24 Feb 2014
101 comentários

Dicas práticas para viajar com bebê (e ainda em processo de aprendizado!)

Avião, Baby Everywhere, Carro, Cruzeiro, Dicas (Praticas!) de Viagem, Dicas Aleatorias & Genericas, Dicas de Viagens, Trem, Viajando com crianças

Nos últimos anos pré-Isabella, nada me irritava mais do que comentários do tipo “aproveita mesmo, porque depois que os filhos vierem essa vida de viajar toda hora vai acabar…!”.

Ok que não da pra negar que a vida muda, mas daí a achar que a vida acaba depois que temos filhos nunca foi minha praça. E no quesito viagens, se eu sempre viajei com meus pais desde bebê, por que não faria o mesmo quando tivesse meus filhos?!

Os benefícios e delícias de se viajar em família são inúmeros (e o que não falta por ai hoje em dia são blogs sobre viagem com crianças e em família exemplificando isso!), mas também nunca me iludi e sempre soube que teríamos que fazer algumas mudanças e adaptações no nosso estilo de viajar para acomodar as necessidades de uma nova pessoinha!

E na verdade quando digo “viajar”, não necessariamente significa entrar num avião e ficar semanas a fio longe de casa… muitas das “dicas” a baixo são na verdade muito mais utilizadas no nosso dia a dia em Londres, e fins de semana passeando por ai, do que necessariamente “estar de ferias”.

Bons costumes e uma boa rotina no dia a dia da criança podem ser replicados em qualquer lugar do mundo, e sempre facilitam a vida dos pais, sem prejudicar a criança, e eh isso que importa!

Então logo que descobrimos a existência de um terceiro tripulante a bordo que já começamos a nos empolgar a mostrar o mundo pra nossa família, e nunca me passou pela cabeça que isso significaria o fim das viagens!

Com isso em mente, já nos planejamos para que de certa maneira pudéssemos criar um bebê que adore viajar como nós, e que ela viesse apenas para somar, e não atrapalhar. Tanto eu quanto o Aaron já somos pessoas naturalmente tranquilonas, e nunca me imaginei sendo uma mãe neurótica nem cheia de frescuras e medos – no dia a dia, e muito menos mundo afora.

Então esse post nada mais é do que alguns tópicos e pequenos detalhes que fizemos com a Isabella desde seus primeiros dias de vida, já pensando em como facilitar nossa vida lá na frente, quando começássemos a viajar com ela.

Muitas dessas “dicas” foram resultado de assistir amigas e conhecidas no dia a dia da “vida real”,  lidando com seus filhos, muito antes da Isabella nascer ou quando ela era bem pequena, e situações que me fizeram refletir comigo mesma e decidir: “Nunca quero ser assim”!

Não quero dizer que determinado comportamento seja certo e o outro errado, apenas foram detalhes e situações que eu sabia que não dariam certo pra mim.

Mas sei que nem sempre o que da certo (ou errado) pra uma família vai funcionar com outra criança, outra mãe ou outro pai… Então cada um tem que saber reconhecer o que pode ou não ser usado, separar o joio do trigo e não necessariamente fazer alguma coisa só porque todo mundo faz (ou não faz) ou porque leu num livro ou num blog.

Esse post esta no rascunho a muito tempo, mas fiquei na duvida se publicava ou não… geralmente não gosto desses posts “mommy blog” ditando regras, que dão a impressão de “olha como meu bebe e minha família são perfeitos e se você fizer diferente, será tudo errado”, sabe?

Mas ao mesmo tempo essas são as perguntas pais-e-filhos mais frequentes aqui no blog e no Instagram, que já respondi em outros comentários e posts, então achei mais pratico colocar tudo junto num lugar so.

Mas reforço que não estou ditando regras, nem profecias sobre o que é certo ou errado, e muito menos o que faz de alguém uma boa mãe ou não – são apenas as dicas que usamos em nosso dia a dia e em viagens, e que realmente fazem nossa vida tão mais fácil e leve!

 

– Alimentação:

Eu me preparei pra amamentar por o maior tempo possível. Afinal nada é mais prático do que amamentar um bebê – já esta tudo esterilizado, na temperatura certa, embalagem certa e prontinho para ser servido em qualquer lugar do mundo! Mas também nunca tive a pretensão de amamentar exclusivamente por anos a fio (afinal isso é uma escolha individual de cada mãe/bebê), então desde que introduzimos mamadeiras e fórmula na dieta da Isabella, eu ja tinha algumas ideias em mente.

Pesquisei bastante e escolhi mamadeiras que não demandassem muito tempo/esforço para serem limpas, esterilizadas e afins. Muitas pecinhas, tubinhos e mecanismos de promessas impossíveis?! Tô fora!

O mercado está cheio de mamadeiras que prometem mundos e fundos (imitar a sucção do peito, evitar cólicas, etc), mas depois de pesquisar bem e de conversar com um pediatra e as Health Visitors do NHS, cheguei a conclusão que nada poderia garantir promessa nenhuma… Então me decidi pelas mamadeiras da MAM, que são apenas 3 peças pra desmontar/lavar – e o principal – auto esterilizáveis (bastam 3 minutinhos no microondas com um pouquinho de agua e pronto! Nunca nem comprei aquelas esterilizadoras super trambolhão!).

Se já é chato ter que lavar mamadeiras nas férias, imagina ter que carregar um esterilizador?!

Estoque de papinhas e leite no cruzeiro pelo Caribe

O segundo detalhe foi: leite artificial, sempre na temperatura ambiente!

Nunca acostumamos a Isabella a tomar leite morno, desde o primeiro dia de leite em pó! Isso significa que a qualquer momento do dia ou da noite, seja lá onde estivermos, se ela estiver com fome, sua mamadeira estará pronta em questão de segundos!

(Isso foi uma dica de uma amiga aqui em Londres, enquanto tentava lidar com seu filho de uns 3 anos dando um verdadeiro escândalo porque o leite não estava morno… na época a Isabella ainda só amamentava, e ao ver a situação dela, fiquei com a “dica” na cabeça, e deu super certo pra gente!)

Não ter que carregar garrafa térmica com agua morna, ou ficar catando um lugar pra esquentar mamadeira ou agua pra preparar leite. Nunca tive que pedir pra comissaria de voo ou garçon de restaurante esquentar agua/leite pra Isabella, e isso facilita TANTO no dia a dia!

Depois que ela passou a comer papinhas e comida normal, uma outra “técnica/filosofia” muito popular aqui na Inglaterra e que deu muito certo com a Isabella eh o “Baby Led Weaning”, que basicamente dita que o bebe deve – na medida do possivel – sempre comer sozinho, e comer comida “normal”, e não apenas papinhas insossas, sem sabor nem texturas.

Não fui nem sou muito xiita em relação a isso não, e o fato de que a creche da Isabella usa a mesma filosofia também ajuda bastante.

Seção de leites e papinhas na farmácia do aeroporto em Londres

Além de todas as vantagens didáticas da “teoria” (pois estimula o senso de independência da criança, estimula o gosto por comida “de verdade” e não apenas um paladar infantil, estimula um ambiente de refeições em família e dá a criança um senso de “participação” em vez de sempre comer algo diferente, num horário e momento separado dos pais ou irmãos mais velhos), a verdade é que no dia a dia, e principalmente quando estamos fora de casa, também tem sido uma mão na roda.

Quando digo que não sou xiita, é porque na rapidez e praticidade do dia a dia, de segunda a sexta, eu também faço papinhas especiais pra ela, e durante a semana ela geralmente janta mais cedo que a gente mesmo, mas em compensação isso também significa que sempre que comemos fora ou viajamos não preciso ficar neurótica sobre como levar comida, onde esquentar comida, se os legumes são orgânicos, se agua foi benzida ou sei lá mais o que, e sempre da pra achar alguma coisa no cardápio que ela vai gostar e vai comer numa boa (mesmo sem dentes!).

Siiiiiim, faz uma sujeirada, mas nada que uma muda extra de roupa e uns lencinhos umedecidos na bolsa não resolvam!

Curtir as refeições em família e ver a Isabella comendo bem provando novos sabores compensa a bagunça!

Outra coisa que facilita bastante é que hoje em dia existem papinhas de bebê de ótima qualidade e variedade e fáceis de encontrar no mundo todo.

Papinha orgânica na Bósnia

Concordo que em viagens longas não é bom que a criança só como comidas artificiais várias vezes por dia, por muitos dias a fio, mas não vejo mal nenhum fazer um revezamento entre comida “de verdade” e comidas prontas.

Então geralmente o café da manhã dela é no hotel/apartamento (sempre que possivel tenho dado preferência a ficar hospedada em apartamentos ou flats com cozinha e tals), com frutas, cereais e iogurte, na hora do almoço dou alguma papinha pronta com alguma fruta (mas se formos comer em algum lugar que dê pra pedir alguma coisa pra ela, melhor ainda), e a noite tento dar mais alguma papinha feita em casa, ou sopa de legumes em algum restaurante e algumas variações do mesmo tema.

A Isabella não é muito de fazer lanchinhos não, e se ficar com fome entre as refeições, o que ela gosta mesmo é de leite (que é fácil, pois como ela não toma leite quente/morno, é facílimo preparar o leite dela a qualquer momento).

 

– Dormir:

Tivemos bastante sorte de ter um bebê que dorme super bem (e por MUITAS horas seguidas a noite) desde bem novinha, mas sempre evitamos criar um ambiente onde tudo no mundo tem que parar só porque ela esta dormindo.

Claro que ha limites, e é óbvio que um bebê de meses não tem a mesma disposição que um adulto (nem essa nunca foi a intenção), mas aos poucos fomos acostumando ela a dormir em qualquer lugar – no carrinho enquanto passeamos a tarde, ou no canguru pelos corredores de um museu ou aeroporto ou no bebe conforto no banco de trás do carro.

Ela tem uma rotina super regradinha (isso não adianta lutar contra! Toda criança precisa de uma estrutura), mas desde que mantemos esses horários e costumes, ela fica numa boa, seja onde for.

Na medida do possivel, sempre tentei criar um ambiente de “sonecas” que fosse confortável e aconchegante, mas que nao dependesse do quarto escuro, a musica X, a temperatura Y, que acaba deixando maes e criancas escravas de um custume dificil de quebrar.

(essa foi outra dica resultante de um trauma de ver uma outra amiga aqui em Londres que não podia fazer NADA fora de casa entre 12:00 e 15:00 porque se o filho não dormisse no seu berço, ouvindo a musica tal, com o bichinho Y, no escurinho, etc ele dava altos escândalos. Ele não ficava com ninguém, não se adaptou na creche etc por causa disso)

Outro “truque” que deu super certo com a Isabella é a base do carrinho que compramos pra ela (o Bugaboo Bee), que se chama “Cocoon”. Nada mais é que uma base macia e maleável e que faz as vezes de um Moisés pra recém nascidos. Só que esse “Cocoon” parece um mini saco de dormir, e é suuuuper aconchegante!! Então desde os primeiros dias de vida usamos esse “Cocoon” como a base de sua cestinha moisés que ficava no meu quarto nas primeira semanas, depois se mudou com ela para seu berço no seu quarto, e ia com ela onde for!

O “Cocoon” dentro do berço do hotel em Vail

Já serviu de base pra caminha na casa das avós nos EUA e no Brasil, serviu de cama improvisada no lounge do aeroporto, também fez as vezes de lençol/forro nos berços de hotéis de Vail a Búzios, e na cama do quarto de hóspedes na casa de amigos durante uma festa.

Hoje em dia, depois que ela ficou muito grande para o Cocoon, ela dorme num “baby grow”, que eh outro tipo de saco de dormir quentinho e confortável, próprio pra crianças mais velhas.

Ou seja, ela dorme numa boa, em qualquer lugar, porque pra ela, ela esta dormindo sempre no mesmo lugar! Tem a mesma textura, cheiro, maciez, etc

 

 – Banho

Essa dica eh simples e fácil!

Em casa a Isabella sempre tomou banho em sua banheirinha de bebe usando um daqueles “reclinadores” (que deixa a mãe com as duas mãos livres e sem medo de deixar o bebe escorregar, e por sua vez o bebe fica bem mais confortável!), mas ao mesmo tempo nunca passou pela minha cabeça levar aquele trambolhão pra lugar nenhum!

Hora do banho no hotel em Búzios

Então o que fizemos foi comprar uma daquelas piscininhas infláveis de bebe – são super baratinhas, leves e fácil de carregar na mala, e fáceis de encher e esvaziar.

Levamos em quase todas as nossas viagens, sem ocupar nenhum espaço na mala, mas mantendo ela confortável (e facilitando nossa vida na hora do banho).

É só encher com agua do chuveiro e voila!

Hoje em dia, depois que ela ficou muito grande pra banheirinha, passei a dar banho nas banheiras de hotel ou no chuveiro mesmo (quando não tem banheira), usando um copo de plástico ou canequinha pra faciliar!

– “Mãos livres”: Canguru, wraps e mochilas

Imediatamente depois que a Isabella nasceu, eu fui adepta dos cangurus e wraps.

Na verdade, tentei alguns wraps mais elaborados (acho liiiiindo aqueles bebes todos enroladinhos com as mães), mas a Isabella NUNCA se adaptou a nenhum deles (altos berreiros!) – mas em compensação ela adorava o Baby Bjorn (marca do nosso canguru), então eu fazia tudo com ela pertinho de mim! E de quebra, ainda ficava com as mãos livres!

Prestes a embarcar pro Brasil com o canguru

Eu saia de casa sem fralda extra, mas nunca saia de casa sem o canguru a mão!

Se ela estava com dificuldade pra pegar no sono: canguru. Se estava irritada ou manhosa: canguru. Acordou bem na hora que comecei a almoçar: canguru. Etc, Etc, Etc.

E claro, na hora de viajar, estar com as mãos livres é a melhor coisa que existe! Afinal seja qual for seu meio de transporte, você terá que carregar mala, passagens, passar por lugares apertados, montar e desmontar o carrinho e afins.

9710060843_f0b4d34c5c

Depois que ela ficou gorducha demais pro canguru, fizemos o upgrade para uma mochilinha, dessas próprias de carregar crianças.

Pra começar que ela A-DO-RA ver o mundo lá de cima, fica olho no olho com a gente e o resto das pessoas em volta, sem deixar de ficar confortável.

Na mochilinha a caminho dos EUA

O modelo que escolhemos foi a LittleLife, pois é bem versátil, mas sem ser um trambolhão (não queria nenhuma daquelas mochilas de trilha nem acampamento não, sabe? Queria algo mais portátil e menos horrenda!).

Quando esta fechada e sem a Isabella dentro, essa mochila tem cara de mochila “normal”, e ainda tem um compartimento extra onde colocamos as coisas dela (que iriam na bolsa de fralda), como mudas de roupa, fraldas extras, mamadeiras, brinquedos , etc (mas tem que ter cuidado pra não exagerar porque isso tudo estará nas suas costas também!), e quando abre, ela tem uma cadeirinha acolchoada, apoio pros pés, almofadinha pro rosto (se bem que não acho que ela fique muito confortável pra dormir bem não, então sempre tenho um “plano B” pra hora da soneca mais longa do dia).

Eu sei que existem alguns modelos de canguru que “duram” mais tempo, e podem ser usados com bebes/crianças mais pesadas, mas ainda assim preferimos usar a mochila, pois achei que tanto a Isabella quanto eu ou o Aaron (quem estiver carregando ela) ficaríamos mais confortável, pois assim como uma mochila de acampamento, a Little Life tem um suporte de alumínio nas costas, apoio pro quadril, etc facilitando o nosso uso por períodos longos. Além de poder ser usada por crianças ate uns 20 quilos (ou uns 3 anos, depende da criança).

 

– Carrinho 

Entre as famílias viajantes, existe muito debate sobre qual o melhor carrinho escolher.

Antes do bebe nascer, todo mundo quer o mais potente, mais vistoso, mas cheio de perecotecos e fashion. Ai logo depois que bebe nasce a realidade bate a porta, e acabamos nos dando conta que o modelo X é muito pesado, o Y não cabe na mala do carro nem passa na escada rolante do shopping, ou que desmontar a marca Z na porta do avião (ou no estacionamento no shopping, antes de entrar no taxi, ou seja onde for)é muito difícil, etc, etc.

Então quem não conhece famílias que tem 2, 3 ou mais carrinhos encostados em casa? Haja dinheiro desperdiçado pra isso tudo heim?! E haja espaço de sobra nos micro apartamentos de hoje dia pra guardar isso tudo!

Pelas ruas de Les Baux, na Provence Francesa

Isso foi uma coisa que pensamos muito antes de decidir qual carrinho comprar, e queríamos um modelo resistente e confortável, porem compacto, de peca única, que fosse fácil de abrir e fechar e que fosse versátil, podendo ser usado de recém nascido ate uns 3 anos. Acabamos escolhendo o Bugaboo Bee e sem duvida alguma foi a melhor decisão feita no mundo paralelo do enxoval de bebe! (varias outras dicas, opiniões e duvidas sobre o Bugaboo nesse tópico aqui no fórum).

Dormindo no Bugaboo numa conexão em Nova Iorque

Ha quem defenda os carrinhos “guarda chuva” a ferro e fogo, e realmente deve ser bem mais fácil lidar com um carrinho desse estilo em comparação com modelos mais monstrengos (tipo Stokke, Silver Cross, alguns Quinny, etc), mas no nosso caso (por todos os motivos que nos levaram a escolher o Bugaboo Bee desde o inicio) não tenho a menor necessidade de um carrinho “pra viagem”.

Mas meu principal motivo por não gostar dos modelos gurda chuva eh o conforto pra criança. Afinal, se eu quero passar o dia todo batendo perna por ai, o mínimo que posso fazer pela minha filha é garantir que ela estará confortável e vai conseguir dormir numa boa, e tals, e a maioria dos guarda-chuva não oferecem isso.

Pois acho que trambolho por trambolho, eles também são, e no fim das contas são os pais carregando e empurrando o carrinho o dia todo de qualquer maneira.

Pelas ruas de San Juan, Puerto Rico

O meu carrinho (Bugaboo Bee) é bem compacto e prático (e fecha em uma peça só, que acho essencial), mas super confortável pra Isabella e isso que acho importante em viagens (porque ela consegue dormir tranquilamente durante horas no carrinho, enquanto passeamos com tranquilidade).

Talvez quando ela for maiorzinha, tipo uns 2 ou 3 anos pode ser que eu mude de ideia, mas o que vejo acontecendo com mães amigas é que elas compram um carrinho guarda chuva achando que vai ser mais pratico, só que nessa idade as crianças querem andar no chão e explorar as coisas e lugares (principalmente em viagens), então a mãe/pai acaba passando o dia todo carregando o trambolho do carrinho, e na hora que a criança cansa e quer voltar pro carrinho, não conseguem descansar nem dormir direito porque o carrinho não é confortável suficiente…

Bem, pode ser que ao longo do próximo ano eu mude de ideia, mas acho que a vantagem do carrinho que escolhi eh justamente essa, e não tenho planos de ter que comprar outro carrinho (nem tenho vontade, nem teria lugar pra guardar).

Carrinho sobrecarregado de tralhas no aeroporto

Viajamos com a Isabella pra tudo quanto é canto levando nosso carrinho normal mesmo e nunca tivemos problema (nem no dia a dia da viagem, nem na hora de embarcar, nem nada disso).

E afinal, não ha maior prova de fogo pra portabilidade e durabilidade de um carrinho do que nosso dia a dia em Londres!

Claro que ha modelos E modelos de carrinho guarda-chuva, e alguns atá bastante confortáveis, mas ai por outro lado eles perdem as vantagens de serem leves e compactos… (alguns modelos McLaren por exemplo, são mais pesados e maiores – quando fechados – do que o Bugaboo Bee, por exemplo).

 

– Germes e esterelização

Atenção mães com fobia de germes e sujeiras: melhor fechar seu browser agora mesmo!

Taí uma frescura que não tenho de jeito nenhum! Acho que criança tem mais é que se sujar, colocar tudo na boca, rolar no chão! Como já diria minha avo, criança precisa de “vitamina S” pra crescer (“S”  de sujeira!).

Claro que tudo tem seu limite, e lencinhos umedecidos e álcool em gel estão ai pra isso, e prefiro deixar ela ficar rolando por ai enquanto eu vou atrás dela limpando suas mãos o tempo todo, do que não deixar ela brincar livremente ou explorar os lugares so por medo de “estar sujo”.

Rolando pelo chão do aeroporto em Houston, Texas

Rolando pelo chão do aeroporto em Houston, Texas

Outra mania que nunca tive com a Isabella é a esterelizacao de tudo que ela encosta.

Segui as recomendações do pediatra nas primeiras semanas de vida, mas já com uns 2/3 meses ele nos “liberou” e imediatamente parei de me preocupar com isso. Afinal essa eh a idade que os bebes começam a colocar tudo na boca de qualquer maneira, então de que adianta fica esterelizando todas as mamadeiras se seu bebe esta mordendo e chupando  a alça do carrinho ou do canguru?!

"Chão gostoso!" (sou dessas que primeiro tira a foto e depois sai correndo gritando não!)

“Chão gostoso!” (sou dessas que primeiro tira a foto e depois sai correndo gritando não!)

Além disso o próprio ato de tirar as coisas de dentro do esterelizador já dês-esterilisa tudo, a não ser que você mantenha os armários de sua cozinha e as prateleiras da sua casa sempre embalados a vácuo! Ninguém consegue criar crianças numa bolha o tempo todo (e nem deveria…!).

Lá em casa acho que facilita bastante o fato de termos uma maquina de lavar louca, que por lavar tudo com agua super quente, já meio que da uma esterilizada, mas quando viajamos, eu apenas levo detergente de louca e a escovinha de mamadeira e lavo tudo muito bem com agua quente, e voila!

Kit “lava mamadeira” de viagens

Então já me perguntaram como eu fiz pra esterilizar mamadeiras no cruzeiro, no hotel tal, no avião… Oi?

Mas ainda assim, para famílias menos “relax”, hoje em dia existem produtos (em liquido, tabletes, etc) portáteis que podem ser usados pra esterilizar os equipamentos de bebes sem necessidade de carregar esterilizador pra tudo quanto eh canto.

(continua sendo um estorvo na vida ma mae&pai da crianca ne? Afinal onde voce vai deixar a mamadeira de molho durante um voo?)

Ou simplesmente comprar marcas auto esterilizaveis e mais praticas (como mencionei as mamadeiras da MAM ai em cima)

(esse foi outro “trauma” ao vivo depois que assisti – horrorizada – uma amiga que esterilizava cada mamadeira, cada gota de agua, cada bico, cada chupeta mil vezes por dia, segundos antes de serem tocados por seu filho, que na época já tinha uns 6 meses. O menino tava lá, lambendo o sofá e mordendo o dedo de todo mundo, mas assim que ela tinha que dar uma mamadeira pra ele, lá ia ela esterilizar e ferver tudo freneticamente, enquanto a criança berrava de fome)

 

Enfim, como o proprio titulo do post indica, esse eh um process eterno de aprendizado, e cada nova fase da Isabella traz novos desafios e novas adaptacoes, a cada ano mais novidades surgem no mercado, e nunca ninguem tera todas as respostas e dicas infaliveis sobre como criar cirancas.

Entao pode ser que daqui a uns meses eu mude de ideia sobre todos os pontos acima, ou quem sabe, resolva fazer tudo completamente diferente com um proximo filho – mas ate hoje estamos satisfeitos com as escolhas e decisoes que tomamos ao longo do primeiro ano de vida da Isabella, e temos uma dinamica familiar muito facil de ser administrada, e acho que isso eh que eh o moral da historia! :-)

Adriana Miller
Siga me!

Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
Adriana Miller
Siga me!

Latest posts by Adriana Miller (see all)

 

Adriana Miller
101 comentários
Comente pelo Facebook
Escreva o seu Comentário
* Preenchimento obrigatório. Seu email não será divulgado.
Quer que a sua foto apareça nos comentários? Clique aqui!
101 comentários
  1. Susy - 24/02/14 - 13h48

    Meu estilo tb,! Nunca tive frescura com minhas 2 meninas, vão pra tudo que é canto comigo. São super sadias e adoram lamber o chão…rsrsrs

    Responder
  2. Tati - 24/02/14 - 14h17

    O que eu adoro no seu blog é vc ser sem frescura…Cansa ver essas “super mães” que no final estará jogando na cara do adolescente que deixou de fazer mil coisas por ele…

    Responder
    • Adriana Miller - 24/02/14 - 15h27

      Pois eh, a verdade eh que nao da pra dizer que uma crianca nao muda nada, por que claro que muda, mas eu vejo essa “mudanca” muito mais como uma adaptacao da vida do que um problema. Assim como namorar/casar tambem muda a vida, um emprego com mais responsabilidade muda a vida, etc, etc.
      E estamos todos no mesmo barco – eu, Aaron e Isabella, entao a adaptacao tem que ser mutua: nos aprendemos sobre ela, e ela aprende sobre a gente, e assim espero que consigamos uma vida com um boa equilibrio para os 3 :-)

      Responder
  3. Tatiana - 24/02/14 - 14h48

    Oi Dri, adorei as dicas! Tb nunca tive frescuras com a minha filha e acho que essa é a melhor forma de levar a vida… Desde 4 meses ela viaja com a gente e claro que atrapalha um pouco a rotina, mas depois dá tudo certo! Nunca fiz viagens longas com ela, não vejo a hora de fazer.
    Eu não sei se a Bella já está andando ou não, mas prepare-se para ficar beeem mais cansada quando estiver!! Adeus carrinho em 80% do tempo (minha filha só pede pra dormir) e aí haja correria atrás o tempo todo… Achava bem mais fácil viajar com ela bebê!! kkkk mas é uma delícia e a melhor fase! :)

    Responder
    • Adriana Miller - 24/02/14 - 15h25

      Imagino! Estou me preparando pra nova fase “caminhante”!
      Ela ainda nao eh muito “andante” nao (aqui eles chamam de confident walker), mas quer ir pro chao o tempo todo, e quer ficar engatinhando, escalando cadeiras, se apoiando nas paredes… ja cansa, imagino quando estiver correndo por ai! Hehehehehe

      Responder
      • Livia - 24/02/14 - 18h05

        Engraçado que todo mundo dizia que depois que andasse pioraria muito, mas eu acho que melhorou demais! Pra mim a pior fase foi de engatinhar até andar com firmeza, porque queria ficar no chão, mas tínhamos que ficar de olho para não cair e se machucar. Aquela fase de aprendendo a andar, quando não quer mais engatinhar mas não anda solta, que temos que ficar segurando, é um maltrato pra coluna, nossa, achei super difícil e cansativo qualquer coisa nessa fase. Depois de um ano e pouco, quando passou a andar firme pra mim foi uma liberdade!

        Responder
  4. Luciana Bordallo Misura - 24/02/14 - 15h05

    Dri, acho que pra ser pai e mãe viajante já tem que ser relax em um monte de coisas, quem é muito rígido com rotina dificilmente consegue curtir viagem com os filhos. A gente também não tem frescuras não, o Eric sempre foi de lamber o chão, nunca esterilizamos nada (meus pais que ficavam esterilizando quando estavam aqui, haha), leite artificial sempre foi em temperatura ambiente (comum aqui nos EUA, eu só tinha um bottle warmer pra aquecer o leite que eu tirava, porque aí ele estava na geladeira ou congelado, deixava em temperatura ambiente e pronto). O carrinho infelizmente o Bugaboo Bee não existia quando a Julia nasceu, a gente teve o Bugaboo Frog mas ele não fecha em uma só peça então não é prático pra viajar, acabamos comprando um MacLaren Triumph que é excelente e usamos até hoje! O Eric dorme no carrinho durante as viagens numa boa, mas aí depende do temperamento da criança também – a Julia não era muito de dormir em nenhum carrinho – ela não gosta de dormir e ponto. Mas até hoje o MacLaren é usado nas viagens, pelos dois, quando um cansa senta no carrinho e vão trocando! O nosso baby carrier dessa vez pro Eric foi o Ergo e foi o melhor que já tive – ainda usamos, mesmo ele tendo mais de 2 anos. Com a Julia eu tive o Bjorn e perde muito rápido, fica desconfortável. O Ergo é mais confortável e as posições (nas costas como mochila, entre outras) são melhores.

    Responder
    • Adriana Miller - 24/02/14 - 15h23

      Ja ouvi falar muito bem do Ergo! Mas fiquei na duvida se ainda valeria a pena pra Isabella que ja esta bem grandona e pesada, entao achei que a mochila teria melhor custo/beneficio.
      Vai pra lista do proximo :-)

      Responder
  5. Leandra Barros - 24/02/14 - 15h14

    Não sou mãe,mas super admiro sua praticidade,e como me identifico com essa vida prática,qdo for mãe vou seguir suas dicas…amei a dica do “cocoon”,devia ter p adulto,pq as vezes eu estranho as camas alheias…rs..a foto da Bella lambendo o chão tá impagável…parabéns Dri,pela família linda e pro viver de um jeito tão leve…bjos

    Responder
  6. Carol G - 24/02/14 - 15h14

    Adorei! Confio no teu planejamento, Dri, e tudo fez muito sentido. O dia que eu tiver um filhote, vou voltar nesse post. :)

    Responder
  7. Gabriela - 24/02/14 - 15h54

    Muito legal essa facilidade que a Isabella tem em dormir fora de casa, em qualquer lugar… Claro que as atitudes dos pais para formar um ser assim sao super importantes, mas nao é só isso, posso atestar que a personalidade da criança tem maior peso. Meu filho tem um aninho e desde cedo acostumei ele a dormir no claro (durante o dia), com barulho do dia a dia, na casa de qualquer pessoa, no shopping, etc…. Mas depos dos 8 meses de idadeu, isso mudou, ele nao dorme mais fora de casa, tem que estar escuro e silencio…. Qdo estamos fora de casa no horário da soneca dele, ele fica chatinho e nao dorme enquanto nao chegamos em casa, nem no carro consegue mais… E o que eu fiz para isso acontecer? Nada, é dele mesmo…. Entao acredito que é mais do jeito e da personalidade da criança mesmo essa facilidade de dormir fora, e nao só como os pais a criaram…
    Dri, está de parabens pela familia! Qdo o Benício voltar a dormir fora de casa, vou procurar mais dicas aqui de viagem com o baby! Bjs

    Responder
  8. Luciana RJ - 24/02/14 - 16h16

    Post fantástico! Qtas dicas valiosas! Dá até menos medinho de encarar a maternidade ;)

    Responder
  9. Glauce Corcioli - 24/02/14 - 16h17

    Nossa Adriana, eu super me identifico com você e a forma como você lida com a maternidade. Sem neuras, sem complicações e super relax. Você pesquisa muito e prioriza o bom senso na hora de tomar decisões para o bem da sua Bella.
    Sou mãe de um menininho de 1 ano e grávida de 6 meses novamente, sigo muito as suas dicas de viagens e de maternagem…sem aquelas neuras das “mães perfeitas do Facebook…rsss”

    Responder
  10. vanessa - 24/02/14 - 16h26

    A foto da Isabella lambendo o chão, é a melhor…….as maes pira…huahua

    Responder
  11. - 24/02/14 - 16h33

    Dri, melhor foto e legenda do post é a da Bella lambendo o chão do aeroporto!
    adorei, HAHA!
    sem falar que pode ser super útil no futuro! imagino a Bella adolescente…
    – mãe, não quero comer/beber isso…
    – deixa de frescura, menina, quando você era bebê até chão de aeroporto lambeu…!!

    agora sério, ainda não sou mãe, mas adorei as dicas, a do leite em temperatura ambiente principalmente. tão prático, como as pessoas não pensam nisso?! adotarei com certeza!

    Responder
  12. Aline - 24/02/14 - 16h36

    Ameiiiiii, esse post!! Acho que foi a única pessoa que compartilha da mesma ideia que eu. Minha filha ainda não nasceu (nasce em agosto) e pretendo inclui-la na rotina da família, e não mudarmos completamente nossa rotina.

    A parte de germes entao, muita mae vai fechar o site antes de ler rsrs.

    Responder
  13. Livia - 24/02/14 - 18h06

    Engraçado que todo mundo dizia que depois que andasse pioraria muito, mas eu acho que melhorou demais! Pra mim a pior fase foi de engatinhar até andar com firmeza, porque queria ficar no chão, mas tínhamos que ficar de olho para não cair e se machucar. Aquela fase de aprendendo a andar, quando não quer mais engatinhar mas não anda solta, que temos que ficar segurando, é um maltrato pra coluna, nossa, achei super difícil e cansativo qualquer coisa nessa fase. Depois de um ano e pouco, quando passou a andar firme pra mim foi a alforria!

    Responder
  14. Livia - 24/02/14 - 18h11

    Bem legal o post, Dri, compartilho com grande parte das suas ideias. Mas acho importante dizer que algumas coisas são muito peculiares de algumas crianças, sobretudo questões de sono e alimentação. Cada vez mais venho acreditando que isso é da criança, algumas crianças simplesmente dormem e/ou comem melhor que outras, sem que exista muita coisa que tenhamos feito para melhorar ou piorar isso. É só observar pais com mais de um filho, não é raro que um filho durma tranquilo e outro não. Tenho uma amiga que tem gêmeos, criados obviamente juntos e da mesma maneira e um encosta e dorme, enquanto o outro é duro na queda. Vai entender…
    Digo isso porque muito provavelmente vemos pais fazendo certas coisas e olhando de fora pode parecer que são os pais que estão criando manias nos filhos, mas nem sempre é assim (as vezes até é, mas nem sempre). É muito difícil para pais cujos filhos dormem bem entenderem a dinâmica das famílias cujas crianças não dormem bem (que, aliás, são a grande maioria – o que me leva mais ainda a crer que não é um problema da família, dos pais ou da criança, é só algo que é assim e pronto). O que eu ouvia de “meu filho dorme em qualquer lugar porque eu acostumei assim” não é brincadeira! Mas, sinto dizer, essa não é a fórmula para ter um bebê dorminhoco, infelizmente (se fosse assim, nem mesmo existiriam bebês que dormem mal, porque essa solução é muito simples). Muito provavelmente a sua amiga que não podia sair de casa durante a soneca do filho, que precisava de um monte de recursos para o menino dormir, fazia isso justamente porque a criança era difícil de dormir e não o contrário (a criança teria ficado mal acostumada e por isso passou a precisar desses recursos, não tem sentido, ninguém normal vai do nada criar todos esses recursos se o bebê dorme com facilidade). A questão é que quando temos um bebê que não dorme com facilidade, a tendência (o que, na minha opinião está correto) é tentar procurar a melhor maneira para a criança conseguir descansar, porque qualquer pai e qualquer mãe sabe o quanto um bebê com sono pode ser irritante.
    A minha filha não dorme bem, nunca dormiu. Assim como você, nunca preparei ambiente especial para ela dormir. Nos primeiros meses ela dormia em qualquer lugar se estivesse com sono e por isso mesmo eu não me preocupava em criar um ambiente imaculado pra soneca dela, mas aí, do nada, por volta dos quatro meses, tudo mudou. Bastava meu joelho estalar ou um cotonete cair no chão que ela acordava. No começo, tinha certeza que era alguma coisa “errada” que eu estava fazendo, tentei de tudo (menos métodos de choro, porque não tenho estômago pra isso). Até que percebi que não teria jeito, ela era assim, era dela. Nunca dormiu na cadeirinha do carro, por exemplo, que é um verdadeiro sonífero para algumas crianças. Era chato? Sim, um saco, morria de inveja das mães com bebês desmaiados em carrinhos no meio da rua, mas ao invés de forçar a barra ou achar que minha vida tinha acabado, preferi me adaptar a realidade que me foi apresentada. Aprendi quais seriam as melhores formas de ela dormir bem e aceitei isso. E percebi que pelo menos na soneca de depois do almoço era mesmo necessário estar num lugar bem tranquilo. Então eu nunca marcava nada para esse horário, deixava que ela descansasse e aproveitava o tempinho com outras coisas. Em viagens, aproveitávamos para descansar, organizar os próximos passeios, resolver qualquer coisa que pudesse ser resolvida sem deixar o hotel… Acho que foi bom assim e pra falar a verdade hoje sinto falta de quando ela dormia de dia, nos adaptamos e passamos a usar essa necessidade dela a nosso favor, pelo bem de toda a família. Claro que isso limitava nossos passeios e nossas viagens, tanto que desisti de terminados destinos justamente porque seria complicado ficar voltando no hotel para ela dormir e procurei priorizar viagens nas quais fosse mais tranquilo manter o esquema. Dei tempo ao tempo e hoje já não temos mais essa limitação porque ela raramente dorme de dia (e quando o faz dorme de boa no carrinho, pra mim soa como um milagre).
    Hoje minha filha tem dois anos e acho que consegui atingir um bom equilíbrio na maternidade. Estamos mais adaptáveis e mais flexíveis e acho que essas são as chaves para conseguir passear e viajar bastante com bebês e criancinhas. Já teve dias em viagens que minha filha almoçou banana e jantou peito. É o ideal? Óbvio que não, mas e daí? Não é um dia comendo de forma “não ideal” que vai condenar minha filha à desnutrição/obesidade/obsessão por comida. No dia seguinte comeu normal e ficou tudo bem.

    Responder
    • Adriana Miller - 24/02/14 - 20h21

      Acho que esse é mesmo o espirito da coisa: cada criança uma sentença, e cabe aos pais saberem se adaptar a isso, ao mesmo tempo que ajudam a criança a se adpatar a eles.
      Não adianta tentar forçar a barra de nada com criança pequena.
      A Isabella por exemplo é um saco pra comer, sempre foi e não consegui amamentar muito tempo por causa disso mesmo. Ela mama pingadinho, come de grão em grão. NO peito, era 5 minutos. Ai meia hora depois caia aos prantos e mamamva mais 15 minutos. 5 minutos depois era mais um escandalo e mamava mais 10. Achei que ia morrer de desespero! hahahahah
      Só depois que comecei a dar mamadeira é que me dei conta desse “comportamento” dela, que até hoje é assim. Ainda me assusto quando ela mama 150ml de uma vez só por exemplo.
      E a mesma coisa com comida. As vezes bate 3 pratões feliz da vida. No dia seguinte come meia colher e não quer mais nada…
      Mas fazer o que né?
      Aprendi a me adaptar com ela, deixar ela comer o quanto quiser, e se não comer nada, na próxima refeição sei vai que estar com fome (outro motivo de não ser fã dos lanchinhos).
      Sei que de desnutrição ela não morre, e o que não falta são dobrinhas gostosas nela :-)
      Então pra que ficar sofrendo que “meu filho não come”?!?! Né?
      A gente vai aprendendo e se adaptando!

      Responder
  15. Tatiana - 24/02/14 - 18h18

    Ahh um comentário a mais e uma dica: a única coisa que procuro fazer em viagens é só dar água mineral pra ela e, dependendo do lugar, lavo a mamadeira e afins com água mineral tb.
    Isso na Europa não deve ser problema, mas em muitos lugares e no Brasil – dependendo do lugar – é um cuidado que vale a pena. E não dá trabalho, basta andar sempre com uma garrafinha.

    Responder
  16. Carolina Ribeiro - 24/02/14 - 18h49

    Dri, estou longe de ser mãe, mesmo assim estou sempre lendo suas dicas aqui no blog relacionadas à bebê e cada vez te admiro mais! Fico vendo inúmeras famílias que deixam de viajar por ter um bebê em casa ou mães que se lamentam por deixar de fazer seus passeios por conta do mesmo, e isso não acontece com você. Pelo contrário!
    Nada é difícil o bastante para impedi-la de levar a Isabella junto; vocês não mudam seus planos por causa do bebê, apenas a incluem. Acho isso fantástico! :D

    Responder
  17. Mi - 24/02/14 - 18h54

    O leite temp ambiente sempre foi um no brainer pra nós tbém, assim como no stress com esterelização e comida. Carrinhos, um desafio: no comecinho tivemos 1 q era só um frame p encaixar o car seat (mega prático e barato já q andamos de carro pra cima e pra baixo). Hj temos um com uma roda grande pra praia e cheio de recursos p reclinar, etc., ótimo! Mas pesadão pra viajar por exemplo. Por isso sou do time umbrella stroller, sempre foi o q usamos p ir ao Brasil e é prático e leve, ainda + desde q ele tem + de 1.5anos. A gente acolchoa ao redor ele dorme bem. Bjo!

    Responder
  18. Aline - 24/02/14 - 21h46

    Me indicaram o seu blog e já estou seguindo para pegar as dicas de viagem.
    Parabéns! A Isabella é a coisa mais fofa do mundo! Rs. Não tenho filhos ainda mas as dicas já estão guardadas pra sempre!!!

    apenastrinta.blogspot.com.br

    Responder
  19. Daniela - 24/02/14 - 23h36

    A foto da Bela beijando o chão tá épica! Melhor ainda o comentário acima de quando ela tiver adolescente! Morri de rir! Tive gêmeos e adoro viajar, mas o menino era duro na queda enquanto a menina era ( e é) dorminhoca. Até hoje(14 anos) ele não gosta de dormir e não boceja: fica irritado! E eu: – tá com sono! Mas viajamos muito e é muuuito divertido! Ter filho é uma aventura! Você é demais! Parabéns!

    Responder
    • Adriana Miller - 25/02/14 - 12h18

      Mais um exemplo de que cada filho uma sentenca ne? Gemeos, nasceram juntos, do mesmo pai e mesma mae, mas cada um com seu temperamento…
      E ai cabe a gente saber se adaptar a cada um deles, ne? :-)

      Responder
  20. Renata Castro - 25/02/14 - 00h57

    Não tenho filhos, mas curto os seus textos sobre viagens com bebês, o que e como levar etc., justamente pq vc não é neurótica e chata como mãe que não deixa o filho fazer nada, ou deixa de fazer algo por causa da criança ou acha que qq coisa vai fazer mal pra criança. Já é a segunda vez que leio aqui essa teoria da criança, mesmo bebê tentar comer sozinha. Outra filosofia daí que não super protege a criança, achando que ela não vai conseguir comer, tentar descobrir algo novo. A foto “chão gostoso” tá maravilhoso! A carinha dela de felicidades na anterior, tb no chão já facilita tudo, eu acho. Criança tem brincar, se sujar e pronto!

    Responder
  21. Jacqueline - 25/02/14 - 02h00

    Oi Dri, parabéns pelo blog! Eu e meu marido o conhecemos quando fomos para Londres, em fevereiro de 2012, e aproveitamos muito suas dicas, saudades dessa cidade linda! Bem, depois que voltamos de viagem passei a acompanhar seu blog, e quando descobri que estava grávida você também estava!!! Minha filha, Luísa, é praticamente da idade da Isabella, fez um ano dia 30 de janeiro de 2014. Também compartilho da opinião que filhos só tem a acrescentar em nossasSe for vidas, aprendemos muito com eles! Bem, vou viajar com meu marido e nossa filha pra Nova York semana que vem, queria saber sua opinião sobre o berço do avião. Vamos de TAM, compramos aquele espaço mais, acha que é suficiente ou na sua opinião o berço é melhor? No espaço mais não tem como colocar o berço, ela viajaria no colo. Para o berço o pessoal da TAM nos colocaria na primeira fila, estou na dúvida… Já viajou com sua filha no colo? O que acha melhor? Outra perguntinha… Costuma-se ter trocador no avião? Desejo tudo de bom pra você! Jacqueline

    Responder
    • Adriana Miller - 25/02/14 - 12h16

      Nunca viajei de Ta depois de ter a Isabella entao confesso nao ter reparado muito nos avioes deles nos ultimos voos (que ja foram a anos atras…).
      Sinceramente, com 1 ano e pouquinho sua filha provavelmente nao vai mais caber no bercinho – a Isabella nao eh um bebe grandao e quando voltamos do Brasil em Dezembro ela ja nao coube no berco. Ate dormiu um pouquinho, mas ficou irritada porque nao conseguia se virar e tal, e acabou voltando pro meu colo.
      Nessa idade o ideal eh rezar pela sorte de um voo vazio, para que ela tenha um assento pra dormir (foi nosso melhor voo com a Isabella ja grandinha – domrindo num assento so dela, e as pernas no meu colo), pois de resto os 3 vao ficar desconfortaveis com certeza, seja com mais ou menos espaco.
      Por um lado, se for um voo noturno, a fileira da frente tem mais espaco “livre” e ai ela pode ficar brincando no chao, andar, engatinhar um pouquinho, espalhar brinquedos e tal (tivemos um voo diurno na fileira da frente que foi otimo!), mas se o voo for noturno, as fileiras da frente nao levantam os bracos das poltronas, que pode acabar deixando o espaco “limitado” e mais apertado que o normal.
      Ja os assentos com mais espaco pra pernas, nao sao graaaandes coisas nao, pois ainda assim nao eh espacoso suficiente pra ela ficar no chao, mas pelo menos voce e seu marido vao ficar menos espremido, principalmente com um bebe no colo.
      Ja viajei com a Isabella no colo algumas vezes, e foi tranquilo pra ela, mas bem desconfortavel pra mim e pro Aaron (fomos revezando ao longo do voo).

      Sobre trocadores, como falei acima tem bastante tempo que nao viajo de TAM entao nao lembro, mas imagino que sim, isso eh bem comum ate mesmo em avioes de low cost como Ryanair e Easyjet tem! :-)
      Mas os avioes da UNited por exemplo so tem UM trocador pro aviao todo, achei um saco! Ja na British Airlines ou na American Airlines, todos os banheiros tem a “bandeja” de trocar fraldas.

      Responder
  22. Georgia SP - 25/02/14 - 08h04

    Dri, adorei as dicas, já estou anotando pra ver o que vai servir por aqui. Essa da mamadeira uma amiga de BH tinha me falado recentemente, dizendo inclusive que era recomendação da pediatra. Agora essa foto do chão do aeroporto e uma do insta em que a Isabella encheu a mãozinha de areia e pôs na boca no Rio são de fato pra posteridade! Demais!! Bjos

    Responder
    • Adriana Miller - 25/02/14 - 12h07

      De arrepiar os germe-fobicos! Hehehhehe

      Responder
    • Adriana Miller - 25/02/14 - 12h19

      Ah! As chupetas da MAM tambem sao otimas e tem o mesmo bico que as mamadeiras (e tambem sao auto esterelizaveis), e foi a unica marca que a Isabella se adaptou.

      Responder
  23. Renata RZ - 25/02/14 - 11h52

    Sou das suas! As mães paulistas são muito chatas, inseguras e dependentes de seus bebês.
    Adoro ler relatos assim…

    Responder
    • Luciana - 25/02/14 - 12h53

      Que comentário sem sentido.

      Responder
  24. Renata Correia - 25/02/14 - 12h51

    Oi Dri,
    Comecei a ler seu blog há pouco tempo, qnd fiquei grávida (hj to de 5 meses) e já me preocupava com essas questões de viagens e bebês (Já que eu e marido adoramos viajar e queremos incorporar a Sofia qnd ela nascer).
    Achei seu post super útil, pq estou fazendo o enxoval agora e nunca tinha me tocado que alguns ítens podem ajudar na hora da viagem. Esse negócio de leite morno sempre digo ao meu marido, mas com a papinha.. Tenho uma amiga q, qnd viaja, leva o microondas (oi?) pra esquentar as papinhas, esterilizar mamadeira e sei lá mais o que. Eu disse que não esquentaria as papinhas e ele achou super estranho, vou mostrar esse seu post.. rs
    Agora ficou uma dúvida: desde quando vc começou a introduzir alimentos pra Isabella e que tipo de alimentos foram esses?

    bjocas

    Responder
    • Adriana Miller - 25/02/14 - 14h30

      Papinhas ou pedacinhos de frutas que ela conseguisse segurar sozinha, palitinhos de batata doce e cenoura assadas, clara de ovo cozido, macarrao (tipo pene e tal, que ela conseguisse segurar).
      Comprei dois livros muitos bons, um sobre o “Baby Led Weaning” (se voce le em INgles, eh uma otima leitura e da umas boas ideias sobre alimentacao de bebes e criancas que fogem dos moldes mais tradicionais e restritos) que da algumas ideias de alimentos “iniciais” pra incentivar que a crianca queira comer sozinha, e um outro – que nao lembro o nome agora – que tem centenas de receitas de comidinhas e papinhas, pras diferentes fases, calendario explicando quando e como introduzir novas comidas e sabores etc.
      Eh todo um novo mundo!
      E como tudo relacionando a bebes, existem muitos palpites, costumes e crencas retrogados, e toda mae acha que sabe tudo, mas cada crianca eh um caso e a gente vai aprendendo com eles tambem.
      (com a Isabella por exemplo, o “Baby led Weaning” nao deu certo 100%, mas ela tambem nao gosta de ser “alimetnada” o tempo todo, gosta de comer sozinha, e geralmente eh mais aventureira a mesa quando deixamos ela explorar, entao ao longo dos meses fomos desenvolvendo nossa propria tecnica e achando um meio termo).

      Responder
  25. Vanessa - 25/02/14 - 13h55

    Dri, bom dia!

    Adoro gente assim, sem frescura. Outro dia ouvi uma mãe na tv ( tudo bem que era novela.. rss, mas sei que existe gente assim) que falou pra babá não beijar a filha porque era anti higiênico. o Ó!!

    Desculpe fugir do assunto do post, mas como estou me mudando pra ai e estou implantando um aparelho ortodôntico ( não fixo, de moldes) gostaria de saber como você lida com os dentistas dai. Já ouvi dizer que é super caro e tal? Você faz seus tratamentos ai ou deixa pra fazer quando vem ao Brasil ( porque alguns tratamentos demoram e acredito que não dê tempo somente durante as férias)?

    Se preferir pode responder no e-mail pra não bagunçar o post ainda mais.. rss

    Responder
    • Adriana Miller - 25/02/14 - 14h09

      Nunca fui a dentista aqui, so uma vez na emergencia (e ainda era sabado, a coroa do meu dente caiu e apavorei! heheheh).
      Sempre deixo pra ir no dentista quando vou ao Brasil, e como nunca tive que fazer nenhum tratamento e nao uso aparelho desde a adolescencia, nao sei o que te dizer (minha recomendacao seria nao colocar o aparelho se voce esta de mudanca, mas sei que nao eh tao facil…).

      Mas sim, existem varios dentistas que poderiam te ajudar, mas vai ser bem caro sim… (e eu pessoalmente nao conheco nenhum pra recomendar).

      Responder
    • Adriana Miller - 25/02/14 - 14h10

      Aff, essa coisa de relacionamento entre maes Brasileiras e suas babas dava pra escrever uma tese de psicologia ne?!
      Certas coisas simplesmente nao entram na minha cabeca!

      Responder
  26. Jacqueline - 25/02/14 - 15h13

    Oi Dri, muito obrigada pela resposta, desisti do bercinho depois do seu comentário, agora é só rezar pra não ter ninguém do nosso lado… ou um trio de poltronas vazias… A propósito, moro em Ouro Preto, interior do estado de Minas Gerais, a 100 Km de Belo Horizonte, uma cidade histórica estilo barroco muito charmosinha, quando vier ao Brasil com mais tempo venha conhecê-la!!! Grande abraço,Jacqueline

    Responder
    • Adriana Miller - 25/02/14 - 20h01

      Ai, já fui tantas vezes ao interior de Minas com meus pais quando era mais nova!
      Ouro Preto, Tirandentes… Muitos hotéis fazenda etc Doida pra levar o Aaron e a Isabella ai! :-)

      Responder
  27. Vanessa - 25/02/14 - 15h28

    É impressionante como a relação babás e mães é mais relax fora daqui.
    No navio onde trabalhei algumas temporadas o Adventure Kids (que cuida das crianças) sempre estava lotado na Europa e aqui no Brasil ficava vazio tamanho era o receio dos pais de deixarem os seus filhos com as profes de lá por algumas horinhas. Essa coisa de baby sitting parece não agradar muito por aqui.

    Responder
  28. Ivana - 25/02/14 - 16h47

    Adorei as dicas. Com a minha primeira filha, também dava leite temperatura ambiente, usava o carrinho e bebê conforto para ela dormir, mas agora com o segundo filho (3meses) tá mais difícil. Ele chora no bebê conforto, no carro só chora e não dormir, tbém não gosta do carrinho, não pegou a chupeta…então tá um pouco mais difícil.

    Responder
    • Adriana Miller - 25/02/14 - 20h00

      Meu maior medo :-)
      A Isabella é tão tranquilona e “fácil” que já fico imaginando que o próximo bebe vai ser um capetinha!

      Responder
  29. Fernanda - 25/02/14 - 17h35

    Ótimo seu post Dri, mas confesso que a mamadeira morna é minha frescura com minha baby e passei perrengues em viagens por conta disso, mas no final tudo deu certo. Sobre o banho, desde que minha baby tinha entre 2 e 3 meses acostumei a tomar banho com ela no meu colo (claro que com suporte do marido do lado de fora ou da avó), claro que isso só acontece ocasionalmente, mas em viagens é uma mão na roda é uma “tralha ” a menos para carregar. No mais, quem tem muita frescura é melhor que nem viaje porque por mais que programemos pode acontecer algum imprevisto e ai tem que se virar do jeito que der…

    Responder
    • Adriana Miller - 25/02/14 - 19h59

      Só dei banho de chuveiro no colo uma vez e achei tão assustador e escorregadio que nunca mais nem tentei!! Hahahahah
      Prefiro deixar ela brincando no chão mesmo, enquanto vou lavando e dando banho!

      Responder
  30. Amanda Roth - 25/02/14 - 18h25

    Dri,

    te importaria de dizer quais blogs que falem mais desse universo mães X bebês X viagens tu acompanhas?
    Podem ser gringos, no problem ;)

    Responder
    • Adriana Miller - 25/02/14 - 19h58

      Nao leio nenhum blog que seja especifico de mãe X bebê (acho todos muito cheios de frescura, mimimi e propagando essa coisa de “mãe perfeita” que nao faz meu estilo).

      Já sobre viagens com crianças gosto bastante dos posts e dicas das Luciana Misura (colagem.org) que eu já lia a anos, e gosto bastante do estilo “materno” dela :-)

      Responder
  31. Mayra Boppre - 25/02/14 - 18h47

    Adriana,
    Quais outros livros você indica?
    Obrigada!

    Responder
    • Adriana Miller - 25/02/14 - 19h55

      Gostei MUITO do “encantadora de bebes” (foi minha bíblia do recém nascido!)e depois li uns pedaços do “o que esperar quando você esta esperando – primeiro ano”.
      Ah, e esse do Baby Led Weaning

      Responder
      • Mayra Boppre - 25/02/14 - 21h09

        E as técnicas do Encantadora de bebês funcionam mesmo?
        Vc teve que adaptar de acordo com a Isabella?

        Responder
  32. Satya - 25/02/14 - 21h19

    Tenho três e ainda me impressiono o quão diferentes eles são um do outro. Eu amo o bugaboo bee, super confortável e lindo, mas eh comprei um maclaren xt e eh muito bom. Cabe em menores espaços do que o bugaboo mas eh mais comprido e não caberia em porta-mala muito pequenos. Amei o post, queria te perguntar algo que vc ainda não mencionou em nenhum
    Post. Eu sou bem paranóica com babás, medo que vão fugir com minhas crianças etc. No momento eu tenho uma mas ela vai de férias por mais de 6 meses. Como vc contratou a sua, em quesito de segurança, confiança nela? Foi por agência? X

    Responder
  33. André Luis - 26/02/14 - 11h27

    Parabéns! fã desses papais.

    Responder
  34. liz - 26/02/14 - 15h57

    Olá Dri! Tudo bem? Bom, sei que é fora de questão, mas estive em londres por um mês, morando com uma familia em Canterbury, e me surpreendeu o grande numero de pessoas com dentes ruins/tortos e com algum tipo de deficiência (tipo problema de genetica/membro do corpo (geralmente as penas) nao totalmente desenvolvido! Quando perguntei a minha professora, ela me disse que a saúde não é tao boa como falam na inglaterra, e que a maioria da população nao vai ao medico a nao ser casos muito sérios devido ao mal atendimento dos mesmos. Isso me surpreendeu e fiquei sem entender. Quando perguntei sobre os problemas dos membros que vi – varias pessoas jovens entre esses – ela me disse que se a criança nasce com um problema como esse, os pais na maioria das vezes nao buscam tratamento medico para consertar isso, pois eles nasceram desse jeito, e seria muito caro. Eu fiquei ”wth” porque é o filho deles, como eles nao buscariam tratamento?? Sem falar que um amigo meu ficou mega gripado, com muita febre e perdeu a voz e o medico só passou descanso para ele que ia passar.

    é verdade que o sistema de saude publico deixa a desejar?

    Responder
    • Adriana Miller - 26/02/14 - 16h42

      Sim, super verdade. E alem disso eh bem relativo a onde voce more, entao regioes mais “carentes” (que tambem existem na Inglaterra) ou cidades menores tem um sistema de saude piores que bairros bons nas grandes cidades, por exemplo.

      A saude aqui eh publica, e eh de qualidade sim – mas existe uma grande diferenca entre “saude pra prevenir” e “saude pra tratar”.
      Tratamento todo mundo tem, e sem pagar nem um centavo e com acesso as melhores tecnologias, pesquisas etc do mundo.
      Mas prevenir eh caro, e prevenir a populacao TODA sem cobrar nada eh impraticavel, entao esse eh um problema em comum na Europa toda – e qualquer outro pais que tenha um sistema de saude 100% publico.

      Mas as vezes, nos Brasileiros ficamos chocados com isso, porque estamos acostumados com o padrao “classe media” Brasileiro, que tem acesso a planos particulares, onde voce pode ir a quantos medicos quiser, fazer todos os exames preventivos que quiser, sem preocupacao. Mas no Brasil, pra quem depende de saude publica, eh a mesma coisa, so que muito pior.
      Nao tem dentista por questoes esteticas (so emergencia e casos graves), nao tem fisioterapia pra perna torta da crianca… nao tem terapias alternativas pra curar isso ou aquilo.

      Ta doente grave? Vai pra fila da emergencia e vao te atender e tratar.
      mas gripe, dor de garganta, dente torto e afins nao sao prioridades e os cofres publicos priorizam os casos graves mesmo.
      Igual no SUS no Brasil e em todo sistema de saude publica da Europa.

      Entao nao eh que os pais “nao buscam tratamento pro proprio filho”, eh um questao do tratamento simplesmente nao estar disponivel, a nao ser pela rede privada, que a grandissima maioria das pessoas aqui nao tem (nao por nao ter acesso financeiro, mas eh uma questao cultural mesmo. Afinal porque pagar por um servico que voce tem de graca?).

      P.S. Me surpreendi de voce falar em “defeitos”, nunca vi disso nem nunca reparei que isso fosse um “problema” na Inglaterra. Talvez seja um problema mais especifico da regiao mesmo.
      Mas em relacao a dentes isso eh bem verdade. Culturalente os Britanicos nao ligam pra seus dentes e nao cuidam deles, o que eh um motivo de piada cultural em toda Europa (e dentista publico so em casa do emergencia e acidentes, e NUNCA por questoes esteticas…).
      Uma vez comentei com uma amiga que vou ao dentista todos os anos no Brasil (mesmo sem problema nenhum, so por rotina), e que quando morava no Brasil ia acada 6 meses e ela ficou chocada, achando um exagero e ainda perguntou se no Brasil existia escova de dentes, porque qual eh a necessidade de ir no dentista com tanta frequencia?! Hehhehee
      Enfim, eh cultural mesmo. Ela eh instruida, viajada, etc, etc. Mas eh INglesa e pra ela estar com os dentes 100% saudaveis e bonitos nao eh prioridade…

      Responder
    • PatriciaUk - 26/02/14 - 19h53

      Liz,

      Eu moro aqui a 16 anos e tenho 2 filhos e somos usuarios do sistema publico daqui – nao entendi sobre ‘varios’ casos de deficiencias, eu nunca vi tais casos nao serem tratados?

      Vou falar um pouco da minha experiencia: sim, eh muito diferente do Brasil e se resume ao se vc nao precisa, vc nao tera! Eu mesma faco anos que nao vou ao medico, tive a gripe suina ha uns 3 anos atraz e fiqei em casa mesmo, o que o medico poderia fazer? Meuus filhos tiveram catapora, fomos ao medico, nao. Tive 2 gravidez tranquilas, por isso nao vi um obstetra, apenas parteiras…

      o outro lado – meu filho teve um problema com um tendao do dedo, foi entao referido a um ortopedista e operado. Minha amiga queridissima teve o filho de 2 anos diagnosticado com leucemia e foi tratado por uma equipe de ponta, tudo de graca inclusive remedios – 3 anos de tratamento. Inclusive criancas aqui tem remedio de graca ate sair do ensino (faculdade inclusa)

      Mas como a Dri falou ai em cima, o sistema nao eh perfeito, ha varias falhas, mas funciona e tbem depende onde vc mora. Eu moro no condado de Buckinghamshire que eh considerado muito bom.

      Dentista – horror! rs crianca aqui tem tratamento de graca, mas qdo o meu filho mais velho quebrou o dente da frente eu apavorei! Revirei a internet e achei uma dentista pediatrica formada nos EUA, levei la, me custou o olho da cara mas para nos brasileiros dentes eh super importante!! Minha cunhada eh milionaria e tem os dentes horriveis! Nao entendo porque ela nao arruma eles e ela e tao bonita…. Eu tenho meu dentista aqui e da para o gasto.

      Responder
  35. PATRICIA - 26/02/14 - 18h01

    Essa coisa dos dentes jah mudou, e MUITO:
    http://www.economist.com/node/15060097

    Responder
  36. PATRICIA - 26/02/14 - 18h11

    E sobre “defeitos”, eh soh olhar as estatisticas aqui:
    http://www.efds.co.uk/resources/facts_and_statistics

    Responder
  37. Daniela - 27/02/14 - 08h16

    Olá Adriana,

    Muito interessantes as dicas.
    Não conhecia essas mochilas de carregar bebês, só tinha visto aqueles suportes enormes, em que os pais levam os filhos em caminhadas, por exemplo. Fiquei interessada em comprar uma, tenho uma pergunta: em que categoria de bagagem elas se encaixam em voos das low cost, ou mesmo, em viagens internacionais? É bagagem de mão, bagagem dela ou equipamento de bebê?
    A EasyJet permite levar dois itens de equipamento, por exemplo. Mas, se é considerada bagagem de mão, ela se encaixa nos requerimentos de medidas? Eu tenho de ir ao Brasil e vou viajar pela Europa este ano, por isso quero saber se vale a pena usar nos aeroportos.
    Obrigada!

    Responder
    • Adriana Miller - 27/02/14 - 10h02

      Desde que compramos essa mochila aind anao viajamos de Easyjet de novo, entao nao sei dizer por experiencia propria, mas diria que ela conta como uma mala de mao. Entao se voce tem direito a dois volumes, essa mochila conta como um. Se ainda for levar uma outra bolsa de fralda, ela conta como a segunda peca.
      Voce ja viu qeu aqui no blog tem um post especifico sobre viajar com criancas e bbes em Low cost? Bem uitl! :-)

      Os !equipamentos de bebe” so sao considerados assim, se forem despachados com as malas ou na porto do aviao (entao so so entram carrinhos e cadeirinhas de carro), todo o resto eh bagagem de mao (ate a sacola do free shop do aeroporto conta como mala de mao nas low costs).

      Nos voos internacionais que fizemos usando essa mochila, ela vez as vezes de carregador + bolsa de fralda, e contou como uma bagagem de mao. Entao fizemos assim – eu levei minha bolsa e uma malinha com os “extras” nossos e da Isabella, e meu marido levou a mochila dela com camera fotografica e afins e a mochila de carregar a Isabella.

      Lembre-se que bebes viajando no colo dos pais nao tem direito a bagagem nenhuma nem nenhum volume de babagem de mao quando viajando de low cost.

      Responder
  38. Renata - 27/02/14 - 17h39

    Então…mais um post que eu poderia escrever rsrsrs

    Se quisermos estar sempe na estrada com crianças, é bom mesmo estas dicas de não acostumar com o leite quente e até a papinha a minha preferia a temperatura ambiente.
    Isso salvou minha vida quando estive com ela na Europa. E te digo uma coisa, esta fase da Isabella é ainda mais facil do que a fase da minha Maitê…estando com quase 4 anos, ela deu mais trabalho em nossa ultima viagem. Como é uma criança “independente”, queria andar e não ficar no carrinho, nem sempre queria comer…tipo, por ela ficava sem comer mesmo! Isso numa refeição, ok…mas dias não rola. E quando comia, queria escolher a comida e quase sempre eram bobagens. Tivemos que ter mais paciência e nos readaptar mesmo!!! Nesta fase a criança quer desafiar os limites e já tivemos que colocar “para pensar” no meio de um elegante restaurante em Viña del Mar…não é facil! A condição de viajar mudou e foi de uma hora para outra! Da mesma forma que vc foi observando os filhos dos seus amigos antes (eu tb fazia isso), é legal vc pegar estes relatos como o meu e já pensar como vai ser pra você. Já ir fazendo a cabeça…rsrs
    Ajuda (e muito) o fato de que vc está na Europa e todas as suas viagens duram em torno de 2 horas hahahaha. Daqui do RJ, as viagens internacionais (EUA e Europa) por serem longas e mais caras, exigem que vc fique mais tempo… Então tem sempre esse fator contra.
    Passamos com ela 1 mês na Europa e ela tinha 1 aninho. Ela simplesmente amou! Fiquei na nóia de ela não aceitar as papinhas estrangeiras pois esta costumada às brasileiras que – dizem – tem mais sabor por conta do tempero. Que nada!!!! Comeu papinhas de Inglesas, italianas, francesas…fora o leite. Comeu o primeiro croissant em paris, tomeou sorvete na Toscana. Hoje mostramos as fotos sempre para que ela mantenha viva a memória afetiva destas viagens. Vale muito a pena!

    Responder
  39. Mariana - 27/02/14 - 18h04

    Vc é inspiração em tudo, Dri! Tô longe de ter filhos, mas já guardei as ideias…
    beijo grande

    Responder
  40. Daniele - 27/02/14 - 23h52

    Olá Adriana!
    Eu sempre leio o seu blog, me ajuda muuito nas viagens mas, além disso, eu relaxo lendo seus posts, me divirto com as coisas que você publica e conheci o outro blog (o Beauty), que eu nunca havia entrado. Me perdi em vááários posts hoje, adorei as dicas e voltei no drieverywhere para dar uma olhada.
    Gostei muito desse seu post, mas tenho que deixar registrado um elogio para todos os posts que você faz, são todos muito informativos e adoráveis.
    Te acho uma pessoa incrível, extremamente determinada, admiro muito o quanto de coisas você consegue fazer na sua rotina e ainda tem um tempo para escrever nos blogs.
    Sua filha é uma simpatia, tem um sorriso lindo e está cada vez maior (para você ter uma ideia, eu leio seu blog desde que você era solteira) então parece até que te conheço há um tempão!
    Desejo muitas felicidades para vocês sempre!!!
    Abraços,
    Daniele

    Responder
  41. Jackie - 01/03/14 - 14h24

    Não tenho filhos ainda, mas já li e enviei o link pras minhas amigas mamães. A Bella é uma fofura! A foto no aeroporto está épica rs

    Responder
  42. Ana - 04/03/14 - 17h38

    É preciso usar cadeirinha para bebê em táxi na Europa?

    Responder
    • Adriana Miller - 05/03/14 - 11h47

      Tecnicamente eh obrigatoriosim, mas se voce for apenas usar corridas rapidas, dentro dos centros da cidade, ai nao eh tao obrigatorio, a a maioria dos taxis permitem que voce leve criancas no colo.

      Responder
  43. Nathalia - 12/03/14 - 20h28

    Oi Adriana, amei o seu blog!! Estou lendo aos poucos.. cheguei aqui pq precisava de ajuda com o meu baby na primeira viagem internacional dele. Ele esta com 2 meses e vamos viajar pro Brasil. Eu tenho o Ring Sling mas acho que vai ser ruim pra coluna dele e a minha pra tanto tempo de viagem, então vi sua sugestão do Baby Bjorn. Me fala por favor o modelo que vc usa, pois quero comprar igual. Vc aconselha ele pra bebes de 2 meses, ainda tão molinhos. Obrigada.

    Responder
    • Adriana Miller - 13/03/14 - 14h10

      Nao sei se meu Baby Bjorn tem um nome especifico… eh o modelo basico/classico deles…
      Eu comecei a usar quando a isabella tinha dias de vida, as pernas dela nem alcancavam a abertura pras perninhas ainda… ela adorava ficar embrulhadinha la dentro, tipo um feijaozinho! :-)
      Realmente nao da pra usar muitas horas nao, fica pesado pra mae e desconvortavel pro bebe, entao nisso tanto faz se voce esta de sling ou de canguru. Se seu bebe ja esta acostumado no sling, talvez isso seja suficiente.

      Responder
  44. Adriana - 19/03/14 - 23h16

    Adoro as dicas baby!!!
    Q tal um post de coisas essenciais e coisas q vc comprou e se arrependeu,pois nao usou?
    Bjsss

    Responder
  45. Thais - 20/03/14 - 16h33

    Parabéns pelo post (e pela paciência de escrever ele tao completinho). Ainda nao tenho filhos mas espero ter uma experiencia parecida com a sua. Nao tenho muita frescura com nada e espero que isso nao mude com a chegada de um baby! Quando tiver um virei aqui no seu blog novamente pegar as dicas preciosas!

    Responder
  46. Mariana - 26/03/14 - 18h29

    Linda sua bebÊ! Fazia tempo q não passava aqui no blog e fiquei feliz em vê-la!
    Felicidades!

    Responder
  47. Jamile - 03/04/14 - 20h09

    Dri, que post maravilhoso e veio num momento otimo da minha vida que serei mae de primeira viagem daqui a um mes! Vc é o tipo de mae que eu quero ser, eu nao me sinto nada identificada com a criaçao que as mães espanholas dao aos seus filhos, super protegidos e cheio de frescura. Eu só fico observando de longe e pensando: eu nao quero ser assim. Eu nem tive meu bebe e já estou procurando voos pras minhas ferias de setembro quando meu filho terá 4 meses. O pai nao acha muito lógico viajar com uma criança de 4 meses mas eu não vejo problema. Sou das que pensa que uma criança precisa de vitamina S como sua avó. Sei que serei muito mal interpretada aquí e que a maneira como quero criar meu filho vai chocar as pessoas aqui. Obrigada pelas dicas.

    Responder
    • Adriana Miller - 04/04/14 - 10h15

      Olha, eu aprendi que essa coisa de “mal interpretacao” eh inerente da maternidade! Impossivel ser mae e nao ser julgada o tempo todo, afinal cada mae acredita que sempre faz o melhor pro seu filho (e fazem!), mas cada uma tem seu estilo e seu metoso, e tudo que eh diferente nos parece tao absurdo!
      Mas meu “slogan” eh : mamae feliz, filinha feliz! E uma coisa leva a outra.
      Entao eu sei que sigo meu instinto, o que me faz bem e me faz sentir bem como mae da Isabella, e sabendo que assim minha vida fica mais facil e mais leve, consequentemente tambem me deixa feliz e de bem com a vida, que diretamente impacta ela tambem, fazendo com que ela seja uma menina feliz e tranquilona.
      Mas isso vem naturalmente pra mim, entao nao adiante tentar ser uma mae cheia de frescuras e “nao-me-toques” se nao sou assim na vida real. Assim como nao adiante dizer pra uma outra mae mais metodica pra \”relaxar” se isso so vai trazer mais angustia e tensao, fazendo a maternindade ainda mais dificil e natural.
      Entao siga seu coracao, e so faca o que te deixa feliz e tranquila, e so assim voce vai conseguir levar a maternidade e a nova familia numa boa, e isso vai impactar todo mundo! :-)

      Responder
  48. Juliana - 19/05/14 - 20h46

    Olá Adriana!
    Pretendemos viajar pra NY e arredores com nosso “carinha” aqui em breve… ele terá cerca de 1 ano e 2 meses.
    Estou pesquisando sobre as mochilas para carregá-lo e gostaria de saber se vc sabe aonde posso encontrar lá esse modelo que vc tem da Littlelife.
    Obrigada!

    Responder
    • Adriana Miller - 19/05/14 - 21h28

      Nao sei nao… Eu comprei a minha em Londres. Vc já procurou on line?

      Responder
      • Juliana - 25/06/14 - 01h49

        Simmm! :) Procurei em vários sites de lojas conhecidas nos USA e não encontrei. E pelo site da LittleLife vi que as stores são realmente mais pro UK mesmo e arredores. Mas tranquilo, vamos encontrar algo parecido! ;)

        Responder
  49. […] (ja falei sobre nosso carrinho aqui, e ja dei minha opiniao sobre a importancia de uma bom carrinho para viajar e conseguir passar o dia todo na r…) […]

    Responder
  50. Clarissa - 24/06/14 - 01h22

    Oi, só para contribuir. O meu canguru é o BECO Gemini. É fantástico! Comprei na Amazon. Super confortável para mãe e bebê, suporta até 16 Kg e tem a opção de carregar nas costas também. É um pouco mais caro, mas compensa demais para quem faz muita coisa a pé. Meu filho vai estar com 1a e 5m em setembro e vamos para Paris ou fazer o sul de Portugal. Será nossa primeira viagem internacional com ele!

    Responder
  51. Hosana - 25/06/14 - 16h15

    Olá Dri!
    Estou adorando suas aventuras de mãe. Sempre te acompanhei nas minhas viagens, desde antes da sua maternidade, e agora tb tenho um bebê e continuo te seguindo. Quando fui comprar o carrinho quase comprei o Bugaboo, mas acabei optando pelo Uppababy Cruz, que é bem similar ao seu e tb leve, 10kg. Agora que meu bebê já tem um ano e vamos fazer a primeira viagem internacional (já fizemos algumas dentro do Brasil) pensei em comprar um tipo guarda chuva, um pouco mais leve e que deite bem, acho que no Uppababy o bebê fica com a perna para cima, não sei se o Bubaboo tb tem esse problema. A Isabella já está com que idade? Vc ainda está só com o Bugaboo? Pretende mudar e já tem alguma ideia. O Rafa, está com 1 ano e 1 mês.
    Obrigada

    Responder
    • Adriana Miller - 25/06/14 - 16h51

      O Bugaboo Bee deita completamente, mas o Bugaboo Cameleon (o mais grandao), a crianca fica com o pe pra cima tambem… Realmente nao fica com cara de muito confortavel…
      Eu ainda AMO o Bugaboo Bee e nao tenho o menor plano de trocar nem comprar outro.
      A Isabella esta com 1 ano e 6 meses.

      Responder
  52. Fernanda - 25/06/14 - 17h10

    Olá Dri, passando aqui para agradecer suas dicas de “mãe viajante”. Fomos a Paris (eu,esposo e nossa bebê que estava com 1 ano e 4 meses). Eu havia te perguntando sobre a necessidade de compra de um carrinho tipo umbrella e você me deu uma ótima dica para não acumular “carrinhos” já que o meu me atendia. Viajei com o que ela já tinha mesmo e foi tudo ótimo, mesmo porque andar com carrinho de bebê em Paris é algo muito tranquilo. Ah, na época da viagem (abril/2014) minha bebê estava com 1 ano e 4 meses, levei o leite que ela está acostumada, ela não aceitou as papinhas estrangeiras, nem mesmo o iogurte. Comeu muita baguete, croissants e massa (macarrão). Ainda bem que ela aceitou bem pelo menos o suco de lá. Beijos e continue compartilhando suas experiências.

    Responder
  53. Renata - 18/08/14 - 04h26

    Dri, adorei seu post! Assino embaixo! Dudu viaja conosco desde 7 meses, agora está com 8 anos e sempre foi mega tranquilo. Também fui adepta da amamentação everywhere, da temperatura ambiente, da economia de frescura, do carrinho camelo. Só que eu curto o MacLaren… E ele ama viajar! E conforme eles vão crescendo, fica cada vez melhor…

    Responder
  54. Elza - 09/09/14 - 21h05

    Adorei as dicas! Apesar de muito divertido, viajar com os pequenos é sempre um trabalhão. Ano passado fui para Roma e não sabia se eu levava o carrinho de bebê da Lara daqui ou se alugava um por lá. Acabei optando pela locação e deu tudo certo, foi super tranquilo. Adoro seu blog, parabéns!

    Responder
  55. […] todos os tipos de respostas e muitas experiências reais escritas em primeira pessoa – o blog da Adriana Miller, uma viajante convicta, segura e mãe de uma loirinha muito fofa, é ótima referência. Para não […]

    Responder
  56. Camile - 09/12/14 - 02h15

    Olá, gostei das dicas, e queria tirar algumas dúvidas, as perguntas podem ser idiotas mas como é minha primeira viagem sozinha com bebê de 5 meses, bate uma insegurança ….Vamos lá, eu comprei um canguru para facilitar minha viagem, ele não tem bolso ( que seria uma boa pra guardar documento e passagem aérea), cruza as alças nas costas, e fecha na cintura,,,, penso em levar uma mochila de rodinhas, com documentos, brinquedos, roupas e remédios para o trajeto… A dúvida é ,, 1-Como que viajo dentro do avião, com o canguru e o bebê agarrados em mim, ou se tiro o canguru e pego a bebê no colo??? Pois tentei ficar sentada com o canguru e a bebê , e não deu certo, apertou as perninhas ,, não ficou bom… 2- Como amamentar , tira o canguru,,, da peito,,, e coloca tudo de volta??? Aff…
    Obrigada…

    Responder
    • Adriana Miller - 09/12/14 - 19h44

      OI Camile, imagina! Pode perguntar! :-)

      Bem, a resposta depende muito de qual cia aerea voce for viajar.
      As europeas exigem que o bebe use um cinto de segurança especial (que eles mesmos fornecem quando a mnae/bebê embarcam), e as cias Americanas geralmente sao mais relax – mas a verdade é que eu nunca pude viajar com a isabella no Canguru por muito tempo (não é visto como seguro durante o voo).

      Portante dentro do voo voce provavelmente vai ficar com o bebe no colo o tempo todo, o que também é mais confortavél pra eles, pois nesse idade não podem ficar muito tempo “em pé”, pois faz mal pra coluna. Além disso, se o canguru aperta as perninhas do seu bebê, sinal de você nem deveria usa-lo e ponto final. Nem todos os bebês foram “feitos” pra canguru, e alguns são maiores que outros, mais gordinho que outros etc. Minha filha sempre foi magricelinha, então consegui usar cabguru ate quase 8 meses. Algumas amigas não conseguiram passar dor 4 meses pois seus bebes eram gorduchos. Se esta apartado, nem leve.

      Então como o bebe já vai estar no seu colo, fica fácil amamentar o tempo todo. Mas não esqueça de usar uma blusa que seja fácil de abrir e fechar, e confortavel porem quentinha.

      Para mais dúvidas, dê uma lida nos posts iniciais da série “avião com bebê” – viajei bastante com minha filha nessa idade, e tenho bastante dicas já aqui no blog!

      Responder
  57. Rovana - 13/01/15 - 01h19

    Olá Adriana, adoro este post. Já li e reli várias vezes. Essa semana será a primeira viagem de avião da Helena (8 meses) pra Floripa, que será um teste para a próxima, mais longa, e confesso que estou completamente perdida e nervosa por ter tanta tralha pra levar. Mas a dúvida é a seguinte: vi que tu comprou um carrinho da maclaren tempos atrás. O que achou dele? Qual modelo? Eu tenho um trambolho da PegPerego, super confortavel mas nada pratico, e infelizmente precisarei comprar outro. Queria muuuito o Bee mas comprar aqui é caro demais, entao comprarei ele pro próximo filho, nos Eua, hahaha. Entao estou super na duvida entre o maclaren e chicco Liteway, e gostaria de saber o que tu achou do maclaren e uma comparação com o Bee. Obrigada!!!!! Bjss

    Responder
    • Adriana Miller - 13/01/15 - 10h47

      O meu MacLaren eh o “Quest” que eh um modelo bem basicao, porem “robusto”.
      Eh dificil dar minha opiniao, pois minha referencia de comparacao eh o Bee, entao minha experiencia com o Maclaren foi bem negativa, por causa disso.
      So comprei o Maclaren pois ia viajar e tive que mandar o Bugaboo pra manutencao, mas assim que ele voltou, guardei o Maclaren no fundo do armario e nunca mais usei… :-)
      Mas se seu carrinho eh um trambolhao, entao uma opcao mais pratica, porem em conta, com certeza seria um Maclaren ou similar.
      Nunca usei o Chicco, e nao eh uma marca muito popular aqui na Inglaterra, mas nao acho que faca grande difereca na hora “h” nao…
      Se voce acha que nao eh uma boa viajar com seu Peg Perego, entao escolha um outro carrinho que tenha as caracteristicas que voce sente falta no sue carrinho atual (peso? Fechamento mais facil? Fechar em uma peca so? Tamanho?) mas que ao mesmo tem nao comprometa o conforto da sua filha, pois com 8 meses ela eh muito novinha e precisa passar bastante tempo no carrinho, entao tem que ser uma opcao que nao deixe a desejar nesse quesito.

      Responder
      • Livia - 13/01/15 - 11h16

        Rovana e Dri, desculpa me intrometer, mas talvez eu possa ajudar. Eu também tinha um Peg Perego e achava um trambolhão, apesar de ter escolhido esse carrinho justamente porque falavam que era prático. Não achei nada prático, além de grande e pesado, ainda era difícil de fechar e abrir, embora fechasse guarda chuva. Quando minha filha era menor, viajei com ele algumas vezes, mas de fato não era um carrinho prático. Quando ela tinha algo por volta de nove meses, resolvi comprar um carrinho mais leve e também fiquei na dúvida entre o Mac Laren, por ser o mais popular por aqui, e o Chicco. Achava os Mac Larens com uma aparência meio frágil e acabei optando pelo Chicco. Amei! Embora seja pequeno e leve, é super resistente e confortável. Minha filha não gosta de dormir em carrinho, mas dorme muito melhor no Chicco que no Peg Perego. Ela também nunca gostou de ficar muito tempo no carrinho, mas no Chicco fica mais tempo que no Peg Perego, talvez por ser um carrinho mais aberto, onde ela vê melhor a rua. Recomendo muito!

        Responder
        • Rovana - 13/01/15 - 13h16

          Adriana e Livia, muito obrigada por contar a experiencia de vcs!! Realmente, tenho que verificar a questao do conforto. Eu queria demais o Bee, mas vou ter que optar entre Chicco e Maclaren mesmo, infelizmente.
          Sempre pensei que o Maclaren fosse melhor que o Chicco, mas lendo sobre a experiência de vcs, vou dar uma olhada no Chicco na loja hj mesmo.
          Livia, qual o modelo do teu carrinho? É o Liteway? Que bom que compartilhou tua experiência, pois meu caso é bem parecido com o teu 😃

          Responder
  58. Tânia Pires - 11/02/15 - 01h43

    Olá Adriana! Queria uma opinião, se possível… A minha filha tem dois anos e vamos viajar em Junho para a China durante 2 semanas. Visto que existem muitos locais onde não posso levar carrinho, como a muralha da China, estava a pensar comprar a mochila LittleLife, será uma boa ideia? A Bella ainda usa nas viagens?
    Já agora, algumas dicas de quantos dias devemos deixar para cada local: Beijing, Xian, Shangai ( e também vamos a Yangshuo) visto que vamos viajar com uma menina de 2 anos…
    Obrigada e parabéns pelo blog
    Tânia

    Responder
    • Adriana Miller - 11/02/15 - 09h12

      Sim, ainda usamos bastante, justamente em situacoes como essa, onde sabemos que nao da pra levar carrinho mas tambem sabemos que ela ainda eh muito novinha pra aguentar ficar andando o dia todo.
      Quando eu fui a China eu fiquei apenas 4 dias em Beijing, e mesmo sem a Isabella nao deu tempo de fazer tudo. Achoq ue se fosse hoje em dia precisariamos do dobro de tempo no minimo! (eu deixaria 1 semana inteira pra Beijing e arredores – Palacio de Verao, Muralha etc). Xian da pra fazer em uns 2 dias, mas so so visitamos os guerreiros de Terracota e a muralha da cidade e mais nada.
      E Shangai nos passamos 3 dias e tambem mal deu pra ver tudoq ue queriamos, entao com crianca, diria que pelo menos uns 4 ou 5 dias, por que o ritmo muda muito mesmo.

      Responder
  59. Tânia Pires - 11/02/15 - 10h30

    Muito obrigado pelas dicas! Pois acho que vou acabar por alterar o itinerário e ficar mesmo por Beijing, Xian e Shangai, deixando de parte Yangshuo, porque acabam por ser muitas viagens e perde-se sempre muito tempo…
    Quanto à mochila, vocês levam como bagagem de mão? Ela tem as dimensões para isso? Porque vou ter que levar as coisas dela dentro do avião, como brinquedos, muda de roupa e alguma comida, dará para isso? E outra coisa, assento para o carro, vale a pena levar?
    Obrigada

    Responder
    • Adriana Miller - 11/02/15 - 10h48

      Nao, nao leve assento para carro!
      Mesmo se voce tiverem planos de alugar carro por la (medo!), eh melhor e mais pratico alugar a cadeirinha pra ela ja junto com o carro alugado (ate porque eles instalam pra voce e eh mais seguro).
      A questao da mochila como bagagem de mao depende muito, pois ela nao substitui uma bolsa de fralda/mala de mao. NO dia a dia ela super pratica, e ate que tem espaco pra bastante coisa (fraldas, brinquedos, muda de roupa e afins), mas o espaco inteiror dela eh todo praticamente tomado pelo assento da crianca, entao nao da pra guardar muita coisa nao, e sempre precisamos de tralhas infinitas em viagens longas. Entao voce ate pode levar a mochila como mala de mao (e usa-la no aeroport, que eh muito conveniente), mas vai precisar de outra bolsa de mao pras coisas dela com certeza.
      OU entao pode despacha-la como bagagem, mas vai ser um desperdicio de franquia de bagagem, pois nao da pra guardar muita coisa nela mesmo nao (mas as vezes fazemos isso tambem, depende muito da viage, duracao do voo, etc).

      Responder
  60. Débora Q. - 22/03/15 - 18h19

    Bom dia, Dri.

    Vou viajar com minha pequena para Montevidéu e Buenos Aires no final de maio e vou pegar temperaturas entre 7 e 19 graus. Como moro em Brasília nunca cheguei perto de temperatura tão baixas.
    Minha filha, Marina, contará com 5 meses e meio e estou na dúvida de como devo vesti-la nos dias mais frios.
    Nós tempos um bugaboo bee com coccon também (seus comentários influenciaram bastante na escolha e diga-se de passagem, adoro meu carrinho, rs. obrigada). Como nunca viajamos com ela fico muito na dúvida se invisto em roupas mega quentes ou se coloco roupas não tão quente e abuso do cobertor e do coccon, enfim…
    Gostaria de saber o que você recomendaria? Afinal, você é a pessoa mais experiente em quesitos viagens e saídas com pequenos que eu já tive notícias. rs

    Responder
    • Adriana Miller - 22/03/15 - 20h07

      Oi Debora,
      Se voce tem o Cocoon, basta vesti-la com roupas mais quentinhas (malhas, moleton, etc), uma mantinha e o Cocoon.
      O Cocoon é super quentinho, e aguenta demaaaaais o frio! Acredite, 7 a 19 graus não é nada, ela vai é sentir calor dentro do Cocoon (mesmo, tem que ficar de olho pra ela não ficar quente demais).
      Não exagere nas roupas dela, até porque nos restaurantes, lojas, shoppings e hotel vocês terão aquecimento, então ela não precisará de muitas camadas não.

      Responder
  61. Karla Ortiz - 03/01/16 - 17h36

    Oi Adri amo de paixão seu blog e assim como você amamos viajar. Esse ano com uma novidade nosso Miguel. Ele terá 11 meses em uma viagem de 1 mês pela Europa, navio, avião e carro. Agora minha duvida levo todas a s fraldas de casa? tenho medo de não encontrar para comprar. Beijo obrigada

    Responder
  62. […] Outras dicas de viagem para criancas e bebes de qualquer idade […]

    Responder
  63. […] Outras dicas genéricas de viagem e dia a dia com crianças e bebês: http://drieverywhere.net/2014/02/24/dicas-praticas-para-viajar-com-bebe-e-ainda-em-processo-de-apren… […]

    Responder
  64. Juliana Moreira Mendonca - 13/02/17 - 16h31

    Ola Adriana!
    Eu tambem tenho o Bugaboo Bee e pretendo viajar com meu filho pra Londres. Fiquei com uma duvida: vc despachava como um volume? Vi na foto que vc retirou o assento… despachou assim e guardou o assento na mala?

    Responder
    • Adriana Miller - 14/02/17 - 11h46

      A vantagem do Bee é justamente poder despachar como uma peça só, então despacho como volume na hora do check in, ou então despacho já direto na porta do avião (minha preferência. Pois é bem mais pratico e sempre acabamos precisando do carrrinho durante a espera pelo embarque. Então entrego na porta do avião e recolho de volta na porta do avião na hora de desembarcar.

      Responder