29 Aug 2016
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Transições do 2′ ano: Desfralde e chupeta

Baby Everywhere, Dicas de Maternindade, Isabella

Confesso que dar “dicas de maternidade” é uma das coisas mais difíceis pra mim… simplesmente pois sei que o que da muito certo para uma família, pode ter dado super errado pra outra família…

Nenhum método é infalível, nenhuma técnica é melhor que a outra. Mas ainda assim é um mundo cheio de julgamentos e “eu fiz assim logo esse é o certo”, e outros tantos “se você fez assim é porque fez errado e arruinou a vida de seus filhos pra sempre”… Tudo muito com emoções a flor da pele e sentimentos extremos, principalmente num mundo internético movido a ódio como temos visto ultimamente.

Mas ao longo dos últimos meses, nossa família passou por grandes transições na vida da Isabella, e algumas delas foram brevemente comentadas nas redes sociais, o que sempre leva a perguntas, pedidos de posts e dicas.

Não que eu ache que o que fiz foi tao diferente ou inovador assim nao… apenas um misto de “Dr Google”, dicas de amigos e muito “teste e erro” ate achar o que daria certo pra gente.

Mas por outro lado, a realidade é que esse blog nada mais é do que uma coleção de memorias minhas mesmo, então achei melhor escrever a respeito antes que fique tudo perdido na memoria… afinal, quando menos esperar estaremos passando por isso tudo de novo com o Baby #2, então melhor já deixar registrado antes que eu esqueça como foi!

 

  • Desfralde:

Desfralde nunca foi uma coisa que tínhamos muita pressa não. Trocar fraldas, mesmo aquelas mais explosivas, nunca foi uma cosia que incomodou nem a mim nem ao Aaron, e sempre foi uma tarefa dos cuidados da Isabella totalmente e 100% igualitária la em casa (acho o cumulo do absurdo pai que não troca fralda gente! #GarotaEnxaqueca).

A medida que a criança vai crescendo, as fraldas vão ficando mais esparsas, mais econômicas… e enfim, nunca foi uma coisa que impactava nossa vida e dia a dia.

As vezes a gente ate brincava que trocar fralda é tao fácil, rápido e simples, que o dia que ela fosse grande o suficiente pra escrever um business case nos convencendo do dresfralde, nós o faríamos! Antes disso era desnecessário…

Mas é obvio que era só brincadeira, e estávamos esperando o periodo do verão de 2015, quando ela estaria com 2 anos e meio para começar o processo.

Como aqui na Inglaterra faz frio e chove quase o ano todo, sabíamos que tínhamos que esperar um período de verão e “tempo bom”, para diminuir algumas das mazelas do desfralde…

Outro ponto que foi importante pra gente foi a linguagem – como a Isabella é bilíngue, sabíamos que ate essa fase de 2 anos e pouco o vocabulário dela e a sua capacidade de se expressar nas duas línguas ainda não era muito boa, então queríamos ter certeza que ela conseguiria expressar e comunicar suas necessidades fisiológicas nas duas línguas sem dificuldades, assim evitando acidentes e traumas desnecessários.

Mas ao longo dos meses depois que ela fez 2 anos começamos a introduzir o assunto: compramos livrinhos sobre pinicos e fraldas, compramos uma tampa especial pro vaso sanitario, espalhamos pinicos pela casa, etc, etc.

Aos poucos ela começou a “anunciar” quando tinha feito xixi ou coco (ainda na fralda), e depois de um tempo começou a falar o que ia fazer…. As vezes ate tentávamos levar ela correndo pro pinico, as vezes apenas agradecíamos o “aviso”, e sempre fizemos uma festa! O “aviso” do coco ou xixi era sempre uma felicidade, e trocar fralda nunca uma punição (nem pra ela, nem pra gente).

Então escolhemos um período sem viagens, eventos nem grandes mudanças na rotina da família mais ou menos em Julho de 2015 para começar de fato o processo.

Já tínhamos pinicos e afins em casa, e a levamos em algumas lojas para escolher suas novas calcinhas (eu comprei também umas calcinhas de “treinamento”, que nao sao fraldas, mas sim calcinhas/cuecas com os fundilhos acolchoados pra pescar eventuais vazamentos!).

Decidimos o dia D, e nos dois tiramos 2 dias de folga no trabalho pra emendar no fim de semana – assim teríamos 4 dias seguidos com ela em casa, dando inicio ao tratamento de choque inicial, depois ela continuaria o processo na crèche e com a babá – e se tudo desse certo, no fim de semana seguinte, ela já estaria “treinada”.

E assim o fizemos!

Foram 4 dias de muuuuuuuuitos acidentes, mas a partir do momento que tiramos a fralda, já era. Nunca mais colocamos uma fralda dela (durante o dia. Já já falo do desfralde noturno). Forramos os moveis e andávamos pra cima e pra baixo com paninhos e desinfetante pra ir limpando a casa atras dela…

Também usamos varias técnicas “golpe baixo” pra convence-la a sentar no pinico ou na privada – entupindo a menina de suco ou leite, e depois deixando ela assistir desenhos no iPad sentadinha no banheiro (uma tampa da privada confortável e segura também foi essencial – comprei essa acolchoada e com “alcas”, para que ela nao tivesse medo de cair nem ficasse cansada de sentar na privada).

O que ela comeu de balas e chocolates nesses dias… Noooossa! Tudo valia pra convence-la a ficar sentada mais um pouquinho, ate o xixi sair!

Outra coisa que fizemos também foi deixar alarmes no nosso celular pra nos lembrar de oferecer o banheiro e convence-la que estava na hora de sentar na privada de novo (cada um ligou seu alarme para meia hora, nos intercalando de 15 em 15 minutos – então ela raramente ficava mais de 15/20 minutos sem ir ao banheiro “tentar”, e fomos espaçando esse período ao longo dos 4 dias que ficamos em casa).

E acada xixi na privada ou pinico era aquela felicidade, festa e comemoração!

Fizemos uma tabela de “prêmios”, que ficava na parede da cozinha, e a cada acerto ela ganhava uma estrelinha, mas a cada acidente ela não ganhava nada… (mas ainda assim íamos na cozinha pra olhar a tabela, pra ela ir captando a menssagem do erro e acerto)

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Também colocamos um banquinho nos banheiros, para que ela pudesse puxar a descarga sozinha, e rapidinho virou uma tarefa “da Bella’s”, e ai de alguém que usasse o banheiro la em casa e não deixasse ela puxar a descarga sozinha! Hahahhaha

No final do nosso 4′  dia de carcere privado, os acidentes ja estavam controlados, e diria que 80% de suas necessidades ja eram feitas no lugar certo, e nao pelo chao da casa!

Nos dias seguintes, sua escolinha foi crucial – eles sabiam que tínhamos começado o processo de desfralde e estavam 110% de apoio. Levamos uma sacolona com mudas de roupa e calcinhas extras, e sua cuidadora manteve umas tabelas de acertos e acidentes.

Durante o resto daquela semana ela ainda teve vários acidentes, principalmente por que as vezes simplesmente não queria parar o que estava fazendo pra pedir pra ir ao banheiro… isso foi uma coisa que aconteceu aos poucos e ate hoje volta e meia temos que implorar pra ela aceitar para uma brincadeira só pra fazer xixi (mesmo quando é bem obvio que ela esta sofrendo de vontade!!).

Taméem passamos umas semanas carregando um pinico na cestinha do carrinho dela pra cima e pra baixo, alem de outros apetrechos que facilitavam nossa vida na hora de usar banheiros públicos. (como por exemplo esse mini protetor de privada, e sempre muitos lencinhos desinfetantes!).

Quanto ao desfralde noturno, isso foi uma coisa que simplesmente “aconteceu”…

Logo no começo trocamos as fraldas normais por fraldas tipo “short” (que veste igual calcinha/cueca) e passamos a chamar essa tal fralda de “calcinha” (a palavra fralda foi abolida), e só. Não acordava ela pra fazer xixi no meio da noite, nem nada disso. Apenas passamos a dar menos líquidos a noite e a insistir que ela tinha que fazer xixi antes de dormir.

Aos poucos começamos a ter mais fraldas secas do que molhadas pela manha, e quando estávamos no Brasil no final do ano (que foi uns 3 ou 4 meses depois do desfralde inicial), aproveitamos o clima quente pra tentar mais um desfralde noturno nela.

Porem não deu muito certo não… acho que a mudança na rotina e o excesso de líquidos por casa do calor, acabou gerando acidentes demais e desistimos no meio das ferias!

Ai veio Janeiro, Fevereiro, Março…. e sabíamos que o começo do ano de 2016 teríamos varias viagens e mudanças de rotina, então mantivemos a fralda noturna – mas a realidade é que ela já não tinha acidentes a noite, e durante esses 2/3 meses amanhecia sempre seca.

Então quando voltamos da Asia no final de março, o pacote de fraldas acabou e eu simplesmente não comprei mais. Avisamos pra ela que tinha acabado sua “calcinha especial” e que se ela quisesse fazer xixi tinha que acordar a noite. Na primeira semana ela nos acordou algumas vezes pra fazer xixi no meio da noite, mas as vezes nem saia nada… E nas semanas seguintes, ela voltou a dormir a noite toda, só fazendo xixi pela manha.

E assim estamos ate hoje!

Meses depois, quando fomos para as Ilhas Mauricio, tivemos alguns acidentes de coco nas calcas… mas acho que foi uma mistura de prisão de ventre por causa da mudança de rotina e comida diferente, combinada com tamanha felicidade de brincar no Kids Club do hotel! Ela simplesmente nunca queria para o que estivesse fazendo pra ir ao banheiro! Foram uns 3 dias seguidos de acidentes, mas assim que voltamos pra casa, as coisas se normalizaram de novo.

 

  • Chupeta

 

Essa foi sem duvida nossa maior transição do ultimo ano!

Por mim, eu deixaria ela chupar chupeta por quanto tempo quisesse! Nunca me incomodou mesmo!

Mas logico que sabia que estava prejudicando sua arcada dentaria, e não era um bom habito para um criança maiorzinha… O Aaron queria tirar a chupeta pouco tempo depois que ela fez 2 anos, mas eu preferi deixar a chupeta como a ultima das transições…

2015 foi um ano movimentado onde mudamos de casa, ela trocou de quarto, ela trocou de um berço pra um cama e depois ainda teve o desfralde! Então queria que pelo menos a chupeta fosse um conforto constante na vida dela!

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Mas por outro lado não tínhamos do que reclamar, pois ela nunca foi uma criança muito “viciada”, e sabíamos que não ia ser tao sofrido assim não.

Por sorte, a crèche que ela frequenta desde os 9 meses de idade não permite chupetas (só nas primeiras semanas de adaptação, depois eles desparecem com elas! hehehehe), então desde bebezinha ela se acostumou a não usar chupeta durante o dia.

Fazia suas sonecas sem chupeta numa boa, caia no sono sem dificuldades, se confortava pós choro sem pedir chupeta também etc.

Quando ela estava em casa com a gente no fim de semana, ou em viagens, passeios etc, eu liberava mais. Raramente dava (ou ela pedia) chueta a troco de nada no meio do dia, mas se quisesse/precisasse que ela tirasse uma soneca no carrinho , ou pra se acalmar em casa, eu dava, sem problema algum!

Mas a noite, para dormir, a primeira coisa que ela pedia era sempre sua “Tépa” ( ai que saudade de ouvir ela pedindo “Tépa”!!!), e era tiro e queda… era colocar a Tépa na boca que ela praticamente desmaiava na cama!

Ela também teve uma fase de querer varias ao mesmo tempo! Era tão engraçado e fofo! As vezes nem tinha nenhum Tépa na boca, mas ela segurava umas 2 em cada mão e esfregava nos olhos, nariz, testa… (ai se a vigilância sanitária examinasse aquelas chupetas! Hahhaha! Perdíamos a guarda da criança com certeza! hahah).

Então também decidimos quando seria o Dia D de finalmente tirar a chupeta dela, e queríamos que fosse num período de entre-safra de viagens, para que ela tivesse tempo de se acostumar com a nova rotina, e que fosse com bastante antecedência antes da chegada do novo bebe (pois caso ele pegue chupetas, as ditas cujas não fossem uma tentação pra ela!).

Assim como fizemos com o desfralde, compramos alguns livrinhos sobre chupetas, começamos a contar historinhas sobre a “Fada das chupetas” antes de dormir etc.

A tal Fada ia levar embora suas chupetas, mas ia deixar um presente especial, que ela podia escolher. Então na semana anterior, fomos todos a algumas lojas de brinquedo pra deixar ela escolher o que a Fada ia trazer em troca (a fada das chupetas tem boas conexões com o Papai Noel, então consegue presentes fora de época! hahaha).

O dia D chegou, um fim de semana com feriado prolongado (3 dias em carcere privado com ela em casa!), e logo de manha fizemos todo o ritual de preparar a surpresa para a Fada das Tepas: catar todas as chupetas espalhadas pela casa, escrever uma cartinha bem colorida e com um monte de adesivos e gliter, e embrulhar as chupetas num presente bem bonito, que foi deixado no jardim de casa.

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Seguimos o dia como se nada fosse, fomos passear (e deixar ela bem cansada!), e só voltamos no fim do dia, já na hora de jantar e começar toda rotina de dormir.

Ate ai tudo bem, e nenhum sinal de pedir a chupeta… ate a hora que ela finalmente deitou na cama pra dormir! Ai sim a ficha caiu!!

Foi um berreiro! Um escândalo! Ela queria porque queria suas Tepas de volta! Foi de partir o coração!

Ficamos horas nos revesando no quarto com ela, contando historinhas e fazendo carinho ate ela pegar no sono.

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No dia seguinte, quando ela acordou, seu presente estava na cozinha nos esperando e passamos o dia todo brincando!

O dia passou sem problemas, e a noite foi a mesma coisa! Choro, desespero, escândalo, e ela queria devolver o presente, pois gostava mais da chupeta do que do brinquedo novo! hahahah

Mas fomos firmes! De fato jogamos TODAS as chupetas no lixo! Levamos na lixeira da rua, pra não ter tentação mesmo (pra gente, não só pra ela!)!

Ou seja, por pior que fosse a choradeira, nós dois não tínhamos como cair em tentação…

A dificuldade pra dormir durou aquela semana toda (eu estava viajando a trabalho e o Aaron acabou ficando sozinho com ela)… Ela pedia varias historinhas e carinho na barriga na hora de dormir, que aos poucos foi ajustando na nova rotina.

Ainda demorou quase 1 mês pra ela voltar a “dormir fácil” e sozinha (sempre tivemos o habito de colocar ela pra dormir sozinha, sem ninar nem nada disso), e simplesmente parou de pedir pela Tepa (mesmo quando sabíamos que ela estava com dificuldades de pegar no sono).

Quase 1 mês depois eu fui pro Brasil sozinha com ela, e foi sua primeira viagem de avião sem a chupeta… A primeira coisa que ela pediu quando entramos no avião foi se ela podia ganhar uma “Tepa” no avião, mas eu disse que não, e ela nem insistiu…

Mas na verdade meu maior medo era dor de ouvido ou alguma outra reação durante o voo, afinal era sua primeira experiencia de voo sem ter alguma coisa pra sugar… Então levei muitos pirulitos, balas e coisinhas para distrair, e ela ficou numa boa!

Uffa!! Passou!

Dai pra frente nunca mais pediu nem mencionou nada, e a mudança de rotina enquanto estávamos no Brasil foi ótimo na verdade, uma boa distração, pois a partir dai, ela simplesmente esqueceu que a chupeta existe e nunca mais teve dificuldade pra dormir.

No outro dia (meses depois!) ela estava me ajudando a organizar as coisas do irmão no quarto dela, e ela viu as chupetas que eu comprei..”Olha mamãe, duas Tepas!”! Nossa gelei, achando que ela ia pedir!

Mas falei que era pro irmãozinho pois ele era bebê, e bebes as vezes precisam de chupetas, assim como ela tinha suas Tepas quando era bebe. Ela respondeu que agora que ela é uma menina grande e Irma mais velha, ela não gosta mais de Tepas…

E ponto final!!

Bem, veremos como vai ser, e se ela vai ter alguma regressão quando o bebe chegar! Mas por enquanto estou confiante!

 

E com vocês, como foi? Alguma técnica infalível?? Fizeram alguma cosia drasticamente diferente?

Adriana Miller
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Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
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  1. LIVIA - 29/08/16 - 21h00

    Seu relato veio na hora certa Dri! Minha filha está com 3 anos e sei que está na hora de tirar a bendita chupeta! Não deu o menor trabalho pra tirar a fralda, mas a chupeta! já estou sofendo por antecipação pois minha filhota ama a chupeta! Ela também não usa durante o dia todo pois a escola não permite mas a noite só dorme com ela. Vou pegar no carona no seu relato e tomar coragem. Adorei a técnica que você usou. Vamos ver se a historia da fada cola lá em casa! Rsrs

    Responder
  2. Ju - 29/08/16 - 21h33

    Existe isso ainda ???!!! Pai que não troca fralda ??!!! Eu custo a acreditar, mas de vez em quando vejo que existe, e fico chocada! Acho um absurdo total !

    Responder
    • Adriana Miller - 29/08/16 - 21h52

      Aliais, Pai/marido/namorado/filhO que não faz nada né??
      Absurdo total que seria inadmissível na minha vida, mas que infelizmente ainda é a realidade de muitas mulheres/esposas/namoradas/mães.
      Enquanto existirem mulheres que criam filhos homens como “príncipes”, e esposas que “preferem” fazer tal coisa pois o marido “não faz direito”, teremos homens acomodados fazendo corpo mole e achando que tarefas X não é “coisa de pai”.
      O que mais vejo por aí nesses perfis de “maternidade” são mulheres e mães achando “fofo” que o marido/pai da criança não sabe fazer tal coisa, e o quanto as mães são tão mais competentes pra cuidar dos filhos doq ue os pobres homens que não sabem nada sobre bebês e crianças!…
      Egocentrismo materno a gente se vê por aqui!

      Eu virei mãe no mesmíssimo exato momento que o meu marido virou pai, então tudo que eu aprendi, ele também teve que aprender.
      Algumas coisas fazemos muuuuuito diferentes. Nem melhor, nem pior, apenas diferentes. Mas antes isso do que ter que assumir a responsabilidade completa da criação e do dia a dia dos filhos!

      Responder
  3. Luiza - 29/08/16 - 21h51

    Aqui o q funcionou foi dar as pepetas para o coelhinho da Páscoa! Ele mesmo q deu( deixou numa caixa na porta de casa)! E em troca o coelhinho deu um super presente e vários chocolates! Os dois primeiros dias foram punks, mas depois foi tudo tranquilo!! Mas eu q sofro, q achava a coisa mais fofa ele pedindo a pepe e assim como a bela, ficava passado na orelha, nariz…..

    Responder
  4. Mariana - 29/08/16 - 21h59

    AMEI os relatos! Já comentei outras vezes aqui que não tenho filhos, muito menos previsão, mas amo seus relatos sobre maternidade, porque são reais, sem floreios de “eu sou a melhor mãe do mundo” e, acima de tudo, inspiradores em sua completa simplicidade e pragmatismo. Se e quando eu for mãe, quero ser assim! :)
    Morri com “ela queria devolver o presente, pois gostava mais da chupeta do que do brinquedo novo”, HAHAHAHAHA

    Responder
  5. Veruska - 30/08/16 - 03h48

    O desfralde começou na escola porque eles estavam com mais pressa do que eu. Mas ainda não conseguimos o desfralde noturno (e eu estou totalmente tranquila com relação a isso). A chupeta tiramos no dia no aniversário dela de 4 anos. A fada da chupeta pegou e deixou uma moedinha pra ela. Vínhamos falando há meses sobre esse dia e ela nunca mais pediu. Concordo com vc em respeitarmos o tempo das crianças na medida do possivel. :)

    Responder
  6. Tatiana - 30/08/16 - 13h07

    Aqui super funcionou tirar a fralda de vez e comemorar muito com ela a cada acerto. A fralda da noite demorou um pouco mais, esperei estar mais quente e já fui criando o hábito de NUNCA dormir sem fazer xixi. Tem que esperar, mesmo que seja para sair 3 gotas… E funcionou. Tiramos a fralda e foram raros os escapes, que geralmente aconteciam quando ela estava com o intestino preso. Uma boa dica são aqueles forros impermeáveis de cama. Comprei vários e sempre deixo na cama dela e também na nossa, pois ajudam muito a segurar qualquer acidente

    Responder
  7. marcela - 30/08/16 - 18h31

    A Tepa so vai ser pedida de novo quando o bebezinho chegar e vier aquele ciúme … rsrsrs

    Responder
  8. Clarissa - 30/08/16 - 18h40

    Confesso que não dei chupeta para o meu bebê para não ter que passar pelo processo de tirar :)

    Responder
    • Adriana Miller - 30/08/16 - 19h18

      Pois é, boa tecnica!
      Aqui não tivemos opção! A Bella era muito chupeteira! Passava o dia e noite sugando o ar e chorando! Hahahahh

      Responder
  9. PatriciaUk - 30/08/16 - 19h15

    Aqui foi meio que igual, mas o sucesso vem de apenas uma coisa – consistencia!! acho que nao importa como a gente faz tall coisa, mas se tem consistencia a crianca nao fica confusa e as coisas percorrem bem. Me lembro com carinho quando levei o Tamer com 3 anos ao John Lewis com suas petas e ele entregou todas elas para a moca e ganhou um lego indiana Jones….

    Responder
  10. Cris - 31/08/16 - 16h33

    Minha filha mais velha era viciada na “pepete” e foi um custo tirar. E a menor nunca gostou. Mas fase fofa da chupeta, pq é qdo eles sao piquitinhos hahahahaa
    Nao acredito q Bella va pedir chupeta pq ja esta grandinha. se tivesse 2 anos ok mas com 3 eles aprendem mesmo a deixar a chupeta.
    Bom parto e saude p todos

    Responder
  11. Isabela - 31/08/16 - 18h53

    E eu aqui sofrendo porque minha bebê de 3 meses não quer saber de chupeta nenhuma! Sempre ofereci, já testei vários modelos diferentes e nada! Hahahahahahah

    Responder
    • Adriana Miller - 31/08/16 - 19h19

      Pois é, por mais Dificil que seja tirar a chupeta, foram apenas umas semanas de “sofrimento”, e em troca tivemos 3 anos de “paz” com esse truque na manga!
      Tomara que o novo bebê pegue chupeta também!!

      Responder
  12. mariana - 31/08/16 - 20h12

    Minha filha sempre colocou muito a mão na boca para se acalmar e eu caí na onda dos outros de não dar chupeta, pois era a fase oral e depois ia passar blábláblá. Hoje ela tem 1a10m e chupa dedo e eu nem tenho uma Fada de Dedos para poder usar, é um hábito horrível de tirar e estou sofrendo um bocado. Chupeta é chato, mas é solucionável, tirar o dedo é muito difícil e às vezes tenho impressão q nunca vou conseguir. No segundo vou dar chupeta.

    Responder
    • Adriana Miller - 31/08/16 - 20h33

      Pois é, meu marido chupou os dedos até os 8 anos e ficou traumatizado! Ele foi quem mais insistia pra ela pegar chupeta e nunca colocar a mão na boca…
      (Diz ele que lembra dos amigos rindo dele na escola quando souberam que ele chupava o dedo e como foi difícil parar! Tadinho! Hehehehe).

      Muita gente pinta a chupeta como se fosse vilã (amamentação, dentes, bla bla bla), mas a verdade é que eu adorei ter esse truque na manga e espero que o próximo bebê também pegue sem problemas!

      Responder
    • Ana - 01/09/16 - 00h58

      Mariana, minha filha mais velha NUNCA quis chupeta e escolheu o dedo. Depois que ela fez uns dois anos, conversei com o pediatra e ele me indicou um esmalta chamado Mavala Stop. Funcionou imediatamente, ela nunca mais chupou o dedo. Usei apenas na primiera semana! Sobrou tanto que dei para uma amiga cuja filha chupava dedo também, e também funcionou na hora!
      Boa sorte!

      Responder
  13. Raquel - 31/08/16 - 21h24

    Amei esse relato.. e eh ate muito parecido com o que passei na minha casa com a retirada da fralda.. Agora a luta e a chupeta.. e acho que vou tentar algo semelhante ao que voces fizeram.. e me preparar para o tempo de adaptacao sem a chupeta.

    Responder
  14. Thais - 01/09/16 - 00h13

    Seus relatos sao ótimos!
    O que eu aprecio em você, é que por mais que vc tenha uma relação intensa com as redes sociais, vc aplica os ensinamentos de acordo com suas particularidades, sem aquelas receitas de bolo prontas dos sites. Por isso que da certo. Com a avalange de truques e dicas na internet, as pessoas as vezes aplicam tudo de uma vez sem um plano pessoal.
    Eu estava de férias qdo resolvi tirar a chupeta do meu filho. Foi com qse 2 anos. Eu queria saber como ele ia reagir, e como é pequeno para entender essa troca por um brinquedo bem legal, tentamos dar para algum animal que ele gostasse. Ele ama animais, em especial o gatinho de uma vizinha da minha avó. Rsrs Sempre que eu ia lá, falava para darmos. No início ele nem fez ideia do q queríamos fazer. Depois a ficha foi caindo. Não tiramos a chupeta ate ele de fato entender o que acontecia. Até q um dia eu realmente deixei as chupetas na minha avó, foi sem querer mesmo, e quando ele peeguntou no carro, falei q tinha deixado para o gatinho. Ele me olhava como quem pensava: como é possível???? Rsrs
    Mas como várias pessoas aqui escreveram, é vc ser consistente. Realmente tinha esquecido. Olhei pra ele e fui sincera. Qdo ele me perguntava, eu contava a mesma história olhando bem pra ele. Ele não chorou nenhuma vez. Foi muito bonitinho. Ele me olhava e pedia a pipi. Rsrs E eu expliquei mil vezes o que aconteceu. Hehehe Durou uns 2 – 3 dias.
    Parabéns pelo desfralde com sucesso tb! Rsrs
    Bjs

    Responder
  15. maria pessoa - 01/09/16 - 00h22

    É incrível o poder psicológico da chupeta, né? Eu adorava kkkk. Na verdade eu nem sequer passei por esse processo, acredita? Só parei quando quis largar mesmo, e tenho os dentes certinhos sem ter usado aparelho. Já minha prima o pai insistiu em tirar logo cedo, antes de 1 ano, com medo de prejudicar a arcada dentária dela e no fim das contas ficou tudo torto e ela usou aparelho por anosss, mesmo sem ter tido muta chupeta. Varia de caso pra caso, então tem que ficar de olho msm, se percebe que ta prejudicando, tem que tirar, por mais que parta o coração. Bjo, adorei o post.

    Responder
    • Adriana Miller - 01/09/16 - 06h44

      Pois é, isso de aparelho é tão relativo, é muito mais genetico do que qualquer outra coisa!
      Meu marido chupou o dedo até os 8 anos e tem os dentes mais retinhos e perfeitos que já vi! Nunca usou aparelho na vida!
      Eu chupei chupeta até os dois anos e fiquei dentucinha, tive que usar aparelho. Minha irmã nunca chupou chupeta nem dedo e teve os dentes permanentes muito tortos, usou aparelho mais tempo que eu!
      Ou seja, aqui em casa resolvemos dar chupeta porque realmente ela foi um bebê que “precisava” dessa chupetaçao extra (e eu não tenho vocação pra mãe mártir com bebê pendurado no peito o dia todo), e graças a Deus deu certo!
      E decidimos que se um dia ela precisar de aparelho, com certeza será independente de ter usado chupeta ou não.
      Então só saberemos daqui a muitos anos! :-)
      Enquanto isso tivemos uma bebê tranquila com sua “Tépa” e pais sem stress! :-)

      Responder
  16. Ana - 01/09/16 - 01h10

    Dri, entendo sua preocupação de dividir esses acontecimentos. Esse mundo de mães pode ser muito bizarro e cheios de julgamentos.

    Aqui em casa, eu tentei tirar a fralda da minha mais velha um pouco depois de 2 anos. Estava sozinha em casa com os dois (marido viajando), e foram tantos acidentes no primeiro dia que conclui que nem eu nem ela estávamos psicologicamente preparados para isso e desisti! Esperei mais uns meses, e aí ela estava preparada. Então tivemos acidentes apenas na primeira manhã! Foi muito tranquilo. Achava que ia ser traumático, pois ela nunca foi uma criança de anunciar que estava suja (ou sequer se incomodar).

    Ela chupava dedo também. Usei um esmalte chamado Mavala stop (recomendado pelo pediatra), e ela parou imediatamente! Foi tranquilo, e graças a Deus sem sofrimento na hora de dormir (eu só tinha que lembrá-la de não por o dedo na boca pois estava com gosto ruim).

    O meu mais novo tem apenas 1a8m e tirei a chupeta recentemente. Também não tinha pressa alguma, porém ele começou a morder e destruir todas as chupetas! Insamente! Em um mês ele rasgou 7 chupetas. Aí decidi que não ia comprar mais nenhuma. Fui avisando que se ele continuasse, ia ficar sem nenhuma e tal. Mas é claro que ele é muito pequeno para conseguir planejar o “não morder para não ficar sem”. Enfim, quando só sobraram duas, avisei. Quando sobrou só uma, avisei. Aí quando ele rasgou a última, ele mesmo jogou no lixo. Os dois primeiros dias ele teve dificuldade de dormir (à noite e à tarde), e tivemos que ficar com ele até que se acalma-se. Mas no terceiro dia ele já adormeceu sozinho e pronto. Na semana seguinte já nem falava mais na “pepe”. No meu caso, tive um dificultador que ele tinha mudado para a caminha 3 dias antes da última chupeta estragar, então foram muias mudanças num período curto.

    E como você está grávida, deixo uma dica: chupeta MAM perfect. Ela é bem fininha na base, o que supostamente prejudica menos a arcada dentária.

    Responder
  17. Ana - 01/09/16 - 01h10

    Dri, entendo sua preocupação de dividir esses acontecimentos. Esse mundo de mães pode ser muito bizarro e cheios de julgamentos.

    Aqui em casa, eu tentei tirar a fralda da minha mais velha um pouco depois de 2 anos. Estava sozinha em casa com os dois (marido viajando), e foram tantos acidentes no primeiro dia que conclui que nem eu nem ela estávamos psicologicamente preparados para isso e desisti! Esperei mais uns meses, e aí ela estava preparada. Então tivemos acidentes apenas na primeira manhã! Foi muito tranquilo. Achava que ia ser traumático, pois ela nunca foi uma criança de anunciar que estava suja (ou sequer se incomodar).

    Ela chupava dedo também. Usei um esmalte chamado Mavala stop (recomendado pelo pediatra), e ela parou imediatamente! Foi tranquilo, e graças a Deus sem sofrimento na hora de dormir (eu só tinha que lembrá-la de não por o dedo na boca pois estava com gosto ruim).

    O meu mais novo tem apenas 1a8m e tirei a chupeta recentemente. Também não tinha pressa alguma, porém ele começou a morder e destruir todas as chupetas! Insamente! Em um mês ele rasgou 7 chupetas. Aí decidi que não ia comprar mais nenhuma. Fui avisando que se ele continuasse, ia ficar sem nenhuma e tal. Mas é claro que ele é muito pequeno para conseguir planejar o “não morder para não ficar sem”. Enfim, quando só sobraram duas, avisei. Quando sobrou só uma, avisei. Aí quando ele rasgou a última, ele mesmo jogou no lixo. Os dois primeiros dias ele teve dificuldade de dormir (à noite e à tarde), e tivemos que ficar com ele até que se acalma-se. Mas no terceiro dia ele já adormeceu sozinho e pronto. Na semana seguinte já nem falava mais na “pepe”. No meu caso, tive um dificultador que ele tinha mudado para a caminha 3 dias antes da última chupeta estragar, então foram muias mudanças num período curto.

    E como você está grávida, deixo uma dica: chupeta MAM perfect. Ela é bem fininha na base, o que supostamente prejudica menos a arcada dentária.

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    • Adriana Miller - 01/09/16 - 06h39

      Aqui tambem só usamos as chupetas e mamadeiras da MAM, fora as únicas que a Bella aceitou, e realmente não afetaram em nada a arcada dela.
      Então dessa vez nem tive dúvida e nem comprei nenhuma outra marca. Espero que dê certo de novo!

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  18. Livia - 01/09/16 - 17h15

    Alguma dica inversa? Pra criança pegar a chupeta? A minha mais velha nunca pegou, mas eu também não insisti porque ficava de boa com ela no peito. Mas depois achei que teria sido um bom conforto no meu retorno ao trabalho e também na cadeirinha do carro, onde ela chorava loucamente. Pra segunda decidi que insistiria mais, mesmo ela sendo super tranquilinha, pois agora preciso dar atenção às duas. Só que ela não pega por nada! Até chupa, mas tenho que ficar segurando (ou seja, não adianta nada). Você lembra como foi com a Bella? Ela simplesmente pegou logo de cara ou demorou um pouco?

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    • Adriana Miller - 01/09/16 - 19h33

      Bem, isso é bem individual da criança, algumas têm mais necessidade do conforto da sucção que outras…
      Mas quando eles são pequenos é assim mesmo, coloca a chupeta e 5 minutos depois ela cai. Eles não conseguem “segurar” a chupeta na boca sozinhos.
      Eu simplesmente colocava de volta… E até recentemente quando tiramos a chupeta da Bella, já com 3 anos, era só ela pegar no sono e relaxar que a chupeta caia de novo!
      Só quando ela estava já bem grandinha, mais ou menos uns 8 meses é que “aprendeu” a colocar a chupeta de volta sozinha…
      Então acho que a única dica é essa, insistir e sempre que cair, recolocar, porque é assim mesmo por bastante tempo.
      A não ser que ela realmente esteja rejeitando: cuspindo de propósito, chorando quando vc tenta colocar a chupeta e afins, aí sim
      Acho que é um sinal de que ela não quer e nao gosta, e não sei se insistir da certo ou não…

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      • Livia - 02/09/16 - 13h32

        Cinco minutos? A minha não segura nem por cinco segundos! Hahaha Bom, vou seguir insistindo. Ela não rejeita, apenas não consegue segurar. Vou tentar uma não ortodôntica, como a Patrícia falou. Minha mãe conta que nem eu nem minha irmã pegamos chupeta de jeito nenhum, então de repente rola mesmo uma questão genética de posição da língua, hehehe

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        • Adriana Miller - 03/09/16 - 10h14

          Pois é, e as vezes a criança simplesmente não tem essa necessidade de sucção e pronto… não dá muito pra forçar…

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    • PatriciaUk - 02/09/16 - 11h09

      o meu fikho mais velho tbem foi assim, nao pegava mas ele precisava da succao e eu nao estava preparada e nao queria ele chupeitando. Dai uma amiga disse para olgar a lingua dele, e como o pai, ele tem a lingua ‘curta’!, quase presa! Entao as chupetas ortodonticas nao funcionavam, ele teve que chupar a tradicional mesmo. Detalhe: eu tbem achoq ue esse negocio de dente e genetico, ele e uma das unicas cirncas da idade dele que nao precisa de aparelho! arcadia dentaria perfeita e chupou chupeta ate os 3

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  19. Andre Luis dos Santos - 06/09/16 - 17h10

    Parabéns para a menina grande e irmã mais velha.
    :-)

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