11
May
2014
Japão e Coreia: como planejei minha mala (e looks! Meus e da Isabella!)
Escrito por Adriana Miller

Eu já fiz incontáveis posts sobre como faço minhas malas, mas a cada grande viagem o perfil de minhas preferências mudam, as necessidades de cada destino também mudam (minhas viagens a trabalho ou de fim de semana pela Europa não contam… são rápidas e geralmente levo umas 2 ou 3 mudas de roupa numa mala de mão, e as viagens mais longas para o Brasil eu relaxo, pois sei que posso atacar o armário da mãe e irmã quando estiver la!).

Mas na verdade planejar o que levar na mala para essa viagem não foi difícil – passaremos por apenas 3 cidades grandes, sem grandes “exotismos” de atividades (não faremos nenhum esporte nem caminhadas, não faremos nenhum programa mais arrumadinho nem nada fora do básico), então sabia que minha mala seria composta por pecas e “looks” que uso no dia a dia em Londres, ou usaria em qualquer outra viagem pela Europa, ou Rio de Janeiro, EUA e afins.

O que mudou dessa vez foi a metodologia – resolvi testar uma maneira diferente de arrumar e organizar as roupas na minha mala, por três simples motivos: em primeiro lugar, porque minha mala seria dividida com a Isabella, e apesar de que as roupas dela são minúsculas, bebes são ímãs de tralhas e como ela esta na fase de anda-engatinha-se-arrasta-pelo-chao e querendo comer sozinha e tals, precisamos de vaaaarias mudas de roupa por dia.

E em segundo lugar porque acho que achei que alguns hotéis no Japão seriam bem pequenos, então queria manter a mala o mais pratica e objetiva possível, sem precisar espalhar demais minha zona cada vez que quisesse achar um par de meias (sou zoneira assumida).

E por fim, porque íamos viajar de trem bala entre Tokyo e Kyoto (e assim como nos trens na Europa, apesar de não ter limite de peso, o espaço para guardar bagagem eh bem limitado) e um voo de low cost entre Kyoto e Seoul (e a pesar de que eu paguei a mais para levar bagagem despachada, não sabia o quão restrito eles seriam em relação a tamanho e peso das malas).

Comecei o processo de “planejar” o que queria levar da mesma maneira que faço em TODAS as minhas viagens: de olho na previsão de tempo.

Sim, o clima é imprevisível, e um dia pode estar sol e calor e no dia seguinte cair uma nevasca (#TraumasDeLondres), então não basta olhar a previsão na véspera da viagem – tem que acompanhar de perto mesmo!

Sei que isso eh um pouco TOC meu, mas assim que marco minhas passagens para algum lugar, ja vou logo adicionando a cidade em questão no meu iPhone (naquela App de meteorologia), e assim passo semanas e meses acompanhando a quantas esta a temperatura, se oscila muito, se tem chovido muito, etc, etc.

Então tanto no Japão quanto na Coreia eu sabia que as temperaturas estavam estáveis, na casa dos 15/20 graus e dificilmente teríamos grandes surpresas meteorológicas, o que é sempre ótimo e evita certos dilemas de “vou levar essa saída de praia caso faca 40 graus e esse sobretudo caso caia para -15”, sabe?

Então fiz mina listinha de itens, sempre tendo em mente que as pecas podem ser sobrepostas e combinadas entre si, seguindo uma certa paleta de cores (eu sempre falo sobre isso nos posts sobre fazer a mala, mas ajuda tanto ao longo da viagem, ter pecas que combinem entre si, e assim mesmo com um mala pequena conseguimos combinações mil, e temos a sensação de ter com uma roupa e “look” diferente todos os dias, mesmo tendo na verdade poucas opcoes de pecas!).

As pecas chave foram: camisetas, malhas finas, jaquetas de meia estação (couro, sarja, blazer), jeans, sapatos confortáveis e acessórios.

Então mina nova estratégia de organização copiou um pouco o que sempre fiz para Isabella (e nas poucas vezes que não arrumei a mala dela assim, sempre tivemos problemas!), usando compartimentos e nécessaires especificas para cada tipo de roupa e ate mesmo looks já montados.

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No caso da mala da Isabella eu coloco as montagens já prontas (calca + blusa, ou saia + body, ou vestido + blusa + meia calca, por exemplo) já separados em saquinhos plásticos (desses tipo Ziploc), por que ela raramente usa a mesma peca/combinação mais de uma vez (porque criança se suja mesmo e não tem como evitar), e assim fica mais fácil pela manha já pegar um look montadinho para ela, colocar outro extra na bolsa de fraldas e pronto, em vez de fica pensando qual calca combina com qual blusa e com qual sei lá o que. E assim também reaproveito os sacos plástico para guardar as pecas sujas que vamos trocando ao longo do dia.

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Já no meu lado da mala, a coisa eh um pouco diferente, pois não levo um look/combinação especifica para cada dia – prefiro fazer essa analise combinatória de pecas que mencionei ai em cima.

Então comprei esses compartimentos/nécessaires na Amazon, que são quadradas/retangulares, de nylon e tela (assim fica mais fácil ver o que tem em cada uma), e na maior coloquei camisetas, regatas, camisas e malhas, e nas outras separei calcas, jaquetas, roupas intimas e acessórios (lenços e cintos).

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Assim também ficou fácil “encaixar” os nécessaires dentro da mala, e ir montando um quebra cabeça com o resto: sapatos no fundo (levei dois pares de sapatilhas na mala e um tênis ja no pe), necessaires com cosméticos, etc.

Ficou TÃO mais fácil achar tudo que precisava ao longo da viagem, principalmente a medida que fomos trocando de cidade e hotel a cada 3 ou 4 noites.

E para matar a curiosidade, aqui estão algumas fotos dos nossos “Looks” – meus e da Isabella!

 

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Categorias: Coreia do Sul, Dicas (Praticas!) de Viagem, Fazendo as Malas, Japao, Viagens
42
08
May
2014
Toquio: Harajuku
Escrito por Adriana Miller

Depois de uma longa viagem entre Londres e Tóquio, nosso primeiro dia no Japão foi bem divagar…

Mas também pudera: depois de quase 10 horas de voo (sem contar as duas de atraso ainda em Londres!) e as 8 horas de fuso horário, significa que saímos de casa no sábado de manhã e chegamos no Japão no domingo de manhã – porem não tivemos a noite de sábado, então os 3 estavam se sentindo bem zumbis…

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Mas nos tínhamos levado isso em consideração no nosso planejamento da viagem, então passamos o dia quase todo relaxando no hotel, deixamos a Isabella dormir de tarde com toda calma do mundo, e antes que o dia todo fosse desperdiçado, fomos direto para um dos bairros que eu mais tinha curiosidade de conhecer: Harajuku!

O bairro Harajuku no sul de Tóquio sempre foi meu principal “estereotipo” da cidade: muitas luzes de neon (mas depois descobri que todos os bairros centrais são assim!) e muitos Japoneses excêntricos e lojas e restaurantes interessantes!

Eh esse o bairro também que propaga a cultura “manga”, a arte do desenho animado e de quadrinhos Japoneses, e onde os adolescentes criativos trazem os personagens a tona.

Loja na saída no metro, fomos seguindo o fluxo de pessoas fantasiadas e cabelos coloridos ate que chegamos na rua Takashita, a mais típica do bairro (mas que não eh a rua “principal” não, e foi na verdade bem difícil de achar), onde passamos as horas seguintes, subindo e descendo, tirando fotos e entrando nas lojas.

Foi a introdução perfeita a nossa viagem e o que os próximos dias trariam!

Categorias: Japão, Toquio, Viagens
5
25
Apr
2014
Uma Decada
Escrito por Adriana Miller

ATENÇÃO: O resultado do sorteio já esta no final do post!

 

Hoje eu comemoro exatamente 1 decada que cheguei na Europa – desembarquei na Italia para estudar por uns meses e logo depois seguiria para a Espanha, onde o plano era fazer um mestrado e viajar um pouco ao longo de um ano.

O blog, criado umas semanas antes do embarque, depois de muita insistencia de uma amiga, serveria como um diario virtual, e uma maneira de registrar minhas viagens e experiencias, mantendo a familia e amigos atualizados nas minhas andancas.

Um dos primeiros posts, escrito mais uma menos 1 semana de “vida nova” na Italia eu escrevi o seguinte:

Uma semana. Sete dias. 168 horas. 10.080 minutos. 604.800 segundos… É o tempo que estou aqui. Parece pouco, mas não é. E acho que há muito tempo que não me sentia tão feliz, satisfeita e realizada. Nessa semana vivi uma vida inteira. As coisas que vi, as pessoas que conheci, as coisas que aprendi.

Criei expectativas e fantasiei sobre essa viagem durante muuuuito tempo, mas nunca pensei que pudesse ser tão bom. Até as coisas que não são tão legais assim, se tornam maravilhosas, basta pensar “pelo menos estou aqui”. Eu sei que esse sentimento de euforia um dia vai passar, vai começar a bater saudade, as dificuldades vão deixar de ser “experiência” e se tornarão puro perrengue, etc… mas até lá, estou aproveitando cada segundo! Ando na rua olhando p/ todos os lados, para todas as pessoas, querendo absorver tudo em volta.

Nunca poderia imaginar que se pasariam 10 anos, eu estaria morando em Londres, com uma nova carreira, teria viajado por 85 paises e ainda por cima casada e com uma filha!

E o melhor mesmo eh ler alguns de meus comentarios iniciais e saber que esse sentimento de euforia e descobrimento nunca me abandonou, sempre querendo conhecer mais, aproveitar mais, aprender mais!

Mas surpresa mesmo eh pensar que 10 anos depois esse bloguinho ainda existe, mais ou menos como sempre foi a intecao: registrar meu dia a dia, minhas experiencias e viagens. Hoje em dia um pouco menos “querido diario” e um pouco mais “dicas”, mas sinceramente me orgulho de ainda encarar esse espaco virtual como um blog “de antigamente”, um lugar de bate papo, frequentado por muita gente legal!

E para comemorar a data especial pensei em fazer uma coisa que nunca fiz por aqui: um sorteio!

Uma maneira simbolica de agradecer as visitas, os comentarios, os e-mails e as amizades que fiz gracas ao blog nos ultimos 10 anos!

O premio sera o “filhote” do blog, o guia de viagens que escrevi ano passado com todas as minhas principais dicas de Londres!

GuiaLondres

Entao quem quiser participar, basta deixar seu nome e e-mail nos comentarios e semana que vem farei o sorteio!

O livro podera ser enviado a qualquer lugar do mundo, entao qualquer leitor podera participar!

Aos que me acompanham a muitos anos, mais uma vez obrigada pela compania, e pra quem esta chegando agora, podem puxar uma cadeira e ir se acomodando, porque quem sabe outra decada nao vem por ai?!

RESULTADO DO SORTEIO:

O Leitor(a) sorteado foi o(a)…..

Stefanie Nascimento!!!!!

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Stefanie, por favor entre em contato comigo pelo e-mail drieverywhere@gmail.com para pegar seus dados e combinar o envio do livro!!

 

Categorias: Blog
673
24
Apr
2014
Seoul ao vivo!
Escrito por Adriana Miller

Bem, na verdade já chegamos em Londres, mas aproveito essa madrugada sem sono de jet lag para postar algumas fotos dos dias que passamos em Seoul, na Coreia do Sul.

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Em primeiro lugar, a viagem pra Seoul foi curtíssima, infelizmente!
No total foram apenas 2 dias “úteis” na cidade, e teria facilmente passado mais uma semana inteira lá!
Mas a decisão de incluir a Coreia no nosso roteiro foi tentadora demais, e acabou que deu super certo com vôos, viagens internas e tal, deixando tudo bem redondinho.

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A cidade foi uma boa surpresa, uma versão “Ásia” que juntou varias outras cidades e caraterísticas da Ásia que eu gosto bastante, mas de uma maneira bem tranquila…
Achei muito fácil de andar pela cidade, as pessoas são ainda mais simpáticas que no Japão e apesar do tempo corrido (afinal não tivemos muito tempo por lá), senti que conseguimos curtir a cidade e a viagem numa boa.

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Nos próximos dias entrarão posts mais elaborados com os detalhes da viagem, e vou tentar responder as muitas perguntas que recebi no Facebook e Instagram esses dias – sobre o roteiro da viagem, os hotéis que ficamos, comida, como foi a questão da língua por lá, as rotinas da Isabella e viajar com um bebe pra um lugar tão diferente, e ate mesmo o que levei na mala e as compras (perdição!) de beleza!
Esqueci alguma coisa? :-)

Categorias: Coreia do Sul, Viagens
17
21
Apr
2014
Kyoto ao vivo!!
Escrito por Adriana Miller

Kyoto é a antiga capital do Japão e uma de suas cidades mais históricas – e por isso mesmo foi essa nossa escolha pra segunda parte da cidade!

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As duas cidades não poderiam ser mais diferentes, mas se complementaram perfeitamente num roteiro basicão no Japão!

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Como sempre, saímos de lá com vontade de ficar mais dias e fazer muitas outras coisas, mas ainda assim conseguimos fazer tanta coisa legal!!!

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Mais uma vez pegamos dias lindos de primavera, o que foi uma surpresa, pois sempre tinha ouvido falar em como essa época do ano era chuvosa no Japão!
Mas resolvemos arriscar assim mesmo pra ver as Sakuras em flor, e valeu demais a pena!!

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Em Kyoto é que realmente vimos a exuberância da primavera no Japão, o que rendeu fotos e momentos incríveis!

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Agora já chegamos na Coreia do Sul, e a viagem ta quase chegando no final…

Mas já já eu volto! :-)

Categorias: Japão, Viagens
11
17
Apr
2014
Tóquio ao vivo!
Escrito por Adriana Miller

Depois de 4 dias intensos em Tokyo, hoje a noite chegamos em Kyoto, então aqui ficam algumas imagens dos nosso primeiros dias nesse lugar incrível!!

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Alguns de vocês vão reparar que essas fotos estão sendo compartilhadas “ao vivo” no Instagram e Facebook do blog (e tão quem ainda não segue, bóra’ê!), mas não podia deixar de registrar parte da viagem por aqui!

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Tóquio esta sendo uma surpresa e tanto… Por um lado, bem menos “futurística” e gigante do que eu imaginava, mas por outro lado, incrivelmente mais agradável, fácil de navegar, e habitada por um povo que dói de tão simpáticos e educados que são!

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Agora ainda temos mais 3 dias em Kyoto antes de seguir viagem para Coreia do Sul, e mal posso esperar acordar logo amanha e continuar a viagem!!

Categorias: Japão, Viagens
14
16
Apr
2014
Hotel Bristol – Varsóvia
Escrito por Adriana Miller

O hotel para a viagem a Varsovia foi escolhido a dedo, e entre as opcoes que tivemos, foi a opcao mais acertada!

Pra comecar que realmete queriamos um lugar especial, e quando comecei a pesquisar, o Bristol ganhou de disparado!

E tem todo o lado ludico tambem ne? Alem de ser um hotel de luxo, ultra confortavel, moderno e de otimo servico, eles sao parte da historia da Polonia e Varsovia, ocupando todo quarteirao da avenida Krakowskie Przedmiescie, a principal da cidade.

O hotel foi inaugurado em 1901, e durante toda decada de 1920, o hotel tambem serviu de Parlamento ao Primeiro Ministro Polones, ja que o Palacio Presidencia eh seu visinho de porta.

Ja durante a decada de 30/40, os Alemaes gostaram tanto da localizacao e arquitetura do hotel que ele serviu como QG para os governadores Sovieticos do distrito de Varsovia, e por isso mesmo foi uma das unicas construcoes na cidade que sobreviveram aos bombardeios e destruicao da Segunda Guerra.

O pos guerra e a era comunista foram duros ate mesmo para o Bristol, que foi abandonado durante anos, depois vendido para a Universidade de Varsovia para usado como armazem, e somente na decada de 90, depois da queda do comunismo eh que o predio voltou a ser um hotel, passando anos em reformas e sendo vendido e revendido a diferentes redes internacionais, ate que em 2013 o hotel foi novamente completamente reformado e redecorado, restaurando a arquitetura original de 1901 e desde entao faz parte da “Luxury Collection” da rede Starwoods.

Nos chegamos numa sexta a noite e fomos direto jantar no restaurante “Marconi”, que pelo nome da a falsa impressao de ser uma restaurante Italiano, mas nao eh, o nome homenagea uma dos arquitetos originais do projeto, o Polones Władysław Marconi e serve uma (Maravilhosa!) comida tipica Polonesa, que eles mantiveram aberto ate mais tarde so pra gente!

(Vale anotar a dica pra quem fora  Varsovia e quiser um restaurante de comida tipica, porem mais elaborado/sofisticado! O Marconi do Bristol eh uma otima opcao!)

Os quartos tambem sao incriveis (e o fato de termos todas ganhado upgrade tambem ajudou!), muito espacosos, com salinha separada, walk in closet e todas as modernidades de bons hoteis!

Eu postei varias fotos dos quartos enquanto estavamos por la, e varias leitoras pediram pra mostrar e falar mais do hotel, que realmente eh sensacional (estava com um grupo de 6 amigas entao aproveitamos bastante o hotel, nos arrumavamos todas juntas no quarto umas das outras etc, foi o maixmo!)!

Mas foram as areas comuns do hotel que impressionaram mesmo: o lobby e cocktail bar Art Deco, o restaurante, o Wine Bar e o Cafe Bristol (todos tambem acessiveis – e valem a pena a visita – para nao hospedes).

Hotel Bristol

Krakowskie Przedmiescie 42/44, Varsovia

 

Categorias: Polonia, Varsóvia, Viagens
2
14
Apr
2014
Varsóvia, Polônia – as dicas rápidas da cidade!
Escrito por Adriana Miller

Não da nem pra fingir que a viagem que fiz com umas amigas semana passada pra Polônia foi muito cultural, porque né? Não foi!

Fomos passar o fim de semana em Varsóvia com 6 amigas e comemorar a despedida de solteira da Tati!

Mas ainda assim conseguimos passear bastante e curtir a cidade, demos muita sorte com o clima e pegamos días incríveis de sol e temperaturas amenas, que sem duvida alguma conseguiram deixar a Polônia ainda mais bonita!

Eu comparei bastante essa viagem com a Cracovia, que foi 100% diferente em tudo! NA época pegamos días frios, escuros e chuvosos, que so aumentaram o tom sombrio e histórico de nossa visita.

Dessa vez, cercada de amigas e com o sol brilhando, vi um outro lado da Polônia: um cultura muito colorida, um povo alegre e fanfarrao, comida deliciosa e vodka… ham-ham (com onomatopeia de hipigarro!), que deixa para lá!

Nossa hospedagem não poderia ter sido melhor, no incrível Hotel Bristol (que eh tao bonito, histórico e incrível que merece um post soh para ele!) e que fica exatamente ao lado do palácio Presidencial (Palac Presydencki), na avenida Krakawskie Prdzedmiescie (que eh a principal da cidade, e que corta Varsovia de ponta a ponta, e tambem conhecida como “Caminho Real”).

Quando andamos 5 minutos para direita, ja demos de cara com a cidade antiga e sua espacosa praca Zamkowy, que o sol colaborou ainda mais para deixa-la fotogénica, com suas casinhas coloridas rodeando a praca e as torres das igrejas ao fundo, contrastando com o tijolo vermelho do Palacio Real que ocupa um lado inteiro da praca.

A verdade eh que a praca Zamkowy eh bem parecida com Cracovia, mas ela eh apenas a entrada para o resto da cidade antiga.

O triste eh saber que essa praca linda e tao cheia de historia eh apenas uma reconstrucao (por mais fidedigna ao original que seja) que reproduz a Varsovia que ali existía por centenas de anos, ate a década de 1930, quando a Polonia (e consequentemente sua capital Varsovia) se encontraram no meio do camino entre Nazistas e Sovieticos, servindo de campo para alguns dos feitos mais crueis e sangrentos da humanidade, e tendo pasado os 30 anos seguintes sendo refens desse sistema.

Mas em Varsovia eu sentí que ese “peso” da historia tem um impacto menor no clima da cidade, e o turista acaba se distraindo com varias outras coisas por la!

Mas continuamos nosso passeio pela cidade antiga nos perdendo por um emaranhados de ruelas medievais (cheias de lojinhas, sorveterias – o sorvete típico da Polonia eh uma delicia, tem um cremoso diferente do que estamos acostumados! – e “milk bars”, os restaurantes/cantinas populares da Polonia, onde a maioria da populacao comia sua única refeicao do dia durante os anos de guerra e opressao.

Muitos desses “milk bars” fecharam as portas com a queda do comunismo, mas agora outros tantos estao re-abrindo, como uma opcao mais “autentica” de comida Polonesa, e outros tantos estao virando barzinhos e restaurante mais alto escalao.

Ate que de repente, chegamos! A praca Starego Miasta, o coracao de Varsovia!

A praca tem aquele ar de conto de fadas que so as cidades do leste europeu ou do interior da Bavaria tem (Praga eh outra cidade que eh bem parecida e tem uma praca central incrivel).

As casinhas coloridas, artistas de ruas, bares e cafes com as mesinhas no sol…

E foi entao que resolvemos dar uma pausa no dia e para um pouco para curtir a cidade – escolhemos um restaurante no lado ensolarado da praca, pedimos uns cafes e uma garrafa de vinho branco no gelo e perdemos completmente a hora vendo a Polonia pasar!

Um tempinho depois seguimos em direcao as muralhas da cidade, que ainda cercam boa parte da cidade antiga, e que ainda possui um dos portoes de entrada originais, delimitando a Varsovia “original”.

Mas quando seguimos a direcao oposta, passando de volta por nosso hotel, voltamos para a grande avenida Krakawskie Prdzedmiescie (conhecida como “Passeio Real”)aquela que corta a cidade quase toda, que mencionei ai em cima), e que eh considerada uma das mais longas ruas da Europa.

Ali eh onde tudo acontece: muitas opcoes de hoteis, restaurante, cafes, supermercados e lojas mil – de lojinhas de artesanato local a lojas de fast fashion internacional e uma loja da mecca Polonesa de Maquiagem “Inglot”!

Mas o caminho real tem outras atracoes tambem, como a Universidade de Varsovia (um predio lindissimo!) e o Centro de Ciencia “Nicolau Copernico” (outro Polones ilustre, pai da astrofisica moderna, que foi o primeiro cientista a colocar o sol como o centro do sistema solar – ate entao a Igreja Catolica considerava a Terra como centro do universo).

E tambem a Igreja de Santa Cruz (entre varias outras – muitas – igrejas), que aliais eh uma coisa que tambem ja tinha reparado na Cracovia, e como os Polacos sao Catolicos fervorosos, e as homenagens a seus ilustres estao por todos os lados, principalmente o finado Papa Joao Paulo II.

A Igreja de Santa Cruz, bem no meio da avenida Krakawskie Prdzedmiescie chama a atencao por ser o “mausoleu” do coracao de Frederico Chopin – outro Polones ilustre que esta homenageado por toda cidade. Apesar do nome Frances (heranca do pai imigrante Frances) e da carreira desenvolvida em Paris no seculo 19, Chopin nasceu e cresceu – e aprendeu a tocar piano e compar musicas – na Polonia, nos arredores de Varsovia.

Ja quase no final da rua Krakawskie Prdzedmiescie esta o parque e o palacio Łazienkowski, uma das principais atracoes de Varsovia, mas que nao chegamos a tempo de ve-lo por dentro… (nao vale a pena tentar andar a avenida toda…. perdemos tempo demais nesse “passeio” e perdemos o palacio!).

Outra atracao que vale a pena visitar em Varsovia eh o Palacio da Ciencia, uma construcao heranca da era Sovietica na Polonia, e um dos “Arranha Céus de Estalin“, construido tambem pelos Russos na decada de 50 seguindo a identidade e arquitetura das “7 irmas” na capital Moscou.

 

- Comida

Bem, nao da pra negar, e se come muito bem na Polonia!

Nao que seja uma comida muito diferente, exotica nem sofisticada, mas eh aquela comida “de casa”, sempre bem feita e bem temperada, sabe?

Como quase todos os paises do centro-norte Europeu, a base de sua culinaria eh a batata e tuberculos em geral, legumes e carnes, principalmente de porco e pato.

O carro chefe da culinaria Polca eh o Pierogi, um misto de risole/pastel com um raviolli gigante. Os recheios e molhos sao variados, podendo ser vegetarianos, de carne de porco, de vitelo, de pato (meus dois preferidos), e podem ser cozidos ou assados.

E outro prato tipico que provei e A-MEI eh a sopa Zurek, servida dentro de um broa de milho!

E as bebidas?!

Bem, todo e qualquer drink feito com vodka “nacional” pode ser considerado uma bebida tipica da Polonia! Os bares e supermercados tem incontaveis prateleiras de opcoes de marcas, intensidade, sabores, filtragens…

De vodka eles entendem!

- Compras

Polonia nao eh exatamente um pais que nos vem a cabeca quando pensamos em “compras na Europa”, mas vale a pena dar uma passadinha nas lojas, pois como eles nao usam Euro ainda (a moeda nacional eh o Zloty), os precos la sao otimos e bem mais baratos que no Oeste Europeu.

Uma marca que vale a pena ficar de olho eh a “Inglot” que eu mencionei acima, uma gigante do mercado de maquiagens profissional e 100% Polonesa, que aos poucos esta ganhando o resto da Europa e do mundo.

Outra dica pra quem gosta de comprar coisas mais “tipicas” em suas viagems (meu caso!) sao as porcelanas Polonesas.

Eu fui apresentada a essas belezuras pela minha sogra que eh uma verdadeira colecionadora e tem pecas incriveis, colecionadas ao longo dos anos participando de feiras de antiguidades e em suas viagens – entao quando vi a variedade de pinturas e estamparias nas lojas da cidade antiga, nao resisti e tambem comecei minha colecao!

- Baladas e gandaia

Bem, deixei o melhor para o final, ne?! Afinal esse foi o principal motivo que nos levou ate Varsovia!

A Polonia, e todo leste Europeu, tem fama de baladeiros (se a fama eh boa ou ruim depende da opiniao) e arrasta multidoes de Britanicos e Europeus em busca de suas festas e baladas, sendo praticamente a sede nao-oficial das despedidas de solteiros(as) da Europa!

Em Varsovia so tinhamos uma noite pra sair de verdade, entao nao pestanejamos e seguimos todas dicas e fomos direto para a regiao da rua Mazowiecka onde os bares e night clubs estao a cada porta.

Praticamente um rua inteira so de aopcoes de baladas e barzinhos, todos animadissimos ate altas horas.

Tinham nos recomendado a Opera, Platinum, Paparazzi ou Enclawa, e acabamos optando pela ultima – onde ficamos ate quase 6 da manha!

 

Categorias: Polonia, Varsóvia, Viagens
11
11
Apr
2014
Ásia 2014: Japão e Coréia do Sul!
Escrito por Adriana Miller

Quem me acompanha nas redes sociais já sabe: amanhã eu, Isabella e Aaron embarcamos para a Ásia, onde passaremos uns 12 dias entre o Japão e a Coreia do Sul!

Principalmente o Japão sempre foi um desses países que volta e meia alguém me perguntava : Porque vocês nunca foram ao Japão? Não tem vontade de conhecer o Japão?!

Nossa, e como!

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Sempre, sempre esteve no topo da minha lista, e acho que já planejei essa viagem umas 5 vezes… mas na hora H sempre acontecia alguma coisa e mudávamos de ideia… seja um outro destino que na época nos pareceu mais interessante, seja o limite no orçamento ou nos dias de ferias, ou a época do ano, ou um terremoto, ou qualquer outra coisa…

E nas outras viagens que fizemos pela Ásia (como aqui, ou aqui, ou aqui), nunca achamos que cabia o Japão… sempre achei que essa deveria ser uma viagem dedicada a esse lugar incrível!

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Então quando comecei a sonhar com a listinha de viagens de 2014, dei uma conferida no meu extrato de milhagem e tcharam! Voos disponíveis para o Japão e Coreia do Sul!! Começamos a analisar dias de ferias, tempo disponível, isso e aquilo, mas decidimos que não dava para deixar passar! Ja tínhamos adiado essa viagem vezes demais e tanto Tokyo quanto Seoul sempre foram lugares que nos dois queríamos muito conhecer!

Mas confesso que me senti perdida, como ha muito tempo não ficava, então usei as mídias sociais e a ajuda dos universitários no Fórum do blog, no Facebook e na Instagram para pedir dicas, sugestões de roteiros e recomendações em geral dos leitores e amigos que ja conhecem o país ou que moram por lá.

Foi ótimo (muito obrigada pelas dicas!), e ajudou demais a definir nosso roteiro!

A principal dificuldade, na verdade, era aquele clássico problema dos viajantes: pouco tempo e muita coisa para ver. E ai somamos uma bebê de 1 ano e 3 meses e pronto, elevou nossas duvidas a níveis estratosféricos.

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Mas tive que aceitar que por mais que seria otEmo poder passar uns 3 meses explorando cada cantinho do Japão, e que sempre tem aqueles “mas vocês não foram no vilarejo X apenas 17 horas da cidade X que eh super autentico e imperdível?!”. Bem, paciência. Aceitamos que a viagem seria limitada, não conheceríamos tudo que queríamos, mas que mesmo assim valeria a pena!

Deixaremos algumas outras cidades e regiões na lista para quando um dia voltarmos, e certas experiências provavelmente não serão realizadas (como nos hospedar em um Ryocan – as pensões típicas do Japão, onde se dorme em tatames – ou a cerimonia do chá) porque agora somos 3 viajantes e não só dois, então todo mundo tem que ser levado em consideração!

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E por causa da Isabella, o tempo limitado, o fuso horário, etc, etc não queríamos ficar pingando de canto em canto, tentando conhecer tudo e mais um pouco e voltando para casa exaustos – então limitamos nosso roteiro a apenas Tokio e Kyoto no Japão, e Seoul na Coreia.

Assim teremos varias noites seguidas na mesma cidade e no mesmo hotel, poderemos curtir as coisas com calma e evitar possíveis perrengues ou complicações.

Nem precisa dizer o quanto estamos animados para essa viagem né?!

Não sei como vai ser a situação de acesso a internet por lá, mas fiquem de olho nas redes sociais do blog (Instagram, Twitter e Facebook) onde postarei o dia a dia da viagem. E prometo que volto com muitos posts!

 

P.S. Mas fiquem de olho no blog pois já deixei alguns posts programados: o relato e dicas da mina viagem para Polônia com um grupo de amigas e mais algumas outras dicas de Londres!

 

 

 

Categorias: Coreia do Sul, Japão, Viagens
10
09
Apr
2014
Esqui e Aprés Ski – fazendo a mala dentro e fora das pistas
Escrito por Adriana Miller

Apesar de já ter falado sobre o que usar e como se vestir para esquiar aqui nesse post, sempre é bom relembrar. E depois das viagens de esqui que fiz esse inverno muitas meninas me pediram dicas sobre o que levar na mala para usar dentro e fora das pistas.

 - Roupas para esquiar ou fazer snowboard:

Não vou reinventar a roda, e esse meu post está bem completo – mas fiz uma check list com tudo que considero indispensável ter a mão para conseguir esquiar confortavelmente.

- Botas de esqui ou snowboard, que provavelmente serão alugadas, então na própria loja te dará tamanhos variados de acordo com o tamanho do seu pé, a grossura da sua meia e seu nível de esqui (já que a bota esta diretamente ajustada aos esquís propriamente ditos).

- Calca e casaco de material impermeável e corta vento: Tanto a calca quanto o casaco serão leves, permitindo liberdade de movimentos e te protegendo da neve/agua e vento lá em cima na montanha (as jaquetas e calcas de esquí não são necessariamente quentes, o importante mesmo eh a proteção anti agua mesmo)

- Roupas térmicas de base: meias, de preferência bem grossas e de cano alto, para proteger seus pés e canelas da bota (a mais desconfortável que você vai vestir na vida!), ceroulas ou leggings (de material próprio ara esquentar suas pernas, mas ao mesmo tempo nao reter umidade na pele); camisetas (regatas e de manga comprida) que sejam próprias para esportes e que nao retenham suor (nada pior do que a sensação de que você esta suando e molhada por baixo daqueles casacos todos), e por fim eu gosto de usar um colete de fleece, pois esquente meu tronco, mas sem limitar os movimentos do braço.

- Acessórios: luvas grossas e impermeáveis (para proteger a pele de sua mão na neve (neve “rala” que é uma beleza!) e que não fiquem molhadas), gorro ou tapa orelhas, cachecol ou protetor de pescoço (gosto daquelas “golas” de fleece, que não correm o risco de desenrolar no meio da pista (pode ate ser perigoso!) e sao quentinhas mas nao ficam “molhadas” a medida que seu pescoço for suando); óculos de sol ou óculos de esquí (o óculos de esquí eh bom para proteger os olhos e rosto quando chove ou esta nevando e ventando muito, mas a verdade eh que prefiro e “enxergo” melhor usando oculos de sol mesmo. Mas quando uso oculos de sol, sempre uso mina faixa “tapa orelha” poise la deixa as hastes do oculos bem presas atrás da orelha, para nao correr o risco de perder os oculos!). E por fim, um capacete (principalmente se voce ja eh mais avançado/corajoso ou se a condição da neve nao estiver muito boa).

A principal dica é realmente ficar de olho nos materiais da roupa e do equipamento que voce vai usar.

Por um lado o clima é frio, você vai pegar bastante vento no alto da montanha, e de uma hora para outra o tempo pode virar completamente de sol-para chuva-para neve e uma incontável variação de combinações de clima, te deixando de morrendo de calor no sol (nao esqueça que voce estará fazendo atividade física intensa o tempo todo, entao vai sentir bastante calor “por dentro” da roupa sim!), para congelado e ensopado (de neve ou chuva) em questões de segundos!

Quando estava em Bardonecchia esse ano eu postei uma foto no Instagram com tudo que estava levando comigo pras montanhas, e muita gente se assustou com a quantidade de cacarecos, e se eu ia esquiar de bolsa ou mochila.

A pesar de que mochilas sao uma opcao (para quem ja leva mais jeito nas pistas (que nao eh meu caso!), as roupas de esquí sao lotadas de bolsos e compartimentos secretos, justamente para isso – afinal voce vai ficar o dia todo por la, fazendo mil atividades e tem que estar preparado para imprevistos tambem.

Entao geralmente as calcas tem pelo menos 2 ou 4 bolsos, as jaquetas 4 ou 6 (quanto mais profissa a jaqueta, mais esconderijos elas tem!), e fora os acessorios, como gorro, coletes etc, entao eh soh ir espalhando suas coisas pelos bolsos sem preocupacao!

ATENÇÃO:  Essa lista de roupas/materiais vale tanto para mulheres, quanto para homens!

- O que vestir fora das pistas de esquí (para jantar, apres ski, etc).

Bem, o principal a ressaltar aquí eh que por mais que voce va para um resort super badalado nos Alpes, o clima eh sempre muito informal – a maioria das festas e apres ski começam direto nas pistas, e raramente as pessoas voltam pro hotel/casa para se arrumar e emperequetar antes de sair de novo.

Entao o “look” mais comum incluem calcas de esquí/snowboarding, botas de esquí (mas quase todo mundo leva uma outro par de “bota de neve”, porque as botas de esquí realmente sao muuuuuito desconfortáveis!), e tudo meio colorido/esportista…

Mas eh importante ter uma boa opcao de calcado que possa ser usado com sua roupa de esquí justamente quando voce nao estiver esquiando – pode ser simplesmente uma bota bem quentinha de solado anti-derrapante, ou aqueles sapatos/botas de trilha, por exemplo. Porque mesmo se seu hotel for ski-in/ski-out, ainda assim voce vai querer ter uma opcao confortável para usar no fim do dia.

E nas situacoes onde voce vai apenas passear pela estacao/cidade, ou voltou pro hotel antes de sair para jantar por exemplo, ou ate mesmo para quem quiser uma balada mais animada, tudo eh muito, muito informal – entao podem deixar as plumas e paetes e salto alto em casa.

Nos pés é importantíssimo sempre ter uma bota que além de quente, seja confortável e anti derrapante, pois quase todas as ruas/calcadas e caminhos por onde você vai passar estarão cobertos de neve e gelo.

E de preferência botas/sapatos de marcas e materiais que sejam proprios para ese tipo de clima e situação, pois a neve (na verdade o químico que colocam na neve para ela derreter e não virar gelo) tem um efeito destruidor em couros e sapatos mais delicados (tipo camurça, couro sem tratamento, etc).

E de resto calcas compridas (que podem ser jeans, ou sarja, ou camurca, couro, ou qual material voce prefira), blusas e pullovers quentinhos, um bom casacão (que pode ser um sobretudo mais pesadao, uma jaqueta de couro, um trench coat, ou a sua propia jaqueta de ski, se voce nao quiser carregar muita coisa na mala), e claro, acessorios (luvas, corros, cachecol).

Me pediram para usar as fotos que postei em Chamonix como exemplo – pois consegui ficar arrumadinha pras fotos (#quemnunca) mas sem passar frio!

Foi apenas uma questão de usar os materiais certos e as camadas certas!

Então nesses días em Chamonix eu estava usando (de “dentro” para fora da roupa):

*Minha meia de esquí (super grossa de lã merino e ate acima dos joelhos)

*Calca jeans (eu pessoalmente não gosto de usar meia calca por baixo de jeans – acho que o mínimo de proteção e “aquecimento” que eles vão oferecer nao compensa o nivel de desconforto, mas eh uma opcao bem pessoal. Eu O-deio, mas tem gente que nao sai de casa sem!)

*Minha bota inseparável da Ugg (acho ate que vou comprar outras cores, pois essa bota realmente é imbatível pro frio! Mas também tenho algumas botas da Timberland que sao otimas!)

(Na parte de cima do corpo)

*Regata de algodão

*Blusa térmica (manga comprida e gola alta)

*Pullover de lã de gola alta

*Colete de fleece (o mesmo que mencionei acima que gosto de usar para esquiar. Eh uma ótima dica para dar uma esquentada no corpo mas sem ficar com a roupa muito amontoada)

*Sobretudo de la (esse sobretudo é super grosso e pesado, com um forro potente, mas o corte eh impecável, então não parece ser tão grandão quanto é!)

*Gorro (usei esse de pelinho pois quería ficar com a cabeça e orelhas quentes, mas não consigo usar gorros de lã por muito tempo seguido – me dão uma coceira pinicada horrível na testa!)

*Luvas (hoje em dia nao consigo mais usar luvas que nao tenho ponteira de dedo de touch screen para usar meu celular e a câmera fotográfica sem ter que tirar as luvas!)

Ou seja, no total eu estava usando 5 camadas de roupa, mas sem ficar parecendo um bonecão do posto! :-)

E o melhor é que a medida que entravamos em lojas ou restaurantes, eu ia tirando as camadas pouco a pouco, de acordo com a temperatura e aquecimento de cada lugar, para nunca ficar desconfortável!

Já em Bardonecchia, na Itália ha umas semanas atrás, apesar da neve e temperaturas abaixo de zero a noite, durante o dia nos resorts o sol estava bem forte, levando as temperaturas na casa dos 10/15 graus, então já não precisamos de tantas camadas e materiais grossos.

Então foi bem mais fácil de planejar o que vestir foras das pistas, usando roupas mais “normais”:

*Blusa térmica de manga comprida

*Pullover de cashmere

*Jaqueta de couro

*Cachecol

*Calça jeans

*Bota (não dá pra ver na foto, mas estava usando minha bota da Timberland, sem forro, mas de ótimo couro e solado de borracha)

 

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