01 Jun 2011
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T.V. EveryWhere: Trekking no Annapurna (parte 3 e final!)

Annapurna, Dicas de Viagens, Nepal, Pokhara, T.V. EveryWhere

Aqui estão os ultimos dias do trekking e algumas cenas de Pokhara.

E aprendi a colocar legenda nos videos (continuo na filosofia “editando e aprendendo”…) entao mesmo quem nao fala Ingles pode entender as partes narradas pelo Aaron.

E esse video encerra de vez a serie de posts sobre o Nepal!

Adriana Miller
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30 May 2011
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T.V. Everywhere: Trekking no Annapurna (Parte 2)

Annapurna, Dicas de Viagens, Nepal, T.V. EveryWhere

Video que cobre os dias 3 e 4 do nosso trekking no Annapurna!

Em breve a parte final vem ai….

Adriana Miller
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27 May 2011
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T.V. Everywhere: Trekking no Annapurna (Parte 1)

Annapurna, Dicas de Viagens, Nepal, T.V. EveryWhere

No total nós fizemos quase uma hora de videos, então deu trabalho pra editar tudo, e meu computador, tadinho, quase não aguentou!

Então o relato-visual da nossa viagem pelo Annapurna vai ser dividido em partes. E aqui esta a parte 1, que cobre o dia 1 e 2.

A musica é da cantora Nepalesa Anju Panta, que nosso guia era, sem duvidas, fa numero 1!!!!

Ele tinha umas musicas dela no celular, que tocava, repetitivamente o dia todo. Eu praticamente decorei a letra!

 

Adriana Miller
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25 May 2011
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Dal Bhat – A Comida Nepalesa

Annapurna, Dicas de Viagens, Kathmandu, Nepal

Uma das coisas uqe mais me surpreendeu no Nepal – e que ue mais gostei tambem – foi a comida!

Depois de uns dias 100% a base de curry na India, eu ja estava meio apavorda achando que ia ficar isolado no meio dos Himalaias comendo curry todos os dias!

A culinaria Nepalesa ainda tem muita influencia da India, e consequentemente, curry. Mas eles tambem sofrem bastante influencia das China (Tibet) e entao a culinaria local eh meio uma mistureba dos dois.

Mas principalmente, apesar dos visinhos peso-pesados, o Nepal eh um pais bem individual, e cheio de particularidades, entao por mais que esteja esmigalhado entre as duas principais potencias da Asia (e do mundo!) o Nepal tem uma principal influencia: Os Himalaias!

Entao sao justamente as montanhas que determinam o estilo de vida e a cultura Nepalesa, e independente de qualquer outra coisa, impacta diretamente no que eles comem.

Momo

‘O pais tem um mistura entre Hindus e Budistas, sendo que muita gente acredita mais ou menos nas duas religioes (nosso guia era engracado, qualquer templo que aparecesse pela frente, la ia ele fazer sua oferenda e dar uma rezadinha – fosse o templo Budista Nepales, budista Tibetano ou Hindu!), entao isso significa que nao eh tao impossivel achar carne, por exemplo.

Mas por outro lado, 90% do nosso tempo e nossas “experiencias gastronomicas” foram nas montanhas, oque por si so, ja faz com que tudo seja bem diferente. Entao por mais que uma familia seja budista e tenha vacas no quintal por exemplo, isso nao significa que les vao querer matar a vaquinha pro almoco. A vaca vai ajudar a arear a terra, vai dar leite, vai carregar mercadoria entre uma vila e outra e afins.

Entao oque vimos por la foi que intencionalmente ou nao, a grande maioria das pessoas eh vegetarian. As vezes rolava um frango aqui ou ali no menu, mas meio raro.

Refeição Completa!

Mas a culinaria no Nepal tem dois carros chefe: “Dal Bhat” e “Momo”.

Eu cnheco uma menina aqui em Londres que eh Nepalesa e a primeira coisa que ele me disse foi “Prove Momo!”, entao essa foi a primeira coisa que eu fiz!

Momo eh tipo um dumpling de massa de arroz, com recheio de vegetais, queijo ou frango e pode ser um dumpling ensopado (meu preferido) ou frito. Ele nada mais eh doque um mini pastelzinho, mas que vem com um molho meio apimentado, meio de curry, que eh uma delicia!!

Foi facil achar Momo nos vilarejos que passamos, mas como a comida era sempre “da terra”, acabamos desistindo do MOmo porque demorava muito pra preparar (elas iam moer o arroz pra fazer a farinha, misturar a massa, colher os vegetais pro recheio, preparer os temperos, cozinhar etc… Zzzzzz….).

E alem disso, precisavamos de sustancia pra andar 8 horas por dia ladeira acima e ladeira abaixo, entao comiamos sempre o memso que o guia e o carregador pedissem: Dal Bhat!

A maneira mais facil de descrever o Dal Bhat eh falar que Dal Bhat esta para o Nepal, como o arroz com feijao esta pro Brasil e a batata cozida esta pra Portugal.

Eh o basico da culinaria, eh a comida que todo mundo tem acesso, cresce o ano todo, eh barato e enche barriga.

Mas pra completer, o Dal Bhat realmente eh como arroz e feijao!

Dal = Lentilha, Bhat = Arroz.

Entao os nepaleses comem todos os dias, 365 dias por ano, arroz com lentilhas. 

Dal Bhat

E a maneira como eles preparam eh igualzinha ao feijao preto Brasileiro, cheio de temperos, alho e cebola refogada, e cozido na panela de pressao!

Logo na nossa primeira noite, quando eu senti aquele cheirinho “de feijao” no ar e ouvi o barulho da panela de pressao foi um déjà vu muito bizarro…

E o gosto tambem eh muito parecido! Delicia!

Molho de Pimenta verde

Eu comi Dal Bhat TODOS OS DIAS com o guia, de chagar ao ponto de ja virar piadinha, e eles ficavam falando que eu ja podia pedir minha nacionalidade Nepalesa no fim da viagem. Ja o Aaron nao conseguia entender porque eu gostei tanto daquela comida sem grace… eh soh arroz e lentilhas e feijao… Ele ficava falando que eu ia VIRAR uma lentilha de tanto comer Dal Bhat!

Mas nao adianta, nesses lugares assim, se vc quer comer bem e evitar ziqueziras estomacais, tem que comer oque os locais comem e ponto final!

O Aaron nao aguentou o ritmo de comer arroz e lentilha 2 vezes por dia, por 10 dias e sempre que a Tea House tinham opcoes diferentes, ele pedia alguma coisa nova, entao acabamos comendo pizza, batata frita, pasta etc. Resultado? Nenhum desses pratos estava bom, e no fim da viagem o Aaron se sentiu meio mal… Sabe-se la quando que a Tiazinha desceu pra civilizacao pra comprar aquele pacote de macarrao, certo?!

Entao quando me perguntam quantos quilos emagreci nessa viagem, a resposta eh: nenhum!

Parada pro almoço!

Eh verdade que gastamos muitas calorias todos os dias, mas tambem comemos super bem, e ninguem aguenta o ritmo fazendo dieta nem comendo que nem passarinho. Nossa alimentacao foi mesmo pra repor energia, entao cada refeicao era um pratao de peao, e apesar de pagarmos uma media de 1 dolar por refeicao, quando mais voce come, mas elas te servem! Enquanto vc nao dizer “chega” elas continuam servindo “refill” e seu prato nunca fica vazio.

 

Adriana Miller
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25 May 2011
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Annapurna dia 5: De Ghondruk a Deurali (ou: Pra baixo todo Deus Hindu ajuda) e a volta pra Phokara

Annapurna, Dicas de Viagens, Nepal

No nosso ultimo dia “inteiro” de trilha nos resolvemos mudar um pouco o roteiro. Nós tinhamos gostado tanto de Phokara, que resolvemos ‘puxar” um pouco mais no 5o dia, pra conseguir acabar o 6o dia bem cedo e ter o resto do dia pra aproveitar Phokara mais uma tarde.

Mas acho que estavamos um pouco empolgados e “animados” demais com a tarde de descanso em Ghondruk e não nos demos conta do quanto passar 8 horas descendo escadas seria tão terrivel.

Aliais, pra não dizer que foi tão dificil assim, depois de umas 3 horas descendo as escadas sem parar, me dei conta que tinhamos chegado no fundo do vale, então tinhamos que cruzar o riozinho e SUBIR tudo de novo no outro lado do vale, pra continuar a trilha!

E foi dificil, viu?

Meus joelhos estavam pedindo arrego e eu ia tentando revezar os lados, mudar o ritmo dos passos, usar a “bengala” do Aaron, e assim fui me arrastando.

Incrivel como depois de descer tanto, subir nem foi tão ruim assim!

Mas o principal azar do dia foi o clima muuuuito ruim! Nem estava muito frio, mas não parava de chover, e durante varias vezes ao longo do dia a chuva foi se transformando em temporais como nunca vi igual, e voce jurava que aquelas cazinhas nao iam aguentar o tranco!

Então a cada nova pancada de chuva, tinhamos que para tudo, sair correndo pra alguma casa, pedir pra entrar, e esperar o chuvisco voltar ao “normal”.

Por um lado foi bom que deu bastante tempo de gente ir descansando as pernas e joelhos ao longo do dia, mas essa coisa de anda e para, esquenta e esfria é muito desconfortavel!

E pra completar, como estavamos cruzando uma região de floresta, fomos atacados por mosquitos e sanguessugas  que sairam a tona durante as chuvas!

Eu nunca tinha sido picada por sanguessuga, não senti nada na hora, e só no fim do dia é que nos demos conta que o Aaron tinha uma enorme grudada no pescoço e eu tinha duas nas pernas (como elas conseguiram subir pela bota, meias de la e entrar por baixo das calças eu não sei…)!!

No fim do dia finalmente chegamos a Deurali, quando já estava praticamente ficando escuro, e foi a menor vila que ficamos, com apenas 2 (DUAS) casas. O Alojamento foi super simples, sem luz, sem vidro nas janelas, e sem chuveiro, mas em compensação foi a “familia” mais legal que nos recebeu, apesar da comunicação dificil…

 

 

DIA 6: DE DEURALI A PHOKARA


No ultimo dia na trilha, conforme planejamos, tinhamos apenas 3 horas de caminhada, e assim pudemos voltar bem cedinho pra Phokara e ter o resto do dia pra aproveitar a cidade!

 

Adriana Miller
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