25 Jul 2016
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Ilhas Maurício

Babymoon, Dicas de Viagens, Estilos de Viagem, Ilhas Mauricio, Lua de mel

Tao logo quanto minha gravidez foi confirmada, nos já começamos a programar uma segunda Babymoon (que eh aquela “lua de mel” pre-baby) e pesquisar sobre possíveis destinos.

Quando eu estava gravida da Isabella, acabamos escolhendo as Maldivas, e foi simplesmente uma viagem de sonhos – então dessa vez queríamos um lugar igualmente paradisíaco, e uma viagem que fizesse o mesmo estilo praia-relax-comida-spa para marcar nossos momentos finais pre-baby (numero dois!).

Um dos dilemas dessa vez foi: levar ou não levar a Isabella? Afinal a intenção da babymoon é justamente dar ao casal uma última chance de tranquilidade antes da reviravolta dos filhos… mas como pais de segunda viagem, já não nos assustamos tao facilmente com os mitos (e realidades) da paternidade, e a verdade verdadeira é que queríamos que a Isabella curtisse a viagem tanto quanto nos – afinal seria nossa ultima grande viagem como uma família de 3, e seus momentos finais como filha única. Então não deu pra imaginar fazer uma viagem dessas sem ela!

Então essa decisão guiou nossas pesquisas, e por uma conjunção de fatores, as Ilhas Mauricio foi nosso destino escolhido dessa vez.

A decisão não poderia ter sido mais acertada, e não é a toa que as Ilhas Mauricio são a escolha de milhares de casais de lua de mel (e babymoon) mundo afora!

A ilha (na verdade arquipélago, dai o nome em plural) fica na costa leste Africana, no meio do oceano Indico, a esquerda de Madagascar.

Apesar de geograficamente ser considerado um pais Africano, sua colonização Europeia e fortíssima influencia Indiana, dão ao pais um toque muito mais Indiano do que Africano, o que impacta desde a etnia dos locais (ou Maurícios são muito mais de aparência Indiana do que negra, por exemplo, apesar de que é tudo bem misturado e fascinante!), até a musica, costumes e culinária.

O Arquipélago das Ilhas Mauricio é composto por mais ou menos 1 duzia de ilhas e ilhetas, (muitas delas nem sequer consideradas “territórios”, pois são apenas corais e bancos de areia), sendo que a ilha principal e maior é a Ilha Mauricio, e logo depois a Ilha Rodrigues, Ilha Reunião, Agalega e Saint Brandon, que ficam todas a centenas de quilômetros de distancias, e geralmente não visitadas por turistas.

Mas a ilha principal (Mauricio) é cercada por mini ilhotas e bancos de areia, que são o paraíso dos mergulhadores e para pesca de alto mar.

Uma coisa curiosa, que eu não sabia ate chegar lá, é que a ilha é toda cercada por uma “muralha” de corais, e é justamente isso que faz com que o clima (e temperatura da água do mar) sejam amenos o ano todo, sem grandes impactos de monções ou ondas. Mas por sua vez, isso também faz com que as praias sejam menos paradisíacas do que estávamos esperando, com muitas pedras e areias de corais (mais grossa e menos confortável do que a areia “normal” que estamos acostumados).

A água eh claríssima, tipo copo d’agua, e a maioria dos hotéis oferecem praias de areia artificial particular como parte de sua infraestrutura, então não deixamos de curtir demais a praia, mesmo não sendo aquela coisa “talco” de bebê que as vezes vemos em fotos!

A praia entre os bancos de areia da Ille Aux Cerf, no sudoeste das Ilhas Maurício

A ilha é uma tima opção para quem quiser mesclar uma viagem a um destino paradisíaco, mas com um plus a mais – a ilha principal, a Ilhas Mauricio é relativamente grande, e oferece muita coisa a fazer alem de sol-sobram-água fresca nosso de cada dia. Então é uma ótima opção pra quem quer praticar esportes aquáticos, fazer passeios culturais (mercados locais, templos Hindus, museus, jardim botânico, mini safaris, etc). Sempre dando aquela sensação de que uma viagem só nunca sera suficiente pra conhecer nem fazer tudo que a Ilha oferece!

 

Adriana Miller
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Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
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22 Jul 2016
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Le Coq D’Argent – Rooftop no coração de Londres

Bares & Baladas, Dicas de Londres, Inglaterra, Pub & Restaurantes

Bastam as temperaturas começarem a subir um pouquinho em Londres, que as listas com os melhores rooftops da cidade começam a pipocar em tudo quanto é site.

Eu pessoalmente adoro um rooftop Londrino, e quanto mais espetacular for a vista, melhor!

E entra ano, sai ano, um clássico sempre aparece nas listas “top”, independente de quantos novos bares e rooftops “hipsters” apareçam por ai: o Le Coq D’Argent, bem na meiuca de Bank, no coração da City!

Confesso que a reputação do restaurante (que fica aberto o ano inteiro) não é das melhores, principalmente em épocas de crises financeiras… o restaurante do Le Coq D’Argent foi cenários de várias comemorações milhonárias dos Banqueiros Londrinos quando o resto do mundo estava em colapso. Mas ao mesmo tempo, nos últimos anos eles deram uma bela reformulada de branding, no menu, e principalmente no jardim do terraço, que tem uma das vistas mais incríveis da cidade: bem no centro da City, de frente para a praça de Brank e o prédio do Bank of England e Royal Exchange, e que conseguiu ficar melhor ainda com as adições da arquitetura moderna dos últimos anos, como o Gerkhin, o Shard, o Cheese Grater e o Walkie Talkie (adoro que todos os prédios modernos de Londres ganham apelidos tirando sarro!!).

Então para fechar a semana que tem sido a mais quente de Londres nos últimos anos, fui jantar e curtir a brisa no terraço do Le Coq, e não decepcionou!

O menu nos surpreendeu por ser tão gostoso e acessível (com “menus” de 28£ e 32£), uma ótima carta de vinhos, e claro, aquela vista!

E como estamos no auge do verão, o “dia” continua até as 10 da noite, então assistimos a noite chegando na cidade lá de cima, com as luzes da City se acendendo aos poucos e deixando a paisagem ainda mais incrível!

Se você quiser garantir uma mesa no restaurante, é sempre bom reservar, mas as mesas do terraço são no esquema de chegar chegando, e o jardim é aberto e livre a todos!

Le Coq D’Argent

The Poultry, 1 Poultry, London EC2R 8EJ

 

Adriana Miller
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21 Jul 2016
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Torta Cheesecake com morangos!

Com a barriga no fogao

Antes mesmo de chegar na fazenda de morangos que visitamos umas semanas atras, eu já sabia quais receitas iria elaborar com as frutas colhidas.

O que não imaginava é que íamos voltar pra casa com TANTOS morangos e framboesas tao deliciosos e maravilhosos, então acabamos comendo muitas das frutas in loco mesmo (e incrível o tanto que duraram na geladeira! Bem mais do que as frutas que compramos no super Mercado).

Os morangos já tinham destino certo: uma torta cheesecake com morangos!

A base da torta seria a mesma da receita de cheesecake que sempre faço, e já dei a receita aqui no blog, porem numa versão menor e mais simplificada (afinal, os morangos é que seriam as estrelas da receita, e não o cheesecake em si).

Então, começando pela parte do cheesecake, os ingredientes e modo de prepare são o seguinte:

 

– 1 embalagem de creamcheese em temperatura ambiente, 200gr cada

– 1/2 xícara de açúcar

– 3/4 colheres de sopa de leite

– 1 ovo inteiro

– 3/4 colheres de sopa de creme de leite (usei crème fraiche, mas pode ser creme de leite normal mesmo)

– 1/2 xícara de leite condensado

– 1 colher de chá de extrato de baunilha

– 3 colheres de sopa de farinha de trigo

– Base de torta (eu uso biscoito Maria/Maisena/Digestives triturado com manteiga com um pouquinho de água, ate virar uma “massa” facil de modelar na forma.)

A receita é exatamente a mesma do meu cheesecake, porem com tudo reduzido a 1/3, pois queria uma torta bem baixinha, para colocar os morangos por cima.

O segredo do modo de preparo é bater tudo à mão – se colocar na batedeira, a massa do cheesecake fica muito dura e perde sua “cremosidade” deliciosa!

Então começo misturando o creamcheese com o açúcar, ate estar homogêneo.

Depois as colheres de leite e o ovo, mais uma vez, misturando à mão e com bastante calma, meio que “dobrando” a mistura a cada mexida.

Depois entram o creme de leite, leite condensado e extrato de baunilha. E por ultimo as colheres de farinha, uma de cada vez e misturando bem com um fuet, para não empelotar!

Pre aqueça o forno a 180 graus, e coloque a mistura do cheesecake já por cima da massa de biscoito modelada na forma de torta.

Como as quantidades de ingredientes são menores do que a receita original, eu deixei a torta no forno só uns 35/40 minutos, monitorando se estava ficando douradinha, e também não fiz banho maria da receita original e nem deixei horas extras dentro do forno pois a intenção não era mesmo ter um cheesecake perfeitinho (essa técnica da muito certo num cheesecake tradicional, pois permite que a massa asse por igual, sem queimar, ressecar nem rachar em cima).

Enquanto o cheesecake estava no forno, preparei a cobertura de morangos!

Mais simples impossível!

Primeiro separei os maiores e mais bonitos para cobrir a torta, inteiros mesmo.

E os menorzinhos e menos maduros foram cortados e colocados numa panela com açúcar e um pouquinho de água (fui no olhômetro, ate achar que a consistência estava boa). Tem que ficar de olho para que mistura não fique liquida demais, mas também não pode ficar dura nem caramelada demais.

Adicionei também um pacotinho de gelatina de morango (mas acho que uma folha de gelatina incolor teria sido melhor, mas não achei) e uma colherzinha de vinagre de vinho tinto (que realça ainda mais o sabor do morango – mas não é um passo necessário!).

Quando começou a borbulhar e caramelizar, amassei os morangos com um amassador de purê de batatas (mas pode ser um garfo, por exemplo) ate virarem um caldo grosso, e deixei esfriar.

Deixei os dois esfriarem um pouco (tanto o cheesecake quanto a calda de morango), e fui espalhando os morangos inteiros por toda cobertura do cheesecake, até não sobrar nenhum espacinho vazio!

Ah! E fiz também uns furinhos na massa do cheesecake com uma faca, para que a calda absorvesse bem na massa!

E por fim, coloquei a calda por cima do chessecake e morangos, mais uns morangos inteiros por cima de tudo, e pronto! Eh so colocar tudo na geladeira por algumas horas!

Bem, pra começar que a torta ficou lindíssima!! Digna de uma confeitaria!

Passei o dia todo abrindo e fechando a geladeira pra admirar minha criação…

Mas o melhor mesmo foi na hora do sobremesa, quando a torta ja estava geladinha e firme, e principalmente DELICIOSA!!!

O cheesecake ficou super cremoso e docinho na medida certa, e a cobertura de morangos frescos (que são naturalmente meio azedinhos) com a calda caramelizada de morango ficou sensacional!!!

E voila! Uma torta relativamente fácil e rápida de fazer, e que cria um super efeito (pois ficou linda!) alem de deliciosa e diferente de tortas mega doces com recheio de crème custard.

Foi aprovada pela família toda, e dificílimo de resistir comer “só mais um pedacinho” varias vezes por dia, todos os dias!

 

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