atrás da orelha, para nao correr o risco de perder os oculos!). E por fim, um capacete (principalmente se voce ja eh mais avançado/corajoso ou se a condição da neve nao estiver muito boa).

A principal dica é realmente ficar de olho nos materiais da roupa e do equipamento que voce vai usar.

Por um lado o clima é frio, você vai pegar bastante vento no alto da montanha, e de uma hora para outra o tempo pode virar completamente de sol-para chuva-para neve e uma incontável variação de combinações de clima, te deixando de morrendo de calor no sol (nao esqueça que voce estará fazendo atividade física intensa o tempo todo, entao vai sentir bastante calor “por dentro” da roupa sim!), para congelado e ensopado (de neve ou chuva) em questões de segundos!

Quando estava em Bardonecchia esse ano eu postei uma foto no Instagram com tudo que estava levando comigo pras montanhas, e muita gente se assustou com a quantidade de cacarecos, e se eu ia esquiar de bolsa ou mochila.

A pesar de que mochilas sao uma opcao (para quem ja leva mais jeito nas pistas (que nao eh meu caso!), as roupas de esquí sao lotadas de bolsos e compartimentos secretos, justamente para isso – afinal voce vai ficar o dia todo por la, fazendo mil atividades e tem que estar preparado para imprevistos tambem.

Entao geralmente as calcas tem pelo menos 2 ou 4 bolsos, as jaquetas 4 ou 6 (quanto mais profissa a jaqueta, mais esconderijos elas tem!), e fora os acessorios, como gorro, coletes etc, entao eh soh ir espalhando suas coisas pelos bolsos sem preocupacao!

ATENÇÃO:  Essa lista de roupas/materiais vale tanto para mulheres, quanto para homens!

- O que vestir fora das pistas de esquí (para jantar, apres ski, etc).

Bem, o principal a ressaltar aquí eh que por mais que voce va para um resort super badalado nos Alpes, o clima eh sempre muito informal – a maioria das festas e apres ski começam direto nas pistas, e raramente as pessoas voltam pro hotel/casa para se arrumar e emperequetar antes de sair de novo.

Entao o “look” mais comum incluem calcas de esquí/snowboarding, botas de esquí (mas quase todo mundo leva uma outro par de “bota de neve”, porque as botas de esquí realmente sao muuuuuito desconfortáveis!), e tudo meio colorido/esportista…

Mas eh importante ter uma boa opcao de calcado que possa ser usado com sua roupa de esquí justamente quando voce nao estiver esquiando – pode ser simplesmente uma bota bem quentinha de solado anti-derrapante, ou aqueles sapatos/botas de trilha, por exemplo. Porque mesmo se seu hotel for ski-in/ski-out, ainda assim voce vai querer ter uma opcao confortável para usar no fim do dia.

E nas situacoes onde voce vai apenas passear pela estacao/cidade, ou voltou pro hotel antes de sair para jantar por exemplo, ou ate mesmo para quem quiser uma balada mais animada, tudo eh muito, muito informal – entao podem deixar as plumas e paetes e salto alto em casa.

Nos pés é importantíssimo sempre ter uma bota que além de quente, seja confortável e anti derrapante, pois quase todas as ruas/calcadas e caminhos por onde você vai passar estarão cobertos de neve e gelo.

E de preferência botas/sapatos de marcas e materiais que sejam proprios para ese tipo de clima e situação, pois a neve (na verdade o químico que colocam na neve para ela derreter e não virar gelo) tem um efeito destruidor em couros e sapatos mais delicados (tipo camurça, couro sem tratamento, etc).

E de resto calcas compridas (que podem ser jeans, ou sarja, ou camurca, couro, ou qual material voce prefira), blusas e pullovers quentinhos, um bom casacão (que pode ser um sobretudo mais pesadao, uma jaqueta de couro, um trench coat, ou a sua propia jaqueta de ski, se voce nao quiser carregar muita coisa na mala), e claro, acessorios (luvas, corros, cachecol).

Me pediram para usar as fotos que postei em Chamonix como exemplo – pois consegui ficar arrumadinha pras fotos (#quemnunca) mas sem passar frio!

Foi apenas uma questão de usar os materiais certos e as camadas certas!

Então nesses días em Chamonix eu estava usando (de “dentro” para fora da roupa):

*Minha meia de esquí (super grossa de lã merino e ate acima dos joelhos)

*Calca jeans (eu pessoalmente não gosto de usar meia calca por baixo de jeans – acho que o mínimo de proteção e “aquecimento” que eles vão oferecer nao compensa o nivel de desconforto, mas eh uma opcao bem pessoal. Eu O-deio, mas tem gente que nao sai de casa sem!)

*Minha bota inseparável da Ugg (acho ate que vou comprar outras cores, pois essa bota realmente é imbatível pro frio! Mas também tenho algumas botas da Timberland que sao otimas!)

(Na parte de cima do corpo)

*Regata de algodão

*Blusa térmica (manga comprida e gola alta)

*Pullover de lã de gola alta

*Colete de fleece (o mesmo que mencionei acima que gosto de usar para esquiar. Eh uma ótima dica para dar uma esquentada no corpo mas sem ficar com a roupa muito amontoada)

*Sobretudo de la (esse sobretudo é super grosso e pesado, com um forro potente, mas o corte eh impecável, então não parece ser tão grandão quanto é!)

*Gorro (usei esse de pelinho pois quería ficar com a cabeça e orelhas quentes, mas não consigo usar gorros de lã por muito tempo seguido – me dão uma coceira pinicada horrível na testa!)

*Luvas (hoje em dia nao consigo mais usar luvas que nao tenho ponteira de dedo de touch screen para usar meu celular e a câmera fotográfica sem ter que tirar as luvas!)

Ou seja, no total eu estava usando 5 camadas de roupa, mas sem ficar parecendo um bonecão do posto! :-)

E o melhor é que a medida que entravamos em lojas ou restaurantes, eu ia tirando as camadas pouco a pouco, de acordo com a temperatura e aquecimento de cada lugar, para nunca ficar desconfortável!

Já em Bardonecchia, na Itália ha umas semanas atrás, apesar da neve e temperaturas abaixo de zero a noite, durante o dia nos resorts o sol estava bem forte, levando as temperaturas na casa dos 10/15 graus, então já não precisamos de tantas camadas e materiais grossos.

Então foi bem mais fácil de planejar o que vestir foras das pistas, usando roupas mais “normais”:

*Blusa térmica de manga comprida

*Pullover de cashmere

*Jaqueta de couro

*Cachecol

*Calça jeans

*Bota (não dá pra ver na foto, mas estava usando minha bota da Timberland, sem forro, mas de ótimo couro e solado de borracha)

 

Categorias: Bardonecchia, Chamonix, Dicas (Praticas!) de Viagem, Fazendo as Malas, Viagens
6
08
Apr
2014
Bardonecchia – fora das pistas!
Escrito por Adriana Miller

Apesar de ter a-do-ra-do o esqui em Bardonecchia, a verdade é que as pistas foram apenas um pretexto que nos levou até lá, e a cidade tem muito mais a oferecer além da neve.

Pra começar que por ser na Itália, comemos e bebemos muitíssimo bem, e por não ser uma estação de esqui ultra-mega turística, os preços eram ótimos, o que não da pra negar que ajudou bastante o nosso clima de “vamos experimentar de tudo” pela cidade e pistas!

- Hospedagem:

Como cometei no post anterior, nossa melhor aposta do fim de semana foi o Hotel Rive, onde nos hospedamos. O serviço foi surpreendentemente ótimo, o que sempre vale a recomendação (fizemos a reserva pelo Booking.com, mas de ultima hora duas meninas não puderam ir, e outra teve que mudar a passagem, e íamos acabar pagando por quartos a mais, mas quando explicamos a situação para a gerente do hotel, na mesma hora ela se ofereceu pra ajudar, e ligar pro Booking para pedir um cancelamento sem custo, e nos mudou para 1 quarto maior onde cabíamos todas juntas. E no dia seguinte quando outra amiga chegou, ela nos deu outro quarto de novo, mas so cobrou pela ocupação única!).

Mas o principal ponto a favor do Hotel Rive é a localização imbatível no centrão de Campo Smith, a principal area de ski de Bardonecchia.

O hotel é ski-in ski-out (então você pode entrar e sair já esquiando, sem ter que carregar seu equipamento), tem armazém de botas e skis com secadores/aquecedores, além de ofereces descontos na muitas lojinhas e cursos de esqui do complexo.

No subsolo eles também tem um spa completíssimo, que apesar de não fazer parte do hotel, os hospedes tem acesso livre e desconto nos tratamentos.

 - Apres Ski, bares e baladas:

Não da pra negar que a melhor parte de qualquer viagem pras montanhas é o “apres ski” (nome Francês para os “happy hour” que acontecem nas pistas e bares espalhados nas estações de esqui), então esse foi um dos requisitos decisivos na escolha de nosso destino.

Apesar de que Bardonecchia é super fora do circuito fashionable das estações dos Alpes, a cidade tem um perfil bem interessante, pois atrai muita gente jovem da região de Turim e Milão, que sobem as montanhas nos fins de semana para esquiar e badalar.

Então isso significa que os fins de semana bombam por lá, com vários eventos e festas as sextas e sábados.

O destino mais falado da cidade eh o “Cipo’s”, um barzinho tipo chalé bem na base do teleférico de Campo Smith (e exatamente em frente ao nosso hotel! A gente tropeçava e já estava no Cipo’s!).

Durante o dia eles estão sempre movimentados, pois muita gente aproveita pra para por lá pra almoçar/lanchar/tomar café entre a descida da pista e a (re)subida no teleférico.

E eles também tem aquelas cadeirinhas “de praia” do lado de fora, bem de frente pra descida da pista, e é uma delicia pegar um solzinho no meio da neve!

Almoçamos lá todos os dias! O raviolli da casa e as bruschetas são incríveis!

Já a noite, a impressão que tivemos é que a cidade toda estava lá! Sexta feira rolou um showzinho de rock bem animado ate altas horas (a verdade é que nós só aguentamos até umas 2 da manhã, mas ainda tinha gente chegando quando fomos embora!).

No sábado a noite o Cipo’s também estava lotado e a musica animada, e quanto deu lá pra umas 2 da manha, todo mundo começou a migrar em direção ao “I Due Merli”, a balada de Bardinecchia, exatamente em frente ao Cipo’s (e no mesmo prédio/complexo que o nosso hotel!).

Dançamos muuuuuito, DJ arrasando nos hits/ pop/brega (hahahah)! Fomos praticamente as ultimas a ir embora, quase 5 da manha e ainda rolou uma galera tentando nos recrutar pra um after party, mas como no dia seguinte tínhamos mais esqui pra enfrentar, voltamos pro hotel mesmo!

Na pista Mezelet, eles também tem um bar/apres ski equivalente, o “Waikiki”, mas que só fomos durante o dia, então não sei o quão animado fica a noite.

Mas almoçamos lá um dia e eles fazem um “Tartiflete” de cair dura de tão bom!

- Restaurantes:

Impossível ir pra qualquer cidade na Itália e não comer bem, neh?!

Bardonecchia fica na região do Piedmonte no norte da Itália, então a culinária era bem especifica, com muitas opcoes típicas (o prato “regional” mais conhecido é a polenta, tanto com molho “ragú” (bolonhesa) quanto com queijo derretido – ambos incríveis!).

Durante o dia sempre acabamos comendo na saída das pistas mesmo (Cipo’s em Campo Smith, e Waikiki em Mezelet), mas a noite aproveitamos pra conhecer outros restaurantes da cidade.

O “Laghetto” fica bem pertinho do Hotel Rive, com uma comida bem típica Italiana, num estilo bem família (= porcões gigantes de comida muito boa!), com um preço inacreditável (tipo 5€ por um prato de massa que serve duas pessoas!), então não tivemos problemas em recuperar as calorias gastas esquiando!

Outra opção é o “I Cusini”, eleito pelo Tripadvisor não só o melhor de Bardonecchia, mas também um dos melhores da região Piedmontese, então não queríamos deixar de provar!

Ele fica mais afastado do hotel, bem no centrinho de Bardonecchia (perto da estação de trem e do comércio), mas como não queríamos ter que dirigir ate la, fomos andando mesmo e foi super fácil (e ate que bem rápido apesar da neve que nos pegou pelo caminho!).

Outra opção que deve ser o máximo eh jantar no “Chesal 1805″, que fica bem no alto da pista Mezelet!

Nos so paramos por la pra um cafezinho rapido entre as pistas, mas o lugar eh incrivel e tem uma vista lindissima!

E quando estavamos la eu reparei que eles tem varios “pacotes” para jantar la em cima, que incluiu subir a montanha num snowmobile com lanternas e ate mesmo esquiar no escuro na descida (para os mais coreajosos e profissas!).

Entao acho que seria uma otima opcao pra quem quiser fazer alguma coisa diferente e mais romantica/especial!

- Lojas e compras:

Nessa area Bardonecchia fica devendo aos outros grandes resorts Europeus!

Apesar de que no complexo de Campo Smith onde ficamos hospedadas tinha de tudo um pouco, eles nao tinha lojinhas, farmacias e essas cosias que volta e meia podemos precisar.

Entao se voce nao tem sua propria roupa de esqui, tambem nao tem onde comprar nada la na hora (algumas lojinhas de aluguel de esqui vendiam uns acessorios, mas nada muito completo).

A unica opcao de comercio na cidade fica no centro de Bardonecchia, perto da estacao de trem.

La fica a rua principal da cidade, onde eh possivel achar farmacias, lojas de roupas de esqui e “normais”, supermercado etc – mas todas me pareciam bem pequenas (nada parecido com o festere consumista que eh Chamonix ou Kitzbhuel, por exemplo), e como so fomos pra la ja a noite, ja estava tudo fechado…

 

Categorias: Bardonecchia, Italia, Viagens, Viagens pela Italia
0
07
Apr
2014
Bardonecchia – Esqui na Italia
Escrito por Adriana Miller

Desde que eu fui esquiar pela primeira vez ha uns anos atras, eu fiquei totalmente viciada – nao so porque o esporte eh o maximo, mas porque eh uma viagem deliciosa de se fazer!

Os resorts/cidades sempre tem um clima delicioso, paisagens lindas, e uma otima energia, que mistura aquela coisa boa de muita gente se exercitanto, respirando ar puro das montanhas e de quebra comendo e bebendo muito bem e se divertindo demais. Nao tem erro!

Entao no final do ano passado quando um amiga ficou noiva e me pediu pra ajudar a organizar sua despedida de solteira, na mesma hora pensamos: porque nao juntamos um grupo de amigas e vamos esquiar todas juntas?!

A decisao foi unanime! Independente do seu nivel de esqui e aptidao atletica, as estacoes de esqui sempre agradam a todos os gostos e sempre sao uma diversao garantida!

Na Europa as opcoes de estacoes de esqui sao enormes, mas queriamos algum lugar que fosse facilmente acessivel (sem transfers complicados nem horas de trens e baldeacoes mil, ja que o tempo era limitado e o grupo viajaria em horarios diferentes), que fosse bem democratica aos diferentes niveis de esqui do grupo (algumas meninas esquiavam SUPER bem, enquanto outras eram mais iniciantes/intermediarias, e outra que nunca tinha esquiado na vida), que oferecesse um boa qualidade de neve mesmo ja no final da temporada (ja que fomos em Marco), que nao fosse muito caro (sempre um problemao nesse tipo de viagem), e principalmente, que fosse um lugar muito animado fora das pistas de esqui!

Resultado: Bardonecchia, na regiao de Piedmonte no Noroeste da Italia (fronteira com a Franca)!

- Transfer

A facilidade de acesso de Bardonecchia foi um dos fatores decisivos na viagem!

O resort esta a cerca de 1 hora do aeroporto de Turin, sendo facilmente acessivel por transfers, trem ou carro.

A partir de Londres, eh possivel chegar a Torino com voos diretos com a British Airways, Ryanair e Air Italia.

Chegando em Torino, a opcao mais barata para chegar ate Bardonecchia sem duvidas eh o trem, com passagens que custam 7€ a partir da estacao “Torino Porta Nuova” diretamente ate a estacao central de Bardonecchia! (a viagem demora cerca de 1 hora a 1 hora e meia, dependendo do trem).

Essa foi nossa opcao na ida, mas confesso que nos enrolamos demais pra chagr na estacao de trem, entao acabamos demorando demais! Mas ainda assim, foi facil e rapido, e a viagem muito agradavel, cruzando as montanhas no norte da Italia!

Na volta, como o grupo estava mais completo, resolvemos alugar um carro (reservamos pela internet, e uma das meninas que chegou depois recolheu o carro na locadora no aeroporto e foi dirigindo, entao o carro ja estava la na hora da volta), e foi incrivelmente facil!

Porta a porta demoramos menos de 1 hora, e a estrada sempre excelente!

- Pistas/Bairros

Bardonecchia tem um centrinho da cidade, bem do lado da estacao de trem e o posto de informacao turistica, mas para quem vai pra la esquiar, o que vale a pena mesmo eh escolher uma das pistas e se acomodar por la!

No total sao 4 “regioes” e pistas de esqui:

Jafferau eh a montanha mais alta, onde se cruza a fronteira com a Franca e que sediou parte das Olimpiadas de inverno de 2006 – e portanto tambem eh onde estao as pistas mais altas e mais dificeis.

Campo Smith foi a nossa escolha!

Por ali a hospedagem eh abundante, e tudo eh muito facil e acessivel – a “aterrisagem” das pistas de esqui me lembraram um pouco a “praia” de A-Basin no Colorado, com aquela expansao enorme de gelo e neve, onde tudo acontece, mas com mais infraestrutura: hoteis, spas, aulas de ski, restaurantes, bares, lojinhas, cafes, etc.

O carro acabou ficando na garagem o tempo todo e faziamos tudo a pe (e quase tudo de esquis nos pes tambem!).

Esquiar nao eh uma coisa facil (nao so pelo esporte em si, mas principalmente por causa de toda logistica envolvida!), entao eh imprencidivel que tudo ao seu redor seja o mais simples e agradavel possivel, e nisso Campo Smith foi absolutamente perfeito!!

(o principal motivo por termos optado por nao esquiar em Chamonix umas semanas atras - e nao ter gostado muito da cidade como um todo, como comentei aqui).

A estacao Colomion-Les Arnauds nao chegamos a conhecer, mas fomos um dia a Melezet e tambem gostamos bastante!

As pistas em Melezet sao mais altas que Campo Smith, mas nao muito mais dificeis, entao eh otima para principiantes, que querem ter uma experiencia mais “la em cima”, com aquela vista incrivel e tals, mas sem se arriscar nas pistas mais dificeis.

Aliais, isso vale a pena mencionar sobre Bardonecchia: apesar da cidade ter sediado parte das Olimpiadas de inverno de 2006 e ter boas opcoes de pistas “dificeis” para esquiadores e snowboarders mais profissionais, o resort, como um todo, eh super facil, tendo mais de 50% de suas pistas no nivel iniciante ou intermediario facil, com pistas beeeeem largas (nada pior que achar que voce nao vai conseguir virar os esquis a tempo de cair precipicio abaixo ou de cara nas arvores!) e com inclinacoes intercaladas (mentira: pior doque achar que voce vai se estabacar nas arvores, so mesmo o medo de altura e nao conseguir enxergar o que esta “embaixo” da pista!).

Entao foi um otimo resort pra me aventurar mais nas pistas e manobras, optando por slopes mais longos e mais altos, mas com a seguranca de que nao ia me apavorar pelo meio do caminho, e achei isso importantissimo (o principal impecilho pra quem esta aprendendo a esquiar eh esse medo do combo velocidade-altura-quedas!).

- Hospedagem

Nos ficamos hospedadas no Hotel Rive, que faz parte do complexo olimpico de Campo Smith (quem sem duvidas eh o “coracao” de Bardonecchia!), com hospedagem simples, porem muito completa e confortavel – e o principal: ski in, ski out, que significa que estavamos na cara da pista de esqui e podiamos entrar e sair do hotel ja de botas e esquis nos pes (ter que carregar os esquis e bastoes e ao mesmo tempo andar com aquela bota horrivel eh uma tortura!! Entao hoteis que oferecem acesso direto as pistas e telefericos sempre sao uma otima!).

O cafe da manha era completissimo, o hotel nos dava desconto em varios outros estebelecimentos do complexo (desconto no alguel de equipamento, desconto nas aulas de esqui, desconto no spa, etc), os quartos espacosos e confortaveis e os funcionarios super simpaticos, sempre dando altas dicas!

- Aulas e quipamento

Nos aproveitamos que estavamos por la mesmo e tiramos vantagem da facilidade da localizacao e dos descontos do hotel e nem pensamos muito: marcamos nossas aulas na “Spazio Neve” (com a instrutora Clara, uma coroa enxuterrima super engracada e simpatica!) e alugamos nossas botas/esquis no lojinha exatamente na porta ao lado (que tambem dava desconto de 15% a hospedes do Hotel Rive).

Como estavamos com um grupo grande e quase todas queriamos fazer aula, reservamos uma aula particular, que acabou saindo mais barata do que participar em grupo. A nossa instrutora, Clara era o maximo, e acabamos passando horas com ela na montanha no primeiro dia, e ainda pegamos mais umas horas de aula no dia seguinte!

Apesar de sermos um grupo com niveis bem diferentes de esqui, ela ia dando “aulas” e dicas e tecnicas especialmente para as necessidades de cada uma, melhorando a tecnica das meninas que ja esquiavam bem, e ao mesmo tempo ensinando e corrigindo as mais iniciantes/intermediarias. Valeu demais a pena!

 

Categorias: Bardonecchia, Italia, Viagens, Viagens pela Italia
16
16
Dec
2013
Dicas rápidas de Milão!
Escrito por Adriana Miller

 Semana passada eu fui a Milao para uma reuniao vapt-vupt, e acabei passando mais tempo no aeroporto esperando o voo atrasado (nada mais nada menos que 7 horas e meia de atraso devido ao nevoeiro em Milao E em Londres!).

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Mas como a reuniao foi na quarta feira cedinho, fui com a equipe do projeto pra Milao na terca a noite, o que rendeu algumas boas dicas!

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P.S. Milao estava lindissima toda decorada pro Natal!!

 

- Restaurante Giacomo All’Arengario

Descoberta preciosissima totalmente ao acaso… enquanto debatiamos onde jantar naquela noite, fomos dar uma voltinha no micro mercado de natal que esta rolando em volta da Catedral, e quando chegamos do outro lado vimos uma movimentacao numa das janelas do “Museo del Novecento” – entao resolvemos perguntar na recepcao se aquela varanda era um bar ou uma festa privada, e fomos encaminhados ao terceiro andar!

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Esperavamos um bar meio mequetrefe pega-turista, mas nao!

O restaurante eh pequeno, super charmoso, e apesar de nao termos reserva, o Maitre’D nos deu uma mesa bem na varanda pois chegamos cedo (com a promessa de devolver a mesa dai a 1 hora e meia).

(P.S. Inprescindivel fazer reserva para jantar!)

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A comida estava sensacional – eu comi um Ossobuco com Risotto Milanese de chorar de tao bom! – e a carta de vinhos igualmente boa!

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Nao diria que o lugar eh dos mais turisticos nao, apesar da localizacao, pois acho que fica escondido o suficiente, e eh bem pequeno. Entao quando saimos de la, o lugar estava lo-ta-do, mas 100% de clientes italianos.

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Mas claro, apesar da otima comida e carta de vinhos e de drinks, paga-se um plus a mais pela vista, indiscutivelmente a melhor da cidade, portanto nao eh um restaurante barato nao (mas ainda assim na media de preco de restaurantes do mesmo nivel em Milao e outras capitais Europeias – pagamos cerca de 80€ por pessoa, incluindo vinho, entrada e prato principal).

 

- Grand Hotel Et de Milano:

Escolhido pela otima localizacao (apenas a 1 quarteirao do Armani), outra otima opcao de hospedagem na cidade!

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O Grand Hotel, assim como o Principe di Savoia, faz parte da colecao de hoteis historicos da cidade, e devido a sua proximidade ao Teatro La Scala, foi eleito como residencia oficial do compositor Guiseppe Verdi.

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Ja no seculo 19, o hotel ja era pupolar entre homens de negocio por ser o unico da Italia que oferecia servicos de telegrafo e correios aos seus hospedes, e na decada de 30 passou por uma reforma que incluiu agua corrente e eletricidade em todos os quartos.

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E entao na decada de 60 e 70 passou a ser o hotel queridinho do mundo fashion quando serviu de anfitriao aos primeiros shows da semana de moda de Milao, quando a mesma foi criada.

 

Categorias: Italia, Milão, Viagens, Viagens pela Italia
1
25
Nov
2013
Osteria dell’Orsa: a melhor massa a bolonhesa… em Bologna!
Escrito por Adriana Miller

Enquanto estávamos na Itália a umas semanas atrás, não tive duvidas na hora de passar o fim de semana todo em San Marino e deixar Bologna de lado. Mas tinha uma única coisa que eu não conseguia tirar da cabeça: comer uma boa massa a bolonhesa, em Bologna!

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Eu sei que é super bobeira, mas sabe essas coisa de sonho mesmo? Coisas a fazer antes de morrer?

Então, Bologna sempre estava na minha “lista” pura e simplesmente pela comida!

Então quando comentei isso com nossa guia, na mesma hora ela recomendou seu restaurante preferido em Bologna: Osteria dell’Orsa

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Ela avisou que o restaurante fica numa rua meio escondida, sem nada muito turístico por perto (ou seja, não poderíamos conciliar almoço com um passeio rápido pela cidade), e geralmente sempre tem fila nos fins de semana.

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Mas garantiu que a qualidade da comida e a autenticidade da experiência compensaria, e era justamente isso que queríamos: ragú alla Bolognese de acordo com o gosto dos Bolonheses!

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O restaurante eh todo em estilo “cantina”, com mesas grandes divididas por varias pessoas, e o menu de cada dia eh escrito numa louza ao lado da porta, de acordo com a estação do ano e os ingredientes disponíveis.

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O serviço (mais italiano impossível) é rápido e eficiente – eles estão sempre lotados mas conseguem servir todo mundo sem delongas (estava uma fila enorme pro almoço de domingo, mas sentamos em menos de 20 minutos).

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E tudo muito sem frescura: a bruschetta pugliese vem servida na tábua de cortar pão, e a massa e lasagna já servida no seu prato, diretamente to “tacho”!

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Logicamente escolhi o Tagliatele al Ragu (que eh como os Bolonheses chamam nosso “molho bolonhesa”) e o Aaron pediu Lasagna Bolognese – com bruschetta de entrada e insalatta caprese pra acompanhar!

O total da conta deu menos de 40€ pra nos dois e foi daquelas experiências que vou guardar pra sempre – e a pedido do Aaron vou tentar me esforçar pra não virar daquelas velhas reclamonas e não passar o resto da vida reclamando que todos os molhos bolonhesa do mundo são péssimos “porque quando eu comi um ragú alla bolognese em Bolonha…”!

(vou tentar, mas não garanto!)

Osteria Dell’Orsa

Via Mentana, 1 – Bologna

 

Categorias: Bologna, Italia, Viagens, Viagens pela Italia
8
18
Nov
2013
Milão: Armani Hotel
Escrito por Adriana Miller

Quando eu viajo a trabalho, nao tenho do que reclamar – alem de adorar o que faço e ter a oportunidade de conhecer tanta gente (e tantos lugares) ao redor do mundo, minha empresa tem um serviço excelente de viagens, e somos tratados como reis quando estamos longe de casa!

Então quando comecei a planejar minha viagem a Milão, um dos hoteis disponíveis era o super estiloso Armani Hotel!

Sao apenas 2 endereços no mundo: o QG em Milão e mais alguns andares no exclusivo Burj Khalifa em Dubai.

O Armani Milano ocupa um prédio inteiro no centro da cidade, no coração do Quadrilattero della Moda e a poucos minutos de distancia da catedral.

O design, como não podia deixar de ser, é todo assinado pelo Armani – moveis, lençóis e toalhas da Armani Casa, amenidades de banheiro Armani Prive, e tudo mais onde Armani conseguir deixar sua assinatura!

Não da pra negar que o lugar é modernissimo e lindo – apesar de muitas vezes ser pouco funcional, tudo em nome do design (tipo, achei super irritante que a recepção é no 7 andar, então você sempre tem que subir, trocar de elevador pra depois descer de novo!).

Alem de ser um super hot spot na cidade, sendo tambem endereço para o restaurante Nobu Milan e o Banboo Bar, que ferve no fim do dia!

Armani Hotel Milano

Via A Manzoni, 31

 

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2
15
Nov
2013
Compras em Milão: endereços para todos os bolsos!
Escrito por Adriana Miller

Milão é a capital financeira e de business da Itália, reunindo a maior renda per capita do pais; então nada mais natural do que vermos ruas e mais ruas com lojas gigantes dos maiores e melhores designers do mundo – e principalmente os designers Italianos!

É em Milão também que acontece algumas das principais feiras de tecido, sapato, couro,  moveis e design em geral além da semana da moda de Milão, entre as principais do mundo.

Mas nem tudo em Milão gira em torno das cifras milionárias, e o centro da cidade atende aos mais variados orçamentos. E é tudo tão bem organizadinho ali no centro da cidade, que é fácil saber onde focar seu tempo e seus Euros na cidade!

- €€€€€€ ad infinitum:

Se a quantidade de € disponíveis na carteira esta a seu favor, a opção de compras em Milão é óbvia: Quadrilatero della Moda!

O quarteirão da moda Italiana se resume a região entre as ruas Via Monte Napolenone e Via Spiga, e todas as transversais entre elas.

E principalmente pra quem gosta de marcas e design Italiano, essa região é o paraíso – é possivel achar marcas do mundo todo, mas são nomes como Dolce & Gabbanna, Valentino, Fendi, Armani, Salvatore Ferragmo, Prada, entre muitos outros, que se destacam, com as maiores lojas, as vitrines mais exuberantes e as coleções mais exclusivas.

E mesmo se compras não estiver no seu orçamento, vale a pena o passeio na região nem que seja puramente antropológico! Afinal, em Milão moda também é cultura!

- € limitado:

Mas compras em Milao nao esta apenas limitada aos rich and famous da cidade, e bem ali pertinho, nos arredores do Duomo esta o paraíso das fast fashion na Italia.

Nao so na própria praça da catedral, mas tambem seguindo pela rua Via Vittorio Emanuele (que fica bem ali do lado da catedral), que eh uma rua enorme, fechada para pedestres com todas as lojas fast fashion imaginaveis, alem da super loja de departamento Rinascente (que eh a Selfridges de Milao!) e as Italianas Yamamay e Calzedonia alem de uma maxi Sephora!

- Compras históricas e culturais:

Sendo a mecca da moda Italiana, o coração de Milão sem duvidas eh a Galeria Vittorio Emanuele, um dos “shoppimgs” mais antigos do mundo e a sede da loja Prada original – foi ali, embaixo dos vitrais coloridos que os irmãos Prada abriram sua primeira loja de malas de couro que se transformou no império que são hoje.

E assim como o Quadrilattero della Moda, a Galeria e a loja da Prada mais especificamente, tambem sao pontos turisticos na cidade, independente se seu orcamento permitir uma sessao shopaholic ou nao!

Outro endereço de moda “cultural” eh a loja multi marcas Corso Como 10.

A loja eh relativamente pequena, e mistura um bar/cafe, com galeria de arte, com uma loja de curadoria super selecionada.

A dica de ouro das amigas do escritório é que a 10 Corso Como também tem uma loja outlet, lá numa das esquinas da Corso Como mesmo. A versão outlet tem a mesma curadoria fashion-cool, mas com descontos de até 50%!!

E por falar em outlet, nos arredores de Milão fica o shopping outlet Fidenza Village, que eu não visitei pessoalmente (mas a mulherada do RH de Milão adora), mas que faz parte do mesmo grupo de shoppings outlet que a Bicester Village aqui na Inglaterra então imagino que a seleção de marcas e os descontos sejam bons!

 

 

Categorias: Italia, Milão, Viagens, Viagens pela Italia
5
14
Nov
2013
Onde comer em Milão!
Escrito por Adriana Miller

Na minha ultima viagem a Milão semana passada, rolou um papo sobre Milão no Instagram (segue lá! @DriMiller), e muita gente comentou que não tinham muita vontade de conhecer a cidade.

E ai eu fiquei pensando: durante muitos anos eu também fui assim. Durante os meses que estudei na Itália, e mesmo com os muitos amigos Italianos que fiz na Espanha, eu acabei viajando a Itália de cabo a rabo, e Milão, realmente, nunca foi um lugar que tive vontade de conhecer.

Mas assim que fui a cidade pela primeira, isso mudou! Não so descobri como a cidade eh cheia de cultura e historia (logo, uma ótima combinação turística! E ate fiz um roteirinho nesse post aqui), mas a cada viagem a Milao fui aprendendo a apreciar a cidade como ela eh – uma cidade cosmopolita, cheia de historia pra contar e cultura pra dar, mas pra ser “vivida” e nao apenas “visitada” (que eh o que sempre falo sobre minha cidade do coracao, Madrid!).

Milão tem aquele ar impossivelmente elegante e impecável (apesar de nao ser uma cidade muito bonita), e os Milaneses sabem muito bem como aproveitar a vida – sejam as ruas clássicas e lojas de cair o queixo (e queimar a carteira!) na regiao do Quadrilatero della Moda, os muitos bares e restaurantes assinados pelos melhores designers e estilistas do mundo, o gosto pelo Apperitivo no fim do dia, e claro, uma apreciação pela boa mesa que so os Italianos sabem fazer!

O que eles nao tem em “dolce fa niente” que vemos em outras cidades Italianas, o “mangia que te fa bene” como poucos no mundo!

Então invariavelmente, qualquer visita a cidade, ou posts de dicas de viagem a Milão sempre vao incluir mais opções de onde comer do que lugares pra visitar!

E como nessa ultima viagem eu acabei passando bastante tempo na cidade, tive a oportunidade de conhecer muitos lugares maravilhoso, sempre seguindo as dicas certeiras dos colegas Milaneses do escritório!

- Nobu Milano:

A rede de restaurante Nobu praticamente domina o mundo gastro-fashion, com enderecos nas melhores cidades, sempre atraindo multidoes.

O endereco em Milao fica dentro do hotel Armani, que junta a fome com a vontade de comer no melhor estilo Milanes: uma localizacao mais central e estrategica impossivel, um designer impecavel com a assinatura Armani de ser, culinaria de primeira e aquele burburinho e entra e sai de Italianos e Italianas saidos direto das passarelas da Settimana della Moda!

 

Nobu Milano

Via Alessandro Manzoni, 31

- Armani Bamboo Bar:

E que ja que estamos falando de Armani, o bar Bamboo no setimo andar do hotel eh uma otima pedida pra fazer um esquenta a la Italiana: Aperitivo!

O Aperitivo eh a versao Italaina de “tapas” – basta pedir um drink qualquer e eles nao param mais de trazer comidinhas e coisinhas pra mesa. Eh incrivel como alguem ainda sente fome depois daquilo tudo, mas esse conceito de um mini “cocktail” antes de comecar a noite eh super legal!

(e quem estiver a fim de fazer uma noitada em Milao, o hotel Armani tambem tem um club super animado!)

Armani Hotel, 7 andar – Via Alessandro Manzoni, 31

 

- Paper Moon:

Quando a gerente de HR Italiana recomendou esse restaurante para nosso jantar, confesso que esperava algo completamente diferente - o endereco era promissor, bem no coracao do Quadrilatero della Moda, um dos endercos mais caros da Italia.

Mas em vez de encontrar um restaurante pretensioso e cheio de pose, demos de cara com uma trattoria della mamma: toalhas de papel, mesa apertadinhas, garcons de meia idade… e um menu ma-ra-vi-lho-so com porcoes gigantes e precos pequenos!

Acabamos descobrindo que o Paper Moon eh um dos restaurantes mais tradicionais da cidade, mas daqueles com comida “de verdade”. Ame, amei demais o lugar e sai de la quase rolando escadas a baixo!

Perfeito pra quem quer comer bem, numa boa localizacao no centro da cidade, mas sem gastar muito.

Paper Moon

Via Bagutta, 1

 

- Il Baretto:

Outra opcao de menu tipicamente Italiano e super tradicional!

O Il Baretto fica dentro do hotel Carlton Baglioni, ainda ali nos limites do Quadrilattero della Moda no centro de Milao, e eh lindo!

A decoracao eh aconchegante e “rica” (no sentido “rich” da palavra, reconfortante), principalmente nessa epoca de outono/inverno, criando um ambiente confortavel, relaxante.

O servico foi outro aspecto da experiencia que adorei – durante o jantar ate conversamos sobre como o Il Baretto eh um daqueles lugares “de carreira”, com garcons e chefs que dedicam sua vida a servir bem os clientes, e absolutamente nada da errado.

Il Baretto

Via Senato, 7

 

 - Corso Como 10 Cafe:

A loja multimarcas Corso Como 10 esconde um cafe/bar super fofo em seus jardins, e eh uma opcao otima pra almoco ou uma paradinha no meio da tarde.

E aliais, toda a regiao da Corso Como e Corso Giuseppe Garibaldi sao ponteadas por cafes, trattorias, osterias e bons cafes e restaurantes bem italianos, com boa comida e otimos precos!

 

Uma outra opcao bem Milao de ser eh o Gold, o bar/restaurante do Dolce & Gabbana que eu visitei numa outra viagem a Milao.

E outra dica de lanche ou almoço baratinho em Milão, que também já dei aqui no blog, é o Luini Panzerotti, que também fica ali bem pertinho do Duomo (mas faz sucesso entre os Milaneses e sempre tem fila, então não vá com pressa).

 

 

Categorias: Italia, Milão, Viagens, Viagens pela Italia
6
05
Dec
2011
Milão: Hotel Principe di Savoia
Escrito por Adriana Miller

Durante minha estadia em Milao, eu fiquei hospedada no hotel Principe di Savoia, fundado em 1927 e o unico membro Italiano da “Dorchester Collection” (do qual fazem parte o Plaza Athenee em Paris e o Dorchester em Londres).

O hotel fica na regiao da Piazza della Republica, no norte de Milao, e eh considerado um dos mais luxuosos e tradicionais da cidade, pois foi um dos primeiros do estilo a ser construido no inicio do seculo, quando Milao se destacou como centro financeiro da Italia.

Hoje em dia o hotel esta entre os favoritos de celebridades e da fashion crowd, principalmente durante as semanas de moda de Milao, e principalmente desde que o hotel fez uma re-vamp geral em 2008 e abriu um dos bares mais concorridos da cidade. Aparentemente o George Clooney eh um habituee do Principe di Savoi, e sempre fica no hotel a caminho de sua luxury Villa no Lago di Como, no norte de Milao.

A arquitetura e decoracao eh bem classica, com cortinas pesadas e moveis imponentes, e muitas pinturas e tapecarias pelas paredes.

Mas como parte da reforma geral pela qual o hotel passou recentemente, alem do novo bar, eles tambem abriram um novissimo spa Acqua di Parma (que tambem sao os produtos disponiveis nos quartos).

A unica coisa que nao gostei muito foi que achei que o hotel fica um pouco afastado do “burburinho” do centro de Milao. Nao que esteja longe (uns 10 minutos de taxi ou 3 estacoes de metro saindo do Duomo), mas seria mais pratico se pudesse ir andando pra tudo quanto eh canto!

Hotel Principe di Savoia

Piazza della Repubblica,

20124 Milan, Italy

Tel:+39 02 62301

 

Categorias: Italia, Milão, Viagens, Viagens pela Italia
14
03
Dec
2011
Milão: Luini Panzerotti
Escrito por Adriana Miller

Outra otima dica de Milao sao os Panzerotti do Luini.

Essa foi outra dica que recebi via Twitter, e quando a Tati viu que eu tinha feito um check in na Piazza dell Duomo na mesma hora respondeu: va almocar no Luini!

O escritorio era ali perto entao na volta de uma reuniao propus o tal Luini pras meninas de RH, e na mesma hora todas concordaram! Mas me avisaram: é um pé sujo, sempre tem fila, e nem sequer tem lugar pra sentar!

Mas ainda assim, confiei na expertise das locais e fomos andando em direcao ao Luni.

E realmente elas nao estavam brincando: a fila na porta era inacreditavel, la dentro mal cabem meia duzia de pessoas, e entao o sistema de entrar, fazer seu pedido, pagar e sair pelo outro lado eh pragmatico!

Mas os Panzerotti sao realmente uma delicia, e uma opcao perfeita pra quem quiser comer em Milao sem gastar muito nem perder muito tempo ao longo do dia (como foi o meu caso!).

Pra quem nao conhece os Panzerotti sao tipo um pastel (que pode ser assado ou frito) feito com massa de pizza. Ou entao um mini calzone…

E os recheios sao variados, com opcaos salagadas (tipo pizza mesmo) e algumas opcoes doces, alem de outras tortinhas e sobremesas engordativas!

E o esquema eh isso ai mesmo, compre seu(s) panzerotti (eu comprei um, e depois voltei pra fila e comprei mais dois!), ache um cantinho na calcada e seja feliz!

Luini

via S. Radegonda 16, Milano

(uma das ruas perpendiculares ao Duomo, e na esquina de uma das entradas laterais da Galleria Vittorio Emanuele)

 

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