17 May 2017
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TV EveryWhere: Um fim de semana na Holanda

Dicas de Viagens, Europa, Holanda, Keukenhof, T.V. EveryWhere, Zaanse Schans

Para quem não acompanha diretamente no canal do YouTube, aqui está o vídeo que fiz durante a nossa viagem à Holanda:

 

 

Créditos do vídeo:

Câmeras: Canon G7X e GoPro Hero4

O que vesti na viagem:

Meus óculos: http://fave.co/2q6urqQ

Baton: http://fave.co/2q3K1FS (cor “Spanish Pink”)

Blazer: http://fave.co/2q6Afk6
Jeans: http://fave.co/2q3QccO
Tênis: http://fave.co/2q6AJa0
Bolsa: http://uk.louisvuitton.com/eng-gb/products/pochette-metis-monogram-006115

 

Adriana Miller
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Adriana Miller
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16 May 2017
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Keunkenhof e os campos de flores no sul da Holanda

Dicas de Viagens, Europa, Holanda, Keukenhof

Todos os anos, no período entre Março e Maio, as imagens das tulipas Holandesas tomam conta das mídias sociais Europa à fora, e visitar a Holanda nessa época do ano estava na nossa lista de desejos à muito tempo; Na verdade a viagem entrou nos planos (com direito a passagem comprada e hotel reservado) ha dois anos, e de última hora, acabou tendo que ser cancelado, tanto em 2015 quanto 2016 – então confesso que dessa vez eu fiquei super nervosa achando que a viagem ia furar de novo até a última hora!

Keukenhof

Então a expectativa acabou sendo elevada a enésima potencia, e juro que estava com muito medo de ficar profundamente desapontada. Afinal qual a graça de um parque florido? Tudo bem que esse período é uma das experiências de viagem mais cobiçadas por viajantes mundo à fora, mas sei lá né? e se não fosse isso tudo?

Então eu tinha aquela imagem idílica de pedalar entre os campos floridos, o ventinho primaveril batendo no rosto… nas minhas fantasias rolava até sol! Veja bem, sol na Holanda, onde já se viu?!

E chegou o grande dia! Embarcamos sem complicações, o tempo abriu, e apesar dos pesares (o carro alugado atrasou, o Oliver teve uma fralda explosiva, perdeu os sapatos, a Bella fez malcriação e afins…) deu tudo certo!

E confesso que fiquei mesmo maravilhada! Foi uma experiência muito legal, e fiquei muito feliz de poder ter passado por isso com minha família!

Durante a viagem, postei tudo no Instagram e afins, e prometi deixar as dicas práticas por aqui, para quem quiser não só conhecer o parque Keukenhof, mas Também os campos floridos do Sul da Holanda.

 

KEUKENHOF:

Mas começando pelo princípio: o que é o Keukenhof?

Eles se auto intitulam o maior jardim florido da Europa, e não duvido que sejam! Pra mim, a melhor maneira de descrever o Keukenhof é que eles são um parque, tipo de diversões mesmo, dedicado às flores, e principalmente às Tulipas, que são as flores típicas e símbolos da Holanda.

E o que faz com que esse passeio e experiência seja tão cobiçado, é que a abertura do parque é 100% sazonal. Ou seja, toda a estrutura do parque só funciona durante cerca de 6 semanas a 2 meses por ano, durante a temporada das Tulipas na Holanda, que varia todos os anos, mas sempre acontece entre Março e Maio (em 2017 a temporada acaba dia 21 de Maio. A temporada do ano seguinte geralmente é anunciada em Outubro ou Novembro).

E como tudo que é temporal e que depende do clima em tempos de aquecimento global, vira um risco. E se o inverno for muito frio? Não for frio suficiente? Chover demais? Ou de menos? Então entre essas 8 semanas de funcionamento, ainda tem o fator risco de se visitar cedo demais, ou tarde demais na temporada…

Mas como o parque é fechado, a visita é mais ou menos garantida, pois eles conseguem controlar os canteiros e a exuberância das flores, mesmo se a mãe natureza não colaborar.

Para entrar é necessário comprar um ingresso, que pode ser comprado direto no site do Keukenhof, ou direto nos guichês, na entrada do parque.

Nós compramos nossos ingressos com antecedência, pois eu imaginei que no fim de semana (ainda mais com previsão de tempo bom) as filas iam ser grandes (e estavam!).

E lá dentro é enorme – além das milhões de flores espalhadas em canteiros semi-esculturais, eles também tem moinhos de vento, laguinhos onde é possível passear de barco, áreas de muito gramado, parquinho infantil, praça de alimentação, lojas e vários pavilhões com exposições especiais, flores raras (e mais restaurantes, mais lojinhas, etc).

A infraestrutura realmente é impressionante, e dá pra passar o dia todo lá dentro, fácil.

Mas na verdade, nosso objetivo era mesmo conhecer os campos de flores da região, e não necessariamente entrar no parque

 

Então como conhecer os campos de flores Holandesas:

Essa foi a pergunta que eu mais recebi, pois muita gente acha que essa imagem dos campos de flores a perder de vista fica dentro do Keukenhof, mas não estão, pelo contrário. É preciso alugar uma bicicleta (ou levar a sua) e sair explorando.

Então nós estacionamos nosso carro em Keukenhof, e fomos direto para a barraquinha do “Rent a Bike Van Dam“, que fica lá mesmo no estacionamento do Keukenhof, e não tem como confundir as fileiras de bicicletas laranjas!

Eu já tinha pesquisado no site deles on line, e diziam que não era preciso reservar com antecedência – mas por exemplo, nós queríamos ter alugado dois “Kid-car” (que são esses carrinhos para crianças que prendem na frente ou atrás da bicicleta), um para cada criança, mas eles só tinham 1 disponível.

Não chegou a ser um problema, pois a Bella já é grandinha e conseguiu sentar na cadeirinha na garupa sem problemas, mas se fossem dois bebês, ou se ela fosse mais nova, poderia ter estragado nossos planos. Então se você tem algum requerimento especial, faça uma reserva com antecedência.

Mas pois bem, alugamos tudo na hora, e o aluguel é pelo dia todo. Então independente de você quiser pedalar só rapidinho, ou passar o dia todo de cidadezinha em cidadezinha, o preço é o mesmo. Você paga um depósito e tem que apresentar alguma identificação, e pronto, a bicicleta é sua.

Eles te dão uma “aula” rapidinha de como usar as bicicletas deles, avisos sobre segurança (sua e da bicicleta) e horário de fechamento – aliais isso é uma coisa pra ficar de olho, pois o parque Keukenhof só fecha as 19:00 horas, mas a barraquinha das bikes fecha as 5, então cuidado pra não acabar o dia com a bicicleta encalhada com você!

E tem bicicletas para todos os gostos: as tradicionais, as tandem (para duas pessoas pedalarem juntas), algumas elétricas, e as opções de cestinhas, carrinhos para crianças etc.

Se você, como nós, pretende pedalar com um bebê de colo que ainda não senta firme o suficiente para sentar nas cadeirinhas de bicicleta, leve sua própria cadeirinha de carro, e cordas de segurança – sem isso, não teríamos conseguido levar o Oliver!

Os campos de flores ficam nos arredores de Keukenhof, entre Leiden e Lisse, e se estendem até Haarlen, já quase em Amsterdam, e se estendem por centenas de quilômetros – o quanto você vai conseguir ver, vai depender de sua disposição para pedalar.

E sim, tem que ser de bicicleta, pois os campos são mini fazendinhas, e não são acessíveis de carro. E você pode andar, mas não vai chegar muito longe.

Nós pegamos um mapinha dos campos direto com o atendente da barraquinha de bicicletas, e ele mesmo indiciou qual direção seguir para conseguir otimizar o passeio. Como nós fomos no inicio de Maio, e a temporada acaba no final de Maio, já tínhamos passado da metade da temporada, e muitas regiões já tinham sido colhidas – então não deixe de pedir à eles uma indicação de onde estão os campos mais bonitos naquele dia e de acordo com sua disponibilidade de tempo.

O mapinha é dividido em áreas, dependendo do grau de dificuldade, distância, e sua disposição de pedalar – quanto mais longe for, mais chances de ver campos lindos a perder de vista! Mas algumas áreas estavam à 50 quilômetros de distância!!

Definitivamente queríamos uma cosia mais fácil, não pretendíamos passar muito tempo pedalando – mas uma vez que entramos na região e achamos os campos, acabamos seguindo em frente, e mais e mais, e quando demos conta, já estávamos pedalando à mais de 3 horas sem parar!

Então não sei precisar exatamente onde estão os campos que vimos e fotografamos… simplesmente fomos seguindo as trilhas e ciclovias entre as cidadezinhas e campos, e parando de vez em quando para andar e tirar fotos.

Além disso, pode ser que ano que vem, os campos estejam completamente diferentes, então só mesmo estando lá e explorando com calma para achar novas fazendinhas de flores. Peça o mapinha atualizado e a indicação dos funcionários da barraquinha de bicicletas!

 

  • Keukenhof e os campos de flores na prática:

A Holanda é um país bem pequeno, então tudo é perto e de fácil acesso por lá.

Nós voamos direto para Amsterdam, alugamos um carro direto no aeroporto Schiphol e fomos dirigindo até Keukenhof, que leva menos de meio hora!

Também é possível pegar ônibus de translado, próprios do parque Keukenhof direto do aeroporto até a porta do parque. Para nós valeu mais a pena alugar um carro, pois não só saia praticamente pelo mesmo preço, ainda nos deu mais conforto e flexibilidade para viajar com duas crianças.

Quando colocamos tudo na ponta do lápis (translado até Keukenhof e volta, táxi – ou outro transporte – até o hotel, passeios no domingo etc) alugar um carro saiu bem mais barato! (aluguei com a Rentalcars, que eu sempre uso em nossas viagens)

Para quem estiver em Amsterdam primeiro, e quiser ir até Keukenhof de transporte público, é preciso ir até o aeroporto pegar o translado, ou então um trem até a cidade de Lisse, de lá um ônibus local até Keukenhof.

Nós compramos nossos ingressos e a taxa de estacionamento direto no site do parque – a confirmação é enviada por e-mail e não tem data certa – pode ser usada em qualquer dia ao longo da temporada. Então, por exemplo, se no dia que você planejou a visita estiver chovendo, você pode esperar e ir em outro dia, com o mesmo ingresso.

Como contei acima, alugamos nossas bicicletas com a empresa Rent-a-bike Van Dam, que tem um quiosque bem na porta do Keukenhof, apenas durante a temporada da flores.

Eles tem uma tabela de preços no site, mas em média o aluguel de uma bicicleta simples custa 10€ por dia, a cestinha para crianças custa mais 10€ por dia, e uma cadeirinha de garupa, custa 5€ por dia.

Ao longo do passeio não tem nada, você estará literalmente pedalando entre fazendinhas de flores, então se planeje: leve água, lanchinhos, filtro solar, bateria extra pra câmera ou celular. E principalmente se estiver com crianças, então leve tudo que eles possam precisar! E vá agasalhado! Essa época ainda faz um friozinho na Holanda, e mesmo num dia lindo de sol como o que nós pegamos, essa região venta demais, e mesmo pedalando embaixo do sol, sentimos um friozinho durante o passeio.

Já lá dentro do parque tem tudo: vários restaurantes e barraquinhas estilos street food com todo tipo de comida: desde barraquinhas de fast food e espacialidades Holandesas (leia-se batata frita com maionese) até comida “de verdade”, nos restaurantes dentro dos pavilhões, e várias lojinhas de souvenir.

Muita gente faz o passeio com excursões, ou até mesmo combinando várias atrações no mesmo dia (Amsterdam + Keukenhof, ou Keukenhof + alguma outra coisa pela Holanda), mas se você quer andar de bicicleta e explorar a região além do parque, vá de maneira independente, caso contrário não terá tempo suficiente para curtir.

 

Nós decidimos ficar num hotel que fosse no meio do caminho, já nas proximidades do aeroporto Schiphol, em vez de ficar em Amsterdam. Além de mais barato, acabou sendo super prático não ter que entrar e sair do centro de Amsterdam, nem depender de estacionamento público na cidade etc, já que não sabíamos ao certo se íamos visitar Amsterdam dessa vez ou não (já que tanto eu quanto o Aaron já fomos várias outras vezes). Acabou sendo uma ótima opção!

Ficamos hospedados no Hotel Herberg, uma pensão pertinho do aeroporto (e mão na roda já na estrada!) onde ficamos num quarto “família” (confort king room) para nós 4 super confortavelmente, e eles também tem opções de apartamentos, para famílias ou grupos maiores. Básico, porém confortável, preço justíssimo, restaurante gostosinho no térreo e estacionamento e internet grátis para hóspedes.

 

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12 May 2017
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Doha – Museu de Arte Islâmica e a Corniche

Oriente Médio, Qatar

Outro passeio interessante de se fazer em Doha, é o Museu de Arte Islâmica, ou o MIA, que fica na região da “orla” da cidade antiga de Doha, e bem em frente ao mercado árabe, Souq Waqif.

A construção é novíssima e imponente, um contraste com o porto antigo e o mercado bem do outro lado da rua… Mas o que gostei mesmo foi a perspectiva nova que a construção desse museu representa para o Islamismo.

Porque a realidade é que nos últimos anos, o único foco que o mundo tem dado ao Islãm, é negativo. É de medo, terror, e afins.

Não estou aqui pra fingir que sei qualquer coisa sobre o Islãm, nem defender nem atacar a religião de ninguém. Mas religião, seja ela qual for, é um pilar muito forte na cultura de qualquer povo, e nada mais natural do que ver isso refletivo na arte.

E é isso que esse museu celebra e representa. A arte, a cultura e a beleza representada pelo Islamismo, e como ele molda a cultura e sociedade de Qatar.

E pra continuar o passeio, não podemos esquecer da Corniche – que eu, como boa Carioca, só consigo chamar de orla!

São intermináveis quilômetros a beira mar que conectam a cidade antiga de Doha, à sua versão futurística, ou o centro financeiro da cidade – que de uns tempos pra cá, virou o novo símbolo de Doha.

Só fomos pra lá no fim do dia, já anoitecendo (é bem difícil fazer qualquer outra coisa por lá durante o dia por causa do calor!) e fiquei impressionada de como a Corniche estava lotada! Locais, estrangeiros, famílias…

doha

Fomos dirigindo e parando ao longo da avenida para ver os diferentes ângulos dos prédios e sua iluminação! É incrível como a cada curva as luzes mudam e a paisagem vai se modificando também. A vista do nosso quarto de hotel era dos prédios da Corniche também, mas de um ângulo totalmente diferente!

O passeio rendeu algumas das melhores fotos da viagem, e adoramos ver esse outro lado de Doha!

 

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