24 Nov 2014
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Diario de Viagem: NY dia 5 – The Highline e Meat Packing District

Américas, Dicas de Viagens, Nova Iorque, USA

Assim como nosso primeiro dia em Nova Iorque foi apenas um “meio” dia, nosso ultimo também não foi inteiro, pois voltamos para Londres na segunda a noite.

Mas para não desperdiçar nenhuma horinha sequer, acordamos cedo e fomos direto tomar um brunch!

O bom das ferias é que qualquer dia é dia de brunch!

Então fomos comer no Friedman’s, um bistrô super bonitinho na West 31st (pertíssimo do nosso hotel!), que serve brunch e almoço e tem um menu orgânico e moderninho, muito gostoso.

Foi dica da mina cunhada e ela acertou em cheio: achei o Friedman’s o típico lugarzinho escondido Nova Iorquino, cheio de caráter e charme.

A comida? Deliciosa (eu comi o wrap de frango com abacate, e de “sobremesa” dividi French Toasts com a cunhada!) e o serviço uma simpatia (coisa rara em NY, principalmente numa segunda feira!).

De lá, andamos mais alguns quarteirões em direção ao lado oeste de Manhattan ate a entrada (norte) da Highline.

A Highline foi uma dos passeios que eu estava com maior expectativa de conhecer – sei que o “parque” já existe ha uns bons anos, mas nunca tinha conhecido, e achei que o solzão de outono seria o cenário perfeito!

Sem falar que a Highline é uma ideia de gênio, daquelas “reinvenções” que Nova Iorque sabe fazer como ninguém: basicamente transformaram um trilho de trem abandonado e caindo aos pedaços, em uma das regiões mais acabadas de Manhattan (Lower West side e as docks) e transformaram num parque suspenso entre os prédios e ruas, todo limpinho, reformadinho e florido com arte por todos os lados.

E não da para negar o efeito que a Highline teve na região: o que antes eram ruas escuras, prédios e armazéns abandonados numa região “esnobada” pelo resto da cidade, acabou virando area cool entre moderninhos e descolados.

Ao redor da “linha” o que não faltam são obras e reformas nos antigos armazéns industriais, e a cada ano novos hotéis design e boutique vão surgindo, e as placas e propagandas de “apartamentos de luxo” com a vista do Highline é o que não falta por ali!

O parque suspenso percorre cerca de 20 quarteirões no lado oeste da cidade, oferecendo uma vista bem diferente, uma outra perspectiva de Manhattan, e acaba (ou começa, depende de que lado você entrou no parque) em pleno Meat Packing District, outra região/bairro Nova Iorquino que foi totalmente redescoberto na ultima década.

São hotéis boutique, lojas de design, galerias de arte moderna, restaurantes da modinha, mercados, bares e afins. Se é cool e Nova Iorquino, pode ter certeza que estará por ali no Meat Packing District!

Multi marcas irreverentes, designers de vanguarda, culinária experimental… A cada quarteirão do bairro é uma surpresa!

Aproveitamos e fomos conhecer também os mercados do bairro, o (relativamente) novo Gansevoort Market e o Chelsea Market, que são dois mercadinhos montados em antigos galpões industriais e servem e vendem comidas diferentes, organicas, e/ou exóticas.

Achei que rolou uma vive super (mini) Borough Market que eu adorei, e amei como cada lojinha/barraquinha tem uma decoração própria e diferente, demarcando bem o que é o que.

Bem ali do lado acabamos no “quadrilátero” gastronômico do Meat Packing District, e aproveitamos para parar para almoçar.

Como o dia estava lindo (um sol quentinho de outono), escolhemos o Serafina, que tinha umas mesinhas montadas do lado de fora, na calcada que estavam irresistíveis!

Não da para negar que o restaurante eh turístico (e sempre aparece nas listas dos “melhores” de NY), mas achei a comida bem “de verdade” e adorei! Sou só eu ou a comida nos EUA tem sempre o mesmo gosto?!

O Aaron acha que sou louca, pois ele acha a comida Americana a 7ª maravilha do mundo, mas acho que cada uma gosta daquilo que esta acostumado, né? E para mim o Serafina teve gosto de comida “de verdade”, de casa sabe? Saladas com gosto de salada (e não com um zilhão de molhos cremosos), massa al dente, sopas pedaçudas!

E logo na esquina ao lado esta o Pastis, onde jantamos uma noite da ultima vez que estivemos em NY uns anos atrás (e que também são donos no Balthazar, tanto de NY quanto de Londres!) e na outra esquina, do outro lado da rua, esta o Bagatelle, outra opção sempre muito bem recomendada em Nova Iorque.

Depois do almoço aproveitamos para dar mais umas voltinhas pelo bairro, mas logo tivemos que voltar pro hotel para recolher nossas coisas e seguir rumo ao aeroporto…

E pronto! Mais uma viagem incrível chegou ao fim!

Adriana Miller
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Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
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19 Nov 2014
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Compras em Nova Iorque!

Beauty Everywhere, Dicas Aleatorias, Maquiagem, Nova Iorque, Pele, USA

 

Claro que um das primeiros “passeios” que fizemos em Nova Iorque foi na Sephora – um paraíso dos produtos de beleza que não existe em Londres, então nunca perco a oportunidade de visitar quando viajo!

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Como eu comentei nos posts sobre a viagem, a maioria das marcas que existem por lá, também existem aqui, e outras tantas só existem aqui e não lá, mas ainda assim acho o conceito da Sephora Americana incrível, e em particular o “corredor polonês” das miniaturas e tamanhos viagem dos principais produtos-desejo!

Então esse foi o principal “tema” das compras da viagem: algumas marcas que ainda não chegaram por aqui (Marc Jacobs Beauty!!!), algumas outras novidades do mercado, e mais alguns “kits” e miniaturas!

Começando por cabelos e peles, eu até que fui contida dessa vez, pois ainda tenho muita coisa que não usei de outras viagens e compras por aqui por Londres…

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O principal é esse leave in da Alterna (Caviar Protein RX – aqui na Inglaterra vende na Amazon), com ingredientes “rhycos” (caviar, proteina da seda, e afins) e uma das fundadoras é a Katie Holmes, que apesar de não ser muito fã dela não, acho que ela tem um cabelo incrível, bem do jeito que admiro: natural, com cara de saudavel, lustroso. Ela raramente aparece nos tapetes vermelhos da vida com cara de que passo 17 horas na cadeira do cabeleireiro, mas no entanto, seu cabelo esta sempre deslumbrante.

E pra completar, essa linha de Caviar foi recomendada pela minha cabeleireira, a Fer Nabuco (geralmente ela tem ótimas dicas!)!

Eu já comecei a usar lá mesmo, durante a viagem, e logo no primeiro uso, amei! Uso só nas pontas dos cabelos, e sabe quando seu cabelo fica com aquela sensação de “pesado” e “bouncy”? Não pesado no sentido negativo, de sujo… e sim pesado no sentido de fios saudáveis, que mantém a consistência da raíz as pontas (nada pior do que aquele cabelo compridão mas com as pontas todas puídas – sou mais um cabelo bem cortado!), que você anda e o cabelo “anda” com voce? com balanço e movimento? Nossa, me sinto uma propaganda de shampoo ambulante, e desde então, usei o Alterna em todas as lavagens!

O outro produto capilar é o óleo de Agave (sim, aquele mesmo do substituto do açucar refinado nas receitas “fit”) – confesso que ainda não usei (porque fiquei viciada no Alterna e não gosto de misturar produtos “novos”, pra poder avaliar realmente a eficácia de cada um separadamente), mas me animei pra comprar por ser o produto campeão de vendas da Sephora USA para cabelos (só perdendo para o Alterna!) e quando estava batendo papo com a vendedora em NY ela recomendou e disse que seria ótimo pro meu cabelo! (e como sou fã de óleos capilares – já uso o Morrocan Oil a milênios e também adoro o Elixir da Kerastase). Depoi que usar, eu falo mais sobre ele e comparo com os outros dois óleos que adoro.

Ainda na foto acima, estão os dois produtos de cuidados para a pele que comprei (também fui contida, pois estou com muitas coisas em casa, e gosto de ir usando um de cada vez, e sempre uso tudo até acabar!): o ExfoliKate, o produto carro chefe da esteticista/dermatologista das estrelas (?!) Kate Somerville que tem uma linha de produtos para a pele famosérrimos e ótimos – mas também super caros!

O ExfoliKate em particular é daqueles produtos que arrasta multidões, todo mundo ama e quer levar para a próxima vida (no site da Sephora são mais de 1500 resenhas, todas com nota 5! Unanimidade total!), só que é carriiiiiiiissimo! Por um tempo a linha dela era vendida no Space NK, e eu já até usei alguns produtos, mas hoje em dia é impossível achar qualquer cosia dela no UK.

Então quando vi a embalagem mini dando sopa na fila do caixa da Sephora, não resisti! Também ainda não usei, mas as expectativas estão altíssimas!! Mas pelo menos, se não gostar e me decepcionar, pelo menos não gastei demais…

E por fim, o creme de olhos da La Mer. Adendo, antes de falar sobre ele – comprei a versão erraaaaada! Queria a embalagem verdinha, mas não prestei atenção na loja e só quando cheguei lá em NY me toquei que comprei errado (esse comprei no aeroporto em Londres)…

Mas voltando: Ano passado eu comprei a versão para o rosto da La Mer, e apesar de não ter amado-mais-que-tudo, eles me deram uma miniatura do creme para os olhos pra testar, que na época eu não dei bola. mas aí uns meses atrás eu resolvi testar e foi amor a primeira usada! Não sei explicar porque, mas sabe quando você nota uma diferença? A area dos olhos ficou mais elástica, mais clara, mais “acordada”…

Só que custa um rim, né? Então fiquei meses namorando os balções da La Mer nas lojas de Londres, e finalmente tomei coragem!

Uma pena ter comprado a versão errada (óoooooodio!), até porque não estou achando que a versão branquinha tem o mesmo efeito “magico” não, mas ainda assim é bem bom!

Aff! AInda faltam as outras fotos e produtos!

A outra novidade que eu estava ansiosa pra conhecer, é a linha de beleza do Marc Jacobs!

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Pra começar que olha essa embalagem?! Como não querer tudo?!

Comprei um batom vermelhão “Kiss Pop Lip Color” (esse ano to numa fase dos vermelhos e tô amando!), na cor “Berry Sangria”.

E as sombras em bastão “Twinkle Pop“, nas cores “Au Revoir” (um beije, meio dourado, meio brilhoso” e o “Stardust” (cinza, meio prateado escuro, bem brilhoso), que achei perfeito para quem, como eu, raramente usa sombras no dia a dia.

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Os bastões são ótimos pra dar aquele “tapa” no visual no fim do dia, ou então fazer um olho um pouco mais elaborado, mas sem ter que usar várias paletas, pinceis, esfumar em degradê e afins.

Entnao ele pode ser passado com os dedos mesmo, mas também pode ser esfumado com pincéis, misturar com outras cores, outras consistências de sombras etc.

E de volta na fila do caixa da Sephora, comprei outros dois clássicos, em versão miniatura: o hidratante facil com cor (Tinted Moisturizer) da Laura Mercier e o pó compacto HD da Make up Forever, pois sempre quis testar os dois, mas sabia que provavelmente não iria usar o suficiente pra justificar a compra.

Já usei o pó compacto e adorei! Ele dá uma “embaçada” na pele, eliminando qualquer chance de oleosidade e brilho, mas sem adicionar mais uma camada de cor e maquiagem na pele, nem ficar com aquele aspecto pesado de base + pó, que eu odeio.

Foi uma escolha acertada, pois com certeza vou comprar a versão maior do pó! (e a técnica de venda da Sephora funcionou!)

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De resto, eu comprei mais 2 “kits” de produtos clássicos em tamanho miniatura: um da Benefit 9que veio com o primer Pore Professional, que eu já uso, mas queria um atamanho menor pra carregar em viagens, e o bronzer Hoola, que é considerado uma dos melhores e mais classicos, mas eu nunca quis comprar o atamanho normal, pois não uso bronzer com muita frequencia). Já usei o bronzer para fazer contorno em makes mais elaboradas e de festa, e aprovei!

E o outro kit da Smashbox, com as miniaturas de todos os campeões de venda. Alguns eu já uso/usei e conhecia, outros eu queria re-comprar em tamanho menor (já tive o primer Photofinish, por exemplo, sem dúvida um dos melhores que existe, mas ele estragou depois de anos e ainda não estava nem pela metade!)

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E para finalizar, esse lápiz de boca da própria linha da Sephora, meio cor de boca, super macio e de textura “mate” (mas o interessante é que apesar de “mate”, no sentido “seco” da textura, ele tem uns brilhos, e fica lindo nos lábios), na cor “Cute Caramel”, que to gostando de usar como uma base nude por baixo do gloss, só pra boca não apagar totalmente (é o que estou usando nas fotos do casamento que fomos em NY, junto com o gloss do kit da Smashbox acima).

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19 Nov 2014
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Diario de viagem: Nova Iorque dia 4 – Brooklyn Bridge

Dicas de Viagens, Nova Iorque, USA

No domingo nos acordamos em Long Island, e logo depois do Brunch com os noivos, pegamos um trem de volta a Manhattan – fomos direto pro hotel encontrar com a mae e irma do Aaron e a Isabella (ai que saudade que eu estava!) e de la fomos para a Brooklyn Bridge!

Mais uma vez o dia estava lindo, e na verdade queríamos ir para o Brooklyn Park, no Pier 5, na regiao de DUMBO (que significa “Down Under the Manhattan Bridge Overpass”, que eh justamente aquela area bem ali embiaxo da ponte, que foi toda revitalizada), pois a irma do Aaron tinha ido no festa ali na noite anterior e disse que realmente parecía ser super legal.

Mas ja que iamos praqueles lados, resolvemos fazer o passeio completo e cruzar a ponte, de Manhattan ate Brooklyn!

Essa ponte realmente eh incrivel, e esta no meu Top 2 de pontes lindas do mundo (so perde para a Tower Bridge em Londres, mas sou suspeita para falar!), e s enao bastasse a ponte em si ser linda, o que eh a paisagem da cidade vista de la?!

A cada passo era um novo clique, um novo angulo…

Entao fomos cruzando a ponte com toda calma do mundo, absorvendo os detalhes.

E quando finalmente chegamos no lado do Brooklyn, nos demos conta de que na verdade nunca tinhamos ido ao Brooklyn, entao aproveitamos para passear pelo distrito histórico do bairro, que eh lindissimo e parece uma cidade cenografica, principalmente com as folhas de outono e as decoracoes de Thanksgiving que ja estava pipocando pela cidade toda! (adoro essa época do ano nos EUA)

Essa regiao do Brooklyn Park esta toda revitalizada e muito legal!

Alem de um “calcadao” enorme bem na beirada da agua com aquela vista incrivel do skyline de Manhattan e as pontes, ainda tem areas gramadas, parquinhos para criancas (passamos um bom tempo por la com a Isabella!).

No verao rolam varios festivais de música ao ar livre, e na semana que estavamos por la rolou o festival de luzes nos tuneis da ponte (mina cuhada foi na sexta a noite e nao gostou muito, entao resolvemos nao ir…) – mas acho difícil alguma coisa coma quela paisagem sao acabar sendo incrivel!

Alem disso, toda a regiao do Park esta cheia de barzinhos, restaurantes e lanchonetes fofas (e lembren-se da paisagem tambem!), entao daría para pasar o dia todo por la sem o menor problema!

Mas como o tempo comecou a esfriar (e a Isabella nao quería ir embora do parquinho de jeito nenhum!) e achar taxis que cruzem a ponte eh uma dificuldade (os taxis de Manhattan nao querem ir pro Brooklyn, e viceversa), resolvemos nao jantar por la e assim que achamos um taxi dando mole, voltamos para Midtown.

Como seria nossa ultima noite na cidade, decidimos sair com a familia toda em vez de sair so nos dois (tinhamos reserva no Beauty & Essex por recomendacao de uma amiga sabe-tudo de NY, neh Raphaela?! Hahah) e resolvemos ir em algum lugar bem divertido, com comida boa e sem frescura (a Isabella ja estava cansada e meio mau humorada, nao estava dando para abusar da boa vontade dela!) e acabamos no Ruby Tuesday da Time Square – siiiiiim, eh breguerrimo e super turístico, mas nao quería ir embora sem dar uma ultima passadinha na Time Square! (Ja falei em outro post o quanto eu gosto daquela regiao de Midtown, ne?).

E posso falar? Delicia!! O que eh aquele hamburguer com cheddar e pao de pretzel?!?! Se eh para ingerir gordura trans, que seja com estilo!

Adriana Miller
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18 Nov 2014
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Diario de viagem: Nova Iorque dia 3 (Upper West Side e Central Park – e uma festança em Long Island)

Dicas de Viagens, Nova Iorque, USA

No sábado o dia amanheceu lindíssimo! Um mega sol e aquele céu azul que dói (e deixa a cidade toda mais bonita!).

Acordamos e fomos direto pro Upper West Side, para o Museu de Historia Natural de Nova Iorque.

A verdade é que acabamos não ficando muito tempo no museu – achei tudo muito antipático (do segurança na porta, as recepcionistas vendendo ingresso, aos postos de informação – muita falta de educação junta!) e confuso…

Queríamos levar a Isabella pra ver os dinossauros e foi aquele caos pra achar a exibição… depois queríamos leva-la pra ver as aranhas (ela é fissurada em aranhas! Seu animal preferido!) mas não conseguíamos achar de jeito nenhum, ninguém sabia dar a informação, e depois de subir e descer aquela escadaria toda, a Isabella dormiu no carrinho, então fugimos pro Central Park! (o dia estava bonito demais pra ficar aturando Nova Iorquino de mau com a vida!).

Mas so voltar pra rua e entrar o parque lindo que nosso dia se transformou!

Como NY no Outono é tão incrível!!

As arvores com as folhagens todas em tons de amarelo e vermelho, refletindo nos lagos e contrastando com o ceu azul…

Pausa para uma overdose de fotos!

Aproveitamos também para ir na area de Strawberry Fields, ali no cantinho oeste do parque, onde fica o mosaico “Imagine” do John Lennon – realmente aproveitamos essa viagem para explorar algumas áreas e detalhes da cidade que nunca tínhamos visitado nas varias viagens anteriores!

Continuamos andando por lá sem muita pressa nem rumo, e tirando muitas fotos da paisagem! Quando fui ver minhas fotos no fim do dia, a impressão é que tirei a mesma foto milhões de vezes, mas quando estamos lá tudo é tão incrível! Cada curva eh um clique!

Quando chegamos no fim do parque, começamos a procurar um lugar pra comer e ai eu lembrei do Burger Joint, no hotel Le Meridien, que tanta gente recomendou, e o Aaron estava sedento por um bom hamburger!

O restaurante é escondidissimo, e se não tivéssemos perguntado na recepção, com certeza teria passado batido, e lá dentro é um super contraste – uma coisa meio “underground de boutique”, fazendo um estilo sujinho, sabe?

Paredes pichadas, posters de filmes velhos, e o menu é escrito a mão num pedaço de papelão pregado na parede!

O lugar não é exatamente “infantil”, pois não tem cadeirão nem espaço pra carrinho,  nada disso, mas como varias das mesas são tipo booth, a Isabella sentou com a gente numa boa.

Nosso veredicto final eh que apesar de estar longe de ser um dos melhores hamburgeres que já comemos, valeu o passeio, pois o lugar é super interessante (ah, com o Aaron, quando se trata de hamburger é assim mesmo – quem ouve acha que ele esta falando sobre caviar com lagosta!).

Depois do almoço, já que estávamos por ali nos arredores do parque, como ate o “shopping” do Time Warner, na Columbus Circus passear pelas lojas e deixar a Isabella andando livre por uns minutos – e então nos separamos: a Isabella ficou passeando com a avo e a tia, e eu e o Aaron voltamos pro hotel para pegar nossas coisas e voltamos para Long Island, onde teríamos o casamento!

Estávamos empolgadérrimos pela festa! Não só por reencontrar tantos dos amigos do Aaron, mas também porque sabíamos que seria uma festança!

Eu comprei um vestido maravilhoso, e o Aaron alugou um smoking para a festa Black tie, e como o noivo foi o ultimo do grupo a se casar, todo mundo sabia que seria daquelas festa de-arromba-do-balacobaco!

E não deu outra! Algumas coisas beiraram o exagero (tipo, teve MUITA comida! Só a recepção de cocktail pré jantar tinha uns 5 ambientes diferentes de comida, incluindo lagostas inteiras e ostras frescas, um sushi bar feito na hora, churrasco Brasileiro, mini comidinhas americanas, um bar de caviar – e claro, uns 3 bares com todo tipo de bebidas imagináveis…).

A cerimônia foi lindíssima, e apesar de já ter ido a outros casamentos judaicos, esse foi o primeiro onde ambos os noivos são judeus super tradicionais e praticantes, então levaram tudo muito a serio mesmo. Acho muito legal como rola toda uma participacao da comunidade e das varias familias envolvidas! (teve a quebra do copo, a divisão do pão, a dança das cadeiras, e ate uma homenagem a mãe do noivo, para comemorar que ela estava casando seu ultimo filho!).

A festa teve uma banda (em vez de DJ), mas voce jurava que nao! Nao paramos nem um segundo! Qualquer momento que você olhasse pra pista de dança, tinha gente por la, e a galera levantava pra dançar no meio do jantar, deixando o prato de comida pra tras (e isso eh um otimo sinal de que a festa foi animada mesmo, pois quem ja foi a casamentos Americanos sabe que como as cerimonias/festas sao super estruturadas e certinhas).

E bem que o noivo disse que a única exigência dela era que ninguém ficasse parado, nunca! Missão cumprida!

E lá pelas tantas, quando ninguém aguentava mais comer nem beber nem dançar, um terceiro ambiente surgiu – a banda foi embora, e um DJ começou a tocar, enquanto serviam um “lanchinho” e as sobremesas, acompanhados por um bar de “shots” de Vodka Russa, ja que a noiva eh filha de Russos e fez varias mini homenagens a suas tradições.

Pra falar a verdade eu nem sei que horas voltamos pro hotel (lá mesmo em Long Island), mas sabe aquelas festas que ate no caminho de volta pra casa ninguém para de falar e rir e contar e recontar os “causos”?! Foi assim!

E o que eu mais gosto dessas festas eh que no dia seguinte esta todo mundo por lá, no mesmo hotel, então a festa continua!

Na manha de domingo os noivos receberam todos os convidados que estava hospedados no mesmo hotel para um brunch de domingo, então a festa e causos continuou por lá também!

(e logo depois do brunch, voltamos pra estção de trem e rapidinho estávamos de volta em NY!)

Adriana Miller
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17 Nov 2014
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Diario de Viagem: NY dia 2 (Time Square & Flat Iron District)

Dicas de Viagens, Nova Iorque, USA

Depois de poucas horas de sono (graças a noite divertidíssima na quinta feira!) nossa sexta começou cedo!

O clima estava bem melhor, e não tínhamos tempo a perder, pois a noite tínhamos um jantar em Long Island, então nosso dia ia ser bem curto.

Tomamos café da manha no hotel mesmo (logo na entrada da recepção do Pensylvannia tem um restaurante tipo dinner-sujão bem Nova Iorquino, que foi uma delicia!) e seguimos em direção a Time Square!

Já tínhamos ido lá no dia anterior, mas estava meio chovendo e na pressa, então queríamos voltar com calma, entrar em algumas lojas (hello Sephora!) e tirar umas fotos.

Sei que é cliché e tudo mais, mas eu adoro aquele lugar! É tipo Oxford Circus ou Piccadilly em Londres, pra mim. Só mesmo lá é que “cai a ficha” que estou em Nova Iorque, sabe?

Então negociei um tempinho livre na Sephora (sem ninguém reclamando que não preciso de mais um batom!), enquanto o Aaron foi ver umas outras lojas e minha sogra foi brincar com a Isabella na Toys’r’Us – pronto, todos felizes!

Eu poderia passar hoooooras lá dentro, e ainda bem que a rede não existe em Londres, senão iria a falência! E não é que aqui não tenha as mesmas coisas, pelo contrario (tanto a Boots quanto a Selfridges ou Harrods tem seções de beleza que deixam a Sephora no chinelo!), mas o que é aquele “corredor Polonês” na fila do caixa?! Como todas as miniaturas, e “sample packs” de todos os melhores produtos e marcas?

Acho o máximo esse conceito de vender tamanhos menores (e consequentemente mais baratos) dos produtos campeões de venda da loja – assim você acaba testando (e gostando!) de mais coisas, pois não precisa gastar muito nem se comprometer com preços altos sem saber se vai gostar do produto tal ou não (e isso eh um estratégia que as Sephoras da Europa não tem também!).

Da Time Square resolvemos seguir pela Broadway em direção sul, e conhecer um lado de Manhattan que nunca tínhamos ido – descemos toda a Broadway, passando por Chelsea e Korea Town até chegar no prédio Flat Iron, aquele de arquitetura meio esquisita, numa “esquina”!

E sim, foi tão impressionante quanto suas fotos imponentes, e a pracinha do outro lado da rua ajudou nossa seção de fotos!

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Infelizmente o tempo virou então fugimos para almoçar no Eataly, que é bem ali perto, um restaurante italiano enorme, tipo uma praça de alimentação, mas meio que um mercado de rua estilo Europeu… onde você vai escolhendo o que quer comer aos poucos, em vez de ter que fazer uma refeição mais formal (adorei o conceito! Ótima opção para almoço).

Mas nosso dia em Nova Iorque acabou cedo, pois tínhamos que nos arrumar e pegar um trem ate Long Island, onde fomos encontrar os amigos do Aaron para um Rehearsal Dinner (ou “jantar de ensaio”, que os Americanos geralmente fazem na véspera do casamento para as famílias e amigos mais próximos).

Como não sabíamos como funcionava o esquema de viajar de trem nos EUA (a pesar de já termos ido de trem para Connecticuit uma vez, numa outra viagem a NY uns anos atrás), resolvemos chegar cedo na Penn Station e tentar entender o que tínhamos que fazer.

Eu tirei poucas fotos no jantar, pois foi um daqueles programas que a conversa ta tão boa, a gente ri tanto e se diverte tanto que acaba esquecendo do resto!

Eu não conheço direito os amigos de faculdade do Aaron e encontrei com todos eles pouquíssimas vezes na vida, mas é sempre incrível como todo mundo é tão do bem, divertidos e gente boa, e todas as namoradas e esposas são igualmente gente boa, divertidas e do bem! Então mesmo quando passamos anos sem ver todo mundo, é daquelas amizades que parece que foi ontem, sabe? Acho incrível como gente do bem sempre se cerca de mais gente do bem!

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