22
Aug
2011
T.V. Everywhere: Riga, Letônia
Escrito por Adriana Miller

Demorou mais saiu!

O video que fiz ha umas semanas atras durante nosso fim de semana no Báltico. Acabou que no video só entrou Riga e e Majori, pois eu não me animei suficiente pra fazer video em Vilnius…. uma pena.

A musica escolhida foi “Mustang Sally” por causa dos showzinhos que assistimos em Riga, e as duas bandas tocaram essa musica varias vezes durante a noite! Eu gosto dessa musica, mas achei tão hilario e aleatório que essa musica é popular na Letônia (em plenos 2011), então tive que usar a mesma musica!

Categorias: Letônia, T.V. EveryWhere
2
16
Aug
2011
Majori: a praia do Mar Báltico!
Escrito por Adriana Miller

Ok, ok… praia definitivamente não é a primeira coisa que me vem a cabeça quando eu penso na região Báltica, mas fiquei feliz de descobrir que essa seria uma das nossas opções de passeio nos arredores de Riga.

Então porque não?!

O nome da região é Jürmala, que significa nada menos que “costa maritima” e é o principal destino de ferias e fim de semana do verão da baía de Riga.

A viagem foi rapida e barata (demora cerca de 40 minutos de trem, e o bilhete custa cerca de 50 entavos de Euro) e fomos direto pra cidade principal da região de Jürmala, o balneário Majori.

A ideia inicial era ir visitar um castelo no sul de Riga… mas sinceramente? O que mais existe nesse continente são castelos, uns melhores outros piores, e não consegui me empolgar com nenhum dos castelos “reconstruídos” do Baltico (perto de Riga o mais popular é o Rundale, e em Vilnius, um castelo bastante popular – e um tanto sem-gracinha – é o Trakkai), então decidimos fazer uma coisa completamente diferente! Afinal, não é todo dia que temos a oportunidade de ir a praia na mar Baltico!

O centro da cidade em Majori é bem bonitinho, e exatamente a cidade balneária fofa que poderiamos encontrar na região dos lagos do Rio de Janeiro, ou Florianópolis ou no sul da Espanha.

A principal característica são as casinhas (casonas na verdade!) de madeira, e a rua principal lo-ta-da de lojas de biquines, esportes aqueticos, cafes, restaurante, sorveterias, etc, etc

A praia em si me pareceu bem diferente doque imaginava! Estando acostumada com as praias de pedra da Inglaterra e da Espanha, me surpreendi de encontrar AREIA!

Areia de verdade, fofinha e bem larga, com bastante espaço pra quadras de volley e foot-volley, muitos hoteis e cafés com mesinhas na areais, parquinhos pra crianças (vontade de me jogar num daqueles pula-pula aquaticos!) e até umas cabaninhas pra você tomar uma chuverada e se trocar sem nem sair da areia!

Infelizmente não estavamos 100% preparados pra praia (como eu nem sonhava que praia entraria no nosso roteiro, não levamos biquines e afins), então ficamos um pouco pegando sol, tomamos sorvete, lemos nosso livro, andamos na areai, e no meio da tarde voltamos pra Riga, a tempo de voltar pro nosso Beer garden preferido e assistir a mais um howzinho de musica ao vivo!

 

 

Categorias: Letônia, Viagens
8
15
Aug
2011
Riga – Letônia
Escrito por Adriana Miller

Sem dúvida alguma, de todas as capitais Balticas, Riga é a mais bonita, e também a cidade que tem mais atrativos turisticos. Entã não é atoa que eles se auto intitulam a capital do Báltico!

Como regra geral, nossa viagem pelo Baltico teve coisas de menos pra fazer, e tempo demais pra matar, oque foi ótimo, pois foi isso mesmo que pretendíamos fazer quando marcamos nossa viagem pra lá.

Por sorte, nossa viagem foi no auge do verão e conseguimos pegar 2 dias de “sol” e “calor” na Latônia (em se tratando do norte da Europa, isso na verdade significa “ausencia” de chuva e frio), então foi fácil ocupar nossas tarde e noites em Riga, e passamos incontáveis horas batendo papo nos beer garden espalhados pelas praças e jardins e curtindo uns showsinhos de musica ao vivo organizados pela prefeitura. Não consigo nem imaginar como a cidade deve ser diferente durante o outono e inverno… com seus dias curtos e escuros, jardins sem flores e praças e ruas vazias… então se você pretende conhecer a região, se limite exclusivamente aos meses de verão!

Mas não dá negar que Riga realmente é uma cidade linda! Assim como Vilnius e Tallin, a cidade foi totalmente reconstruida na decada de 90, mas sua essência medieval foi mantida e sem duvida alguma entrou pra minha lista de cidade pitorescas e fofas da Europa (minha all time preferida ainda é Praga).

Então mantida as devidas proporções de tamanho e afins, Riga até que tem bastante coisa legal pra fazer, e nossos 2 dias e meio passados na Letônia foram muito bem aproveitados.

Andar pela cidade é super facil, o centro histórico e bem pequeno, e apesar de ter incontáveis mini ruelas chamosíssimas, a cidade é toda conectada de praça em praça através de suas ruas principais.

Ao contrario de Vilnius, Riga tem como característica principal sua arquitetura em art noveau e as muitas praças com casinhas coloridas.

Então o melhor lugar pra começar qualquer roteiro pela cidade ee na sua praça principal e simbolo da cidade, a praça da prefeitura.

Mas na verdade as estrelas da praça não é a prefeitura, e sim os dois predios bem em frente, que são a antiga sede da associação dos comerciantes “cabeça negra” (Melngalvju Nams).

Originalmente construida em 1334, os comerciantes que ocupavem essa associação eram estrangeiros (apesar de terem permanecido na cidade por seculos, sempre foram considerados não-Letãos) e acredita-se que eram de origem Moura ou Arabe, que lhes rendeu o apelido de cabeça-negra, devido aos cabelos castanhos, que contrastavam com a população loirissima dos Balticos.

A praça inteira foi destruía por bombardeios aereos na segunda gerra mundial em 1941 (ao mesmo tempo que as tropas de Hitler “convidaram” os tais comerciantes a se retirarem do país), e o pouco que sobrou foi demolido pelos Russos em 1948. O predio que vemos hoje em dia foi inteiramente reconstruido baseado em fotos, pinturas e registros arquitetônicos em 1999, inclusive o relógio Astronômico, cujo original foi adicionado a fachada no seculo 16.

Mas a “paisagem” da praça não esta completa sem a torre da Igreja vizinha de São Pedro, que tem a torre mais alta da cidade (123 metros de altura).

A Igreja de São Pedro foi originalmente construida em 1209, e assim como todo o resto da cidade, destruída e reconstruída incontáveis vezes. Lá dentro é possivel ver uma exposição de fotografias jornalísticas tiradas durante a primeira e segunda guerra, e é incrivel ver como sua estrutura realmente foi aniquilada.

Mas o mais legal da Igreja é justamente subir no observatório lá no alto da torre, de onde dá pra ver bem a cidade inteira e ter vistas lindas do vale de Riga.

Outra igreja bem legal, e que decora a paisagem de Riga é a Catedral, ou Domo – cercada por uma pracinha muito linda e é considerada a maior igreja dos Balticos.

Bem ali atrás fica o Castelo de Riga, que até hoje é a sede do governo Nacional, mas que não tem extamente areas de palácio não… se não fosse pelos guardinhas na porta e uma única torre, esse predio passaria batido das visitas turisticas. Mas seguir seu roteiro até o castelo é uma ótima opção pra chegar até o Rio Daugava – e a ponte Akmens oferece um panaroma lindo da cidade.

Outros partes da cidade que valem a pena serem visitados:

- Três Irmãos”

Essas 3 casinhas visinhas (numeros 17, 18 e 19 na rua Maza Pils) representam os estilos arquitetônicos que apareceram pela cidade ao longo dos seculos, inclusive a Gótica numero 17, que foi construida no seculo 15 e permanece em pé até hoje (uma das pouquissimas estruturas que nunca foramdestruidas em algum ponto da historia milenar da Letônia) e é considerada a residência mais antiga do pais.

- A Casa do Gato

O Gato preto é simbolo de Riga e você vai ver estatuas, bonequinhos e souvenirs em todos os cantos da cidade.

Enquanto o mundo todo tem supertições negativas com gatos negros, Riga tem um historia bem legal, e pra eles o gato representa sua identidade nacional, igualdade e liberdade.

A história é mais ou menos assim: No final do seculo 19 a Letônia esta sob o domínio Alemão, e portanto comerciantes de origem Letônia não tinham os mesmos direitos nem acesso aos mesmo preços e taxas. mas um comerciante local queria fazer parte da associação de comerciantes da cidade, e tinha sido recusado pelos Alemães.

Então ele colocou uma estatua de gato preto no telhado de sua casa, com as costas arqueadas e o rabo levantado, de costas para a seda da associação, e rogou uma praga nos Alemães.

Depois de muitos protestos e uma batalha judicial, os comeriantes locais passaram a serem aceitos nas associações e o gato foi virado de frente pra praça – então até hoje esse gato simboliza a luta da população em busca de igualdade e aceitação.

- Monumento da Liberdade

Construída apenas em 1935 o pilar de marmore representa a tão sonhada liberdade que a Letônia buscava ha seculos. Ela represente os pilares da sociedade Letã: Trabalho, vida espiritual (e/ou religião), familia e amor a patria.

No alto da coluna tem uma estatua faminina segurando 3 estrelas, que representam as 3 regiões (ou estados) do pais: Kurzeme, Vidzeme e Latgale.

- Academia da Ciência

Também conhecido como o “bolo de aniversário de Estalin”, é o unico dos “arranha céus” construídos fora da Russia antes da queda do socialismo (já falei sobre esses predios aqui).

 

 

Mas nenhuma das atrações de Riga é assim imperdível, então resista a tentação de seguir um roteiro (como eu geralmente faço) e se permita simplesmente perambular pelas praças e ruas escondidas da cidade.

Isso foi oque mais fizemos durante nosso dias por lá, e foi sem dúvida alguma a parte que mais gostei da viagem!

Íamos passando de praça em praça até que de canto de olho você vê uma ruazinha fofa, com casinhas coloridas e cafés irresistiveis… Oque você mais vai ter pra fazer por lá é matar tempo, então se entregue ao dolce fa niente da vida Letã e faça inumeros pit stops pra tomar uma café, beber uma cidra de pêra, depois uma smoothie de frutas vermelhas… almoço, lanche da tarde, mais café, mais chá… e assim sucetivamente!

Todas as noites voltamos pra praça da rua Tirgonu Iela, onde todas as noites rolavam shows de musica ao vivo nos jardins dos cafés; pediamos algumas rodadas de cidra de pêra (made in Letônia e boa demais!) com uns belisquetes e ficavamos lá atéee a banda empacotar os instrumentos e os bares fecharem as portas!

Nossa principal intenção com essa viagem foi descansar, relaxar e gastar pouco, e foi exatamente isso que fizemos!

Os detalhes Práticos:

- Nós chegamos em Riga de onibus, e voamos de volta pra Londres com a Wizz Air.

- Ficamos hospedados no Green Apple Hostel, que é bem ruinzinho e ultra basico, mas que tem uma localização imbativel (bem no centrao da cidade antiga, parte do predio e da estrutura do luxuoso Hotel Riga – até o café da manhã era o mesmo, no salão do Hotel Riga), mas por 35 Euros por noite (casal) e wifi gratix não deu pra reclamar muito não. O Green Apple fica na movimentadíssima rua Valnu Iela, que é lotada de otimas opções de hospedagem, cafés, restaurantes, etc. e a 10 minutos da estação de onibus.

- A moeda é o LAT (ou LVL), e assim como em Vilnius o Euro não é aceito como moeda corrente, mas é facilmente convertido. E a Lita da Lituânia também não é aceita (mas também é facil de trocar uma moeda para a outra). O Euro entrou em vigor na Estonia e subistituiu o Kroon (EEK) no dia 1 de Janeiro de 2011.

- Riga não é tãaaao barata quanto Vilnius, mas ainda assim é uma cidade bem barata para os padrões da Europa Ocidental. Então se você esta viajando com o orçamento apertado, aproveite pra tirar o pé da lama um pouquinho!

 

 

Categorias: Letônia, Viagens
12
15
Aug
2011
Viajando pelo Báltico: ônibus
Escrito por Adriana Miller

A maneira mais facil, econômica e rápida de viajar entre os países do Báltico é de ônibus.

As distâncias são relativamente curtas e as estradas boas. Se você preferir alugar um carro também pode ser uma boa (não esqueça de alugar um GPS!).

Algumas rotas são possiveis em trem (que tem uma qualidade ok, e preços baixissimos), mas de maneira geral a malha ferroviaria dos Balticos foi totalmente destruída durantes as guerras, e nunca mais reconstruídas pelos Russos, que acabaram usando o pouco que sobrou pra outras coisas e roteiros.

Então no nosso caso, depois de fazer alumas pesquisas, realmente decidimos que era muito mais pratico e confortavel viajar de ônibus, usando as rotas da Eurolines que combrem a região do Báltico através da empresa Lux Express.

Os onibus são super confortáveis, as linhas bem compreensivas, muitas opções de horarios todos os dias, o ano todo (até mesmo durante o inverno rigoroso da região) e preços muitos bons.

Nossa viagem entre Vilnius e Riga, que durou cerca de 4,5 horas custou apenas 13 Euros.

Você pode deixar pra comprar sua passagem na hora, direto na estação de ônibus de qualquer uma das cidades cobertas pela Lux (veja a lista completa aqui), ou então comprar on line, se quiser já garantir seu lugar e não correr o risco de não conseguir passagem (mas nós viajamos no auge da alta temporada, numa sexta feira e ainda assim nosso ônibus tava vaziiiiio…).

Para comprar on line, basta clicar AQUI, selecionar o ponto de saída e de chegada, a data que você quer viajar e o numero de passageiros (não tem opção em portugues, mas você pode fazer sua reserva em Inglês, caso não saiba ler Letão, nem Lituano, nem Russo nem Polonês!)

Você verá os horários de saída e de chegada e o preço correspondente por pessoa. O preço final pode ser pago com cartão de credito ou débito, e você recebe instantanemanete no seu e-mail uma confirmação com o seu ticket, que vcê tem que imprimir e levar com você na viagem – essa será sua passagem, portanto se esquecer já era!

E se você quiser esticar sua viagem do Baltico até a Finlandia, a melhor opção é cruzar o golfo entre Tallin e Helsinki de barco – mais dicas aqui.

 

Categorias: Dicas (Praticas!) de Viagem, Estonia, Letônia, Lituânia, Viagens
6
14
Aug
2011
Forto Dvaras: Dica de restaurante “medieval” em Vilnius
Escrito por Adriana Miller

Quando nós fomos a Tallin, acabamos descobrindo por acaso um restaurante medieval super legal, que foi sem duvida um dos pontos altos da viagem a Estônia, e que vários amigos e leitores já foram provar e tambem aprovaram!

Então pensamos que Vilnius provavelmente teria alguma coisa parecida, e seria a solução pra matar umas horinhas do dia e fugir da chuva.

Vilnius não tem nada tão histórico nem tão autentico quando Tallin, mas numa das (muitas) vezes que subimos e descemos a Pilies Gavte (a rua principal da cidade antiga de Vilnius) demos de cara com o resturante Forto Dvaras bem na hora que a chuva começou a cair!

O restaurante faz parte de uma cadeira de reustaurantes tipicos Lituânos e se aproveitou a arquitetura antiquissima do predio na cidade antiga e criou toda aquela aura medieval tipica dos Bálticos.

A comida tipica Lituâna segue a linha culinária do centro-norte da Europa: espere MUITA carne de porco em todos os formatos, pedaços anatômicos e formas de cozimentos, muita batata (os menus geralmente tem uma seção especial só para os pratos feitos com batata – a panqueca de batata é quase uma iguaria local…), picles e vegetais de longa duração (repolho, milho, vagens e afins).

Os pães são quase sempre pretos e com muitos gãos, e o aperitivo e prato de entrada principal em qualquer refeição (do café da manhã do hotel ao restaurante chique da praça da prefeitura) é justamente pão preto multi-grão cortado em fatias e frito (bem seco e duro) com um molho de alho que espanta até os vampiros da Transilvânia!

Mas quer saber? Uma de-li-cia! Tivemos que fazer um acordo sem-beijo, mas a iguaria realmente é bem boa!

Como eu não como carne de porco, minha solução foram os pescados de agua fria, servidos em abundância: salmão, caviar vermelho, bacalhau fresco etc.

Então aproveitamos o excesso de tempo livre em Vilnius (apesar de termos ficado apenas 1 dia e meio) pra comer bastante, muito bem e pagando muito pouco!

Um jantar pra duas pessoas no Forto Dvaras com entrada, prato principal, cerveja em quantidade industrial e vinho branco local siu por cerca de 30 Euros!

O Forto Dvaras fica na rua principal da cidade Pilies Gavte, praticamente em frente a Igreja de São João.

 

 

Categorias: Lituânia, Viagens
0
13
Aug
2011
Vilnius: Lituania
Escrito por Adriana Miller

Vilnius eh a capital da Lituania, e Segundo a Unesco, tambem eh a capital Europeia de arquitetura Barroca – caracteristica que fica logo aparente aos visitantes, principalmente pela quantidade incrivel de igrejas em todas as esquinas.

Divididos entre o Catolicismo e e a igreja crista Ortodoxa, Vilnious tem fachadas para todos os gostos, e eh uma cidade onde voce tem que olhar pra cima pra poder aprecia-la.

Nao espere predios altos, muito pelo contrario, mas com seu emaranhado de ruelas medievais de paralelepipedo a tentacao eh de olhar pro chao e evitar um tombo! Mas o atrativo principal de Vilnius esta justamente nas paredes e nas fachadas de suas casas.

A capital da Lituania – assim como suas vizinhas Riga e Tallin – foi completamente destruida durante a segunda guerra mundial, e ficou abandonada por mais algums decadas sob o dominio Russo. Seu centro historico foi bombardeado e a populacao judaica 100% aniquilada, mas nos ultimos 20 anos de sociedade livre, o pais tem se reerguido numa velocidade tremenda!

Vilnius, e a Lituania ainda apresentam muitas areas nada turisticas… feias, sujas e de seguranca duvidosa, mas tudo isso pode ser facilmente ignorado por quem se manter apenas no centro historico, nas pracas reconstruidas entre suas casas coloridas.

A cidade eh facilima de ser navegada, com um roteiro basico de ponta a ponta que em pouquissimas horas cobre suas principais igrejas, ruas e pracas. Nao espere nada monumental, nem vistas de tirar o folego, mas como uma boa cidade pequena, tem um charme e uma simpatia cativante.

A “entrada” principal (porem nao oficial) da cidade eh o Gate of Dawn no extremo sul da cidade antiga. Esse portao é um lugar sagrado de peregrinação na Lituania e tem uma imagem da Virgem Maria coberta em prata que os Lituanos acreditam ter poderes milagrosos.

Bem ali do lado esta aIgreja Barroca Santa Teresa (bem parecida com as Igrejas Brasileiras e Portuguesas por sinal), um dos simbolos da cidade e que tem um inerior cor de rosa surpreendentemente claro e iluminado!

Descendo a rua principal Au Ros Vartu Gatve eh impossivel ignorar a igreja de São Casimir, que tem como padroeiro o santo-principe Lituano Casimir que eh padroeiro do pais e representado em varias outras igrejas e monumentos.

O simbolo do Sao Casimir eh sua coroa nobre, que representa sua ascendencia de sangue azul, sacrificada em nome do cristianismo – e ao chegar na cidade eh uma das primeiras cosias que vemos la de longe, literalmente coroando o skyline de Vilnius.

Depois da igreja o centro de Vilnius se abre numa praca da Prefeitura, onde esta a prefeitura da cidade e onde no verao fica lotada de mesinhas e bares ao ar livre, e onde os Lituanos fazem questao absoluta de aproveitar cada segundo do seu escarço verao Baltico (demos muita sorte em ter ido no verao! Apesar de que o tempo nao estava exatamente “bonito” por la…).

No lado opsto da prefeitura fica uma igreja Ortodoxa uma das maiores e principais da cidade, e que marca a entrada para a rua Pilies Gatve que eh a rua medieval simbolo de Vilnius – nos passamos praticamente nosso tempo todo por la! Subindo e descendo, entrando nas lojinhas, vendo as barraquinhas de artesanato, entrando e saindo de bares e restaurantes (indicacoes nos proximos posts!). Praticamente uma viagem no tempo!

A medida que voce vai descendo a rua, la no alto ja da pra avistar um outro simbolo de Vilnius: a torre do Castelo de Vilnius.

Hoje em dia soh sobrou a torre pra contar historia, de onde se tem otimas vistas da cidade (tanto da parte antiga quanto da parte nova que esta se formando), e que data do seculo 15. Apesar de ter passado por outras reconstrucoes e reformas ao longo dos seculos, la de cima da pra entender a importancia de uma fortaleza nessa posicao pra proteger a cidade, e porque a cidade se desenvolveu a seus pes. Apesar de sua estrutura secular, a importancia da torre para cidade – em cada uma de suas independencias (principalmente em 1919 e depois finalmente em 1991) a bandeira Lituania é erguida no alto da cilina, na Torre Alta do Castelo.

Mas oque eu mais gostei mesmo foi a Igreja de Santa Anne, escondidinha numa bifurcacao paralela a rua Pilies e impressionante! Na verdade foi o unico predio/monumento em Vilnius que me deixou realmente impressionada…

Mas posso falar? Apesar de realmente ser bem bonita, a igreja eh bem pequena! Estava imaginando uma suuuper catedral enorme, e ela tem um tamanho mini! Diz a lenda que Napoleão gostou tanto dessa igrejinha quando a usou de alojamento a caminho de sua campanha ofensiva para a Russia.

A Igreja de Santa Anne é toda construida em tijolos vermelhos, e é o unico monumento gótico na capital do barroco.

E finalmente o auge de qualquer visita a Vilnius: a Catedral de Vilnius.

Em estilo classico, e construida (originalmente) em 1251 como um templo pagão a catedral branca e cheia de colunas e decoracoes ocupa uma praca enorme, e delimita a fronteira norte do centro historico da cidade.

Em 1950 os Russos “cencelaram” a igreja na Lituania e usaram a cetedral da cidade como garagem para seus caminhões e tratores (ela realmente é enorme!), mas com a queda do regime comunista, a igreja foi devolvida a igreja Catolica em 1989, e reconsagrada a fé cristã exatamente 1 ano antes da independencia do pais.

Vilnius na pratica:

- Nos voamos Wizz Air a partir de London Luton, mas a Ryanair tambem voa para a Lituania, usando a cidade vizinha Kaunas como base (a cerca de 1 hora de Vilnius).

- Hospedagem em Vilnius eh abundandate e barata, com opcoes para todos os bolsos e gostos. Nos ficamos no Hotel Gile, fora do centro historico mas de facil acesso (uns 10 minutos andando) pela bagatela de 28 Euros por noite/casal. Com direito a cafe da manha incluido, banheiro no quarto, TV, frigobar etc. Longe de ser padrao luxo, mas definitivamente confortavel e otimo custo beneficio!

- A moeda local eh o Litas, e o Euro nao eh aceito normalmente nao. Eh facil trocar seus Euros por Litas em bancos, hoteis e casas de cambio, mas voce vai precisar da moeda local o tempo todo.

- Os precos baixissimos sao sem duvida um dos principais atrativos em Vilnius! Quer exemplos: Jantar em restaurante tipico (e turistico, que consequentemente eh mais careiro que o “normal”) para duas pessoas, incluindo entrada, prato principal e regado a muito vinho branco por cerca de 30 Euros! E nos barzinhos da cidade, um canecao de cerveja de um litro (!!) por 1,50 Euro…!! Pegamos um taxi do centro da cidade, ate nosso hotel, o motorista ficou nos esperando na porta enquanto faziamos o check out e depois nos levou ate a estacao de onibus, e ainda assim a corrida saiu por apenas 7 euros! Entao aproveite pra viver como um Rei Baltico por uns dias!

 

Categorias: Lituânia, Viagens
18
03
Aug
2011
As (novas) Republicas do Baltico
Escrito por Adriana Miller

Nossa decisao de ir conhecer dois novos paises nesse canto do mundo foi bem simples: cancelamos uma outra viagem de ultima hora, e por ser no auge do verao Europeu, nao conseguimos encontrar mais nada no sul do continente que coubesse no nosso orcamento. Entao pensei: onde Europeu nenhum quer ir durante o verao? Norte! E foi assim que Lituania e Letonia entraram no mapa…

E piadinha que mais ouvi esses dias foi: “Baltico?! Nossa voces realmente nao tem mais pra onde ir neh…? O desespero bateu e soh sobrou o Baltico pra conhecer…?”.

Afinal, sejamos sinceros: Oque tem pra fazer por la? De verdade? Nada!

Ok, ok. Sao paises interessantes, cheios de historia (recente), ainda no processo de reconstrucao e tals, com cidades fofas e pitorescas pra passear.

Mas a realidade eh que para padroes Europeus, eles pouco tem a oferecer ao turista, e por isso mesmo nao estao (nem deveriam) estar no topo da lista de lugares a ser visitados de ninguem.

“Ah… Entao nao vale a pena Conhecer?!”. Vale, mas com as expectativas corretas. Mas nao, nao vale a pena deixar de conhecer outros destinos “classicos” da Europa (seja do Leste ou do Oeste) para se emaranhar pelos Balticos.

“Entao voce se arrependeu de ter ido?”. Tambem nao. Adorei ter ido pra la, justamente porque queria ir pra algum lugar que atendesse os seguintes requisitos: precos baixos, vazio, sem nada pra fazer – e assim podiamos descansar e curtir os 5 dias de ferias sem ter “obrigacoes” turisticas.

Batemos ponto em todas as (poucas) atracoes turistcas, mas oque mais fizemos esses dias? Nada! Foram horas, e horas, e dias e mais dias sentados nas mesinhas ao ar livre das pracas, ouvindo musica ao vivo, bebendo cidra de pera (e cerveja pro Aaron) e papeando sobre a vida.

Eu sei que tem muita gente aqui no blog que ja foi pra la, ou estao de passagem marcada, e definitivamente a intencao nao eh desanimar ninguem – apenas aquela realidade basica, neh gente, afinal nao da pra galmurizar cidades que tem UMA praca de “atracao”. Entao assim como eu falei aqui que nao voltaria pra Tallin, eu tambem ja vui pra Vilnius e Riga sabendo que seriam cidades de uma unica visita e olhe la… Na verdade depois de conhecer Tallin, Vilnius e Riga nunca nem chegaram a entrar nas “listas” de viagem, mas na decisao de marcar uma viagem de ultima hora, fiquei naquela de “porque nao…?”…

Mas enfim. Fui pra la com as expectativas corretas, e querendo ou nao sou uma amante da historia (que eles tem demais), gosto de conhecer culturas diferentes, e sei lah, gosto de viajar, nao importa pra onde.

Mas entao ta. Quem sao as republicas do Baltico?

Tecnicamente sao todas os paises banhados pelo mar Baltico, que eh o golfo do Mar do Norte entre o norte da Europa (Dinamarca, Alemanha, Polonia, Lituania, Letonia e Estonia), Russia e Escandinavia (Suecia e Finalandia), mas na pratica, os paises conhecidos como “os Balticos” sao apenas as novas republicas: Lituania, Letonia e Estonia.

Nos ja conhecemos a Estonia ha uns anos atras, na mesma viagem que fomos a Finlandia, e no ultimo fim de semana aproveitamos um fim de semana longo e esticamos ate Lituania e Letonia.

Os 3 paises sao bem parecidos: sao “etnicamente” parte da mesma tribo, falam linguas muito similares e tem a mesma historia sangrenta de invasoes e opressao de seus vizinhos mais poderosos. Ja estiveram sob dominio Alemao, Polones, Sueco e mais recentemente do Russos, quando os 3 paises eram integrantes da ex-URSS.

Sue independencia soh veio na decada de 90 com a queda do regime comunista na regiao, e os paises tem passado os ultimos 20 anos tentando se reerguer. Os anos 2 mill (2004, mais precisamente) abriu novas portas para os Balticos, quando passaram a integrar a Comunidade Europeia – mas ainda fazem parte do bloco de novos vizinhos que sao cheios de condicoes especiais, nao tem autorizacao para usarem o Euro e ainda tem muuuuita coisa pra arrumar em sua economia e politica.

Os 3 paises agora tentam vencer a estigma do “leste Europeu” e sao vistos pelo resto do continente como principais fornecedores de mao de obra barata, mafia, prostituicao e trafico humano. Fiquei assustada com a quantidade de cartazes de “alerta” sobre violencia, trafico e turismo sexual, principalmente alertando meninas novinhas e suas familias. A regiao produz uma quantidade icrivel de loiras altas que sao alvo facil do conto do vigario de virar “modelo” na Europa, sendo que na grande maioria elas acabam em fabricas e prostibulos pelo mundo afora.

Mas por outro lado, o baby boom que aconteceu na regiao com a queda do comunismo esta rendendo frutos: a novissima geracao “livre” do Baltico estao chegando com tudo pra dominar o lado mais falido da Europa: muito alem dos salarios baixos (ainda resultado dos anos de guerra e opressao e pobreza), enquanto os paises mais tradicionais da Europa estao se afundando em burocracias e ineficiencas (Alo Espanha, Portugal, Italia e Grecia) os Balticos trabalham duro, sao eficientes, estudados e falam uma infinidade de linguas – o mais comum eh qualquer jovem de 20 e poucos anos falar fluentemente Ingles, Alemao e Russo (alem de sua propria lingua claro!), entao nao eh atoa que pouco a pouco os “primos pobres” da Europa vao ocupando o espaco deixado pelos outros paises.

Com certeza nos proximos anos veremos os paises do bloco leste se desenvolverem mais e mais e pouco a pouco dominando o continente, levando sua cultura, historia e qualificações para outros paises – e claro que nao podemos ignorar que com eles veem tambem os homens de calça capri justinha, e as mulheres com cores de cabelo espalhafatosos, unhas postiças pontiagudas e saltos de sandalias de plastico branco com porpurinas douradas… O bom gosto do leste é inconfundivel e nesse quesito os Balticos levam o pódio!

 

Categorias: Letônia, Lituânia, Viagens
31
29
Jul
2011
Vilnius, ao vivo!
Escrito por Adriana Miller

Chegamos na Lituânia ontem de manha e ficamos por aqui ate hoje de noite, quando vamos pra Riga, na Letônia.

Por enquanto a viagem tem sido meio azarada pois peguei uma gripe muita chata enquanto estava na Espanha trabalhando e o clima chuvoso (e super humido!!!) do Báltico não esta colaborando pro nosso passeio!

Mas como sempre fazemos limonada com nossos limões da vida, nosso primeiro dia na Lituânia foi assim:

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Saímos de casa ainda de madrugada pra pegar um ônibus que nos levou ao aeroporto de Luton. Lá pegamos nosso vôo WizzAir para Vilnius, que como pode-se imaginar foi péssimo…

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Quando finalmente chegamos a Vilnius o tempo só foi piorando, piorando e a chuva apertando. Eu sabia que o clima por aqui não seria dos melhores, mas não imaginava que seria tão ruim!
Então acabamos sendo obrigados a passar a tarde toda trancafiados no hotel…

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Quando a chuva deu uma aliviada, pegamos uns guarda-chuva emprestado na recepção e fomos desbravar o centro antigo da cidade. Simpático…

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Como saímos de Londres as 8 da manha e ficamos presos no albergue ate as 4 da tarde, a providencia número um era achar um lugar pra comer!

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Mas como a chuva voltou a cair feia, emendamos o almoço com varias taças de vinho, enquanto consulta amos nosso guia pra ver se realmente estávamos perdendo alguma coisa de bom… A conclusão foi que não… Nosso papo de mesa de bar estava muito melhor que andar por Vilnius na chuva!

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Mas quando a chuva diminuiu só um pouquinho, então resolvemos sair pra passear, e pelo menos trocar de bar…

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E foi justamente oque aconteceu… Uns minutos depois de andar pelas ruas históricas de Vilnius, a chuva voltou com tudo e não refugiamos o resto na noite em outro restaurante!

Categorias: Lituânia, Viagens
15
04
Sep
2009
Os detalhes de Tallinn
Escrito por Adriana Miller

De fato Tallinn nao eh uma metropole turistica, com grandes monumentos a torto e a direita prendendo sua atencao. E por isso mesmo, os pequenos detalhes espalhados pela cidade acabam virando a grande atracao, e fazem com que o estilo medieval da cidade fique ainda mais colorido e charmoso!

As portas estao em todas as esquinas… cada uma mais colorida e trabalhada que a outra…

E nas fachadas das casa e das lojas. Por manter a harmonia da cidade, nenhuma das lojas ou restaurantes tem letreiros nem neons, e a impressao eh que todas as casinhas mantem a mesma tactica pra atrair seus clientes que usavam ha 700 anos atras!

Categorias: Estonia, Viagens
5
03
Sep
2009
Tallinn – Helsinki: na pratica!
Escrito por Adriana Miller

A viagem nao foi das mais convencionais, e tao pouco foi facil de planejar toda logistica envolvida para que desse certo, mas foi uma experiencia tao legal e diferente, que valeu a pena!

O ideal seria nao ter feito uma viagem tao corrida, mas sinceramente, caso tivessemos mais 1 ou 2 dias em cada cidade, ficariamos um pouco sem ter oque fazer…. Entao o feriado prolongado foi a medida perfeita pra viagem-dobradinha do Baltico!

Engracado a quantidade de gente que me perguntou espantado “mas como faz?!” pra organizar uma viagem dessas… Facil, facil nao eh, mas tambem nao eh dificl! Basta o Google e ser beeeeem enxirida!

Os voos foram mais faceis, pois a Easyjet voa para Tallin e Helsinki a precos razoaveis (saindo de Londres apenas). Os horarios nao sao dos melhores, mas como tinhamos (relativamente) tempo, deu pra conciliar os voos de ida e volta (essa viagem seria impraticavel em apenas um fim de semana).

Compramos um voo apenas de ida para Tallinn, e outro voo apenas de volta de Helsinki. Tah, mas e ai?

Basta olhar no mapa pra ver como as duas cidades sao proximas, e comecei a catar uma maneira de viajar de um lugar pro outro, sem gastar muito tempo, nem dinheiro. A solucao, barco!

Varias empresas fazem esse trajeto, as principais sao: Tallink e Viking Line. O servico eh basicamente o mesmo, e oque muda eh a disponibilidade de horario. Entao como queriamos ter bastante tempo pra passar o dia em Helsinki, decidimos pela Viking Line, que tinha uns horarios que se encaixavem melhor.

O ferry funciona o ano todo, porem no inverno a viagem demora mais (pois tem que quebrar o gelo no mar) e os horarios sao mais restritos; entao nao sei se essa viagem seria viavel durante o inverno…

E o melhor! Como o Mar Baltico eh bastante inospito boa parte do ano, os barcos que fazem sua travessia nao podem ser meros “barquinhos” (eu achei que seria uma cosia meio ‘Barca Rio-Niteroi’!), e sao basicamente mini cruzeiros! Quando entramos, jah morremos de raiva que iriamos passar apenas 2.5 horas! Queriamos passar a semana toda!

Apesar de nao ser tao luxuoso e gigantesco quanto um cruzeiro de verdade, ainda assim o ‘ferry’ tem 7 andares, uns 4 restaurantes, 2 bares e dicoteca, free shop, sun deck, etc. E quando comecamos a andar pelo navio procurando nossos lugares, nos demos conta de que apesar de ter comprado a opcao mais barata (30 Euros) em vez de poltronas (como viajei entre a Italia e a Grecia) tinhamos nossa propria cabine! Com duas caminhas, televisao de plasma, e banheiro!

Uma pena que eu estava TAO cansada por ter dormido muito mal em Tallinn, e acabei nao usufruindo muito durante a viagem, mas tomamos um super cafe da manha num dos restaurantes, tiramos muitas fotos, demos algumas voltinhas e dormi, super confortavel o resto da viagem inteira!

Tallin eh um cidade super barata, ficamos hospedados num albergue/pensao super bem localizado, exatamente entre o porto e a cidade antiga, numa pracinha super moderna e cheia de restaurantes, por menos de 30 Euros, num quarto duplo enoooorme (sem TV, mas com banheiro!).

Jah Helsinki, apesar de nao ser tao cara quantos os demais paise escandinavos, ainda assim foi bem mais cara. Ficamos num hotel 3 estrelas pertinho da estacao de trem, a umas 3 quadras da Catedral de Helsinki e 10 minutos andando do porto (localizacao perfeita!) por 65 Euros (achei meio caro, mas incluia cafa da manha, e tinha uma boa infraestrutura, inclusive piscina e sauna tipicamente Finlandesa!).

P.S. Estou preparando outro post mais generico sobre viagens de barco na Europa

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