25 Nov 2016
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Árvore de Natal 2016

Decoração, Natal, T.V. EveryWhere

Desde que passou o Halloween que a Bella vinha nos perguntando todos os dias, várias vezes por dia, quando ia “começar” o Natal – então não deu mais pra adiar, e finalmente montamos a árvore e decoramos a casa (como mostrei nesse vlog!).

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Então assim como fizemos desde que a Isabella nasceu, a parte de baixo da árvore só tem os enfeites que não quebram (plastico, madeira, etc), e alguns dos mais “preciosos” ficaram guardados para um futuro próximo!

Esse ano acabamos deixando a árvore mais pobrinha e vazia de propósito (3 caixas inteiras de enfeites nem foram abertas!) pois a Bella estava incontrolável de empolgação e fiquei com medo de uma desastre em potencial! Mas até que nos últimos dias, depois que montamos a árvore, ela deu uma boa acalmada e não esta mais tentando mexer nos enfeites nem tem mostrado muita curiosidade não…

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Mas como sempre, aqui está o “desfile” de enfeites das viagens desse ano!

O ano começou no Peru, então apesar de ter sido tecnicamente, uma viagem de 2015, eu inclui os enfeites que compramos em Macchu Pichu assim mesmo!

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Feito em terracota e com a imagem da Natividade dentro de uma folha de coca, e bem ao lado dos enfeites de Nova Iorque e Síria.

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Depois fomos pra Andorra, bem ao lado do enfeite do Japão e de Santorini na Grécia.

E na mesma viagem, emendamos com Barcelona, que ficou posicionada na árvore entre os enfeites de Salzburgo na Áustria e Líbano.

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Fomos também para Myanmar, e apesar de não ter encontrado nenhum enfeite de Natal propriamente dito, comprei essa escultura em madeira que ficou perfeita pendurada na árvore!

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Que esta bem entre os enfeites da Suíça (pra onde fui algumas vezes a trabalho esse ano) e Dubai.

E logo depois de Maynmar, fomos para as Filipinas, na mesma viagem pela Ásia. (Aqui, ao lado do enfeite do Vietnam).

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Uma das viagens repeteco de 2016 foi Budapeste, na Hungria – e apesar de já ter um enfeite de lá, não resisti e comprei esse também!

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Que ficou ao lado dos enfeites de Capri, na Itália, e do cruzeiro que fizemos pelo Caribe uns anos atrás.

Uma das viagens mais divertidas do ano foi sem dúvida o fim de semana que passei no Lago Como, na Itália com umas amigas – e que rendeu esse belo enfeite de Bellagio!

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E como passei praticamente o ano 2016 todo grávida, aproveitamos a desculpa para encaixar uma babymoon, e dessa fez fomos para as Ilhas Maurício! (bem ao lado do enfeite da Tunísia!)

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E a última viagem do ano antes do Oliver nascer foi para a Disneyland Paris, na França, e apesar de que já tinha outro enfeite de lá, não resisti e comprei outro(s!)!

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Com os enfeites de Liechtenstein e a bandeirinha da Noruega.

Montar essa árvore todos os anos dá uma trabalheira (desmontar então, nem se fala!) mas é um momento tão divertido e delicioso, de ir abrindo cada caixa e ir relembrando onde compramos cada enfeite, as histórias de cada viagem e tal. E até mesmo escrever esse post todos os anos e ir revendo as fotos, ver onde cada enfeite esta posicionado, as viagens antigas que estão representadas na árvore!

E outra “coleção” de enfites que eu também faço são de memórias da vida: quando ficamos noivos e fomos morar junto, quando nos casamos, quando estava grávida, quando a Isabella nasceu etc

Então é claro que o enfeite mega especial desse ano representa o primeiro natal do Oliver!

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E por mais que os enfeites de viagens sejam o máximo e cheios de ótimas recordações, eu sei que serão esses enfeites “da vida” que um dia me farão mais feliz de montar a árvore de Natal!

Como sempre me perguntam onde eu mando fazer esses enfeites, aqui estão os créditos:

Enfeites de Natal personalizados: http://fave.co/2f3NVdK
O que eu encomendei: http://fave.co/2fCviJV (eles enviam internacionalmente)

Meias de Natal personalizados (para colocar na lareira/janela): http://amzn.to/2fFUUFG

Vlog e “Making off” da montagem da árvore:


Todos os posts de Natal: http://drieverywhere.net/categoria/natal/

O que estou usando no vídeo:
Blusa: Zara
Batom: http://fave.co/2fBfZRO (cor “All out gorgeous”)
Esmalte: OPI “visions of love” (em gel)

Árvore de 2015 

Todas as nossas árvore ao longo dos anos ou na hashtag #Árvoreeverywhere

 

Adriana Miller
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Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
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24 Nov 2016
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TV Everywhere: Filipinas!

Ásia, Dicas de Viagens, Filipinas, T.V. EveryWhere

E finalmente saiu o v’ideo da viagem das Filipinas, cujo post com dicas está aqui.

filipinas

Créditos:

Hotel onde nos hospedamos em Boracay:

Boia da Isabella: http://amzn.to/2fJ5g7R
Meus óculos: http://fave.co/2fJ7ft0

Câmeras:

Canon G7X, Canon 5D Mark III e Go Pro Hero 4

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23 Nov 2016
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Boracay – Dicas de viagem para Filipinas

Ásia, Filipinas

Vocês lembram do Orkut? Pois é, foi nos primórdios das mídias sociais quando um amigo, que na época estava trabalhando em Hong Kong, postou fotos de Boracay, e isso nunca mais saiu da minha cabeça: uma escultura na areia da praia com o nome da ilha, a data e aquele mar incrível atrás!

Dicas de viagem para Filipinas

Mas as Filipinas não são exatamente o lugar mais fácil de viajar da terra, e sempre tentava incluir uma escapadinha até lá em nossas viagens pela Ásia, mas simplesmente nunca deu certo.

Então quando essa última viagem (em Março de 2016) se materializou, eu estava determinada a conseguir encaixar as Filipinas no roteiro. E não bastava ser Filipinas. Tinha que ser Boracay.

Sim, as Filipinas tem milhares de ilhas, e algumas delas podem até ser mais bonitas/charmosas/inexploradas. Mas sei lá, a vontade mesmo era de conhecer Boracay, uma coisa assim meio “viagem de antigamente” (aham… 10 anos atrás já parece outra vida!).

Apesar de ser difícil de chegar até lá (as dicas de viagem para Filipinas estão no fim do post), Boracay é uma das ilhas mais conhecidas das Filipinas, e consequentemente também mais bem preparada para receber os turistas. Isso é uma coisa que assusta e é vista como um ponto negativo por muita gente – para nós, nesse momento da vida, foi o ideal!

Decidir pela hospedagem e onde seria nossa base na ilha foi fácil: a White Beach é a principal, mais bonita e com mais infraestrutura de Boracay.

A praia White Beach ocupa praticamente todo lado Oeste da ilha, sendo sem dúvidas a maior de todas.

A White Beach é dividida em 3 partes: a Estação 1, 2 e 3.

Dicas de viagem para Filipinas

Cada uma delas tem praticamente personalidade própria, com perfis bem diferentes de hospedagem e entretenimento, e portanto o tipo de turistas que atraem.

A Estação 3 é onde ficam as docas dos catamarãs que conectam Boracay às ilhas vizinhas, e todo mundo que chegar em Boracay, vai passar por lá (não existe outro meio de alcançar a ilha, apenas barco).

Então boa parte da praia na estação 1 é ocupada por barcos, táxis aquáticos, e empresas de passeios de barco, banana boat e todo tipo de esporte aquático – portanto é considerada por muita gente, como a parte “ruim” da ilha. Mas por outro lado, é lá que estão as hospedagens mais em conta, com vária opções de albergues e pensões, então é a região ideal pra quem vai mochilar nas Filipinas. Uma opção de pensão/albergue por lá é o Nigi-Nigi, que já ouvi falar várias vezes.

A Estação 2 é a parte, digamos assim, “classe média” da White Beach. É onde estão os hoteis de 3 e 4 estrelas na beira da praia, as muitas opções de restaurantes (dos mais bacanudos até lanchonetes), e também onde está o shopping da ilha, o D’Mall.

O “calçadão” da praia da Estação 2 de White Beach

O “calçadão” da praia da Estação 2 de White Beach

Foi justamente lá que nos hospedamos, no Hennan Regency Hotel, por nos ter parecido ser a parte mais eclética da ilha. Queríamos ficar numa área da ilha onde não nos sentíssemos isolados, nem dependendo de taxi/tuk-tuk para fazer qualquer coisinha por lá. E foi uma decisão acertadíssima!

Ficamos a poucos passos da areia de uma praia incrível, e fizemos tudo a pé: comer passear, compras, etc.

Por fim, a Estação 1, que também é a menor da White Beach, e com a menor faixa de areia. Então por ter um acesso um pouco mais difícil, é por ali que estão muitos dos hotéis 4/5 estrelas de Boracay.

Chegamos a considerar os hotéis Shangri Lá, que é uma rede Asiática que adoro, e o The Lind (que é novíssimo, e olha essa piscina infinita?!??!), mas que estava lotado parte dos dias que estaríamos por lá, e eu não queria passar metade da semana num hotel e a outra metade em outro…

Outra praia que vale a pena a visita é a Puka Beach, ou a praia das conchas, que fica na ponta norte de Boracay.

A praia Puka é bem mais isolada, sem hotéis, restaurantes e movimentação, mas tem algumas lojinhas e barraquinhas bem na entrada da praia, e várias opções de lugares para alugar cadeira de sol e tomar uma água de coco (que já aviso que eles servem em temperatura ambiente! Argh!).

Os tons de azul da água são incríveis, mas demos muito azar de pegar muito vento no dia que fomos até lá – que aparentemente é comum em Puka, devido à sua localização geográfica.

Outra praia imperdível é a Diniwid, que fica na costa oeste da ilha, ao norte da White Beach.

A praia Diniwid é bem pequena, quase uma enseada – e por isso mesmo quase ninguém vai até lá, e tivemos a praia praticamente toda só pra gente!

Diniwid também tem alguns hotéis, mas achei isolado demais, sem acesso à taxis/tuk-tuks, e com apenas os restaurantes das pensões de lá.

O isolamento da praia é uma delícia, mas também um pouco precário: não tem lugar pra alugar cadeiras de praia, nem onde comprar nada – se você quiser uma água, tem que sair da praia e subir até a estradinha principal, onde tem uma micro lojinha vendendo algumas coisas bem básicas. Ah! E leve sua própria canga ou toalha de praia!

E pra completar, além da praia linda, é em Diniwid que esta o restaurante “Nami”, no topo do hotel de mesmo nome. Considerado um dos melhores restaurantes de Boracay, e o que ele tem de difícil de chegar, tem de delicioso!

Sem dúvidas a melhor refeição que fizemos por lá, e também a melhor vista!

O elevador pra chegar lá em cima é pra testar as capacidades cardíacas e psicológicas de qualquer um, mas eu prometo que vale a pena!

Um outro hotel por lá é o Spider House, que tem vistas incríveis nos quartos e no restaurante, e com um barzinho mega descolado na beirinha do mar!

 

Mas onde passamos a maior parte do nosso tempo mesmo, foi na praia bem em frente ao nosso hotel, na estação 2 de White Beach!

A areia era branquinha, a água super azul e de temperatura morna, e sem muita gente, apenas hóspedes do resort. Além de muitas opções de lugares pra comer bem ali do lado, os restaurantes do hotel (aliais, os melhores que comemos ali na Estação 2 foram os restaurantes do hotel Hennan Regency, recomendo!).

Ah, e claro… o pôr do sol incrível bem ali nos nossos pés!

 

Filipinas na prática:

 

Quando ir:

O país tem temperaturas altas o ano todo, mas o mais recomendado é a estação seca, de Novembro a Abril. No resto do ano, o país recebe uma monção, e inclusive alguns tufões e tornados, deixando muitas ilhas isoladas por várias semanas, e impossibilitando o acesso à várias outras (como é o caso de Boracay, que só se acessa por barco).

 

Quanto tempo ficar:

Pra gente esse foi o principal desafio da viagem. Filipinas é um lugar que exige disponibilidade de tempo!

O país é um arquipélago, e todas as coisas interessantes de serem visitadas são as ilhas – e são vários milhares!

Mas a maioria delas (inclusive as mais conhecidas e populares, como Boracay), não tem acesso direto, e as opções de transporte são todas picadinhas.

Sabe aquelas papos de “Ah não deixa de ir na ilha tal.. você só precisa de 3 voos, 12 horas de barco, uma trila de 4 horas e mais uma tarde no lombo de um jegue!”. Sabe?! Pois é, mas a impressão que tive é que tudo por lá é meio assim!

Nós ficamos 4 dias e 4 noites na ilha, mas demoramos um dia inteiro pra chegar lá, e mais um dia inteiro pra voltar. E olha que estávamos em Cingapura que é ali do lado! (foram 6 dias de viagem no total, mas apenas 4 dias inteiros).

Então mesmo com uma semana inteira a nosso dispor, e por mais tentador que tivesse sido, foi logisticamente impossível conhecer mais nada nas Filipinas, pois acabaríamos gastando muito mais tempo em trânsito entre as ilhas do que de fato curtindo qualquer lugar.

 

Como chegar:

Nós voamos a partir de Cingapura, que foi nossa base de exploração nessa viagem, e tínhamos duas opções de aeroporto pra chegar em Boracay: Caticlan, que é o aeroporto principal que serve à ilha (mas que fica na ilha vizinha), ou Kalibo, que fica no outro lado dessa mesma ilha vizinha.

Mas encontramos dois grandes problemas: Caticlan era o melhor aeroporto, mas não tinha voos diretos de Cingapura; teríamos que conectar em Kuala Lumpur, na Malásia, ou em Manilla, a capital das Filipinas. mas todas as combinações de voos possíveis incluíam um pernoite em Manilla ou KL, então logo descartamos essa possibilidade pois gastaríamos ainda mais tempo (e dinheiro).

Já Kalibo tem alguns voos diretos, tanto de Air Asia, quanto de Tiger Air (a low cost de Cingapura e a cia aérea que acabamos optando), porém fica no outro lado da ilha!

Então voamos Cingapura – Kalibo pela manhã, pegamos um ônibus por quase 2 horas até o porto de Caticlan, depois um ferry, e por fim um transfer até o hotel. Saímos de Cingapura super de manhã cedinho, e só chegamos no nosso hotel na hora do jantar!

E olha que essa foi a versão “Filipinas sem perrengue” para uma família que incluía uma criança de 3 anos e uma grávida!

Por isso que quando me perguntavam “ah, mas não vai na ilha X?!”, “Não deixa de dar uma pulinho na ilha Y!” a resposta era categórica: Não! a não ser que tivéssemos várias semanas disponíveis só para explorar as Filipinas.

Então para calcular qualquer roteiro de viagem pelas Filipinas sempre adicione um dia inteiro de viagem entre os pontos A e B, o que faz com que menos do que 4 ou 5 dias por ilha não valha a pena a mão de obra e o desperdício de tempo.

Ah! Mas para facilitar essa logística cata-corno pra chegar me Boracay, eu contratei direto o serviço de transfer do hotel: tinha alguém nos esperando na saída do avião, que nos levou até dentro de um ônibus, depois pegamos o barco do hotel (em fez de depender dos horários e disponibilidade do catamarã publico), e depois nos levaram numa van até a porta do hotel. Recomendo! Foi longo e cansativo, mas pelo menos não foi nada estressante!

 

Custos e Dinheiro:

A moeda das Filipinas é o Peso, e apesar de que alguns lugares aceitam dólares, você vai mesmo é precisar de pesos no seu dia a dia.

Mas não vai precisar de muitos não! As Filipinas foi um dos lugares mais baratos que já fomos na Ásia, e principalmente recém chegados de Myanmar e Cingapura, que são lugares caros, nos sentimos marajás, achando tudo super baratinho!

A impressão é que tudo lá custava ou 1 dólar, ou 5 dólares! (convertido para pesos)

Suco de manga ou melancia na areia da praia? 1 dólar.

Massagem de 1 hora durante o por do sol? 5 dólares.

Tuk-tuk até o outro lado da ilha? 5 dólares.

SUP por 1 horas em White Beach? 5 dólares!

Então não é atoa que as Filipinas são um dos destinos ideais para quem vai explorara Asia com muito tempo e pouco dinheiro!

 

Adriana Miller
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