25
Mar
2013
Guia Londres: O mais completo guia em lingua Portuguesa da capital Inglesa!
Escrito por Adriana Miller

Atenção! Atenção!!

É com muito orgulho que finalmente publico essa novidade aqui no blog: o “Guia Londres” com o selo Dri Everywhere de qualidade! :-)

guiaLondres

Afinal, já são quase 8 anos morando – e amando! – Londres, com mais de 400 posts publicados. Então você pode ter certeza: se esta procurando informações sobre Londres, elas estarão aqui!

Mas aí ao longo dos anos muitas informações foram se perdendo num emaranhado de posts e categorias, e volta e meia recebia algumas perguntas e pensava com meus botões ” já fiz um post sobre isso” – mas na hora de responder, muitas vezes nem eu mesma conseguia achar tal post.

Então estava mais que na hora de colocar ordem na casa e cria uma página exclusiva e dedicada a Londres – com novas categorias, sub categorias e mais organização!

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O GUIA esta dividido entre Roteiros, Transporte, Aeroportos, Hospedagem, Atrações Turísticas, Museus e Galerias, Musicais e Teatro, Eventos, Pubs e Restaurantes, Bares e Baladas, Chá da Tarde, Spas e Salões de Beleza, Compras, Bairros, Mercados e Feiras, Parques e Jardins, Dicas Úteis e várias outras!

E cada uma dessas áreas esta subdividida em várias outras categorias – então se você estiver procurando um restaurante Indiano, ou uma manicure, ou onde comprar eletrônicos: está tudo lá, tintin por tintin!

Screen shot 2013-03-24 at 17.06.07

E o melhor?! Ainda tenho muitos outros posts prontinhos pra sair do forno, deixando o guia cada dia mais completo!

Então agora é com vocês: Sugestões, críticas, perguntas…?!

O que esta faltando? O que mais gostariam de ver e saber sobre Londres?

A página do Guia será interativa, com atualizações constantes, com novos posts e novas categorias sendo adicionadas a cada dia, e sempre com a certeza de que absolutamente tudo que foi postado por aqui foi testado e aprovado por mim! Um selo de qualidade que quem lê e conhece o blog confia!

Mas a maior novidade mesmo ainda está por vir!!

Em breve será lançado o Guia Londres na versão impressa e e-book!

Com muitas dicas práticas inéditas e um formato perfeito pra quem esta de malas prontas pra vir a Londres!!

Vocês sabem que eu adoro um guia de viagem e não embarco sem um livro a tiracolo – então criar meu próprio guia esta tendo um gostinho todo especial, e muito carinho, com todas as dicas indispensáveis pra quem quer conhecer Londres como a palma da sua mão!! E tudo isso com dicas e comentários que só quem mora aqui a tantos anos sabe!

E esse é justamente o diferencial: não é um guia traduzido, nem adaptado e muito menos genérico!

Aguardem e aproveitem!!

 

Categorias: Blog, Conhecendo Londres, Dicas Uteis, Inglaterra, Viagens
58
25
Mar
2013
Chá de bebê virtual: #TiasEverywhere
Escrito por Adriana Miller

Ha uns meses atrás, enquanto ainda estava grávida, eu recebi alguns e-mails de leitoras que gostariam de “agradecer” a ajuda que tiveram pelo blog, enviando alguns presentinhos pra Isabella.

chavirtual

Na época fiquei super sem graça – como faz pra aceitar presentes tão generosos de pessoas que você não conhece? Fiquei extremamente lisonjeada de ver que esse humilde blog alcança tanta gente no mundo todo – então agradeci a todas, mas não precisava.

Mal sabia eu que um movimento estava prestes a se desencadear nas caixas de comentários! Lideradas pela Tereza Stella (@terezastella) várias leitoras começaram a se comunicar entre si, trocar e-mails e comentários e conseguiram me convencer!

Criamos um grupo de e-mail com todas as participantes, ganhamos logotipo e tudo mais e eu dei dois endereços comerciais pras meninas (um no Brasil e um na Inglaterra).

E o susto quando uns dias depois começaram a chegar caixas e mais caixas de presentes vindos de todas as partes do mundo?!

Foi tamanha surpresa e felicidade que eu jamais conseguiria agradecer o carinho que eu, o Aaron e a Isabella recebemos!!

Trocamos muitos, muitos e-mails, e foi uma delícia conhecer um pouco mais de cada um(a), de onde são, o que fazem, como descobriram o blog e ha quanto tempo! Cada cartinha e cartão incríveis que eu recebi!

Então o combinado foi que eu abriria todos os presentes de uma vez só, depois que a Isabella já tivesse nascido, pra poder tirar muitas fotos, filmar tudo e conseguir de alguma maneira agradecer, pelo menos um pouquinho, o carinho que recebemos – e claro, já contar com a participação especial da #BabyEverywhere!

A interação e carinho entre as meninas foi tanto que acabou surgindo outra #tag, as “Tias Everywhere”, porque elas estão mesmo no mundo todo!!

Ganhamos muitas roupinhas lindas, conjunto de berço bordado e fraldinhas com o “Baby Everywhere”, muitos brinquedos e bichinhos, sapatinhos, livros e DVDs!!

Adorei que muitos presentes tinham um significado especial – uma feira de artesanato de alguma cidade do Brasil, uma bordadeira especial, o desenho de um pretzel típico Alemão, uma almofadinha com oração, um body da França, Melissa, Havaianas e muitos livrinhos em Português, com historinhas de personagens típicos Brasileiros (AMO a turma da Mônica! Tanto que minha irmã acabou se chamando Mônica por minha causa!), histórias do folclore, os DVDs da Galinha Pintadinha, musica Brasileira pra crianças, etc, etc, etc

Tanta coisa que vocês nem podem imaginar!!

As cartinhas e cartões estão todas guardadas numa caixa especial no quarto da Bella – um dia ela vai poder ler e reler todas as cartas e conhecer um pouco mais sobre todas as Tias que ela tem Everywhere!!

Então mais uma vez, muito, muito obrigada por todo carinho – do fundo do nosso coração!

DriBella

Adriana & Isabella

 

Categorias: Baby Everywhere, Blog, Gravidez, Isabella
24
24
Mar
2013
Nice: Comptoir du Marche
Escrito por Adriana Miller

Como contei no post sobre Nice, nós fomos num restaurante muito bom na Vieux Nice (cidade antiga de Nice) numa de nossas noites na cidade – foi tão bom, que mereceu um post especial!

O Comptoir de Marché fica escondidinho numa rua da cidade antiga, que se não estivéssemos seguindo um amigo “local” teria sido difícil de encontrar – e talvez isso faça mesmo que o restaurante tenha um gostinho mais de “achado”!

O restaurante é, logicamente, de culinária Francesa, mas não tem nada a ver com aquele estilo frescurite-máxima-porção-minima típica da culinária Francesa. A especialidade deles é a comida caseira tradicional da região sul da Provence, com uma mistura de comida da avó, num estilo meio caipira, mas cheia de flair Francês.

Eles não tem um menu fixo, já que cada dia o menu é diferente, de acordo com a época do ano e os ingredientes disponíveis. E a medida que a noite vai passando e os ingredientes vão acabando, os pratos vnao sendo cortados do quadro negro onde as opções do dia são expostos.

Então a garçonete traz o quadro negro na sua mesa e vai explicando prato a prato os especiais da noite.

Além disso o restaurante em si é uma delicia! Bem pequeno e aconchegante, com uma decoração toda “vintage”, sendo que muitas das peças expostas são originais da estrutura da casa, que (se entendi bem) foi um frigorífico nos anos 50.

De lá, aproveitamos a localização central pra dar uma esticadinha num dos bares do Marche des Fleurs!

 

Categorias: França, Nice, Viagens
3
22
Mar
2013
Cote D’Azur: St Tropez
Escrito por Adriana Miller

Sem a menor sombra de dúvidas, Saint Tropez foi o ponto alto da viagem pra Côte D’Azur, e praticamente o motivo que nos levou até lá!

E nem preciso dizer que definitivamente não fomos pra lá pra fazer turismo cultural!

Então chegamos na cidade de barco e apesar de termos dado uma passadinha pra conhecer o porto antigo da cidade (Vieux Port), seguimos direto pra praia Pampelonne – onde nosso barco ficou ancorado enquanto almoçamos na Nikki Beach e depois curtimos a praia no Club 55.

Mas antes de falar sobre os Beach Clubs de St Tropez, vale a pena mencionar que a dinâmica da cidade é bem diferente de Cannes e Nice, por exemplo, já que St Tropez não tem uma “orla”, ou seja, a cidade não beira a praia (a praia esta a 6 km de distãncia da cidade antiga), o que faz com que conciliar um dia na praia com uns passeios pela cidade sejam bem difíceis.

As estradas que conectam as duas partes da cidade são estreitas e ultra congestionadas. Então o pessoal que vai pra St Tropez pra ficar uns dias acaba tendo que escolher o foco: praia ou turismo.

Já que vai pra lá só pra passar o dia, acaba tendo que escolher um ou outro – quem chega de barco vai direto pra praia e os beach clubs. Quem vem em tours, ônibus ou carro acaba ficando apenas pelo centro histórico.

Então quando chegamos, um bote da Nikki Beach veio nos buscar na nossa lancha e nos encaminharam direto pra nossa mesa – bem ao lado da piscina, embaixo da pérgula porque o sol estava de matar!

Nikki Beach foi exatamente como imagineu, e correspondeu exatamente as nossas expectativas – um clima delicioso, entre as poltronas, lounges e parasóis todos branquissimos, as pérgulas floridas e um serviço impecável.

Ok, que rola um certo esnobismo generalizado, mas nem tem como evitar – é muita grana circulando e muita gente querendo aparecer,ver e ser visto.

Um detalhe que vale a pena mencionar é que Nikki Beach não fica na beira da praia, e portanto não tem acesso direto ao mar.

Você pode alugar as cadeiras assim mesmo e ficar pegando sol por lá. Em vez do mar, rola um piscina, com um barzinho do lado e um DJ animando o ambiente.

A comida também estava ótima e aproveitamos pra provar a torta típica de St Tropez, a (deliciosa!) “tarte tropézienne”.

Para o resto da tarde preferimos aproveitar pra curtir a praia e conhecer outro club, então fomos para o Club 55, onde se pode alugar cadeiras para o dia todo, ou parte do dia.

Uma dica imprescindível, em todas as praias da Côte D’Azur, mas principalmente em St Tropez é fazer reserva nos clubs com bastante antecedência, principalmente quem for no auge do verão, como foi o nosso caso.

Em último caso, St Tropez também tem um seção da praia que é pública, e foi sem dúvida a melhor de todas as cidades pelas quais passamos. Pra começar que lá a areia é areia de verdade, então você consegue ficar confortável, mesmo se só tiver uma canga pra sentar.

Mas aí o problema é outro – como a praia não beira a cidade, estando na praia pública você acaba ficando sem opções se quiser comer ou beber alguma coisa – já que os únicos bares de restaurantes na praia sao os beach clubs…

Quando o sol começou a descer, voltamos pra nossa lancha e fomos em direção as ilhas Lérins, assistir o sol se por!

 

Categorias: França, St Tropez, Viagens
12
21
Mar
2013
Navegando na Cote D’Azur: Aluguel de barcos
Escrito por Adriana Miller

Que viajar pela Côte D’Azur é uma delícia e sonho turístico de muita gente, isso ninguém duvida. Já planejar uma viagem pela região passa a não ser tão fácil quando começamos a nos dar conta da logística da coisa.

Afinal, olhando no mapa da região, as cidades são todas bem pertinho umas das outras, relativamente pequenas e de visitação rápida. Então a tentação é sempre a mesma: tentar concentrar o maior número de cidadezinhas possíveis num espaço curto de tempo.

Porém, algumas das cidades mais cobiçadas se tornaram o que são, justamente por serem de difícil acesso, mantendo assim um nível de exclusividade e evitando a lotação do turismo de massa.

Um exemplo clássico é Saint Tropez e algumas das ilhas da Côte D’Azur.

Se você não estiver hospedada lá na cidade, chegar e sair de lá significa alugar carro e passar horas no trânsito, ou ter que enfrentar baldeações de trem mais conexões de ônibus entre Nice/Cannes e outras cidades vizinhas e afins – comprometendo boa pate do seu dia.

Outra opção inclui alguns dos ferries disponíveis na região, como por exemplo o serviços regulares (durante o verão apenas) da Trans Côte D’Azur. Aí o problema passa a ser o tempo disponível em cada lugar, já que esses ferries tem mais a função de transporte entre ponto A e B do que tours turisticos.

A solução? Alugue seu próprio barco!

As opções são infinitas, mas o problema é sempre o mesmo: preço!

Afinal a Côte D’Azur não é exatamente conhecida por ser uma pechincha, e a maioria do público alvo que aluga barcos esta a procura de iates com muitas dezenas de pés – o que não era exatamente nosso objetivo!

Então depois de muita pesquisa, e indicação de alguns amigos que conhecem bem a região, achamos a “Locarama“, baseada em Cannes e que também oferecem a opção de aluguel de barcos por períodos curtos ou aluguel diário.

Então escolhemos qual o barco queríamos para o dia, qual roteiro queríamos fazer, se queríamos um “motorista” Skipper ou não (se você tem licença para dirigir barcos, o skipper não é obrigatório), quando queríamos sair e quando voltar.

Nosso Skipper, Bruno, era uma figura e entrou totalmente no clima da despedida de solteira! Sabia exatamente onde parar ao longo do caminho, e os melhores lugares pra tirar fotos!

Todas as conversas foram por e-mail (eles falam Inglês super bem), pagamos o depósito on line, e no dia acertamos as contas e pagamos o resto, direto no escritório deles no porto de Cannes.

Não vou dizer que alugar uma lancha o dia todo foi a parte mais barata da viagem, porque obviamente não foi, mas como estavámos com um grupo grande (7 meninas) e era uma viagem especial (uma despedida de solteira), quando colocamos o custo das outras opções na ponta do lápis, a diferença não ficou tão escandalosa, então decidimos que essa realmente seria nossa melhor opção!

Então o roteiro que fizemos foi saindo de Cannes (como estvámos hospedadas em Nice seria fácil – e mais rápido – chegar ao porto de Cannes pela manhã do que fazer o mesmo trajeto de barco e desperdiçar horas preciosas do nosso dia), e por recomendação do nosso skipper fomos direto pra Saint Tropez, pra aproveitar a maré, e fazendo algumas paradas pelo caminho para ir refrescando!

Foi uma delícia!!

Tínhamos reserva pra almoçar em St Tropez, mas como sabíamos que íamos passar bastante tempo no barco também, aproveitamos as barraquinhas de frutas e as lojinhas de Cannes pra abastecer o barco com frutas, agua, sucos e champagne e vinho (local da Provênce, bien sur!).

E olha, chegar em Saint Tropez de barco é uma experiência indescritível por si só!

Como tínhamos reserva pra almoçar no Nikki Beach, nosso skipper ligou pra lá ainda no barco, e o restaurante mandou um barquinho pra nos buscar na nossa lancha e nos levar direto pra praia – e a mesma cosia na volta!

Mas por outro lado, é engraçado como não importa o quão legal (ou grande, ou caro, ou imponente) seja seu barco, na Côte D’Azur sempre vai ter alguém com um barco maior, mais poderoso, mais cheio de acessórios! Que lugar incrível!

Na volta, paramos nas ilhas “Illes de Lérin” para ver o sol descendo e curtir mais um mergulho – que é outra parte paradisíaca da região pouquíssimo explorada, já que só se chega lá de barco (e se não me engano não é possível se hospedar por lá, a não ser em barcos).

E nem precisa dizer que essa foi a melhor parte da viagem, né? Valeu cada centavo e cada sacolejada que levamos do Mediterrâneo! Com certeza absoluta a melhor maneira de explorar a Côte D’Azur!

 

 

Categorias: Cannes, França, Nice, St Tropez, Viagens
8
19
Mar
2013
Cote D’Azur: Nice
Escrito por Adriana Miller

Nice foi a cidade base durante o fim de semana que passei na Côte D’Azur, mas como todas já conhecíamos a cidade de outras viagens, acabamos não passando muito tempo por lá, e aproveitamos pra conhecer melhor outras cidades da região.

Mas ainda assim, entre uma manhã aqui, uma noite ali, acabamos andando bastante pela cidade, e como estávamos hospedadas na casa de uns amigos, eles sabiam exatamente onde nos levar.

Então, entre algumas das cosias que fizemos por lá, essas são as dicas que eu acho que valem a pena serem destacadas:

Promenada des Anglais: Essa é a “orla” de Nice – uma praia que se prolonga por quilômetros e mais quilômetros, rodeada de prédios imponentes, com o Mediterrâneo de um lado e os Alpes de outro.

Não perca o “Le Negresco” um dos prédios mais tradicionais da cidade, construído em 1913. Não satisfeito em ser o maior hotel da cidade, e praticamente um símbolo de Nice, ele ainda tem traços de arquitetura histórica, como a estrutura de aço no teto do salão principal, construída por Gustaf Eiffel!

Bem enfrente ao hotel Negresco estão os Beach Clubs Neptune (clássico e mais sóbrio) e o Hi Beach (mais jovem e trendy).

 

Beach Clubs: Nós ficamos no “Hi Beach”, que fica bem em frente ao hotel Negresco, e praticamente no meio da praia de Nice.

Apesar de que a praia de Nice não estar entre as melhores da Côte D’Azur, nós adoramos passar uma tarde no Hi Beach – acho que justamente porque foi lá!

Infelizmente Nice já não tem o glamour de Cannes nem a modinha de St Tropez – e pra piorar, a “areia” de pedrinhas não ajuda em nada!

Então o Hi Beach foi um oásis! Um decoração linda em azul e branco, bem clean, mas super aconchegante ao mesmo tempo.

Lá você pode alugar as cadeiras de praia e também cabanas com cadeiras e mesas, ou então apenas mesas no bar/restaurante.

Nós ficamos algumas horas nas chaise da praia pra curtir o sol e dar uns mergulhos, mas depois nos mudamos pra uma das cabanas pra almoçar.

Que aliais, merece ser mencionado, porque o Hi Beach tem um ótimo menu de praia, com muito frutos do mar, saladas incríveis e uma boa seleção de sushis!

Nice também tem areas de praia Publica, assim como Cannes, mas do que nunca achei que pagar por um beach club imprescindível!

Se a area das praias no Mediterrâneo já não são lá essas coisas, em Nice então, é pior ainda – a praia não tem areia mesmo, sendo pura pedra. Então pelo menos nas areas particulares ficamos mais confortáveis, sentados nas chaises e com passadeiras que protegem seus pés no caminha da agua!

Mas por outro lado, as areas abertas e publicas são maiores e mais bem sinalizadas do que em Cannes por exemplo, então pra quem não estiver na cidade pra fazer praia exclusivamente, de repente a praia publica é uma boa pedida.

 

Place Masséna & Fontaine du Soleil: Essa praça, que é a maior de Nice pode parecer bem moderna hoje em dia, mas ela data de 1832, quando a região de Nice ainda estava sob o poder do Rei da Sardinia-Piemonte, que queria expandir a cidade entre o mar, a cidade antiga medieval e o River Paillon.

Alguns séculos depois, em 2007 a praça foi restaurada ao que vemos hoje, com seu piso preto e branco e as esculturas esdrúxulas de Jaume Plensa.

Seja lá quais forem suas intenções turísticas em Nice, é praticamente impossível não passar pela Place Masséna, que é praticamente o coração da cidade!

 

Vieux Nice:Ao Leste da Place Masséna se expande a cidade antiga de Nice, com seu emaranhado de ruelas, praças e igrejas. O plano “urbano” da cidade antiga (ou a falta dele) deve-se ao crescimento da cidade nos pés da colina do castelo, que no século 13 e 14 foi crescendo pra fora das muralhas do castelo e se transformando na “cidade baixa” (Ville Basse).

Com o crescimento continuo da região, aos poucos a cidade foi se expandindo ainda mais, desenvolvendo uma nova area nos séculos 17 e 18, a cidade alta (Haute Ville), criando a necessidade de novos mercados, praças e igrejas que vemos até hoje.

Confesso que essa foi a parte que menos exploramos nessa viagem – o clima foi total verão-badalação e deixamos os passeios turísticos mais culturais pra lá. Mas fomos no centrinho histórico algumas vezes pra comer e sair, que depois dou mais dicas.

 

Marché aux fleurs:Seguindo mais a fundo na cidade antiga, chegamos na Place Gautier e o Cours Saleyva, também conhecido como Mercado das Flores.

Durante o dia essa pracinha (ao longo do Cours Saleyva) é super simpática, com lojinhas, cafés com suas mesinhas nas calçadas e familias passeando entre os jardins floridos.

Mas é a noite que a area se transforma! Ali estão os barzinhos mais animados da cidade, e as calçadas ficam absolutamente tomadas pelas mesinhas dos bares, restaurantes, bandas e muita gente passeando – é um lugar pra ver e ser visto!

Comemos numa restaurante típico Provençal por lá, que é tão bom que vai ganhar um post exclusivo!

 

Brunch (ou… Pettit Dejouner): E por falar em Marché aux Fleurs durante o dia, um dos meus programas preferidos foi tomar um brunch na pracinha no domingo de manha!

Eu AMO café da manhã (e brunch nada mais é que uma versão mais incrementada da minha refeição preferida!) – e ai somamos o café e a Patisserie Francesa, com frutas e sucos no vernao no sul da Europa e não tem pra mais ninguém!

Escolhemos o Le Pain Quitidien, que é uma rede de restaurantes/patisseries Belga (com filiais no mundo todo, incluindo Londres e São Paulo!) pois as mesinhas do lado de fora estavam irresistíveis!

Um programa perfeito pré-praia!

 

As dicas práticas:

Transporte: Nice tem um aeroporto relativamente grande, que serve toda região da Côte D’Azur, com voos frequentes vindos de várias partes da Europa. Saindo de Londres, tanto a British Airways quanto a EasyJet tem voos diretos pra Nice.

Chegando e saindo: Chegar no centro de Nice a partir do aeroporto é super fácil e bem barato – com um serviço especial de ônibus que sai do aerporto e cruza toda a Promenade des Anglais, oque é quase certeza absoluta de passar perto de seu hotel. Outra opção são os táxis, relativamente baratos (principalmente quando em grupo) já que as distâncias em Nice snao bem curtas.

Pra quem vem de outras regiões da França de trem, a estação de trem de Nice também é super central, bem no meio da cidade nova, ali pelos lados da Place Messéna. E é apartir dessa estação também que se pode pergar trens para explorar a região, com serviços diretos para Mônaco e Cannes, por exemplo.

Hospedagem: Dessa vez nós ficamos hospedadas no apartamento de uns amigos, bem ali atrás do Palais de la Mediterranée, que é uma localização perfeita, e acabou sendo a situação idal pra uma viagem em grupo.

Mas da ultima vez que estive na cidade, com outra amiga, nós ficamos hospedadas no Le Meridien, que é outra localização excelente, na esquina da Promenade des Anglais e a praça Jardin Albert 1er (que é o caminho para a Place Masséna e a cidade antiga).

O hotel está precisando de uma reforma urgente, mas ainda assim não desaponta, sendo uma opção muito boa tanto pra quem vai pra Nice pra curtir praia e explorar a região (já que fica tão pertinho da estação de trem), quanto pra quem quer ficar na cidade e turistar de verdade (já que esta a poucos metros da praia, da cidade antiga, da cidade nova e comércio, etc).

 

Categorias: França, Nice, Viagens
0
18
Mar
2013
Cote D’Azur: Cannes
Escrito por Adriana Miller

Quando se ouve falar em Cannes, qual a primeira coisa que nos vem a cabeça? Pra mim sempre foi o festival de cinema que acontece todo ano na cidade.

Mas depois de conhecer a cidade ano passado, em pleno verão Europeu essa imagem mudou! Cannes agora significa aguas cristalinas, beach clubs e muito sol! (e se eu não estivesse grávida na época, teria significado muito vinho Prôvence Rosé geladíssimo também!).

Cannes foi sem dúvida uma dos pontos altos do fim de semana prolongado que passei com umas amigas no sul da França ano passado, simbolizando tudo aquilo que imaginamos que a Côte D’Azur representa!

Como estávamos hospedadas em Nice, chegar e sair de Cannes foi super fácil, e optamos por pegar um trem – rápido (cerca de 30 mins), com serviços regulares e bem barato (cerca de 6€ ida e volta por pessoa), saindo bem do centro de Nice e te deixando bem no centro de Cannes.

Cannes é um cidade bem agradável, muito parecida com Nice, tendo aquele estilo e arquitetura típica da região, com prédios imponentes, que dão imediatamente aquela vontade de voltar no tempo e imaginar como era a região no auge dos anos 50.

Então depois de parar pra almoçar num bistrô, fomos direto pra Cannes Plage!

Nós tínhamos feito reserva na praia em frente ao hotel Carlton, (no Beach Club “C Beach”) que é um dos mais tradicionais de Cannes (ele é o hotel “oficial” do festival de cinema, e foi lá que a Grace Kelly e o Principe Ranier se conheceram em 1955!). É imprescindível fazer reserva nos beach clubs pra quem vai pra lá no verão e pretende pegar praia, pois a praia em Cannes (e de forma geral, na região da Cote D’Azur toda!) é praticamente toda particular então se você pretende sentar na areia, tem que pagar.

Os alugueis podem ser feitos para o dia todo ou apenas meio dia, e sim, o preço é salgado, principalmente para Brasileiros que estão acostumados a encarar praia como um programa grátis e democrático. Pode parecer loucura a ideia de tr que pagar 40€ apenas pra sentar na areia, mas quem esta na chuva é pra se molhar!

Sim, existem seções da praia que são publicas, mas são consideradas as piores partes (geralmente com a areia mais estreita, ou cheias de pedras e tal), e sinceramente? A experiência do beach club é oque faz da experiência “praia” no sul da França ser tão diferente – porque convenhamos, a praia por si só deixa a desejar (com aquela “areia” grossa de pedregulhos…).

Nos beach clubs além de uma cadeira de praia super confortável, você anda vai ter toalhas pra se enxugar, banheiros e chuveiros, bares e restaurantes. E se você não quiser, nem precisa sair de sua cadeira pra nada – garçons e garconettes estão sempre circulando e te servindo, trocando sua tolha, ajustando o guarda sol, e o que mais você precisar pra ficar confortável! E claro, segurança – poder ir pra agua (cristalina, diga-se de passagem), deixando todos os seus pertences pra tras sem se preocupar.

Então acabamos curtindo tanto, mais tanto a praia que acabamos ficando por lá o dia todo (fomos as ultimas a sair!!) e desistimos de conhecer o resto da cidade…

Da praia víamos a cidade antiga de Cannes no alto da colina, e ficávamos naquela de “ok, só mais um mergulho e depois a gente vai passear um pouco”. Mas ne? Quem queríamos enganar?!

O máximo que fizemos, pós praia, foi passear – e babar – pela La Croissette e Rue d’Antibes, que são duas ruas paralelas a Cannes Plage e que são lotadas de bares, restaurantes, hotéis e muitas lojas.

Na La Croissette é onde estão os designers mais high end: pense em Chanel, Celine, Cartier e Christian Dior e afins. E tudo assim, um do lado do outro, intercalados por barzinhos badalados, bistrôs charmosos e hoteis 5 estrelas..

Já a Rue d’Antibes tem uma vibe mais cool e jovem, com muitas lojas boutique com designers conteporâneos e fora do comum.

E antes do nosso dia acabar, já a caminho da estação de trem passamos em frente ao Palais des Festivals et des Congrés, onde acontecem muito dos eventos do festival de cinema de Cannes.

 

Categorias: Cannes, França, Viagens
16
16
Mar
2013
The Book of Mormon – Em Londres!
Escrito por Adriana Miller

Depois de menos de 1 ano após sua abertura na Broadway em Nova Iorque, o musical “The Book of Mormon” já alcançou feitos e uma reputação estratosférica!

Além dos meses e mais meses de lotação esgotada em NY, o musical já ganhou o Tony de melhor musical, e até um Grammy de melhor trilha sonora, e a raridade de ter sua trilha sonora no Top 3 da Billboard!

Então qual seria o próximo passo? Sua estréia no West End Londrino, é claro!

Desde seu anúncio oficial em 2012 os ingressos já esgotaram com meses de antecedência – então quando um casal de amigos nos convidou pra assistir com eles (que milagrosamente conseguiram comprar ainda na pré-venda! A peça só estreiou aqui em Londres semana retrasada) nem pensamos duas vezes!

Eu fui sem saber muito bem sobre o que era o musical, ou sequer quem (ou oque) são os Mormons – mas não precisa! Tudo que eu sabia era que a peça foi escrita pelos criadores de “South Park”, e a música composta pela mesma equipe de Avenue Q – então a coisa seria boa!

A peça é uma sátira sobre a religião Mormon, mas que na verdade é uma sátira super inteligente sobre todas as religiões, relacionamentos humanos, política e sociedade (principalmente os Americanos). Então não é preciso saber nada sobre eles – mas atenção, um nível de Inglês excelente é imprescindível, já que a peça é um musical “conversado”, com um humor muito irônico e inteligente, então se você não conseguir entender bem a conversa e os diálogos, vai acabar perdendo toda a essência da peça.

E olha, não é atoa que o “Book of Mormon” está ganhando todos os prêmios teatrais do mundo e sendo aclamado por críticos como o melhor musical dos últimos tempos!

A peça conta a história dessa religião e seu surgimento nos EUA – e segue dois missionários que vão pra Uganda tentar catequisar novos fiéis.

A história é incrivelmente simples, mas tão bem escrita, e brilhantemente encenada – chorar de rir não consegue fazer jus ao quão engraçado é! A gente riu tanto, mas tanto, que volta e meia um de nós perdia a piada seguinte, pois ainda não tínhamos nos recuperado do ataque de riso da piada anterior!

Bem no nosso lado estava o David Cameron, o Primeiro Ministro da Inglaterra, com sua esposa (e cercado de seguranças por todos os lados!) – e seja qual for sua orientação política, não é todo dia que vemos o Primeiro Ministro Inglês enxugando lágrimas e batendo a mão nas pernas de tanto rir!!

Mas… como era de se esperar, e assim como quase tudo em Londres, o musical esta super esgotado! Nem sequer é possível comprar ingressos pra antes de Junho de 2013, então planejamento é preciso!

Quem já souber que está de passagem marcada pra Londres daqui ha uns meses, vai logo pro site já tentar comprar seus ingressos! (ingressos estão a venda no site do musical ou no TicketMaster, como já expliquei nesse post aqui).

Mas a dica mesmo é que dá pra ter esperanças de assistir o musical aqui em Londres, mesmo se você não conseguiu se planejar com tanta antecedência! Todos os dias rola uma “loteria” de 21 ingressos a 20£ direto na bilheteria do teatro (o “Prince of Wales” bem ali entre Piccadilly Circus e Leicester Square). A loteria abre todos os dias as 5:30 da tarde (mas eles recomendam chegar antes pra esperar na fila), aí você se inscreve e tem que ficar lá esperando os nomes serem sorteados. Apenas 1 ingresso é sorteado por pessoa (então estiver em grupo – ou familia – tem que inscrever e esperar todo mundo, sem garantia de que o grupo todo será sorteado), e os ingressos são sempre para a apresentação daquele mesmo dia.

É meio arriscado, mas não custa nada tentar!

The Book of Mormon London

Prince of Wales Theatre, Coventry Street, W1D 6AS

 

Categorias: Conhecendo Londres, Inglaterra, Teatro / Musicais
5
15
Mar
2013
Kensington Roof Gardens
Escrito por Adriana Miller

Já que estamos falando sobre Notting Hill e toda aquela area de Londres, eu não poderia deixar de falar sobre o Kensignton Roof Gardens – uma dica perfeita pra fechar qualquer passeio pela região! (principalmente no verão ou em dias de tempo bom!).

O Kensington Roof Gardens é isso aí que o nome já diz: um jardim no telhado (cobertura…) em Kensignton.

A cobertura do prédio que fica na Kensington High Street é propriedade do Sir Richard Brenson e faz parte do portfólio de luxo da Virgin Airways (que ele é dono). São mais de 6.000 metros quadrados de jardins, restaurantes, bares e até uma capela na cobertura do prédio, que é literalmente um oásis no centro de Londres – com direito até a flamingos nos laguinhos!

A principal área é o “Spanish Garden”, que é também a maior área da cobertura, com um paisagismo todo em estilo mediterrâneo, onde rolam altas badalações nos fins de semana e happy hour durante a semana.

Cada mesinha e gazebo é disputado a tapa nos dias de tempo bom e temperaturas agradáveis (pena que da última vez que fomos acabou caindo um temporal enquanto almoçávamos e o jardim ficou desértico!), com direto a música ao vivo (ou DJ depende do dia) e a vista da cidade inteira! No pôr do sol então…!!!

Mas mesmo se o tempo não estiver lá essas coisas, ainda vale a pena conhecer o lugar, e programar um almoço ou jantar no restaurante do “Roof”, o Babylon.

E motivo pelo qual disse que era uma boa dica pra fechar um passeio por aquela área de Londres (não só Notting Hill, mas também o Kensington Palace, o Hyde Park ou o Royal Albert Hall), principalmente para almoço, é porque eles tem um “menu” especial na hora do almoço (além de ser mais fácil de conseguir reserva do que a noite) que sai bem mais em conta do que o menu a la carte de jantar (aliais, essa é uma dica que já falei em outros posts, e uma ótima oportunidade pra conhecer os restaurantes badalados de Londres sem ir a falência!).

As opções de pratos são bem ecléticas e bem “internacional” que agrada a qualquer um, e num ambiente super delícia – e assim como o jardim no andar de cima, o Babylon também tem uma vista bem legal da cidade.

 Kensington Roof Gardens

99 Kensington High St, W8 5SA

 

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11
13
Mar
2013
A pé em Londres: um lugar chamado Notting Hill… (e os cenários do filme!)
Escrito por Adriana Miller

Quando a gente pensa em bairros de Londres, um dos primeiros nomes que vem a cabeça é Notting Hill – eu sei que é clichê, e já perdi a conta de quantos e-mails recebi de leitores de malas prontas pra Londres e que sonhavam em morar no Bairro.

O filme homônimo com a Julia Roberts definitivamente fez do bairro um dos mais famosos do mundo, mas Notting Hill vai muito além do Hugh Grant, e sem dúvida é um dos bairros mais charmosos da cidade!

Duas atrações são clássicas do bairro – a feira de antiguidade semanal “Portobello Market” e o carnaval caribenho que acontece todos os anos em Agosto “Notting Hill Carnival” – mas Noting Hill tem muito mais a oferecer!

Quem estiver em Londres num sabado de manhão não pode deixar de ir no Portobello Market – mesmo que você não goste de antiguidades e seja averso a multidão. O mercado é uma daquelas experiências tipicamente Londrinas, alem de servir como uma ótima desculpa pra fazer um tour pelo bairro.

Começando pela Portobello Road, logo ali depois da saída do metrô Notting Hill Gate – aliais, aproveita que vocie esta ali e passa da “Recipease“, uma loja de produtos de cozinha e culinária do Jamie Oliver, que é uma delicia! Além de vários ingredientes deliciosos, acessorios pra cozinha de babar e um café bem gostosinho na Sobreloja (perfeito para um Brunch pré mercado – mas tem que reservar!!), eles ainda dão várias aulas de culinária – é só escolher seu estilo culinário preferido e marcar seu horário.

Seguindo pela Pembridge Road, você vai passar por várias lojas de souvenir e roupas… “diferentes” (lembra um pouco as lojas de Camden Market), e é por ali que estão também as casinhas coloridas típicas do bairro, e nas ruas paralelas não deixe de espiar as ruas residenciais e suas casas Victorianas lindas.

Quando você chegar na Portobello Road, não tem erro – os turistas se multiplicam, e se for dia de mercado então…!

Logo logo as barraquinhas começam a aparecer, e sabado é o dia que é garantia de ver todas as lojas da rua aberta!

Algumas lojas que valem a pena conhecer são a “Alice” e a “Print and Map Shop”, que é minha preferida! (uma galeira inteira só de mapas – antigos e atuais!).

O mercado se estende por toda a rua, mas depois do cruzamento com a Westbourne Grove o mercado fica mais com cara de feira, com comidas, frutas e tal. Então você pode seguir seu passeio por lá mesmo e já aproveitar pra comer alguma coisa por lá, ou então trocar de ambiente e seguir pela Westbourne Grove, que apesar de já não ter mercado, tem algumas das lojas mais legais de Londres, com muitas multimarcas e designers conteporâneos, como “All Saints of Spitafields”, Maje, Sandro, The Kooples e afins.

Já a Notting Hill Bookshop (aquela do filme!) fica fora desse circuito, na 13 Blenheim Crescent (W11 2EE) – para os fãns do filme, vale a pena estender o passeio até lá.

E falando em filme, porque não conhecer outros cenários famosos do bairro?

Logo na saída do metrô de Notting Hill fica o Cinema Coronet, que é o prédio redondo do outro lado da rua – foi ali que Hugh Grant assistiu o filme em que Julia Roberts era a atriz principal.

E sabe as ruazinhas paralelas que mencionei ali em cima? Foi numa dessas ruas (no Rosmead Gardens) que a irmã de Hugh morava, e ele levou a Julia Roberts pra jantar com eles.

E já o personagem do Hugh Grant morava num flat ali na Westbourne Grove, em meio as várias lojas da rua.

 

 

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