11
May
2014
Japão e Coreia: como planejei minha mala (e looks! Meus e da Isabella!)
Escrito por Adriana Miller

Eu já fiz incontáveis posts sobre como faço minhas malas, mas a cada grande viagem o perfil de minhas preferências mudam, as necessidades de cada destino também mudam (minhas viagens a trabalho ou de fim de semana pela Europa não contam… são rápidas e geralmente levo umas 2 ou 3 mudas de roupa numa mala de mão, e as viagens mais longas para o Brasil eu relaxo, pois sei que posso atacar o armário da mãe e irmã quando estiver la!).

Mas na verdade planejar o que levar na mala para essa viagem não foi difícil – passaremos por apenas 3 cidades grandes, sem grandes “exotismos” de atividades (não faremos nenhum esporte nem caminhadas, não faremos nenhum programa mais arrumadinho nem nada fora do básico), então sabia que minha mala seria composta por pecas e “looks” que uso no dia a dia em Londres, ou usaria em qualquer outra viagem pela Europa, ou Rio de Janeiro, EUA e afins.

O que mudou dessa vez foi a metodologia – resolvi testar uma maneira diferente de arrumar e organizar as roupas na minha mala, por três simples motivos: em primeiro lugar, porque minha mala seria dividida com a Isabella, e apesar de que as roupas dela são minúsculas, bebes são ímãs de tralhas e como ela esta na fase de anda-engatinha-se-arrasta-pelo-chao e querendo comer sozinha e tals, precisamos de vaaaarias mudas de roupa por dia.

E em segundo lugar porque acho que achei que alguns hotéis no Japão seriam bem pequenos, então queria manter a mala o mais pratica e objetiva possível, sem precisar espalhar demais minha zona cada vez que quisesse achar um par de meias (sou zoneira assumida).

E por fim, porque íamos viajar de trem bala entre Tokyo e Kyoto (e assim como nos trens na Europa, apesar de não ter limite de peso, o espaço para guardar bagagem eh bem limitado) e um voo de low cost entre Kyoto e Seoul (e a pesar de que eu paguei a mais para levar bagagem despachada, não sabia o quão restrito eles seriam em relação a tamanho e peso das malas).

Comecei o processo de “planejar” o que queria levar da mesma maneira que faço em TODAS as minhas viagens: de olho na previsão de tempo.

Sim, o clima é imprevisível, e um dia pode estar sol e calor e no dia seguinte cair uma nevasca (#TraumasDeLondres), então não basta olhar a previsão na véspera da viagem – tem que acompanhar de perto mesmo!

Sei que isso eh um pouco TOC meu, mas assim que marco minhas passagens para algum lugar, ja vou logo adicionando a cidade em questão no meu iPhone (naquela App de meteorologia), e assim passo semanas e meses acompanhando a quantas esta a temperatura, se oscila muito, se tem chovido muito, etc, etc.

Então tanto no Japão quanto na Coreia eu sabia que as temperaturas estavam estáveis, na casa dos 15/20 graus e dificilmente teríamos grandes surpresas meteorológicas, o que é sempre ótimo e evita certos dilemas de “vou levar essa saída de praia caso faca 40 graus e esse sobretudo caso caia para -15”, sabe?

Então fiz mina listinha de itens, sempre tendo em mente que as pecas podem ser sobrepostas e combinadas entre si, seguindo uma certa paleta de cores (eu sempre falo sobre isso nos posts sobre fazer a mala, mas ajuda tanto ao longo da viagem, ter pecas que combinem entre si, e assim mesmo com um mala pequena conseguimos combinações mil, e temos a sensação de ter com uma roupa e “look” diferente todos os dias, mesmo tendo na verdade poucas opcoes de pecas!).

As pecas chave foram: camisetas, malhas finas, jaquetas de meia estação (couro, sarja, blazer), jeans, sapatos confortáveis e acessórios.

Então mina nova estratégia de organização copiou um pouco o que sempre fiz para Isabella (e nas poucas vezes que não arrumei a mala dela assim, sempre tivemos problemas!), usando compartimentos e nécessaires especificas para cada tipo de roupa e ate mesmo looks já montados.

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No caso da mala da Isabella eu coloco as montagens já prontas (calca + blusa, ou saia + body, ou vestido + blusa + meia calca, por exemplo) já separados em saquinhos plásticos (desses tipo Ziploc), por que ela raramente usa a mesma peca/combinação mais de uma vez (porque criança se suja mesmo e não tem como evitar), e assim fica mais fácil pela manha já pegar um look montadinho para ela, colocar outro extra na bolsa de fraldas e pronto, em vez de fica pensando qual calca combina com qual blusa e com qual sei lá o que. E assim também reaproveito os sacos plástico para guardar as pecas sujas que vamos trocando ao longo do dia.

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Já no meu lado da mala, a coisa eh um pouco diferente, pois não levo um look/combinação especifica para cada dia – prefiro fazer essa analise combinatória de pecas que mencionei ai em cima.

Então comprei esses compartimentos/nécessaires na Amazon, que são quadradas/retangulares, de nylon e tela (assim fica mais fácil ver o que tem em cada uma), e na maior coloquei camisetas, regatas, camisas e malhas, e nas outras separei calcas, jaquetas, roupas intimas e acessórios (lenços e cintos).

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Assim também ficou fácil “encaixar” os nécessaires dentro da mala, e ir montando um quebra cabeça com o resto: sapatos no fundo (levei dois pares de sapatilhas na mala e um tênis ja no pe), necessaires com cosméticos, etc.

Ficou TÃO mais fácil achar tudo que precisava ao longo da viagem, principalmente a medida que fomos trocando de cidade e hotel a cada 3 ou 4 noites.

E para matar a curiosidade, aqui estão algumas fotos dos nossos “Looks” – meus e da Isabella!

 

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Categorias: Coreia do Sul, Dicas (Praticas!) de Viagem, Fazendo as Malas, Japao, Viagens
42
11
Apr
2014
Ásia 2014: Japão e Coréia do Sul!
Escrito por Adriana Miller

Quem me acompanha nas redes sociais já sabe: amanhã eu, Isabella e Aaron embarcamos para a Ásia, onde passaremos uns 12 dias entre o Japão e a Coreia do Sul!

Principalmente o Japão sempre foi um desses países que volta e meia alguém me perguntava : Porque vocês nunca foram ao Japão? Não tem vontade de conhecer o Japão?!

Nossa, e como!

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Sempre, sempre esteve no topo da minha lista, e acho que já planejei essa viagem umas 5 vezes… mas na hora H sempre acontecia alguma coisa e mudávamos de ideia… seja um outro destino que na época nos pareceu mais interessante, seja o limite no orçamento ou nos dias de ferias, ou a época do ano, ou um terremoto, ou qualquer outra coisa…

E nas outras viagens que fizemos pela Ásia (como aqui, ou aqui, ou aqui), nunca achamos que cabia o Japão… sempre achei que essa deveria ser uma viagem dedicada a esse lugar incrível!

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Então quando comecei a sonhar com a listinha de viagens de 2014, dei uma conferida no meu extrato de milhagem e tcharam! Voos disponíveis para o Japão e Coreia do Sul!! Começamos a analisar dias de ferias, tempo disponível, isso e aquilo, mas decidimos que não dava para deixar passar! Ja tínhamos adiado essa viagem vezes demais e tanto Tokyo quanto Seoul sempre foram lugares que nos dois queríamos muito conhecer!

Mas confesso que me senti perdida, como ha muito tempo não ficava, então usei as mídias sociais e a ajuda dos universitários no Fórum do blog, no Facebook e na Instagram para pedir dicas, sugestões de roteiros e recomendações em geral dos leitores e amigos que ja conhecem o país ou que moram por lá.

Foi ótimo (muito obrigada pelas dicas!), e ajudou demais a definir nosso roteiro!

A principal dificuldade, na verdade, era aquele clássico problema dos viajantes: pouco tempo e muita coisa para ver. E ai somamos uma bebê de 1 ano e 3 meses e pronto, elevou nossas duvidas a níveis estratosféricos.

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Mas tive que aceitar que por mais que seria otEmo poder passar uns 3 meses explorando cada cantinho do Japão, e que sempre tem aqueles “mas vocês não foram no vilarejo X apenas 17 horas da cidade X que eh super autentico e imperdível?!”. Bem, paciência. Aceitamos que a viagem seria limitada, não conheceríamos tudo que queríamos, mas que mesmo assim valeria a pena!

Deixaremos algumas outras cidades e regiões na lista para quando um dia voltarmos, e certas experiências provavelmente não serão realizadas (como nos hospedar em um Ryocan – as pensões típicas do Japão, onde se dorme em tatames – ou a cerimonia do chá) porque agora somos 3 viajantes e não só dois, então todo mundo tem que ser levado em consideração!

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E por causa da Isabella, o tempo limitado, o fuso horário, etc, etc não queríamos ficar pingando de canto em canto, tentando conhecer tudo e mais um pouco e voltando para casa exaustos – então limitamos nosso roteiro a apenas Tokio e Kyoto no Japão, e Seoul na Coreia.

Assim teremos varias noites seguidas na mesma cidade e no mesmo hotel, poderemos curtir as coisas com calma e evitar possíveis perrengues ou complicações.

Nem precisa dizer o quanto estamos animados para essa viagem né?!

Não sei como vai ser a situação de acesso a internet por lá, mas fiquem de olho nas redes sociais do blog (Instagram, Twitter e Facebook) onde postarei o dia a dia da viagem. E prometo que volto com muitos posts!

 

P.S. Mas fiquem de olho no blog pois já deixei alguns posts programados: o relato e dicas da mina viagem para Polônia com um grupo de amigas e mais algumas outras dicas de Londres!

 

 

 

Categorias: Coreia do Sul, Japão, Viagens
10
27
Feb
2012
Guia Generico de Viagem de Low Cost pela Asia (Parte 2)
Escrito por Adriana Miller

Voltando ao topico de viagem pela Asia… Mais algumas conclusoes e recomendacoes filosoficas que aprendi depois de 3 viagens distintas que cobriram 10 paises do continente (a primeira foi essa, a segunda essa, e a ultima essa aqui).

Alem de todos os principios basicos de viagem de baixo custo em qualquer lugar do mundo, uma coisa que vale a pena salientar na Asia sao as distancias.

Pelo menos no meu caso, por morar e viajar a tantos anos pela Europa, eu acabo com aquele conceito de que viagem low cost = viagem baratinha e viagem rapidinha. Porque afinal, morando em Londres eh super facil achar uma passagem a preco de banana, e com apenas um voo de 2 horinhas, eh facilimo ir passar um fim de semana em Roma, ou Barcelona, ou Compenhagem, por exemplo, mesmo que estejam em extremos oposto do continente.

Entao pra mim a primeira coisa a adpatar foram justamente as distancias e tempo de viagem.

Afinal ao olhar um mapa do Sudoeste Asiatico eh facil cair no erro de achar que esta tudo ali pertinho… mas a verdade eh que geograficamente a regiao eh enorme, e pouquissimos voos serao menos de 3 ou 4 horas! A principio isso pode parecer pouca coisa e passar despercebido, mas somado ao translado a aos aeroportos em cidades muitas vezes sem boa insfraestrutra, mais check in, mais voo, mais desembarque, etc, cada voo pode ser um dia inteiro perdido.

Um voo entre Cingapura e Xangai, por exemplo,  demora mais de 6 horas, que eh mais longo do que um voo entre Londres e Nova Iorque!

O segundo ponto, e que talvez seja o princiapl sao as conecoes de voos e transporte.

Apesar de que nao viajamos muito por fora do circuitao turistico, ainda assim a regiao tem uma infraestrutura em fase de desenvolvimento, oque significa que os aeroportos ainda nao sao capazes de atender a demanda de voos, os padroes internacionais de seguranca e conforto, ou simplesmente nao tem essa tal estrutura e ponto final.

As dezenas de cias aereas que vao pipocando pela Asia, e vem  expandidndo seus roteiros ano apos ano, ajudam bastante, mas ainda estao longe de atender a todos os formatos de roteiros. Entao eh importantissimo analisar todas as opcoes de destinos e roteiros – de acordo com as disponibilidade de voos e transporte entre eles – antes de bater o martelo num roteiro para sua viagem.

Alem disso, ao contrario doque vemos hoje em dia na Europa, as empresas aereas na Asia ainda sao muito regionais, oque significa que cada pais tem a sua, oque atende perfeitamente as necessidades locais, porem que se tornam incrivelmente limitadas quando um turista quer aproveitar a viagem para cobrir varios destinos de uma vez soh (como sempre eh o nosso caso).

Entao oque acabamos fazendo na primeira vez que fui a Asia (combrindo Tailandia, Malasia, Vietnam e Camboja) foi adicionar dias – e retiar destinos – do nosso roteiro final, pois seria praticamente impossivel conseguir fazer uma viagem fluida entre esses paises que fosse ao mesmo tempo economica financeiramente e de tempo.

E foi justamente por isso que incluimos Kuala Lumpur em vez do Laos, por exemplo. Afinal em 2008 a Air Asia (nem nenhuma das muitas outras cias) nao oferecia voos diretos entre todas as cidades que queriamos visitar, e acabamos chegando a conclusao que a nossa melhor opcao sempre incluir uma conexao em KL.

Entao aproveitamos pra passar uns dias e conhecer a cidade, mas no decorrer da viagem, acabamos tendo que voltar pra Malasia outras vezes apenas pra conectar os voos entre Camboja e Vietnam.

Ou seja, olhando no mapa esses dois paises sao vizinhos, e estao ali pertinho, porem as opcoes de transporte por terra eram precarios e demorariam demais, e os voos diretos (entre Sien Reap e Hanoi no nosso caso) tinham horarios muitos restritos e/ou precos exorbitantes.

A solucao? Conjugar dois voos da Air Asia, passando por Kuala Lumpur – e gastando um dia inteiro de nossa viagem.

E nessa ultima viagem pela Asia nao foi diferente. Ao brincar de multipla escolha entre todos os destinos que gostariamos de ter incluido, levando em consideracao nosso tempo disponivel e orcamento, vimos mais uma vez que teriamos que dedicar alguns dias inteiros a voos e conecoes, e que mais uma vez nao conseguiriamos escapar do Aeroporto de Kuala Lumpur.

E foi isso que fizemos: em vez de pegar um voo direto entre Hong Kong e Bali, por exemplo, voamos de Macau pra Kuala Lumpur, passamos algumas horas no aeroporto, e no fim do dia pegamos um outro voo para Bali.

Nesse processo perdemos um dia inteiro, mas economizamos mais de 3/4 do preco da passagem (o voo direto custava perto dos 500 dolares, enquanto que o voo Air Asia via KL custou apenas 100).

E uns dias depois o mesmo aconteceu na viagem entre Cingapura e Xangai.

Poderiamos ter passado um dia inteiro entre conexoes mirabolantes ou ter pago uma pequena fortuna num voo direto. Mas a melhor opcao foi na verdade, mais uma vez conectar em KL e dessa vez passar a noite no aeroporto.

A conclusao foi que a passagem propriamente dita saiu incrivelmente mais barata (cerca de 80 dolares, em vez dos quase 600 de uma voo direto ou via Hong Kong), e acabamos economizando bastante tempo, pois saimos de Cingapura no fim do dia (entao conseguimos aproveitar bastante do nosso dia na cidade), dormimos em KL  por apenas 15 doalres (que seria um tempo desperdicado em aerportos e conexoes) e no dia seguinte bem cedinho pegamos o voo da Air Asia pra Xangai – e ainda conseguimos chegar na cidade a tempo de curtir a tarde e a noite na cidade.

Um otimo site pra ajudar a dar formato a toda essa analise combinatoria de voos, destinos e opcoes eh o SkyScanner, que ja falei aqui no blog outras vezes, e que eh um otimo buscador de voos, sempre inclui as cias de baixo custo em suas buscas e vai te dando um primeiro feeling sobre oque eh possivel entre cada um de seus destinos.

E depois disso, eh lapis e papel na mao anotando precos, horarios, conexoes e opcoes e indo decidindo ponto a ponto oque eh mais valioso pra voce: tempo ou dinheiro?

Minha “licao aprendida” dessa vez foi ser muito mais controlada no calendario, e a medida que ia anotando e fazendo escolhas de voos, ia marcando tudo num calendario (um template que voce pode baixar diretamente no seu Word ou Exell, olha esses exemplos aqui) os horarios de chegada e saida, tempo de conexoes, noites em cada destino e tal, pra nao deixar nada escapar pelos cantos (como aconteceu quando estavamos na Tailandia na primeira vez!).

Outra coisa que vale a pena ressaltar sao essas tais conexoes: quando voamos com low cost todos os voos sao avulsos, entao as “conexoes” na verdade nao se conectam.

A cada voo voce tem que desembarcar, passar pela imigracao, recolher sua bagagem, andar ate a area de embarque do aeroporto, fazer check in, passar novamente pela imigracao e seguranca e embarcar.

Ou seja, cada voo tem que ser cronometrado nos minimos detalhes, com bastante tempo de folga pra dar tempo de fazer todo esse circuito-olimpico-aeroportuario e ainda levar em consideracao possiveis problemas e atrasos.

O moral da historia eh que ao programar esses roteiros mirabolantes voce fica a merce de sua sorte, e seu planejamento – se alguma coisa acontecer e voce perder seu voo, ja era. Ao contrario de cias aereas normais, onde voce compra voos integrados, com as low cost cada voo eh 100% independente do proximo, e eles nao tem nenhuma responsabilidade em encaminhar bagagem perdida, remarcar voos atrasados, fornecer hotel ou refeicoes por conexoes perdidas nem nada do que seria normal para uma comania aerea normal.

No nosso voo entre Macau e Bali, via KL, por exemplo, eu marquei a segunda perna da viagem (o voo entre KL e Bali) com uma conecao de mais de 5 horas. A principio ficamos achando que seria um exagero, mas acabou que entre todo processo desembarque-reembarque, na verdade tivemos apenas 1 hora de espera entre um voo e outro.

Numa situacao normal de conexao de voos, umas 2 horas teriam sido suficientes, mas quando voamos low cost, quando mais horas entre as suas conexoes, melhor.

E foi tambem por isso que optamos passar uma noite em KL antes de voar pra Xangai. Assim sabiamos que mesmo se o voo atrasasse horrores, ou se demorassemos muito na imigracao, teriamos um hotel a nossa disposicao a noite toda, sem nos preocupar com o horario do proximo voo.

Entao o moral final da historia eh que na hora de planejar sua viagem pela Asia, as dicas praticas de qualquer planejamento de viagem continuam sedo as mesmas: A sua maior decisao sempre sera Tempo X Dinheiro, e com certeza seu roteiro final nao vai incluir todos os destinos que voce gostaria de ter conhecido durante sua viagem (que aliais, o Riq Freire escreveu um post otimo sobre sso no outro dia).

Eh uma regiao que por mias que ainda seja barata de se viajar, demanda muito mais planejamento e preparo, e definitivamente vai gastar muito mais seu tempo doque um role pela Europa.

 

Categorias: Dicas (Praticas!) de Viagem, Viagens, Voos Low Cost
33
20
Feb
2012
Guia Generico de Viagem Low Cost pela Asia (Parte 1)
Escrito por Adriana Miller

A midia sempre comenta sobre como a internet deixou o mundo “menor” e tal, oque nao deixa de ser verdade. Porem, se voce esta planejando uma viagem qualquer, ja deve ter reparado que o grandissimo fator que ajudou a “encolher” o mundo na ultima decada foi na verdade o surgimento das companias aereas de Low Cost!

Foram elas que fizeram possivel fins de semana ao redor da Europa, ou que sua viagem tenha um roteiro mais flexivel e criativo, com voos curtinhos a precos acessiveis – em vez das viagens interminaveis em trens desconfortaveis que antigamente conectavam as capitais do velho mundo.

E por sorte dos viajantes desse mundao, as companias aereas de baixo custo ja deixaram de ser privilegio das viagens Europeias ha muito tempo, sendo que hoje em dia a principal delas, sem sombra de duvidas eh a Air Asia (no final do post tem uma lista com todas as cias de low cost da Asia)!

Os principios basicos pra nao cair em furada quando viajar usando as “baixo custo” continuam extamente os mesmos, nao importa qual continente voce vai viajar, entao antes de falar especificamente sobre a Asia, vale a pena rever algumas dicas:

- Antecedencia:

Isso vale pra qualquer tipo de viagem, mas principalmente quando falamos de low cost, quanto antes voce se planejar e marcar suas passagens, melhores serao suas chances de achar aquelas super barganhas a preco de banana.

A medida que os meses, semanas e dias vao se aproximando da data de sua viagem, as tarifas de ultima hora passam de baratinhas pra exorbitantes-meu-deus-como-eles-sao-sem-nocao-de-cobrar-isso. Entao a nao ser que voce tenha total flexibilidade pra mudar seus planos de acordo com as promocoes de ultima hora, nao deixe sua reserva de passagem pra ultima hora.

- Taxas extras e impostos:

Sim, as passagens sao baratas  – e as vezes praticamente de graca! – mas SEMPRE, sempre vem a surpresa das taxas extras e impostos na pagina final de sua reserva.

E essas taxas tambem variam bastante de destino pra destino, ja que cada pais/aeroporto aplica diferentes taxas de embarque, impostos extras (como por exemplo as taxas de poluicao  – “Carbon footprint” – ou de suplemento de combustivel – “fuel surcharge”), taxas de cartao de credito, taxa de check in, etc, entao sempre vale a pena brincar com diferentes possibilidades de destinos e ver oque vale mais a pena de acordo com seu orcamento.

Entao lembre-se sempre que aquela tao sonhada passagem de 10€ ate pode aparecer no seu caminho, mas provavelmente no clique final  vai custar facilmente un 200% ou 300% a mais (e provavelmente muito mais que isso).

Por exemplo, o nosso voo entre Kuala Lumpur e Cingapura de Air Asia custou zero S$, isso mesmo ZERO dolares, porem ao adicionar as taxas, impostos e franquia de bagagem despachadas, acabamos pagando cerca de 50 doalres de Cingapura cada um. OU seja, continuou super barata, porem com uma valor final de 500% a mais doque o “preco da passagem” original.

Alguns itens a levar em conta antes de marcar sua pasagem low cost:

  • Todas as taxas e impostos impostos por seu destino
  • Taxas extras opcionais: embarque preferencial, assento com espaco extra, peso de bagagem, check in on line ou presencial, seguro de viagem, franquia para bagagem de mao, refeicoes, almofada e manta, etc

- Bagagem:

As polemicas sobre as franquias de bagagem das cias de baixo custo sempre sao as mais acalentadas – se voce for pego desprevenido e exceder o limite de bagagem, provavelmente tera uma experiencia que possivelmente poderia estragar (parte) da sua viagem.

Hoje em dia nenhum compania aerea de baixo custo inclui bagagem despachada no preco da bagagem, e portanto se voce quiser viajar com sua bagagem saguramente no porao do aviao, tera que pagar a mais pra isso.

Fique atento ao peso permitido, as diferencas de precos entre os limites de peso (geralmente o preco da bagagem despachada eh cobrado por peso – quanto mais pesada, mais cara), e o preco cobrado por cada quilo acima do seu limite (ou fracao de quilo ou libras).

A regra eh clara e a matematica nao falha: viajar low cost nao combina com malas pesadas, e cada grama acima do seu limite custara praticamente o mesmo preco que voce pagou pela passagem!

E nao esqueca de prestar muita atencao na mala de mao: nos ultimos anos, alem de cobrarem por malas despachadas as companias aereas tambem estao limitando sua bagagem de mao.

Muitas delas ainda mantem a regra do peso liberado (pode levar quanto quiser, desde que voce consiga carregar), enquanto outras sao bem restritas em relacao ao peso.

A Europeia Ryanair e a Asiatica Air Asia permitem apenas 7 quilos por bagagem de mao, e suas 7.000 gramas de bagagem sao verificadas e inspecionadas com uma balanca de precisao cirurgica bem ao lado do portao de embarque. Quem nao passa no teste, nao embarca – ou paga caro por isso.

Eu ja presenciei inclusive o absurdo de um comissario de recusar a ajudar uma passageira que nao conseguia colocar sua mala de mao no bagageiro (na Easyjet). A resposta dele foi simples e direta: “Voce so pode viajar com aquilo que consegue carregar”. Logo depois um outro passageiro se levantou de sua poltrona e ajudou a senhora.

Eu sei que essa foi uma situacao extrema, porem um otimo exemplo de que as empresas de baixo custo nao medem esforcos para impor suas regras – afinal sao os eventuais deslizes dos passageiros que garantem o lucro dessas empresas.

E claro, nao esquecendo da regrinha de bagagem de mao UNICA.

Acho que essa deve ser uma das perguntas que mais respondo aos leitores do blog. Uma unica bagagem de mao significa isso mesmo: 1 mala OU 1 bolsa feminina OU 1 mochila de camera fotografica OU 1 bolsa de laptop OU 1 bolsa de bebe, e assim adiante.

Se vc eh mulher e quiser levar sua bolsa MAIS sua bagagem de mao, sera barrada na porta de embarque. Idem para homens com uma mochilinha MAIS uma bolsa de laptop. Sua bolsa/mochila/sacola tem que caber dentro de sua outra bolsa/mochila/sacola/mala ou entao um de seus volumes devera ser despachado para o porao do aviao (nesse video oque eu mostro direitinho como eh todo o processo de viajar de low cost).

- As regras mudam toda hora…

Uma das ciladas de reservar passagens com antecedencia eh que essas regrinhas chatas e traicoeiras mudam toda hora.

Com a crise se espalhando pelo mundo e afetando as cias aereas, cada mes mais “novidades” sao lancadas pra economizar custos e aumentas os lucros de ditas empresas.

Entao mesmo se vc reservou sua passagem com direito a check in no aeroporto, caso essa regra mude ao longo dos meses, oque vale eh a regra que estiver em efeito no dia do seu embarque. Entao se vc nao verificar e reconfirmar tudo de novo, tera que pagar uma taxa extra para fazer check in no aeroporto, por exemplo.

No nosso caso da viagem pra Asia, quando eu reservei as passagens la em Agosto de 2011 a Air Asia permitia 2 bolsas de mao com peso livre por passageiro. 1 semana antes da nossa viagem quando fui verificar os ultimos detalhes vi que as regras tinham mudando drasticamente e que portanto soh poderiamos viajar com uma unica bagagem de mao e com limite de peso de apenas 7 quilos.

Obviamente foi um grande susto e tivemos que rapidamente rever nossas malas e o peso/volume de coisas que pretendiamos levar!

 

Para mais detalhes sobre todas essas regrinhas e outras, veja esse port AQUI.

 

  •  Lista de compania Aereas de baixo custo (low cost) da Asia:

 

- Air Asia: http://www.airasia.com

A opcao perfeita pra quem vai viajar pelo Sudoeste Asiatico, as essa giagnte da Malasia ja se espalhou para mais de 10 paises, cobrindo rotas que incluem China, India, Sri Lanka e ate mesmo Londres e Paris!

- Tiger Airways: http://www.tigerairways.com

Baseada em Cingapura, uma otima opcao que conecta a ilha a varios outros destinos pela Asia.

- Bangkok Airways: http://www.bangkokair.com/

Tecnicamente nao eh uma low cost, mas sempre tem otimas tarifas promocionais para viagens internas pela Tailandia – com a vantagem de servico padrao “normal” (foi a empresa que voamos entre Bangkok e Koh Samui).

- Nok Air: http://www.nokair.com/

Outra otima opcao de pasagens low cost para viagens internas pela Tailandia. mas eles voam pela aeroporto secundario de Bangkok e os destinos e horarios sao bem limitados.

- Lion Air: http://lionair.co.id/

Cia aerea baseada na Indonesia, e uma otima opcao pra voos internos pelo pais, conectando quase todas as ilhas.

- Vietnam Airlines: http://www.vietnamairlines.com

Mais uma que tecnicamente nao eh low cost, mas que otimos precos custo-beneficio, principalmente porque conecta destinos secundarios do Vietnam com outras cidades no Sudoeste Asiatico que geralmente ficam de fora das rotas das grandes empresas.

- JetLite e Jet Airways: http://www.jetlite.com/

A JetLite eh a spin off de baixo custo da Indiana Jet Airways. Nos fizemos o roteiro completo da India, Nepal e Sri Lanka voando um combinado de Jet Airways (que voa para todo o mundo, inclusive Londres) e a JetLite que faz os destinos domesticos e regionais. Precos incriveis, servico excelente!

- Cebu Pacific Air: http://www.cebupacificair.com/

Mais uma empresa que nao eh low cost, mas que serve a extensa (e de dificil acesso) malha de ilhas nas Filipinas. Nunca voei com eles, mas quando ainda estava debatendo entre Indonesia e Filipinas, as melhores opcoes de voos eram com elas.

 

- Hong Kong Airlines: http://www.hongkongairlines.com/

A melhor opcao de voos internos pela China que conectam Hong Kong ao resto da Asia. A melhor opcao de baixo custo para fugir da (excelente) carissima Cathay Pacific quando sua viagem pela Asia inclui Hong Kong (foi a empresa que usamos para voar entre Beijing e Hong Kong).

- China Eastern: http://www.flychinaeastern.com/

Uma impressionante malha de voos e horarios conectando toda a China, mas principalmente as cidades mais turisticas, que ficam no leste do pais. Os precos sao baixos (mesmo de ultissima hora, como aconteceu com a gente) e o servico de primeira (bem mais relax nas regras de bagagem!). Foi a empresa que voamos entre Shanghai e Xian e depois de Xian para Beijing.

 

Pssst: Esta procurando listas e links com as principais empresas de baixo custo da Europa? Veja esse post AQUI. (Alem de links de cias de trem, onde achar resenhas de hoteis e albergues, e varias outras dicas praticas para planejar sua viagem para a Europa)

 

Categorias: Dicas (Praticas!) de Viagem, Viagens, Voos Low Cost
21
17
Feb
2012
Tune Hotel – Aeroporto LCCT de Kuala Lumpur
Escrito por Adriana Miller

Uma das melhores coisas de viajar sempre eh poder, volta e meia, voltar a lugares onde ja fui – eh sempre legal ver oque continua o mesmo, e tudo aquilo que mudou, evoluiu… melhorou ou piorou.

Dessa vez a viagem pra Asia nao incluiu Malasia no roteiro – mas ainda assim, gracas as maravilhas dos voos low cost, nao escapamos de passar pelo aeroporto de KL. Nao apenas 1, mas duas vezes em diferentes conexoes!

Na primeira vez que estivemos na Asia passamos varias vezes pelo Aeroporto LCCT de Kuala Lumpur (Low Cost Carrier Terminal), que rapidamente virou sinonimo de tedio, calor, confusao e desorganizacao.

Cada uma das (muitas) horas que passamos no LCCT em 2008 foram altamente torturantes e nao sobrou nenhuma memoria boa pra contar historia.

Entao ao planejar essa nova viagem, mais uma vez as conexoes no LCCT foram inevitaveis, mas eu fiz de tudo pra reduzir ao maximo nossa estadia por la.

Ate que logo na primeira conexao me dei conta das maravilhas que os anos, o progresso e desenvolviemento do turismo pode levar a um lugar!

Em apenas 3 anos o aeroporto foi talmente transformado e reformado!

Oque antes era um galpao imundo com funcionarios despreparados e salas de espera torturantes, hoje em dia eh um espaco novissimo e arejado, com uma infraestrutura de fazer inveja a muitos aeroportos Europeus!

Balcoes de informacoes, uma area para check in que triplicou de tamanho (principalmente na area da Air Asia! O fim das filas!), um segundo andar (que nao existia!) que filtra a confusao na imigracao e seguranca, e uma area de embarque que incluiu inumeras lojas, cafes e restaurantes, free shop, farmacia, wifi gratis e estacoes eletricas para recarregar seu laptop ou celular enquanto voce espera seu voo.

Oque um dia era um espaco escuro e quente, com cadeiras de plastico desconfortaveis, hoje em dia tem todo o conforto imaginavel!

Sei que eh um comentario bobo, mas fiquei feliz de ter feito parte dessa “transformacao”, de ter sido uma entre os milhoes de turistas que passaram por ali e levaram o desenvolvimento e o progresso pra esse cantinho da Asia.

Me lembrei dos meus ultimos anos na faculdade de Economia, quando desenvolvi uma tese/monografia que falava justamente sobre isso: o desenvolvimento economico criado pela industria do turismo, e o poder arrebatador de transformar regioes e mudar vidas!

 

E entre as muitas melhorias no terminal LCCT de Kuala Lumpur outra novidade foi a construcao do hotel Tune, que tambem faz parte da gigante low cost Air Asia.

O Tune Hotel esta espalhado por varias partes da Asia e do mundo (inclusive tem um Tunes em Londres – depois falo dele com calma!) e tem o mesmo principio da Air Asia: conforto com baixo custo, entao voce soh paga pelo que precisa e vai usar.

Funciona assim: voce reserva sua noite no hotel, que eh o basico do basico – incluindo apenas o quarto/cama com banheiro.

Ai voce pode comecar a selecionar todos os “extras” que gostaria de ter. Oque vc acha que nao vai precisar nem usar durante sua estadia, voce nao paga.

Entao eu adicionei em nossa diaria alguns extras como: toalha e sabonete liquido, ar condicionado e internet wifi.

Algumas outras opcoes, como TV a cabo, secador de cabelos, telefone e cafe da manha, deixei de fora, pois sabia que nao iria usar.

O processo foi facilimo! Fiz a reserva com meses de antecedencia (assim que reservei as passagens entre Cingapura e Xangai!) e paguei tudo on line.

Chegando no LCCT, logo depois de recolher a bagagem tem um quarto “modelo” do Tunes mostrando como sao os quartos por dentro e ensinando como acha-los.

Do lado de fora do hotel, na area de ponto de taxis e onibus, basta procurar pelas placas do transfer do hotel (que nao eh de graca, mas custa 2 Ringgit, o equivalente a apenas 0,50 de US$). O transfer passa para recolher passageiros a cada 15 minutos e o transfer ate o hotel demora menos de 5 minutos.

Na recepcao do Tunes, recebemos nosso cartao-chave do quarto 9que tambem controla extras como ar condicionado, TV etc), o kit com a toalha e a senha da internet, e pronto!

O quarto, como era de se imaginar, era minusculo! Mas muito mais confortavel doque muito albergue e hotel 2 estrelas que ja fiquei pelo mundo!

A cama macia e confortavel, o banheiro novissimo, limpo e com um chuveiro potente!

Uma mesinha “bandeja” aos pes da cama e conexao de wifi que funcionou super bem!

E no dia seguinte, acordamos super cedo pra pegar o voo seguinte – nao precisamos fazer check out nem nada. Descemos na hora do transfer certo e em minutos chegamos no terminal de embarque.

Mais tranquilo, facil e economico impossivel!

 

Categorias: China, Cingapura, Malasia, Viagens, Xangai
27
16
Feb
2012
Cingapura Top 10!
Escrito por Adriana Miller

Foi dificil pensar num post “resumo” sobre Cingapura, ou ate mesmo tentar fazer um roteiro pela cidade, pois nós nao tivemos exatamente um plano, fizemos muita coisa em pouquissimo tempo (o ritmo foi super intenso) e ainda fizemos algumas coisas e voltamos a alguns lugares varias vezes, pra tentar pegar diferentes horas do dia, diferentes intensidades de luz do sol e tal.

Mas de maneira geral, nao importa como voce vai organizar sua viagem a Cingapura, esses sao algumas das atracoes que voce nao pode perder!

- Merlion:

O Merlion eh sem sombra de duvidas o simbolo do pais, e essa criatura mitologica esta estampada por todas as partes.

O Merlion eh uma figura que tem a cabeca de um leao, e o corpo de um peixe, e representa o orgulho que os Cingaporeanos tem na sua forca e tradicao maritima. E eh tambem o simbolo do nome do pais em Javanes, que significa literalmente “cidade Leao”.

O Merlion principal esta na Marina, um chafariz bem no centro das atencoes (da cidade e das lentes dos turistas) e de onde eh possivel ter as melhores vistas de Cingapura.

Eh ali que sao comemoradas as principais datas e celebrados os maiores feitos do pais.

- Marina Bay Sands:

Essa atracao eh recente, e quase que instantaneamente transformou a paisagem da cidade (que ja falei aqui!). A melhor visao do Sands eh justamente dali do Merlion, que fica exatamente do lado oposto da baia de Cingapura.

Mas o edificio eh tao gigantesco e imponente que voce conseguira ve-lo de quase todos os angulos nos arredores da marina, e cada novo angulo e impossivel resistir a vontade de tirar soh mais uma foto!

- Singapore Flyer:

Nao foi o primeiro, nem o mais original, e com certeza nao sera o ultimo… mas a versao “London Eye” de Cingapura eh sem duvidas o maior do mundo e tambem tem uma posicao provilegiada na lateral da Marina, oferecendo vistas de toda a baia, a marina do Merlion e claro, o Bay Sands!

A altura total do Flyer eh de 165 metros, o equivalente a um predio de 42 andares (quase 30 metros mais alta que o London Eye!), e sua “roda gigante” se move a uma velocidade de relativamente tranquila, demorando cerca de 30 minutos para dar a volta completa.

A construcao do Flyer demorou quase 3 anos, e sua inauguracao foi mais um motivo de orgulho para os Cingaporeanos – em sua inauguracao em 1 de Marco de 2008, as 3 primeiras noites foram completamente esgotadas (sao 28 capsulas, com 28 passageiros cada) com ingressos vendidos pela bagatela de S$ 8.888 (oito mil, oitocentos e oitenta e oito dollares de Cingapura!!!), que eh um numero simbolico na cultura Chinesa e Asiatica!

E como nao podia deixar de ser, o Singapore Flyer tambem tem seu proprio complexo de gastronomia e entretenimento, e mais uma opcao com otimas vistas da cidade!

 - Orchard Road:

Como se Cingapura nao tivesse opcoes suficientes de shoppings e entretenimento, a Orchard Road eh uma das areas mais tradicionais para esse fim

O nome da rua, eh derivado de sua origem historica, quando essa parte da ilha nao passava de uma fazenda de frutas (Orchard em Ingles = Horta), que aos poucos foi virando uma feira, desenvolveu um marcado, e hoje em dia eh a principal rua comercial de Cingapura.

A rua eh enorme, segue por incontaveis quarteiros e vai se transformando de ruazinha comercial a sede mundial de concentracao de shoppings e centros comerciais do mundo! Praticamente cada quarteirao eh um shopping diferente, prontos pra atender a todas as vontades e necessidades do turista!

- Zoologico de Cingapura:

Esse infelizmente nao tivemos tempo de ir, ja que nossa passagem por Cingapura foi curtissima. Mas o Zoo de la eh reconhecido como um dos melhores do mundo, e o maior zoologico “tropical” do mundo.

E mesmo se voce nao for muito fan de zoologico, eles tambem fazem um safari noturno que dizem ser o maximo, meio no esquema “Simba Safaria” que existia ha uns anos em Sao Paulo (ainda existe?) onde eh possivel passear entre os animais durante a noite.

- Little India e China Town:

Em honra a suas duas “etnias” principais, os Indianos e Chineses, Cingapura tem dois bairros inteiramente dedicados a eles, que sao naturalmente, as primeiras regioes do pais onde tais imigrantes se estabeleceram.

A China Town eh uma das principais do mundo, mas como a China era nosso destino extamente depois de Cingapura, nao demos muita atencao.

Mas ja a Little India eh uma dos bairros mais legais e fofos de toda a cidade!

Pra comecar que de cara voce passa a ver uma Cingapura mais “autentica” e menos fabricada, sem shoppings nem arranha-ceus por todos os lados. E segundo, que foi preciso me livrar de todos os preconceitos que voce (eu) tiver (tinha) em relacao a bairros “etnicos” e tematicos ou em relacao a qualquer coisa made in India (Nao me levem a mal, a India eh um pais fenomenal, mas ne, principalmente depois de ter conhecido a India, impossivel nao ter certos pre-conceitos sobre alguns aspectos).

Esqueca as vacas nas ruas e as montanhas de lixo. Em Cingapura a Little India eh um bairro residencial e comercial fofissimo, com casinhas coloridas, ruas limpas e organizadas, bons restaurantes e otimas opcoes de lojas.

Inclusive o hotel onde nos hospedamos, o Arianna Hotel ficava naquela area, e bem de frente pro “Mustafa Center” uma loja de departamento/shopping GI-GAN-TES-CA onde voce vai encontrar absolutamente tudo e por precos otimos!

La esta tambem o templo hindu Sri Veeramakaliamman, super parecido com oque vimos no Sri Lanka e na Malasia, so que com a vantagem de que dessa vez pudemos entrar, tirar fotos, e explorar bem o templo.

E a medida que vc vai se aproximando da area da Campbell Street o bairro vai ficando ainda mais bonito e mais autentico – vale a pena parar pra comer um curry em alguns dos restaurantes nas ruas paralelas ou entao entrar o mercado que rola todas as manhas.

- Ilha Sentosa:

Pra  muita gente que conhece Cingapura, a Ilha Sentosa nem deveria ser considerada parte de Cingapura, e sim ser vista como um destino completamente diferente.

Apesa de estar a apenas 10 minutos de distancia da ilha principal a ilha eh um mundo a parte!

Como ja contei aqui, eh la que esta a Universal Studios Singapore alem de uma infinidade de outras atracoes, entao muita gente dedica varios dias interamente passados na ilha, se hospedando por la mesmo, deixando Cingapura pra tras e se dedicando ao melhor que Sentosa tem a oferecer.

- O cais do porto de Cingapura:

Ok, que nao eh exatamente uma atracao turistica, e nem sequer eh possivel visitar a area, mas nao deixe escapar a oportunidade de admirar o mior cais do porto do mundo – em tamanho, em quantidade de navios e containers, em lucro, em tudo.

Afinal faz sentido, neh? Se vc olhar bem onde esta Cingapura no mapa via entender porque essa ilhasinha foi escolhida como um dos principais portos dos exploradores Britanicos, e disputada a tapa por mais uma infinidade de nacionalidades ao longo dos seculos.

E favorecendo ainda mais sua posicao geografica, a baia de Cingapura eh geologicamente perfeita para abrigar um porto dessas proporcoes e receber os maiores navios e embarcacoes do planeta.

- Waterfront Promenade:

A promenade eh a versao Cingapuriana de uma orla ou calcadao, e eh a area que cerca toda regiao da Marina – onde estao o Merlion, o Marina Bay Sands e o Singapore Flyer que ja falei ai em cima.

E eh nesse “calcadao” na beira do mar onde os locais aproveitam para fazer exercicio, pra passear com a familia, jantar em algum dos inumeros bares com happy hour (e happy vista!) ou qualquer outra tividade ao ar live.

E eh ali tambem onde foi construido a plataforma flutuante para eventos esportivos (principalmente tenis) e as arquibancadas do novo circuito de Formula 1.

Mas nao da pra ignorar duas das atracoes “secundarias” da Marina que dominam a arquitetura da Promenade:

De um lado, bem embaixo do Bay Sands esta o ArtScience Museum, que eh o museu de ciencias e artes e sua arquitetura curisossisima que paree uma flor desabrochando!

E do outro lado esta o Theaters on the Bay, que eh um complexo de teatros e casa de shows, incluindo galerias de arte, bibliotecas e restaurantes.

A arquitetura do teatro foi toda planejada para economizar energia e portanto tem um sistema de ventilacao e resfriamento em todo seu exterior, que parecem umas escamas de peixe (e que os locais apelidaram de “Duriam”, que eh uma fruta tipica do Sudoeste Asiatico que parece uma Jaca) que filtram e amenizam a intensidade do sol e temperatura.

E como nada em Cingapura podera ser considerado “finalizado” por um bom tempo, a proxima inauguracao sera a ponte Helix, que tambem tera um design futuresco, e que finalmente sera a ponte para pedestres que dara continuidade de 360 graus na Esplanade da marina.

 - Aeroporto de Cingapura: Changi Airport

Voce nunca pensou em aeroportos como atracao turistica, certo? Geralmente os aeroportos sao apenas um obstaculo entre voce e suas ferias (ou sua volta pra casa) e no maximo merece um pit stop rapido no free shop…

Mas ai vem Cingapura de novo e muda todas as regras do jogo!

O tema comum que vimos em toda cidade se repete no aeroporto tambem: complexo de compras e entretenimento a altura de Cingapura, com uma infraestrutura que funciona 24 horas (incluindo lojas, restaurantes, cafes, Spa, etc), e ja se estabeleceu como o maior, melhor e mais premiado aeroporto da Asia.

E por ser a sede da luxuoserrima Singapore Airlines, o Changi tambem acumula premiacoes em relacao a atendimento ao cliente, seguranca, organizacao e estatisticas de voo, quebrando recordes dia a pos dias.

Entao fizemos questao de chegar la bem cedo, para podermos explorar o aeroporto antes do nosso voo – nao deu tempo de pegar um filme no cinema nem aproveitar a piscina ou o Spa, mas exploramos as inumeras lojas da area duty-free, relaxamos nas poltronas confortabilissimas e cuidamos dos ultimos detalhes da viagem no wifi gratuito do terminal.

Ah! E de quebra ainda assinti um pouco de novela Brasileira na sala de embarque! Com uma dublagem tosca para Ingles e legenda em Chines, mas ainda assim foi um acontecimento!

Ah, e claro, nao perca a oportunidade de tomar um Singapore Sling original no Raffles Hotel, e quando bater a fome, nao pense duas vezes eh corra pra Clark Quay e Boat Quay, onde estao alguns dos melhores (e mais mais badalados) restaurantes e bares da cidade!

 

Categorias: Cingapura, Viagens
16
13
Feb
2012
Cingapura: Clarke Quay
Escrito por Adriana Miller

Quando eu digo que Cingapura tem muita coisa pra fazer, juro que nao eh exagero! Só que isso nao significa que a cidade eh lotada de atracoes cartao-postal que voce tem que ficar ticando ao longo do dia!

Mas ainda assim eh aquele tipo de cidade que nao para, que nao dorme, e a qualquer hora do dia ou da noite voce poderia estar fazendo alguma cosia dferente.

Um dos culpados por esse fenomeno da cidade eh a area de Clarke Quay, que eh um antigo porto secundario que foi totalmente reformado e virou (mais um) complexo de entretenimento na cidade.

Eh um super shopping ao ar livre, mas por causa do clima de Cingapura, absolutamente nada por la eh “a ceu aberto”, entao Clarque Quay eh devidamente coberto e tem o primeiro sistema de ar-condicionado central natural do mundo, que permite que a area esteja sempre fresquinha e agradavel, mesmo sendo ao ar-livre!

O bairro foi reformado, mas sem perder suas caracteristicas historicas, mantendo suas casinhas coloridas e ruelas que se alternam com pontes e canais – que quem diria, virou o cenario perfeito pra se esbaldar! De dia e de noite!

Mas eh de noite (qualquer dia da semana) que a as luzes se acendem e a area se transforma! Sao centenas de bares e restaurantes pra voce escolher, com todos os diferentes tipos de culinaria e gastronomia do mundo, incluindo por exemplo uma filial do restaurante Indonesio Cafe Lotus, cujo original esta em Ubud em Bali, ou um dos favoritos dos locais, a cervejaria Pump Room, onde fabricam sua propria cerveja alem de ter um clima super legal e rolar musica ao vivo varias noites por semana.

Bem ali do lado fica tambem o Boat Quay, que eh a versao menorzinha do Quay e que tambem tem varias opcoes de bares e restaurantes.

O dia que eu voltar a Cingapura, com certeza vou tentar ficar hospedada ali por aquela regiao!

 

Categorias: Cingapura, Viagens
26
12
Feb
2012
T.V. EveryWhere: Cingapura!
Escrito por Adriana Miller

Créditos:

Edição: iMovie

Cameras: Canon S100 (Aaron), Sony DSC-HX5V (Adriana)

Musica: “What I like About You”, The Romantics

Categorias: Cingapura, T.V. EveryWhere, Viagens
8
10
Feb
2012
Raffles Hotel: o berço do Singapore Sling
Escrito por Adriana Miller

E como nem tudo em Cingapura eh pura modernidade “construida”, um dos programas obrigatorios de todos os turistas que passam por la eh conhecer o Raffles Hotel – que alem de ser um dos hoteis mais antigos (e luxuosos) da Asia eh tambem onde o legendario cocktail Singapore Sling foi inventado.

Já pensou que máximo se existisse um lugar no Brasil que fosse responsável pela criação da Caipirinha, por exemplo?!

Pois é, no caso da bebida mais famosa de Cingapura, e um dos drinks mais populares do mundo isso é possível!

O hotel foi inaugurado em 1887 por uma familia de Armenios que faziam comercio na regiao – e para atender ao alto padrao de seu clientes arabes que passavam pela ilha, eles construiram o hotel, usando uma arquitetura colonial Europeia e deram o nome em homenagem ao Ingles Sir Stanford Raffles, que foi o fundador de Cingapura.

O hotel ate hoje ocupa o topo das listas dos hoteis mais luxuosos e tradicionais da Asia, mas nao da pra negar que a maioria de seus visitantes realmente vao atras do Long Bar, que foi o bar onde o drink foi criado (a receita original, escrita a mao no inicio do seculo 20 esta emoldurada e pode ser vista no fundo do bar).

O Long bar eh super legal, e apesar de que o hotel ja passou por varias reformas e atualizacoes, eles sempre mantiveram o Long Bar o mais original e historico possivel, incluindo os “abanadores” eletricos no teto, os moveis de rafia e principalmente a tradicao de comer amendoins e jogar a casca no chao!

Da pra imaginar direitinho como deveria ser o clima de “exotismo” na decada de 1910 e 1920, com comerciantes e exploradores vindos do mundo todo, se refugiando do “exotico” desconhecido das florestas da Malasia e Indonesia!

A receita do Singapore Sling inclui Gin, charope de cereja e suco de abacaxi, e apesar de figurar nos menus de bares do mundo todo, eh especialmente popular na Asia – foi o drink que nos bebemos praticamente todas as noites que passamos em Bangcoc durante nossa lua de mel, entao foi bem legal revitiar essa experiencia novamente na Asia.

A experiência nao sai barata, e apesar de se pode beber ótimos drinks e variações de Singapore Sling por toda a cidade, todos os turistas querem é conhecer o bar – e portanto cada drink custa em media 26 dólares!

Mas, quando em Cingapura…

 

Categorias: Cingapura, Viagens
7
10
Feb
2012
Universal Studios Singapore – Ilha Sentosa
Escrito por Adriana Miller

Entre as muitas novidades que abriram suas portas em Cingapura no ultimo ano esta o novissimo parque de diversoes Universal Studios!

Eu adoro parques de diversão, mas estou longe de ser o tipo de turista que viajaria pra qualquer lugar do mundo só por causa dos parques (a ultima vez que fui a Orlando era adolescente e nao pretendo voltar ate ter filhos grandes o suficiente), mas nao tem como resistir quando a oportunidade aparece na nossa frente!

O parque foi inaugurado em 2010 e construído na ilha Sentosa, que eh uma das ilhas secundarias que compoem o arquipelogo de Cingapura.

Ate pouquissimo tempo atras Santosa nao passava de uma ilha desertica, com alguns vilarejos de pescadores e suas praias tranquilas.

Mas a medida que o dinheiro e o progresso foi infiltrando o pais, Santosa foi se reconstruindo e se reinventando, e hoje em dia eh mais conhecida como o “playground da Asia”!

Alem do parque da Universal Studios, a ilha tambem tem um enorme complexo hoteleiro (Sentosa World Resort) que inclui inclusive um outro cassino, que por enquanto detem o recorde de maior da Europa (mas imagino que Macau deve quebrar esse recorde ja ja), outras tantas atracoes tematicas para todas as idades e uma regiao de praia, completa com muitos bares, beach clubs, restaurantes, um calcadao e muita badalacao!

Chegar na ilha eh facil e rapido: basta pegar o metro MRT que conecta no Vivo City (outro complexo de shoppings e entretenimento), de onde sai o Santosa Express.

Comprar seu ticket eh facilimo e custa apenas 3 dolares – e caso voce va para a Universal Studios, pode deixar pra comprar direto la (nos guiches da bilheteria), na estacao do Sentosa Express ou nos muitos postos espalhados pela cidade. O nosso nos compramos direto na recepcao do hotel Arianna, onde ficamos hospedados.

O preco da entrada no parque varia ao longo do ano (alta e baixa temporada) mas custa entre 68 e 74 Dolares de Cingapura.

A Universal Studios fica logo na primeira parada do Sentosa Express, e eh impossivel se perder pelo caminho – de longe ja da pra ouvir as musicas e avistar o globo da Universal!

O parque de Cingapura esta longe de ser tao grande quanto os parques da Florida, mas foi uma otima opcao para passarmos o dia, e nos divertimos incrivelmente demais!!

O parque eh dividido em areas e temas, que sao: Manhattan, que passa pela Main Street e se estica por ruazinhas cenograficas que imitam Nova Iorque.

Depois a Sci-Fi City, onde estao os brinquedos mais radicais, com montanhas-russa de revirar o estomago e o simulador 3D do Transformers (que acabou de estreiar em Dezembro 2011!)!

Logo depois estao a area do Egito, com alguns brinquedos mais infantis e mais amenos.

E bem ali do lado esta a Lost City – que eh a parte do parque inspirada nos filmes do Jurassic Park.

Esse foi o “tema” que mais gostei e que acheique estava mais no “clima” – mas infelizmente, o principal brinquedo dessa parte do parque ainda nao foi inaugurado entao tivemos que nos contentar com as outras atracoes mais bobinhas…

Outra parte muito fofa foi o Far Far Away, que eh a cidade do Shrek e da Fiona! As lanchonetes dessa parte do parque (e tambem da parte de Manhattan) sao os melhores e apesar da montanha russa de far far Away ser bem bobinha, como nao tinha fila nenhuma, fomos e voltamos varias vezes, e foi muito legal!!!

E por fim, o parque acaba com o tema de Madagascar, que sem duvidas eh a parte mais infantil do parque – e como nem sequer nunca assisti esse desenho, fiquei meio boiando nas historias e brinquedos, sem saber direito quem eh quem…

Nosso dia foi muito, muito divertido!

O legal tambem eh ver como apesar de bem parecido e no mesmo estilo dos parques na Florida, o Universal Studios de Cingapura foi mesmo construido pra ser o parque de diversoes da Asia. Eu sei que eh meio que um daqueles momentos de “reinventar a roda”, mas foi interessante ver que mesmo numa cidade tao internacional como Cingapura nos dois eramos a extrema minoria entre os turistas, e que tudo la dentro era feito por e para Asiaticos.

Os detalhes quase imperceptiveis variavam entre a organizacao e limpeza milimetrica, as opcoes de comidas diferentes e principalmente os tamanhos!

O parque foi construido tendo em mente os turistas Asiaticos, e nao os Americanos e Europeus – resultado? Os brinquedos sao menores e as dimencoes de seguranca sao diferentes doque veriamos nos parques Europeus ou Americanos por exemplo.

Eu passei o dia todo sacaniando o Aaron porque ele foi “carimbado” logo no primeiro brinquedo que fomos por ser muito alto! Ele adorou o carimbo de “Cylon” (o nome dos “inimigos” do seriado Batlestar Gallactica, que ele adora) e volta e meia quando eu reclamava de alguma coisa (geralmente de calor) ele olhava pra mim e repetia (irritantemente depois de um tempo) “I’m a Cylon”, alem de ter se achado super parte de um club exlcusivo, pois volta e meia viamos algum outro gringo por la, e todos (e inclusive algumas mulheres – eu tive que me medir, mas passei ilesa por miseros 3 centimetros!) tinham o tal carimbo nas maos.

Achei bem legal essa coisa da “diversidade” e um bom lembrete de que o mundo nao gira em torno dos padroes Europeus e Americanos.

E como chegamos la cedo (o parque abre as 10 da manha) conseguimos pegar a parte mais “adulta” do parque ainda bem vazia, e portanto conseguimos ir a varios brinquedos sem ter que enfrentar filas!

E como era baixa temporada (fomos durante a semana), no geral o parque estava bem vazio.

Alguns brinquedos tinham filas enormes (mal consigo acreditar que esperamos mais de 1 hora e meia pra ir no Canopy do Jurassic Park! EPIC FAIL!), mas no geral, se a fila estava grande e o brinquedo era bobinho de mais, deixavamos pra voltar depois.

E acabamos que nem sequer passamos o dia todo por la, entao ainda conseguimos voltar pra Cingapura a tempo de curtir mais um pouco da noite da cidade!

 

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