19
Aug
2013
Cruzeiros: O passo a passo da sua viagem (antes e durante)
Escrito por Adriana Miller

Antes de embarcar para nossa viagem pelo Caribe, muitos amigos e leitores me perguntaram o que tinha mudado. Não é novidade que sempre fui meio anti-cruzeiros, e realmente era um tipo de viagem que nunca tinha despertado meu interesse.

Então já vou começar esse post falando que adorei a experiência!

Por um lado, a viagem reforçou e confirmou todos os meus preconceitos sobre esse tipo de viagem. Todos os estereótipos e pré-conceitos que tinha se tornaram realidade, e eu detestei todos eles – como sabia que não ia curtir.

Mas ao mesmo tempo me surpreendi com o quanto eu gostei da experiência, me diverti de verdade e aprendi a apreciar esse estilo de viagem (porque pra quem realmente gosta de cruzeiros, isso é todo um estilo de vida!) – e com certeza absoluta faremos outros em breve!

Como nunca tínhamos feito cruzeiros antes, foi todo um processo de aprendizado, entender o passo a passo do planejamento e como funciona a vida em alto mar. Demos muita sorte de que minha sogra foi com a gente (e nos convenceu que seria legal), pois foi ótimo passar por esse processo com alguém que já fez vários, com diferentes empresas e diferentes partes do mundo – o resultado está nos parágrafos abaixo!

- Escolhendo seu cruzeiro:

Cada empresa e marca de cruzeiros tem um perfil específico – os cruzeiros mais de “massa” são mais homogêneos, mas ainda assim, cada empresa tem sua “marca registrada” e estilo, que muitas vezes se reflete no preço final, nas amenidades oferecidas, o perfil de seus hóspedes, o tipo de entretenimento a bordo etc.

Então é importante pesquisar e conversar com quem já foi na hora de escolher o seu. Muitos dos roteiros são idênticos (ou seja, passam pelos mesmos portos), as são esses detalhes que podem fazer toda a diferença. Afinal, por mais que as paradas e destinos sejam os mesmo, um casal aposentado que embarca num cruzeiro de perfil “família jovem” pode não curtir a programação oferecida, ou a quantidade de crianças correndo de um lugar pro outro.

Ou o casal em lua de mel e procura de romance e agitação que embarca no cruzeiro da terceira idade.

No nosso caso e com o roteiro que queríamos fazer, optamos pela “Carnival”: bons preços, navios novos e espaçosos, com um perfil mais “jovem” e para “famílias”.

Por um lado essa escolha foi um dos motivos pelos quais eu não gostei de certas coisas (não é porque sou “jovem” e tenho uma filha pequena, que vou necessariamente curtir a aula de Salsa na beira da piscina!), mas por outro lado nos deu um conforto a mais de saber que ninguém iria torcer o nariz se a Isabella começasse a chorar no meio do jantar, os funcionários e infra estrutura super bem preparados para lidar com crianças, e de maneira geral, tudo muito fácil, mesmo com um bebê de 6 meses a tiracolo.

Outra empresa que tem um perfil muito parecido é a “Royal Caribean”, enquanto que o “Princess Cruises” e “Celebrity Cruises” tem um perfil mais maduro e adulto.

- Roteiros:

Uma das características de um cruzeiro, que foi o que finalmente me convenceu a embarcar em um, foi o fato de poder conhecer tanta coisa diferente em pouco tempo (afinal, foram 6 países em 10 dias, sem passar nenhum perrengue).

Então queríamos um roteiro que incluísse portos de paradas interessantes e diversificados, mas que principalmente não ficasse muito tempo em alto mar (eu enjoo fácil e tava morrendo de medo!).

Durante a pesquisa de opções (que são MUITAS), uma coisa que me chamou a atenção foi que os cruzeiros no Caribe saídos de portos nos EUA passavam muito tempo em alto mar, e ofereciam menos paradas ao longo do tempo.

Já outros portos de partida, saindo já de algumas das ilhas, ofereciam roteiros melhores, mais diversificados e com portos mais interessantes.

Então escolhemos o cruzeiro pelo Caribe do Sul (ou West Indies), saindo de Porto Rico, que já nos deixaria bem na cara do gol!

Nosso roteiro saía de San Juan, Porto Rico, e de lá passou por: Ilhas Virgens Americanas, Barbados, St Lucia, St Kitts e St Maarten, com apenas 1 dia em alto mar.

- Cabines:

Uma vez decidido o roteiro, o primeiro passo é escolher o tipo de cabine. E a verdade é que é essa escolha que vai determinar o custo de sua viagem.

Quase todas as empresas oferecem cabines “internas”, que são bem pequenas, sem janelas e geralmente as camas são beliches, e os diferentes tipos de quartos/cabines vão variando até super suítes compostas com vários quartos e varandas conjugados.

Como fomos com minha sogra, e a intenção era justamente ter a ajuda dela pra cuidar da Isabella, decidimos por uma suíte com quartos conectados, pois assim cada um teria seu quarto, banheiro e privacidade, mas ao mesmo tempo estaríamos “juntos” o que facilitaria nos momentos de ‘babysitting” (Eu fiz questão absoluta de ter janelas, mas não liguei a mínima se teríamos varanda ou não).

Me surpreendi com o conforto e tamanho dos quartos – não necessariamente luxuosos, mas modernos, confortáveis e bastante espaço. Tínhamos uma cama de casal e mais uma área de “sala”, com sofá cama, mesinha, uma penteadeira/escrivaninha, armários (e mais TV, frigobar, secador de cabelos, etc). O banheiro era bem pequeno, mas com muitas estantes e espaço pra organizar nossas coisas, e deu pro gasto. E ainda deu espaço, confortavelmente, para um berço pra Isabella.

- Restaurantes e alimentação:

Esse era outro medo que eu tinha em relação a cruzeiros pois não sou muito chegada em “all inclusive” em estilo buffet.

Geralmente os cruzeiros te dão algumas opções de horários em que o jantar será servido, e você pode escolher se quer jantar cedo ou tarde. Uma vez feita sua escolha, eles vão te alocar uma mesa, que muitas vezes será sempre dividida com outras pessoas (geralmente sempre as mesmas pessoas, que pode ser tudo bem, ou uma grande furada).

Mas uma outra opção dada, mas não muito divulgada, é a possibilidade de comer a qualquer hora (“Your Time Dining”), que foi a nossa escolha e foi ótimo!

Então estávamos numa restaurante separado, que funcionava como um restaurante qualquer: você chega na porta quando quiser, dá seu nome/cabine/numero de pessoas e eles te sentam onde estiver disponível.

Algumas vezes pegamos fila para esperar por nossa mesa, mas os restaurantes são tão grandes, que raramente demorava mais de 10 ou 15 minutos. E assim também não tivemos que dividir mesa com mais ninguém!

Tanto o café da manhã quanto o jantar, são servidos nos restaurantes principais e “formais” do navio, com menu a la carte que variava todos os dias, e uma comida muito, MUITO boa!

Porém os restaurantes não abriam no horário de almoço, que apenas era servido no buffet do deck ou nas lanchonetes espalhadas pelo navio.

Então o buffet do deck funciona o dia todo, com algumas seções servindo comida 24hrs, mas para minha surpresa, mais uma vez a comida foi muito boa, e sem aquele jeitão de “buffet”.

Ou seja, você que se serve e tal, mas podia escolher diferentes áreas do buffet, que mais parecia a praça de alimentação de um shopping, do que um bufezão! Tinha a bancada dos sanduiches feitos na hora, a lojinha da pizza, a seção de comida Mexicana, a parte dos assados, das saladas, das sobremesas e assim vai. Almoçamos várias vezes no Buffet e cada dia comi algo diferente, sem nunca ter tido aquela impressão de restaurante a quilo, sabe? Que você enche o prato de cosias aleatórias e nunca sabe exatamente o que comeu?

E além disso tudo, nosso navio também oferecia um outro restaurante mais exclusivo (e pago a parte), acessível apenas com reservas (tipo steak house, também excelente, e acabamos jantando lá duas noites!).

Então toda essa parte de alimentação e bares foi com certeza a parte que surpreendeu, pois realmente eu tinha uma imagem muito ruim, mas comemos muitíssimo bem todos os dias.

- Embarque e desembarque:

Outro medo que eu tinha em relação a cruzeiros, e mas uma vez, me surpreendi com a organização do processo.

Eu imaginava aquele caos, onde quase 3 mil pessoas tentam embarcar ao mesmo tempo, confusão de malas, documentação etc.

A preparação para o embarque começa bem antes, e é importantíssimo seguir as instruções.

Primeiro, é preciso fazer um “check in” on line uns dias antes do embarque – como entramos e saimos de diferentes países todos os dias durante o cruzeiro, temos que submeter uma série de informações legais antes do embarque, pois é esse “manifesto” que será enviado a imigração de cada porto antes de nossa chegada.

Um vez que esse passo esteja completo, temos que imprimir, ainda em casa, nosso cartão de embarque e as etiquetas das bagagens “despachadas”, que de acordo com seu check in, já veem com as informações sobre você, sua cabine e afins.

Então, quando chegamos no cais do porto de San Juan, antes mesmo de entrar na fila do embarque, fomos recepcionados por funcionários do Carnival, que verificavam nossas etiquetas de bagagem, cartão de embarque, e já levavam nossas malas direto pra segurança e de lá, pro navio (adorei não ter que ficar carregando aquele bando de tralha pra cima e pra baixo).

O processo de check in é simples, já que quase tudo já foi feito on line, mas eles verificam toda documentação e cada passageiro (inclusive crianças e bebês) recebem um cartão de identificação, que é seu “pau pra toda obra” durante o cruzeiro: serve pra abrir a porta do quarto, faz as vezes de passaporte pra entrar e sair de cada ilha, documento de identidade pra comprar bebidas alcoólicas e o único “dinheiro” aceito abordo.

Assim que embarcamos e fomos direto pro nosso quarto, nossas malas já estavam na porta nos esperando, certinhas e sem nenhum problema!

 

Na hora do desembarque o processo é mais ou menos parecido.

Cada deck do navio é alocado um horário de desembarque, mas que você pode facilmente trocar (basta pedir na área de informação ao cliente), e é isso que vai determinar como e quanto você sai do navio.

Então na nossa última noite a bordo fomos avisados dos procedimentos de desembarque, e de acordo com seu “código” você tem um horário certinho pra sair do navio.

As malas são novamente identificadas e marcadas com o seu código, e basta deixa-las na porta de sua cabina na noite anterior ao desembarque que eles cuidam de tudo (mas não esqueça de separar as roupas e coisas que você precisa para sua última noite no navio e a manhã do desembarque!).

Na hora do desembarque, eles avisam no auto falante os “código” que já podem sair do navio, passamos pela imigração/alfândega e recolhemos nossas malas na área de acordo com nosso código. Confesso que achei ate o último segundo que não daria certo, e que seria confuso, que iam perder ou furtar nossas malas…

Mas nunca fiquei tão feliz de estar errada!

Nós reservamos um traslado para o aeroporto, direto com o navio, e assim que saímos do porto, já tinha alguém nos esperando, e encaminhando todo mundo (e nossas malas) aos ônibus – foi tudo super rápido e tranquilo e não tivemos que esperar quase nada!

 

Já o embarque e desembarque do dia a dia, em cada porto, foi muito, muito tranquilo!

Como tínhamos um cartão de identificação do próprio navio, que faz as vezes de passaporte, bastava apresentar seu cartão na entrada e saída, passar por um detector de metais e pronto. Sem filas, sem confusão, nem nada.

Todos os portos em que paramos, foi possivel desembarcar diretamente em terra firme, então você entra e sai do navio a que horas e quantas vezes quiser ao longo do dia, sem problemas.

Então várias vezes aconteceu de fazermos um passeio pela manhã, voltar pra almoçar no navio com a Isabella e minha sogra, depois sair de novo pra dar uma voltinha com elas, voltar pra Isabella dormir, e depois sair de novo pra comprar alguma cosia rápida nas lojas do cais do porto. Super simples!

Só é preciso ficar atento aos horários de embarque no fim do dia, pois eles são super rígidos, e como teem que fazer o balanço de quem entrou e saiu do navio ao longo do dia, o embarque fecha, pontualmente, 30 mins antes do horário de zarpar. Quem não estiver a bordo, fica em terra firme e bye bye cruzeiro.

- Excursões e passeios:

Depois de decidir seu roteiro e sua cabine, e confirmar a reserva de seu cruzeiro, começamos a ser bombardeados com informações sobre as excursões e passeios oferecidos pelo navio.

A princípio não gostei muito de nenhuma das opções, e achamos melhor não pre-reservar nada, e passear e conhecer cada ilha por conta própria.

Ainda tínhamos o complicador de estar com a Isabella, e vários passeios que gostaríamos de fazer não aceitavam crianças da idade dela, e não sabíamos direito como ia funcionar o dia a dia com a mão do Aaron cuidando da Bella.

Além disso, a verdade é não sou mesmo muito chegada em excursões amarradas, e sabia que conseguiríamos nos virar numa boa por conta própria.

Então embarcamos sem nada planejado, e já na manhã seguinte chegamos em St Thomas, nas Ilhas Virgens e ficamos perdidos!

Por um lado foi bom, pois estava chovendo, e o porto de Charlotte Amalie é nada do centrinho da cidade, então realmente nos viramos numa boa, mas ao mesmo tempo achei a dinâmica de desembarcar e tentar “negociar” seu próprio passeio muuuuuito confuso!

Sair do navio é facílimo, mas uma vez no cais do porto, por conta própria, é um mundarél de taxistas, ônibus, agências, ambulantes, vendedores e afins assediando turistas e tentando te convencer a fazer isso ou aquilo.

Mesmo me considerando uma turista safa, achei confuso e até mesmo intimidador tentar fazer os passeios por conta própria – a não ser que seja uma coisa muito simples e pré planejada, como por exemplo, pegar um taxi para ir até a praia X e ponto final (que fizemos algumas vezes e foi tranquilo).

Então logo depois de nossa primeira tentativa, já voltamos pro navio e reservamos os passeios mais “complexos” que queríamos fazer (que depois conto com mais detalhes nos posts sobre cada ilha), e deixamos pra fazer por conta própria apenas as ilhas que queríamos apenas ir até a praia e nada mais.

Portanto, ajuda bastante fazer uma pré pesquisa sobre as ilhas e o que tem de interessante em cada uma delas.

- Entretenimento a bordo:

A pergunta que mais me fizeram quando voltamos da viagem foi: “e mais não rola muita farofa não?!”

SIIIIIIMMMM!!! Muita farofa! E acho que parte disso é culpa do perfil do cruzeiro que escolhemos: uma empresa relativamente barata, em um navio/roteiro com perfil jovem e com muitas famílias. Além disso, por termos escolhido um roteiro que sai de portos não-EUA, a cultura Latina era super dominante, em vez de ter um perfil mais internacional dos cruzeiros que saem da Flórida, por exemplo.

Então era um tal de aula de Salsa e “Lambairóbica” na beira da piscina, garçons dançando Macarena no jantar, fotógrafos tirando fotos de “Glamour Studios” das adolescentes, competição de Karaoke e mais uma infinidade de breguices…

Mas por outro lado, também  tinha um casino super legal (proibido para menores de idade), um teatro enorme com peças e musicais quase todas as noites, um comedy club bem divertido, e vários bares, para atender a todos os gostos.

Então, apesar dos pesares, pra quem gosta desse estilo de entretenimento, esse navio foi um prato cheio. Mas se dançar Salsa e fazer e fileira da Conga, bebericando seu cocktail verde com canudo colorido não faz sua praia, é bem fácil evitar tudo isso…

- Evitando a muvuca:

Ou seja, o navio é tão grande, e as opções de coisas a fazer a bordo (e em terra) são tantas, que foi facílimo evitar as muvucas e farofadas.

Por exemplo, todas as noites rolavam uma festas “Latinas” no deck da piscina, concursos de Karaoke, e festinhas adolescentes na “disco” do navio – mas ao mesmo tempo, também tinham um Sports bar, um Champagne Bar, o Casino, o Steak House e o comedy club que eram super mais tranquilos e sem nada de muvuca.

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Durante o dia, também era possivel ir ao Spa (delícia!) ou na piscina dos fundos do deck (sem musica nem “animação”, ou uma área chamada “Serenity”, com um pool bar, musicas mais “normais” e que não permitiam a entrada de crianças.

Então logo no segundo dia a bordo aprendemos rapidinho de como fazer do navio um espaço “nosso”, evitando certas áreas ou entretenimento que não fazem nosso estilo, e tirando proveito de outros que nos agradavam mais.

No fundo, achei que fazer cruzeiro é um programa super democrático e eclético – eles conseguem agradar a Gregos e Troianos, ao mesmo tempo que cada um fica na sua.

- Extras (Spa, bebidas, compras, internet):

Uma outra grande vantagem de viajar em um cruzeiro é que já vem com tudo incluído, então você não corre grandes riscos de passar susto na viagem, já que seus principais gastos (transporte, acomodação e refeições) já estão incluídos.

Porém, o navio que embarcamos (Carnival Valor) não é 100% all inclusive (algumas marcas são, mas a maioria também é cheia de extras), então é preciso estar ciente e preparado para eventuais gastos.

O principal custo extra são bebidas – no pacotão das refeições só estão incluídos: agua, café, ice tea e limonada. Todos os resto – alcoólico ou não – são pagos a parte.

Mas uma vez a bordo, existem outros tanto “pacotes” disponíveis (e alguns baratinhos) que passam a incluir alguns extras, como por exemplo, um pacotão para refrigerantes e sucos, um outro pacote que inclui vinhos nas refeições (que nós fizemos e adoramos) ou até mesmo para cocktails e cervejas.

As bebidas não são superfaturadas não, e pagamos preços na média de bares e restaurantes nos EUA, por exemplo (logo, mais barato que restaurantes e bares em Londres), e ainda rolam algumas promoções de happy hour, bebida “do dia” e tal.

A internet é um capítulo a parte, pois além de bem cara (49 dólares por 25 minutos!), é uma porcaria! Logicamente que não resisti a tentação e precisei me contectar alguns dias, mas gastei 80% de meus minutos tentando subir fotos no Instagram! Hahahah

O Spa também é pago a parte, mas os hospedes tem total acesso a academia, saunas, e jacuzzi – mas qualquer serviço de massagens, manicure ou cabeleireiro é pago a parte.

E por fim, as excursões que mencionei aí em cima.

A maioria dos passeios são bem salgados, mas os preços variam bastante dependendo do que você quer fazer e qual a duração do passeio (por exemplo, fazer mergulho com tanque sai mais caro que um city tour de 2 horas), e sem dúvidas alguma sai muito mais em conta explorar as ilhas por conta própria do que as excursões do navio.

Porém, qualquer coisa que você queria fazer que vá além de “ir a praia”, nós achamos meio complexo e tenso de ser organizado por conta própria, então demos o braço a torcer e fizemos excursões!

Ah! E por fim, não esqueça que na sua conta final eles vão incluir a taxa de serviço (gorjetas), que sai por cerca de 10% de sua conta total – então cuidado pra não tomar um susto! (mas se você preferir também pode pre-pagar sua gorjeta antes mesmo de embarcar)

Então no dia a dia não é necessário deixar gorjeta pra nada nem ninguém, e no final eles já cobram um percentual justo pra todo mundo – mas não custa nada dar um extra pra alguém que tenha sido extra simpático e tal. Nós deixamos gorjeta extra pro camareiro do nosso quarto, que era um senhor Filipino super fofo e simpático que gostou tanto da Isabella que já vinha correndo dar bom dia pra ela no corredor, e aprendeu os horários de dormir dela e arrumava nosso quarto de acordo pra não atrapalhar a rotina!

- Como se vestir em um cruzeiro:

Ah… outra grande dúvida!

Mas, mais uma vez, um detalhe que varia de acordo com o perfil do cruzeiro e roteiro que você decidir fazer.

No geral, poderia dizer que o dress code dos navios são incrivelmente diferentes durante o dia ou a noite:

Durante o dia tudo é super casual e despojado: biquines, saídas de praia, bermudas, camisetas e chinelos.

Já durante a noite a coisa muda, e todo mundo se arruma mesmo!

Claro que sempre tem aquele cara que aparece no restaurante formal pra jantar de bermudão de praia, ou aquela moçoila que usa salto alto na beira da piscina, mas de forma geral, não teve mistério.

O nosso cruzeiro especificamente não era super formal, então me vesti como me vestiria para sair pra jantar em restaurantes e bares bacanas aqui em Londres: as vezes estava de vestido e salto alto, outras vezes de calça e uma camisa mais arrumadinha, sempre caprichando nos acessórios, por exemplo.

E para os homens, o Aaron levou algumas camisas e calças sociais, mas não usou seu terno nem gravata nenhuma noite (mas vimos alguns homens jantando de terno e gravata todas as noites, então vai do gosto e estilo de cada um).

Ao longo do cruzeiro, tivemos 2 noites “formais” (que outras marcas chamam de “jantar do Capitão” e suas variações), e apenas separei as opções de vestido mais arrumadinhos para essas noites – mas sem grandes variações do mesmo tema.

Mas por outro lado,  vimos homens de smoking e mulheres e vestido longo cravejados em paetês – e sempre tem aquele carinha que ainda assim aparece no jantar formal de bermudão e camisa do time de futebol!

Mas quer saber? Apesar de ser um ambiente mais formal e arrumadinho, um cruzeiro ainda é um ambiente de férias, em alto mar e no Caribe – então se você não esta a fim de usar terno nas férias, não precisa se preocupar!

- Vida em alto mar (enjoos, medos, emergências etc):

Bem, aqui esta o meu maior medo de todos!!

Eu evito viajar de barco com todas as minhas forças, pois sou daquelas pessoas que enjoa só de ver um barco ancorado e balançando de um lado pro outro… Então eu sempre associei cruzeiro com passar as férias inteiras passando mal!!

Então fui preparada: levei uma quantidade de Dramim que poderia dopar uma cidade inteira, e já estava preparada pra passar super mal e dormir praticamente todos os dias o dia todo (porque Dramim cura meu enjoo mas deixa dopada que é uma beleza!)!

Mas pra minha surpresa, não passei mal nenhum dia! Nem um micro enjouzinho nem mal estar!

Mas confesso que as vezes eu sentia o barco mexer sim!! Muito pouco, e acho que parte disso era pura paranóia minha, mas pegamos um mar movimentado, o que aparentemente é bem raro no Caribe, pois vimos muita gente comentando que também sentiam o barco mexer, coisa que nunca tinham sentido antes.

O motivo pelo qual eu acho que rolou um certo exagero e paranoia de minha parte foi porque eu só percebi isso na nossa segunda noite a bordo, na noite/dia que passamos em alto mar e eu tive alguns momentos de mini pânico onde eu achava que sentia o navio mexer e imediatamente começava a mapear todas as saídas de emergência na minha cabeça e qual seria e melhor estratégia pra ir buscar a Isabella no quarto com a avó antes de correr pro bote salva vidas (tudo ao som da trilha sonora do “Titanic” dentro da minha cabeça!!)! HAHAHHAHA

(sim, já tinham rolado algumas taças de vinho quando esse mini pânico bateu e o Aaron morre de rir até hoje! Então não sei se o “balançê” foi causado pelo mar do Caribe ou pelo Chardonay da Califórnia!)

Todos os outros dias passamos ancorados nos portos (aí é que não dá pra sentir nada mesmo!), e as noites sempre eram em mar, entre uma ilha e outra, mas sem grandes sacolejos e nada de mal estar – então esse medo eu já ultrapassei e já to pronta pra outra!

Siga me!

Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, 34 anos, Carioca. Economista e profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
Siga me!

 

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51 Comentários em:
"Cruzeiros: O passo a passo da sua viagem (antes e durante)"

  1. Blog Helo Muller - 19/08/2013

    Simplesmente uma aula sobre cruzeiros! Adorei Dri!!

    Beijos

  2. Luna - 19/08/2013

    Eu fiz esse mesmo cruzeiro o Carnival Valor, porém fui para Jamaica, ilhas cayman e Key west e também amei. Também tinha muito medo e tal, apesar de sim ter enjoado (pegamos uma tempestade em alto mar), nao foi tao ruim.

    Escolhi o carnival justamente pelo preco, e acho que esse foi o maior problema, porque era umas turma de 8 meninas, e acabamos num ruzeiro familia. Me senti no cruzeiro do roberto carlos ahahhaah
    Ate uma mulher implicou com nossos biquinis brasileiros que aquele era um lugar familia…

    Eu acho que cruzeiro realmente nao é o melhor jeito de conhecer um lugar, definitivamente, porem é uma otima opcao para relaxar.
    Como eu relaxei. Achei otimo ser mimada o tempo todo :)

    Já os karaokes, eu adorei!!! Participei de vaaaaarios, já que a night life do carnival valor era bem caida, e ninguem estava no mood de ir para os bares que so rolavam casais e eramos todas solteiras :P

    Escrevi sobre minha experiencia no carnival valor aqui http://www.ontherighttrack.com.br/a-todo-vapor-no-carnival-valor/

    Beijos Dri :)

    • Adriana Miller - 19/08/2013

      Ah que legal!! Mesmo navio! :-)
      Tinham alguns grupos de solteiros e uma galera bem novinha no cruzeiro, e fiquei mesmo pensando nisso… porque vc não consegue curtir a night das ilhas pq temos que reembarcar todas as noites, e lá dentro ou rola uma farofada familia ou então um clima mais casal (que nós adoramos), mas comentamos que os solteiros não fizeram o dever de casa direito… hehehehe
      Eu me diverti horrores assistindo os micos do karaoke, mas não é meu estilo meeeesmo cantar (a não ser se, como você, eu estivesse com um grupo maior de amigos).
      Mas realmente amei o clima constante de paparicação do cruzeiro!

  3. Viviane - 19/08/2013

    Muito legal esse post! Ninguém melhor do que vc pra analisar os pros & cons de uma maneira bem neutra. Tb tenho muuuito preconceito com cruzeiro e nunca fiz, vontade zero. Engracado como cada um tem uma experiencia diferente: Meus pais viciaram e querem fazer todo ano, adoram. Já a minha prima quando vez no Rio passou muito mal de enjoo, teve que tomar soro todos os dias e nao saia do quarto! Entao acho que depende da rota, do navio e sorte do mar estar calminho.
    Mudando de assunto, seu cabelo está maravilhoso!!! Que luzes sao essas?? Bjos

  4. Nathalia T. - 19/08/2013

    Ameiiii seu relato!
    Fiz um cruzeiro da Royal Caribbean saindo de Fort Lauderdale (que é mais barato que saindo de Miami e fica apenas a 20 min de distância) e o esquema foi exatamente como você descreveu, porém, menos latino e mais formal um
    pouco.

    Eu gostei muito e tenho vontade de repetir a dose daqui a alguns anos…

    Em compensação aqui no Brasil acho que os cruzeiros ficaram muito populares e a única vez que fiz um (há 10 anos atras) já foi uma coisa muito estranha, por isso não recomendo pra ninguém.

    Beijos

    • Adriana Miller - 19/08/2013

      Acho que meus medos e preconceitos de cruzeiros veem justamente por causa dos cruzeiros “Universitários” que saem do Rio em direção a Porto Seguro! HAHAHHAHAHA

      Mas gostei bastante da experiência e já estou de olho em outro roteiro que sai da Colombia! :-)

  5. Talita - 19/08/2013

    Adorei o post Dri!!! Estava super ansiosa vendo suas fotos pelo instagram…
    Que bom que vocês curtiram a aventura em alto mar, tive uma experiência similar mas em um cruzeiro pelo caribe com a Royal Caribbean e fiquei completamente apaixonada por cruzeiros! No meu caso, não optamos pelo “my time dinning” e todos os dias ficamos sentados próximos a outros grupos de brasileiros… conversando português e fazendo amizade – no final da viagem trocamos contatos e alguns já planejam de reencontrar em outros cruzeiros! hehehehe
    E as comidas/refeições realmente foi uma das maiores surpresas da viagem… além dos espetáculos e festas é claro.
    Espero te encontrar no próximo! Quem sabe pelo mediterrâneo?! :)
    Bjos

  6. K - 19/08/2013

    adorei, põe seus looks no beauty everywhere :)
    bj

    • Adriana Miller - 19/08/2013

      Ah… eu não tirei fotos de tudo que usei no cruzeiro… algumas noites esqueci, outros dias as fotos ficaram muito escuras…

  7. K - 19/08/2013

    que pena!

  8. Andrea - 19/08/2013

    Muito bom o post, bem direto e claro. Em julho fiz o Allure of the Seas da Royal Caribbean e achei fantástico. Por sair de Fort Lauderdale, como voce disse, ele só parou em 3 ilhas (Nasssau, St Thomas e St Maarteen). Mas eu achei bom ter os demais dias no navio pois, além de poder relaxar, ele é considerado o “maior navio do mundo” (ao lado de seu gêmeo, o Oasis of the Seas) e tem uma infinidade de coisas pra fazer nele, que só foi possível por causa destes dias no mar. E, mesmo assim, saí com a sensação de que não consegui ver/fazer tudo…rsrsrsr…Outro ponto é que achei o nível bastante elevado e a frequencia, bem variada. Tinha gente dos EUA, Argentina, Europa, Austrália, Chile e outros países da América Latina e, claro, muitos brasileiros. Tinha muito jovem, mas ainda considero um programa bem pra família, com personagens da Dream Works, paredes de escalada, aulas de surf dentro do navio, boates diversas, com múaicas dos anos 70/80, várias piscinas, algumas com água salgada (trocada diariamente), vários shows (inclusive de patinhação no gelo e aquáticos), mais de 20 restaurantes, etc, etc.
    Aqui no Brasil tem saído muita reportagem sobre o Alaska. Passeios e também Cruzeiros. Inclusive a Royal CAribbean também faz, mas só ocorrem nos meses de verão. Parece muito bonito e interessante. Já ouviu alguma coisa sobre isso DriMiller? Conhece alguém que tenha feito?
    Bjs, Andrea Terra

  9. Andrea - 19/08/2013

    Oi Adriana,
    Tive um “deja vu” aqui, pois acabo de voltar de um cruzeiro da Carnival, so que com o Liberty. Tambem tinha muito preconceito com cruzeiro e amei… que praias sao aquelas ? afff ! No meu navio tinha muitos grupos de “reuniao familiar”, muitos latinos e afro american. Teve salsa na beira piscina, festa anos 80 e td que vc citou, mas amei. De resto tudo identico ao teu navio.
    O nosso camareiro tbem era um fofo que sabia nossos nomes (achei mega forcado isso, tadinhos) e fazia esculturas de toalha pras criancas. No ultimo dia, meu marido e eu fizemos o tour “Behind the Fun” que so comporta 16 pessoas (eramos 13). Foram quase 4 horas com uma guia andando pelos “bastidores” do navio. Fomos as cozinhas, lavanderias, backstage dos shows e fomos recebidos pelos chefs, dancarinos, etc e podiamos fazer perguntas e tal. Passamos pela “cadeia” e ate pelo necroterio do navio… afff
    Depois fomos a brigde, conversamos e tiramos foto com o comandante, sala de maquinas, explicaram o que fazem com os restos de comida e todo o processo. Fez toda a diferenca esse tour.
    Ah, voce sabe que os funcionarios do navio (camareiros, garcons, etc) trabalham por 6 meses direto e sem folga ? Eh de segunda a segunda, cafe da manha, almoco e jantar…. Eles nao tem DIAS livres, apenas “horas” livres entre essas refeicos… Depois desse periodo eles tem direito a 2 meses de ferias nao remuneradas.
    Amei teu relato, vou aguardar o restante.

    • Adriana Miller - 19/08/2013

      Eu tava doooooida pra fazer esse tour, mas nao consegui convencer o Aaron a passar 4 horas comigo! :-)

      Eu tenho alguns amigos que ja trabalharam em cruzeiros e o trabalho é duro mesmo!!
      Mas geralmente quem trabalha em cruzeiros é tipo uma vocação sabe? Um estilo de vida mesmo.
      Todos que conheci adoraram apesar do trabalho árduo…

  10. Camila - 19/08/2013

    Seu cabelo está lindo, Dri!

    Vc está clareando mais as pontas ou são luzes mesmo?

    Olha, vou levar sua foto para o salão e ver no que dar :)

    Tô precisando cobrir os primeiros fios brancos que resolveram aparecer.

    bjs
    Camila

    • Adriana Miller - 19/08/2013

      Sao luzes!
      Mas sou ima negação nos “detalhes” e nao sei te dizer qual cor, tonalidade nem nada disso…
      Mas estou gostando bastante dessa “fase” do meu cabelo (que se transformou com os hormônios da gravidez e continua super numa ótima!) :-)

  11. Joseane - 19/08/2013

    Que máximo, eu morro de medo de água, mar e navios. Com esse post perdi 1% já :-)
    Aff como medo é uma coisa besta mas, que nos faz perder coisas incríveis como essa, se eu ganhar um passeio desses acho que passo. Mas, amei vc detalha tudo tão bem.
    Obrigado Dri sempre

    Uma coisa fora do post :-)
    Dri, eu comecei acompanhar o flick do Aaron e estou sentindo uma falta, esta tudo bem?

    beijo

    • Adriana Miller - 19/08/2013

      Ele tem trabalhado muito e quando chega em casa fica mais tempo com a Bella e acaba nao sobrando muito tempo pra fotografia… :-(

      • Joseane - 19/08/2013

        Que bom, trabalho é um bom sinal.
        A gente acaba se apegando as pessoas e ficamos preocupados.
        Mas, assim que escrevi pra ti, abri o flick e tinha fotos novas ebaaaaaaa :-)
        Obrigado Dri
        Bella é especialmente simpática, como pode em todas as fotos ela está sorrindo, super fotogênica ;-)

  12. Juliana P. Galvao - 19/08/2013

    Otimo post Dri! Super completo!

    Estou ansiosa esperando pelos post com os detalhes dos passeios. Tô curiosa para saber se dá para ver “muita coisa” em tão pouco tempo.

    O que vc achou do Caribe?

    E Caribe x Maldivas, qual você gostou mais (belezas, praias, etc.)?

    Pergunto isso, pois uma amiga minha que conhece os dois lugares disse que gostou mais do Caribe.

    Bjs

    • Adriana Miller - 19/08/2013

      Em termos de beleza natural e praias os dois né tem comparação: as Maldivas dão de gazilhao a zero!!!!!

      Mas é um estilo diferente sabe?
      Maldivas é mais paraíso mesmo, recluso e tal.
      E no Caribe há ilhas e ilhas, com praias e praias.
      A maioria das ilhas tem na verdade praias bem “normais” (como vemos no litoral brasileiro por exemplo. A maioria deles me lembro a região de Angra dos Reis), e uma coisa mais “urbana”, cidades, casas e muita pobreza.
      Ja nas Maldivas ficamos meio isolados disso tudo, e nao vemos a parte “feia”.

      Mas por outro lado, algumas outras ilhas tem praias lindíssimas, de areia branca, água azul turquesa (bem Maldivas… Hehehe) – mas tem sempre muita gente, barcos cruzeiros, jérseis etc etc, enquanto que nas Maldivas o tempo todo vc jura que so tem voce lá!

  13. Francielle - 19/08/2013

    Oi, Adriana. Comecei a ler seu blog quando meu esposo e eu decidimos passar 3 meses na Europa. E parece que você adivinha e antecipa o queremos ou vamos fazer. Agora mesmo, por exemplo, com este post. Estamos com um cruzeiro marcado para outubro. Será o nosso primeiro e apesar de não ser para o mesmo lugar, sua experiência nos ajudará muito. Gosto muito da forma como escreve: natural, leve e sincera. Até fiquei com vontade de te conhecer para te agradecer pessoalmente por tornar a nossa viagem mais especial e completa.

  14. Andrea - 19/08/2013

    No proximo cruzeiro nao deixe de fazer o Behind the Fun. As horas passam voando e eh tanta informacaoa que vc nem percebe. Explicam a parte tecnica, o pq do navio nao balancar tanto, estoque de comida… nao tem como nao se interessar.
    Com certeza faremos outras viagens de navio, mas nao sei pq, acho que so combina com o Caribe…

  15. Mariana - 19/08/2013

    Amei o relato do cruzeiro! É sempre bom ter a cabeça aberta para as mudanças da vida! Eu nunca fiz um cruzeiro, nem nunca tive muita vontade, mas até que deu vontade de experimentar agora! Mas também.. novidade será o dia que eu ler alguma coisa aqui e não ficar com vontade de fazer! hahaha
    Vc tá muito bonita, o cabelo tá ótimo. A maternidade te fez muito bem, em todos os sentidos.
    beijos

    • Adriana Miller - 20/08/2013

      Obrigada!!

  16. Kely - 20/08/2013

    Oi Dri, que bom que você gostou!
    Não vejo a hora de embarcar em um, mas tenho medo do balanço do navio, sua cabine era em qual parte do navio? Já li que na parte de trás se sente menos o balanço.

    • Adriana Miller - 20/08/2013

      Olha, balançar, balança. Mas se eu sobrevivi, acho que qualquer um pode encarar!! Hahahaha
      E sinceramente, achei que nos dias que o mar tava agitado a ponto de sentirmos o barco mexendo, nao fazia a menor diferença de qual parte do navio estávamos…
      Tenho certeza que deve existir uma teoria “física” sobre qual parte balança mais/menos, mas para quem é sensível, e nos dias que mar agita, nao achei que nenhuma parte era melhor ou pior…

  17. Yasmin - 20/08/2013

    Meu pai tenta há anos me convencer a fazer um cruzeiro com ele, talvez eu mude de ideia… acho que o problema é que assisti Titanic muitas vezes e não consigo desassociar o mar da noite com a Céline Dion, HAHAHAHA. Mas depois que vc me disse que não enjoou acho que vale a tentativa!!!

  18. Alda Lopes Moreira - 20/08/2013

    Oi! Já fiz cerca de 10 cruzeiros e sou mega fã! Tenho feito quase sempre pela royal caribbean e este ano estreei-me no Carnival (optámos pelo Carnival Breeze para não estranhar tanto). Apesar de ter amado a carnival, confesso que me inclino um pouquinho mais para a Royal Caribbean, dão mais atenção aos detalhes, são mais organizados e os navios e aquela avenida a meio dos navios é insubstituível…Mas mais uma vez amei a experiência!!!Este post esta carregado de dicas maravilhosas para quem ainda não teve a oportunidade de navegar neste mundo!Todas as pessoas que eu conheço que eram contra cruzeiros, mudam de opinião quando experimentam o primeiro…uma pessoa tem é que saber escolher a companhia e o navio que mais se adequam aos seus interesses…Obrigada por todas estas informações ;)

  19. Steffi - 20/08/2013

    Ola Adriana! Adoro o seu blog. Adoro ler sobre as suas viagens. Vc tem uma familia linda :)

    Tenho uma curiosidade, sei que vc esta de licenca maternidade, mas como vcs fazem para viajar tao frequentemente em relacao ao trabalho do Aaron? Apenas uma curiosidade. Tenho uma invejinha (boa) e gostaria de saber como vcs planejam/se organizam para aproveitarem bem as suas viajens. :)

    • Adriana Miller - 20/08/2013

      Oi Steffi,
      Essa é uma duvida que sempre aparece aqui! :-)

      Aqui na Inglaterra o Aaron tem 5 semanas (ou 25 dias úteis) de ferias, e podemos dividir esses dias como quisermos.
      Entao alem de viajar muito nos fins de semana pela Europa (que nao gasta nada de ferias), tambem aproveitamos todos os feriados, assim ” economizando” nosso dias de ferias de verdade.
      Eu tenho 6 semanas, ou 32 dias úteis, entao sempre acabo passando uns dias a mais no Brasil tb.

  20. Andrea Terra - 20/08/2013

    Uma coisa que percebi neste meu 1o cruzeiro no Caribe, pela Royal Caribbean (antes só havia feito um no Brasil – não dá pra comparar…), foi que ele é um “resumo” dos EUA. Apesar de ainda não ter feito nenhum pela Europa, eu fiquei com essa impressão pois, pra início de conversa ele parecia um mega-shopping (assim achou meu filho de 6 anos…rsrsrsrs). Além disso, ele tem cassinos (Las Vegas), Personagens e diversão (Orlando), shows maravilhosos e ótimos restaurantes (NY), uma organização incrível (tudo funciona 100%) e uma equipe mega-atenciosa e bem treinada. E também lojas e quiosques (tudo tax free) diversos, sendo que, a cada dia havia uma mega-promoção de alguma coisa e sempre de marcas ótimas: relógios, joias, bolsas. Impossível não comprar. Por fim, a decoração super-kitch, com tudo acarpetado e enfeitado demais. Se você gosta da cultura americana, você vai gostar de fazer um cruzeiro. Eu adorei!

  21. Mirella - 21/08/2013

    Fazia tempo que não passava por aqui. Estou no trabalho, mas logo mais vou ler o texto todo. Agora, me fala, pq a tua filha é sempre tão sorridente? Que criança mais fofa, parabéns. E vc está mais bonita do que antes. Adoro o teu blog, é o meu preferido de viagens. Felicidades.

  22. Gabi N. - 22/08/2013

    Oi Dri! Primeiro de tudo parabéns pelo guia, essa tua licença maternidade rendeu hein!!! Coisa boa!
    Olha só, vou ao Rio a trabalho e vou ficar no Mercure da rua Sorocaba, no Botafogo… você tem alguma dica de restaurante pra jantar sexta e sábado por ali ou que seja relativamente perto de táxi?

  23. Andrea Terra - 22/08/2013

    Gabi, não sei se a Adriana vai saber responder isso. Mas eu trabalho em Botafogo e posso dar a dica. Se for pra comer em restaurante a kilo na hora do almoço, tem vários nas redondezas, é só perguntar no hotel. Mas se for para comer melhor, à noite, eu sugeriria ir a um shopping. Botafogo tem 3 shoppings com bons restaurantes e os 3 ficam próximos de taxi. O Botafogo Praia Shopping dá até para ir à pé, mas é uma caminhada de uns 15 minutos de onde vc estará. Lá tem uma praça de alimentação no último andar, mas tem também uns restaurantes diferenciados: PAX (2o e 5o andar), Da Silva (Português muiiito bom), Kotobuki (japonês). Além desse tem o shopping Botafogo Casa&Gourmet (o nome mudou há pouco tempo mas, se não for esse, é similar). Lá tem Outback, Fiammeta (italiano), Gula Gula (saladas ótimas, com quiches, etc.), Joe & Leo (Hamburguers gourmet), dentre outros. Por fim, tem o shopping Rio Sul que é o maior, melhor e mais antigo destes 3. Lá tem um Ráscal, um PAX, praça de alimentação e vários outros. Se você quiser só comer, recomendo que vá ao Casa&Gourmet que tem mais variedade e concentrados próximos um ao outro. Se você quiser ver lojas também e dar um passeio, faça a opção por dos outros dois.

  24. Priscilla - 22/08/2013

    Dri, eu amo viajar de navio. já fui 2 vezes no Brasil para Buenos Aires.
    Fico mega enjoada com tudo, por isso sempre levo Dramin B6. ele nao dopa e vc aproveita tudo.
    Eu fui na MSC Cruzeiros e já fiquei sabendo que há outras cias que são mais farofadas…

  25. […] comentei no post sobre o Cruzeiro, optamos por um roteiro que partisse de portos fora dos EUA, pois achamos que as ilhas eram mais […]

  26. Letícia R. - 23/08/2013

    Adorei a descrição da cena do mini pânico! Hilária! hahahah (com todo respeito rsrs)
    Já fiz um cruzeiro na Grécia e me identifiquei com seus relatos sobre o que gostou e o que não gostou. Estava solteira e agora tenho vontade de fazer com meu marido e aproveitar momentos de romance. :) Meus pais já fizeram vários, eles amam! E um viva pra sogra fofa que paparicou a netinha e ainda ajudou o casal a curtir momentos a dois na viagem!

  27. Daniela Santos - 23/09/2013

    Amei a descrição!! Como sempre vc escreve muito bem e advinha nossas perguntas rss. Uma dúvida sobre vistos, por exemplo, se eu for sair de um cruzeiro dos USA, tiro o visto normalmente, e a cada parada em países diferentes não precisa apresentar (já que tem o cartão do navio certo?). O mesmo vale pra saídas em portos latinos e europeus? Isso realmente facilita mt a vida!
    Fiquei com vontade de ir em um, mas como a maioria das minhas trips faço sozinha vou esperar aparecer alguém que queira viajar e possa ir na mesma época que eu =}

    Ah e um off topic: curiosidade de saber como vcs se comunicam com a Bella =D hoje em dia as crianças são uma esponja e aprendem tudo muito rápido, vc fala português com ela?

    Beijos nesta blessed family!

  28. Elis - 20/11/2013

    Sem dúvidas o melhor passo a passo sobre cruzeiros. Amei!!!

  29. Bruno - 14/01/2014

    Oi Adriana, estou há meses vendo seu blog, muito legal. Acabamos fechando o mesmo cruzeiro. Gostaria de saber como foi o desembarque, se podia escolher o horário ou era por ordem de decks? Obrigado

    • Adriana Miller - 14/01/2014

      O desembarque foi alocado de acordo com o Deck. Nos estavamos com um horario bem tarde, mas como estavamos com um bebe e uma pessoa “idosa” pedimos pra trocar por um horario mais cedo e nao tivemos problema.

  30. Bruno - 16/01/2014

    Legal, também estaremos com um bebê. Vou tentar trocar o horário de desembarque pois reservei um carro p/ as 10 horas em San Juan. Obrigado pelas dicas!

    • Adriana Miller - 16/01/2014

      Apertado viu… Acho que o desembarque só começa as 9, se me lembro bem, e vcs ainda tem que passar pelos trâmites de imigração, recolher bagagem etc…

  31. Laisa Mattana - 23/01/2014

    Oi Adriana, encontrei seu blog e vou fazer o mesmo cruzeiro que vocês fizeram. Adorei suas dicas.
    Uma dúvida é a média de preço que gastaram todos os dias, excluindo claro compras.
    Se puder me ajudar agradeço.
    Abs
    Laisa

  32. claudia Luz - 21/02/2014

    Excelente post.

  33. FERNANDA - 24/03/2014

    Olá!!! Parabéns pelos relatos!! Nossa, super detalhado e ajuda muito!! Estou indo na próxima semana para Porto Rico fazer também esse Cruzeiro… vou ficar uns dias em San Juan e gostaria de saber se você chegou a ir em algum shoping ou outlet por lá e se compensavam os valores para compras… Valeu!!!

    • Adriana Miller - 25/03/2014

      Nao, nao fiz compras em San Juan, entao nao sei dizer se vale super a pena nao.
      De maneira gerala chei os precos compativeis com outras cidades Americanas, mas acho que a oferta de lojas eh beeeeem menor.

  34. Fabielle - 27/03/2014

    Vc pode me tirar uma duvida? Sua bebe pagou como adulto? Na hora da compra inclui como 1 passageiro normal ou bebe não paga? Vou pela segunda x com meu marido num cruzeiro da Carnival mas agora temos uma bebe de 1 ano! Estou sem saber de ponho 3 passageiros ou 2 na hora da compra!

    • Adriana Miller - 27/03/2014

      Bebes pagam como adultos, e voce TEM que registra-la como passageira normal (como seria numa cia aerea), e infelizmente eles pagam como outra pessaoa qulquer.
      Mas vale a pena ficar de olho nas promocoes (depende da epoca do ano, do tipo de cabine etc) pois voces provavelmente terao um desconto de “terceiro passageiro” na sua cabine, em vez de pagar o preco cheio de um adulto.

  35. Luciana - 14/04/2014

    Fantástico post sobre cruzeiros. Eu ja fiz cruzeiros pela Europa e estava meio medrosa de fazer pelo Caribe. Mas depois desse seu post estou bem mais tranquila, mesmo porque vou fazer com minha filhinha de 3 aninhos. Muitissimo obrigada por tão detalhada descrição. Parabéns mesmo.

  36. cybele - 05/08/2014

    Oi Dri mto legal seus comentarios, vc acha que chegando 2hs antes do embarque é um tempo legal?
    Meu filho irá comigo e não quer levar blaizer nem terno pelo que vc postou não há problemas ,uma roupa mais arrumada camisa social e calça social é suficiente para os jantares? obrigada cybele