PostHeaderIcon Alive’n'kickin’

Que semana dos infernos! E o pior (ou melhor?!) que quando me dei conta, jah era quinta de noite, e vi o quanot a semana passou voando – mas ainda tinha tanta coisa pra fazer!

Trabalhando em media ateh as 8 ou 9 da noite (que eu sei que pra muita gente isso é o padrão, mas na minha empresa, as 5:30 já tá todo mundo na porta!) sem parar um segundo!

Almoçando de frente pro computador, dando uma mordida num sanduiche xexelento entre um telefone e outro e emendando uma reuniao/entrevista na outra.

E a melhor parte… (NOT) é que minha agenda pra semana que vem já esta igualmente lotada, e hj passei uma boa parte da minha tarde tentando re-arranjar e remarcar reuniões, pois a semana nem começou aidna e eu já nao tenho tempo livre pra trabalhar. Sabe aquelas coisas que voce é pago pra fazer ao longo do dia? Já nao vou ter tempo de fazer nada disso, pois a semana toda será novamente emendando uma reuniao-conferenca call-entrevista na outra. Num ponto que as pessoas querem marcar reuniao comigo, querem marcar entrevistas e eu simplesmente nao tenho tempo!

Aff! Chega de reclamar. Mas por isso que nao sobrou nem um segundo pra atualizar o blog, ler e comentar o blog dos outros e afins…

Entao… pra celebrar o fim da semana fomos jantar no “nosso” restaurante!

Um restaurante Italiano que tem aqui perto de casa, onde vamos andando e a comida é maravilhosa! O La Lanterna é uma otima opção pra quem estiver na area de Shad Thames e Tower Bridge.

Os garçons já nos conhecem e sempre rola um limoncello ou um Bailey’s de presente no final e até o dono, um Argentino que tira onda de Italiano já virou meu amigo.

E a comida… ah, a comida! Por uma media de 8 Libras por prato, será a melhor comida Italina que voce vai comer fora de Roma!

Hoje pedimos uma salada Caprese de entrada, o Aaron pediu Spaghetti Carbonara e eu comi um spaghetti ai gambieri que estava inacreditavel! Tudo acompanhado por uma garrafa de Pinot Grigio.

Agora sim, estou pronta pra fim de semana!

PostHeaderIcon Burj Khalifa e Dubai Mall

Burj significa “Torre” em Arabe, entao o Sheik de Dubai tinha grandes intenções ao iniciar o projeto do Burj Dubai, o predio mais alto do mundo. A altura final nao foi confirmada até bem proximo da conclusao da contrução – a altura do predio chega a 828 metros de altura, mas de 40% mais alto que o predio Taipei 101 em Taiwan (o 2- mais alto do mundo, que ocupava o primeiro lugar no podio ateh 1 mes atras!).

A entrada do Dubai Mall, com o Burj Khalifa ao fundo

O predio foi contruido pela mesma empresa que construiu o Taipei e as Petronas Tower em Kuala Lumpur, e faz parte do complexo empresarial e comercial onde esta tambem o Dubai Mall, que tambem é, logicamente, o maior shopping center do mundo, com mais de 1000 lojas, incluindo um ringue de patinação de gelo de tamanho Olimpico, uma cachoeira artificial de cerca de 30 metros de altura, um zoologico marinho (que entrou para o livro Guiness dos recordes como o maior aquario de vidro do mundo!), o SEGA Republic (parque de diversoes/entretenimento de video games e afins) e a Dubai Fountain – um lago artificial com fontes de agua que fazem show de luz e musica (a la Las Vegas).

O “Gold Souk” do Dubai Mall

O ringue de patinação Olimpico

A cachoreia interna

Lojas, muitas lojas….

O maior aquario do mundo

Mas voltando ao Burj Dubai/Khalifa, a construção do predio tinha um custo estimado em 1.5 bilhoes de Dolares, e em seu interior inclui a construção do Hotel Armani, o primeiro hotel boutique construido pela maison Italiana, incluindo 160 quartos ultra luxuosos e 140 apartamento privados, todos decorados pelo designer himself e utilizando moveis e peças de decoração Armani Casa.

O unico problema foi que a inauguração do predio coincidiu com a explosao da crise imobiliaria mundial, que acertou Dubai em cheio, e faltou verba pra finalizar a estrutura. Porem o presidente dos Emirados e Emir de Abu Dhabi, Khalifa bin Zayed Al Nahyan deu um pequeno emprestimo pra Dubai que salvou a economia do Emirado, e o predio foi rebatizado como Burj Khalifa, em homenagem aos vizinhos ricos de Abu Dhabi.

O Burj Khalifa esta aberto a visitação e turistas podem subir na plataforma de observação no 124- andar; porem, assim como nas Petronas Tower da Malasia, a unica maneira de conseguir seu ingresso (que custa 100 Dirhams para visitar agendadas e 400 Dirhams para subidas imediatas – se estiverem disponiveis) é indo diretamente lá e marcando seu horario – nao é possivel conseguir ingresso atravez de agencias de viagem, nem pela internet.

Entao lá fomos nos! O balcao de atendimento fica no sub-solo do Dubai Mall, e estavamos com grandes pesperanças de conseguir avistar a Palm Jumeirah e o World Map lá de cima (alem da vista privilegiada de toda cidade!), mas devido ao lançamento recente ( O predio só foi inaugurado no dia 4 de Janeiro de 2010), os ingressos já estavam lotados e esgotados para os proximos meses!

Nossa, visita ficou frustrada, mas aproveitamos todas os possiveis angulos do predio colossal de arquitetura incrivel! E pelo que andei lendo sobre o predio, a estrutura e tecnologia utilizada permite que o predio seja “ampliado” caso algum outro pais do mundo resolva construir um predio que seja ainda mais alto! (ou seja, alguem vai ter que achar uma meneira de construir um predio com mais de 1 quilometro de altura!).

O mais engraçado, é que por ser tao alto, o Burj Khalifa nem parece ser tao alto! A noite, a visibilidade fica reduzida, pois mal conseguimos ver as luzes lá em cima, e durante o dia, se o ar nao estiver muito limpo e claro, mal conseguimos ver o topo com claridade!

Quando minha mae me perguntou como eu descreveria Dubai, eu resumi como: Imagina que os idealizadores de Las Vegas tivessem sido criados em Itu e tivessem complexo de novo rico com gosto duvidoso?

Nada mais descreve tao bem o estilo over-the-top de Dubai!

PostHeaderIcon Safari no Deserto

Um dos highlights de qualquer viagem a Dubai é um safari no deserto, ou como eles chamam o Dune Bashing. O safari no deserto é a versao Arabica e bem mais estruturada, dos passeios nas dunas no Nordeste Brasileiro. Com direito ao motorista perguntando “com emoção ou sem emoçao” e tudo mais!

O nosso passeio foi feito com a empresa Planet Safari (nao consegui achar um link que funcionasse, e reservamos direto no nosso hotel – não é preciso fazer reserva com antecedencia, a nao ser que sua viagem seja bem corrida), e todas programações sao basicamente a mesma – o pacote que gira em torno dos 50 dolares, inclui um guia que vai te buscar no seu hotel ou em qualquer outro lugar da cidade cerca de umas 3 da tarde. Entao dirigimos para fora da cidade em direção do Deserto da Arabia, por cerca de uns 45 minutos. Os jeeps se encontram no ultimo posto de gasolina antes do deserto, onde todos os pneus sao esvaziados (que eu aprendi que é o segredo pro carro nao atolar na areia), e dai pra frente sao dunas, dunas e mais dunas.

Como os outros turistas no nosso carro concordaram numa programação “com emoção”, nosso motorista Ashqar, se empolgou e praticamente nao seguia uma unica linha reta!

Nosso Jipe, super ultra reforçado (segundo Ashqar, é relativamente comum que volta e meia os carros capotem, caso a areia esteja muito mole – mas nunca ninguem se machuca. Apenas emoção extra!), deslizava nas dunas, subia e descina, fazia curvas vertiginosas e chegavamos a nos “enterrar” na areia (ele conseguia dar umas viradas que a areia cobria o carro como se fosse uma onda de agua!), e na primeira parada do dia (apenas 30 minutos depois de entrar no deserto de verdade) eu já estava SUPER enjoada (pra piorar pegamos o banco de tras, que é oque pula e sacode mais!).

Dai pra frente, todos os jeeps da empresa seguiram deserto adentro em conjunto, e os motoristas (mais ou menos arriscados, depende dos turistas de cada carro) ia se revesando numa “coreografia” pelas dunas, e assim alem da “emoção” propria de cada carro, ainda podiamos assistir os malabarismos dos outros grupos!

Um pouco antes do por do sol, paramos numa fazenda de camelos, que foi legalzinho, mas alguns turistas se empolgaram tanto (a fazenda estava com alguns bebe-camelos!) que acabaram atrasando a caravana deserto a dentro, onde iamos assistir o por do sol no meio das dunas.

Por isso acabamos tendo pouquissimo segundos pra aproveitar (a.k.a fotografar!) o por do sol no meio do deserto…. mas foi lindo demais!

De lá, seguimos com os malabarismos, até que chegamos no “acampamento” Beduino, onde serviram um jantar tipcamente Arabe com direito a show de dança do ventre.

O acampamento, obviamente era totalmente fake, mas com intenção de reproduzir como a antiga população dos Emirados viviam a até poucos anos atras.

O show de dança do ventre tambem foi legalzinho (mas fiquei meio decepcionada por colocarem uma russa de cabelo pintado de preto pra dançar…) e quando a dançarina pediu voluntarios pra “aprender” a dançar, obviamente meu dignissimo esposo, nada timido foi logo o primeiro a levantar e me dar a camera fotografica! Só isso já valeu o passeio inteiro!

Alem disso, os “acampamentos” sao cheios de atividades tipicas pra entreter os turistas enquanto o jantar nao fica pronto, incluindo tatuagem de henna, passeio de camelo, sandboarding, lojinha de souvenir etc.

No total o passeio inclui tudo (jantar, bebidas, translado, etc, etc) e dura cerca de 6 horas, começando sempre no fim da tarde.

PostHeaderIcon Dirty Thirty!

Sabado a noite foi o dia em que encerrei a temporada de comemoração do meu aniversario de 2010. Eu nunca fui muito fã de comemorar aniversario, mas de uns anos pra cá, a cada ano que passa, passo a gostar mais de arrumar desculpas pra celebrar mais e mais!

Além disso, eu sempre dei sorte de ter amigas que fazem aniversario em datas proximas (ou atá mesmo no memso dia!), e assim, juntando duas pessoas, a animaçnao tambem aumenta. Entao, assim como ano passado, a Maria foi minha parceira de aniversario dessa vez. Ela tambem fez 30, 5 dias depois de mim – ela passou por uma pequena crise, e nao queria celebrar coisa nenhuma, mas nada que uma pressionada da minha parte nao resolva…

Acamos escolhendo uma baladinha facil, na Strawberry Moons – fica na area bem central de Londres (entre Picaddilly  e Oxford Circus), entao era facil pra todo mundo chegar, e é a tipica baladinha Londrina, sem muita pose e sem turistas – noitada dos locias para os locais. E por isso leia-se: os Ingleses bebem. E bebem MUITO, e nao tem vergonha disso. E tambem nao tem vergonha de pagar mico algum, afinal cada um é e faz oque quer e como quiser nessa cidade.

As aniversariantes!

Eu, o Aaron e a Maria e afins combinamos de chegar lá bem cedo e ir entrando no clima (com ajudinha da happy hour half-off!), enquanto nos maravilhamos com os grupinhos de despedidas de solteiro e solteira, os grupinhos de “girls night out” com fantasias tematicas (tinha a turma das diabinhas, das marinheiras e das enfermeiras sexy….), isso sem falar que volta e meia os bartenders subiam no balcão (e/ou palco com direito a stripper pole e tudo mais) para fazer um showzinho de danças coreografadas!

A seleção musical foi otima, tocando de tudo! Dos ultimos lanamentos pop a classicos da Madonna, Michael Jackson, Queen e afins! (aliais, um adendo – nada mais desanimador para ex-party animals doque estar na balada e ver que a gurizada se super animou com uma musica que vc nunca nem sequer ouviu…. to precisando cair na balada com mais frequencia…!!)

Foi super, super divertido nos acabamos no dance floor e aguentamos sem parar um segundo até as 4 e pouco da manha!

Quando saimos a caça de um taxi com a Tati-brow, ainda rolou um pit-stop no Burger King de Leicester Square que é invariavelmente onde a noite Londrina sempre acaba!

PostHeaderIcon Fotos de Dubai

Eu sempre coloco muitas fotos nos meus posts, mas para quem interessar possa (e tiver paciencia!) mais fotos aqui:

Fotki (todas as minhas fotos – quase mil!)

Flickr (a versao selecionada do Aaron)

Enjoy!

PostHeaderIcon Madinat Jumeirah

O complexo Madinat Jumeirah eh o maior resort de Dubai, que ocupa uma area de 40 hectares na praia de Jumeirah, incluindo um souk (marcado arabe), creeks (canais) artificiais e os hoteis Jumeirah Beach (o hotel em formato de” onda”), Burj al Arab (auto-entitulado o unico hotel 7 estrelas do mundo e o simbolo de Dubai!) e o parque aquatico Wild Wadi Water Park.

Sua construcao foi concluida em 2003 e tinha como objetivo reconstruir e recriar a vida tipica do Emirado, com a arquitetura arabe com suas torres de vento, os canais e transportes aquaticos (abras) e um marcado Arabe (Souk).

O hotel Mina A’Salam (que significa algo como “porto de paz”) foi uma dos primeiros hoteis de luxo em Dubai e tem cerca de 290 quartos de luxo.

Jah o hotel Al Qsar (que significa “o palacio”) eh uma reproducao do Palacio de verao da familia real (Sheik), mas a parte do Dar Al Masyaf contem apenas 29 casas privativas, cada uma com cerca de 8 a 11 quartos, cercados por jardins, canais ou praia particular.

No centro de tudo esta o Souk Madinat, que reproduz o antigos Souks de Deira e alem de oferecer as mesmas oportunidades de compras e pechinchas do souks autenticos (porem menos agressivos) ainda eh cercado de restaurantes, bares, cafes, academia e spas!

Isso sem falar que os jardins do Souk teem uma das melhores vistas da cidade, e opcoes infinitas de restaurantes com precinho “normal”! Para chegar de um compexo pro outro, voce pode pegar uma dos barcos “abras” pelos canais do resort, ou entao o onibus shuttle que conecta os hoteis, parques e shoppings.

O Aaron nao gostou tanto do mercado, pois achou que nao era “autentico” suficiente, mas depois do fiasco do nosso passeio pelos Souks antigos no Creek de Dubai, andar num Souk limpinho e com ar-condicionado foi uma beleza… E a verdade eh que os preços do Souk Madinat sao tao autenticos quando no mercado antigo, e a regra é a mesma – barganha, barganha, barganha!

Depois da nossa experiencia na Turquia, o Aaron nem quis se envolver e meu deixou “livre” pra ficar negociando com os Arabes sem matar ele de vergonha! Apesar de que o assedio dos vendedores nao é tao forte, e portanto a “briga” por desconto nao é tao acirrada, nada me empediu de ser cara de pau e pedir desconto e barganhar em todas as lojinhas!

PostHeaderIcon Burj al Arab

Ele virou o simbulo de Dubai, e se tornou uma das estruturas mais fotografadas do mundo – o auto-entilutado unico hotel 7 estrelas do mundo, realmente nao pode ser comparado com nenhum outro hotel por ai: cada suite “simples” ocupa um espaco de 170 metros quadrados, em dois andares, incluindo um bar particular, uma sala de jantar para 4 pessoas e 2 quartos – ocupacao maximo eh de 4 pessoas (2 adultos e 2 criancas ou 3 adultos) e conta com servicos “basicos” como full staff e mordomo prontos a satisfazer todas as suas exigencias, check in em cada andar (esperar na fila da recepcao eh pra pobre!), banheiros com hot tub e produtos (full size!) da Hermes, e porque nao, um motorista particular e uma Rolls Royce pra chamar de sua (mas se voce preferir eles podem organizar um BMW tambem…), e transfer do aeroporto de helicoptero!

Isso sem contar com a suite Panoramica, Presidencial e a Royal, que tem nada mais, nada menos que 780 metros quadrados!!! Incluindo um elevador particular, que te leva diretamente ao seu quarto (no 25- andar), um cinema particular entre varios outros detalhes…!!

Infelizmente o hotel nao esta aberto a visitacao, e muitos turistas dao com a cara na porta ao tentar ver por dentro um pouco dessa obra arquitetonica que quebra todos os paradigmas da descencia humana (os precos dos quartos soh sao divulgados por solicitacao direta, mas especula-se que a diaria da suite mais “simples” pode chegar a 7 mil dolares por uma noite!).

Mas se voce quiser ver o hotel com seus proprios olhos, a maneira mais facil e acessivel é reservar uma mesa para cha da tarde ou drinks no bar SkyView Bar, localizado no 27- andar do predio. Mas o hotel tambem conta com varios restaurantes tambem abertos a nao-hospedes.

Entao esse bar foi o local escolhido pra comemorar meu aniversario de 30 anos!

Ficamos na duvida se valeria mesmo a pena pagar essa grana toda de consumacao minima (325 Dirhams por pessoa) apenas pra entrar no hotel e tomar uns drinks…. mas a resposta foi: SIM!

Por mais que tenham sido os cocktails mais caros jamais pagos pela minha carteira, oque valeu mesmo foi a experiencia!

Apesar de ser notoriamente a entrada “dos fundos” do hotel, o tratamento eh 100% VIP o tempo todo, desde o momento que voce ultrapassa o portao de seguranca massima da ponte que conecta a praia Jumeirah a ilha artificial, ateh o ultimo segundo de sua estadia.

Realmente as bebidas sao carissimas, mas o ambiente eh incomparavel, o servico impecavel, e acomida nao para de rodar. De alguma forma eles inclusive descobriram que era meu aniversario e ganhei um bolinho surpresa! (O Aaron jura que nao teve nada a ver com isso… apesar de que gostaria de ter recebido creditos por um bolo made in Burj al Arab!).

Curiosidades sobre o hotel:

- A parte da frente do hotel, virada pra praia é na verdade um tecido strech, e assim os arquitetos conseguiram dar o efeito curvado em cada uma das secções. O tecido é de uma tecnologia especialmente criada para o predio, feito de fibra de vidro coberto por Teflon.

- O interior do hotel é pura opulencia-exagerada-beirando-o-extremamente-brega, inspirado pelo “mar”: as recepcoes sao em formato de conchas, e os modaicos no chao e as estampas dos carpetes sao estrelas do mar e ondas estilizados.

- Os dois aquarios gigantes na entrada do hotel sao equivalentes a dois andares de altura e diariamente, mergulhadores profissionais limpam a agua dos aquarios!

- O lobby to hotel é um vão totalmente aberto, com vista para todos os andares do hotel, e o teto de cada corredor é pintado em tons diferentes de azul e verde, como o mar do Golfo!

- Todas as superficies “douradas” do hotel, sao na verdade foleadas a ouro 18K, de verdade.

- Um Spa com Hamman (banho turco), piscina e vistas para o mar fica localizado no 18th andar.

- O “disco” no topo do hotel eh o Helioporto que leva e tras os hospedes para onde eles quiserem.

- O Skyview bar esta localizado na plataforma “acoplada” no 27- andar do predio e é servido por elevadores panoramicos que ficam de frente pro mar.

- Apesar de que os custos nunca foram divulgados, acredita-se que o Burj al Arab é considerado um dos predios mais caros do mundo. O predio foi construido na primeira – ever! – ilha artifical do mundo, e foram necessarios 250 pilastras de 90 metros de profundidade no fundo do mar pra dar sustentacao ao predio, 70.000 metros cubicos de concreto (só par a torre central!), 30 tipos diferentes de marmore, e 8.000 metros quadrados de folhas de ouro foram usados na decoração.

- O hotel no fundo do mar ainda nao esta pronto, mas o restaurante Al Mahara esta abaixo do nivel do mar, entao o aquario central do restaurante mostra o fundo do mar enquanto voce come frutos do mar.

PostHeaderIcon Palm Jumeirah e Atlantis

A primeira vez que senti vontade de conhecer Dubai foi quando assisti um documentario no Discovery Channel sobre a construcao da Palm Jumeirah; quando o documentario foi feito (sobre engenharia e arquitetura – sou nerd mesmo, e dai?!) a ilha, que ateh entao era a primeira no mundo, ainda nao tinha sido concluida, e as ambicoes alucinogenas do Sheik Rashid (e a necessidade de “criar” mais praias, para poder atrair mais turistas, jah que quase todas as praias na regiao sao propriedade privada) estavam apenas comecando a sair do papel, mas fiquei encantada com toda aquela estrutura!

Alem disso, o documentario falava nao soh sobre a engenharia de ponta usada, mas todos os impactos e beneficios para a flora e fauna marinha da regiao, alem de dar uma pequena introducao do que, um dia, existiria naquela ilha de areia.

Entao, quando comecamos a planejar a viagem pra Dubai, uma das primeiras coisas que eu queria fazer era ir ateh a Palm e ver de perto como a estrutura tinha ficado, e qual seria a sensacao de estar numa ilha artificial man-made construida de areia prensada!

A ilha, como o proprio nome diz, eh em formato de uma palmeira. O “tronco” estao os predios de apartamento “populares”, hoteis de rede e 2 shoppings ainda em contrucao. Uma linha de trenzinho monorail percorre o centro da ilha (tronco) em 10 minutos durante o dia todo – mas por enquanto apenas 2 estacoes jah estao prontas – as outras duas serao abertas em 2010 e 2011.

Jah as “folhas/galhos” da Palmeira sao dedicados a casaroes de luxo, em ruas/condominios privados onde cada casinha tem sua propria praia particular. A maioria dessas casas foram compradas por celebridades mundo afora (todas as unidades jah foram vendidas, mas vc pode alugar por temporada ou ficar na fila de espera!) e tem um servico completo de “servicos” e “servicais”. Nao pense que quem compra uma casinh a epassa as ferias na Palm Jumeirah sai pra fazer compras, prepara seu propio churrasquinho nem pega sua propria cerveja na geladeira – faxineiras, camareiras, mordomos, motoristas e afins cuidam de todos os detalhes mais mundanos de sua estadia.

No topo da Palmeira esta o hotel Atlantis, irmao gemeo da propriedade de mesmo nome nas Bahamas, que alem das centenas de quartos e suites ultra luxuosos – todos com vista pro mar, e o mais barato custanto apenas 500 dolares por noite! – tem tambem dezenas de restaurantes e bares, uma praia particular, um parque aquatico e um aquario com mais de 65.000 animais marinhos!

As atracoes Aquaventure (parque aquatico), Dolphin Bay (para nada com golfinhos, tal e qual nas Bahamas) e o aquario The Lost Chambers estao abertos ao publico nao-hospedes, com precos variando entre os 30 dolares a algumas centenas de dolares.

Vista da Aquaventure

Nos entramos na Lost Chambers (aquario – nao estavamos a fim de parque aquatico) e foi bem legal ver a estrutura do hotel por dentro e todas as inumeras possibilidades de entretenimento por lah, alem de ter algumas especies bem estranhas!!

Pra chegar no Plam Jumeirah e/ou no Atlantis a melhor opcao eh um taxi ou pelo menos um taxi ateh a entrada da ilha e o monorail no resto.

As praias sao paradisiacas (afinal, sao todos artificiais!), mas sao 100% privadas!

Para completar a empreitada, o governo de Dubai esta tambem construindo a Palm Deira (localizada no litoral do centro da cidade) e a ilha-mundo (arquipelago onde cada ilha eh uma “pais” formando o mapa mundi!), que sera exclusivamente privativa e soh sera visivel ao “publico” (a.k.a. pobres mortais que nao podem comprar uma ilha particular) do alto (nos vimos em que peh andam as contrucoes pela janela do aviao!).

Mas depois que a crise estorou, parece que as contrucoes estao paradas… mas dizem as mas linguas por aqui que o David e Victoria Beckham jah compraram a ilha da Gran Bretanha!

PostHeaderIcon Ski Dubai

Esquiar em neve artificial no meio do deserto do Golfo nao estava nos nossos planos nessa viagem pra Dubai, mas como no nosso primeiro dia de viagem os planos iniciais foram por agua abaixo, acabamos indo parar num shopping, o Mall of the Emirates que esta entre os maiores do mundo.

A cultura de “shopping” de Dubai eh um capitulo a parte e os shoppings estavam sempre lotados, a qualquer hora do dia ou da noite (que aliais, todos ficam aberto ateh tarde! O mall of the Emirates fica aberto ateh meia noite nos fins de semana – sexta e sabado).

A principio nos dececpcionamos um pouco com os precos (falarei sobre as compras em Dubai num outro post) entao a possibilidade de compras ficaram para segundo plano, e depois de almocar o cansaco do voo noturno comecou a bater…

E nao dava pra negar que aquela pista de esqui de proporcoes megalomaniacas no meio de um shopping nao dava pra ser ignorada! De principo a ideia nao estava sendo cogitada, mas nao dava pra negar que as pessoas pareciam estar se diverivertindo muito lah dentro! E como nao somos de shopping nem de ficar batendo perna sem nada pra fazer, resolvemos chutar o balde e encarar a geladeira!

No Ski Dubai existem varios diferentes tipos de passes dando acesso a diferentes atracoes, atendendo desde os turistas curiosos (como nos!) ateh os esquiadores mais experientes, com direito a aulas e tudo oque pode se esperar de uma estacao de esqui nos Alpes!

A entrada/passe basico dah direito a entrada no Snow Park, que eh o “parque de diversoes” congelado, e que praticamente te permite apenas entrar na area. Essa eh a parte onde estao os curiosos e as familias (com criancas pequenas que nao esquiam) e tem algumas atracoes, tipo toboga no gelo, tubbing, uns tuneis com escultura no gelo, guerra de bola de neve e afins. E eh logicamente o passe mais barato.

Os outros passes sao mais elaborados (e portanto mais caros)  dando direito a usar as pistas de esqui (e 5 niveis diferentes), snowboarding, e versoes mais “radicais” de toboga, chair lift, etc. Existe tambem a possibilidade de comprar passes que duram o dia todo, passes mensal, de temporada, etc.

Ah! Todos os precos incluem o material completo: roupa termica de ski, botas protetoras e capacete para criancas menores de 12 anos. Gorro e luvas sao cobrados a parte. E caso vc compre o passe de esqui, o preco do ticket tambem inclui o equipamento completo: esquis, prancha de snowboard, etc, etc! (inclusive um equipamento/roupa especial para as pessoas que estiverem vestidas com os trajes tipicos dos Emirados).

O lugar eh simplesmente gigante, e estando no Snow park, mal dah pra ver o fundo da pista de esqui – que do lado de fora do shopping dah pra ver o quanto a area eh grande!!

A temperatura eh constante a -4 graus, e o frio eh beeeem real!!

Apesar do Aaron ser um otimo esquiador, nos resolvemos comprar apenas o ticket mais simples, apenas para o Snow Park,que custou 100 Dirhams (cerca de 30 dolares) pois eu nunca subi num par de esquis na vida, e nao seria em Dubai que iria aprender!

Nunca pensei que falaria isso, mas a verdade eh que nos divertimos horrores, e apesar do dilema se deveriamos ir ou nao, adorei a experiencia e achei que valeu a pena!

Eu, entrando pelo cano!

E como todas as outras coisas em Dubai, eles sao mesmo exagerados e levam tudo muito a serio, entao voce jura que esta mesmo nos Alpes! O frio, a neve, a ambientacao… e ate os restaurantes e cafes nos arredores da pista (que tem uma vista panoramica de dentro do Shopping) sao “tematicos” dos Alpes, com decoracao tipo chalet, paredes forradas em madeira e ateh lareira artificial (onde o fogo esta na tela de uma flat screen HD)!

E assim jah entramos no clima Dubai de ser!

PostHeaderIcon A terra dos contrastes

Chegamos em Dubai meio que num frenzi… quado aqui é demais, é exagerdo. Uma mistura de Itu, com Las Vegas, com Orlando e com um parque de diversões futuristico.

O primeiro choque foram as distancias e proporcoes… TUDO em Dubai é desumanamente desproporcional, e tudo muito, muito longe. Porem como a cidade é toda uma grande planice, dá pra ver quase tudo, de qualquer lugar… e as vezes voce acha que esta logo ali do lado, mas na verdade esta a meia hora de distancia!

Mas nao queriamos perder nem um segundo da viagem, e sofrendo que o Arnaldo uma vez descreveu como “jet lag invertido”, tomamos banho na academia do hotel (ainda era cedo demais e nosso quarto nao estava pronto) e queriamos logo sair pra conhecer a cidade!

Entramos numa taxi e fomos direto pra Deira, a parte antiga da cidade. Pedimos pro taxista Paquistanes no levar ao “Old Souk” e ele nos levou ao “Gold Souk”, mas oque queriamos mesmo passar umas horinhas no centro antigo de Dubai e ver os mercado arabes.

Porem pisamos na bola… esquecemos momentariamente que sexta feira é o dia sagrado dos muçulmanos (primeiro dia do fim de semana) e quando fomos desovados em pleno mercado de ouro nos demos conta que estava TUDO fechado… As oraçoes de sexta feira ainda durariam mais umas 3 horas e ficamos ilhados lá no meio.

Imediatamente viramos a tração principal. Unicos turistas na parte velha e antiga da cidade, todas as lojas, barraquinhas e comercio fechado, e nas ruas centenas e centenas de Indianos, Paquistaneses e Bangladeshis (e nao muçulmanos em geral) sentados nos baquinhos do mercado.

Foi praticamente uma cena em camera lenta. Eu repeti em voz baixa (ainda tentando entender oque estava acontecendo) “continua andando, mercados sao assim mesmo” e a medida que iamos entrando nas ruas estreitas do Souk dezenas de marmanjos se lebantavam e comçaram a nos seguir oferecendo produtos falsificados, descontos, e afins “Sir, sir! Gold watch, good price!” “Miss, miss: Louis Vuitton, Chanel, Prada, many bags, many bags! Good price! For you Good price!”.

Foi uma situaçao bem estranha, e apesar de sabermos que nada aconteceria, e que a situação era inofensiva, fomos totalmente pegos de surpresa, e o fato de sermos os unicos turistas em toda a area, chamou atencao demais, e depois de uns minutos a “atenção” começou a passar dos limites. Nao achamos que seriamos assaltados, nem nada do tipo, mas nao foi nada legal ver aquela bando de marmanjo tentando te puxar pelos braços e brigar entre si pela nossa atenção!

Continuamos andando e negando as ofertas, se entreolhando e tentando planejar como sairiamos daquela situação. Os ambulantes entao estavam começando a disputar nossa antençnao entre si, e cada vez chegavam mais perto, alguns até tentando segurar o Aaron pelo braço. Entao de re-lance vi uma plaquinha em Arabe com uma foto de um hamburger e pensei “Vamos almoçar e nos esconder num restaurante!”!

Entramos correndo no predio, seguindo a seta com a foto de um hamburger e um kebab indicando que o restaurante era no segundo piso. No reflexo subimos correndo e descobrimos que aquele predio, meio caindo aos pedaços, era um hotel bem muquifento e graças a deus o garçon (tambem Indiano ou Paquistanes ou Bangladeshi) entendi um pouco de Ingles, e o menu era rechado de fotos!

Comemos silenciosamente (oque acabou sendo um dos melhores hamburgers de frango que já comi na vida!) plenamente concientes que eramos a atraçao principal do restaurante e quando entao descobrimos que as orações nao terminariam e portanto o mercado nao re-abriria por mais 3 horas, resolvemos voltar pelo memso caminho que chegamos e voamos no primeiro taxi que passou na rua!

“Onde esta aberto?” – Os shoppings! Ok, Mall of Emirates, aqui vamos nós!

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