05 Oct 2016
49 comentários

Bem vindo ao mundo, Oliver!

Baby Everywhere, Gravidez, Oliver

Acho que já não é mais novidade pra ninguém que me acompanha por aqui e nas redes sociais, que o novo integrante da nossa família já chegou, com seu grande debut no dia 14 de Setembro de 2016.

Nem dá pra acreditar que ele já está completando 3 semanas de vida! Realmente é difícil de lembrar como era a vida antes dele, e já é assustador pensar no quanto o tempo esta passando rápido!

Eu não escondi de ninguém que as últimas semanas da gravidez foram bem difíceis: estava fazendo muito calor, eu estava super cansada, cheias de dores e afins e não via a hora de tudo acabar. Mas as últimas semanas da gravidez se arrastaaaaaram! Parecia que não ia acabar nunca, e eu ia ficar grávida pra sempre!

A comparação de “tempo-espaço” entre as últimas semanas da gravidez e as primeiras semanas do Oliver são dignas de pesquisa astrofísica!

Mas vamos ao que interessa, o relato do parto e como tudo aconteceu!

Mas primeiro, vamos voltar uns dias: a última semana de gravidez, a semana 39 foi quando minha mãe chegou aqui em Londres, e eu dei uma bela relaxada; estava super tensa em pensar como íamos administrar a Isabella na hora do parto. Tínhamos vários planos A, B, C e o alfabeto inteiro com amigos, babá, vizinhos e muita gente que poderia ajudar na hora H, mas ainda assim eu estava com medo de alguma coisa dar errado, ter um parto rápido e fulminante (Rá!) e não dar tempo de organizar tudo… enfim. Tensa.

Mas como vocês viram no vlog da semana 39, depois que ela chegou eu dormi praticamente o dia todo, todos os dias, até que na segunda feira, dia 12 nós passamos horas e mais horas (umas 4 ou 5) andando sem parar por Londres. Começamos cedo pra levar a Isabella pra escola (andando), depois fomos pra Oxford Street, com direito a Primark, Selfridges, John Lewis, algumas outras lojas aleatórias e terminamos nossa maratona com um chá da tarde.

Eu voltei pra casa morta com farofa e mal consegui subir as escadas pra chegar no meu quarto e dormir a tarde toda.

Então na terça feira, eu decidi não sair de casa e apenas descansar… No máximo editei alguns vídeo pro canal do YouTube entre uma soneca e outra, mas sentia que meu corpo precisava de um trégua.

Então no fim do dia 13, depois do jantar e colocar a Isabella pra dormir, eu comecei a sentir umas cólicas. Nada muito forte nem consistente, mas que ia e voltava a cada 20 ou 30 minutos, mas não estava contando o tempo certinho ainda não.

Tomei banho, relaxei e fomos assistir alguns episódios de Homeland no Netflix – eu ainda não tinha falado nem pra minha mãe nem pro Aaron que estava com cólica; estava com medo de ser alarme falso e não queria que eles ficassem ansiosos nem nervosos.

Ao longo do episódio que estávamos assistindo as cólicas foram ficando mais contantes, e com algumas contrações Braxton-Hicks (contrações de treinamento) ao mesmo tempo, e foi então que avisei ao Aaron que estava sentido alguma coisa.

Então resolvemos assistir outro episódio, só pra ver se a cólica ia passar ou se alguma outra coisa ia acontecer.

Deu 11, meia noite, 1 e 2 da manhã e continuamos assistindo Homeland e contando o tempo entre as contrações, que estavam super irregulares, variando entre 30 minutos e 5 minutos entre cada uma. Mas umas 2 da manha resolvemos ir dormir mesmo assim, descansar um pouco e ver o que ia acontecer.

Pra falar a verdade eu não estava acreditando que realmente estava em trabalho de parto. Estava sentindo cólicas e contrações, mas nada que não fosse comparável com uma cólica menstrual normal, e dessa vez minha bolsa não estourou, e nem foi nada super rápido e repentino, como tanta gente (inclusive meu obstetra) me falava que costumava ser o segundo parto.

Resultado? Não consegui dormir. Estava com a cabeça a mil, e cada vez que demorava um pouco mais entre uma contração e outra, eu já ficava desolada achando que era alarme falso e que não seria dessa vez que entraria em trabalho de parto.

Umas 4 da manha eu acordei o Aaron e ligamos pro hospital e conversei com uma das midwives (enfermeira parteira), que me tranquilizou e disse que eu poderia ir até o hospital ser examinada, mas que seria melhor ficar em casa mais um pouco e descansar.

Mas é claro que não conseguia descansar nada, pois estava muito ansiosa! Então comecei a me arrumar, tomei banho, sequei o cabelo, finalizei minha mala, tomei café da manha e tentei me manter ocupada.

Quando deu umas 6 e pouco da manha, resolvi que era hora de ir pro hospital. Me dei conta que daí a pouco tempo a Isabella ia acordar pra ir pra creche, e não queria estar em casa – não queria atrapalhar a rotina dela (por não estar me sentindo 100%), e não queria correr o risco de que alguma coisa mais “forte” começasse a acontecer enquanto eu estivesse em casa com ela.

E assim como fizemos no parto com a Isabella, resolvemos ir andando pro hospital – a manha estava linda e ensolarada, o ventinho fresco, e eu sabia que uma boa caminhada ajudaria a acelerar as contrações. Acho que nunca andei tão devagar na minha vida! As contrações realmente se aproximaram bastante com a caminhada (a cada 3 ou 4 minutos), e pressão ia ficando cada vez mais baixa na minha barriga, o que também dificultava minha caminhada!

Assim que chegamos no hospital, fizemos checkin on quarto e comecei a ser monitorada para ver se realmente estava tendo contrações de verdade e qual a frequência exata. As contrações ainda estava muito irregulares, mas depois de ser examinada, a midwife confirmou que já estava com 4 pra 4 centimetros de dilatação e com o cervix completamente afinado e amolecido – então já estava definitivamente em trabalho de parto e já acabando a “fase 1” (são 3 “fases” no total”).

Daí pra frente foi um jogo de espera… não tínhamos muito o que fazer além de esperar o trabalho de parto avançar e progredir. E já tinham se passado 12 horas desde que tive os primeiros sinais, então já era minha esperança de um segundo parto mais rápido! (com a Isabella foram quase 22 horas).

Quando deu quase meio dia meu obstetra veio me examinar de novo e ainda estava nos 3 centímetros, então foi hora de avaliar as opções: continuar esperando, ir dar uma voltinha, ou tomar anestesia. Eu estava tentada a esperar e ir dar uma volta, mas estava exausta, acordada a quase 36 horas e com contrações intensas o suficiente que não me deixavam dormir…

Então resolvi tomar anestesia para conseguir descansar. Fomos transferidos para a sala de parto e começaram os exames pré epidural. o processo ainda leva cerca de 1 hora, mas logo que tudo foi feito, o alívio é praticamente imediato!

Dormi um pouco e quando vieram me examinar de novo, já estava com 6 centímetros e contrações consistentes a cada 3 ou 4 minutos. No caminho certo! Meu médico estourou a bolsa para que a cabeça do bebe  fique em contato direto com o cérvix fazendo mais pressão.

O resto da tarde foi mais do mesmo: dormir, acordar e esperar. O trabalho de parto estava progredindo como deveria estar, e estava dilatando 1 centimetro por hora. A estimativa era que estaria pronta pra começar a empurrar lá pelas 8 da noite.

A peridural que eu tomei, assim como no parto da Isabella, é o que aqui chamam de “walking epidural”, ou seja, é uma dose “analgésica”, onde se elimina a dor da contração, mas não a sensação do corpo. Então eu podia andar, ir ao banheiro, e sentia a “contraçã0” do útero durante as contrações, e principalmente, sentia a pressão da cabeça do Oliver descendo! Muito incrível e fascinante!!

Mas a pressão foi aumentando, aumentando e a sensação era que ele ia cair pelas minhas pernas!

Então meu médico voltou para me examinar (eram 5:45) e eu já estava com o cérvix totalmente dilatado (10 centímetros) e a cabeça do Oliver já estava na “estação 1”, ou seja, já praticamente coroando e nascendo!!

Então começaram a preparar a sala, e me deram um pequena dose de hormônio para aproximar as contrações (que estavam a cada 4 minutos, e precisavam estar a cada 2 minutos para a fase de empurre, para que o bebe não fique preso no canal vaginal).

O momento que fica tudo pronto, e o médico avisa que você pode começar a empurrar é tão surreal!!! O Oliver ainda nem tem 3 semanas e só de lembrar já dá vontade de passar por isso tudo de novo!!

Comecei a empurrar as 18:00 horas, e logo no primeiro “push” já senti a cabeça (quase) saindo! Mas eu estava TAO cansada! Nao estava conseguindo me concentrar e concentrar a força nos músculos certos! Mas umas 2 ou 3 contrações depois a cabeça saiu, o médico me orientou a parar de empurrar (nesse momento eles verificam a posição dos ombros e se o cordão umbilical esta no pescoço do bebê – afinal isso não é impedimento para parto!).

Quando estava tudo ok, dei mais um empurrão e pronto!! Ele nasceu e veio direto pros meus braços!! “Apenas” 22 horas depois que comecei a sentir as primeiras contrações.

Não existe momento igual!!! Ficamos ali nos examinando, nos olhando… enquanto esperávamos o cordão umbilical acabar de pulsar, então o Aaron cortou o cordão umbilical, e eu já comecei a amamentar enquanto o médico e enfermeiras terminavam de me limpar e arrumar (dessa vez não quis fazer episiotomia, mas tive uma pequena laceração interna e tive que levar alguns pontos – opinião pessoal: a recuperação da laceração é bem mais tranquila do que da episiotomia!).

Nem sei quanto tempo passou até que a enfermeira viesse pegar o Oliver do meu colo para medir, pesar e fazer os testes iniciais. Foi tudo bem rápido e ele já voltou pro meu colo, por dentro do roupão, e ali ficamos, fazendo “pele com pele” e amamentando durante o período de recuperação.

Ainda ficamos por lá mais umas 2 horas em observação, e umas 8 e pouco voltamos para o nosso quarto.

O Aaron foi rapidinho em casa para ficar com a Isabella, enquanto minha mãe veio me ver e conhecer o netinho!

Jantei, e continuei com o Oliver na pele. Que delicia!! Estava exausta, mas ao mesmo tempo, a adrenalina era tanta, que eu não queria que aquele momento passasse nunca!!

Umas 11 da noite o Aaron voltou, e finalmente resolvemos (tentar) dormir.

O Oliver deu uma choramingada umas 3 e pouco da manha, e mamou de novo… fiquei de olho no “relógio” (que na verdade era nada mais nada menos que o Big Ben bem ali na minha janela!), para ter uma ideia de quanto tempo ele mamou, e quando deu umas 4, chamei a enfermeira para me ajudar a trocar a roupa dele (que até então ainda estava peladinho dentro da minha roupa), e ele dormiu no meu lado.

Não lembro que horas acordamos, mas era cerca de 6 ou 7 da manhã. Comemos o café da manhã e tomei o melhor banho da vida!! Hahahha Estava precisando daquele banho! (como ele ficou essas horas todas fazendo pele com pele dentro da minha roupa, sem nem fralda, eu fui “batizada” algumas vezes, só com umas toalhas pra colher os acidentes! hahahaha).

Recebemos alta logo cedo de manhã, mas tivemos que esperar o resultado de uns exames de sangue, o que acabou demorando horas, e eu já estava louca pra ir pra casa!

Mas claro, o momento mais esperado da manhã foi a chegada da Isabella!!

Como eu sonhei com esse momento!! Meus filhos se conhecendo pela primeira vez!! O sorrisão dela quando me viu e viu seu irmãozinho foram inesquecíveis!!

Então a Isabella subiu na cama comigo e ficamos os 3 ali, de chamego, ela admirada com o irmão (ficou impressionada que ele não tem dentes, e como o cabelo dele é pequenininho! Fofa!), e algumas horas depois, a Isabella não queria ir embora de jeito nenhum!

Já tínhamos recebido alta a algumas horas, mas não podia ir embora sem o resultado do exame de sangue do Oliver (meu sangue é fator negativo, então precisávamos saber o tipo sanguíneo dele, caso eu precisasse ser vacinada com a anti D), então o Aaron voltou pra casa com minha mãe e a Isabella para almoçarem juntos, enquanto eu fiquei esperando no hospital.

E assim que ele voltou e tudo já estava resolvido com os exames do Oliver, voltamos pra casa!

Foi surreal estar em casa como uma família de 4!

Quando chegamos em casa também aproveitamos pra dar o presente da Bella, que dissemos pra ela que foi o Oliver que trouxe, para agradece-la por ser tão boa irmã! Ela amou o presente e isso foi a atração do resto da tarde!

E pronto, dá pra frente, nas últimas 3 semanas temos nos adaptado ao “novo normal” da família, e já nem dá mais pra lembrar como era a vida antes dele!

O Oliver nasceu dia 14 de Setembro de 2016, pesando 3 quilos e meio e medindo 59 centímetros!

 

Adriana Miller
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Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
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49 comentários
  1. Gabi - 05/10/16 - 13h46

    Parabéns Dri! Que o Oliver traga muitas felicidades pra vocês! Um beijão!

    Responder
  2. Mariana - 05/10/16 - 14h43

    O post mais esperado dos últimos meses!! Lindo lindo lindo! E claro que chorei, muito emocionante, principalmente a parte em que a Bella chega. Se fosse eu a mãe, estaria toda cagada nas fotos, de tanto chorar! haahahaha Já sou chorona, ainda mais nesses momentos da vida, são mágicos demais! Mas você fica linda até mesmo depois de parir e de um cansaço de horas a fio. Admiro muito sua força, Dri!
    Muita saúde, amor e felicidade para a família de quatro!
    beijo grande

    Responder
  3. Gabriela - 05/10/16 - 15h29

    Que lindo texto Dri. Adoro sua generosidade de compartilhar com a gente os detalhes de sua vida tão linda. Muitas e muitas bençãos pra família Miller!

    Responder
  4. Fernanda - 05/10/16 - 15h38

    Parabéns!! Que lindo o Oliver! Linda família! Que ele tenha sempre muita saúde e vocês tenham muitas alegrias! Beijos

    Responder
  5. Cibele Porto - 05/10/16 - 16h10

    Bem vindo Oliver!!!!
    E eu estou quase chorando, lendo esse post lindo, Adriana! hahaahahah
    Adoro ler esses relatos de parto. O dia D é o dia que mais me amedronta. E eu nem gravida estou. hahahah

    Responder
  6. Marina - 05/10/16 - 16h13

    Uauuuuuu!!! Que relato lindo de viver! Super me emocionei! Parabéns para essa família linda!

    Responder
  7. Nathalia T. - 05/10/16 - 16h13

    Que lindeza! =)
    Amoooooooo esses relatos!

    Responder
  8. Cassia - 05/10/16 - 16h30

    Que emocionante Dri! Esses momentos são únicos e inexplicáveis, vc contando me deu saudades do meu parto hahaha, que já foi há 6 meses mas me lembro como se fosse ontem! Parabéns a vocês e muita saúde pro Olivier! Bjos

    Responder
  9. Shirlei - 05/10/16 - 16h43

    Aiiii chorei na parte que a Bella chega p conhecer o irmão. A foto é linda e dá p captar a magia do momento!
    Vc parece ser boa c parto normal, seu relato é tranquilo e prazeroso. Diferente do da minha amiga, q desmaiou no meio do processo todo de tão cansada que estava e tanta dor q sentia. rs Vc sabe, estou c 18 semanas e ouvindo mil história, do desmaio real da amiga , ao forceps do parto anterior da senhora que senta do lado na sala da recepção da obstetra…. 🙄🙄🙄🙄 Amei ouvir de vc que foi “tranquilo” e emocionante ! Beijos para vcs 4, Shi.

    Responder
    • Tatiana - 05/10/16 - 20h38

      Para quem tem medo de parto normal, eu digo que também fiz aqui no Brasil e foi muito tranquilo. Acho que o mais importante é ter uma boa sinergia com o seu médico, escolher um que realmente aceite fazer PN (se for a sua vontade, pois no Brasil infelizmente às vezes não é a realidade) e se informar bastante, perguntar muito em cada consulta para se preparar da melhor forma possível.
      Mas a melhor dica é não ficar criando mil expectativas de como tem que ser, pois isso só vai acabar gerando alguma frustração depois! Nada de ser xiita também, pois não ajuda em nada. Escolha um médico que possa confiar e deixe as coisas acontecerem.
      No meu caso, eu nao queria que fosse induzido, mas precisou ser e… paciencia! Não anula em nada a experiência do parto, que foi a melhor experiência da minha vida!!
      A dor é suportável e com a anestesia é MUITO tranquilo MESMO. Nada de medo!

      Responder
  10. Mariana Alcântara - 05/10/16 - 16h43

    O post mais esperado dos últimos meses!! Lindo lindo lindo! E claro que chorei, muito emocionante, principalmente a parte em que a Bella chega… #famíliaeverywhere

    Responder
  11. Ana Luiza Rebellato - 05/10/16 - 16h46

    Dri, que delícia de relato, te acompanho desde a época que nem era casada e não costumo comentar, mas fiquei muito emocionada!! <3 vc tem uma linda família! Parabéns e saúde para todos!!!

    Responder
  12. Gabi - 05/10/16 - 17h30

    Dri, os relatos dos grandes marcos da tua vida são os mais emocionantes!!!
    Que coisa mais linda a família que vocês construíram e continuam construindo, e compartilhando com a gente a atitude de vocês diante da vida. Achei muito inteligente toda a preparação psicológica que vocês fizeram com a Bella pra chegada do Oliver.
    E sou do time da leitora que estaria toda esculhambada de tanto chorar, hahahah choro de emoção com a maior facilidade!
    Beijo pros 4

    Responder
  13. Patriciapf - 05/10/16 - 17h32

    Amei. Acho que todas as mães deveriam fazer um diário do gestação e do parto. Com o tempo detalhes são esquecidos. Imsgine ele no futuro lendo como começou sua vida.

    Responder
  14. Glauce Corcioli - 05/10/16 - 17h39

    Mais uma vez chorando rios de lágrimas pelo relato do seu parto. O da Isabela foi lindo os relato e vídeo….e mais uma vez do Oliver! Que linda família! Que benção de Deus! Vc é um exemplo Adriana! Muita saúde para o Oliver! Um bjao para os

    Responder
  15. Ma - 05/10/16 - 17h40

    Adriana, vc tinha feito um plano de parto? Eles respeitam direitinho? Quando o médico estourou a bolsa doeu, ou não por causa que já estava anestesiado? Parabéns! Sua família é linda e é reflexo da sua serenidade. Estou sonhando com um parto normal na minha próxima gravidez. Acho muito legal que aí eles têm esse pratica da anestesia, acho bem mais humano. Aqui no Brasil rola um radicalismo: ou é cesárea ou parto normal “selvagem” rsrs. Bjs e muita saúde pra vcs!

    Responder
    • Adriana Miller - 05/10/16 - 17h58

      Eu tinha feito um plano de parto pra Isabella, mas na hora H, as coisas vão acontecendo e fomos discutindo as opções na hora, “ao vivo” com o médico (como por exemplo, no parto da Isabella eu não tinha dilatado nada mesmo depois de 15 horas de trabalho de parto, então tive que tomar oxitocina na veia, não pude usar a banheira de parto pois tive que tomar um antibiótico na veia com soro, tive que fazer uma episiotomia etc. A cada passo e “mudança” do que eu tinha planejado inicialmente no plano, ia sendo discutido com o médico e nós íamos decidindo as melhores opções.

      Então dessa vez nem cheguei a fazer um, achei meio inútil, pois é tão difícil prever como vão ser as coisas, e achei que o plano de parto acaba criando uma expectativa de “parto perfeito” irreal.
      Nas últimas consultas eu conversei com meu obstetra sobre algumas de minhas preferências (queria evitar Oxitocina pra acelerar o parto, queria evitar episiotomia, queria anestesia de novo com certeza, etc), e a medida que as coisas foram acontecendo na hora do parto nós íamos “lembrando” e conversando sobre as opções (como foi o caso de estourar a bolsa – não senti nada, pois estava anestesiada, nem pressão, e só senti a aguá quentinha saindo! hehehe – me darem um dose baixa de hormônio na hora do push pra aproximar as contrações, e eu não querer episiotomia, e quais os riscos e vantagens de uma laceração “natural”, etc).

      Anestesia é vida!
      NInguém faria uma cesárea sem anestesia, certo? Então porque fazer um parto normal sem anestesia também?!
      A não ser que essa seja a vontade da mulher (pois muitas preferem assim), não tem a menor necessidade de “sofrer” como tanta gente ainda imagina que o parto normal seja.

      Responder
  16. Glauce Corcioli - 05/10/16 - 17h42

    Novamente chorei rios de lagrimas dos relato e vídeo do Oliver, assim como foi o da Isabela. Que linda família! Que benção de Deus! Muita saúde para Oliver! Um bjao para os 4!

    Responder
  17. Clarissa - 05/10/16 - 17h58

    Parabéns! lendo você contar dá até vontade de ter outro <3

    Responder
  18. Rosana - 05/10/16 - 18h17

    Lindo e emocionante post! Parabéns pela família e pelo garotão que acaba de chegar!!!!
    Gente….quanta calma para ir caminhando até a maternidade!!!! Imaginei a cena…inacreditável :)

    Responder
  19. Ana Carla Araujo - 05/10/16 - 18h26

    Quanto amor <3
    Tudo de mais feliz pra vocês!
    Bjo

    Responder
  20. Carol G - 05/10/16 - 18h43

    Que lindo, Dri! Assim como no da Isabella, me emocionei. Não canso de repetir como é legal acompanhar cada fase. Tanta coisa já aconteceu! E lembrar que eu acompanhei os preparativos do casamento… O tempo voa!

    Parabéns pelo Oliver. Vocês são uma bela família! Obrigada por compartilhar com as Tias Everywhere. :)

    Bem-vindo, querido Oliver!

    Beijos

    Responder
  21. Satya - 05/10/16 - 19h01

    Parabéns, relato lindo de parto! Tenho algumas curiosidades se vc não se importar de responder. Foi preferência sua ter um obstetra e não uma Midwife durante seu parto? No parto anterior a episiotomia foi sua preferência ou indicação? E o que me deixou mais curiosa foi da walking epidural, eu conheço muito bem esse tipo de epidural, e ainda não tinha conhecido um caso de ter controle das pernas tão bom. Então vc não precisou de um catheter? Novamente parabéns pela nova adição à família. Bj

    Responder
    • Adriana Miller - 05/10/16 - 22h40

      Sim, foi opção e preferência minha fazer meu pré natal e parto no sistema particular (e não no NHS), e portando tive acompanhamento de um obstetra o tempo todo.
      A episiotomia foi a recomendação dada pelo médico na hora da expulsão da Isabella, e como eu tinha medo de ter uma laceração avançada, aceitei numa boa. Mas nesse segundo parto resolvi pagar pra ver, e se possível evitar levar pontos. Mas acabei tendo uma laceração de segundo grau interna, então levei pontos mesmo assim. Mas achei a recuperação da laceração bem mais rápida e tranquila!

      Sobre a Walking Epidural, essa já foi minha segunda, e realmente é muito boa! Claro que você não fica super firme e nem dá pra ficar sassaricando por aí, mas conseguia andar pelo quarto com ajuda, sentia vontade de fazer xixi normalmente (não usei cateter), levantava da cama e sentava no vaso sozinha. Enfim, uma anistia incrível!

      Responder
  22. Ana Julia - 05/10/16 - 19h16

    Que lindo relato e que lindas fotos!
    Eu tive dois partos normais, ambos há mais de 10 anos, não sei se as coisas mudaram no Brasil nesse tempo, mas apesar de não me arrepender de ter feito normal, eu sofri muito, doeu demais, sem anestesia, da primeira vez disseram que não davam porque era a primeira vez, da segunda eu chorava e doia tanto que nem consegui argumentar.
    No segundo pra ajudar, quando a cabeça do meu filho saiu, o médico achou ali na hora que pelo tamanho dele a laceração podia ser muito grande e resolveu enfiar a cabeça dele de volta para poder cortar, nisso eu quase sai do meu corpo e o meu filho ainda engoliu líquidos do parto, o que fez com que ele ficasse uma semana na UTI.
    E tudo isso num hospital particular… espero que a situação hoje esteja melhor, embora duvido que em algum nível comparável à Inglaterra.

    Responder
    • Adriana Miller - 05/10/16 - 22h35

      Nossa, que horror!
      Acho que as coisas estão começando a mudar no Brasil, mas ainda tem um longo caminho pela frente.
      A impressao que tenho, ao ouvir depoimentosncono o seu, ou de ouvir histórias de amigas e conhecidas que queriam parto normal no Brasil, é que os médicos e profissionais de saúde praticamente ficam com raiva de você por querer isso! É tudo muito do contra, e a qualquer momento de fraqueza da mulher (que convenhamos, são muitos na fase final da gravide e na hora do parto) para incentivar uma cirurgia que só beneficia a eles!

      Mas acho que esse movimento recente de “parto humanizado” (apesar de que eu acho que peca demais ao pintar o PN como uma coisa bicho grilo demais, quando não tem que ser) e as denúncias e violência Obstetrícia cometidas estão ajudando a que mais mulheres voltem a querer um parto normal.
      Agora só falta que mais profissionais se preparem e se capacitem para apoiar suas pacientes nesse momento!

      Responder
      • Ana Julia - 06/10/16 - 11h44

        Foi realmente um horror, se fosse hoje, sem dúvidas eu processaria o médico, porém na época não se falava tão abertamente sobre esses abusos contra gravidas como se fala hoje, sem contar o fato que eu era muito jovem, então só queria que aquilo acabasse e ir logo embora.
        Ouço atualmente muitos relatos dessa pressão constante pra fazer cesárea (algo como 80% dos partos ou mais são cesáreas na rede particular no Brasil hj), mas mais do que isso, uma grande pressão para engravidar até os 30 também, enfim, as mulheres sofrem pressão desde sempre né, em todos os assuntos e coisas da vida.
        Penso que deve ser um grande desafio ser mãe de menina e conseguir educá-las para toda essa dificuldade que sabemos que enfrentarão ao longo da vida, por outro lado ser mãe de menino também não é fácil pois, acima de todos, nós mães precisamos ensiná-los a respeitarem mais e melhor as mulheres.
        E vc tem os dois desafios pela frente :)

        Responder
  23. Daniele - 05/10/16 - 19h43

    Parabéns, Adriana!!!!

    Responder
  24. Sandra Sena - 05/10/16 - 22h53

    Parabéns Adriana ! Você escreve tão bem e é tão gostoso ler no blog e ouvir seus relatos no YouTube .Parabens pela família linda e boas vindas ao Oliver !

    Responder
  25. Patrícia Pedraza - 06/10/16 - 00h06

    Dri, que lindo relato! Emocionante!!! Obrigada por compartilhar conosco, suas leitoras. Parabéns por mais esse momento incrível e felicidades sempre a vc e sua família linda! Beijos.

    Responder
  26. Mariana - 06/10/16 - 00h32

    Deus abençoe vcs todos. Coisa linda seu testemunho.. me deu um pouquinho de coragem para o parto normal…
    Vc é uma querida. Beijo enorme e felicidades.

    Responder
  27. Claudia - 06/10/16 - 03h22

    Parabéns pelo seu novo pacotinho de alegria!! Muitas felicidades pra você e pra sua família!! Essa walking epidural é um sonho… Eu quero ir ter bebê na Inglaterra!! Estou grávida nos EUA, e por causa do seu relato de parto da Isabela, ainda nas primeiras consultas eu perguntei para a médica, mas infelizmente aqui não tem isso, só a epidural normal que te deixa amarrada na cama sem andar e cheia de cateter e soro… Como a anestesia (pelo menos a epidural total) atrapalha as contrações e vc tbm não pode andar e nem sequer mudar muito de posição, a evolução do trabalho de parto fica comprometida e tem muito mais chance de cesárea. Aqui nos EUA não é igual ao Brasil, mas descobri que a taxa de cesárea é 30%, bem mais alta do que eu esperava. Assim, decidi por parto natural sem medicação, mas contratei uma doula pra dar apoio. É a minha preferência, mas já ouvi mesmo de várias fontes que é tudo muito imprevisível. É meu primeiro bebê e estou elaborando o plano de parto, mas já tinha me passado na cabeça o quanto realmente vale a pena… mas acho que vou terminar para pelo menos ter minhas preferências documentadas e não entrar direto no protocolo do hospital.

    Responder
  28. Amanda - 06/10/16 - 15h45

    Momento lindo! Me emocionei…
    Mta saúde para o novo membro da família. e mtas felicidades para todos vcs.
    Parabéns! Bjs

    Responder
  29. Tainnah - 06/10/16 - 17h41

    Parabéns pela experiência e parabéns por levantar a bandeira de um parto normal “normal”. Sem os ares de natureba ou de sofrimento da novela das oito.
    Tive meu filho ano passado, de parto normal também e foi muito mais tranquilo do que eu imaginava.
    Dói? Claro que doi! Mas não é insuportável e cheio de gritos e sofrimento como aparece nas novelas. O nosso corpo foi feito pra isso..tomei anestesia também, por opção minha e não me arrependo.

    Tomei banho sozinha horas depois do parto, tive uma recuperação super tranquila, mesmo com a episiotomia (mas também quero não fazer no próximo parto) e sei que foi a melhor opção pra mim.

    Sempre falo pras minhas amigas: vc está tão focada e assustada com o parto, deveria se sentir assim em relação à amamentação. Isso sim doi, é exaustivo e difícil! E pra isso quase ninguém (me incluo nessa) se prepara.

    Amamento até hj (meu filho tem 13 meses), mas o começo foi bem difícil…

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    • Adriana Miller - 07/10/16 - 04h21

      Pois é!
      E logo no Brasil, onde existe tanta ditadura e patrulha da amamentação, difícil acreditar que tantas mulheres tenham medo do parto normal!

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      • Tainnah - 07/10/16 - 16h50

        A coisa mais contraditória e até hipócrita, né?
        Eu sou super a favor da amamentação, mas a escolha é da mãe. Se está bom ou não pra ela, mas o que vejo é muita gente próxima a mim desistindo de amamentar no primeiro mês porque simplesmente é algo para o qual não estavam preparadas! Se assustam e se enganam (acham que não tem leite, ou ele é fraco).
        Ao invés da patrulha da amamentação insistir na propagação de uma informação fantasiosa, deveriam de fato empoderar as mulheres com a realidade, pra que se preparem e não se sintam as únicas a passar pela dificuldade.
        Aí sim, teríamos taxas mais altas de amamentação no Brasil.

        Mesma coisa com o parto: não sejamos extremistas! Parto normal não precisa ser embaixo da árvore, com sons de pássaros e cercado de paz, mas não precisa ser cercado de gritos, dor insuportável e sofrimento!

        Se simplificássemos as coisas, tudo seria tão menos dramático e muuuuito mais fácil.

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        • Adriana Miller - 09/10/16 - 15h32

          Pois é, a mídia Brasileira (e piorou ainda mais com as mídias sociais e os perfis “mães perfeitas” que vemos por ai) vende uma imagem “imaculada” da amamentação, como se fosse sempre lindo, fácil e “mágico”… basta o bebe nascer, colocar ele no peito e pronto, voce vai “amar”, por que né? Como não amar? Que tipo de mãe desnaturada é você que absolutamente não ama amamentar mais que tudo?!?!

          Mas aí a realidade bate quando o bebê nasce, e na primeira sugada parece que ele esta arrancando suas vísceras pelos mamilos, que consequentemente começa a sangrar, racha, dói horrivelmente quando o leite desce, etc, etc, aí vemos isso aí que você relatou: Mães desiludidas, achando que o problema é delas, só acontece com elas, e como e porque não estão vivendo essa mágica toda?!

          Que aleitamente materno é a melhor op;cão, acho que não resta a menor dúvida, mas ao mesmo tempo, temos que empoderar as mulheres para poderem tomar as decisões sobre seus corpos e seus bebês. Meu lema é: Mãe feliz = bebê feliz. E sim, eu me coloco em primeiro lugar nessa questão, tipo emergência de avião – ajude a você mesmo para que esteja capaz de ajudar e cuidar dos outros.
          Leite articial não é vilão, muito pelo contrário, salva muitas vidas, assim como cesárea.
          Nenhum dos dois deveria ser a primeira opção, sem nem tentar a via “natural” de parto e amamentação, mas graças a deus vivemos uma geração onde ambos existem justamente pra nos ajudar e salvar nossos filhos!

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  30. Gaby - 06/10/16 - 20h02

    Lindo lindo o seu relato, Dri!
    Tão emocionante, com tantos detalhes! Já disse isso, mas como é verdade, vc é uma inspiração!!!
    E esse sorrisão da Bella com o irmão? Ahhhhh!
    Quanto ao parto, sempre pensei nisso, mas nunca perguntei (esse mundo tá tão chato, que qualquer assunto vira um ringue de luta): Durante o parto normal, pode alguma consequência prejudicar a vida sexual da mulher, tipo a episiotomia?
    Realmente, no Brasil é preciso “enfrentar” o parto normal e estudar muito sobre, pq é tanta gente sendo contra.
    Um beijo grande!!

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    • Adriana Miller - 07/10/16 - 04h19

      nao! Não atrapalha, nem muda (funcionalmente nem visualmente) a vagina nem as funções sexuais!
      Se fosse assim, ninguém no resto do mundo teria mais de um filho, né? :-)
      (Digo no resto do mundo pois só no Brasil se faz tantas cesáreas e se usa esse tipo de desculpa para assustar mulheres!!)
      O corpo da mulher foi feito pra isso, se adapta, se molda, e volta ao lugar sem problemas.
      A episiotomia na verdade tem a função de preservar isso ainda mais, evitando lacerações “desordenadas”, então não me arrependo de ter feito no primeiro parto.
      Mas pra falar a verdade, tive uma laceração dessa vez, levei alguns pontos e a recuperação está sendo tranquilissima!

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      • Mariana - 07/10/16 - 14h36

        No Brasil, em relação à episiotomia, ainda há uma prática bizarra chamada de “ponto do marido”, que os médicos, ao dar os pontos, dão a mais pra ficar mais “apertado” pro marido. Nojento. Há vários relatos de mulheres que sofreram com muita dor para manter relações sexuais depois por conta disso.

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        • Adriana Miller - 07/10/16 - 15h37

          Gente, e como que esses carniceiros n~ao est~ao denunciados na cadeia?!?!
          Que absurdo!!!

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  31. Bianca - 07/10/16 - 00h28

    Obrigada pelo relato, tanto do Oliver quanto da Isabella! Te acompanho faz um bom tempinho, a primeira vez que cheguei ao seu blog, você tinha acabado de anunciar a gravidez da Isabella, e não parei desde então. Estou longe de ter filhos, mas confesso que depois de ler os seus relatos, e alguns outros, o parto normal me amedronta muito menos do que antes.
    Então fica aqui o meu muito obrigada por contribuir ao mundo (pelo menos ao meu mundo) de uma forma tão honesta, cativante e real! Nesse mundo da internet que tá ficando cada vez mais chato, você é uma das pouquíssimas que ainda admiro tanto pessoal quanto profissionalmente!
    X

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  32. Gabriela - 08/10/16 - 13h31

    Já li e reli esse relato e achei tudo incrível. O momento de Isabella com o irmão foi lindo mesmo. A foto passou tanta delicadeza. Parabéns pela família!!

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  33. Renata - 19/10/16 - 15h53

    Dri… li seu relato logo que saiu … mas só agora consegui vir escrever um cometario … nunca tinha visto alguem descrever com tanta serenidade e tranquilidade a chegada de um bebê…. engravidei qdo vc ja estava na metade do caminho da sua… e fico imaginando qdo chegar a minha vez… quero ter toda essa seguranca e tranquilidade que vc teve… Parabens pela forma como vc maneja tudo na sua vida…. e tb queria te pedir pra falar sobre o sleep trainning que vc comentou num video q o Oliver ja tao novinho esta conseguindo dormir suas 8 horas… só escuto as maes comentando q ficam meses sem dormir pq o bebe acorda de hora em hora… se puder comenta alguma coisa sobre esse tema… obrigada e e parabens novamente.

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  34. […] já falei como foi o parto e a volta pra casa e como criamos uma rotina pra ele, desde os primeiros dias de vida, então nesse vídeo, como […]

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  35. Luiza - 22/12/16 - 01h08

    Lindo Dri!!! Post lindo, muito feliz pelo novo membro da família! Adorei o seu relato, engraçado como apesar de ler bastante para o parto, nada te prepara, e acho que você aprende mais somente após o primeiro parto. Eu estava preparada para ter um parto longo, esperar as contrações virem aos poucos, mas quando comecei a ter contrações já vieram de 4 em 4 minutos, aí acabei indo para o hospital e meu bebe nasceu 4 horas depois. O problema foi que a midiwife de plantão não achava que alguém teria um parto rápido de primeira e tentou me mandar pra casa, mas como estava tão frequente pedi para ficar, e ela sem me medir disse que devia estar somente com 2cm. Não queria tomar epidural de jeito nenhum (nos EUA, teria q ficar na cama), mas não estava aguentando de dor (achava que ia ter aguentar essa dor por 17 horas), quando vieram me medir para tomar a epidural já estava com 10cm e no estágio de puxar. Tive laceração, na verdade nem senti a laceração, e me recuperei super rápido da laceração. Porém tive hemorragia pos parto (a placenta foi puxada e se partiu, também era placenta prévia completa até 36 semanas), de repente tinham 20 pessoas no quarto, mas me recuperei super rápido, recebi transfusão de sangue. O bebe nasceu super bem, a gente ficou no mesmo quarto o tempo todo, e o bebe com a gente o tempo todo. A estrutura do hospital era fantástica, e o parto totalmente “humanizado” como se fala no Brasil, com doula gratuita-voluntária fornecida pelo hospital, quarto com banheira, cordão cortado pelo marido após parar de pulsar, tudo coberto pelo plano de saúde, – até vídeo game tinha nos quartos, doação de um paciente para o hospital – nada bicho-grilo. Não sei onde estaremos morando no segundo parto, mas independente do país e apesar de toda a dor e da complicação e erro da placenta ter sido puxada e partida, gostaria de ter parto normal novamente.
    Vcs pensam em ter um terceiro?
    Tudo de bom para vcs 4!!!!
    Beijao

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    • Adriana Miller - 22/12/16 - 21h28

      Eu sempre quis ter 3 ou 4 filhos, mas sinceramente hoje em dia acho difícil. Já vou fazer 37 anos e não sei se tenho mais tempo/energia/dinheiro para encarar mais um!

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  36. Fabian - 01/11/17 - 08h01

    Ola Dri, gostaria de indicacao do seu medico obstetra, ele é brasileiro, qual clinica?
    Obrigada

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    • Adriana Miller - 01/11/17 - 08h44

      Ele não é Brasileiro não, é Britânico.
      Ele se chama De Kumar Kunde e atende no Portland Hospital

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