23
Feb
2014
Vinopolis
Escrito por Adriana Miller

OK que a Inglaterra não é exatamente conhecida por sua produção de vinho, e nem sequer pensamos em “degustação de vinhos” quando pensamos em Londres, mas esse fim de semana o Aaron me surpreendeu com um presente muito legal de aniversario!

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Veja bem, uma das minhas “resoluções” de aniversario de meus 30 e poucos anos era aprender mais sobre vinhos… Sou dessas pessoas que geralmente escolhem pelo preço (de preferência o mais barato) e pelo paladar, mas não entendo nada sobre tipos de uva, colheitas, e qual tipo de vinho combina com qual tipo de comida, mas sempre quis entender melhor essa “arte”.

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E nos últimos anos sempre aproveitamos algumas viagens pra visitar vinculas e aprender mais sobre todo o processo #AchoChique e sempre que vamos a algum restaurante mais bacana ficamos naquela de “não seria legal saber qual o melhor vinho escolher?!”

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Então demos o primeiro pontapé nessa jornada!

A surpresa foi um evento tipo “Vinhos para principiantes” no Vinopolis, em Londres, que foi divertidíssimo!

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A Vinopolis é um caso a parte, e cheguei a conclusão que eles estão para vinhos como Londres esta para o mundo: um lugar incrível que reúne o melhor do mundo todo!

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Se você quer visitar um lugar multi-cultural onde possa ver um pouquinho de cada canto do mundo reunidos, venha para Londres. Se você quer conhecer um pouquinho mais sobre todos os vinhos do mundo, vá para o Vinopolis!

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Sem falar que o espaço é o máximo: eles ocupam um mega galpão na vizinhança do Borough Market, se espalhando por inúmeros vãos dos trilhos de trem de London Bridge – criando aquele clima de “adega” incrível, com seus tuneis de pedras e tijolinhos com pé direito altíssimo!

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E além da loja GIGA de vinhos e bebidas em geral e restaurantes, eles também oferecem cursos e eventos “Vinopolis”, onde eh possivel ir aprendendo e degustando um pouquinho mais sobre vinhos (e eles também fazem um evento parecido sobre Wiskey Escoces!).

Pra quem já entende bem de vinhos, eh bem capaz de torcerem o nariz, e confesso que não sabíamos muito o que esperar, mas acabou sendo a introdução perfeita ao mundo dos vinhos, pois cada um escolhe seu ritmo e suas preferências.

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Funciona assim: o grupo entra num auditório onde um instrutor explica o evento e da alguns macetes básicos sobre como escolher vinho, como provar e o que procurar em cada tipo de uva/vinho.

Depois você recebe um cartão de chip que te da direito a suas degustações, e quando entramos no galpão, o espaço e os tuneis são separados por tipo de vinho, de uva, solo, altitude, clima e temperatura e todos os fatores que afetam o sabor e aroma de um bom vinho, e ai você vai lendo as descrições e escolhendo o que quer provar/degustar de cada vez.

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Achei o máximo, pois pudemos focar individualmente no que queríamos “aprimorar” – eu queria entender melhor sobre os diferentes tipos de uva, e queria explorar diferentes tipos de vinho tinto (que de regra geral não sou muito chegada, prefiro os brancos).

Foi muito divertido, e mais fácil de entender e comparar os tipos de uva e vinhos do que quando visitamos vinícolas especificas – A Cada evento eles tem cerca de 150 diferentes tipos de vinhos sendo degustados de todas as regiões do mundo, tudo explicadinho.

Além disso eles também tem um bar de tapas, um Champagne bar e uma area dedicada a Whiskey e destilados, que também podem ser degustados.

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Foi um evento bem divertido a dois, mas seria incrível também com um grupo de amigos ou uma família maior (mas todos os participantes tem que ter mais que 18 anos), e daria pra ser estendido a noite toda!

Quem quiser aproveitar o momento e já aplicar alguns ensinamentos, eles também fazem uns pacotes “Wine and Dine” que incluem jantar em um dos restaurantes da area (nos fomos no El Mercato) e ai você janta e já pode escolher um vinho na carta (que são fornecidos direto pelas adegas do Vinopolis).

Na é exatamente uma coisa “típica” a se fazer em Londres, mas achei uma ótima opção de um evento diferente e divertido!

Vinopolis

1 Bank End, SE1 9BU

 

Categorias: Conhecendo Londres, Inglaterra, Pub & Restaurantes, Viagens
6
20
Feb
2014
Roast – Borough Market
Escrito por Adriana Miller

Um dos programas mais legais pra quem visita Londres no fim de semana, são seus muitos mercados: eles variam de joias vintage e pecas de antiquários, a flores, quinquilharias e comida orgânica – tem pra todos os gostos!

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Mas todos tem em comum aquele elementos de “Londres como ela é”, com uma mistura incrível de pessoas e culturas.

Mas eh sempre legal combinar um dos mercados com alguma outra “experiência” – como por exemplo um pic nic no parque depois do Broadway Market, ou um almoço ou drinks no Kensignton Roof Gardens depois do Portobello Road Market e um Brunch ou assado de domingo no Roast, o restaurante dentro do Borough Market.

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Bem, na verdade o que não faltam são coisas a fazer por perto do Borough Market (o Queen’s Walk, Torre de Londres, Tower Bridge, Tate Modern, The Shard, Sheakerspere Globe, etc… uma das regiões mais fascinantes da cidade!) mas um brunch (sextas e sábados, quando o mercado esta funcionando) ou um almoço de domingo (mesmo sem as barraquinhas e burburinho do mercado) é uma opção perfeita de um programaço pela região!

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O Roast é o único restaurante dentro do mercado, ocupando toda area do “Flowers Halls”, no topo da estrutura, e tem como especialidade as carnes assadas, e o típico “Sunday Roast” Inglês.

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Aliais, não sei se já falei do “Assado de domingo” por aqui, mas esse é um costume que os Ingleses levam super a serio! Todo Pub que se preze serve Fish’n’Chips na sexta feira e “Sunday Roast” aos domingos, e é o que a maioria das famílias comem também.

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Os ingredientes do restaurante são todos fornecidos pelos produtores do mercado, garantia de tudo sempre fresquinho e de altíssima qualidade, e garantindo os melhores cortes de carnes Inglesas e Escocesas para os assados.

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Aos domingos eles só servem isso – o menu é único e a fila eh grande (TEM que reservar!), e é uma experiência super British! Começando pelos aperitivos made in UK (Bloody Mary, Gin & Tonic, Pimm’s), as entradas e as diferentes carnes assadas – todas acompanhadas por legumes e Yorkshire Pudding, uma massa “folheada” salgada típica do norte da Inglaterra que é servida com todos os assados. E claro, as sobremesas também super tradicionais do UK: Apple Crumble, Sticky Toffee Puddin, Eton Mess, etc

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Perfeito pra acabar com aquela ideia de que se come muito mal na Inglaterra, e que só se come bem em restaurantes internacionais!

Nos dias que estiver rolando mercado, o Roast fica extra especial, pois suas janelas tem a “vista” do mercado rolando lá em baixo – mas se engana quem acha que a area morre nos outros dias – o Borough Market é cercado por um emaranhado de ruelas com lojinhas, pubs e restaurantes – inclusive com aquela instalação dos guarda-chuva coloridos que eu postei no Instagram no outro dia!

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Roast

The Floral Hall, Borough Market,

Stoney St,  SE1 1TL

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19
Feb
2014
The Shard – O prédio mais alto da Europa!
Escrito por Adriana Miller

Finalmente esse fim de semana conheci por dentro o predio The Shard, um dos ultimos feitos arquitetonicos na paisagem Londrina e tambem o mais alto predio da Europa – um momento que esperei por nada menos que 6 anos!

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Na verdade nao eh a primeira vez que falo do Shard aqui no Blog: o primeiro post, em 2011, mostrou o progresso da construcao, que na epoca estava mais ou menos na metade, e ja causava uma certa polemica se iria ficar pronto a tempo das Olimpiadas ou nao (ficou!).

Eu trabalhei muitos anos naquela regiao de Londres, e a construcao do Shard fez parte da minha paisagem por bastante tempo! Na verdade acompanhei de perto a “desconstrucao” do antigo (e feioso) predio, e a subida, andar por andar, do imponente Shard.

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Alem de dominar a paisagem da cidade de longe, o Shard representa um nova atracao turistica imperdivel – alem de seus muitos andares de escritorios, residencias, hoteis (uma das unicas filiais Shangri-la na Europa), restaurantes (abriu um Aqua novinho la dentro!) e shopping, os andares 69 a 72 sao reservados a uma plataforma de observacao aberta a turistas e visitantes, de onde se pode ver a cidade in-tei-ra!

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Demos uma sorte incrivel de termos reservados nossos ingressos num dos rarissimos dias de sol desse inverno, e de la de cima conseguimos ver, com clareza, desde as Thames River Barriers ate o estadio de Wembley, com se fossem ali do lado!

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E por estar tao no alto (Londres nao eh um cidade de muitos arranha ceus), eh uma otima pedida pra dar uma boa nocao de espaco e distancias na cidade, mostrando bem as curvas do Tamisa, o posicionamento dos parques, os trilhos dos trens e as principais atracoes.

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Na pratica, a visitacao requer certo planejamento, ja que esta quase sempre esta muito lotado la em cima (os ingressos sao limitados e com hora marcada), mas por outro lado, acho complicado planejar esse tipo de coisa em Londres com muita antecedencia pois eh impossivel prever como estara o clima – e se por acaso voce der azar de pegar um dia muito chuvoso ou nebuloso, a vista fica reduzida a nada (mesmo dilema do London Eye, por exemplo!).

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Mas por outro lado, se voce deixar pra decidir na hora, eh bem capaz de nao conseguir mais ingressos, ou pelo menos nao para o horario desejado, e acabar perdendo a viagem e a oportunidade…

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Subir na plataforma de observacao, ou “The View from The Shard” nao eh um programa barato, e se comprado com antecedencia (ingressos on line recebem um desconto) custa 25 Libras (se comprar na hora, custa 29 Libras), e eh necessario obedecer certas regras: todos os visitantes passam por uma area de seguranca e detector de metais tipo um aeroporto, e nao sao permitidor tripes fotograficos, nem cadeiras de rodas e nem carrinhos de bebe (entao atencao pra quem estiver visitando com criancas pequenas – levem um canguru, mochilas, ou bracos fortes preparados pra carregar seus filhos o tempo todo!).

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La em cima existem duas plataformas, uma fechada e climatizada, outra semi aberta, mas ambas oferecem uma vista de 360 graus da cidade, alem de uma lojinha souvenirs e um cafe, banheiros, etc.

Categorias: Atrações Turisticas, Conhecendo Londres, Inglaterra, Viagens
17
17
Feb
2014
Benihana London
Escrito por Adriana Miller

Ha umas semanas atras aproveitamos que a minha sogra estava em Londres pra dar uma escapada a noite sem a Isabella, e como a intencao nao era necessariamente sair pra um jantar muito elaborado, escolhemos o Benihana!

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Esse restaurante na verdade nao eh nenhuma novidade, e a rede ja se espalhou pelo mundo todo, inclusive com uma unidade em Sao Paulo, mas eh perfeito pra uma noite “ludica”!

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As mesas sao coletivas, e achei que seria perfeito pra ir em amigos, tipo um grupo grande mesmo, pois cada mesa (que varia de 8 a 12 pessoas) sao na verdade balcoes com uma “chapa” no meio – e ai cada mesa tem seu chef que prepara tudo na hora e vai servindo aos poucos.

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Mas claro, com bastante estardalhaco e bagunca no processo!

20140217-204843.jpgGostei da experiencia ate porque estava doida pra conhecer, mas achei o sistema um pouco “amarrado”: eles eh que determinam qual horario cada mesa se “senta”, entao as reservas sao alocadas em blocos, e ainda assim leva um tempinho ate que todos os pedidos da mesa sejam feitos, passados por “chef” etc etc, ate coecar o “show” e finalmente sermos servidos. Ou seja, entre o horario de nssa reserva e finalmente comercarmos a comer levou quase 1 hora! Alem de nao ser exatamente o tipo de lugar onde voce pode acabar de comer, curtir sua sobremesa com calma, pedir mais uma bebeida e tals, pois logo depois que a mesa termina a refeicao, eles ja comecam a preparar tudo pra mesa seguinte.

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Nos divertimos e foi bem interessante, mas acho que teria curtido mais se tivesse ido com um grupo de amigos.

Em Londres já são 3 endereços, um em Chelsea, na City e outro em Piccadilly.

http://www.benihana.co.uk/

 

Categorias: Conhecendo Londres, Inglaterra, Pub & Restaurantes
2
11
Feb
2014
Chamonix: Restaurantes, Hotel, bares e Aprés Ski
Escrito por Adriana Miller

Para fechar a serie de dicas de viagem para Chamonix, aqui estao minhas dicas de restaurantes e bares e o hotel/flat onde nos hospedamos!

- Hotel: Pierre & Vacance Le Riviere

Esse hotel foi um achado! Uma construção novinha exatamente na beira do rio, no lado sul de Chamonix (Chamonix Sud) bem no centro da cidade!

O preco ótimo, e o quarto, um studio que cabem confortavelmente 4 adultos e de quebra uma cozinha bem equipada (ultimamente tenho preferido hoteis nesse estilo, pois eh bem mais pratico com crianca pequena).

Na verdade eles estao mais pra apartamento de temporada do que apart hotel, apesar de oferecerem alguns servicos extras de hotel, como cafe da manha, aluguel de equipamento de esqui, venda de Ski Pass (para os telefericos) e uma mini agencia de viagens que ajuda a organizar passeios de raquete de neve com guia e o que mais voce precisar.

Um outro servico legal que eles oferecem eh o concirege de supermercado (nos nao usamos, mas deve ser uma boa pra quem for ficar masi tempo) – eh soh confirmar com antecedencia o que voce quer que eles comprem pra abastecer a cozinha de seu flat e eles se encarregam de tudo, e assim o apartamento ja estara prontinho te esperando na hora do check in! (so disponivel na alta temporada de inverno).

Mas pra quem nao quiser ou nao precisar (nos passamos apenas 3 dias e 3 noites, entao foi desnecessario), tem um mercadinho Spar a menos de um quarteirao de distancia!

O nosso flat era bem pequeno (reservamos um Studio bem antes de saber que a mae do Aaron estaria conosco, entao ficou apertado, mas ainda assim tinhamos 4 camas e um bercinho extra pra Isabella), mas eles tambem tem apartamentos de 1 ou 2 quartos para grupos ou familias maiores.

Mas o melhor mesmo era a vista do nosso Studio!!

 Por estar bem na beirinha do rio, no lado sul do centro de Chamonix, tinhamos a vista privilegiada do centro da cidade, com as montanhas e slopes ao fundo!

 

Restaurantes:

- La Caleche

Nosso primeiro jantar na cidade foi um clichesão: mas com tantos leitores e amigos nos recomendando o mesmo lugar, nao podiamos deixar passar!

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O La Caleche fica bem no meio da rua principal de Chamonix, numa casinha “Alpina” que domina o quarteirao. De cara voce se sente sendo transportado para um universo paralelo invernal-Alpino-Natalino por causa de sua decoracao de chalet vintage super fofo (e ultra kirtch!).

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No menu, as principais atracoes sao os fondues e racletes e as carnes curadas e embutidos, entao nem pensamos muito e fomos com tudo no fondue de queijo para 3 pessoas (e meia pessoainha!)!

Ate entao eu achava que o melhor fondue do mundo estava em Genebra, mas o La Caleche se superou: o queijo era saboroso na medida certa, sem ser muito forte nem potente (por tem quns que nao consigo nem sentir o cheio de tao pesados que sao!) e muito cremoso e puxa-puxa! A gente tinha que ficar enrolando o pao varias vezes pra nao sair escorrendo queijo derretido pela mesa toda! #salivando

De acompanhamento vieram paes, batatas cozinhas (inteiras, com casca e tudo e foram per-fei-tas com o quiejo!) e embutidos, numa combinacao perfeita de texturas e sabores.

Ate a Isabella se deliciou e aprovou!

Aliais, eles foram super simpaticos e atenciosos com ela, e quando fiz a reserva (tem que reservar!) avisei que seriamos 3 adultos e um bebe, e nossa mesa ja estava nos esperando com um cadeirao pra ela, copo, prato e talheres de plastico, pra ela poder participar do jantar!

E mesmo quem nao quiser comer fondue (bem, na verdade o que nao faltam sao opcoes no cardapio!) vale a pena conhecer o La Caleche nem que seja so por curiosidade – um dos donos originais do restaurante foi campeao de esqui na equipe Olimpica de inverno da Franca, e colecionava artigos vintage de montanhismo e esqui, que hoje decoram cada centimetro de parede e teto do restaurante (nos brincamos a o La Caleche esta para os Alpes como o Joe’s Beerhaus esta para a savana Africana!).

- L’Atmosphere

Outro restaurante que muitos amigos recomendaram, e mais uma vez nao decepcionou foi o L’Atmosphere – uma culinaria Alpina um pouco mais elaborada e sofisticada, que rendeu uma estrela Michelin ao local (o unico de Chamonix).

Tambem super bem localizado (praticamente em frete ao La Caleche), o restaurante se estende numa varanda que “flutua” por cima do rio (e que tambem eh a area mais requisitada do restaurante!).

Mas o que mais impressionou mesmo foram os precos: super dignos e justos, principalmente para padrao Franca + Alpes no inverno!

Alem do menu a la carte, eles tambem tem duas opcoes de “formule” por dia (tipo um menu do dia) que custam 28 e 32 Euros por pessoa e incluem entrada, prato principal e sobremesa – a comida estava incrivel, e como fomos so nos dois acabamos nos empolgando e gastamos mais com bebidas do que o jantar todo!

- Rue Aiguille du Midi

Para almoçar, acabamos voltando todos os dias para a Rue Anguille du Midi, uma das transversais do centro da cidade, que eh cheia de restaurantes simpaticos e baratinhos, um do lado do outro, com opcoes de sanduiches, omeleteles, saladas, pizzas, alem de uma padaria, uma pastelaria e um mini mercadinho, e ficava exatamente na rua que separava nosso hotel do centro da cidade, entao a localizacao foi perfeita!

 

- Bares e Aprés Ski

A vida noturna de Chamonix foi uma grandíssima decepção nessa viagem!

A cidade é super família/casal, com excelentes opcoes de restaurantes, mas péssima para casais jovens ou grupos de amigos(as) solteiros(as)!

Apesar de ter vários bares espalhados na ruazinha principal da cidade, além de alguns outros bares e cafés espalhados pelas pistas de esqui (que vendem bebidas alcoólicas e fazem umas festinhas ao longo do dia na alta temporada), a cidade morre cedo e as ruas ficam desertas!

Logo na nossa primeira noite, colocamos a Isabella pra dormir depois do jantar e fomos direto pra rua principal da cidade, demos uma voltinha e de cara achamos tudo muito vazio, mas achamos um bar razoável (no bar “Irish Cofee”), entramos e fizemos nosso pedido. Assim que nos serviu, a garçonete avisou que aquela era a ultima rodada da noite, pois eles fechavam as 9:30 (?!?!?!).

OI?!

Então descobrimos que o único bar aprés ski que ficava aberto ate mais tarde (meia noite) era o pub “Le Pub”, que obviamente estava lotado e animadíssimo, então conseguimos salvar a noite (e na noite seguimos já fomos direto pra lá!) e nos divertimos bastante, mas não deixou de ser uma decepção em comparação com cidades como Kitzbuehl ou a fama de festeira dos resorts da Áustria (que realmente levam a fama de terem as pistas mais animadas da Europa)!

E isso porque estávamos por lá num fim de semana no auge da alta temporada!

Então achei Chamonix uma ótima opção pra quem quer fazer turismo e ter uma boa experiência “Alpina” (com ou sem esqui), e principalmente para famílias ou casais no esquema romance-lareira-dormir cedo.

Mas definitivamente não recomendaria para grupos de amigos nem pra ninguém mais que queira uma experiência mais completa antes e depois das pistas!

 

Categorias: Chamonix, França, Viagens
13
10
Feb
2014
Chamonix: Opcoes e alternativas para quem nao sabe (ou nao quer!) esquiar – Raquetes de neve, trilhas e montanhismo!
Escrito por Adriana Miller

Como comentei no outro post, por mais que tenha adorado Chamonix, eu achei o esquema de esqui por lá péssimo, o que nos desanimou demais de esquiar.

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Sim, a cidade é linda, uma gracinha e é considerada um dos mais famosos resorts de esqui da Europa (e do mundo), mas por outro lado a cidade é grande, as pistas e os teleféricos ficam muito afastados (do centro da cidade, dos hotéis e uns dos outros) o que faz com que a “mão de obra” do esqui seja bem chato.

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Porque a verdade seja dita: esqui é um esporte/atividade linda e super divertida, mas também muito difícil! E nem to falando do ato de descer a montanha se equilibrando nos esquis ou snowboard não – me refiro a toda manutenção envolvida na atividade.

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Pra começar que as botas são muito desconfortáveis! Sim, elas são assim para garantir que seu pé/tornozelo/perna fique estável e segura durante a descida das pistas e em caso de queda, mas é dificílimo e muito desconfortável andar “no chão” usando suas botas. E pra completar você ainda tem que carregar os esquis, que são pesados e sem jeito (pesados, compridos, são 2, que ficam se esbarrando e “enganchando” no meio – onde encaixa as botas – etc), e isso tudo sem conseguir se equilibrar direito, com vento/frio/neve, usando luvas grossas, capacete, etc, etc.

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Moral da historia, pra conseguir curtir mesmo o esqui, e apenas o esqui, tudo a sua volta tem que ser muito pratico e fácil!

E em Chamonix NADA é pratico!

Ao contrario de resorts como Kitzbuhel na Áustria, ou Vail e Keystone nos EUA, as gôndolas e teleféricos de Chamonix não ficam no centro da cidade, onde estão os hotéis e onde a maioria dos turistas se hospedam. Resultado? Ou você se hospeda longe da cidade e fica “ilhado”, ou você acaba ficando refém de carro ou ônibus.

Tudo bem que a cidade tem uma rede ótima de ônibus – gratuitos – que conectam o centro da cidade com as estações de gôndolas e teleféricos, mas ainda assim não deu pra me convencer que seria legal ter que sair do hotel toda montada, andar ate o ponto de ônibus carregando tudo, esperar na fila, enfrentar as curvas das montanhas segurando seu equipamento dentro do ônibus (e mais um monte de outros turistas tb se equilibrando e segurando seus esquis), ate chegar na sua estação, ter que enfrentar fila nos teleféricos, etc, etc, etc

Ah! Que decepção!…!

E pra completar ainda demos azar de ter pego uma semana de neve péssima pra esqui (o inverno esse ano esta atipicamente ameno, então a neve estava “molhada” demais e com muito gelo, que pode ser muito perigoso para esquiadores sem muita experiência – a neve ideal deve ser um “pó”, bem fofinha).

Então somando tudo, desistimos de querer esquiar no ato!

Mas não teve problema, e sabíamos que isso não ia estragar nossa viagem em nada – na verdade um dos principais motivos que nos levou a escolher Chamonix é justamente o leque de outras coisas pra fazer na neve! (o plano original era mesmo fazer snowshoeing ou trilhas para podermos levar a Isabella em sua mochilinha, com a gente! Mas como coincidiu com a viagem da minha sogra, ela foi com a gente e ficou de babysitter com a Isabella no quentinho do hotel!).

- Snowshoeing:

Ou “Raquete de neve” em bom português (ou “Raquette a neige” em Francês), eh um esporte de neve que conheci pela primeira vez no Colorado e AMEI – e acho que de todas as opcoes na neve, eh minha preferida!

Eh um esporte de neve bem democratico: nao exige grandes habilidades, e basta saber andar, que voce sabera andar de raquetes de neve!

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Nao que seja facil… Eh preciso bom preparo fisico e pernas fortes – afinal voce estara fazendo uma trilha nas montanhas, caminhando na neve (que eh tipo subir dunas de areia), com um sapato especial que fixa seu pe no chao. Ou seja, eh cansativo!

Mas por outro lado voce tem acesso ao lado mais legal do esqui ou snowboard – estar nas montanhas, na neve, as paisagens, etc – mas sem o estresse de ter que enfrentar as filas dos teleféricos, se equilibrar montanha abaixo, ficar de olho nas outras pessoas na pista, e sem o medo de se estabacar la de cima!

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E melhor, eh um esporte barato! Enquanto que alugar botas e esquis custa cerca de 30 Euros por dia (sem contar com aluguel dos bastoes, ou capacete), o aluguel das raquetes de neve custaram apenas 6 Euros por dia! Como nos tinhamos todo o resto (roupas) nao precisamos gastar mais nada.

E outra vantagem monetaria: Nao eh necessario comprar os Ski Pass, pois as maiorias das trilhas de snowshowing comecam na base da montanha, e nao no topo (que soh eh acessivel de teleferico, e portanto demanda mais um cuso adicional por dia, que em Chamonix pode chegar a mais 45 Euros por dia).

E pra completar, mais uma vantagem: voce pode estabelecer seu “horario”, sem um compromisso de x horas ou de ter que ficar X horas na montanha pra fazer valer a pena, como muitas vezes acontece com esqui e snowboard – entao eh uma atividade que da pra encaixar com outros passeios e atividades (tanto em Chamonix quanto em qualquer outro resort).

Em Chamonix, eh possivel se inscrever em tour guiados de raquetes com guias especializados, mas tambem existe uma inifndade de opcoes abertas ao publico – nos fomos no posto de informacao turistica no centro da cidade e pedimos um mapa, que nos mostrou exatamente onde ir, o que ver e o grau de dificuldade de cada uma.

As trilhas sao muito bem sinalizadas, e achamos facilimo fazer tudo por conta propria.

Algumas observacoes: por causa da neve e do frio, acabamos esquecendo que vamos fazer uma atividade fisica por horas a fio, entao nao esqueca de levar garrafinhas de agua, e algum lanche (barrinhas, nozes, fruta), um celular bem carregado (para situacoes de emergencia), e sua camera fotografica!

A vantagem das pistas de esqui nesse ponto eh que sempre tem alguma coisa la em cima – a maioria das estacoes de telefericos tem cafes/lanchonetes e lojinhas de souvenir vendendo essas coisas, e muitas pistas tem bares espalhados ao longo da montanha.

Mas as trilhas para caminhada e raquetes sao mais “selvagem” sem muita coisa por perto, entao voce precisa estar bem preparado!

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- Trilhas

A maioria das estacoes de esquis tambem oferecem opcoes de trilhas pelas montanhas que podem ser feitas a pe (e como pegamos uma semana de neve muito ruim e rala, a maioria das trilhas de snowshoe tambem estavam acessiveis para trilhas a pe), que oferecem todas as opcoes citadas acima, e com uma a mais: voce nao precisa de nada!

Basta ter uma boa bota de trilha/caminhada e pronto (e nem precisa ser nada especifico pra neve nao! Eu usei a minha bota de trilhas mesmo, a mesma que usei no Kilimajaro e no Nepal, por exemplo).

Essa foi a nossa escolha quando fomos a Zermatt na Suíça uns anos atras – apesar da abundacia de neve, pegamos o final da temporada (e eu nunca nem sequer tinha aprendido a esquiar ainda), que nao eh uma boa opcao pra quem nao tem experiencia de esqui. Mas fizemos trilhas lindas pelas montanhas, com a vista do Matterhorn ao fundo diga-se passagem, que tambem foram o maximo e nos proporcionou uma otima experiencia “na neve”, mesmo sem ter que enfrentar os esquis!

- Alpinismo e escalada

Bem, na verdade essa eh uma opcao mais “radical” que nao se encaixa nas opcoes de atividades faceis, econmicas nem democraticas acima, mas que nao deixa de ser uma otima opcao de esporte na neve e nas montanhas!

Na verdade, duas das cidades que ja visitei nos Alpes, Zermatt e Chamonix, sao justamente duas cidades que o Aaron ja conhecia por terem sido base para suas escaladas nos picos dos Alpes.

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Como ele morou muitos anos no Colorado, entao ama montanhas, e depois que veio morar na Europa quis aproveitar a oportunidade (e proximidade) para escalar algumas das montanhas mais famosas do mundo, entao ele ja escalou ate o topo do Matterhorn (Zermatt) e Mont Blanc (Chamonix)! #MuitoOrgulho

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Realmente nao eh pra qualquer um, e montanhismo desse porte exige experiencia, e muita tecnica, e ainda assim eh necessario requisitar autorizacao de escalada, contratar guias autorizados etc.

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Eu acabei sendo contaminada pelo bichinho do montanhismo e por causa dele criei coragem de subir algumas montanhas tambem (como o Kilimajaro na Africa, e o circuito do Annapurna nos Himalaias), mas nunca cheguei no nivel de tecnica nem preparo fisico de enfrentar uma escalada propriamente dita, na “unha” (com direito a cordas, subidas verticais e “subir parede” como o Aaron faz!).

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Mas pra quem quiser fazer alguma coisa diferente e historica nos Alpes, essa eh a melhor opcao!

E Chamonix e o Mont Blanc sao as melhores opcoes pra isso, pois (segundo o Aaron) o Mont Blanc apesar de alto etc etc nao eh uma montanha muito “tecnica”, entao teoricamente qualquer pessoa pode tentar escalar ( Matterhorn na Suica e o Elimani na Bolivia – outras duas grandes montanhas que ele ja escalou – demanda muito mais tecnica de escalada na pedra, por exemplo).

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No total ele demorou 5 dias para tingir o summit (pico da montanha), pois eh necessario subir e dar a volta em outros picos ao redor do Mont Blanc para ter acesso a sua base; Além de também terem que atravessar uma geleira e ter que obrigatoriamente esticar a viagem por um ou dias dias por causa da aclimatizacao de altitude.

 

Categorias: Chamonix, França, Viagens
4
08
Feb
2014
Dicas de viagem: Chamonix Mont Blanc
Escrito por Adriana Miller

Nos últimos anos aprendi a gostar de um novo esporte: o esqui e esportes na neve em geral, e desde então, tentamos encaixar pelo menos uma viagem para as montanhas por temporada!

Dessa vez a viagem foi para Chamonix Mont Blanc, nos Alpes Franceses, e nossa escolha foi simples: queriamos esquiar, ou fazer algum outro esporte (como snowshoweing que fizemos no Colorado, ou as trilhas que fizemos na Suica) mas não sabíamos se isso seria possivel com a Isabella a tiracolo…

Então pelo menos Chamonix seria uma boa opção de viagem caso ficassemos só na cidade, pois é um resort bem grandinho, e com muitas opções de atrações e atividades mesmo pra quem não quer fazer nada e só turistar!

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O centro da cidade é um gracinha, com predios bem típicos “Alpinos” e muitas construções históricas, já que Chamonix foi uma das primeiras cidades “fundadas” nos Alpes Franceses, servindo de base para o Mont Blanc.

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Mas ao mesmo tempo me surpreendi como o centrinho é grande e bem equipado, com muitas opções de hoteis, restaurantes e lanchonetes, e uma inifnidade de lojas para todos os gostos!

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A maioria das lojas, pelo menos nessa temporada de inverno, sao marcas “esportistas” que vendam equipamento e roupas para esportes de inverno, mas ainda assim o leque de opções é bem ecletico, variando de Quechua e Super Dry (duas marcas baratinhas de roupas de frio/montanha) a NorthFace e Patagonia (outras duas marcas mais “profissionais” de equipamento de alpinismo e esporte) até lojas como Chanel e Moncler (que vendem roupas, acessórios e equipamentos de luxo).

A minha dica especial eh a farmácia “Farmacie du Mont Blanc”, bem no centro da cidade (quase esquina com o posto de informações turísticas, não tem como errar!) que além de enorme é super, super bem estocada com todas as marcas de beleza e cosméticos Franceses que podemos imaginar (e voces sabem que eu sou chegada numa farmacia Francesa!).

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A medida que a cidade foi crescendo outras areas foram se desenvolvendo, o que inclusive são ótimas opções de hospedagem, como é o caso de Chamonix-Sud, que é a região do centrinho da cidade que fica no lado sul do rio (que foi onde nos hospedamos e adoramos! Além de oferecer ótimas vistas da cidade!), com varias outras opcoes de hospedagem, lojas de aluguel de equipamento, restaurantes e bares, a poucos passos da rua principal da cidade.

Fora do centro, a região de Chamonix tem duas outras grandes atrações: o L’Aiguille du Midi e o Mer de Glace.

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O L’Aiguille du Midi é um bondinho (se não me engano o mais alto da Europa) que sobe entre os picos que cercam o Mont Blanc, de onde eh possivel ter uma vista incrível de todo o vale (Chamonix e suas cidades de “apoio”) e os Alpes Franceses/Italianos/Suíços que cercam a região.

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O bondinho, visto de longe é bem assustador, mas uma vez la dentro achei bem tranquilo e rápido – só é preciso ficar atento a pressão nos ouvidos (tipo super elevador de um prédio muito alto, muito rápido!), e uma vez lá em cima, por causa da altitude, o ar é bem rarefeito e muita gente sente tonteira e/ou dor de cabeça (incrível como a gente fica sem fôlego subindo e descendo as escadas!).

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E realmente a vista lá de cima eh única! Você se sente cara a cara com o Mont Blanc e fica com aquela sensação de “topo do mundo”, sabe?

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Adorei o passeio apesar dos -9 graus que estavam fazendo lá em cima e da falta de ar!

Outra opção de passeio – que não fizemos – é o Mer de Glace, ou o “mar de vidro”, que é (era) a maior geleria da Europa, posicionada num dos vales dos Alpes e que dava a impressão de ser um lago eternamente congelado, e já foi uma das principais atrações da região.

Infelizmente a geleira ja perdeu mais de 70% de seu tamanho riginal devido ao aquecimento global, e estima-se que em breve vai desaparecer… mas ainda é possivel visitar algumas “cavernas” de gelo e ver a geleira de perto.

Para chegar ate lá (que fica no arredores de Chamonix) é possível pegar um trenzinho turístico que faz a rota, ou caminhar (ou fazer snowshoe no inverno) nas trilhas que vão até lá (que foi o que fizemos, mas acabamos nao conseguindo ver nada porque o tempo virou!).

 

- Chamonix na prática:

- Chamonix fica numa posição privilegiada nos alpes, sendo facilmente acessível atravez de Genebra na Suiça, Torino na Italia ou Lyon na França. Genebra é o aeroporto internacional mais fácil e com mais voos para toda europa e mundo, e fica apenas a cerca de 1 hora de distância do centro da cidade.

- O translado entre o aeroporto de Genebra e o centro de Chamonix pode ser feito de trem (mas a maioria das opções requerem uma baldeação na estacao central de Genebra), de micro ônibus ou vans, ou de carro.

As vans shuttle são a opção mais comum e fácil – você pode deixar sua reserva já confirmada on line com antecedência (muito recomendado durante a alta temporada de esqui! Nós tentamos usar esse método na Austria e não encontramos nada disponível) ou ir direto no balcão do aeroporto reservar a sua, e custa cerca de 30 Euros por trajeto (60 Euros ida e volta).

No nosso caso, nós optamos por alugar um carro (da Budget, que pesquisei atravez do travelsupermerket.co.uk) pois como éramos 3 adultos, o preço valia mais a pena (pagamos 100 Euros pelo aluguel de 3 dias, incluindo pneus de inverno e seguro completo, versus 180€ que teríamos que pagar de van para 3 adultos), além de nos dar liberdade de ir e vir em qualquer horário preferido (no dia de voltar pro aeroporto amanhecemos debaixo de uma nevasca, então resolvemos voltar pra Genebra mais cedo, por precaução nas estradas cheia de neve, mas num shuttle teríamos que esperar o horário reservado, arriscando perder o voo).

O problema de alugar um carro na Suíça no inverno é justamente essa questão do frio/neve, pois a qualquer momento pode surgir uma nevasca que deixam as estradas um caos (apesar de que os Suíços são super eficientes com isso, e rapidinho as pistas estavam cobertas de sal e produtos anti-gelo), e mesmo com os pneus de inverno (que são obrigatórios nessa epoca do ano por lá), é necessário muita experiência para dirigir na neve e no gelo.

Ainda assim preferimos essa opcão, pois o Aaron morou no Colorado durante muitos anos, e tem experiência de sobra em dirigir na neve e no gelo.

- Ski pass: Os “Ski Pass” te dão direito a usar as gôndolas, bondinhos e teleféricos que sobem as montanhas e dão acesso as pistas de esqui, e podem ser compradas por dia, por fim de semana, ou para uma semana inteira, e estão a venda em qualquer uma das gôndolas espalhadas pela cidade (ou on line se você quiser evitar as filas).

- Pistas: Eu achei o esquema de esqui em Chamonix MUITO ruim (mas isso fica pra outro post), pois as pistas ficam muito espalhadas e afastadas da cidade (um dos principais motivos pelo qual decidimos não esquiar), mas realmente as opções sao muitas, para todos os níveis e habilidades nas pistas, e qualquer hotel terá mapinhas das pistas disponivel para os hospedes e poderão recomendar as melhores opções para seu caso. Para os iniciantes e/ou não muito audaciosos, as pistas La Flegere e La Tour concentram as melhores pistas “verdes” (nivel iniciante/fácil) e as pistas de treino, que são ótimas pra quem estiver se iniciando no esporte.

- Equipamento: Você pode deixar pra alugar ou comprar o que precisar para esquiar por lá mesmo. Como disse acima, as opções de lojas oferecendo equipamento é enorme e não achei os preços inflacionados não (entramos em várias delas e os preços eram os mesmos praticados em Londres, por exemplo), e mesmo que você não queira investir em roupas de esqui/neve que vai usar poucas vezes na vida, é recomendável comprar pelo menos algumas pecas básicas, como por exemplo luvas, meias, e roupas de baixo térmicas (para mais dicas sobre como se vestir na neve e para esquiar, nesse post AQUI). De resto, tudo pode ser alugado! Esquis, botas, óculos, capacete ou gorro, calça & casaco de esqui etc. O aluguel só das botas+Skis (eles sempre tem que ser alugados juntos, pois um precisa ser regulado com o outro) custa cerca de 30 Euros por dia. Se você precisar alugar o equipamento completo (Bota + Skis, + roupas, capacete, óculos, luvas etc) o “pacotão” custa cerca de 100 Europs por dia.

Tanto em Kitzbuehl, na Austria, quanto em agora em Chamonix, nós alugamos nossos equipamentos (menos as roupas, que temos tudo) na InterSport, que é uma rede de lojas de venda & aluguel espalhada por todos os principais resorts da Europa.

E apesar da oferta ser abundante (até mesmo alguns hoteis oferecem aluguel de equipamento completo), gosto da InterSport pois a variedade de marcas/modelos/niveis de habilidade são bem maiores, então mesmo na alta temporada, você não corre o risco de não ter alguma coisa do seu tamanho ou pro seu nivel de habilidade.

Categorias: Chamonix, França, Viagens
25
06
Feb
2014
Mantendo a forma
Escrito por Adriana Miller

Volta e meia eu posto alguma foto dos meus exercicios no Instagram e sempre tem alguem que me pede “dicas”, coisa que nunca me animei muito em fazer… Acho que nesse momento de “Instafitness” e “Insta-fitness-neurose” que a blogsfera esta passando eu tenho muito pouco a acrescentar. Ate que uma leitora comentou que era isso mesmo que ela queria saber: como eh a rotina de alimentacao e exercicios de uma pessoa “normal” – e nao uma socialite que tem todo tempo do mundo pra malhar, fazer tratamentos esteticos mil, gastar fortunas com suplementos e ter todo acompanhamento de profissionais, personal trainers etc.

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Bem, nao sei nem por onde comecar, pois nao estou querendo re-inventar a roda, mas essa eh mais ou menos minha rotina e o que da certo pra mim.

O principal de tudo eh que eu gosto de me exercitar e de esportes, e isso sempre fez parte da minha familia e da minha vida, entao fazer exercicios, ginastica, malhacao ou “treino” (essa eh a nova palavra da moda neh?!), entao nao eh uma coisa que faco apenas pra atingir uma “meta”, e sim uma coisa que – na medida do possivel – faz parte do meu dia dia assim como tomar banho, escovar os dentes etc.

E isso inclui ser muito ativa no dia a dia tambem, e acho que uma coisa leva a outra – por um lado sempre estou me exercitanto (faco tudo andando em Londres), mesmo quando nao estou malhando propriamente dito, que por sua vez faz com que eu tenha muito mais disposicao pra fazer as coisas que gosto no meu tempo livre (como caminhar bastante nas minhas viagens, nadar e mergulhar, fazer trilhas e escaladas, esquiar etc).

Mas claro, seria muita hipocrisia dizer que a malhacao nossa de cada dia nao tem um fim estetico, por que claro que tem – e quem falar que quer “apenas saude”esta mentindo! Todo mundo quer ser saudavel, mas todo mundo tambem quer ficar de bem com o espelho… entao acho que os dois se complementam (ate por que, muito mais dificil que alcancar um objetivo de corpo ou de peso, eh conseguir mante-lo pra vida toda!).

Entao eh o seguinte: eu faco exercicios aerobicos todos os dias de manha, antes do trabalho. E sempre que da (pelo menos umas 2 ou 3 vezes por semana) vou na academia do escritorio fazer musculacao.

As vezes nao rola. Durmo mal, estou mais cansada que o normal, estou viajando, trabalhando muito ou simplesmente sem saco. Muitas vezes passo semanas, e as vezes meses sem me exercitar (no sentido “malhacao” da palavra, mas meu dia dia eh sempre muito ativo), o que tambem nao eh o fim do mundo. Assim que as cosias voltem ao normal, volto pra minha rotina numa boa.

E a musculacao, infelizmente, acabo fazendo bem menos do que gostaria, pois nao tenho como controlar minha agenda e sempre estar livre na hora do almoco (porque viajo muito, tenho que participar de reunioes e calls com escritorios em fuso horarios diferentes, tenho prazos e afins… nao eh um dia a dia muito regrado e previsivel).

Engracado que enquanto escrevia esse post eu parei pra pensar e realmente nas minhas melhores fases de atividade fisica, saude e estar de bem com o corpo, sempre foi nesse esquema de me exercitar de manha e depois na hora do almoco, desde que comecei a estagiar numa empresa no Rio de Janeiro que tinha academia (e ai entre faculdade, estagio, familia, amigos e namorado, eu chegava na academia no centro do Rio as 6:30 da manha pra correr na esteira ou fazer spinning e na hora do almoco fazia musculacao ou aula de localizada/body pump, etc). E principalmente nos ultimos dois anos essa foi a rotina ideal que tem dado MUITO certo pra mim: pra comecar que sou uma pessoa matinal. Tenho muuuuuito mais disposicao pela manha, nao sofro de mau humor cronico e nem sofro pra acordar cedo…

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E convenhamos que aquele momento que o despertador toca eh sempre horrivel, seja as 6 ou as 7 ou as 8 da manha… entao ja que voce vai sofrer mesmo pra levantar da cama, aproveita e ja acorda logo mais cedo e se livre das “obrigacoes” do dia!

Alem disso, nao tenho hoooooras no meu dia para me dedicar a academia, entao fica muito mais facil encaixar 1 ou 2 sessoes de 30 ou 40 minutos de exercicios por dia, do que ficar naquele compromisso de que preciso de 2 horas pra ir na academia.

Entao a uns anos atras eu montei uma mini academia em casa, bem basica, mas que supre minhas necessidades, onde tenho uma maquina eliptica/transport, caneleiras, pesinhos livres, bola de pilates, elasticos de resistencia, colchonete de ioga e etc.

E foi a MELHOR coisa que fiz por mim mesma!

TAO pratico pular da cama e ja ir direto me exercitar, sem ter que gastar tempo me arrumando, indo pra academia, exibindo a figura com os marombeiros, me preocupar (e gastar $$$$) com o tenis da moda, a roupa da moda e afins, nem ter que revesar equipamento, colocar o nome na lista da aula da modinha etc, etc, etc.

Ah, eh uma liberdade!

Entao acordo, me exercito por uns 30/40 minutos, depois ja pulo direto no banho, me arrumo voando, e quando a Isabella acorda, la pra umas 7 da manha, ja estou prontissima para meu dia, e de quebra ainda tenho tempo pra brincar com ela, tomamos cafe da manha juntas, nos arrumamos juntas etc.

Claro que por outro lado isso tambem significa que eu nao tenho acesso a alguns equipamentos mais especializados, acompanhamento profissional etc, entao umas 2 ou 3 vezes por semana vou na academia da empresa fazer musculacao.

Obviamente meu objetivo com essa rotina nao eh ser marombeira e muito menos saradona, e muito menos vou sofrer porque minha barriga nao eh trincada coma as modelos da Victoria’s Secret, nem minha bunda eh dura como a madrinha da bateria – mas aprendi a respeitar meu biotipo e ser feliz com o que tenho (ja passei aaaaaanos sendo rata de academia, fazendo todas as aulas e exercicios da moda, tomando suplementos, dietas de engorda e sonhando com pernas grossas e musculosas – coisa que obviamente nunca aconteceu porque simplesmente esse nao eh meu biotipo. Entao hoje sou feliz sendo magrinha da perna fina e ponto final).

Quanto a dieta, eu sempre comi muito bem – meus pais tem uma alimentacao otima e super saudavel, entao cresci com otimos habitos alimentares (que nada mais eh do que uma dieta balanceada e equilibrada. Um pouquinho de tudo, e de tudo um pouco), mas confesso que isso mudou um pouco depois que conheci o Aaron (pois ele tem uma dieta pessima e pessimos habitos, entao tentamos nos balencear). E pra mim, ter uma dieta balanceada tambem signifca comer tudo (incluindo refrigerante, doces, gorduras), mas nao todos os dias!

Odeeeeeeio esse auto-flagelo que anda rolando nas redes sociais de “jaquei”, “gordices” e afins. Escapuliu da dieta? Paciencia. Amanha a vida volta ao normal… nao precisa ficar sofrendo em publico!

Entao como muitas frutas, muuuuuuita salada, carne magra, pao integral e todas essas coisas cliche que todo mundo esta careca de saber que faz bem – mas se no fim de semana eu quiser comer 5 pedacos de pizza e um pote inteiro de sorvete, vou comer, sem sofrer por isso.

Jamais sacrificaria minha vida social, e o puro prazer de comer em nome de uma “dieta” – porque dieta nada mais eh doque um estilo de vida. E sei que pra mim jamais daira certo viver uma vida inteira de sacrificos, entao temos que achar um balanco que de certo a longo prazo (ainda que isso signifique se privar de excessos no dia a dia pra poder curtir um pouco mais em outras ocasioes).

E o mesmo eh verdade pra rotina de exercicios; quando viajo a trabalho, geralmente levo meu tenis e tal e tento manter a rotina de me exercitar pela manha (fuso horario e outros eventos na noite anterior permitindo…), mas nem sempre da – temos que reconhecer que as vezes uma horinha a mais de sono faz muito melhor pra nossa saude do que 30 minutos na esteira!

E acho que nunca na vida levei roupa de academia numa viagem a passeio! Minhas viagens ja sao super ativas mesmo (gosto de fazer tudo a pe!), entao nao acho que tenha a menor necessidade de ficar carregando tralhas de academia pra cima e pra baixo mundo a fora.

Vai la, curte sua viagem, seus amigos e familia – experimente a culinaria local, os drinks no fim do dia e as sobremesas – na volta pra casa a rotina volta ao normal!

Outro habito que eu prefiro eh comer pouco… mas comer muito! Heheheh! Ou seja, eu raramente bato um pratao de PF, mas em compensacao praticamente nao paro de comer o dia todo, e sempre vou trabalhar cheia de comida na bolsa, faco marmita no cafe da manha do hotel quand estou viajando e etc. Entao nunca deixo de tomar cafe da manha (ate porque como me exercito de manha, depois do banho to morrendo de fome!), depois faco outro lanche quando chego no escritorio, as vezes faco outro lanche antes de ir na academia na hora do almoco, ai vem o almoco, e a tarde faco pelo menos mais uns 2 lanches. E como durmo cedo, tambem janto super cedo (super entrei na rotina Britanica de ser, e geralmente janto umas 7 ou 7:30 da noite! E geralmente durmo entre 10 e 11 da noite).

Assim evito aquela fome irracional incontrolavel (inimiga numero 1 de qualquer dieta) e fica mais facil fazer opcoes saudaveis sem ter que pensar muito na “dieta”.

Mas confesso que hoje em dia me policio muito mais no dia a dia do que fazia ate uns 2 anos atras (basicamente ate engravidar), pois sempre soube que meio que podia comer de tudo (em moderacao) e conseguia manter tudo numa boa.

Ate que descobri que estava gravida da Isabella e foi um susto atras do outro! Hehheheeh

Foi sim assustador assistir meu corpo mudando tanto, tao rapidamente e nao poder fazer nada!

Eu fui uma gravida suuuuuper saudavel, minha vida e alimentacao continuaram equilibradas (nao tive desejos loucos nem me entupi de porcarias), eu continuei fazendo muitos exercicios, mas eu engordei MUITO e muito rapido!

Como sepre fui uma “magra de ruim”, sempre me imaginei aquela gravida “so barriga”, que nao engorda nada e usa a calca jeans skinny ate o dia do parto, so colocando um elastico no botao da cintura, sabe?

Que nada!

Mesmo comendo tao bem quanto sempre comi, e me exercitando como sempre me exercitei eu engordei 18 quilos (sendo que engordei 6 quilos so no primeiro trimestre, que eh uma fase que a maioria das mulheres nao engorda nada!), e achei tudo muito assustador! Ao mesmo tempo que demorei quase 5 meses pra sequer aparentar que estava gravida, a balanca e a circunferencia geral nao paravam de me assustar!

E sabe aquelas lendas de que “ah, voce vai perder tudo no parto!” ou entao que “amamentar seca! Voce vai emagrecer muito amamentando!”.

Pois eh… Nada disso aconteceu pra mim!

3 dias depois do parto quando voltei pra casa e me pesei eu tinha perdido apenas 5 quilos (tudo bem que eu ja tinha inchado bastante e ja estava transbordando de leite, o que deve ter pesado bastante na balanca), e durante os 4 meses que amamentei a Isabella acho que perdi no maximo mais uns 3 ou 4 quilos.

Foi desesperador!

E o engracado que meu obstetra tinha me alertado pra essas coisas todas (que esse papo que amamentar emagrece eh puro mito, principalmente para mulheres que ja passaram dos 30 – o metabolismo fica muuuuuito lento para poder usar toda sua energia na producao de leite, mas ao mesmo tempo sentimos MUITA fome), alem de nao poder fazer dieta nem me exercitar demais pra nao prejudicar a producao de leite.

Entao tentei continuar a me alimentar com equilibrio como sempre fiz, e voltei a me exercitar 5 semanas depois que a Isabella nasceu (colocava ela no carrinho, tenis no pe e pasava 1 ou 2 horas caminhando por Londres!), mas a verdade eh que so depois que ela parou de amamentar eh que finalente vi as coisas voltarem ao normal – meu organismo e metabolismo voltaram ao normal quase que instanteneamente (assim como a pele voltou a ter brilho, o cabelo parou de cair, a energia e disposicao voltou, o apetite diminuiu…. Aff! Amamentar eh muita judiacao pro corpo da mulher! #prontofalei) e nos 3 meses seguintes perdi os ultimos 8 quilos.

Mas olha, queria muito poder falar que os quilos extra “desapareceram”, mas nao foi bem assim nao!

Eu voltei a acordar cedissimo pra poder malhar antes da Isabella acordar, fiz dieta (contei caloria, contei carboidratos, contei gorduras e todas as coisas que no “dia a dia” nao faco porque acho que acabam virando neura e nao sao sustentaveis a longo prazo), me inscrevi num grupo de exercicios no parque com outras maes e fiz de tudo pra voltar ao meu normal!

Entao a verdade eh que hoje em dia, apesar de me sentir “de volta” com o meu corpo de antes (sabe que ate passei a gostar mais da minha barriga?! A pela fica diferente mesmo, mas no processo de esticar e depois encolher, achei que minha cintura ficou mais fina e meu etomago menos alto, que sempre foram cosias que me incomodaram bastante!), mas morro de medo de voltar a engordar (mesmo sendo alta – 1,75cm – 18 quilos eh coisa pra caramba!), entao levo essa minha rotina de exercicios e de alimentacao muito mais a serio do que antes!

Bem, falei, falei sem dizer nada ne? Nao acho que eu tenha muitas “dicas” pra dar nao, mas sempre acho que podemos tirar uma ideia daqui, outra dali e achar nosso proprio balanco.

Eu pessoalmente acho que as musa-fitness vivem um realidade que nao eh compativel com meu dia dia e estilo de vida, entao nao da pra ficar sofrendo porque sua barriga nao eh igual a da fulana nem sua bunda eh igual a da ciclana – mas sigo varias, e acho que vale a pena filtrar algumas ideias de refeicao, lanches, e principalmente exercicios pra fazer em casa.

 

Categorias: Beleza, Bobagens, Corrida e Esportes, Dia a dia, Gravidez
64
29
Jan
2014
Madrid ao vivo!
Escrito por Adriana Miller

Sumi de novo do blog!
Mas dessa vez estou em Madrid, na primeira viagem a trabalho do ano!

O projeto no qual venho trabalhando a quase 3 anos esta quaaaase acabando, e tão ainda tenho algumas poucas viagens pra fechar tudo, mas esta sendo tudo muito corrido e focado – nao sobrou muito tempo pra passear nem curtir a cidade…

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Dessa vez fiz pouca coisa fora do eixo escritório – hotel, mas conheci um restaurante novinho que esta super bem comentado aqui em Madrid, o “Ana la Santa”, que fica no Hotel ME na Plaza Sant’Ana (que já falei tantas outras vezes aqui no blog! Adoro aquela área da cidade pra sair, comer e tals).

O bar/restaurante tem uma decoração bem simples e muito moderna, com uma parte bem grandona que é tipo um launge com sofás, revistas, livros etc (Ah! E wifi gratix, pra quem estiver de passagem por Madrid e quiser usar as “tapas” como desculpa pra fazer aquele check in básico!).
Achei os tapas excelentes, e as bebidas e drinks tambem (principalmente os vinhos! Muitas opções boas e bem baratos!).

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Lá pras 8 da noite o bar lotou e ficou um clima bem legal de happy hour! Recomendo!

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Agora só volto a Madrid lá pra março, o que provavelmente será minha ultima viagem pra cidade por muito tempo!

Posso já ficar triste e morrer de saudade?!

Categorias: Espanha, Madrid, Restaurantes, Viagens, Viagens pela Espanha
6
22
Jan
2014
Palácio Althorp
Escrito por Adriana Miller

Durante meu passeio pela Spencer House, em Londres,  a guia mencionou varias vezes a atual familia Spencer, que apesar de ja nao manter residencia na Spencer House em Londres, ainda moram oficialmente em seu palacio nos arredores da cidade.

Entao no final da tour eu perguntei sobre a tal casa e ela mencionou, que apesar de ser uma residencia privada, Charles Spencer (o atual Conde Spencer e irmao mais velho de Diana) abre a casa para visitacao de  turistas durante algumas semanas no verao, quando sua familia viaja de ferias.

Entao aproveitei a oportunidade, e num lindissimo dia de verao eu e Isabella fomos conhecer o Palacio Althorp, a casa de infancia da princesa Diana (que como ja contei, nasceu em uma das familias mais tradicionais da aristocracia Britanica).

Se ja eh interessante visitar esse tipo de palacios quando eles sao apenas museus, a visita se torna ainda mais intrigante quando vemos de perto o mundo paralelo que a aristocracia vive! #DowtonAbbeyFeelings #DowntonAbbeydavidareal

A casa, apesar de historica e muito bem conservada (voce jura que esta num museu) nao esconde sua utilidade de uma familia moderna, com os video games das criancas no canto da biblioteca, as revistas de moda da Contessa, a televisao de plasma e as latinhas de coca cola na copa.

Mas o que realmente atrai centenas de turistas todos os anos ate Althorp eh o memorial da Princesa Diana, no jardim da casa.

Foi la, que apos sua morte tragica em 1997 a familia Spencer decidiu conduzir seu funeral e onde a Lady Di foi enterrada, junto a seus antepassados. O memorial eh impressionante, ocupando o foco principal do lago da propriedade, e eh impossivel ignorar a homenagem.

Alem do lago, os jardins da propriedade tambem sao lindos (ainda mais que fomos no verao e estava tudo super florido e colorido).

Entao quem vier a Londres no proximo verao, aqui esta mais uma atividade pra sua lista!

As datas para visitacao sao divulgadas todos os anos, mas geralmente a casa abre suas portas entre Julho e Agosto (que tambem coincide com o aniversario da Diana). Os ingressos devem sempre ser comprados antecipadamente (ate porque geralmente lotam rapido!) pela internet, no site da familia Spencer.

Para chegar em Althorp basta pegar um trem para Northampton a partir de London Euston (cerca de 1 hora), e mais uns 15 minutos de taxi ate o palacio.

 

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