21
May
2013
Liquidos na mala de mão: Crianças e bebês – produtos, leite e comidas
Escrito por Adriana Miller

Um dos procedimentos mais óbvios pra quem viaja muito, também é uma das maiores duvidas dos viajantes: afinal quais são as regras para levar líquidos na mala de mão?

Então respondendo algumas dúvidas do post anterior, apesar de algumas variações em alguns países e aeroportos, no geral a regra é bem simples e clara: nada de líquidos (cremes, géis, pastas e afins) em embalagens acima de 100ml, e sempre armazenados em sacos de plástico transparente.

Mas antes da minha primeira viagem com a Isabella me bateu a dúvida: E as coisas de bebê? Como funciona?!

Não foi difícil de descobrir – e na dúvida, basta acessar o site do seu aeroporto local.

Mas depois de passar por aeroportos em 3 países/continentes diferentes com a Isabella, vi que a regra é tão simples quanto – apenas com algumas adaptações.

De maneira geral a regra é menos rígida: é possível passar pela segurança de aeroportos com líquidos acima de 100ml quando se está viajando com um bebê de colo (até 2 anos) desde que se siga algumas regrinhas.

- Produtos industrializados:

Na Europa e nos EUA é muito comum que pais comprem fórmula (leite artificial) para bebês e crianças já na versão preparada, em caixinha ou garrafinha, pois é bem mais prático que levar pó + água e mais durável também (por ser uma mistura estéril).

(Algumas marcas até vendem garrafinhas que encaixam com um bico descartável e esterilizado – então você nem precisa levar mamadeiras se não quiser!)

Essas embalagens variam em tamanho, mas geralmente tem entre 90ml a 200ml – mas desde que sejam produtos industrializados e estejam lacrados, você pode passar com eles pela segurança sem problemas.

A única restrição nesse caso é que você só pode levar leite preparado numa quantidade suficiente para a viagem – ou seja, para um voo transatlântico, por exemplo, você pode levar algumas caixinhas para o voo, mas não pode levar o suficiente para as férias inteiras (nós levamos dezenas de caixinhas – sempre usamos para passeios pois realmente é bem mais pratico – mas todas nas malas despachadas).

Na segurança do aeroporto Heathrow em Londres, nós tivemos que abrir uma das caixinhas, aleatoriamente escolhida pela funcionária do aeroporto para provarmos o leite – mostrando que o liquido não esta contaminado.

Ja no aeroporto de Denver, nos EUA e no Rio de Janeiro, não tivemos que provar nada – bastou estar lacrado.

O mesmo vale para potinhos com papinhas e comidas de criança preparadas. Desde que sejam industrializadas e lacradas você pode viajar com embalagens acima de 100ml, e talvez tenha que abrir uma dela para provar, talvez não.

- Produtos não industrializados:

Se seu filho(a) ainda esta amamentando exclusivamente, então não ha nada que se preocupar: a “embalagem” do leite passa pela segurança sem problemas!

Mas caso você queira levar leite materno numa mamadeira, por exemplo isso pode vir a ser um problema. Na verdade você até pode passar com mais de 100ml de leite materno sem problemas, porém terá que provar o leite, o que pode vir a ser um problema pois a mamadeira/leite já não será mais estéril.

O mesmo é verdade para papinhas.

Caso você seja radicalmente contra dar papinhas industrializadas a seus filhos, qualquer potinho de comida “caseira” deverá ser provado ao passar pela segurança.

Uma boa solução é pedir para a cia aerea uma comida especial para a criança (que pode ser solicitada no momento da reserva da passagem, ou depois a qualquer momento até 24hrs antes do voo), que se aproxime mais com as comidas que ele/ela esteja acostumado em casa.

- Facilidades dos aeroportos de Londres:

Essa dica é pra quem vai viajar a partir de aeroportos em Londres (e Inglaterra em geral).

Os aeroportos da BAA (British Airports Authority) tem uma afiliação com a rede de drogarias Boots (que sempre tem uma filial dentro da area de embarque dos aeroportos Britânicos) onde é possível encomendar comidas, leite e produtos de bebê com antecedência, e recolher sua compra já dentro da area de embarque, depois de passar pela segurança do aeroporto.

Basta efetuar a compra através do link da Boots no site do aeroporto (como por exemplo, no Heathrow), escolher exatamente o que você quer e a quantidade, com pelo menos 48hrs de antecedência e pronto. Assim que você passar pela segurança é só ir na Boots e retirar suas compras.

Eu fiz isso quando fui ao Brasil sozinha com a Isabella – eu não bebo leite (tenho verdadeiro PAVOR do gosto de leite) e fiquei morrendo de medo de ter que provar o leite dela; então pra não correr riscos, fiz minha encomenda uns dias antes de embarcar e passei direto pela segurança do aeroporto, sem me preocupar com líquidos.

Mas caso você esqueça disso antes do voo, não se preocupe. As lojas da Boots dos aeroportos são super bem abastecidas com produtos pra bebês e crianças, com paredes inteiras de prateleiras com todos os tipos de marcas, produtos, papinhas e afins!

 - Cremes, pomadas e afins:

Já todo o resto segue a mesma regra, então caso você use cremes para assadura, ou queria levar na mala de mão hidratantes, alcool em gél, remedios etc, todos esse produtos deverão estar em embalagens menores de 100ml e dentro de um saco plastico transparente, assim como os dos “adultos”.

 

 

Categorias: Baby Everywhere, Dicas (Praticas!) de Viagem, Fazendo as Malas, Viajando com crianças
0
20
May
2013
Viajando de avião com bebê (2 a 4 mêses)
Escrito por Adriana Miller

Antes mesmo da Isabella nascer nós já sabíamos que viajaríamos com ela desde cedo. E não é só por causa dessa coisa de “viciados em viajar” não. Filhos de expatriados é assim mesmo, e seja você um amante das viagens ou não, não tem medo nem insegurança de viajar com crianças que vai te impedir de apresentar seu(s) filho(s) para sua família e cultura!

Então a primeira coisa que fizemos quando ela nasceu foi marcar as passagens para nossa primeira viagem, para o Colorado, nos EUA, para visitar a família do Aaron. Fomos pra lá primeiro pois podíamos combinar uma viagem a trabalho do Aaron, com o final da temporada de esqui com uma abundância de babysitters!

Esse post será uma série de muitos outros, pois acredito que cada fase da vida de uma criança demanda estilos de viagem e preparações de viagem diferentes – então vou escrever com um misto de “dicas” e experiência pessoal, que tenho certeza absoluta vai mudar e evoluir ao longo dos meses e anos, com muitos erros e acertos – nem tudo vai ser útil para todas as crianças e famílias, mas de post em post a gente chega lá!

 - Planejamento pré nascimento:

Como comentei acima, nós sabíamos que essa viagem ia acontecer mais ou menos nessa fase de Março/Abril, mas preferimos não marcar nem reservar nada antes dela nascer. A data prevista de nascimento era dia 9 de Janeiro (e acabou sendo dia 10!), o que fez com que essa viagem fosse super em cima da hora para nossos padrões de planejamento (geralmente planejo viagens com cerca de 4 a 6 meses de antecedência!).

Mas optamos por fazer assim pois o nascimento de um bebê realmente é uma surpresa. Afinal, e se o nascimento for adiantado? E se atrasar? E se tivermos complicações com ela? E se eu acabasse tendo que fazer uma cesárea de emergência que atrapalhasse minha recuperação?

E se ela fosse um bebê reclamão? Ou tivesse muitas cólicas? Ou se acabássemos sendo pais muito mais neuróticos do que jamais imaginamos?!

Ou seja, são muitas incertezas, e preferimos não marcar nem confirmar nada até que ela estivesse em nossos braços, com a certeza de que ela era saudável e que nós aguentaríamos a pressão de sermos pais de primeira viagem!

- A reserva:

Crianças de até 2 anos não pagam passagem inteira de avião se viajarem no colo dos pais, mas essa é uma regra que muda de companhia pra cia aérea. Algumas cobram 10% do valor da passagem , outras cobram apenas as taxas de embarque. Então vale a pena fazer uma pesquisa de mercado e comprar o preço final das passagens da família: por exemplo, as vezes a passagem dos “adultos” é mais barata na cia X, mas o bebê paga uma taxa mais alta, enquanto que na Cia Y a passagem adulta é mais cara, mas a do bebê mais barata, dando um total mais em conta.

Outro ponto que levamos em consideração foi a comparação voo direto Vs voo com escalas, e acabamos preferindo pagar a mais pela segurança (e nosso medo inicial!) e não ter que lidar com conexões, troca de aviões, potenciais atrasos, perda de bagagem etc.

No final das contas, voamos direto Londres-Denver de British Airways pelo mesmo preço que sairia um voo com conexões e ligeiramente mais barato por adulto!

- Escolha de Assento:

Na verdade isso ainda esta relacionado ao item “Reserva”, mas considero tão importante que merece um destaque: ao reservar sua passagem já reserve logo sua poltrona nas fileiras frontais do avião, onde o espaço para pernas é maior e onde é possível colocar um bercinho para o bebê.

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Muitas cias aéreas estão fazendo a sacanagem de cobrar uma taxa para reserva de assento adiantado – meu conselho? Pague!!

Geralmente a taxa não é muito alta, e pelo menos te dá a paz de saber que tanto você quanto seu bebê viajará confortavelmente!

Tecnicamente esses assentos frontais são mesmo reservados para pais com crianças de colo, então você pode arrsicar e deixar pra reservar seu assento na hora do check in, e provavelmente você irá consegui-lo sem problemas. Mas vai que não?

Afinal muitas cias aproveitam o espaço extra nessas fileiras para cobrarem a mais de passageiros em busca de mais conforto (e se alguém já pagou a mais pra sentar lá, eles não vão muda-lo de assento só pra acomodar o seu bebê), ou então o voo pode estar cheio de familias e simplesmente não ter espaço extra!

Na volta de Denver a Isabella era o único bebê no voo, mas na volta do Brasil eram inúmeras famílias com crianças e bebes de todas as idades, e portanto todas fileiras frontais estavam ocupadas! Quem não reservou com antecedência, dançou… (ou pior, passou 11 horas com um bebê no colo!).

Se seu bebê já é maior do que o permitido pelo bercinho do avião (a comissária da BA não soube me informar o limite de peso, mas diria que só bebês até uns 6 ou 8 meses caberiam confortavelmente), algumas cias aéreas também oferecem um bebê conforto, que acomoda bebês maiores, que pode ser encaixado na mesma “bandeja” onde vai o bercinho, e assim nem os pais nem o bebê dormem desconfortáveis.

E por fim, uma dica que uma amiga me deu em relação a esse bercinho: os aviões internacionais tem espaço para cerca de 10 berços (as tais “bandejas”), mas dentro do avião geralmente só tem alguns poucos berços. Se o voo vier vazio, ótimo. Mas se o avião for grande e o voo lotado, mesmo que você esteja no assento correto, pode acabar sem o berço. Então a dica da amiga foi pedir o berço ASSIM que entrar no avião – e foi exatamente o que fiz em todos os voos que peguei com a Isabella (a minha amiga aprendeu essa “dica” depois que uma comissária explicou que não tinha berço pro filho dela pois ela não pediu primeiro…).

O bercinho tem um forro e é até bem confortável, mas não esqueça de levar umas mantas e cobertores a mais, para deixar a “caixa” mais quentinha e aconchegante.

 - Alimentação:

Se você viaja ainda amamentando, isso talvez não seja tão relevante, mas mesmo nos primeiros voos com a Isabella, eu levei uma caixinhas extras de fórmula pronta e um potinho com leite em pó para emergências.

E dito e feito: como a bichinha sentiu fome no voo!!

Talvez seja a altitude, ou quem sabe o ar mais seco… ou até mesmo a mudança na rotina. Mas em todos os voos longos que fizemos até hoje ela acabou mamando MUITO mais, e se não fosse o leite extra, estaríamos perdidos!

- O “equipamento”!

Em todos esses voos nós levamos MUITA coisa extra!

Olha, é um saco mesmo, e essa é um aspecto de ter filhos que eu acho que nunca vou me acostumar: a quantidade de tralha que temos que carregar!

No total foram 4 mudas extra de roupas para ela e mais uma pra mim. Na ida pros EUA ela usou 3 das 5 mudas de roupa. Já na ida pro Brail ela usou TODAS as mudas de roupa que levei…

(Dica: Coloque cada muda de roupa já separada dentro de um saquinho de plástico num compartimento separado na bolsa de fralda – assim, cada vez que você precisar alcançar uma nova troca de roupa, basta puxar um conjunto completo (body, pijama, meias, etc) e depois já colocar a roupa suja dentro do mesmo saco, pra não ficar com cheio nem sujar as outras coisas dentro da bolsa)

Talvez seja a quantidade maior de leite, ou a pressão do avião, ou seja lá o que for – mas ela bateu todos os recordes de fraldas explosivas de sua vida!! (os voos diurnos foram MUITO piores que os noturnos, já que ela já dorme a noite toda e portanto produz menos conteúdo para suas fraldas!).

Então as roupas, cobertores, mamadeiras, chupetas etc extras foram divididas entre uma bolsa de fralda (que fica mais fácil de acessar) e a mala de mão (para momentos de desespero, ou se sua bagagem for extraviada, ou o voo atrasar e afins).

Comigo, só uma micro bolsa, de cruzar no corpo, com nossos passaportes, celular e o mínimo indispensável.

Todo os resto (laptop, iPad, câmeras, objetos de valor, líquidos, cabos de eletrônicos e afins) vão na mala de mão.

Se seu bebê já tem idade para se entreter com brinquedinhos, leve alguma coisa que vá ajudar a passar o tempo (na viagem para os EUA, com dois meses e meio ela não reconhecia nem se animava com nenhum brinquedo. Ja na viagem pro Brasil, com 3,5 ela já tinha seu bonequinho preferido, que curou qualquer encheção de saco e tédio!). mas cuidado pra não ser alguma coisa que vá irritar os outros passageiros!

- Embarque e desembarque:

Na hora do check in confira se sua cia aérea e o aeroporto de partida e chegada, permitem que você leve seu carrinho até a porta da aeronave.

A maioria dos aeroportos internacionais de médio/grande porte aceitam – mas vale perguntar antes, pra você se planejar bem!

Nos voos para os EUA, onde viajei com o Aaron, nós optamos levar o carrinho até a porta do avião. É super cômodo, vc não precisa ficar carregando o bebê no colo por horas enquanto espera o voo, eles ficam mais confortáveis, vendo o mundo passar, dormindo e tal. Ai na hora de entrar no avião, é só desmontar seu carrinho, entregar para o funcionário da cia aerea e pronto. Quando você chegar ao seu destino final, ele estará te esperando mais uma vez na porta do avião.

Porém… nem sempre isso é vantagem!

Nos dois voos que fiz sozinha com a Isabella (sem o Aaron), preferi despachar o carrinho junto com as malas, justamente por ser mais tralha pra carregar!

Ela foi no Canguru (uso da marca Baby Bjorn) e assim fiquei sempre com as duas mãos livres para carregar a mala de mão, bolsa de fraldas, pegar passaporte/passagem na bolsa e o que mais fosse preciso.

Se você decidir despachar o carrinho com sua bagagem, lembre-se de embala-lo bem, para evitar danos e perdas durante o manuseio do carrinho. Algumas marcas de carrinho vendem uma “mala” específica pra levar o carrinho, mas eu achei desnecessário, e simplesmente coloquei aqueles plásticos de embalar mala no aeroporto mesmo (em Londres custou 8 Libras e no Galeão 35 Reais).

Todo bebê tem direito a uma mala despachada MAIS um carrinho MAIS uma cadeirinha de carro! (a não ser que você esteja voando low cost, onde precisará pagar extra por todos esses itens…)

- Pouso e decolagem (e turbulência):

Mesmo com o bercinho do avião ou com o canguru, na hora do avião subir ou descer, ou quando o sinal de cinto de segurança acende durante turbulências, você tem que tirar o bebê de onde estiver e colocar no seu colo com o cintinho especial para crianças.

Eu questionei em todos os voos se não poderia decolar/pousar com ela no canguru (principalmente quando ela estava dormindo), pois não só é mais confortável, é também muito mais seguro. Mas não. A regra é clara, e você sempre tem que colocar o bebê no cinto de segurança, pois só assim a cia aérea poderá se responsabilizar por acidentes.

E caso o bebê esteja no bercinho durante o voo, como o berço não tem nenhum tipo de proteção nem cinto de segurança, o bebe também tem que ir pro colo, pois caso haja uma queda de altitude, eles podem voar longe!

Ainda no ema pouso e decolagem, temos também o problema de pressão dos ouvidos dos bebês!

O que todo mundo sempre recomenda (e deu super certo pra gente!) é sempre amamentar/dar mamadeira/chupeta pro bebê nessas horas.

Então as horas pré voo tiveram uma precisão astro-física de calculo de sonecas e amamentação, para que eles coincidissem com os momentos de decolagem e pouso.

Eu sofro bastante com pressão nos ouvidos, então esta preocupada com isso, mas a Isabella não se afetou muito…. Em todas as decolagens consegui coincidir com mamadas, mas nos pousos não! Tentei insistir ou colocar chupeta, que deu certo algumas vezes, outras não, mas como ela não reclamou de dor de ouvido, não me preocupei muito. E em todas as vezes, o chacoalhar do avião na subida e descida fizeram ela dormir rapidinho (mesmo fora de hora – nisso ela puxou a mãe!), o que foi ótimo!

- Trocando o bebê no avião:

E já que eu falei em conteúdo de fraldas explosivas aí em cima, com certeza em algum momento de um voo longo você terá que trocar a fralda de seu bebê no avião!

Não é um bicho de 7 cabeças, já que todos os banheiros do avião tem uma mesinha “fraldário”.

O que eu levei (não só pra viagens, mas é o que levo sempre na bolsa de fraldas da Isabella) é um necessaire específico com tudo que preciso pra trocar a fralda dela sem ter que carregar a malona toda junto.

Nesse necessaire tenho sempre 2 fraldas (porque acidentes acontecem!), um pacote de lencinhos, sacos de lixo (pra não deixar a fralda pra trás fedendo o banheiro todo!) e um trocador descartável (porque além de que esses fraldários públicos geralmente são sujos, não tem nada pior do que ter que limpar seu trocador portátil de plástico num banheiro publico/minúsculo quando um acidente de fato acontece! Com os trocadores descartáveis, o que sujar, vai direto pro lixo!).

 

Categorias: Baby Everywhere, Viajando com crianças
23
20
May
2013
Vail: The Ritz Hotel & Residences
Escrito por Adriana Miller

Para nossa estadia em Vail queríamos algo especial – então aproveitamos o final da temporada de ski no Colorado e conseguimos achar a hospedagem perfeita: ótima localização (no coração de Lionhead Village), ultra confortável e o principal – comodidade, com um apartamento que juntasse a praticidade de um flat com o conforto de um hotel.

E portanto nossa escolha foi o The Ritz Carlton Hotel & Residences!

Quando fizemos a reserva nossa intenção era esquiar em Vail, portanto queríamos uma hospedagem que fosse confortável pra minha sogra ficar com a Bella, então reservamos um apartamento duplo na parte “residência” do The Ritz, pois assim poderíamos ficar junto com a mãe do Aaron, mas sem ter que “dividir” o quarto, o que seria muito mais confortável pra ela durante o dia com a Isabella.

Além disso teríamos um area comum e uma cozinha (como foi nossa primeira experiência em hotel com a Isabella, queríamos alguma coisa com cozinha).

E como acabamos não esquiando em Vail dessa vez, nossa escolha de hospedagem foi ainda mais perfeita, pois pudemos curtir bastante o apartamento e o hotel, e com direito a todo conforto e luxo!

Nosso apartamento tinha dois quartos (ambos suítes), mais uma salinha de TV separada da sala principal e um terceiro banheiro (e portanto acomodaria confortavelmente 6 adultos).

A cozinha super equipada, que abre pra sala de jantar e estar – também equipadas – perfeito pra quem for passar bastante tempo em Vail ou for pra cidade com um grupo de amigos ou família!

O apartamento abrir para uma varandinha com a vista das montanhas no térreo do hotel, e é nos andares de cima que fica o resto do hotel: com academia, restaurantes, um bar, uma área para churrasco e piscinas aquecidas!

O hotel é novíssimo, recentemente construído na nova área de Lionshead, a poucos passos da subida do ski lift e pertinho da Village (com lojinhas, mercados, coffee shops, restaurantes e etc).

Mas pra quem quiser explorar a cidade e região, o The Ritz disponibiliza aos hospedes um serviço (cortesia) de translado, te levando e buscando onde quiser (nós utilizamos o serviço pra ir jantar no Flame e voltar do nosso passeio em Vail Village), oque é ótimo, pois tira a necessidade de alugar carro ou ter que ficar dependendo de taxis ou dos ônibus que fazem o transporte entre as duas cidades!

The Ritz-Carlton Vail

728 West Lionshead Circle,Vail, Colorado

 

Categorias: Colorado, USA
1
19
May
2013
Flame Steak House: Four Seasons Vail
Escrito por Adriana Miller

Logo na nossa primeira noite em Vail, fomos convidados pelo Four Seasons pra conhecer o principal restaurante do resort, o Flame Steak house, que foi totalmente remodelado recentemente e não é atoa que encabeça as listas de melhores restaurantes da cidade!

O Four Seasons de Vail fica super bem localizado, bem no meio entre Lionhead e Vail Village, com ótimos acessos as duas cidades – e vistas fenomenais para as montanhas.

Então como o Flame está no terceiro andar do hotel, suas janelas de pé direito altíssimo oferecem vistas incríveis da região.

Nós fomos muito bem recebidos e nossa experiência foi sensacional – o RP do hotel (que acabamos descobrindo ser um super amigo do melhor amigo do Aaron! Mundo muito pequeno!) nos apresentou a cada prato e os cuidados e histórias por tras de cada um deles.

O que eu mais gostei foi que o menu do restaurante é bem moderno, de altíssimo nível, mas ao mesmo tempo bem “acessível”, contanto a historinha de como cada prato foi bolado.

E eles fogem dessa coisa tradicional de restaurante de carnes Americano, com muitas opções criativas (amei o mini hot dog de carne de Alce e os mini Tacos de peixe!).

Mas como era de se esperar, as atrações principais são mesmo as carnes, principalmente as carnes premium envelhecidas (eu fui de Kobe Beef!) e os cortes no osso -  que foi a escolha do Aaron!

O corte que ele escolheu, o “Long Bone Tomahawk” foi servido pelo próprio chef, que é especialista em desossar a carne – o que imediatamente vira um espetáculo-churrasco, com a comida sendo preparada do seu lado num super butcher block trazido até a mesa!

Outro destaque do Flame é a equipe de pastries chef e o time de sobremesas, com um menu especial só para o “pós refeição”! Mas o difícil mesmo é conseguir guardar um espacinho pra sobremesa (nós não conseguimos!)!

Flame Restaurant & Fireside Lounge

Four Seasons Resort Vail

One Vail Road, Vail, CO 81657

 

Categorias: Colorado, USA
1
18
May
2013
Vail: Lionhead & Vail Village
Escrito por Adriana Miller

Pra terminar nossa temporada de esqui no Colorado, depois de A-Basin e Keystone, fomos pra Vail!

Vail é mais distante de Denver (mas não tanto quanto Aspen!) do que algumas de suas estações de esqui vizinhas, e acho que isso acabou transformando a cidade num destino mais de “férias” e de temporada, enquanto outros resorts nos arredores de Denver são mais “de passagem” – o que faz com que Vail tenha um clima muito diferente das demais!

Além disso, Vail é mais antiga (para padrões Americanos), o que dá a cidade um ar mais autêntico – e super bonito, diga-se de passagem!

Não sei o que é a causa e o que é o efeito, mas isso tudo junto fez com que Vail se tornasse uma Ski Resort mais exclusivo e luxuoso, e junto com Aspen, colocam o Colorado no topo da lista de melhores resorts de esqui do mundo!

Mas Vail propriamente dita se limita as ruazinhas de “Vail Village”. Mas com o crescimento da cidade e a propagação de hoteis, a cidadezinha vizinha, “Lionhead Village”, acabou virando uma extensão da cidade, e acabam que as duas são sempre mencionadas como simplesmente “Vail”.

Lionhead Village é bem menor e mais moderna – a impressão que tive é que esse vilarejo foi construido tipo ontem, com muitos hotéis ainda em construção e outros tantos tinindo de novo (nós tb ficamos hospedados por lá!).

Mas ainda assim tem um “centrinho” bem fofo, com uma pracinha, muitas lojas e restaurantes, lojas de aluguel de equipamento de esqui e uma gôndola e lifts que te levam pro topo da montanha (então não é preciso andar nem pegar o shuttle até a base de Vail).

Mas batas caminhar 10/15 minutos na estradinha que conecta as duas cidades que chegamos em Vail Village.

A maior parte da cidade é fechada apenas para pedestres, o que ajuda demais na hora de passear, começando pela West Meadow Drive, e seguindo por East Meadow Drive e daí pra todas as ruas da cidade.

Mas o parte mais bonitinha e típica da cidade está ao norte do riacho “Gore Creek”, onde estão as ruas com casinhas em estilo Alpino, muitas lojas e restaurantes.

Nós demos azar (ou sorte?!) que eu machuquei meu joelho em Keystone, então acabamos não esquiando em Vail, o que nos deu bastante tempo pra curtir e conhecer a cidade!

Na Gore Creek Drive paramos pra almoçar no restaurante Pepi’s, que fica dentro do hotel Hotel Gasthof Gramshammer, que esta longe de encabeçar as listas de restaurantes mais chiques da cidade, mas com certeza é um dos mais antigos, típicos e tradicionais!

Outra parte da cidade que vale a pena conhecer é a Bridge Street que vai da gôndola “Vista Bahn” até a ponte coberta, que é quase que um símbolo de Vail.

Uma coisa que eu achei super legal em Vail e Lionshead é que por ser um lugar montanhoso e a cidade estar espalhada em diferentes “níveis” da base da montanha, os vilarejos são super acessíveis, com escada rolante, elevadores e rampas em várias ruas que sobrem/descem das ruas principais!

(as dicas de hotel e restaurante virão nos próximos posts!!)

 

Categorias: Colorado, USA
1
17
May
2013
Keystone: Ski e hospedagem nos arredores de Denver
Escrito por Adriana Miller

Depois de nossa festa na “praia” em A-Basin, ainda passamos mais um dia esquiando em Keystone, outro resort de esqui ali pertinho de Denver.

E como comentei no post de A-Basin, Keystone é super pertinho de Denver, então é lá que o pessoal local costuma esquiar mais durante a temporada, pois podem ir e voltar no mesmo dia, ou passar um fim de semana rapidinho.

E ao contrário de A-Basin, Keystone é uma cidadezinha super fofa, com um centrinho “Alpino-fake” cheio de barzinhos, hoteis, restaurantes etc. E na verdade, Keystone acaba funcionando como base pra hospedagem de várias outras pistas de esqui ali pela região, que não teem uma estrutura maior.

E foi lá que ficamos hospedados por algumas noites também, num chalé que alugamos com um grupo de amigos na entrada de Keystone.

E essa é a dica ultra-local: nós alugamos esse chalé através do SummitCove que é uma empresa que o Aaron e os amigos sempre usam na temporada de esqui, e alugam casas, chalets e time shares ao longo do ano direto dos proprietários, oque acaba saindo bem mais barato que ficar em hotel ou casa de temporada.

Por exemplo, nós ficamos num chalé de um condomínio bem fofinho (com estacionamento e supermercado do outro lado da rua, piscina aquecida e hot tub e vistas espetaculares das montanhas!), com 3 quartos (mais um “cantinho” na sala e que dormem – confortavelmente – 10 pesoas), cozinha, lareira e 3 banheiros por menos de US$200 por dia (pela casa toda! Ou seja, se alugado por um grupo de 10, sai por 20 dolares por noite cada um!)!

Tudo bem que já pegamos o final da temporada de esqui (no auge de Janeiro/Fevereiro sai mais caro), mas como na região de Keystone a temporada de esqui vai até Maio, ainda deu pra aproveitar demais(fomos no início de Abril)!

O bom de ter ficado em uma casa foi também que acabou sendo mais confortável pra Isabella (que ficou por lá com minha sogra enquanto esquiávamos durante o dia), e como fomos com um grupo de amigos, era uma delícia chegar em casa e ascender a lareira, fazer  uns drinks, preparar o jantar, bater papo, jogar uns joguinhos e tal!

E claro, esquiamos!!

Keystone é considerado uma das melhores regiões pra iniciantes e pra quem quer aprender a esquiar, pois tem muitas pistas verdes e todas são bem largas e com um misto de areas planas e/ou pouco inclinadas.

A mais famosa é a pista “Schoolmarm”, que são 4 milhas de pista iniciante!

A inclinação média é a mesma que a pista de treino (“bunny slope”), só que por ser tão longa, você não fica naquele ritmo de sobe-e-desce na gôndola que sempre enche o saco de quem esta aprendendo!

Mas esse também é o problema, pois a pista é muito longa, e pra quem não tem prática, os músculos cansam rápido!

E sabe oque eu gosto mesmo de esquiar? A vista!!

Como eu não sei esquiar direito e desço a montanha super devagarzinho, tenho toooodo tempo do mundo pra ir curtindo a vista, paro pra tirar fotos, vídeos, etc…

E a cidadezinha de Keystone também é super fofa!

O engraçado é que eu já conhecia Keystone, pois foi um dos primeiros lugares onde fomos passear na primeira vez que fui a Denver com o Aaron (estávamos namorando a poucos meses!) – mas fomos no auge do verão, e realmente o lugar se transforma no inverno!

Almoçamos no mesmo lugar onde comemos a 7 anos atrás, no bar/pub “Kickapoo Tavern“, e no dia seguinte almoçamos aproveitando o sol pós-pista na varanda do bar “9280” (eles tem uns aquecedores externos nas varandas dos restaurantes).

E você também pode alugar/comprar todo seu equipamento de esqui lá mesmo, assim como os passes das gôndolas (ski lift pass) – nós tínhamos nossas roupas, capacetes e tal, mas alugamos as botas e esquis na loja “Door 2 Door Ski & Snowboard Rental“.

E funciona no mesmo esquema que nos Alpes: você preenche um questionário com algumas informações (tipo peso, altura, experiência em esqui ou snowboard etc) e eles te ajudam com o tipo de bota e esqui ideal pra você. Depois medem tudo, testam e ajustam perfeitamente (botas e esquis.snowboards não é o tipo de coisa que dá pra pegar emprestado, a não ser que vocie saiba fazer todos esses ajustes…).

O aluguel de equipamento (assim como o ski pass) foi mais caro em Keystone do que A-Basin, mas ainda assim mais barato do que Vail e Aspen!

E lá mesmo na loja você pode também organizar aulas de esqui, caso queria/precise de uma ajuda profissional (altamente recomendado!!). Não é preciso reservar com antecedência, mas como as aulas começam de manhã bem cedinho, é melhor marcar seu lugar uns dias antes pela internet (no site do resort tem todas as informações e preços atualizados para a temporada corrente), só pra não ficar aquela correria antes da sua aula!

Durante a viagem, eu postei muitas fotos “ao vivo” direto do Colorado, e muitos leitores me perguntaram se foi difícil aprender e tal, e pra falar a verdade não foi.

Ainda tenho que praticar demaaaaais antes de me considerar “boa” nos esquis (minha primeira vez foi nos Alpes com o Aaron como instrutor!), mas realmente “ficar de pé” não é difícil se você tiver um bom condicionamento e já praticar alguns esportes (patinar no gelo, por exemplo, ajuda bastante no equilíbrio sobre gelo!), mas realmente aperfeiçoar a técnica é bem difícil!

Mas pra mim o mais complicado mesmo é driblar o medo de altura! Porque por mais que eu consiga me equilibrar nos esquis numa boa, saiba parar, virar, desacelerar etc, é o medo do penhasco que me apavora!!

Então se deus quiser ano que vem teremos mais uma temporada de esqui pra continuar treinando bastante!

 

Categorias: Colorado, USA
6
13
May
2013
Brasil ao vivo!!
Escrito por Adriana Miller

Já vou começar o post pedindo desculpas… O blog anda abandonadíssimo, mas minha desculpa é boa: estou no Brasil!!!

As ferias de 3 semanas esta quase chegando ao fim, mas foi bom demais!! Muito lindo ver minha família inteira babando e curtindo demais a Isabella, e ela esta se saindo uma ótima Brasileirinha, totalmente no ritmo! :-)

A viagem com ela foi super tranqüila (ja ja posto minhas dicas e observações sobre viajar com bebes – afinal ja foram 3 vôos transatlânticos em seus 4 meses de vida!), e o mais legal foi a coincidência de que o dia que cheguei com ela no Brasil foi exatamente 9 anos depois que me mudei do Brasil… Cabalístico, nao?

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E logo que chegamos juntamos a família e amigos pra batizar a Isabella: a cerimônia foi na Igreja Zaccarias, colégio onde minha Mae estudou e conheceu meu pai, e onde eles se casaram, 35 anos atras!

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E logo depois juntamos a família toda no clube – onde a Isabella foi passando de mão em mão por todos os tios, tias, primos, primas e afins! – para uma tarde perfeita de comemorações!

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E todas essas semanas tem sido no mesmo ritmo!
Muitos passeios a beira mar…

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E cada por do sol de cair o queixo!!

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Dessa vez nao temos turistado muito, já que o Aaron ja conhece bem a cidade e entao aproveitamos pra viver uma vida beeeeem Carioca, o que acabou virando uma vela de uma sem- vergonhice gastronômica!!

Variando de churrascaria cartão postal…

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A moqueca na beira do Arpoador….

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Galeto Português no Largo do Machado com a Bisa…

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Churrascada com os amigos (comemorando a multiplicação da espécie!)…

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Entre mais uma centena de outras comilanças!

Também reunimos a família muitas vezes!

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Mas pra nao dizer que não rolou “ferias” nessa viagem, tambem aproveitamos o sol e as temperaturas amenas pra curtir a praia no Rio:

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Cruzamos a Ponte pra tirar fotos em Niterói:

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E também demos uma esticadinha ate Búzios!!

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Agora o Aaron ja voltou pra Londres e eu ainda fico no Brasil com a Bella mais alguns dias…

E claro nao posso esquecer de mencionar que meu primeiro dia das mães foi hoje, aqui no Rio com minha Mae e minha avó – promovidas a avó e Bisavó da Isabella!!

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O blog tem ficado mesmo abandonado, mas como ja mencionei em outros posts, o Instagram (@DriMiller) esta bombando diariamente!! (E o Twitter e Facebook tambem!) – entao segue lá!!

Categorias: Brasil, Pessoal, Viagens, Viajando com crianças
24
23
Apr
2013
A-Basin: A “praia” da neve!
Escrito por Adriana Miller

Pro pessoal que mora no Colorado, ir pras montanhas tem o mesmo significado que a praia tem para os Cariocas.

Então quando uns amigos do Aaron nos convidaram pra uma festa na “praia” eu fiquei curiosíssima!

A-Basin (Arapahoe Basin) é uma estação de esqui minúscula, bem pertinho de Denver (cerca de 1,5 horas de carro), então super popular com o pessoal local, que vão muito pra lá passar o dia esquiando e voltam pra casa no fim do dia.

E é mais ou menos isso mesmo, já que A-Basin não tem muita coisa além das pistas – não faz parte de um “vilarejo” nem cidadezinha fofa tao típica das estações de esqui. Por lá você vê apenas as pistas, as gôndolas, uma barzinho e pronto.

Então porque A-Basin faz tanto sucesso? A “Praia”!

As pistas de esqui ficam posicionadas num vale, e acabam todas mais ou menos no mesmo local, na base da montanha, criando um espaço plano e enorme – coberto de neve.

As pistas de esqui vão se estendendo até o estacionamento, então o pessoal já desce de esquis direto pra essa area plana, e vão se aglomenrando.

E como no Colorado o tempo esta sempre bom e ensolarado, é uma delicia descer a montanha e descansar as pernas sentados no sol – e assim se espalhou a fama da praia!

Então nossa festinha foi assim mesmo – uns amigos madrugaram pra chegar lá bem cedo e guardar um bom lugar na praia, bem na boca das pistas (o pessoal disputa o centímetro quadrado da praia a tapa!), muitas cadeiras de praia – com direito a cooler cheio de bebidas, churrasqueira e afins.

Móóór farofa, mas gente que divertido!!

E tá todo mundo lá naquele mesmo clima, dividindo os barris de cerveja, guardando os skis e snowboards dos outros e crianças brincando juntas (A-Basis tem uma escolinha de esqui bem famosa, então muita gente que mora no Colorado levam os filhos pequenos  – podem começar a aprender a esquiar com 3 anos! – pra aprender a esquiar por lá!

Muitas festas de aniversário, grupos de amigos, festas a fantasia, etc. Um clima sensacional!

Eu adorei a experiência!!

Quando fomos esquiar nos Alpes, uma das minhas partes preferidas da experiência foi justamente o Aprés-Ski, que não é tãããão comum nos EUA, então a “praia” de A-Basin foi como um aprés-ski que dura o dia todo!

É só subir a montanha, descer esquiando direto pra praia, comer um pouco, beber um pouco… depois voltar pro lift e recomeçar tudo de novo!

(E olha, ótima opção pra quem quer aprender a esquiar mas sem enfrentar as pistas lotadas – e caras – dos resorta tradicionais do Colorado!)

 

Categorias: Colorado, USA, Viagens
16
21
Apr
2013
Motorista e Guia Brasileiro em Londres
Escrito por Adriana Miller

Há umas semana atrás recebi uma proposta de parceria e fiquei intrigada – uma empresa de guias e translados Brasileiros em Londres, a TAM Transfer London.

Essa é uma pergunta que recebo com muita frequência, mas infelizmente nunca tinha ninguém pra indicar.

Eu geralmente gosto de viajar de forma mais independente, mas volta e meia nao tem nada melhor que o conforto e a segurança de um motorista te esperando – principalmente quando viajando por um lugar desconhecido ou que não dominamos a língua muito bem.

Então troquei vários emails com o pessoal da Tam Transfer e gostei do estilo deles.

Mas como vocês sabem, aqui no blog eu só recomendo (e escrevo sobre) lugares e serviços que eu tenha testado e aprovado – e essa sem duvida seria minha prova de fogo!!

Então quando voltamos do Colorado (depois de um vôo noturno, muitas malas extras, bebe pequeno…) foi uma alivio ver o Fernando com uma plaquinha com meu nome nos esperando no desembarque do Heathrow!!

A Tam Transfer London tem uma frota com vários tipos e tamanhos diferentes de carros e vans, todos servidos por motoristas Brasileiros que moram a muitos anos em Londres.

Os carros são novíssimos e muito confortáveis – com água, chocolates e ate um iPad e wifi para que os passageiros possam aproveitar a viagem entre aeroporto-hotel (ou durante um tour ou passeio) para avisar a família que chegaram bem ou fazer confirmações de viagem de ultima hora.

A qualidade do serviço foi excelente – e basta dar uma olhadinha no site deles pra ver que não é atoa que eles já prestaram serviços pra inúmeras “personalidades” Brasileiras de passagem por Londres!!

Funciona assim: voce entra em contato com eles pelo email tamtourslondres@gmail.com (sempre por email – esse é seu recibo e o controle de qualidade deles), confirma seu vôo ou qual passeio quer fazer, hotel ou endereço final e eles estarão lá te esperando!
E ainda confirmam seu vôo e dão ate 90 minutos de prazo para eventuais atrasos (com um taxi ou mini cab normal qualquer atraso no seu vôo – ou na fila da imigração! – vai direto pro taxímetro!).

E além dos translados, eles também fazem city tour em Londres e passeios por todo Reino Unido, principalmente vários passeios nos arredores de Londres – que eu sempre recomendo, mas muita gente fica com receio de ir por conta própria com medo de se perder, não entender o Inglês Britânico e afins.

Entre alguns dos passeios mais comuns estão opções como:
- Castelo Windsor
- Hampton Court Palace
- Estúdio do Harry Potter
- Oxford

- Canbridge

- Dover Cliff

- Castelo Leeds

Entre outros, além da possibilidade de fazer seu próprio roteiro!!

A tabela de preço é ótima, e quando comparados com os custos de viajar de trem ou taxi pela Inglaterra eles sao ate barateiros (principalmente pra quem vier em grupo!)!

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E para grupos de 3-4 pessoas ou mais (uma familia, por exemplo), sai bem mais barato fazer um transfer do aeroporto com eles do que comprar 4 passagens de trem e mais 4 passagens de metro! (sem contar o conforto, não ter que carregar malas pelas estações e afins…)

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Uma segurança a mais é que além de acertar tudo por emails (tamtourslondres@gmail.com ) voce tem a opção de pagar ainda no Brasil (pro pessoal que gosta de já ir se livrando doa custos da viagem antes mesmo de embarcar) ou direto pro motorista, já aqui na Inglaterra – em dinheiro (Libras Esterlinas) ou com cartão (basta avisar antes e o motorista leva uma maquininha de cartão no carro). Ou seja, se preferir você só paga depois que o serviço já estiver feito (isso é bom pra quem tem receio de reservar/pagar coisas pela internet e levar calote!).

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Pra entrar em contato com eles mande um e-mail para tamtourslondres@gmail.com e o Fernando Tavares, ou um de seus sócios darão todas as informações necessárias!

 

P.S.: A Tam Transfer London é o novo parceiro do blog, mas esse post não é um publipost – as opiniões e recomendações são minhas, e por ter testado e aprovado o serviço da empresa, aceitei a parceria :-)

tamtourslondres@gmail.com

 

Categorias: Aeroportos, Conhecendo Londres, Dicas Uteis, Inglaterra, Transporte, Viagens
35
19
Apr
2013
Chá da Tarde: Cocomaya
Escrito por Adriana Miller

Nao é segredo pra ninguém que lê esse blog, que “chá da tarde” é um dos meus programas preferidos em Londres – e é sempre uma delicia conhecer novos lugares que fogem dos óbvios (e muitas vezes formais demais) hotéis.

Entao depois de tanto ouvir a Marina falar do Cocomaya, finalmente marcamos um chá com as amigas Brasileiras pra conhecer a filial de Knightsbridge!

O lugar é bem pequenininho e intimista, com uma decoração meio “casa da avó” (se sua avó for super style!), e ja na entrada voce fica cega com os pães, docinhos e Cupcakes!!!

E foi um dos melhores chás que tomei!!


Todos os sanduíches super diferentes (e mais interessantes que os “pão-de-forma” tradicional) e os bolinhos… Ah! Os bolinhos!!

O brownie de chocolate, bolo de limão siciliana com semente de papoula, banana com nozes… E os mini merengues, mini torta de limão e mini trata de chocolate branco!!!

Ainda bem que com aquele grupo a gente fala mais que come, se nao tinha saído briga!

Uma pergunta que sempre recebo é: e se eu nao gostar de chá?
Nao tem problema!! Voce pode pedir café, chocolate quente, suco ou oque quiser – como deu pra ver, o chá propriamente dito é apenas um pretexto!!

O Cocomaya fica bem pertinho da Harrods e Harvey Nichols, entao é uma boa opção pós compras!
(E perfeito pra quem quer experiênciar um chá Inglês bem charmoso, mas nao quer trazer terno e gravata na mala!!)

Para mais endereços, clique AQUI (são 4 filiais em Londres – nós fomos na de Brompton Road)

 

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