31 Oct 2012
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Adaaran Select Resort & Spa – Raa Atol (Ilha Meedhupparu)

Dicas de Viagens, Maldivas

Como disse no post anterior sobre planejamento de uma viagem as Maldivas, a escolha do hotel eh crucial e eh essa decisao que vai definir qual estilo de viagem, opcoes de atividades, qualidade de servico e principalmente custos de uma temporada por la.

Entao da pra imaginar que essa eh uma super tarefa e pode vir a ser um pouco estressante…

As opcoes sao muitas, mas se pararmos pra pensar, nem sao tantas assim, se considerarmos que o pais inteiro tem apenas cerca de 90 hoteis… fica facil ir refinando sua pesquisa e diminuindo as duvidas. Eu usei sites como TripAdvisor e Booking.com para rankear os comentarios e recomendacoes de hoteis baseado em localizacao, custos, opcoes de alimentacao e afins, e acabei reparando que comecei a ver sempre os mesmo na lista, e com as opcoes reduzidas, ficou bem mais facil fazer uma escolha acertada.

Nossa escolha final foi o Adaaran Select Resort & Spaque fica no Raa Atol, especificamente na ilha Meedhupparu, mais pro norte do pais (eu tambem li que os Atois ao norte das maldivas tem um clima mais seco e com menos incidencia de chuvas, alem de terem sido menos afetados pelo Tsunami de 2004 e portanto tem corais mais bonitos).

A rede Adaaran (que se nao me engano eh de origem Sri Lanka) possui 5 hoteis-ilhas espalhados pelas Maldivas, todos 5 estrelas de perfil Spa-boutique. Eles dao muito foco a saude e bem estar, ambientes que seguem os ensinamentos Ayurveda (que eh bem tipico do Sri Lanka) e uma integracao entre as construcoes, os hospedes e a natureza.

Os ambientes sao modernos, porem clean e “naturais” – nao espere esculturas de arte moderna, nem paineis de cristal com cromo, muito pelo contrario – muita madeira, fibras naturais, linhos brancos e areia no chao de quase todos os ambientes sociais do hotel.

E como eu esperava, o Spa Chavana era maravilhoso, e eu fiz massagens e tratamentos todos os dias de nossa hospedagem, e foram todos maravilhosos!

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Por acaso o Spa era todo comandado por terapeutas Balinesas e Tailandesas (dois tipos de massagem que ja testei e aprovei in locoaqui e aqui), num clima super calminho e delicioso, com muitas opcoes de tratamentos individuais e para casais ( o Spa usava produtos da linha Britanica Elemis ou de sua linha propria, toda feita com produtos naturais nativos das Maldivas).

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Eles nao tinham nenhum tratamento especifico para gravidez, mas ainda assim uma das terapeutas mais experientes veio me ver e conversar e preparou um pacote especifico pra mim, misturando tecnicas e produtos que fossem seguros pra gravidez que eu pudesse fazer todos os dias! Isso eh que eu considero um bom servico!

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Ja na parte da alimentacao, eu estava muito apreensiva em ficar num hotel All Inclusive, mas nao queria correr o risco dos custos de um hotel sem essa opcao – Entao o Adaaran ofereceu uma mistura ideal de pacote All Inclusive, mas com 3 restaurantes individuais a la carte.

E foi a melhor decisao da viagem! Na verdade, nos gostamos tanto da comida que acabamos nao comendo em nenhum dos restaurantes e bares avulsos, pois simplesmente nao sentimos necessidade.

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Eu nao sou muito fan do estilo “buffet” dos hoteis All Inclusive, e continuo nao sendo e preferindo restaurantes “normais”, mas como a comida era boa e muito variada, isso nao me incomodou muito nao (mas como eu detesto ter que usar aquelas pulserinhas de resort!). Na verdade foi uma boa oportunidade de conhecer outros hospedes e pegar algumas dicas de atividades e passeios.

A cada dia o buffet tinha um menu completamente diferente, e algumas noites “tematicas”, com comida tipica das Maldivas, ou Italiana, Espanhola, etc.

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As carnes eram sempre grelhadas na hora (numa grelha ou numa churrasqueira na brasa), as massas tambem eram preparadas e misturadas com os molhos na hora ao gosto do fregues, e pela manha as opcoes de cafe da manha “cozidos”, tipo ovos, omelete, panquecas etc tambem eram todos feito na hora.

E as frutas?! Ah…. as frutas… A selecao de sobremesas era sempre otima e sempre com muitas, muitas frutas frescas (geralmente tambem cortadas na hora, direto no seu prato).20121031-115224.jpg

Mas foi otimo saber que tinhamos outras opcoes, tanto ao longo do dia (o “Mass Cafe”, numa das praias, servia pratos grelhados e sanduiches a qualquer hora, porem a la carte) quanto para jantar, com opcoes privadas (ele montavam uma mesa na beira da praia pro casal e serviam pratos especificos, como churrasco, lagostas e frutos do mar, etc) e algumas noites “tematicas” no Grill Bar, que ao longo do dia servia opcoes a la carte, e a noite se transformava em restaurante Mexicano num dia, Espanhol no outro, Frances no outro, etc.

Quanto a hospedagem, nos optamos pelos Beach Bungalows, que sao os chales na areia da praia, mas eles tambem oferecem bangalos nos jardins internos (mas todos a poucos passos da praia ja que a ilha eh tao pequena) e as Water Villas que sao os quartos sobre as palafitas no mar.

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Isso pra nos nao foi sequer um dilema, ja que nunca fizemos questao de ficar sobre as aguas, e quando chegamos no hotel, chegamos a pedir um upgrade (pago), mas acabamos desistindo – nao vimos a vantagem em pagar tantas vezes mais por um quarto que nos ofereceria basicamente a mesma coisa: mesmo conforto, mesmo hotel, mesmo servico, mesma praia e mesma comida.

Mas sim, ha diferencas.

Justamente por pagar (tanto) a mais pelas Water Villas, os hospedes tem algumas regalias a mais, como um servico de mordomo (por exemplo, em vez de ter que levantar da praia pra pegar sua propria bebeida, voce pode pedir pro mordomo te servir), acesso a uma segunda piscina mais escondida no interior da ilha e um quarto restaurante a la carte, que nao eh aberto aos outros hospedes. Ah! E se voce preferir, tambem pode escolher fazer seus tratamentos do Spa em seu quarto, em vez de ir ate o Spa.

Se isso justifica a diferenca de preco…? Para algumas pessoas acredito que sim. Mas nosso quarto era tao confortavel, espacoso e bem localizado que nao sentimos necessidade de um upgrade. Preferimos entao gastar nosso orcamento aproveitando bastante as ferias, fazendo passeios, mergulhos, Spa etc.

E pra falar a verdade, nos fizemos tantas cosias legais enquanto estavamos por la, que so voltavamos pro quarto na hora de tomar banho e dormir.

Mas nao da pra negar que as palafitas tem seu apelo… so nao sei se nos dois teriamos aproveitado o suficiente, entao nao me arrependo da escolha. Mas se voce quer ter um toque a mais de exclusividade e de paparicacao, ou gosta mesmo de ficar lagartixando no sol o dia todo, entao por nao?!

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E por falar em atividades, acredito que isso seja uma coisa que quase todos os resorts oferecem, mas acho que justamente por causa desse perfil “wellness” o Adaaran era super relax e nada de programacoes mil, se essa nao for sua praia.

Mas eles tem um Diving Center (para mergulho) e um Water Centre (atividades aquaticas) ,onde podiamos nos inscrever e praticar uma infinidade de passeios e atividades.

Todas as atividades extras eram pagas a parte, mas com precos razoaveis, variando entre $20 dolares por um passeio de barco no por do sol, ate $30 a $60 pelos passeios de snorkel ou mergulho e cento e muitos dolares caso voce quisesse algugar um barco exclusivo so pra voce e ir passar o dia numa ilha deserta da vizinhanca.

Fizemos alguma “atividade” todos os dias e sempre demos sorte de nao pegar grupos grandes nos barcos e os guias sempre nos deram todo tempo do mundo pra curtir e aproveitar bastante.

O hotel tambem tem uma serie de lojinhas na recepcao central, vendendo souvenirs, joias, filtro solar, mascaras de mergulho, brinquedos etc.

Ah! E nao podia deixar de mencionar que eles tambem tinham um pronto socorro com um medico de plantao 24 horas na propria ilha – oque pra mim foi importantissimo, afinal estando gravida, todo cuidado eh pouco! (gracas a deus nao precisei do medico, mas num lugar tao ilhado como as Maldivas, eh sempre bom ter essa precaucao e tambem levar isso em consideracao na escolha do hotel).

Para reservas: AQUI

E para quem preferir ficar nos quartos sobre as aguas (palafitas), reserve AQUI.

Planejando uma viagem para as Maldivas ou a Lua de Mel dos seus sonhos?

Aqui você encontra todas as dicas e recursos para planejar sua viagem, e podemos cuidar dos detalhes práticos para você:

Adriana Miller
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Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
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22 Feb 2012
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Paris: Le Meurice

Dicas de Viagens, França, Hoteis, Paris

Semana passada eu dei umas reclamadinhas no Twitter (segue aqui: @DriMiller) e estava meio rabugenta porque ia passar meu aniversario longe de casa, trabalhando em Paris. E a viagem foi super corrida, mal sai do escritorio, e o clima invernal de frio+escuridao+chuva de Paris nao colaborou muito.

Mas nao tem como reclamar demais do dia de labuta quando no final de tudo tenho uma suite no luxuoserrimo Le Meurice me esperando!

O Le Meurice eh apelidado de “hotel dos Reis”, e foi um dos primeiros em Paris a servir uma clientela estrangeira. Ao contrario do tradicionalmente Franceses Plaza Athenee, Ritz e Crillon, o Le Meurice empregava funcionarios fluentes em Ingles e outras linguas Europeias, e fazia um servico de cheuffer entre a cidade portuaria de Calais (onde chegam os ferries vindos da Inglaterra) ate Paris, servindo especificamente a aristrocacia Inglesa.

Rapidinho o servico internacional do Le Meurice cai no gosto de hospedes como o Rei Alfonso VIII da Espanha, Napoleao III, e uns anos depois foi Salvador Dali que chamou o Le Meurice de “casa”, onde morava na suite 106 por um mes inteireiro todos os anos ao longo de quase 30 anos, enquanto buscava por suas inspiracoes

Para se manter relevante no circuito de hoteis de luxo em Paris o Le Meurice conseguiu como ninguem permanecer um classico, ao mesmo tempo que se modernizou na medida certa.

Os moveis continuam tradicionais, assim como o hotel era quando abriu suas portas e foi decorada tendo como inspiracao o estilo de Luis XIV, Marie Antoinette e os saloes de Versailles.

Mas os quartos tem coontrole central de ar condicionado e aquecimento digital (incluindo calefacao underfloor), banheiro modernissimo, sitema de som da Bose e telona de TV LCD que dubla como espelho.

E o principal responsavel por toda essa renovacao de altisisma qualidade nao podia ser ninguem menos que o designer Frances Philippe Starck (que tambem assina a decoracao de lugares como o Asia de Cuba em Londres, Kong em Paris e Ramses em Madrid) e sua filha, a artista plastica Ara Starck, que assinou a pintura em canvas de 145 metros quadrados que se debruça no teto do restaurante “Restaurant Le Dali”, comandando pelo chef Yannick Alléno, dono de 3 estrelas Michelin.

Tudo isso garantiu que o Le Meurice fosse selcionado para fazer parte de um dos grupos de hoteis mais selecionados e exclusivos do mundo, o The Dorchester Collection (que inclui enderecos como o Plaza Athenee em Paris, Principe de Savoia em Milao e o carro chefe Dorchester em Londres).

Nos ultimos meses o Le Meurice foi pano de fundo para filmes como o “Meia Noite em Paris” de Woody Allen e no filme “W.E.” que a Madonna acabou de produzir.

E pra completar a “cereja do bolo” eh a localizacao do hotel, que fica na Rue de Rivoli, bem de frente para o Jardin de Tulleries, e a poucos quarteiroes da Place de la Cooncorde.

 

Le Meurice

228 Rue de Rivoli 75001 Paris

 

Adriana Miller
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17 Feb 2012
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Tune Hotel – Aeroporto LCCT de Kuala Lumpur

China, Cingapura, Dicas de Viagens, Malasia, Xangai

Uma das melhores coisas de viajar sempre eh poder, volta e meia, voltar a lugares onde ja fui – eh sempre legal ver oque continua o mesmo, e tudo aquilo que mudou, evoluiu… melhorou ou piorou.

Dessa vez a viagem pra Asia nao incluiu Malasia no roteiro – mas ainda assim, gracas as maravilhas dos voos low cost, nao escapamos de passar pelo aeroporto de KL. Nao apenas 1, mas duas vezes em diferentes conexoes!

Na primeira vez que estivemos na Asia passamos varias vezes pelo Aeroporto LCCT de Kuala Lumpur (Low Cost Carrier Terminal), que rapidamente virou sinonimo de tedio, calor, confusao e desorganizacao.

Cada uma das (muitas) horas que passamos no LCCT em 2008 foram altamente torturantes e nao sobrou nenhuma memoria boa pra contar historia.

Entao ao planejar essa nova viagem, mais uma vez as conexoes no LCCT foram inevitaveis, mas eu fiz de tudo pra reduzir ao maximo nossa estadia por la.

Ate que logo na primeira conexao me dei conta das maravilhas que os anos, o progresso e desenvolviemento do turismo pode levar a um lugar!

Em apenas 3 anos o aeroporto foi talmente transformado e reformado!

Oque antes era um galpao imundo com funcionarios despreparados e salas de espera torturantes, hoje em dia eh um espaco novissimo e arejado, com uma infraestrutura de fazer inveja a muitos aeroportos Europeus!

Balcoes de informacoes, uma area para check in que triplicou de tamanho (principalmente na area da Air Asia! O fim das filas!), um segundo andar (que nao existia!) que filtra a confusao na imigracao e seguranca, e uma area de embarque que incluiu inumeras lojas, cafes e restaurantes, free shop, farmacia, wifi gratis e estacoes eletricas para recarregar seu laptop ou celular enquanto voce espera seu voo.

Oque um dia era um espaco escuro e quente, com cadeiras de plastico desconfortaveis, hoje em dia tem todo o conforto imaginavel!

Sei que eh um comentario bobo, mas fiquei feliz de ter feito parte dessa “transformacao”, de ter sido uma entre os milhoes de turistas que passaram por ali e levaram o desenvolvimento e o progresso pra esse cantinho da Asia.

Me lembrei dos meus ultimos anos na faculdade de Economia, quando desenvolvi uma tese/monografia que falava justamente sobre isso: o desenvolvimento economico criado pela industria do turismo, e o poder arrebatador de transformar regioes e mudar vidas!

 

E entre as muitas melhorias no terminal LCCT de Kuala Lumpur outra novidade foi a construcao do hotel Tune, que tambem faz parte da gigante low cost Air Asia.

O Tune Hotel esta espalhado por varias partes da Asia e do mundo (inclusive tem um Tunes em Londres – depois falo dele com calma!) e tem o mesmo principio da Air Asia: conforto com baixo custo, entao voce soh paga pelo que precisa e vai usar.

Funciona assim: voce reserva sua noite no hotel, que eh o basico do basico – incluindo apenas o quarto/cama com banheiro.

Ai voce pode comecar a selecionar todos os “extras” que gostaria de ter. Oque vc acha que nao vai precisar nem usar durante sua estadia, voce nao paga.

Entao eu adicionei em nossa diaria alguns extras como: toalha e sabonete liquido, ar condicionado e internet wifi.

Algumas outras opcoes, como TV a cabo, secador de cabelos, telefone e cafe da manha, deixei de fora, pois sabia que nao iria usar.

O processo foi facilimo! Fiz a reserva com meses de antecedencia (assim que reservei as passagens entre Cingapura e Xangai!) e paguei tudo on line.

Chegando no LCCT, logo depois de recolher a bagagem tem um quarto “modelo” do Tunes mostrando como sao os quartos por dentro e ensinando como acha-los.

Do lado de fora do hotel, na area de ponto de taxis e onibus, basta procurar pelas placas do transfer do hotel (que nao eh de graca, mas custa 2 Ringgit, o equivalente a apenas 0,50 de US$). O transfer passa para recolher passageiros a cada 15 minutos e o transfer ate o hotel demora menos de 5 minutos.

Na recepcao do Tunes, recebemos nosso cartao-chave do quarto 9que tambem controla extras como ar condicionado, TV etc), o kit com a toalha e a senha da internet, e pronto!

O quarto, como era de se imaginar, era minusculo! Mas muito mais confortavel doque muito albergue e hotel 2 estrelas que ja fiquei pelo mundo!

A cama macia e confortavel, o banheiro novissimo, limpo e com um chuveiro potente!

Uma mesinha “bandeja” aos pes da cama e conexao de wifi que funcionou super bem!

E no dia seguinte, acordamos super cedo pra pegar o voo seguinte – nao precisamos fazer check out nem nada. Descemos na hora do transfer certo e em minutos chegamos no terminal de embarque.

Mais tranquilo, facil e economico impossivel!

 

Adriana Miller
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16 Feb 2012
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Amsterdam: Hotel Pulitzer

Amsterdã, Dicas de Viagens, Holanda

Quando estive em Amsterdam a trabalho semana passada fiquei hospedada no maravilhoso Hotel Pulitzer, que fica bem no centrao de Amsterdam.

O que eu achei mais legal mesmo de toda experiencia eh ter visto por dentro as tipicas casinhas historicas de Amsterdam!

O Hotel Pulitzer foi construido, na verdade usando cerca de 25 casas tipicamente Holandesas  do seculo 17 e 18 no centro de Amsterdam, ocupando um quarteirao inteiro entre os canais Prinsensgracht e Keizersgracht.

Eu achei o maximo que eles mantiveram a arquitetura original das casas, apenas “conectando” os corredores e ambientes. Entao por fora voce apenas ve que as casas sao diferentes e fica dificil identificar onde o hotel acaba e onde termina.

Mas por dentro eh que eh interessantissimo: para nao comprometer a estrutira original historica das casas, eles nao derrubaram todas as paredes, nem “harmonizaram” o interior, entao cada casa continua sendo uma casa independente, e ao andar pelos corredores (as casas sao todas conectadas, por dentro, claro) voce percebe nitidamente quandoe sta passando de uma casa pra outra!

E entre elas, la dentro, as altura nem sequer sao as mesmas, entao os andares sao todos desnivelados, oque ressalta ainda mais essa diferenca entre a arquitetura de uma casa e outra!

Entao por exemplo, o terceiro andar do hotel eh composto na verdade do 2 andar da casa X, do terceiro andar da casa Y e do quarto andar da casa Z, dependendo de fatores como nivelamento em relacao a calcada, se era uma casa com porao ou nao, a altura do pe direito e tal.

Quaase todos os quartos tem vista para os canais de Amsterdam, ou entao para o patio interno do hotel, e os quartos todos tem pe direito bem alto e com as vigas de madeira originais no teto.

E se voce achar que ja viu aqueles saloes e corredores em algum lugar… esta certo! O Hotel Pulitzer serviu de cenario no filme “Ocean’s Twelve” que se passa praticamente todo em Amsterdam. Entao eles transformaram as diferentes “casas” do hotel, em ambientes proprios, alguns dos saloes que hoje servem de bares ou restaurantes foram transformados em bibliotecas ara o filme e coisas do genero!

O Hotel faz parte da curadoria “Luxury Collection” que seleciona hoteis de variadas bandeiras ao redor do mundo, inteiramente baseados no quesito luxo e atendimento ao cliente.

E pra mostrar que sao merecedores de tamanho luxo, alem do servico excelente, varias opcoes de bares e restaurantes premiados dentro do hotel, eles tambem oferecem um servico de taxi-barco pelos canais de Amsterdam para seus hospedes!

Hotel Pulitzer

Prinsengracht 315-331 • 1016 GZ, Amsterdam

Telefone: +31 20 5235235

 

Adriana Miller
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10 Feb 2012
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Raffles Hotel: o berço do Singapore Sling

Cingapura, Dicas de Viagens

E como nem tudo em Cingapura eh pura modernidade “construida”, um dos programas obrigatorios de todos os turistas que passam por la eh conhecer o Raffles Hotel – que alem de ser um dos hoteis mais antigos (e luxuosos) da Asia eh tambem onde o legendario cocktail Singapore Sling foi inventado.

Já pensou que máximo se existisse um lugar no Brasil que fosse responsável pela criação da Caipirinha, por exemplo?!

Pois é, no caso da bebida mais famosa de Cingapura, e um dos drinks mais populares do mundo isso é possível!

O hotel foi inaugurado em 1887 por uma familia de Armenios que faziam comercio na regiao – e para atender ao alto padrao de seu clientes arabes que passavam pela ilha, eles construiram o hotel, usando uma arquitetura colonial Europeia e deram o nome em homenagem ao Ingles Sir Stanford Raffles, que foi o fundador de Cingapura.

O hotel ate hoje ocupa o topo das listas dos hoteis mais luxuosos e tradicionais da Asia, mas nao da pra negar que a maioria de seus visitantes realmente vao atras do Long Bar, que foi o bar onde o drink foi criado (a receita original, escrita a mao no inicio do seculo 20 esta emoldurada e pode ser vista no fundo do bar).

O Long bar eh super legal, e apesar de que o hotel ja passou por varias reformas e atualizacoes, eles sempre mantiveram o Long Bar o mais original e historico possivel, incluindo os “abanadores” eletricos no teto, os moveis de rafia e principalmente a tradicao de comer amendoins e jogar a casca no chao!

Da pra imaginar direitinho como deveria ser o clima de “exotismo” na decada de 1910 e 1920, com comerciantes e exploradores vindos do mundo todo, se refugiando do “exotico” desconhecido das florestas da Malasia e Indonesia!

A receita do Singapore Sling inclui Gin, charope de cereja e suco de abacaxi, e apesar de figurar nos menus de bares do mundo todo, eh especialmente popular na Asia – foi o drink que nos bebemos praticamente todas as noites que passamos em Bangcoc durante nossa lua de mel, entao foi bem legal revitiar essa experiencia novamente na Asia.

A experiência nao sai barata, e apesar de se pode beber ótimos drinks e variações de Singapore Sling por toda a cidade, todos os turistas querem é conhecer o bar – e portanto cada drink custa em media 26 dólares!

Mas, quando em Cingapura…

 

Adriana Miller
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