06
Dec
2013
Bósnia: Mostar
Escrito por Adriana Miller

Todos que viveram os anos 90 provavelmente tem a mesma imagem da Bósnia que eu tinha ate uns meses atrás.

Eu me lembro vividamente dos noticiários de 1991/1992 comentando sobre a guerra, e nomes como Bósnia, Kosovo, Iugoslava imediatamente remetiam a imagens de guerra, destruição, devastação no sul da Europa.

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Só a uns 3 ou 4 anos atrás quando comecei a trabalhar em contato com essa região eh que minha imagem foi mudando, e a fascinação pelas culturas dos Balkans foi crescendo e aumentando – desde então já visitei quase todos os países da região, e foi justamente depois da primeira viagem a Croácia em 2010 que me dei conta de como seria fácil viajar pela area.

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Mas não adianta, “Bósnia” ainda é um pais de nome forte, e não é exatamente um destino tradicional pra ferias em família… E confesso que a vontade de conhecer o pais foi por puro fruto de curiosidade mesmo, pois minha imagem não era exatamente das melhores!

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Sei lá, me considero bem mente aberta pra essas coisas, e destinos não-convencionais são comigo mesmo, mas imaginava que a Bósnia seria um misto de Romênia com Albânia – muito rica culturalmente e muita coisa legal pra oferecer, mas ainda descuidada, sem grandes estruturas turísticas.

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E foi difícil pensar em argumentos convincentes para os comentários: “Vão fazer o que por lá?!”,  “Nossa, vocês vão levar a Isabella pra Bósnia?! Iraque não estava disponível?!”, e afins, ou ate mesmo amigos e leitores que nos alertaram sobre problemas, golpes e furadas no pais.

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Então tentei ser sucinta: estávamos baseados na Croácia, mas alugamos um carro e passaríamos apenas 1 dia na Bósnia, sem nos prolongar muito (por exemplo, queria ir a Sarajevo, mas a viagem seria longa demais) e nos mantendo nas areas turísticas.

Então Mostar foi nossa escolha!

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E mais uma vez tive uma agradável surpresa! (que graças a deus surpresas agradáveis em viagens acontecem com muito mais frequência do que surpresas desagradáveis!)

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A viagem foi tranquila, a estrada boa e passar pela imigração foi fácil (esse detalhes mais práticos da viagem vou escrever em outro post) e Mostar excedeu todas as nossas expectativas!

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Mostar foi uma das cidades que mais sofreu durante a guerra da Iuguslavia na década de 90, justamente pagando o preço por sempre ter sido um dos principais centros culturais e com mais diversidade da região.

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Os Balkans como um todo, sempre foram um caldeirão fervente de etnias, culturas, línguas e religiões, sendo que a Bósnia sempre foi o pais mais controverso nesse sentido – eles ja foram divididos, repartidos, separados e unificados por uma infinidade de países e impérios dominadores, e nunca se deram muito bem com toda essa mistureba.

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Com exceção de Mostar, que além de histórico e cultural, ainda por cima era uma cidade onde muçulmanos (Herança dos Otomanos) e cristãos (herança dos Austro-Hungaros) convivam pacificamente.

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E o principal ícone da cidade, a ponte Otomana do século 14 (que tambem era o principal símbolo do pais) também servia de icone por essa luta cultural-religiosa que fervia na Iuguslavia: a ponte de Pedra “Stari Most” unia os dois lados da cidade, cruzando o principal rio do pais e se tornou a principal rota que unia o litoral do Adriatico com os minerios do interior dos Balkans.

E foi justamente esse o alvo escolhido pelas forcas inimigas a ser destruida em 1993 – um bombardeio comandado pelo exercito separatista Bosnio destruiu em minutos toda a historia e simbologia da cidade.

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Especula-se que o impacto moral foi tao grande na populacao da Bosnia e de toda regiao, que foi esse ataque que marcou o comeco do fim da guerra.

E se avancarmos quase 2 decadas, a regiao como um todo voltou a se reerguer e se recuperar da guerra – alguns paises se recontruiram rapido, outros ainda estao lutando por sua independencia, mas finalmente em 2004, com um projeto financiado pela ONU e com apoio internacional, Mostar se reabriu para o mundo (e para o turismo) ao inaugurar com toda pompa que teem direito a nova (velha) ponte, que foi restaurada e reconstruida exatamente como a original de 1400 e poucos.

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Entao, como mencionei ai em cima, foi uma surpresa ir descendo as ruas de paralelepipedo de Mostar e entrar na cidade na beira do rio!

Porque tinhamos mesmo aquela imagem de “Bosnia”, que seria interessante, mas um feinho-arrumadinho, sabe? Ate porque os arredores da cidade, e as ruas que permeiam a estrada que chega ate la nao sao das mais amigaveis…

Ah! Como eu adoro estar errada nessas horas!

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Sim, a cidade ainda tem algumas partes pra restaurar e dar uma ajeitadinha, mas a reconstrucao das areas principais ficou uma gracinha!

As pedrinhas das ruas principais parecem mesmo paradas no tempo (P.S. Impossivel andar por la com carrinho de bebe! Ainda bem que o canguru estava a tiracolo!), as casinhas coloridas, e as ruas que se afunilam mercado a dentro!

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E claro, a piece de resistance eh a ponte! Todos os olhos (e cameras fotograficas!) estao sempre apontadas na mesma direcao, com aquele tipo de paisagem que foi feito pra morar num cartao postal!

A cor clarinha do marmore da ponte arqueada sobre a agua verdinha do rio Neretva, e os dois lados da cidade, com seu mercado, lojas e restaurantes se debrucando nas beiradas.

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Nos escolhemos a sombrinha da varanda do restaurante Babilon para almocar – e o prato escolhido foram as tradicionais Trutas de agua doce do rio Neretva!

 

 

Categorias: Bósnia, Viagens
13
05
Dec
2013
De volta a Dubrovnik!
Escrito por Adriana Miller

Desde que fui a Dubrovnik pela primeira vez, sabia que iria voltar em breve. E nao foi so uma daquelas coisas de “ah um dia eu volto” (que acontece com praticamente todas as cidades que visito na vida) e com minha listinha eterna de lugares a (re)visitar.

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Nao, com Dubrovnik foi diferente, e o planejamento de uma segunda viagem começou praticamente de imediato!

Por um lado porque eu AMEI a cidade, o clima, as pessoas… e como fui com uma amiga, eu tambem sabia que que Aaon ia adorar, entao queria voltar um dia com ele.

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Entao logo que a Isabella nasceu e comecamos a pensar em possiveis viagens, e oque fazer “em familia” no verao, finalmente coloquei meus planos em pratica: voltar a Dubrovnik com o Aaron e de quebra ainda explorar um pouco mais essa regiao do Adriatico e dos Balkans.

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Do aeroporto fomos direto pra cidade antiga – almocamos na pracinha com a vista da muralha e as aguas cristalinas do Adriatico… Sim! Isso eh Croacia!

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E ao entrar pelo portao principal da cidade antiga nao da pra negar que a imagem eh impactante! As casas de pedra com persianas verdinhas, e chao de marmore polido ao longo dos seculos brilhando no sol, que se estende ate a torre do relogio!

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Parafraseando a reacao boquiaberta do Aaron: a cidade eh tao perfeitinha que nem parece de verdade! A cada esquina voce acha que esta passeando por uma cidade cenografica do Epcot Center na Disney! (a gente tira o menino dos EUA, mas nao tira os EUA do menino! Hahahaha)

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Mas eh por ai mesmo. E cada esquina eh uma surpresa!

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Por “sorte” dessa vez, como estavamos com a Isabella acabamos ficando com preguica de subir na muralha (depois acabamos subindo, a tempo do por do sol porque nao deu mesmo pra resistir!) entao fomos apontando nossas cameras e se enveredando cidade a dentro.

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E digo “sorte” porque a maioria dos roteiros da cidade focam na regiao central da rua Placa e a muralha, que por si soh ja toma boa parte de seu dia. Entao, com esse “buraco” em nosso tour, resolvemos explorar com mais calma o “interior” da cidade, suas pracinhas, igrejas escondidas e ruelinhas.

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E sem contar que no calor massacrante de Agosto na Croacia, as ruas estreitas bordeadas por casas de pedra fresquinha foram uma delicia (as bochechas rosadas da Isabella agradeceram!) e na verdade mesmo se a area nao fosse tao interessante, nao queriamos sair de la!

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O bairro judeu de Dubrovnik foi uma area de “gueto” durante muitos seculos, sendo posteriormente praticamente aniquilada pelos Nazistas, e por fim pela guerra da antiga Iugoslavia – mas na verdade eh ali em Dubrovnik que estao as ruinas da mais antiga sinagoga da Europa!

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A sinagoga fica pertinho do Portao Pile e hoje em dia funciona apenas como ponto turistico, com servicos ocasionais, apenas quando o rabino de Zagreb visita a cidade – e alem disso, apos o holocausto apenas 27 judeus ainda sao registrados na “paroquia” (existe um nome equivalente para sinagogas?) sendo que varios deles receberam asilo nos EUA durante a guerra e nunca mais voltaram.

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E por ali tambem pudemos ver o trabalho maravilhoso de conservacao que o governo atual tem feito na Croacia, reconstruindo a cidade pos-guerra, e em varias esquinas no interior da cidade existem “exposicoes” de fotos mostrando o mesmo lugar durante/depois da guerra, completamente destruidos, e como estao agora, de volta ao seu esplendor!

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No fim do dia, nao resistimos e subimos a muralha – sim foi um mega perrengue subir as escadarias (no sol!) com a Isabella no canguru e carregando o carrinho… mas ah como valeu a pena!

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A vista la de cima eh incrivel,  e conseguimos pegar uma luz linda no por do sol!

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Entao consegui cumprir minha meta e voltar a Dubrovinik (e explorar a regiao, ja que nos dias seguintes de nossa viagem fomos para Montenegro e Bosnia) mas agora adicionei outra meta: conhecer o resto do pais (na mira? Split e Hvar!)

Nessa viagem, assim como da primeira vez que fui a Dubrovnik, optamos for ficar hospedados nos arredores da cidade, e dessa vez ficamos em Lapad, a 10 minutos do centro antigo de Dubrovnik, no Hotel Sumratin.

Infelizmente, o hotel que fiquei da outra vez (e amei) estava lotado por ser alta temporada, então escolhemos o Sumratin por ficar pertinho da praia (que acabamos não indo) e ficar bem no “centrinho” de Lapad, então tínhamos muitas opções de bares e restaurantes bem pertinho, e foi fácil sair pra comer e jantar fora ou curtir os bares mesmo com a Isabella no carrinho (sabendo que se as coisas não corressem bem e ela começasse a chorar ou algo do tipo, era fácil voltar pro hotel), e conseguimos curtir bem nossos dias e noites em Lapad sem problemas.

O hotel fica bem na meiuca da “rua dos restaurantes” da Lapad, com varias opcoes de bares e lugares pra comer ao ar livre, com mesinhas espalhadas pelas calcadas, musica ao vivo e boa comida!

 

 

 

Categorias: Croacia, Viagens
4
04
Dec
2013
Low Cost: Viajar de EasyJet com um bebê
Escrito por Adriana Miller

Viajantes mundo a fora sempre são classificados de acordo com alguns rótulos (mochileiro, aventureiro, de luxo, de resort, etc).
Já Entre as famílias viajantes, são categorias: as que viajam com seus filhos, e as que simplesmente preferem deixar pra depois (seja porque da trabalho, porque acham que as crianças não vão lembrar/aproveitar, ou o que for).

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Então entre os muitos comentários não solicitados volta e meia nos ouvimos de amigos e conhecidos que viajar com a Isabella nesses últimos meses tinha sido fácil pois viajamos sempre cias aéreas tradicionais. “Queria ver se vocês iam achar tão simples assim na Ryanair ou Easyjet!”, me falaram uma vez.

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Pois bem. Esse dia finalmente chegou, e nós 3 embarcamos rumo a Croácia em Agosto voando Easyjet.
Eu já fiz vários posts sobre os poréns de viajar de low cost, e a verdade verdadeira é que realmente ja se foi os tempos áureos em que realmente valia a pena passar por certos apertos em nome de tarifas quase de graça.

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Sim elas existem, mas com a popularização dos vôos low cost (afinal não são mais novidade) e aumento na regulamentação do setor (mais taxas, mais impostos etc que são repassados aos passageiros), quando colocamos na ponta do lápis todos os extras (monetários e de inconveniência), poucas vezes ainda vale a pena encarar a Ryanair (insira aqui o nome de qualquer cia de low cost na Europa).

Mas ainda assim, com todo planejamento, antecedência e seguindo alguns princípios básicos (que já falei bastante em vários posts aqui ó) volta e meia nao tem como resistir!

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Então lá fomos nos!
Mas afinal, como funciona viajar de low cost com um bebe de colo?

Bem, no geral a maioria das regras ainda valem e são exatamente as mesmas!

- Preço:

O principal problema de viajar de low cost, eh que eh muito fácil levar gato por lebre – o preço final da sua passagem NUNCA será aquele precinho que aparece ali na primeira tela.

Então seja numa viagem com crianças ou não, é preciso levar tudo em consideração: todas as taxas extras, os impostos, o check in on line, a bagagem extra, a distância dos aeroportos, etc, etc (muitos mais detalhes nos posts aqui).

Mas como queríamos viajar na alta temporada pro Sul da Europa, ainda assim, vale a pena viajar de Easyjet e não tivemos medo de arriscar! (ou seja, não é que a passagem tenha sido suuuuper baratíssima, apenas saiu mais barato do que em uma cia tradicional como a British Airways, por exemplo).

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Além disso, assim como em cias aereas tradicionais, bebes de ate 2 anos, viajando no colo de um adulto nao pagam a passagem cheia.

No caso da easyjet, em vez de pagar algumas taxas e um proporcional do preco da passagem dos pais, as criancas pagam uma tarifa fixa de 20 Libras por perna da viagem.

Então se sua viagem for mais cara, as 40 Libras pagas pelo bebe acabam não sendo nada no custo total – mas se você achar uma passagem super baratinha, daquelas quase dadas, pode ate ser que seu filho pague mais que você! (se for esse o caso, basta comprar um assento de “adulto” separado.

 

- Bagagem:

Emendando no tema “preços”, uma das principais maneiras de deixar suas viagem de low cost econômica é viajar soh com bagagem de mão.

Bem, com um bebe de colo eu ainda não aprendi a viajar “leve”! Então sabíamos que seria impossível viajar apenas com 1 mala/bolsa de mão cada um e não despachar mala nenhuma, pura e simplesmente porque bebes e crianças demandam muitas “tralhas” e quase tudo é muito volumoso (fraldas, leite, brinquedos, mudas extras de roupa, enfins). Alem disso bebes pagando a tarifa de “colo” (“Lap infant” em Ingles) nao tem direito a nenhuma bagagem de mao, o que complica ainda mais.

Então de cara, no ato de marcar a passagem já confirmamos que queríamos despachar uma mala – pagamos a tarifa para uma mala de 20 quilos, que foi mais que suficiente para nos três.

Já a bagagem de mão não tem jeito mesmo! Cada adulto só pode levar um único volume (uma bolsa feminina OU mochila, OU sacolinha OU mala de cabine OU bolsa de laptop OU…), e crianças de colo não tem direito a nenhum volume. Então esqueça a bolsa de fraldas, a mochilinha com brinquedos extras pro voo, ou a bolsinha com fraldas de emergência. É um volume só e ponto final.

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Então o que fizemos foi levar uma mala de mão vazia com a gente, e segundos antes de embarcar, coloquei minha bolsa, a bolsa de fralda da Isabella, e os demais cacarecos que queríamos levar no avião dentro dessa mala (mamadeira extra, cobertor, iPad, briquedinhos, etc)!

(P.S. Os seguranças implicaram e nos pararam pra saber porque passamos pela segurança com uma mala vazia, mas ai expliquei que era pra colocar todas as outras bolsas e sacolas no voo da Easyjet e eles entenderam sem problemas)

Então conseguimos entrar com tudo sem problemas, e a medida que fomos precisando de certas coisas duranto o voo, era so retira-los da mala que estava no bagageiro acima de nosso assento.

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Além disso, assim como nas empresas áreas tradicionais, bebes e crianças tem direito a levar ate 1 carrinho e um bebe conforto sem pagar nada extra!

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E também pudemos levar o carrinho da Isabella conosco ate a porta do avião – e a recolhemos após o desembarque na Croácia.

 

- Durante o voo:

O voo propriamente dito foi igual a outro qualquer.

Sim, os aviões de low cost são mais desconfortáveis, mas os voos também são bem curtos, então ninguém ficou sofrendo não.

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Levamos brinquedinhos, leite, chupetas, mantas, desenhos e afins para distrai-la durante as quase 3 horas de voo e foi tudo numa boa.

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E mesmo em voos mais longos (alguns voos podem chegar a 5 horas) os aviões utilizados pelas cias de low cost nao possuem bercinhos para bebes de colo, e pais com crianças também não tem preferência para as poltronas da frente (mas você pode pagar uma taxa extra para ter direito a esses assentos, ou para ser o primeiro a embarcar no avião e tentar pegar uma poltrona melhor).

 

- Os aviões:

Os aviões seguem os padrões normais de segurança exigidos a Europa, então todos tem equipamento salva vidas e de segurança para bebes e crianças, todos os banheiros tem trocador de fraldas, e todos oferecem o cinto de segurança especial para crianças de colo.

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- Os services:

Uma cosia que sempre fica aparente quando viajamos de low cost é que qualidade de serviço não é o forte das empresas. E esteja você com bebes e crianças ou não, a coisa vai ser mais ou menos a mesma.

Famílias com crianças tem preferência de embarque, mas só depois que os passageiros que pagaram por certas regalias (assento preferencial, Embarque preferencial etc) já tiverem embarcado, então a não ser que você compre uma das opções extras de serviço, mesmo com bebe pequeno você nunca ser o primeiro a embarcar.

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Além disso, tudo oferecido/fornecido a bordo eh cobrado a parte – então seja a agua mineral para misturar o leite do bebe, ou o biscoitinho pro lanche da criança, tudo devera ser comprado a parte.

Os preços a bordo não chegam a ser uma loucura não, mas as opções são limitadíssimas (muita porcaria industrializada), e não custa nada já embarcar preparada com tudo que você acha que seus filhos possam precisar (quase todos os aeroportos Europeus – e 100% dos aeroportos Britânicos – tem farmácias dentro dos terminais, que vendem tudo que crianças podem precisar).

Porem, uma vez lá dentro as comissarias foram super simpáticas e solicitas, como seria de se esperar de uma cia aerea.

 

Mas e então, valeu a pena viajar com bebe na Easyjet? Ou foi muito perrengue?

Sim, valeu, pois conseguimos economizar uma quantia considerável no preço da passagem, mesmo com alguns extras que optamos pagar.

E claro que viajar com um bebe sempre adiciona perrengues a qualquer viagem, seja de primeira classe ou de Ryanair – e quem discordar estará mentindo! :-)

Mas como em qualquer situação Low Cost, estando preparado e com tudo bem planejado, foi uma viagem como outra qualquer!

 

Categorias: Avião, Baby Everywhere, Croacia, Dicas (Praticas!) de Viagem, Viagens, Viajando com crianças, Voos Low Cost
20
03
Dec
2013
Durham – uma cidade medieval Inglesa (saida de uma pintura!)
Escrito por Adriana Miller

Eu sempre falo muito de minhas viagens aqui no blog, e adoro conhecer novos países e explorar novas regiões, mas as vezes esqueço do quanto adoro viajar pela Inglaterra!

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E até que viajamos bastante por aqui, principalmente os muitos palácios e cidades nos arredores de Londres, mas a Inglaterra como um todo é um pais que tem muito a oferecer, e se eu não morasse aqui, com certeza seria uma daqueles lugares pra passar as ferias inteiras explorando cada cantinho com calma! (na verdade todo Reino, pois os 4 países são incríveis).

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Então aproveitamos que estávamos em Newcastle pra conhecer Durham, uma cidadezinha medieval a 15 minutos de trem de Newcastle.

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Ainda mesmo na estrada (ou no trem) é impossível ignorar Durham – a cidade tem uma catedral E um castelo imponentes e impressionantes que se debruçam na colina acima do vale da cidade.

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A cidade “existe” desde o século 11, quando um grupo de monges Beneditinos se instalaram na cidade e começaram a construir a catedral.

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A Catedral eh o coracao da cidade e domina completamente a paisagem – e pode ser que voce nunca tenha ouvido falar em Durham, mas talvez as imagens sejam familiares… foi la mesmo, no patio interno da Catedral que varias cenas de Harry Potter foram filmadas, se passando por Hogwarts!

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Logo depois, ainda no século 11, o castelo foi construído para servir de sede para o Rei dos Normans durante as guerras e batalhas contra os escoceses (a Inglaterra só passou a ser um pais unificado depois que William, o conquistador, venceu a batalha de Hastings contra os escoceses e declarou Winchester a capital de seu Reino), servindo de refúgio e fortaleza.

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Alguns séculos mais tarde, o castelo de Durham mais uma vez serviu como fortaleza e proteção à coroa Britânica durante as batalhas da “reforma Anglicana” (a luta entre a igreja Católica e Anglicana, que acabou destruindo boa parte da região, que agora é conhecida como a “The Borders”).

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Porém, desde 1840 o castelo funciona como um dos campus da Universidade de Durham (já pensou ir pra aula todo dia nesse castelo de mil anos?!?).

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Mais recentemente, Durham também ficou conhecida (e arrasta multidões!) por sediar o festival de luzes “Lumiere”, com projeções de música e imagens nas paredes da catedral!

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- Durham na pratica:

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Durham fica a menos de 15 minutos de trem a partir de Newcastle, e também tem bons serviços de trem a partir de Londres e York (entre outras), então é um lugar muito fácil de visitar!

 

Categorias: Durham, Inglaterra, Newcastle, Viagens, Viagens pelo UK
12
02
Dec
2013
Thanksgiving ao vivo!
Escrito por Adriana Miller

Começou a temporada oficial de festas de fim de ano!

Semana passada estivemos na Pensilvânia nos EUA visitando a família do Aaron para comemorar o feriado americano de Ação de Graças (e o primeiro da Isabella!).

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Visitar a família é sempre uma correria, mas sempre uma delicia – e agora com a Isabella ficou ainda mais legal (e ainda mais corrido!).

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Conseguimos fazer quase tudo que planejamos, e principalmente ter bastante tempo com os avos, as bisas, tios e tias para que todo mundo pudesse curtir bastante a Belinha :-)

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Foi também uma viagem emocionante e cheia de “primeiras”: a Isabella conheceu sua terceira Bisa, a bisa Ruth, com quem ela divide o aniversario de 10 de Janeiro – separadas por exatos 98 anos! (A Ruth nasceu em 1915, e a Isabella em 2013)

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Ela também conheceu os priminhos e vários filhos e filhas de amigos de infância do Aaron.

E claro, nao poderíamos esquecer seu primeiro ação de graças e sua primeira árvore de Natal!

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E por falar em agradecer, o ação de graças foi bem monotemático! :-)

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Eu já fiz vários outros posts sobre o feriado de ação de graças, mas não me canso de repetir que é uma de minhas tradições preferidas: uma festa super família, sem credo nem segregações, dedicado exclusivamente a agradecer pelo que temos na vida!

E parte da tradição de thanksgiving na família do Aaron é a montagem da árvore de Natal da avó.
Ela é uma senhorinha de 96 anos e na flor da idade! Mora sozinha, sai pra jantar com as amigas, participa de eventos e voluntariado na igreja da rua onde mora a 88 anos!

E nos duas compartilhamos a mania/paixão por colecionar enfeites de Natal (os meus sempre são relacionados a viagens, já ela coleciona enfeites vintage, que herdou se sua mãe).

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A árvore dela é praticamente atração turística na cidade e ate hoje alguma dos amigos de infância do Aaron pedem pra ir lá ver a árvore!
E sim, dá uma trabalheira danada, e demoramos um dia inteiro pra organizar, montar, enfeitar e limpar tudo depois – mas é uma coisa que só se faz uma vez por ano, juntam a família toda e o evento vira uma festa por ai só!

Espero que um dia eu também chegue aos meus 90 e poucos anos ainda montando minha árvore de Natal cercada por amigos, filhos, netos e bisnetos!!

Mas infelizmente demos azar com o clima e pegamos muuuuito frio e neve a semana toda!

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Então alguns passeios pelos arredores e por Pittsburgh acabaram sendo cancelados, porque preferimos ficar de preguiça do lado da lareira!

E claro, onde tem Thanksgiving, também tem Black Friday!
Que é aquele dia louco de promoções que da o pontapé inicial na temporada de compras de Natal e fim de ano para os americanos!

Nós não encaramos a black Friday na sexta não (toda loucura tem limites), mas sempre tiramos o dia no sábado para ir ao outlet e shoppings da região!

(Que esse ano também foi mais tímido porque tava muito frio!)

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Então daqui pra frente começa nossa temporada de festas, enfeites e comemorações – cujo ápice será nosso primeiro Natal como uma família de 3, no Brasil com minha família (e uma temperatura bem mais quentinha!!).

Categorias: Feriados e afins, Pittsburgh, USA
17
28
Nov
2013
Newcastle Upon Tyne: a capital norte da Inglaterra
Escrito por Adriana Miller

O Sul e o Norte da Inglaterra tem uma forte rixa entre eles, e pra quem assiste de fora chega a ser engraçado, uma coisa assim meio “Game of Thrones” sabe? “The North” e o “The South”, com suas diferenças e costumes!

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Como moramos no Sul, acabamos tendo uma percepção “sulista” sobre o Norte, e tão não sabia o que esperar da cidade além de algumas de suas “famas” (como por exemplo, eles são muito festeiros e não dispensam uma balada!).

Então foi uma surpresa agradável quando acordamos no sábado de manha e nos deparamos com um dia lindo e uma cidade super charmosa!

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A primeira parada foi a área de Quayside (que se pronuncia “keyside”), que é a versão nortista do Queen’s Walk em Londres, ou a orla do Rio de Janeiro.
A região da cidade que beira o rio Tyne (daí o nome completo da cidade: Newcastle upon Tyne), que foi completamente revitalizada, com muitos restaurantes e pubs, centros de entretenimento e espetáculos, e claro, suas pontes, que são o símbolo e orgulho da cidade!

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Mas Newcastle também tem o centrinho antigo e histórico, com o castelo que um dia já foi seu epicentro (e que deu origem a cidade de “novo castelo”!), e alguns pedaços da muralha medieval original que um dia já cercou e protegeu a cidade.

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De maneira geral, Newcastle me lembrou demais Edimburgo, na Escócia; uma coisa assim bem “igual, porém diferente”, sem explicação!

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Principalmente em sua rua principal, a Grey Street, que sobe a colina que forma Newcastle, cercada por edifícios antigos e imponentes, e muito bem cuidados!

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A rua termina no monumento ao Earl Grey – aquele mesmo do chá tradicional inglês (que criou a mistura de folhas e ervas especialmente para a visita do imperador Japonês a Inglaterra e acabou sendo batizado em sua homenagem e é um dia chás mais bebidos no mundo!).

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É ali também na Grey Street e Granger Street que ficam as principais lojas da cidade, incluindo a loja de departamentos Fenwick (que é uma rede nacional, mas original de Newcastle) e a Central Árcade (parece uma mini Galeria Vittorio Emanuele de Milão!), além de todas as outras lojas que vemos pela Inglaterra.
E como fomos em Novembro, a cidade estava toda decorada pro Natal e já estava rolando um mercadinho de Natal na praça Eldon Square!

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Newcastle também tem uma Chinatown bem típica (e toda decorada a caracter!), além do estádio de futebol do Newcastle United (uma paixão nacional tão forte quanto a dos brasileiros!!).

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Mas o melhor do fim de semana foi confirmar – positivamente! – alguns dos estereótipos do “North” (ou Geordie, como são conhecidos):
Além de muito hospitaleiros, eles são extremamente simpáticos (não diga que você ainda é dessas pessoas que acha que os Ingleses são todos frios e sem graça?!) e animadíssimos!!

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Os Geordies não dispensam uma farra, e Newcastle é a capital Britânica das baladas e festas (que ao contrario de Londres, não tem hora pra acabar!).

- Newcastle na pratica:

- A cidade fica entre 2:30 e 3:30 horas de trem de Londres (depende da cia ferroviária, horário do dia e da semana), então é super perto e acessível a partir de Londres (da pra fazer um bate e volta, mas Newcastle é um lugar que eu definitivamente aconselho no mínimo um fim de semana!!).
Mas a cidade tambem tem ótimas conexões internacionais e nacionais em seu aeroporto (tanto a British Airways quanto a Easyjet voam a ponte aérea Londres-Newcastle).

- Nós ficamos no hotel SleeperZ, super central e bem localizado, modernissimo e econômico!
O hotel é uma construção novinha, com decoração moderna, quartos confortáveis, wifi de graça e bom cafe da manha (e secador de cabelo “de verdade”, que é um dia meus principais critérios de qualidade!!!)

- Em Newcastle, assim como Londres, se come muito bem! O leque de opções agrada todos os paladares e orçamentos.
Nossas opções testadas e aprovadas sao:
- The Forth (pub tradicional Inglês com música rock e ótima comida!)

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- The Redhouse (outro pub tradicional, na região do Queyside, com lareira acesa pra aquecer o ambiente, móveis antigos e arquitetura Tudor histórica (e no menu, as tradicionais tortas salgadas Inglesas – recomendo!!)

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- Marco Pierre White (o Celebrity chef que tem vários restaurantes em Londres é nativo de Newcastle – apesar do nome “exótico” dado por sua mãe francesa – e agora finalmente abriu uma filial em sua terra Natal)

Newcastle também é a cidade perfeita pra explorar outras áreas da região do Norte do pais, estando a cerca de 1 hora de York (ao Sul), 1 hora de Edimburgo (na Escócia, ao Norte) e de cidades fofas como Durham e a região dos lagoa Britânica (Lake Region).

 

Categorias: Inglaterra, Newcastle, Viagens, Viagens pelo UK
7
26
Nov
2013
Newcastle College – cursos de inglês na Inglaterra!
Escrito por Adriana Miller

Não é de hoje que uma dos temas que mais aparecem por aqui sao cursos de Inglês na Inglaterra e Londres – e geralmente geram certa polêmica: qual curso, onde ir, os custos, poder ou nao poder trabalhar durante os estudos etc.

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Então quando a Newcastle College entrou em contato comigo sobre seus programas e cursos de Inglês, na mesma hora sabia que seria uma boa! Afinal, por mais que eu ame Londres, sempre sou super sincera na hora de aconselhar que Londres na verdade nao é um bom lugar pra estudar Inglês.

E digo isso porque acho que para aprender uma língua é preciso imersão – na cultura, nos costumes, na história e claro, o contato com os nativos da língua. E se o propósito é sair do pais pra aprimorar os estudos e abrir oportunidades, é justamente essa convivência com a “Inglaterra de verdade” que vai fazer toda diferença no resultado final do aprendizado.

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E Newcastle é perfeito pra isso!
A cidade é a “capital do Norte”, então oferece o melhor dos dois mundos: ao mesmo tempo que é uma cidade grande, cosmopolita, cheia de cultura e vida, ainda mantém uma autenticidade “britânica” de ser, que as vezes é difícil encontrar em Londres.

Newcastle é uma cidade super jovem, com muitas universidades e colleges que atraem estudantes de todo pais e de todo mundo.

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E o Newcastle College é um deles, e estão investindo bastante em sua área internacional, oferecendo cursos de Inglês mas com a infra-estrutura de universidade.
Isso porque eles também oferecem cursos de graduação, pós graduação, MBAs e cursos profissionalizantes, e todos podem ser conciliados com os cursos de Inglês.

E principalmente pra quem ainda está construindo uma carreira, dando base ao currículo, ter um nome e educação de peso por trás de um curso faz uma grande diferença!

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Duas coisas que achei importantíssimas nos cursos da Newcastle College: eles receberam a pontuação máxima dada pelo British Council (a divisão do consulado Britânico que regulamenta cursos de Inglês) e o College esta entre os top 10 centros educacionais para professores do pais .

E isso nao faz diferença só na hora de colocar no currículo não, mas sobretudo em coisas mais práticas, como por exemplo conseguir o visto de estudante e poder trabalhar durante seu curso (pra quem faz cursos mais longos – o “Home Office”, orgao do governo Britanico que regulamente vistos e imigracao esta cada vez mais rigoroso com essas coisas).

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A Anna Connors, que é a consultora para América Latina do College (e leitora do blog! Yay!) me levou pra fazer o tour completo dos diferentes campus do College espalhados pela cidade – todos acessíveis tanto para alunos de cursos de graduação e pós, mas também dos cursos de Inglês.

E claro, nao posso deixar de falar no lado pratico da coisa né?! Afinal todo mundo sabe que a Inglaterra é um lugar caro… Porém, existe Londres, e existe o resto do pais!
Então Newcastle é muuuuito mais acessível que Londres, em tudo: desde o preço dos cursos, passando pela acomodação, e ate coisas como transporte do dia a dia, o pão no supermercado e a pint no pub!

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Outra vantagem é que os cursos são “moldáveis” para a situação de cada aluno. Então quem tem muito tempo disponível e quer fazer um programa completo, de vários meses, é possível planejar uma carga horária e cursos extras que complementem a experiência.
Mas se você nao tem tempo (ou dinheiro) pra passar meses estudando Inglês, no Newcastle College é possível frequentar cursos com o mínimo de 2 semanas, e as aulas começam todas as segundas feiras do ano – o que é perfeito pra quem já trabalha ou tem outros compromissos profissionais ou pessoais que limitariam seu tempo (com 2 ou 3 semanas de ferias no trabalho você já pode fazer um curso intensivo e melhorar/aperfeiçoar o inglês!).

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A hospedagem dos alunos é com famílias locais, pra quem fizer cursos rápidos, ou na residência estudantil ou em apartamentos alugados, pra quem fizer cursos mais longos.

E como falei acima, por ser uma faculdade e não apenas uma escola de Inglês, é possível conciliar outras áreas e interesses com seu curso de Inglês, como por exemplo frequentar um dos módulos do curso de MBA ou fazer um curso profissionalizante e Business English (dependendo do seu nível de inglês).

E isso eu tenho que mostrar porque foi minha parte preferida do tour!!
Um dos campus do College é a “Lifestyle Academy” (academia de estilo de vida), um prédio super moderno onde estão alguns dos cursos profissionalizantes oferecidos pelo College.

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E sao super ecléticos: de turismo e hotelaria, a culinária, educação física, estética e mais um monte de outras coisas legais.

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O Lifestyle Academy é aberto a todos os estudantes do College, e são os próprios alunos que utilizam da infraestrutura para colocar o que aprenderam na prática, então eles oferecem aos seus alunos comodidades como uma academia de ginástica super moderna a preços irrisórios, um Spa completíssimo (e de babar, diga-se de passagem!!) a preços simbólicos, cabeleireiro e manicure, um bistrô e um restaurante “chique” (e como uma vista linda da cidade) por quase nada (nos almoçamos lá, comemos muitíssimo bem, com direito entrada, prato principal e sobremesa por 8 libras!!!).

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Mas voltando ao curso de Inglês, é possível escolher a carga horária que melhor se encaixe no seu perfil e nível de Inglês, com cursos com 15, 21 e 25 horas semanais (deixando o curso mais ou menos intensivo, dependendo de quanto tempo você tem disponível), e os cursos são classificados como “general english”, com foco no vocabulário, gramática e conversação, ou cursos mais formais, como as certificações Cambridge e IELTS.
E pra quem sonha em fazer faculdade ou mestrado na Inglaterra eles também tem um curso de inglês acadêmico, que foca mais nas necessidades dos alunos de cursos superiores.
Ou se você já trabalha e quer melhorar o nível de Business English, as aulas do programa também podem ser planejadas de acordo com sua carga horária.

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E por fim, outra coisa que eles oferecem aos alunos dos cursos de Inglês, é o “social program”, que inclui varias programações, passeios e viagens pela região (Inglaterra e Escócia), que ajuda na integração entre os alunos e com toda essa coisa de “absorver a cultura” que é tão importante num curso de línguas! (O meu curso de Italiano e Espanhol, a muuuuuitos anos atras, também tinham esses programas “sociais” e de passeios com os alunos, e faz uma baita diferença na adaptação longe de casa!).

O Newcastle College tem uma página especialmente em Português, onde é possível encontrar algumas informações atualizadas sobre preços, datas e programas, e o contato das meninas do curso internacional (todas gente finíssima!!) para esclarecer mais duvidas e tratar de detalhes!

Ah! E claro, como eu sei que as coisas que impactam na decisão sobre fazer um curso fora do pais vão muito além da sala de aula, nos aproveitamos pra passar o fim de semana inteiro em Newcastle, pra explorar bem a cidade e a região e poder responder as duvidas mais comuns: como é a cidade? Vou me adaptar? Tem coisa legal pra fazer? O que mais vou poder visitar?

(Vários posts virão por ai!)

 

Categorias: Cursos de Ingles, Estudos, Inglaterra, Newcastle, Viagens, Viagens pelo UK
14
25
Nov
2013
Osteria dell’Orsa: a melhor massa a bolonhesa… em Bologna!
Escrito por Adriana Miller

Enquanto estávamos na Itália a umas semanas atrás, não tive duvidas na hora de passar o fim de semana todo em San Marino e deixar Bologna de lado. Mas tinha uma única coisa que eu não conseguia tirar da cabeça: comer uma boa massa a bolonhesa, em Bologna!

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Eu sei que é super bobeira, mas sabe essas coisa de sonho mesmo? Coisas a fazer antes de morrer?

Então, Bologna sempre estava na minha “lista” pura e simplesmente pela comida!

Então quando comentei isso com nossa guia, na mesma hora ela recomendou seu restaurante preferido em Bologna: Osteria dell’Orsa

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Ela avisou que o restaurante fica numa rua meio escondida, sem nada muito turístico por perto (ou seja, não poderíamos conciliar almoço com um passeio rápido pela cidade), e geralmente sempre tem fila nos fins de semana.

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Mas garantiu que a qualidade da comida e a autenticidade da experiência compensaria, e era justamente isso que queríamos: ragú alla Bolognese de acordo com o gosto dos Bolonheses!

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O restaurante eh todo em estilo “cantina”, com mesas grandes divididas por varias pessoas, e o menu de cada dia eh escrito numa louza ao lado da porta, de acordo com a estação do ano e os ingredientes disponíveis.

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O serviço (mais italiano impossível) é rápido e eficiente – eles estão sempre lotados mas conseguem servir todo mundo sem delongas (estava uma fila enorme pro almoço de domingo, mas sentamos em menos de 20 minutos).

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E tudo muito sem frescura: a bruschetta pugliese vem servida na tábua de cortar pão, e a massa e lasagna já servida no seu prato, diretamente to “tacho”!

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Logicamente escolhi o Tagliatele al Ragu (que eh como os Bolonheses chamam nosso “molho bolonhesa”) e o Aaron pediu Lasagna Bolognese – com bruschetta de entrada e insalatta caprese pra acompanhar!

O total da conta deu menos de 40€ pra nos dois e foi daquelas experiências que vou guardar pra sempre – e a pedido do Aaron vou tentar me esforçar pra não virar daquelas velhas reclamonas e não passar o resto da vida reclamando que todos os molhos bolonhesa do mundo são péssimos “porque quando eu comi um ragú alla bolognese em Bolonha…”!

(vou tentar, mas não garanto!)

Osteria Dell’Orsa

Via Mentana, 1 – Bologna

 

Categorias: Bologna, Italia, Viagens, Viagens pela Italia
8
22
Nov
2013
Madrid ao vivo!
Escrito por Adriana Miller

Mais uma semaninha na minha cidade querida: Madrid!

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Dessa vez a viagem foi super movimentada, muitas reuniões e coisas a fazer e aprender, e de quebra ainda servi de anfitriã a toda equipe do projeto.
E ai aconteceu uma coisa engraçada: enquanto estava guiando o “grupo” pelas ruas de Madrid uma das gerentes me perguntou quantos anos eu passei na cidade. E isso me fez pensar… Porque na verdade eu só morei em Madrid por pouco mais de 1 ano, durante meu mestrado. Mas desde que fui pra Inglaterra dei muuuuuita sorte de sempre ter tido empregos que me permitiram voltar incontáveis vezes a cidade!

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Eu sempre tento dar umas escapulidas pela cidade quando estou trabalhando, mas dessa vez nao rolaram muitos passeios.

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Mas as dicas rápidas da vez são sobre meu hotel preferido em Madrid, o Westin Palace!

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Já falei dele outras vezes no blog (e já fiz post também), e adoro me hospedar lá!

Outra dica (que tb já tem post antigo, é o bar-cobertura “Penthouse”, no topo do hotel ME Meliá na Plaza Santa Ana.

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E ainda na mesm praça Sant’Ana, seguimos mais uma dica certeira do pessoal do escritório e fomos comer tapas no badalado “Lateral”! Delicia! Delicia! Recomendo! #ficadica

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E a dica final (que também ja tem post antigo,as que muitas meninas perguntaram no Instagtam (@DriMiller) é a loja outlet da Zara, a Lefties!

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A bastante tempo que nao ia lá – eles eram ótimos, depois ficaram péssimos… Mas agora parece que estão com muitas coisas novas e linha própria!
Levei as Inglesas e Australianas lá e fizemos a festa!
Outra loja que também vale a vista é o outlet da também espanhola Mango!

Categorias: Espanha, Madrid, Trabalho, Viagens
2
21
Nov
2013
San Marino na pratica: Como chegar, onde se hospedar e onde comer
Escrito por Adriana Miller

San Marino é pequena, e não dá pra enganar!
Então dá sim pra fazer o pais todo num simples bate e volta dentro da Itália.
Mas nos passamos o fim de semana todo por lá, e se pudesse teria ficado ainda mais – então vale a pena dedicar mais que algumas horas e não só apenas “passar” pelo pais.

E o acesso a fácil: a Autoestrada Adriática (excelente!) conecta Bologna a San Marino em pouco mais de 1 hora e meia, sendo que Rimini e Ancona (ambos com aeroportos também) são ainda mais perto. (Nos alugamos um carro no aeroporto de Bologna mesmo e fomos direto pra lá).

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Também é possível chegar ate lá utilizando transporte publico, mas já complica um pouco, além de gastar mais tempo (é preciso pegar um trem em Bologna, trocar de linha nos arredores de Rimini e depois pegar um ônibus ate San Marino, o que também limita a flexibilidade de horários de chegada e saída).

O centro histórico é praticamente todo fechado para pedestres, mas todas os portões de entrada da muralha que cerca a cidade são bem servidos por estacionamentos públicos, então estacionar seu carro não será um problema.

Nos ficamos hospedados no Hotel Rosa (a convite do ministério de turismo de San Marino), uma pensão 3 estrelas bem simpática gerenciada pelos donos da casa e seu pastor alemão (mais dócil que um gato!).

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Achei a localização do hotel excelente, pois apesar de ficar dentro da cidade antiga e praticamente embaixo da 2• torre, eles ficam bem do ladinho de um dos portões da muralha, e portanto além de ser mais fácil de achar, ainda pudemos entrar de carro ate lá e estacionar no próprio hotel (geralmente esse é o problema de hospedagem em cidades antigas, pois como são fechados ao trânsito, você acaba tendo que carregar suas malas&tralhas pelo labirinto de ruelas de paralelepípedo o que é sempre um problemão!).

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A língua oficial é o Italiano, e assim como no resto da Itália, o Inglês ou outras línguas não é exatamente o ponto forte deles… Mas mesmo quem não fala italiano consegue se virar bem!
Em caso de duvida o posto de informação turística de San Marino tem vários guias cadastrados, falando as mais variadas línguas (a nossa guia, Penny – para entrar em contato com ela: +39 335 7335501
- é Italiana, nascida na França e radicada em San Marino, mas com um filho que mora no Brasil e outro que mora na Colômbia!).

Outra grande vantagem de se visitar San Marino são as compras!
O pais é um paraíso fiscal tax free, então atrai muitos turistas e italianos para suas ruas a procura de boas barganhas: eletrônicos, relógios, jóias, (muitos) cosméticos e perfumes, (muitos) artigos em couro e pele e ate mesmo lojas multi marcas de designer Italianos (e internacionais) vendendo suas peças com bons descontos!

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Ah! E apesar de ser um pais diferente, San Marino não tem uma fronteira oficial. Mas você quiser (literalmente) carimbar o passaporte pra provar que passou por lá, basta dar uma passadinha no posto de informação turística e eles te são um carimbo de “visto” super bonitinho!

A cidade é cheia de restaurantes e lojas vendendo pizza e paninni a cada esquina, então nao foi difícil achar lugares pra comer bem (nesse aspecto me senti 100% na Itália).

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Mas sábado a noite queríamos alguma coisa mais autêntica e então fomos no Righi que fica bem no meio da Piazza della Liberta (nao tem como perder)

 

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O Righi tem um restaurante com estrela MIchelin no andar de cima, servindo comida tradicional Italiana e San Marinense, mas no andar terreo, uma otima Trattoria, mais descontraida ,que foi nossa escolha! O vinho Chianti geladissimo com ravioli de ragu bianco foram opcoes sensacionais!

 

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