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Roteiro de viagem Egito
Pra fechar a serie de posts sobre o Egito (chega, ne?), um ultimo post com umas dicas praticas, respondendo as perguntas de “quanto tempo precisa”, “oque dah pra fazer em X dias?” e afins.
Como contei antes mesmo de viajar, emendamos um feriadao e passamos um total de 10 dias no Egito (9, sendo que o ultimo dia fomos pra Jordania): 3 dias e 3 noites em Cairo; 3 dias e 3 noites em Luxor; e 3 dias e 3 noites em Sharm El Sheikh.
Os 3 dias que passamos no Cairo foram assim:

No nosso primeiro dia, fomos direto pras Piramides de Giza, porque nao adianta, e por mais que o Egito tenha outras atracoes turisticas menos lotadas, com menos picaretas e com mais cosias pra ver/fazer, Giza eh Giza e duvido voce conseguir passar um dia inteiro na cidade e nao querer dar de cara com elas. Passamos boa parte do dia por lah, ateh que passei mal de calor, quase desmaiei (o calor estava demais da conta!), e entao resolvemos que jah tinhamos conseguido tirar todas as fotos que queriamos.
Pegamos um taxi na saida em frente a Esfinge e fomos para o bairro Islamico, onde fica o mercado Arabe Kahn Al-Khalili pra passear na sombra (apesar de que o calor de matar continuava) e almocar.
Quando anoiteceu, voltamos pro Albergue e passamos o resto da noite trancados no ar condicionado!
No segundo dia, alugamos um carro com motorista (taxi, arranjado direto no albergue) e fomos passar o dia nos arredores de Cairo, nas Piramides de Dahshur e Saqqara. Ambas ficam afastadas do centro do Cairo e demoram bastante tempo pra chegar lah, entao considere o dia perdido – se der pra incluir mais alguma cosia no seu roreito, eh lucro.

No nosso caso, resolvemos arriscar e assim que voltamos pro centro de Cairo no fim da tarde, pegamos o metro e fomos pro Bairro Coptico, que jah estava quase fechando e nao deu pra ver tudo… Como a tarde estava mais fresquinha, fomos assistir o por do sol e jantar no jardim do Parque Al-Ahzar que tem uma vista panoramica da cidade da Citadela 9que aliais, nao estava nos planos, mas resolvemos incluir pq achamos linda demais).

No terceiro e ultimo dia no Cairo, a programacao inicial era acordar tarde e ir direto pro Museu Egipcio, mas acabamos acrodando bem cedo e fomos direto pra Citadela. Passamos umas horinhas da nossa manha por ah, e depois fomos direto pro Museu Egipcio do Cairo, que foi bem corrido (apenas uma tarde inteira), mas ficamos tao decepcionados, que realmente nao teria ficado masi tempo por lah.
Naquela mesma noite, pegamos o trem noturno que nos levou a Luxor.

A viagem de trem foi muito legal e bem tranquila, e apesar do atraso, ainda chegamos em Luxor cerca das 9 da manha – o plano inicial era passar 2 dias e meio em Luxor, no terceiro dia pegar um onibus ateh Hurgahda, onde no dia seguinte pegariamos um ferry para Sharm El Sheikh. Mas como os ferries foram cancelados, acabamos ficando 3 dias e 3 noites em Luxor, que foram assim:
No primeiro dia, assim que fizemos check in fomos direto pro Templo de Karnak, que fica ha uns 10 minutos do centro da cidade. Como estavamos sem guia nem grupo de excursao, pudemos passar quantas horas quisemos lah dentro, e foi bom demais. Apesar de ser um tempo enorme e o sol estava de matar (Luxor ficar mais a sul, entao estava ainda mais calor que o Cairo), ainda rolavam umas sombrinhas embaixo das colunas de pedra, e deu pra aproveitar melhor nosso tempo por lah.

Mas antes mesmo de sair do albergue nesse dia, tinha combinado um passeio de Feluca pelo Rio Nilo, que acabou sendo um passeio particular, com o barco todo soh pra gente! Depois que o sol se pos, fizemos um passeio pela Corniche de Luxor (calcadao “beira-Rio”) e jantamos num peh sujo local que tinham uma comida dos Deuses!

Nosso segundo dia fizemos um passeio pelo Vale do Reis e das Rainhas, que fica no vale do deserto nos arredores de Luxor. Inicialmente tinhamos pensado em fazer todos os passeios independente, mas nao existe transporte publico que vah praquelas bandas, e o sol estava quente demais pra fazer qualquer cosia que nao envolvesse ar condicionado! O Vale seria o tipo de lugar que eu passaria o dia todo entrando de tumba em tumba, mas como estavamos de excursao, foi tudo bem corrido, e as 2:30 da tarde jah estavamos de volta em Luxor.

Acabamos perdendo a tarde toda tentando resolver como chegariamos em Sharm El Sheikh depois que descobrimos que nosso ferry tinha sido cancelado, oque foi bem estressante, e estragou nossos planos originais de pasar a tarde/noite no templo de Luxor. Mas mesmo assim fomos jantar no restaurante Roof Top (em cima do Snack Time e ao lado do McDonalds) que tem vistas privilegiadas para o Templo de Luxor e o rio Nilo. A noite, ficamos batendo perna pelo centro da cidade e passeando no Souk.
No terceiro e ultimo dia em Luxo fomos direto pro Templo de Luxor, onde passamos boa parte do dia. Quando o calor comecou a ficar insuportavel, fomos nos esconder no Museu de Luxor, que apesar de bem pequeno (mesmo em comparacao com o Museu do Cairo) eh novissimo, super bem organizado e com um ar-condiconado congelante delicioso!
Na nossa ultima noite em Luxor, voltamos ao Templo de Luxor para ver o show de luzes a noite.

O voo para Sharm El Shiekh saiu bem cedo, e durou apenas uns 40 minutos (se isso tudo!). Chegamos no hotel bem cedo, resolvemos pedir um up grade pro All Inclusive, e passamos os dois dias seguintes sem fazer absolutamente nada!
Dois dias cansativos de cocktails na beira do Mar Vermelho, soneca na beira da Piscina, e comer ateh explodir, e snorkel com peixinhos coloridos.

Nosso nono e ultimo dia (inteiro) da viagem comecou cedissimo, as 3:30 da manha, quando comecamos a maratona de viagem ateh chegar em Petra, na Jordania, e soh acabou as 2 da manha do dia seguinte.

E voila!
Voamos de volta pra Londres direto de Sharm El Sheikh, pra nao perder tempo de viagem fazendo conexoes e afins…
Egito e Jordânia: antes de ir
Eu nao gosto de postar roteiros de viagem antes da viagem de fato acontecer, porque já aprendi que planos mudam, perrengues indeseados e afins que nos obrigam a mudar os planos, mas pra começar a organizar as ideia, e os posts, vou comecar uma serie de posts com detalhes sobre nossa upcoming viagem ao Egito e Jordania na semana da Pascoa.
A viagem vai durar 10 dias, e na verdade a Jordania vai entrar apenas como uma opçnao bate-e-volta, porque… bem porque nao consegui resistir, estar ali ato perto e nao dar um pulinho em Petra!
Por mais que o Egito seja considerado um lugar dificil de viajar por conta propria, nao gosto de programas e excursoes de agencias, e nem sequer achei nada que fosse similar ao que queremos fazer. Entao nossa viagem sera toda e totalmente independente. E alem disso, ainda resolvemos encarar essa viagem o MAIS barato possivel, bem mochileiros mesmo. Já que é pra ser roots, entao entramos de cabeça!
Pra começar começamos nossa passagem da British Airways ha 7 meses atras – apesar de já existirem opcoes low cost voando para o Egito (EasyJet voa para diferentes destinos na Riviera do Mar Vermelho), compramos BA atravez do site Opodo.co.uk que nos dava a flexibilidade de comprar uma pasagem multi-stop, ou seja, esse site não te obriga a comprar passagens de ida e volta a um determinado lugar. Entao conseguimos comprar a passagem de ida pro Cairo, e a pasagem de volta saindo de Sharm El Sheikh.
E decidimos comprar esse tipo de passagem , pois assim nao ficamos presos a ter que perder um dia inteiro da viagem pra voltar oa Cairo apenas pra pegar um avião. E eu queria, porque queria incluir o mar Vermelho no nosso roteiro (pois seria a unica maneira de chegar em Petra, na Jordania).
Alem disso, tivemos que desistir da ideia de fazer um cruzeiro pelo Rio Nilo – que pra mim sempre foi sinonimo de viagem no Egito – pois esse tipo de viagem tomaria muito tempo e dinheiro, e a medida que fomos pesquisando mais e mais sobre viagens independentes no Egito, mais descobrimos que poderiamos fazer basicamente os mesmos passeios, estando em terra firme.
Mas chega de ladainha, e aqui esta nosso roteiro (planejado, quando voltar, conto como ficou o roteiro final):
- Voo Londres – Cairo: Entao passaremos 3 dias e 3 noites no Cairo, hospedados no Albergue Nubian Hostel, que custou – pasmem! – 6 Libras cada um!
- Do Cairo, vamos encarar um trem noturno para Luxor – a viagem dura umas 9 horas, e compramos a opção “1ª classe”, que tem uma cabine privada, com duas caminhas, banheiro e inclui “serviço de bordo”. Viajar de trem pelo Egito é cheio de restriçoes a turistas, por causa da segurança e o trauma de ataques teroristas no passado. Por isso, hoje em dia, apenas 1 empresa é autorizada a transportar turistas em seus trens, em alguns horarios por dia. Mais informaçoes no site da empresa responsavel, Abela Sleeper Train.
- Em Luxor ficaremos mais 3 dias, hospedados no albergue Princess Hostel (que custou – pasmem! – menos de 4 Libras cada um) sendo que a ultima noite, será dormida em Hurgada, onde na manha seguinte pegamos um speed-ferry diretamente a Sharm El Sheik.
- E para ter ferias das ferias, os ultimos dias serão passados na beira da praia e scuba diving no Mar Vermelho, hoespedados no hotel Sol Sharm.
- A viagem day-trip a Petra na Jordania será feita num dos dias que estaremos em Sharm El Sheikh, oque parece um certo exagero da minha parte, mas depois de pensar, repensar e babar em fotos, eu me conheço bem e sei que me arrependeria demais se nao aproveitasse a oportunidade.
Mas como vai ser tudo meio corrido, depois de fazer muitas pesquisas sobre como chegar na Jordania, quanto custa e quanto tempo demorar, descobri a a melhor opcao mesmo é fazer tudo via agencias locais. Peguei algumas recomendações no Trip Advisor e fechamos nossa Tour com a empresa Sharm Club, que estao cuidando de tudo pra gente (teoricamente teriamos que pedir o visto pra Jordania 2 dias antes da viagem, mas nao teremos tempo pra isso, entao eles estao arranjando tudo e toda papelada em nosso nome).
E depois disso, voltaremos pra casa exaustos e com algumas milhares de fotos a mais!
Florença e Toscana: na Pratica
Nesse post não terei a pretensão de escrever um post completissimo sobre uma regiao tão grande e diversa quanto a Toscana. Serão apenas algumas sugestões de como se organizar e planejar pra conseguir aproveitar (um pouco do) o melhor que a regiao tem a oferecer, sem gastar muito tempo, nem muito dinheiro.
Pra começar, a maneira mais facil, simples e barata de viajar pela Toscana é de trem! A TrenItalia, compania ferroviaria Italiana, é super eficiente, e chega a literalmente, todos os cantos do pais.
Na toscana em particular, eu arriscaria dizer que 99,9% das cidadezinhas tem uma estacao de trem. E apesar de existirem um zilhao de opcoes de lugares pra conhecer, as cidades sao relativamente bem proximas umas das outras, e dá pra chegar em quase todos os lugares que vc quer ir em menos de 1 hora de trem, gastante cerca de 5 Euros por trecho e sem se estressar com nada.
Não precisa nem se preocupar em comprar as passagens com antecipação; basta chegar na estação, ir direto na maquina self-service, comprar seu ticket, “convalidar” na maquininha amarela da plataforma e voilá! (mas por precaução, vale a pena dar uma olhadinha no site só pra ter uma ideia dos horarios, conexoes, etc).
Começando por Florença (as dicas e roteiro já estão AQUI), que eu recomendaria pelo menos uns 3 dias dedicados a cidade, e é a cidade ideal para servir de “base de exploração” pro resto da Toscana.
A cidade é relativamente pequena, e super facil de navegar, mas a recomendaçnao numero um é tentar se hospedar o mais proximo possivel do centro da cidade, ou o Centro Storico. Uma boa localização vai facilitar sua vida na hora de visitar a cidade, chegar na estaçnao de trem, achar bons restaurantes etc.
Nós ficamos hospedados no Hotel Medici, exatamente no centro da cidade e a meio quarteirao de distancia da Piazza Duomo, pagando miseros 40 Euros por noite, para um quarto uplo, com banheiro e café da manha. E pra melhorar ainda mais, como chegamos cedo e nosso quarto aidna nao estava pronto pro Check in, nos deram um “up grade” para um dos apartamentos do predio adjacente, que era um mini studio com sala, quarto e banheiro (que caberiam facilmente umas 4 ou 5 pessoas lá dentro).
E pra completar, o hotel ainda tem um varandão na cobertura, com uma super vista do Duomo!
Nao espere luxo nem paparicos, mas por esse preço, nada compensa a localizacao, serviço e conveniencia do Hotel Medici!
Outras opções de viagens pela Toscana, usando Florença como base da viagem ou nao, sao inifnitas. Mas digamos que alguem tenha 1 semana disponivel na Toscana e quer conseguir explorar bem a regiao. Alem dos 3 ou 4 dias em Florença, minha sugestao seria:
- 1 dia em Pisa: Pisa é um dos principais cartões postais da Italia e fica a menos de 1 hora de trem de Florença. A passagem custa menos de 6 Euros, e chega bem no centro da cidade. Explorar Pisa é super facil, e sinceramente voce nao precisará mais que algumas horas.
- 1 dia em Siena: Siena é outra tipica cidade Toscana que fica pertinho de Florença e requer menos de 1 dia pra ser explorada. Alem da muralha medieval, Siena é sede do famoso Palio de Siena que acontece todos os anos na Piazza del Campo.
- 1 dia em Arezzo: Não tem nada a ver com a loja Brasileira de sapatos… mas foi a cidade-cenario do filme “La Vita é Bella” (filme de Roberto Benini, que ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro em 1997) e é cercada de viniculas de vinho Chianti por todos os lados.
E pra estiver com um pouco mais de tempo, nas redondezas ainda estao: Lucca, Carrara (a cidade dos marmores) e La Spezia (região onde estao as “Cinque Terre“).
Mais fotos de Pisa e Florença:
- Pisa e Florença (minha versao com centenas de fotos nao-editadas)
- Aqui (a versao consisa e selecionada do Aaron)
Roteiro de viagem Florença
Florença é a capital da Toscana, e é uma cidade que consegue personificar sozinha todas as imagens que as pessoas teem sobre a Italia.
Afirmar que a cidade é um museu a ceu aberto, pode soar como um clichet, mas é a mais pura verdade. E por mais que outras cidades do mundo tentem clamar a mesma “alma” artistica, apenas Florença é de fato o berço do Renascimento, onde personagens da arte e cultura Italiana (e mundia!) como Dante, Michelangelo, Machiaveli, Boccicello, entre outros, moraram, estudaram e se desenvolveram nos genios que se tornaram.
Durante todo seculo 15 a cidade esteve sobre o dominio da familia Medici, donos de um poderoso imperio comercial e bancario, que investiam pesadamente em arte e cultura, e catapultaram Florença como uma das principais cidades mundias da epoca – investindo em pinturas, esculturas, arquitetura, Igrejas, palacios, pontes, etc. Sobrevivento até hoje como um polo cultural mundial.
Clique para ampliar o mapa.
Navegar pela cidade é bem facil – a cidade é pequena, e apesar de ser lotada de ruelas e becos dificeis de achar, a parte turistica é bem intuiva, e todos os caminhos leval ao Duomo!
A Piazza del Duomo é um otimo ponto de referencia, e as duas principais ruas da cidade começam/terminam lá: Via dei Calzaioli, para pedestres, passando pela Piazza Signoria até o rio Arno, e em paralelo a Via Roma, que passa pela Piazza Della Republica atá a Ponte Vecchio.
Transporte publico é praticamente inexistente no Centro Storico, mas é dispensavel – a cidade é proporcionalmente minuscula e dá (e deve-se!) pra fazer tudo a pé.
Entao começando o roteiro pela Cattedrale di Santa Maria del Fiori, ou o Duomo, que é o cartao postal de Florença e domina a paisagem da cidade. O Duomo é sem sombra de duvidas uma das igrejas mais bonitas do mundo, e em Firenze as pessoas se referem a ele como “a Igreja do lado do avesso”, oque é a mais pur verdade!
O interior é bem sem gracinha, mas em compensação, o exterior é tao rico de detalhes, completamente coberto por marmores brancos, verdes e rosa, e demorou 150 anos pra ser construido. Os afrescos sao de Vasari e Zuccari e os vitrais sao obra de Donatello.
Bem do lado da catedral, esta o Campanilli, a torre do sino, projetado e construido por Giotto (com 82 metros de altura).
Bem em frente esta o batisterio, o Battistero di San Giovanni, que é a construção mais antiga de Florença, e que batizou Fiorentinos ilustres, como o Dante Allighieri (o interior foi reformado alguns anos depois, e inclui mosaicos com cenas do “Inferno” de Dante (parte da Divina Comedia).
Um dos principais pontos do Battistero é a porta de Bronze, o “Portao do paraiso” (que fica bem de frente pro Duomo), projetado e construido por Lorenzo Ghiberti – que ganhou a concorrencia, aos 23 anos, mesmo estando concorrendo contra nomes como Donatello – Ele demorou 21 anos para terminar as esculturas das Portas do Battistero.
Seguindo pela Via dei Calzaioli até a Piazza della Signoria, onde esta o Palazzo Vecchio, a prefeitura de Florença e antigo palacio da familia Medici; Loggia dei Lanzi, arcos “abertos” ao lado do palacio, que parece um museu de esculturas sem portas, entre outros predios e palacios historicos convertidos em hoteis, lojas e restaurantes.
Uma das principais caracteirticas da Piazza della Signoria sao as esculturas. Muitas, por todos os lados – as mais marcantes sao a replica da escultura David de Michelangelo (o original esta no museu Academia) e a Fonte de Netuno, com esculturas originais feitas por Bartolomeo Ammannati.
Bem ao lado da entrada do Palazzo Vecchio esta a entrada do museu Palazzo degli Uffizzi, que hoje em dia é um dos principais museus de arte classica e renascentista da Europa. O nome do Palacio, significa literalmente “predio de escritorios”, pois a origem do predio era servir de “escritorio” para o Cosimo de Medici, em 1560. Ao longo dos anos, a familia Medici, alem de rechear seus palacios pessoais de obras de arte, eles tambem encheram os “escritorios” de pinturas e esculturas. A medida que a familia foi acabando, sua ultima herdeira, Maria Luisa, criou o museu em 1765, reunindo quase toda coleção e acervo pessoal da familia.
Pra quem pretende conhecer o museu (imperdivel!) a dica é pagar 4 Euros a mais pra comprar a entrada reservada/preferencial e nao ter que enfrentar fila; ou entao chegar lá BEM cedo! Nos chegamos na porta do museu menos de meia hora depois que abriam as portas, e mesmo assim esperamos quase 2 horas na fila!
As medidas de segurança sao bem estritas, e os segurança só deixam entrar cerca de 20 pessoas a cada 15 minutos… do the math…!
O museu propriamente dito é bem pequeno, quando comparamos com museus como Louvre ou o British Museum, mas é super bem organizado, com salas separadas por estilo ou artista, e esta recheado de obras originais emocionantes – pra mim a principal do Ufizzi é a “O nascimento de Venus” do Boticcelli!
A partir dos arcos de saida/entrada do Ufizzi tem a visao perfeita da Ponte Vecchio. A aponte é conhecida por ser uma das mais antigas da Europa e coberta de lojas de joias de cabo a rabo!
Originalmente a ponte era reduto dos acogueiros de Florença, que cortavam e vendiam carnes nas bancadas da ponte, e jogavam os restos no rio Arno. Porem, com o tempo o rio ficou sujo e a agua contaminada, que espalhou doenças entre a população e ecomeçou a espantar visitantes – entao o governo da epoca, pra mudar a imagem da principal ponte da cidade, decidiu que apenas joalherias poderiam vender produtos ali – oque permanece até hoje!
Ha 6 anos atras, uma das minhas areas preferidas da ponte eram onde estavam todos os cadeados, cercados de juras de amor eterno! Entao eu estava mega empolgada pra ir lá com o Aaron e deixar nosso cadeado tambem… mas pra minha surpresa, os cadeados estão terminantemente proibidos na ponte, com direito a multa de 160 Euros e policiais tomando conta da area! (aparentemente a quantidade de cadeados aumentou ridiculamente, e comecou a se espalhar por todos os cantos da ponte – entao, oque era tradição Fiorentina, virou palhaçada, danificando alguns monumentos).
A rua que segue a partir da Ponte Vecchio é a Via Per Santa Maria, e seguindo reto, cai direto na Piazza Della Republica, onde fica o Forum da cidade e o antigo mercado.
Outras atrações imperdiveis da cidade são: O Pazzo Pitti, que foi um dos principais, maior e (se nao me engano) o ultimo palacio da Familia Medici, que hoje em dia é um museu, onde se pode visitar os antigos apartamentos da familia, parte de sua antiga coleção de obras de arte, e principalmente o Giardino di Boboli (jardim das esculturas).
Galleria Della Academia é o outro museu principal de Florença, onde estão varias obras originais de Michelangelo, alem da escultura original “David” (que foi transferido da Piazza Signoria em 1873, para ser melhor preservado).
E pra mim uma das melhores areas da cidade é a Piazzale Michelangiolo, que pode-se dizer que teoricamente esta fora da cidade (mas de taxi, se chega ateh lah em menos de 5 minutos e custa 5 Euros; ou apeh, que nao vai demorar mais de 15 minutos – a partir da Ponte Vecchio).
Mas é uma pracinha, com outra replica do David (dessa vez em bronze) que tem uma vista sen-sa-ci-o-nal!
Sem sombra de duvidas, não tem lugar melhor em Florença para estar na hora do por do sol, oferencendo a vista completa da cidade, a cupula das igrejas, sinagogas e pontes do rio Arno.

Florença é uma cidade que tem muita coisa pra ver/fazer, mas ao memso tempo é bem compacta e facil de se locomover.
O ideal, pra quem quer viajar com calma, entrar nos palacios e visitar os museus, seriam pelo menos uns 3 dias em Florença. Uma viagem de fim de semana fica meio corrida, mas tambem é possivel, cortando alguns museus do seu roteiro.
Pra quem for viajar com tempo, oque nao faltam sao outras opcoes de coisas pra fazer pela cidade e arredores, pela Toscana.
Roteiro de viagem Dubai
Ainda tenho mais cosias pra escrever sobre Dubai, mas como tem sobrado ideias e faltado tempo, vou contar mais ou menos como foi nosso roteiro de viagem – oque tinhamos planejado fazer e oque acabamos tendo tempo de fazer. Oque valeu a pena, oque eh imperdivel e afins.
A Fe Costa, que mora em Dubai foi uma grande ajuda! Obrigada Fe! Por ser um lugar que nunca esteve no meu top 10 de vontade de conhecer, eu tinha pouco ideia doque realmente queria ver e fazer em Dubai. Foi uma viagem de oportunidade e fomos com tudo, mas meio perdidos.
Alem disso, tinhamos pouco tempo, apenas 5 dias (na verdade 4 dias, pois nosso voo acabou mudando pra um horario mais cedo) que sempre dizem ser mais que suficiente pra conhecer a cidade toda. Porem, ainda queriamos ter tempo de aproveitar a cidade, passar umas tardes/manhas no resort, e umas horinhas que fosse na praia e na piscina.
Na nossa programacao original, tambem tinhamos planejado ir a Abu Dhabi, que acabou nao dando certo, pois varias coisas nao sairam como tinhamos imaginado! Mas fazer, oque certo? Eu sou super perfeccionista-maniaca-compulsiva quando planejo minhas viagens, mas sei que imprevistos acontecem, e temos que nos virar do jeito que for!
Uma outra coisa que me surpreendeu bastante em Dubai foi a dificuldade de ir e vir. Na verdade eu jah imaginava que seria dificil, mas foi pior que imaginava. Tudo eh muito longe, nao existe transporte publico praticamente, e a cidade foi planejada para carros apenas. Nao existe calcada, a grande maioria das ruas (pelo menos na area turistica) sao na verdade auto estradas e voce fica muito, mas muito dependente de taxi o tempo todo.
No nosso primeiro dia, assim que chegamos no hotel tentamos pedir informacao sobre “aluguel” de um taxi – assim teriamos um carro e motorista pra nos levar pra tudo quanto eh canto o dia todo, mas ou menos como fizemos no Camboja, mas todas as pessoas para qual perguntamso sobre isso nos olharam como se fossemos loucos (apensar de que recebemos essa “recomendacao” como sendo uma cosia bem comum em Dubai). No final saiu mais barato fazer tudo autonomo, pegando taxis aqui e ali (que no geral sao bem baratos), mas era uma preocupacao a mais ter que ficar catando taxi por onde iamos.
Depois pensamos tambem em pegar algum daquelas onibus Double Decker de turismo, que daria mais ou menos no mesmo – assim poderiamos subir e descer onde queriamos e tal. Mas o tempo foi correndo e entre check in, tomar banho, pedir informacao etc, perdemos 2 horarios do onibus 9que soh passava no nosso hotel de hora em hora) e acabamos pulando num taxi e indo direto pra Deira, ver os Old Souks (e o resto voces jah sabem….). Numa cidade como Dubai, os onibus de turismo hop on hop off sao uma otima opcao!
No roteiro original, nos tinhamos planejado fazer um super-mega tour, e ver quase a cidade toda em um dia.
Entao nesse primeiro dia da viagem queriamos fazer: Overview pela cidade, conhecendo a The Palm, Atlantis, Sheik Zayed Road, Emirates Towers, old town, creek, dubai museum, old souk, madinat jumeirah.
Acabou que fizemos uma visita frustrada na regiao de Deira/Creek (old town, creek, old souk), e de lah passamos o resto da tarde no Emirates Mall e Ski Dubai, com um passeio rapido pela Sheik Zayed Road e vimos os predios da Emirates soh de longe.
Se nao tivessemos chegado por lah numa sexta feira, os problemas que tivemos teriam sido bem diferente, e acredito que essa programacao teria sido possivel sim.
No segundo dia seguinte, sabado e segundo dia da viagem, acordamos relativamente cedo e fomos direto pra ilha Palm Jumeirah e o hotel Atlantis, e na parte da tarde tinhamos reservado um safari no deserto.
Voltamos pra almocar no nosso hotel, ficamos um tempinho pelo jardim e praia e nos arrumamos pro safari. Acabamos levando um mega cha de cadeira, ligamos pra empresa, foi a maior confusao, o concierge do hotel nos ajudou, mas no fim das contas resolvemos cancelar tudo e remarcar, com outra empresa pra fazer o safari na segunda feira a noite.
Por causa disso mudamos novamente nosso planos; cancelamos a visita a Abu Dhabi (que seria na segunda feira – ultimo dia “inteiro” da viagem), pegamos um taxi e fomos direto pra praia Jumeirah e para o Hotel/Souk Madinat. Ficamos por lah ateh anoitecer e depois fomos para o Dubai Mall jantar e ver o Burj Khalifa iluminado.
Domingo era pra ter sido o dia de descansar! Meu aniversario, valentine’s day… mas depois de uma sexta feira e um sabado desastroso, onde nenhum de nossos planos deu certo, resolvemos que seria melhor nao perder tempo. Acordamos e fomos direto pra Mesquita Jumeirah e assistimos a palestra do Open Doors, Open Minds; depois de fazer o tour pela mesquita, tirar umas quantas fotos e tal, seguimos em direcao a praia Jumeirah para conseguir tirar umas fotos de perto do Burj Al Arab. Quando pensamos em ir pra casa, resolvemos dar uma ultima passadinha no Dubai Mall, almocar e tentar tirar umas fotos melhores do Burj Khalifa durante o dia.
Voltamos pro hotel e passamos o resto da tarde na praia, lendo na beira da piscina e relaxando.
A noite fomos comemorar meu aniversario no bar do Burj Al Arab, que virou madrugada a dentro!
Segunda foi nosso ultimo dia inteiro em Dubai e resolvemos nao fazer nada! Acordamos tarde, e passamos o resto do dia comendo, bebendo, indo pra praia, piscina, tirando fotos e tal. ateh que as 3:30 da tarde jah estavamos prontos pro Safari no Deserto!
Terca feira (5- e ultimo dia de viagem) ficamos um tempinho no hotel, mas preferimos chegar cedo no aeroporto e ficar passeando pelo duty free!
Ou seja, nao foi uma viagem nada corrida, mas em compensacao deixamos de ver varias coisas consideradas “must see” de Dubai. Mas ao mesmo tempo, sinto que fizemos TUDO que realmente queriamos fazer, sem necessariamente ter que ficar desesperados de um lado pro outro.
Daria pra encaixar outras cosias aqui e ali, ou entao ter feito os mesmo programas em uns 3 dias – mas para nos essa foi uma viagem relaxante, de ferias mesmo, que eh bem diferente doque normalmente fazemos.
E apesar dos pesares, foi exatamente como queriamos!
Depois volto pra falar sobre oque/como se vestir em Dubai; compras; transporte e locomocao pela cidade; recomendacao de hotel.
Tudo que eu preciso eh um pouco mais de tempo entre trabalho-casa-volta as aulas!
Roteiro de viagem Roma e Vaticano
Ha uns meses tras a regiao central da Italia foi atingida por um terremoto, e os telejornais nao paravam de repetir o quao perigoso um terremoto desse (mesmo em pequena escala) era na Italia nao soh pelos perigos obvios de um terremoto, mas tambem pela possivel destruicao historica. Assistimos um debate na TV entre um historiador e um geologista analisando as chances (altas) de Roma ser vitima de um terremoto devastador nas priximas decadas e imediatamente o Aaron se desesperou: “Oh my god! Eu nao conheco Roma!”.
Porque? Bem, porque ele odeia planejar viagens, e apesar de repetir ha anos qu queria conhecer Roma, ele nao movia um dedo, e eu (que adoro lanejar viagens) dou preferencia a viajar para lugares que ainda nao conheco. E entao fui deixando pra lá, até que uns meses tras achei umas passagens da EasyJet por 40 libras (ida e volta, incluindo taxas!) para um fim de semana em Roma! Ok? Ok! Marquei tudo e apenas tinhamos que esperar ansiosamente Janeiro e torcer para que nada destruisse Roma! Haha!
Um fim de semana definitivamente nao é suficiente pra conhecer a cidade, seja voce uma aficionado por historia como eu ou nao, mas Roma é sem duvidas uma das cidades que mais tem coisas pra ver no mundo!
E mesmo que voce mal saiba quem foi Cesar, oque fez Mussolini ou Michelangelo, é impossivel atravessar a rua em Roma sem dar de cara com um monumento, um predio historico ou alguma coisa simplesmente fenomenal (e sem duvidas, muito antiga!!).
Mas digamos que entre as centenas de coisas que tem pra fazer em Roma, a cidade definitivamente tem um Top 10 de atracoes imperdiveis, e por causa do layout de constroi-destroi e constroi por cima da historia Romana é super facil de se andar pela cidade, e focando nas coisas “principais” dá ver a cidade todinha (e até repetir!) em um par de dias!
Como as nossas “48 horas” em Roma começou num sabado de manha, entao preferimos começar o tour pelo Vaticano, para evitar a confusao da missa de Domingo (o proverbio “ir a Roma e nao ver o Papa” nao funciona muito bem pra mim…).
O Vaticano por si soh, pode virar uma viagem independente, pois apesar de ser o menor Estado do mundo (0,44 Km2!!!) é rechado com algumas das obras de arte mais preciosas do mundo e guarda (esconde?!) alguns dos maiores segredos do mndo ocidental… Para os fans de arte e historia sacra o Vaticano é o paraiso na terra (sem querer fazer trocadilhos em vão), pois alem da maior e princiapl igreja do mundo, é tambem a casa do Museu e Biblioteca do Vaticano.
Mas para o turista lugar-comum, como eu e voce (!) eu diria que uma manha dá pra ver bem os pontos principais do Vaticano. Só cuidado com a epoca do ano que voce for… no verão a cidade fica lotada e a fila pra entrar na Basilica de Sao Pedro dah voltas e voltas no quarteirao, oque por si só pode acabar ocupando toda sua manha… Alem disso, no verao, cuidado com pernas e ombros de fora!
Com fila ou sem fila, a Basilica di San Pietro é imperdivel e vale a pena a espera! A Basilica foi construida, parcialmente, com projeto de Michelangelo, e a praça em frente é obra de Bernini. Por dentro o tamanho é descomunal, um enorme espaço aberto e arejado… com uma sensação de paz enorme. E recheado de obras de arte e historia por todos os lados. Logo na entrada, ao lado direito de quem entra esta a escultura “La Pieta”, esculpida por Michelangelo aos 25 anos… A cupula tambem é aberta a visitação, por um preço extra e o porão tamebm aberto a visitação, que alem de mostrar a estrutura original da antiga Igreja e varios achados arqueologicos, é onde fica tambem a Tombei dei Papi, onde estao as tumbas de todos os antigos papas “modernos” (muitos outros estao dentro da Basilica), inlcuindo a recen contruida tumba de Joao Paulo II (na ultima vez que fui a Roma, em Janeiro de 2006, ele tinha acabo de morrer e a seção onde hoje esta seu tumulo ainda estava sendo construida).
De lá emendamos diratemente com o Museu do Vaticano (cuja entrada é pela lateral do muro, e demorou muito pra descobrir isso…), mas como o tempo era curto fomos direto em direção a Capela Sistina.
Porem, pra quem tem um pouquinho de tempo a mais (ou mais algumas “horas” no dia – como fomos em pleno inverno, o dia cabava bem cedo, por volta das 4 da tarde!), vale a pena passar algumas horinhas dentro do museu e passear por pelo menos algumas da areas mais populares do museu, como o Musei di Antichitá, que contem o maior numero de obras classicas do mundo, o Musei Egizio, com inumeras peças Egipcias “conficadas” pelas missoes e expansoes Cruzadas da Igreja Catolica, e alguns dos apartamentos Papais, como por exemplo a Stanze di Rafaello, que era o apartamento privado do Papa Julio II e foi todo decorado por Rafaello.
Mas a principal atração do museu é memso a Capela Sistina, que construida em 1473 é até hoje uma das areas mais importantes do complexo do Vaticano, sendo a capela escolhida para sediar o Conclave Papal, onde os Papas sao eleitos.
Lá dentro fotos sao expressamente proibidas e é TAO lotado, mais TAO lotado que voce mal consegue ver direito… mas vale a pena… é impressionante imaginar como todos aqueles paineis foram pintados a mao, oque eles significam para o mundo e quanta coisa aquela sparedes já presenciaram…
Na saida do museu, Seguimos diretamente a Via della Conciliazione até chegar na Piazza Adriana, onde fica o Castello Sant’Angelo, fortaleza construida pelo Imperador Adriano (em 138 d.c.!!!!), servindo como fortaleza Papal, prisao e palacio alem de até hoje servir como forte das joias Papais e do Vaticano.
Adoro essa plaquinha, e todas as outras espalhadas por Roma com o MEU nome! :-)
Alem do castelo ser uma atração por si só, a ponte Dei Angeli é impressionante, com 12 Anjos de marmore delineando a ponte e crizando o rio Tevere.
Cruzando a ponte para o lado leste da cidade, se torna praticamente impossivel nao dar de cara com algum monumento!
Seguimos nos perdendo pelas ruazinhas de Roma até chegarmos na Piazza Navona, composta nao apenas de inumeros cafes, restaurantes e artistas de rua, mas 3 lindas fontes construidas por Bernini e seus alunos. A central, e principal, é a Fontana dei Fiumi, e representam os 4 grandes rios do mundo: Ganges (Asia), Nilo (Africa), Danubio (Europa) e Prata (Americas). Em cada uma das pontas da praça estao as fontes Del Nettuno e Del Moro. (a fonte central estava coberta para reforma esse fim de semana, entao essas fotos sao antigonas!)
De lá o dia já estava escurecendo, entao fomos direto em direção ao Pantheon. O Pentheon é considerada a mais antiga Igreja do mundo, pois na verdade foi construida em 27 a.c. como um templo pagão a todos os Deuses. Apenas em 609 d.c. o Papa Bonifacio IV converteuo templo a uma igreja catolica dedicada a Virgem Maria, e onde foram sepultados varias personagens ilustres da historia Italiana. A Igreja é tao imponente e diferente que nao tem como nao ficar de queixo caido. O espaço circular, a maior porta de bonze do mundo e culunas, que apesar de enoooormes, foram esculpidas a partir de pedaços unicos de pedra. E a cupula, que é tao alta que parece ter apenas um buraquinho… mas na verdad a abertura central tem 9 metros de diametro!! Mas e quando chove?!? O centro do chao de marmore é levemente “curvado” bem embaixo da cupula e disfarçadamente nos desenhos do marmore do chao estao pequenos buracos que ajudam a drenar a agua!
Nesse ponto do dia, já estava escuro, mas mesmo assim seguimos em direçnao a Fontana de Trevi, que na minha opiniao é um dos lugares mais bonitos e romanticos de Roma!
O unico problema é qu na verdade a cidade cresceu de uma tal maneira em volta da praça, que acabou nao sobrando espaço nenhum pros turistas! Consequencia: a praça em frente a Fontana esta sempre, constantemente lotada de gente, e é quase impossivel comseguir uma boa foto…
Aproveitamos pra catar um restaurante pelas ruazinhas daz redondezas e entramos no primeiro lugar que achamos que nao tinha paineis de neon, num uma pizza de plastico na calçada nem um italiano irritante te tendando convencer a entrar!
Acabamos achando o L’Archetto, onde comi uma das melhores pastas que já provei na vida! No final veio a “boa” surpresa: jantar para dois, incluindo bruschetta de entrada, primo piato, vinho espumante, sobremesa e coperto (taxa de couvert cobrada na Italia como “taxa” para sentar nos restaurantes) saiu por 35 Euros! Se tivessemos ido alguns quarteiroes mais a frente, teriamos pagao, facil, pelo menos o dobro desse preço!
O dia seguinte começou cedo! Acordamos com a missao de chegar no Coliseu ANTES de sua abertura, pois a unica exigencia do Aaron para o fim de semana era conseguir entrar no Coliseu, coisa que eu nunca tinha feito, pois a fila era sempre descomunal!
Estavamos hospedados perto da estação de Termini (mais detalhes no fim do post) entao fomos andando até o Coliseu e aproveitamos para conhecer a Igreja Santa Maria Maggiore.
Mas conseguimos atingir nosso objetivo, e quando chegamos no Coliseu, 10 minutos depois da abertura das portas (as 9 da manha!) nao pegamos fila, e o melhor, o inteior estava praticamente vazio! otimo pra tirar fotos!
Depois de algumas horas lá dentro (enrrolando bastante e tirando muita foto, porque na verdade as ruinas estao em pessimo estado e nao dá pra ver ou fazer muita coisa lah dentro), seguimos em direção ao Forum Romano, que um dia já foi o centro do Imperio Romano!
Começando pelo Arco de Constantino e seguindo pela Via dei Foro Imperiali até entrar na area arqueologica do Forum. Eu sou suspeita pra falar, pois na verdade nao gosto do Forum Romano. Na verdade eu chego a sentir uma certa raiva e uma frustracao generalizada com o estado de conservação do forum. Tudo bem que hoje em dia já esta bem melhor doque estava ha 4 anos atras, mas mesmo assim, fico um pouco chateada com o descaso do local.
Eu sei que sao milhares de anos (literalmente) de construcoes e destruicoes, guerras, terremotos e afins, mas hoje em dia a area do forum mais parece uma area de deposito de pedaços de pedras e restos de colunas… Nao que eu queria (ou espere!) que alguem tente reconstruir alguma coisa, mas ainda assim acho que falta informacao e instrução sobre oque é oque, onde era oque. E pra mim, que adoro historia, é desesperante ver aquilo tudo jogado e abandonado por lá…
MAs seguindo em frente…. Do Forum fomos direto pra cima do Campidoglio, prça construida/desenhada por Michelangelo, cercado de palacios e museus nos 3 lados da Piazza, com 2 leoes Egipicos na base da escada, tambem esculpidos pro Michelangelo e uma estatua de Brinze de Marco Aurelio no centro (Seculo 2).
Descendo as escadarias do Campidoglio chegamos na Piazza Venezia e o predio-monumento Vittorio Emanuelle II, aparentemente odiado pela maioria dos Romanos.
mas na verdade essa praça é uma otima referencai turistica, e um otimo ponto de partida para roteiros pela cidade, pois ali se encontram algumas das ruas e avenidas mais importantes da cidade, como a Via dei Foro Imperiali, a Via del Corso, Via Quattro Novembre. O MOnumento foi construido pra comemorar a unificação da Italia e já foi casa oficial do Mussolini.
De fizemos o roteiro obvio pela Via del Corso, que é uma das principais ruas de Roma, e voltamos a Fontana de Trevi e Pantheon, para rever os monumentos e tirar fotos com a luz do dia (ambos ficam a alguns quarteiros da Via del Corso, nas ruazinhas laterais), mas logo seguimos nosso roteiro em direção a Piazza di Spagna, no final da Via Condotti, que é sem duvidas a rua de compras mais cara da cidade!
A Escadria da Santissima Trindade dos Montes, conhecida como escadaria Espanhola, com seus degraus disputados a tapa, e onde é o melhor lugar para descansar os pes depois de um roteiro ultra-expresso por Roma!
Nada que um Gelatto di Nocciola nao resolva…
- Detalhes Praticos:
Tanto a EasyJet quanto a Ryanair viajam de Londres a Roma, que tem dois aeroportos: O Fiumicino é o principal, e o Ciampino é ligeiramente afastado da cidade.
A Easyjet voa para os dois, mas a Ryanair viaja via Ciampino, entao leve em consideração o tempo de viagem entre o aeroporto e a cidade.
Já o Aeroporto Fiumicino é conectado a cidade por onubus e trem, com uma estcao praticamente dentro do aeroporto que em meia hora chega na estacao Termini, que é bem no centrao de Roma e perto de tudo.
Nos ficamos hospedados no albergue/pensao Scott House, a 1 quarteirao e meio da estacao! Location, location, location!
Pela bagatela de 38 Euros (com preçinho promocional pela Booking.com) ficamos numa quarto bem razoavel, com banheiro no quarto, cafe da manha e internet wi-fi gratis! (e ar condicionado no verao)
Algumas pessoas podem achar que a localizacao nao é das melhores, por ser na vizinhanca da estacao de trem, mas sinceramente nao tivemos problema nenhum. É bom ficar esperto e nao dar bobeira pros pick-pockets da cidade (nao só na estacao de trem, mas em Roma como um todo!), mas estar a poucos passos da estação de trem e poder chegar andando a todas as atrações turisticas da cidade nao tem preço!
Mais fotos de Roma AQUI.
Roteiro de viagem no Chile
Como disse nos posts anteriores, o Chile eh o tipo de lugar que dah vontade de passar varias semanas viajando, tamanha quantidade de coisas legais pra ver e fazer, diversidade geografica, geologica e cultural.

Opcoes que variam do deserto mais seco do mundo ao frio do Polo Sul na Patagonia Chilena. Da heranca cultural deixada pelos Espanhois em Santiago a cultura nativa das “tribos” Incas e Mapocho. Dos esportes radicais nos slopes de ski, ao puro dolce fa niente com uma taca de vinho na mao.
Mas isso nao quer dizer que soh dah pra aprovetar o Chile caso voce tenha muito tempo disponivel nas maos pra conseguir conhecer ab-so-lu-ta-men-te tudo de cabo a rabo. Na verdade, pra quem esta no Brasil, o Chile eh a opcao perfeita de viagem facil, diferente e legal, podendo ser encaixada em qualquer feriado prolongado.
O meu roteiro jah foi detalhado nos posts anteriores, mas resumidamente fizemos o seguinte:
Rio – SP – Santiago: Saindo do Rio as 6 da manha com a TAM, e chegando em Santiago ao 12. Parece longe, afinal sao 6 horas de viagem entre conexoes, troca de aviao etc. Mas como os voos saem bem cedo, na verdade chegar em Sanatiago ao meio dia ainda eh um grande lucro. mais ou menos como sair do Rio (ou qualquer outra capital) no voo das 9 e chegar em Salvador (ou qualquer outra capital – inclusive Buenos Aires) as 11 e pouco. Ou seja, o seu dia “livre” para passear nao muda muinto…
Mas enfim, com uma tarde, ou um dia inteiro em Santiago jah dah pra ver bastante coisa, como sugeri nesse post aqui. Na verdade nos tivemos 2 tardes e 4 noites em Santiago (saimos pra jantar 1 noite, e as outras 3 capotamos no hotel), e deu pra fazer tudo que queriamos, sem pressa e correria… Caso vc esteja com pressa e afim de correria, 1 ou 2 dias esta de bom tamanho, como a Claudia sugere nesse post aqui.
Nos outros dias fizemos algumas viagens day-trip pelos arredores de Santiago, toda bem bate e volta, mas que poderiam facilmente durar varios dias, caso vc queria fazer um tour mais a fundo pela regiao dos vinhedos ou esquiar, por exemplo.
Em 1 dia eh facil facil percorrer uns 2 ou 3 vinhedos por perto de Santiago (usando agencia ou alugando um carro). Nos fomos na Concha Y Toro (vale do Maipo) e na San Esteban (Vale do Aconcagua), em 2 manhas separadas, e a Fe Costa sugere outras viniculas nos arredores de Santiago nesse post aqui.
Outra sugestao de passeio bate e volta eh Valparaiso e Vina del Mar, ambas pertinho de Santiago, e sao uma boa mostra de praia do Pacifico (agua gelaaaaada!), e boa pedida pra quem quer um pouco mais de badalacao – caso vc vah pra lah na alta temporada de verao (se sua viagem for no inverno, concentre seu tempo em outras regioes do pais).
Porem, seja inverno ou verao nao deixe de fazer uma viagem a Cordilheira dos Andes! Se for inverno vale a pena passar varios dias por lah, em qualquer um dos inumeros resorts e se arriscar nos slopes. Nos arredores de Santiago existem varios, e quase todos os resorts providenciam transporte diretamente de Santiago. Os mais conhecidos por perto da capital sao Valle Nevado (como fez o Breno), Chillan e Portillo.
Mas mesmo pra quem vai fora da temporada de neve, nao perca o passeio! Mesmo se sua esticada pro Chile for rapidinha, dah pra encaixar alguma cidade dos Andes com um vinhedo, por exemplo (que foi exatamente oque fizemos: Vinhedo San Esteban de manha e Portillo de tarde).
Outra otima opcao pra quem vai pro Chile com mais tempo (entre 1 semana e 10 dias, por exemplo) eh subir pro deserto do Atacama como fez a Pri e o Vini. Nessa serie de posts aqui, eles contam como foi o passeio no deserto, que agencia usaram, a experienci de chegar ateh lah e afins.
E essa eh a ideia desse “roteiro”. Uma sugestao de viagem rapidinha saindo do Brasil (jah que um dos comentarios mais comuns aqui no blog em relacao as minhas viagens rapidinhas eh “pena que aqui no Brasil nao dah pra fazer essas cosias…”), que dah pra ser encaixada num feriado prolongado (que no Brasil tem muitos!), pagar usando milhas e com custos gerais (hospedagem, alimentacao, passeios, taxi, etc) bem mais baratos que no Brasil. Ou entao como sugestao de ferias um pouco mais prolongada, aproveitando varios dias no deserto ou esquiando nos Andes (otima sugestao pras meninas que veem parar aqui no Blog procurando opcoes de roteiros de viagem de Lua de Mel).
As agencias utilizadas e os detalhes de cada lugar/passeio estao nos posts linkados.
Santiago do Chile
A viagem que fizemos com meus pais na semana entre Natal e ano novo foi bem corrida, e o ideal seria ter passados semanas a fio viajando pelo Chile… Mas quem nao cão, caça com gato, certo?
Na verdade queriamos fazer alguma coisa pelo Brasil mesmo – a intenção inicial das mini-ferias era poder passar mais tempo com meus pais e mostrar pro Aaron mais alguma parte do Brasil.
Mas alguem me explica porque TUDO é tão absurdamente caro no Brasil? Serio… 3 dias em Angra com pacotes de 1000 pra cima, Buzios só com pacotes de 10 dias, Nordeste com preços mais absurdos do que viagem pra Europa, Minas Gerais a preço de ouro, etc, etc. Quando já estavamos desistindo de fazer qualquer coisa descobrimos que podiamos usar milhas pra viajar pra qualquer lugar da America Latina pela Tam. Como fomos a Argentina ano passado, as outras opcoes “perto”eram Uruguay e Chile. Uruguay acabou sendo obcenamente caro tambem, já que ano novo por lá é ultra badalado, entao Santiago aqui vamos nós!
Primeiro veio a duvida: Oque vamos fazer em Santiago por 4 dias?!?!?! Entao comprei um livinho da Lonely Planet e comecei a pesquisar em foruns tudo que tinha pra fazer pertinho da capital, que dessem varios passeios bate-e-volta tendo Santiago como base.
Acabou que o tempo “dedicado” a Santiago foi bem pouco (dois 1/2 dias), mas acho que foi suficiente pra ter um bom gosto e ficar com uma otima impressao da cidade.
Entao assim que chegamos fomos direto pro centro da cidade, para o Mercado Central. O mercado central é um otimo ponto de partida para qualquer passeio pela cidade, ou entao uma otima opcao de “meio” ou fim do passeio, já que ali estao alguns dos melhores restaurantes de frutos do mar da cidade.
Aliais, em todo Chile frutos do mar sao o carro chefe de qualquer restaurante, e sao incrivelmente baratos e deliciosos! No mercado central em especial, fugindo dos grandes restaurantes na ala central (que sao mais atrai-turista style), a comida é sempre fresquissima e super barata. Entao antes de escolher um restaurante, resolvemos dar umas voltinhas pra tirar fotos e catar uma opcao que nao fosse tao lotada de turistas e tivesse mais “caracter”. Acabamos comendo na Marisqueira “Tio Lucho”, comandada diretamente pelo dono (que ficou logo amigo do meu pai) e nos mostrava na bancada da tenda do mercado, oque em breve estaria no nosso prato!
Foi uma orgia gastronomica com direito a todos os mariscos disponiveis, Robalo e Reina na grelha, camarao a alho e oleo, Ceviche de mariscos, vinho Chileno, cerveja Chilena, etc, et ateh os 4 já estarem prontos pra rolar pelo chao pela bagatelo de 50 dolares…!!
Para evitar a lesera pos almoço agravada por termos acordado as 4 da manha pra pegar o aviao no Rio, fizemos um roteiro de passeio a pé pelo centro historico de Santiago:
Saindo do mercado central (estação de metro “Puente Cal y Canto”), demos uma passadinha na Estación Mapocho, que fica praticamente do outro lado da rua. A antiga estação de trem de Santiago, que teve toda sua estrutura de fero construida e montada na França e so´depois transportada pro Chile, foi parcialmente destruida por um terremoto e hoje em dia eh um centro cultural.
Depois seguimos pelo Paseo Puente até a Plaza de Armas, que é uma das principais praças de Santiago. Alem da praça em si, ali esat a Catedral Metropolitana da cidade, que foi construida entre 1748 e 1800 e domina a paisagem da praça, apesar de nao demostrar o quao grande é por dentro!
Na mesma praça estao tambem o Museo Historico Nacional e a sede dos Correios do Chile, alem de uma enorme estatua de Pedro de Valdivia, explorador Espanhol que fundou a cidade no seculo 16.
De lá seguimos pelo Paseo Ahumada, que é uma rua peatonal enoooorme cheia de lojas, cafes e restaurantes por todos os lados, inclusive alguns cafes que “servem” o famoso “café con piernas”! O café con piernas sao cafés inofensivos espalhados pelo centro da cidade (principalmente no Paseo Ahumada) onde o cafe é sempre servido por mulheres vestida de trajes minimos.
Teoricamente sao estabaleciamentos “de familia” onde se serve apenas cafe e seus variantes, mas achamos comicos que a garconetes de fato usam mini-micro saias (quando na verdade deveriam estar usando calças semi bag…), o balcão do cafe nao tem “fundo” (para que as pernas sejam vistas por todos os angulos do estabelecimento) e todos os clientes eram do sexo masculino (tirando eu e minha mae…).
Quando chegamos na Calle Moneda, seguimos em direção a Plaza de la Constituición, onde estao o Palacio de la Moneda, Tribunales de La Justicia e o ex Congresso Nacional.
Entao seguimos pela Alameda (Avenida O’Higgins) até chegar no Cerro Santa Lucia, que tem uma vista super legal da cidade (apesar do nevoeiro cinza de poluicao que abafa Santiago 360 dias por ano!). Lá de cima dá pra ver bem toda a cidade e entender a situação geografica de Santiago, que fica num vale entre as cordilheiras dos Andes e a Cordilheira Oceanica.
As outras duas atrações turisticas de Santiago, que fizemos em outros dias, mas que poderiam – facilmente - ser feitas no mesmo dia sao o Cerro San Cristobal e o Parque Arouca.
Ok, o Parque Arauco, nao é extamente uma atração turistica e sim um shopping center enorme, mas tem opcoes infinitas de restaurantes super legais, muitas lojas (que – eu saiba – nao existem no Brasil) diferentes (que nao cobram os preços absurdos do Brasil) e muitas opcoes de entretenimento.
Já o Cerro San Cristobal é um dos cartoes postais da cidade, e tambem o maior parque de Santiago. O bairro Bellavista me pareceu ser o hang-out preferido do mochileiros, e a Calle Pio Nono tem uma infinidade de opcoes baratinhas de albergues, pensoes, cafes e restaurantes, lojinhas de souvernir etc.
Já pra chegar lá em cima, alguns turistas contratam taxis ou vao apé, mas a menias mais “tradicional” de subir o Cerro é de Funicular, que já da uma pequena amostra da vista nos aguarda! mas infelizmente o bondinho estava fechado por causa do vento, entao nao pudemos ir ateh o outro lado do cerro, na Providencia, onde esta o Jardin Botanico de Santiago.
Os detalhes mais praticos da viagem foram o seguinte:
Voamos TAM, na ida com conexao em Sao Paulo, e na volta direto pro Rio. O fuso horario eh de apenas 1 hora, mas incluindo fuso, tempo de conexao em Sao Paulo etc, a viagem durou a manha toda (acho que umas 5 horas), oque nao é exatamente otimo, mas como o voo sai do Rio praticamente de madrugada, ainda deu pra aproveitar o dia todo por lá.
Ficamos hospedados no Sheraton Santiago Convention Center, no bairro Providencia, que é um bairro relativamente central, com varias opcoes de estacaoes de metro (a mais perto para agente era a “Pedro de Valdivia”), uma vista super legal da cidade (peincipalmente no por do sol, que o smog diminuia um pouco…).
Na nossa segunda noite na cidade, levamos meus pais pra jantar no restaurante Astrid y Gaston, que apesar de ser culinaria Peruana, aparece em todos os foruns de viagem sobre Santiago como um dos melhores restaurantes da cidade (e aparentemente o mais famoso tambem, já que estava cheio de Globais jantando por lá).
Os outros passeios que fizemos (proximos posts) usamos as empresas Turistik e Turistour (dica da Paola Rangel, que mora lá!).
O sistema de transporte publico em Santiago eh otimo, o metro vai pra tudo quanto eh canto, turisticamente falando, e taxi é ridiculamente barato. mas pra fazer qualquer coisa por fora da cidade, as opcoes de transporte sao bem precarias, sem grandes opcoes de onibus, trem e afins. Entao a nao ser que estivessemos viajando com muito tempo e num esquema bem roots, com dispiscao de passar 12 horas num onibus, saltando no meio da estrada nos Andes etc, é praticamente impossivel fazer alguma coisa independentemente por lá, e por isso acabamos dependendo demais (e gastando mais que queriamos) de agencias pra conseguir fazer os passeios que queriamos.
Entao meu conselho é fazer uma programação usando diferentes agencias e day tours onde der, ou entao ir pro Chile com muuuuito tempo e dispiscao pra se virar por lá e conseguir fazer tudo que voce quer conhecer.
Roteiro de viagem Berlin
Berlin é provavelmente a cidade mundial que teve um dos maiores impactos na historia mundial recente. É a cidade que por uma representa tudo de ruim que aconteceu ao mundo no seculo 20, e ao memso tempo é o simbolo de trasformação e reinvenção. Poucos lugares do mundo conseguiriam se reconstruir e se reinventar, se transformando numa grande potencia mundial num periodo tao curto de tempo.
Pelo menos pra mim, Berlin nao foi uma surpresa, e sim tudo exatamente como imaginei: uma super metropole multi-cultural que balanceia perfeitamente o super antigo, com o ultra moderno; enooorme, mas sem perder o ar provinciano de parques e feiras; o orgulho e vergonha da historia que se exapande por centenarios.
Berlin definitivamente não é uma cidade pequena e muito menos compacta. É uma daquelas capitais que tem uma infinidade de cosias pra ver e pra fazer. É tanta arte, tanta cultura, TANTA historia, que parece praticamente impossivel ver tudo em apenas alguns dias. E é. Muito dificil!
Então para conseguir aproveitar a cidade com poucos dias disponiveis é preciso planejamento e definir prioridades: oque vc tem que ver, oque quer ver, e oque seria legal de conhecer?
No meu caso, decidi deixar os museus pra lá. São muitoa espalhados pela cidade, de arte moderna, renascentista, arqueologia, design etc, mas numa cidade como Berlin, com poucos dias na mao, e poucas horas de luz disponivel (afinal estamos no auge da escuridao do inverno! Vejam como as fotos estão escuras), e realmente numa cidade como Berlin, a cidade é o proprio museu! Então me concentrei em ver a cidade, e ficar batendo perna na rua o dia todo, e esse foi o segredo.
Então esse foi o roteiro que usamos, adiconando mais algumas coisas que nao deram tempo, ou sequer sabiamos da existencia antes da viagem. No total passamos 2 dias por lá, num ritmo BEM intenso. Se vc vai ficar mais tempo ou menos tempo, aí é uma questão de ir adicionando ou retirando cosias pra encaixar no seu tempo e/ou disposição.
Começamos a viagem pelo lado extremo Leste do centro da cidade, na praça de AlexanderPlatz, que foi totalmente bombardeada pelos aliados na 2a guerra mundial, e totalmente reconstruida. Hoje em dia, além de ser uma dos principais centros comerciais da cidade, é tambem a “sede” da Fernsehturm, a enorme torre de communicacao que suportamente iria virar o simbolo da RDA (Republica Democratica da Alemanha comunista). A praça não é assim super turistica, mas é um otimo ponto de partida!
Daí pra frente o resto do reoteiro é praticamente uma linha reta! A avenida Karl Liebknecht Stasse se estica infinitamente, mudando de nome mais umas 3 vezes. Nessa primeira parte da Avenida esta tamebm a fonte de Netuno (Neptunbrunnen), um presente do Kaiser Wilhem II em 1891, com uma estatua feminina que representa os 4 grandes rios Alemaes: Reno, Oder, Elbe e Weichsel.
Segundo a Karl Liebknecht Stasse se chega na Catedral de Berlin, a imponente igreja Berliner Dom, construida segundo o modelo da Catedral de Sao Pedro em Roma. A Catedral foi parcialmente destruida durante a guerra, e totalmente abandonada por varias decadas, tendo sua restauracao iniciada apenas em 1974, e ainda nao completa.
A praça gramada em frente a Catedral, Lustgarten foi nomeada para ser um “jardin de prazer”. Ali ficava o enorme palacio de Berlin, Berliner Scholss que foi totalmente destruido pelos bombardeios aliados – a unica coisa que sobrou foi a estatua do “Grande Elector” que agora esta em frente ao Charlottenburgh Scholss.
Mas ainda na Lustgardten estão importantes museus da cidade, 5 museus-ilhas que formam o Museumsinsel.
Esta praça marca também o inicio da uma das avenindas mais famosas da cidade, a Unter den Linden, que significa “embaixo das arvores Linden”, e é caracterizada pelo “calçadão” no centro da avenida, rodeado por arvores Linden por todos os lados. Essa parte da cidade era o centro da antiga Berlin Imperial do seculo 18 e é repleta de predios neo-classicos e barrocos de cair o queixo! Uma dica de que a Unter den Linten começou? Repare nas milhares de lojas de carros (Aaron ficou babando – boys will be boys – e completou dizendo que a Unter den Linten está para os homens (carros caros e rapidos!) como a Champs Elysees esta para as mulheres (roupas! Joias! Bolsas! Sapatos!).
A partir daí seu roteiro tem duas opções: entrar na rua Friedrichstrasse e o bairro Mitte (centrão da guerra fria!), ou seguir em frente e terminar a Unter den Linten.
Por agora, seguiremos em frente. No final da Unter den Linten esta a ampla Pariser Platz onde fica a imponente Brandenburger Tor, o Portão de Brademburgo.
A praça Prizer Platz foi mais uma parte da cidade prticamente totalmente destruida durante a guerra. Ironicamente, quando foi contruida em 1791, tinha como objetivo ser o “portão da paz”, usando como modelo o Partenon de Atenas, assim como o Arco do Triumfo em Paris, era usada pelos Keiser Alemaes pra comemorar suas conquistas – tendo seu mais famoso momento em 1933, quando Hitler e o exercito Nazista fizeram uma procissão a luz de velas passando pelo arco, dando inicio ao Terceiro Reich.
No alto do Portão esta uma estatua da Deusa Viktoria, que só foi adicionada ao portão em 1806 – e roubada por Napoleão depois da derrota Alemã na Prussia. Quando a estatua foi recuperada, cerca de 1 decada depois, Karl Friedrich adicionou varios adornos a coroa da deusa Viktoria.
Travessando o portão, você tem mais 2 opções no roteiro: virar a direita e ir ao Reichstag (Parlamento Alemão), ou seguir em frente na avenida Strasse des 17 Juni e cruzar o parque Tiergarten (que significa “Parque de animais” pois era usado para caça pelos aristrocatas da Prussia) até a gigantesca Siegessaule (Coluna da Vitoria). Originalmente a coluna ficava em frente ao Parlamento, e comemorava a vitoria das tropas Prussias contra Dinamarca, Austria e França. Depois que foi relocada para o meio do parque, dizem as mas linguas que o canhão no topo dos 67 metros da coluna esta virado na direção de Paris – uma afronta proposital em comemoraçnao da derrota de Napoleão. (e eu acgava que só os Ingleses tinham birra dos Franceses…).
Porem dependendo da epoca do ano que voce for a Berlin, se seguir esse roteiro ao chegar na Brandenburger Tor já vai estar quase de noite, e não sei se é recomendavel passear pelo parque durante a noite…. Foi isso que aconteceu com a gente, então seguimos pro Reichstag, o repaginado Parlamento Alemão.
Mas se prepare. Apesar de entrada gratuita e ficar aberto até bem tarde, a qualquer hora do dia, e qualquer dia do ano a fila pra entrar na cupula do parlamento vai estar dobrando o quarteirão. Nós chegamos lá já no fim da tarde, um frio descraçado, uma chuva chata, e a fila estava relativamente pequena (pequena o suficiente para terem removido as estruturas de metal que organizam as filas quilometricas), mas mesmoa ssim o tempo medio de espera era de 1 hora, por causa das medidas de segurança redobradas! Entao se vc faz mesmo questão de entrar e ver a cupula, se prepare pra chegar bem cedo, e provavelmente passar o dai todo fazendo isso. A muito contra gosto, o Aaron me convenceu a a desistir, e depois de 20 minutos sem a fila andar 1 centimetro (tirando as pessoas na nossa frente que tb desistiram!) fomos embora.
Uma pena, estava mesmo a fim de ver a cupula por dentro, que foi totalmente construida apenas em 1993 pelo arquiteto Ingles Sir Norman Foster. O predio original, que teve sua estrutura externa preservada, foi construido em 1894, mas foi parcialmente destruido por um incendia em 1933 e oque sobrou foi bombardeado durante a segunda guerra. Apenas em 1973 a nova admistraçnao federal reiniciou a restauraçao, e aprimeira sessão simbolizando a unificação da Alemanha foi realizada aqui, em 1990.
Hoje em dia, a ampla e moderna cupula de vidro simboliza um governo democratico aberto. Ali do lado, na jardim do parlamento, bem do lado da lojinha de souvernir tem uma exposicão a ceu aberto mostrando fotos holograficas do antes e depois de Berlin que é realmente impressionante – Incrivel pensar que em pouco mais de 1 decada a cidade foi totalmente reconstruida (as fotos comparam 1990 e entre 2003 2 2005).
No segundo dia do passeio o foco fica na lado leste/Ocidental da cidade e na historia mais recente da Alemanha.
Desde que fomos a Awschevitz na Polonia, fiquei ainda mais fascinada pela historia da 2a guerra mundial e a guerra fria, e passamos horas e horas lendo os paineis, folhetos e livros explicando um pouco sobre tudo que aconteceu no mundo entre aqueles poucos quarteirões da cidade.
O melhor lugar pra ver bem o muro de Berlin é na East Side Galery, onde mais de 1,3 km de mudo estão perfeitamente preservados e serve como uma galeria a ceu aberto onde artistas e pintores do mundo todo usam o muro como pano de fundo para suas obras. A galeria fica um pouco afastada do centro da cidade, mas é facilemente acessivel pelo metro (S-Bahn).
Mas se o tempo estiver curto, ainda existem algumas partes do muro, que cruzava toda cidade, preservadas na região de Mitte.
Então comece seu roteiro na Friedrichstrasse – nao se distraia pelas inumeras lojas tentadoras (!) e siga na direção do Check Point Charlie, que era a “fronteira” entre a Berlin Ocidental e Oriental, controlada por tropas Francesas e Americanas de um lado, e Alemaes e Russas do outro. OS paineis fotograficos que “decoram” a rua sao impressionantes… a estrutura da rua pouco mudou, os predios ainda sao os mesmos, mas é impossivel olhar para a rua consumista, com H&M, Galeries Lafayete e afins e imaginar os tanques Americanos e Russos apontados um pro outro, enquanto que o exercito Alemao tinha ordens de “atirar pra matar” qualquer pessoa nao autorizada que tentasse cruzar a fronteira.
Logo ao lado do Check Point Charlie esta a Niederkirchnerstrasse que ainda tem um enorme pedaço do Muro de Berlin original. Digo Original pois foi exatamente ali, naquele quarteirao que a populaçao Alemã se juntou na noi te de 9 de Novembro de 1989 para derrubar o muro.
O pedaço que sobrou de pé é relativamente pequeno, apenas alguns metros, que agora esta cercado por uma grade – oque sobreviveu as manifestacoes de 1989 estava sendo destruido nas maos dos turistas! Imaginem os milhoes de turistas que passavam por ali todos os anos, e (quase) todos tentavam tirar um pedaço do muro. Entao o pouco que sobrou esta parcialmente destruido, sem as pinturas caracteristicas e cheios de buracos…
Por sorte, uma pequena parte do muro foi conservada, longe das garras dos turistas, com as pinturas e manifestações originais.
O legal dessa parte do muro é que ali começa a marca deixada pelo muro no chão da cidade, que se estende atééé onde o muro iria.
Ali do lato esta tambem o museu/exposicao ao ceu aberto Topographie des Terror, com fotos e historias sobre o passado recente da Alemanha.
Seguindo a Niederkirchnerstrasse, suba a Stresemannstrasse (muito complicado escrever o nome dessas ruas! haha) até a Postdamer Platz, onde esta o grande Sony Center. O super moderno predio virou uma dos simbolos da nova super moderna Berlin, mas como deixamos pra Domingo (que nao parava de chover um segundo!) estava tudo fechado!
Na mesma praça tambem esta o museu Gemaldegalerie, que contem mais de 2.700 pinturas de renomados artistas Europeus, incluindo Rembrandt, Caravaggio e Bruegel. E pra quem é fan de design e arte moderna fica ali tambem o Bauhaus-Archiv, que conta a historia do design Alemão.
Ou entao, a partir do Check Point Charlie volte pela Friedrichstrasse até a Gandarmenmarket, que é uma praça neo-classica (que nesse fim de semana estava ocupada com uma das maiores feiras de natal da Europa central!) ocupada pelo teatro Konzerthaus e pelas catedrais “gemeas”, construidas em lados opostos da praça – a catedral Francesa (Franzosischer Dom) e a Catedral Alema (Deutscher Dom).
Para fechar o dia (e o roteiro) um outro grande marco e simbolo de Berlin eh o castelo Charlottenburgh Scholss, que é o antigo palacio real Alemão.
O Palacio, contruido em estilo rococo demorou mais de 100 anos para ser finalizado, e apezar de ficar ligeiramente fora do centro da cidade, do outro lado do Tiergarten, era considerado afastado o suficiente para ser a residencia da familia real, e é considerado uma dos jardins mais bonitos da Alemanha. (e sede do maior e mais bonito mercado de natal de Berlin!)
Outras atrações que valem a pena, se voce for pra berlin com mais tempo:
- Neue Sinagoge: A nova Sinagoga de Berlin foi contruida no mesmo local onde estava antiga Sinagoga, que foi totalmente destruida pelos Nazistas e onde mais de 500 mil Judeus foram reunidos antes de serem deportados aos compos de concentracao.
- Zoologischer Garten: o Zoologico de Berlin tem entre seus famosos inquilinos alguns ursos polares e urso panda
- Campo de Concentração Sanchsenhausen: Teoricamente fica fora da cidade, mas esta a apenas 1 hora por transporte publico. Esse campo de concetracao serviu de prisao temporaria para prisioneiros de guerra de mais de 18 nacoes. Inicialmente contruido para ser uma prizao politica, ao londo da decada de 30 e 40 comecou a ser ocupada por judeus que eram expulsos da grande maioria das cidades Europeias. Hoje em dia o campo tem um museu que mostra fotos e alojamentos dos prisioneiros – aparentemente nem tudo eh original, pois o campo foi parcialmente destruido pelos Nazistas para eliminar provas no fim da guerra, mas muitas coisas foram reconstruidas para servir de museu.
Pra quem já conheceu Berlin e queiser deixar novas dicas, sintan-se avontade!
Roteiro de Viagem Barcelona
Barcelona é a segunda maior cidade da Espanha, e muito orgulhosa de ser a capital da Catalunya, uma das privincias Espanholas.
Eles se consideram um “povo” separado do resto dos Espanhois, e lutam a todo custa para manter suas proprias tradições, e principalmente sua lingua, Catalão que parece uma mistura esquisita de Espanhol, Frances e Portugues (e as vezes até Italiano, porque não).

Das cidades Espanholas, Barcelona eh sem duvida alguma a mais turistica: repleta de monumentos, parques, a praia, a arquitetura, a culinaria, etc. Atrações que poderiam encher dias e dias e dias de viagem.
Eu pessoalmente nunca passei mais do que 3 ou 4 dias na cidade, e sempre saior de lah achando que ainda falta muita coisa pra poder afirmar que conheço bem a cidade.
E alem de ter muitas “atrações” Barcelona ainda é uma cidade bem espalhada, e portando, ao contrario de muitas outras capitais Europeias, não tem seu centro historico/turistico todo concentrado na mesma parte, oque tambem dificulta a vida dos turistas. Mas nao chega a ser nada assim foro do comum, porem eh preciso levar em consideracao que invariavelmente voce terá que pegar onibus e/ou metro e/ou taxi algumas vezes durante o dia.
Pra começar o reoteiro, o principal ponto de referencia da cidade é a Plaza Catalunya, que é a principal praça da cidade, e é dali que começa a avenida Las Ramblas – provavelmente a rua mais conhecida da cidade e que corta o centro antigo Cuitat Vella até chegar no Porto, de cara com o Mediterraneo.
A avenida, que tem cerca de 2km de cumprimento, com um enorme calcadão no meio onde uma inifnidade de artistas de ruas (e ladrões, trombadinhas, e falcatruas em geral. Fique de olho nas bolsas!). Do lado esquerdo (de quem desce em direcão ao porto) fica tambem o Bairro Gotico (Barri Gótic), que é o bairro mais antigo de Barcelona, onde hoje em dia tem uitas de suas ruas fehcadas apenas para pedestres, lotado de lojinhas, bares de tapas, restaurantes, e pubs. Uma boa entrada para o Bairro Gotico eh a Praça Real (Plaça Reial, que lembra bastante a Plaza Mayor em Madrid), rodeada de restaurantes, hoteis, albergues e bares. Na mesma região fica tambem a catedral de Barcelona.
No final da Las Ramblas voce chega na Praça Colon, com o monumento a Cristovão Colombo (se nao me engano, durante o verao turistas podem subir ateeeeee lah em cima!).
No Porto de Barcelona, começa a Rambla de Mar que é o “calcadão” de Barcelona, passando pelo Port Veil que hoje em dia eh repleto de iates e barcos para todos os gostos e tamanhos. Uma outra opção legal eh cruzar a “ponte” e ir no Acquarium e no shoppingzinho da Marina, com mais algumas dezenas de opções de bares e restaurantes e lojinhas.
Seguindo pela orla, se chega a principal praia urbana da cidade, a Barceloneta, que já parece ser uma cidade completamente diferente, com um clima de cidade de ferias o ano todo!
Andando, andando andando na orla da Barceloneta, esta o Porto Olimpico, com sua gigantesca baleia dourada! Chegando lah, adivinhem? Mais muitas opcoes de bares e restaurantes (os restaurantes sao uma boa opção pos praia, mas os bares sao meio suspeitos…).
Um outro roteiro totalmente diferente pela cidade eh seguindo os passos de Gaudi, o grande arquiteto Catalão e o principal responsavel por fazer de Barcelona a cidade que é hoje!
Sua obra mais famosa é a Sagrada Familia (Temple Expiatori de la Sagrada Familia), que apesar de ter sido iniciada em 1882, ainda esta quase que totalmente inacabada! Já ouvi algumas historias de que com a tecnologia de hoje em dia, a data estimada de conclusão é alguma coisa louca, tipo 2090! MAs realmente o projeto é bem ambicioso, e quando concluida será a maior Igreja da Europa! Apenas 8 de suas 18 torres já estao de pé, que simbolizarão os 12 apóstlos, os 4 evangelhos, Maria e Jesus (a mais alta).
De lá, por metro ou onibus, se chega facilmente no Park Guell, outra grande obra de Gaudi.
O Park Guell é um lugar sensacional, que o tempo todo voce não sabe se esta no dezenho animado de João e Maria ou numa viagem de acido! Não há uma unica linha reta, e todos os cantos teem muitos mozaicos de azulejos coloridos, e curvas e formas estranhas.
Descendo em Direção ao Bairro Gracia estão outras das principais obras de arte de Gaudi, na luxuosa Passeig de Grácia – uma outra avenida recheada de opções de lojas (com opções para todos os bolsos, de H&M e Blanco a YSL e Hermes), hoteis, bares e restaurantes.
Ao caminhar pelo Passeig de Gracia não perca a arquitetura maravilhosa dos predios dos doisa lados da avenida! Ali fica a Casa Batló, que é um predio onde na verdade Gauí apenas “reformou” o exterior, adicionando mosaicos, janelas, varandas e mais uma vez muitas curvas – mas o predio em si já estava construido, e era um predio de apartamentos residencias – e hoje em dia é um museu aberto a visitação.
Ainda na mesma avenida esta a La Pedrera, que não chega a ser tão “louca” e impressionante quanto a Batlo, mas igualmente imperdivel. O predio tambem é aberto a visitação, mas sua principal atração é o terraço com suas esculturas e labirintos art-noveau.
Uma outra parte da cidade completamente oposta, mas que tambem vale a visita eh o morro Montjuic, com museus, parques e o Parque das Olimpidas de 1992. Voce pode chegar lah em cima de onibus, ou então se aventurar e pegar o bondinho no Porto Velho até lá em cima! Lá de cima o Castell de Montjuic oferece as melhores vistas da cidade!
Ainda seria preciso listas muitas coisas sobre Barcelona e mais uma inifnidade de lugares pra ir, mas como disse, Barcelona não é exatamente uma cidade de facil navegação (distancias, subidas, descidas, ruas estreitas e placas em Catalão!) e acho que as sugestões acima estao de bom tamanho para uma viajem de fim de semana, ou para uma programação de uns 3 ou 4 dias – contando que vc vai gastar muito tempo entrando e saindo dos museus, predios, igrejas, e mais tempo ainda comendo e bebendo nas milhares de opçøes da ciadade!



















































































































































































