31
Jan
2012
Bali Noroeste: Roteiro e passeios
Escrito por Adriana Miller

O norte de Bali é sem duvidas a região mais isolada e “original” da ilha. São quilômetros e mais quilômetros de estrada sem ver ninguém, as placas e nomes em Inglês somem, e finalmente cai a ficha de que na verdade, Bali, na verdade não passa de uma pequena ilha de pescadores…

E o dia que resolvemos explorar essa parte desconhecida da ilha, ao mesmo tempo que tivemos a oportunidade de conhecer um lado novisíssimo e inexplorado da ilha, também caimos em uma das maiores armadilhas para turistas da vida!

Bem, antes de embarcarmos, fizemos várias pesquisas sobre oque fazer, oque conhecer na ilha, e principalmente onde estaríam as melhores oportunidades para fotos incriveis, até que o Aaron achou umas fotos (mega photoshopadas) dos tais golfinhos na praia de Lovina.

Lovina fica no extremo norte da Ilha, a cerca de 3 horas de Seminyak, e a ideia de chegar até lá a tempo de assistir o nascer do sol com os golfinhos deixou nosso motorista mais cético… mas como o roteiro estava por nossa conta, ele se encarregou de organizar um barco só pra gente, e as 3 da manha, em ponto estava nos esperando na porta do resort.

A viagem foi longa e torturante, com muitas curvas e longuíssimas 3 horas (isso sem transito algum, já que era no meio da madruga!) até chegar na praia de Lovina.

Sabe aquela voz conselheira que te ajuda a sair das roubadas? Pois é, não ouvi a minha… Mas algo não ia bem. Os barcos mega barulhentos, e navegando em bandos de dezenas de cada vez… Gente, se os golfinhos estão entre os animais mais espertos, eles certamente não se meteriam naquela roubada de ir “nadar” perto dos turistas.

Ok, ok, eu sei que é possivel, e sei que vai aparecer algum aqui falando de como eles tiveram essa experiência incrivel, bla bla bla… e inclusive eu depois achei uma foto (verdadeira e não-photoshopada da Dri Setti – vai láaaaaa no final do post -  que prova que a experiencia é possivel).

Mas convenhamos que dezenas de barcos, com os motores mais ensurdecedores do planeta se amontoando, espantariam até o mais burro dos animais. Mas enfim, vimos uns 2 ou 3 golfinhos, que prontamente fugiram assim que começaram a ser perseguidos pelos barcos, e muito mais rapidos que as lentes de nossas cameras…

Mas não foi uma experiência desperdiçada, pois assistimos um nascer do sol incrivel e tivemos a oportunidade de andar no barco tradicional Balines (tem que achar o lado bom né?!).

Então seguimos no nosso dia exaustivo (afinal o dia começou as 2 e meia da matina!) determinados a conseguir aproveitar essa parte da ilha.

A primeira parada foi o templo Brahma Vihara Arama, uma dos poucos, e o maior templo Budista de Bali (Bali é maioritariamente Hindu, mas tem uma pequena população de Budistas e Muçulmanos).

O templo é super isolado, e bastante desconhecido (o Roby, nosso motorista, nunca tinha ouvido falar, e foi um saco conseguir achar a estradinha certa…) e tivemos o privilégio de ter o templo inteirinho só pra gente, uns dois monges cuidando do jardim e umas menininhas super fofas que ficaram hipnotizadas pela nossa presença!

O templo Vihara Arama não é um local turistico, mas o monge nos deixou entrar sem problemas, e ainda nos emprestou duas cangas para que cobrissemos nossas pernas e pudéssemos entrar nas partes sagradas do templo.

Depois de um tempinho naquela paz toda, eu já tinha até esquecido da raiva e cansaço de ter acordado as 2 da manha!

A volta para o sul da ilha foi pela região dos lagos centrais de Bali, onde estão os 3 lagos: Danau Buyan Pancasari, Danau Tambligari e Danau Bratan.

Que são os lagos vulcânicos formados aos pá da caldeira do vulcão Gunung Catur, e uma região montanhosa linda, cercada de campos de arrozais e plantações de morangos.

(Segundo nosso motorista, foi ali naquela região que gravaram as cenas de Bali em “Comer Rezar Amar” para fingir ser uma Ubud mais tranquila e remota)

Entre os muitos templos da região dos lagos de Bali, o mais bonito e principal é o Pura Ulun Danau Bratan, que pra mim era o sinônimo de Bali!

O templo fica dentro do lago Danau Bratan, que é o maior da região e considerado de aguas (e terrenos em volta do lago) mais férteis, e portanto o lago foi construído em honra da Deusa Balinesa Dewi Danu, deusa das aguas, lagos e rios e também ao Deus Shiva, que é considerado uma dos principais deuses do hinduísmo tradicional.

E esse templo não poderia ser mais fotogênico: além da tipica arquitetura Balinesa, as guas tranquilas do lago, cercado de flores e folhas de lotus, tendo as montanhas e o vulcão como pano de fundo!

 

 

Postado em: Bali Indonésia Viagens
7
31
Jan
2012
Bali: Ku De Ta
Escrito por Adriana Miller

Uma das primeiras coisas a ser decidida e definida em relação a viagem em Bali foi a noite de revellion.

Eu já tinha ouvido falar sobre a Ku De Ta, mas não sabia ao certo oque nem onde era. Mas aí, a medida que fui pesquisando os detalhes da viagem, onde se hospedar e tal, tudo começou a se encaixar perfeitamente, e batemos o martelo em Seminyak.

O timing da viagem foi super intencional e eu queria de qualquer maneira passar o revellion em algum lugar quente, e de preferência na praia, e naquela de que “vale ou não vela a pena ir a Bali”, a verdade é que a festa de ano novo na Ku De Ta foi nosso principal fator decisivo.

Vi as fotos dos anos anteriores e li muitas ótimas reviews on line – ao mesmo tempo que ainda estava um pouco cínica em relação a tal festa (afinal sempre fui a primeira a repetir naquela máxima de que nenhum lugar do mundo produz festas de ano novo como no Brasil), mas sabia que no mínimo seria divertido e pelo menos teriamos alguma coisa “oficial” pra fazer na noite de revellion.

O Ku De Ta é um beach club nas areias da praia de Seminyak, e ao longo dos muitos anos de Bali foi se estabelecendo como o melhor bar, a melhor balada e um dos melhores restaurantes da ilha.

Foi um daqueles poucos lugares que atingiu seu auge nos tempos aureos de Bali-paraíso, mas que não se deixou decair a menina que a ilha foi pouco a pouco perdendo seus encantos.

Lá dentro você jura que Bali é o lugar mais incrivel do mundo, que todo mundo é lindo e que a vida é bela!

E não precisa ser apenas em clima de balada não! Ku De Ta bomba o tempo todo! Durante o dia suas espreguiçadeiras são as mais disputadas de Seminyak, seu gramado fica mais animado do que o Hyde Park em dia de sol, e seus sofazões e bean bags as mais confortáveis.

E isso tudo , claro, acompanhado de um menu super bom, que pode começar com um brunch pela manha, cardápio internacional de primeira para o almoço e janta, vários belisquetes ao longo do dia (afinal, praia cansa, né?), e sem esquecer do menu incrivel de sucos de frutas, bebidas e cocktails servidos diretamente na areia da praia!

E a medida que o dia vai avançando, o centímetro quadrado em frente ao Ku De Ta vai ficando cada vez mais cheio e o preço do aluguel das espreguiçadeiras na praia vai subindo a medida que o sol vai baixando… E se voce se concentrar, jura que esta nas areais de Ipanema, com o sol se pondo no mar, e aquela vibe boa de praia, palmas no por do dol e um ânimo renovado!

Para a festa de revellion, eu sabia que seria disputada (mas só quando chegamos em Bali é que me dei conta da magnitude da coisa) então comecei a mandar e-mails muitos meses antes, e fiz toda nossa reserva e pagamento on line, só pra garantir (e ainda bem que fiz, pois tudo esgotou semanas antes) e retiramos nossos convites um dia que fomos a praia por lá.

A decoração da festa foi uma coisa a parte, com um dresscode da festa que pedia “dress for love and life” (se vista para o amor e para a vida), e imagina a minha felicidade quando vi a quantidade de gente vestindo branco?!

O clima não poderia ser melhor, uma decoração lindissíma com temática Russa, e varios ambientes com DJs, banda, malabares e muitos bares difernetes.

Aliais isso é uma cosia que vale a pena mencionar: o serviço im-pe-cá-vel!

Além de terem triplicado o numero de bares de apoio, eles empregaram um verdadeiro exercito de garçons, e nem sequer tivemos que perder nosso tempo pra chegar perto de um bar – bastava ser copo ficar vazio, que em segundo chegava alguém, com um cardápio e uma lanterna na mão, prontos para anotar seu pedido; mais alguns segundos e lá estavam eles de volta com seu drink e seu troco!

Muito, muito impressionante e muito bom, principalmente considerando a quantidade de gente por lá, as pistas de dança, o gramado e tals. Os convidados da festa estavam lá pra se divertir e nada mais!

E faltando alguns segundos para meia noite, finalmente a contagem regressiva começou, naquele clima de emoção, a areia da praia e as ondas do mar… e MUITOS fogos de artifício!!!

Olha, realmente 2011 foi um ano incrível, e não poderia existir melhor maneira de fechar o ano – e começar o novo!!

Feliz 2012!!!

 

Postado em: Ano novo e resoluções Bali Indonésia Viagens
14
30
Jan
2012
Bali Central: Roteiro e passeios
Escrito por Adriana Miller

A melhor maneira de organizar nossos roteiros em Bali foi pensando geograficamente.

Por ser uma ilha, a primeira intuição é imaginar que tudo vai ser pertinho e fácil de chegar de um lugar ao outro, mas como já comentei antes, além de Bali ser uma ilha de tamanho considerável, sua geologia vulcânica, com muitas montanhas, campos de arroz, etc somado a estradas precárias e difícil de acesso a grande parte da ilha, faz com que qualquer passeiozinho ocupe boa parte do seu dia.

E isso foi outro fator importante pra nós. Queríamos poder conhecer o máximo possível da ilha, mas ao mesmo tempo, sabíamos que seria impossível visitar tudo, e não queríamos de jeito nenhum lotar todos os nossos dias com mil atividades, horas presos no engarrafamento e acabar todos os dias exaustos… (preferimos poder aproveitar bastante a badalação de Seminyak e principalmente descansar e curtir nosso resort).

Então nosso primeiro dia turistando pela ilha, fizemos um roteiro na area centro-leste de Bali, e conseguimos – sem completamente esgotar nosso dia – juntar 3 das principais atrações e areas da ilha.

Acordamos cedo, e nosso motorista nos levou diretamente ao templo Pura Besakih, o maior templo Hindu da ilha, bem aos pés do vulcão semi-ativo Agung (a ultima vez que ele entrou em erupção foi apenas na década de 60!).

O templo Besakih, também conhecido como “a mãe de todos os templos” tem uma arquitetura bem impactante, e um tamanho impressionante.

Nós contratamos um guia local (ele passou umas 2 horas com a gente e nos custou apenas 5 dolares!), pois nossos planos de desbravar o templo sozinhos ficou meio desanimado depois que vimos o tamanho do lugar!

E sem falar, que por ser um templo ativo e muito usado pelos locais, não podíamos esquecer que aquele lugar não era apenas uma “atração turística” e sim um local religioso, e todo respeito é necessário. E como não foi uma coisa imposta, foi legal passar algumas horas com um menino local da vila de Besakih, que sabia tudo do templo, e nunca saiu da ilha.

Uma das principais vantagens de ter um guia foi saber onde podíamos ou não podíamos entrar. Eles tem regras bem restritas em relação a entrada de não-hindus (e não Balineses) nas áreas sagradas do templo, e ele foi nos explicando sobre cada canto, cada significado e cada deus adorado nos diversos sub-templos, ao redor do “templo mãe”.

E inclusive fizemos um mini ritual, onde ele nos explicou algumas das pequenas diferenças das orações e adorações do hinduísmo Balinês, a importância das oferendas e como referenciar cada Deus numa sequencia especifica.

Foi uma experiência super legal, e ajudou um pouco a entender a devoção dos Balineses a seus Deuses.

De lá, seguimos em direção a area central da ilha, onde a mítica vila de Ubud.

De todos os lugares que conhecemos (que ficou longe de ser a ilha toda), foi a região mais tipica, e oque mais se aproximou com eu que imaginei que Bali seria.

Ainda é bastante caótica, gente demais, e um engarrafamento de arrancar os cabelos, mas são em suas ruazinhas que encontramos as lojas mais charmosas, os mercadinhos, artesanato (cada vilarejo ao redor de Ubud é especializado em um tipo específico de arte, então é possível visitar as familias que se dedicam a marcenaria, a tapeçaria, pintura etc.

Não conheci nenhum dos hoteis de Ubud, mas vimos muitos campos de golfe, muitas oficinas de yoga e meditação, e de maneira geral, um clima mais familia e mais relaxado doque Seminyak.

Como chegamos lá bem na hora do almoço, aproveitamos para descansar depois de horas de trânsito e parar pra comer no Lotus Café, considerado um dos melhores e mais tradicionais restaurantes de comida Balinesa e o unico lugar onde encontramos a iguaria Bebek Batutu (que contei aqui). E já até abriu filiais em Cingapura, tamanha a fama em Bali!

E mesmo que você não tenha a menor vontade de comer comida Balinesa, o Café Lotus vale só pela vista: o restaurante fica em uma das principais ruas de Ubud (Jl. Raya Ubud Kedewatan) e esconde o incrível templo Pura Saraswati, que é o templo Real de Ubud, e dedicado a Deusa da educação, Dewi Saraswati.

Quem  estiver hospedado na região, vale a pena reservar mesa (com bastante antecedência!) para jantar cerca das 6 da tarde, quando os devotos se reunem no jardim em frente ao templo (e portanto, bem de frente ao restaurante) para fazerem suas danças Barong.

Outra grande atração na região de Ubud é a Floresta Sagrada dos Macacos, ou Wanara Wana.

A floresta (que é mais um parque florestal, já que é fechada/cercada e muito bem fiscalizada), abriga cerca de 200 macacos, que são considerados tambem os guardiões do templo Dalem Agung, e não dea pra negar que eles são os chefes da parada!

A entrada na floresta é super controlada (e paga) e os turistas devem seguir regras super especificas em relação a comportamente e alimentos.

Os macacos da Floresta são bem comportados, até porque são super bem fiscalizados por treinadores uniformizados, mas ainda assim, eles são os donos da area e fazem oque bem entenderem. Então ou os turistas seguem as regras, ou… já era.

 

O principal problema são alimentos – sejam migalhas de biscoito na sua bolsa, frutas do mercadinho da esquina ou qualquer outra coisa que possa ser confundida com comida (vimos um turista apontando o dedo indicador para um macaco, e levou uma bela de uma mordida! O macaquinho achou que fosse uma banana!).

Se eles acharem que você esta escondendo comida em algum lugar, a macacada vai se juntar e vão tentar tirar a comida de você de qualquer forma!

Mas dentro da floresta não ha riscos. Além dos treinadores que estão por todas as partes de olho no comportamento dos macacos, todos eles são bem pequenininhos, e relativamente calmos.

E tão fofinhos!!!

E é claro, é nessa região central de Bali que estão os campos de arroz, um dos cenários mais estereotípicos de Bali.

Não fomos a nenhuma area especifica (algumas agência fazem trilhas, caminhadas, rotas de bicicletas etc, mas preferimos fazer por conta própria), mas a medida que íamos dirigindo pela ilha, vimos muitos campos lindíssimos, e o Roby (nosso motorista) sempre se prontificava a parar o carro pra gente, para que pudéssemos tirar varias fotos.

Os campos de arroz de Bali são considerados areas protegidas da Unesco desde 2008, em homenagem a preservação de técnicas de cultivo tipica da região.

Alguns dos campos mais impressionantes estão na area de Jatiluwih, ao sudoeste de Ubud (e a caminho do templo Tanah Lot, abaixo)

Finalmente, pra fechar o nosso dia, começamos a dirigir de volta em direção ao sul da ilha e paramos no templo Tanah Lot, que fica na costa oeste da ilha, bem ao norte de Seminyak.

O templo, também conhecido como o templo do por do sol (e também o templo das cobras – mas não vimos nenhuma!), e é um dos mas disputados no fim do dia.

E nós demos muita sorte!

Pegamos varias pancadas de chuva ao longo da tarde, e foi só chegarmos lá que as nuvens abriam espaço para um por do sol incrivel, que gerou algumas das fotos mais bonitas da viagem!

 

 

Postado em: Bali Indonésia Viagens
29
29
Jan
2012
T.V. Everywhere: Macau!
Escrito por Adriana Miller

Mais um “episódio” da nossa viagem a Asia – dessa vez é Macau!

Aumenta o som e segurem as carteiras!

Créditos do video:

Edição: Final Cut Pro X (software da Apple para iMac)

Câmeras: Canos S100 (Aaron) Sony DSC-HX5V (Adriana)

Música: “Price Tag” (Jesse J)

Postado em: China Macau T.V. EveryWhere
29
28
Jan
2012
Bali, Seminyak: Praia, bares e restaurantes
Escrito por Adriana Miller

A nossa escolha por nos hospedarmos em Seminyak foi bem deliberada, e apesar de Bali ter inúmeras opções, pra todos os gostos e bolsos (que significa que não existe escolha certa nem errada, apenas a escolha que pode ter sido certa ou errada pra você e seu perfil e preferências), então de cara sabia que Seminyak seria nossa praia!

Um fatos decisivo era a noite de revellion, e pra isso, definitivamente queríamos estar por la. Eu sei que vivo comparando os lugares do mundo, com lugares no Rio de Janeiro, mas as vezes fica mais fácil pra fazer a correlação: Sob meu ponto de vista, Seminyak é a junção perfeita da Rua das Pedras com a Praia de Geribá (em Buzios).

A praia esta longe de ter a areais branquinha e aguas cristalinas, mas pelo menos é uma praia de “areia”, com bares, espreguiçadeiras e gente.

O centrinho da “vila” teria muitas opções de cosias pra fazer, comer e passear, além do fácil acesso ao aeroporto (chegamos na ilha bem tarde da noite, e voaríamos embora bem cedo de manhã – fatores sempre importantes na escolha da hospedagem), e as estradas principais que nos levariam a outras partes da ilha.

E o fato de que achamos o hotel perfeito que atendeu a todos os nossos pre-requisitos bem ali no meio do buxixo, selou a decisão! (ficamos no Amadea Resort & Spa, que ja falei aqui).

- Praia:

A praia foi sem duvidas a melhor que vimos em Bali. Logicamente não vimos todas, e nem sequer esse foi o foco de nossa viagem, mas foi a única praia em que minha alma Carioca se sentiu numa “praia”: com uma faixa larga de areia com bastante espaco pra estender a kanga (de Bali! hahahah), espreguicadeiras, bares e servicos.

Mas ao mesmo tempo, por ser uma praia de mar “aberto” na costa oeste da ilha, ela não é muito favorável a pesca, oque significa que os barcos de pescadores (vazando oleo e cheiro de peixe) e os barcos de turismo (vazando lixo e muita gente), passam longe.

Porem, apesar de ter um mar “aberto”, ela nao é das favoritas dos surfistas, e mesmo não sendo aquela piscina de agua calma, as ondas também nao eram fortes o suficientes pra atrapalhar nossa diversão.

E por estar na costa oeste da ilha e ter uma extensão considerável de areia, Seminyak se transformou no lugar ideal para o mais legais beach clubs do mundo! Que se tornam especialmente disputados durante o por do sol, quando a galera se junta na areia e nas mesinhas e lounges dos clubs pra curit o por do sol e os drinks!

- Bares e Resturantes:

Um dos principais e mais disputados (e consequentemente badalados) beach club de Seminyak é sem duvida alguma o Ku De Ta! Foi la que passamos nossa virada de ano, numa festa incrível e animadíssima que por fim pôs por terra aquele mito que só o Brasil sabe produzir boas festas de revellion! (então vai rolar post dedicado, porque o Ku De Ta merece!).

Outro restaurante que encabeça as listas de “melhor de Bali”, também fica logo ali, com os pes nas areais de Seminyak: o Balines/Italiano La Lucciola.

Esse restaurante estava no nossa lista, mas um dia, depois de assistir o por do sol na praia, resolvemos tentar achar um lugar pra comer por ali mesmo e sem saber oque era, avistamos o La Lucciola e pronto!

Apesar de nao termos reserva (alta temporada em Bali tem que fazer reserva pra tudo!), como ainda era bem cedo, conseguimos uma mesa bem na varandinha, com uma vista incrível!

No menu, muitas opções com frutos do mar, que misturam perfeitamente os ingredientes Balineses, com um toque Italiano, resultando em alquimias gastronômicas sem igual!

Mas nao da pra negar que um dos ingredientes principais realmente é o ambiente…. a vista…

O restaurante ocupa os dois andares de uma “casa” bem estilo praiano, todas as mesas tem vista direta pro mar, muitas janelas, muitas flores, muitas velas e os maravilhosos moveis Balineses (queria poder re-mobiliar minha casa toda nessa viagem!), oque criam aquele ambiente de sonho… dando aquela sensacao de que “era essa a Bali que eu sonhei!”.

 

Mas nao podemos esquecer da tal da “Restaurant Street” que é o centrinho de Seminyak, e que ajudou a transformar essa vila, no bairro trendy e cool de hoje em dia.

O nome verdadeiro da rua é Jalan Laksamana, oque explica porque um nome mais turístico foi prontamente adotado… em seus poucos quilômetros de cumprimento  ela sem duvida é uma das mais movimentadas e bem cuidadas da ilha.

Vários tipos de bares, restaurantes para todos os gostos, muitas lojas com roupas praianas (muitas marcas Australianas bem interessantes), algumas galerias de arte, lojas de moveis e design Balines, mercados, agencias de turismo e tudo mais que o turista pode precisar durante sua estadia.

Um dos bares que acabou virando nosso “point” durante os dias que passamos por lá foi o diner fuleiro Soho, que fica aberto 24 horas e tem os melhores (e mais baratos) sanduiches de Bali!

O Soho salvou nossos estômagos na noite que chegamos, e aquele Philly-Cheese-Steak sem igual em plena madrugada nos conquistou de cara!

Lanchinho pós-passeio? Soho. Fazer uma boquinha na madrugada pós balada? Soho (esse horário era exatamente o mais disputado!). Alomoço rapido pré-praia? Soho.

Deu pra entender, né? E mesmo com sua aparência de pé sujo, se esforçando pra lançar um estilo de diner Nova Iorquino, a verdade é que o lugar esta sempre lotado, 24 horas por dia, e os precinhos diminutos do menu dão o incentivo extra pra continuar voltando e voltando…

Mas como nem só de sanduíche sobrevive a Restaurant Street, um outro lugar ótimo que provamos foi o Italiano Trattoria.

Mesmo com uma superlotação e fila na porta (todas as noites), o serviço foi sempre impecável, eles sempre dão um jeito de ir atendendo e servindo todo mundo, e inclusive abriram um “puxadinho” na calçada do outro lado da rua pra atender a quantidade incrivel de clientes disputando uma mesa (e isso porque são duas filiais do Trattoria só em Seminyak, a poucos metros de distância).

A comida chega rapido, deliciosa, muitas opções de vinhos e cervejas, e no final de tudo a conta mal passa 10 dolares por cabeça…!

E pra variar um pouco o paladar, tambem seguimos a recomendação de uma amiga e fomos conferir o L’Entrecôte, um restaurante estilo bistro Francês, vizinho da Trattoria e igualmente disputado.

O melhor? O prato chefe do L’Entrecôte é seu PF de bife, salada e batata frita, que virou a marca registrada da casa. E pelo módico preço de 10 dolares por “menu”, que tambem inclui uma sobremesa!

Para opções mais Belinesas, a melhor opção é o Batu Kali, que por sorte era o restaurante do nosso hotel!

Uma otima seleção de sucos de frutas “exoticas” (mamão, abacaxi, maracujá, manga e afins, que é bem dificil de achar na Europa) que são tipica de Bali além de uma lista bem generosa de pratos asiaticos e Balineses, e mais umas tantas opções “ocidentais” e internacionais para os mais frescos.

Minha recomendação vai pro Nasi Goreng, que é um dos pratos tipicos da ilha e significa, literalmente “arroz frito com frango” e não tem erro!

E ainda existem muitos outros, e seria possível dar a volta ao mundo gastronomicamente sem sequer sair daquela rua!

 

Postado em: Bali Indonésia Viagens
12
26
Jan
2012
Amadea Resort & Spa
Escrito por Adriana Miller

Uma das otimas escolhas que fizemos durante nossa estadia em Bali foi o hotel escolhido.

Fiz uma pesquisa rapidinha e sabia que queriamos ficar na area de Seminyak, que tem uma das praias melhorzinhas, mas tem tambem otimos restaurantes, bares, baladinhas e boas conexoes com o aeroporto.

As opcoes por la foram muitas, e tinhamos alguns pre-requisitos: um estilo “boutique” de acomodacao, que nao fosse nem um albergue muito fuleirao, nem tanpoco um resort enorme e caro.

Quartos espacosos e novos, piscina (sabia que ia estar muito calor nessa epoca do ano, e ja sabia que as praias nao sao la grandes coisas) e um boa infraestrutura dentro do hotel.

Entao segui o feedback de sites como booking.com e Tripadvisor e escolhi o Amadea Resort & Spa, um hotel bem no meiao da “restaurant street” de Seynimiak, novissimo e com otimo feedback!

E a escolha nao poderia ter sido melhor! Foi um daqueles lugares onde voce se sente totalmente em casa, todos os funcionarios tao simpaticos, que na hora de ir embora ate bate uma saudade!

Na noite que chegamos, rolou um certo estresse por causa de um errinho na reserva (resumindo: eu fiz uma reserva inicial pelo booking, mas modifiquei as datas uns meses depois diretamente com eles, entao o preco da diaria estava aparecendo errado pra mim e pra eles), mas prontamente o gerente veio falar comigo e nos ofereceu um upgrade no tipo de quarto, para uma versao maior e com vista pra piscina nos fundos da propriedade.

Aliais, uma cosia que me preocupou um pouco era se teriamos barulho a noite, ja que o hotel eh tao no meio do burburinho, mas gracas a deus, nao ouvimos nada nem de longe! A fachada do hotel eh um restaurante (do hotel, onde eh servido cafe da manha, mas aberto a nao-hospedes tambem), depois tem um jardim interno e o estacionamento, depois todas as villas, e so la no fundao fica a recepcao e os blocos de quartos e piscinas. Ou seja, perto suficiente da badalacao, mas longe o suficiente pra poder desligar totalmente!

E alem da infraestrutura novissima e super confortavel, funcionarios simpaticissimos, otima comida, otimos drinks no bar da(s) piscina o hotel ainda tem um spa delicioso na cobertura, oferencendo inumeros tratamentos tipicos Balineses e todo tipo de relaxamento e massagens!

Nao poderia ter fechado 2011 (e comecado 2012!) de jeito melhor! nada como uma boa massagem balises pra relaxar e invigorar!

O Spa fica na cobertura do hotel, com vistas para a piscina e o jardin interno, e tem varios quartos de tratamento individuais e para casais, tudo naquele climinha delicia oriental.

E foi tambem gracas ao hotel que conhecemos o Roby, nosso maravilho motorista e guia que nos mostrou tudo que bali tem de melhor me mais interessante!

A apesar de nao ser um resort peh na areia, o Amadea, que fica bem no meio da “rua dos restaurantes” (uma coisa assim, DEMAIS no clima da Rua das Pedras em Buzios – so que muito menos charmosa e menos cuidada, infelizmente para os Baliseses), fica a apenas uns 10 ou 15 minutos (andando) da praia de Seminyak, onde estao varios otimos restaurantes, bares e beach clubs (todas as dicas em breve!), oque fez dele a localizacao perfeita!

Para reservas, clique aqui no Booking.com ou direto no site do hotel.

 

Postado em: Bali Indonésia Viagens
11
24
Jan
2012
Bali e Indonesia na pratica
Escrito por Adriana Miller

Os dias que passamos em Bali froam sem sombra de duvidas os mais relaxantes que tivemos em nossas ferias – mas ao mesmo tempo, viajar por essa minuscula ilha tem sua dose de estresse, e como em qualquer lugar do mundo, quando mais preparado voce estiver, melhor!

- Vistos:

Comecando pelo principio, a Indonesia requer visto a todos os seus visitantes, sendo que a maioria dos paises (inclusive Europeus, Americanos e Brasileiros) nao precisam aplicar oara vistos com antecedencia e eles sao concedidos na sua primeira entrada no pais.

Voce tera que preencher um formulario de imigracao (que provavelmente sera distribuido em seu voo) bem basico, e pagar a taxa do visto, que custa US$25.

A dica pra quem entra no pais via Bali eh ficar atento a ordem das coisas. O balcão para “compra” do visto eh diferente do balcão de imigracao, e na verdade eles ficam em lados opostos do salao de desembarque.

Muita gente saiu correndo pra entrar na fila da imigracao, e foram recusados quando chegou sua vez, tendo que voltar pra comprar seu visto e depois voltar pro final da fila.

As sinalizacoes nao sao muito obvias – por sorte eu dei uma olhadinha pra cima e vi uma plaquinha pequena indicando o balcao pra compra de vistos (e como tinha feito uma pesquisa sobre vistos antes da viagem, sabia que teriamos que pagar na entrada, e geralmente eh assim que funciona em outros lugares que seguem o mesmo sistema).

O visto custa US$25 ou equivalente (por exemplo 20€ ou 17£), em dinheiro vivo apenas. Nos esquecemos desse detalhe, e como eles nao aceitam cartoes (nem debito nem credito) acabamos tento que ir juntando dinheiro em varias moedas pra cobrir o valor (vexame mor!). Acabamos pagando o meu visto em libras e o do Aaron parte em Euros, parte em HK dollars! Entao deixe uma quantia ja separadinha pro seu visto (principalmente se vc, como nos, estiver fazendo uma viagem pinga-pinga envolvendo varias moedas diferentes).

Os caixa eletronicos ficam depois da imigracao, entao nao sei oque aconteceria se alguem nao tivesse dinheiro vivo pra pagar o visto…. tenso!

A imigracao foi tranquila, e uma vez com o visto “comprado” na mao, eles apenas colam no seu passaporte (voce precisa de pelo menos uma pagina inteira “livre” no passaporte) e carimbam a data de entrada e seu limite de permanencia, sem praticamente enm olhar na sua cara.

Outra dica e “aviso”: as falcatruas rolam solto em Bali, ate mesmo (e principalmente) dentro do aeroporto. Existem varios “funcionarios” uniformizados que te ajudaram sem nem pedir, que simplesmente vao sair carregando suas coisas, e claro, so vao devolve-las mediante pagamento de uma “propina”.

Eu quase cai nessa – enquanto tentava equilibrar bolsa, passaportes, guardar o dinheiro recem sacado no bolso e retirar minha mochila da esteira de bagagem, uma carinha uniformizado apareceu do nada pra me ajudar. De primeiro relance achei mesmo que fosse alguem do aeroporto, e em questoes de segundos ele ja estava carregando minha mala pra fora da area de embarque, sem nem ao menos passar pela alfandega – isso tudo sob os olhares complacentes do guardinha da alfandega que nao fez nem falou nada, apenas deixou ele passar pelo “lado” da barreira.

Imediatamente segurei a mochila pelas alcas e o Aaron bloqueo a passagem dele, e so entao ele apontou para a plaquinha “Porter” (ajudante) em seu uniforme e fez o sinal de dinheiro com os dedos.

Por sorte foi tudo muito, muito rapido, e estavamos juntos, entao conseguimos nos desvencilhar da “ajuda” sem problemas e sem complicacoes, mas foi uma susto!

Nao chega a ser perigoso, pois nao foi uma situacao de furto (e na verdade vimos muita gente usando o servico dos porters), mas nao tem nada pior doque essas ajudas nao solicitadas em troca de dinheiro que voce se sente forcado – a acuado – a dar.

- Chegando do aeroporto a qualquer lugar da ilha:

Pra comecar, Bali eh muito barato. Mas tambem pode sair MUITO caro se voce nao ficar esperto.

Geralmente eu sempre peco pro hotel organizar um pick up/transfer pra gente, mas sabia que os taxis em Bali eram baratos entao nem me preocupei.

Nessas situacoes (na verdade, sempre neh?) sempre pegue apenas taxis oficiais do aeroporto, no balcao oficial de taxis. Entao fomos seguindo as plaquinhas, ate que avistamos a fila quilometrica no (unico!) balcao de taxi.

Ja estava de noite, ja estava escuro, com um calor dos diabos e a fila nao andava.

Entao os taxistas nao-oficial nao deram descanso… “pra que esperar na fila…? Te levo no seu hotel por 50 dolares!”; “No meu carro eu faco por 30, mais uma taxa pra malas…!” e por ai vai.

Como sou desonfiada com essas coisas, nao sacumbi as reclamacoes de cansaco do Aaron e ficamos na fila esperando nossa vez.

Resultado? Com o taxi oficial do aeroporto pagamos miseros 7 dolares pra ir do Aeroporto ao nosso hotel (cerca de 1 hora de distancia) em vez de cair no conto dos 50 dolares!

E dento do balcao de taxis deu pra ver a tabelinha de precos, e todas as praias e os principais resorts sao tabelados, entao voce ja sabe quanto vai pagar. O pagamento eh no balcao, onde voce recebe um recibo com o endereco do seu hotel e um outro funcionario te acompanha ate seu taxi. Entao no final da corrida, a unica transacao em dinheiro eh uma pequena gorjeta ao motorista.

- Navegando pela Ilha:

Tudo bem que proporcionalmente, Bali eh uma ilha pequena e facil de se conhecer. mas a realidade eh que por mais epquena que seja, voce poderia gastar, facil, umas 5 horas pra cruzar a ilha de ponta a ponta, e se der azar com o transito esse trajeto facilmente sobe pra 8 horas!

E acredite, suas chances de pegar um transito fenomenal sao altissimas! (pegamos vaaaaaarios, de arrancar os cabelos!)

O transito eh caotico, as estradas sao estreitas, as motocicletas estao em todos-os-cantos (imagina os moto boys de SP no horario do rush multiplicado por um zilhao!) e ninguem, repito, ninguem respeita sinal de transito nem rega nenhuma.

Eu tinha lido alguns outros blogs falando de como era barato alugar carro em Bali, ou como era divertido alugar uma lambreta… ja na corrida entre o aeroporto pro hotel decidimos que nem sequer cogitariamos essa hipotese, tamanho o caos (que claro, super potencializado e piorado por ser nas vesperas do ano novo).

A verdadeira melhor opcao pra desbravar Bali sem riscos nem stress? Contratar um motorista.

Ja mesmo no aeroporto, pegamos um monte de folhetos de agencias, passeios e excursoes pela ilha, e todos eles ofereciam o servico de carro + motorista fluente em Ingles por X horas. Depois uma pesquisada rapidinha, vimos que todos os precos sao meio tabelados, entao pra garantir, seguimos a recomendacao do nosso hotel: carro novissimo, confortavel, ar condicionado (amem!) potente e um motorista simpaticissimo!

Gostamos tanto do Roby no nosso primeiro dia, que acabamos contratanto ele mais 3 vezes durante nossa estadia!

Eu e Roby em Ubud

Ele presta servico pro hotel que ficamos, mas tambem faz servicos de motorista-guia por conta propria, entao pra entrar em contato com ele: wayanrobyparwanturoby@yahoo.com ou pelo telefone (local) +005739149394

Os precos na epoca do revellion 2011/2012 ficavam entre 35 a 60 dolares (dependendo se vc queria o carro por 5 horas a 12 horas), incluindo o carro, motorista/guia, gasolina e pedagios.

Descartamos todas as opcoes de excursoes e passeios por agencias pois sempre acabavam saindo mais caro doque o aluguel do carro + motorista, e os programas nunca eram exatamente oque queriamos.

Mas tem que fazer o dever de casa e saber oque voce quer ver, quando e qual roteiro voce quer fazer (vou relatar os meus roteiros nos proximos posts). O Roby ate nos deu sugestoes, e tal, pra potencializar nossos dias, mas de maneira geral, ele estava ali apenas pra nos guiar pela ilha, e seguiu todas as nossas cordenadas.

Para entrar em contato com o Roby (super recomendo!): wayanrobyparwanturoby@yahoo.com ou pelo telefone (local) +005739149394

- O tal do ”exotismo”:

Uma das minhas decepcoes foi justamente a falta de “exotismo” da ilha.

Talvez eu tivesse idealizado demais Bali em comparacao com a Tailandia, por exemplo. Talvez tudo tenha sido piorado por ser tao altissima temporada… nao sei.

Mas a verdade eh que Bali hoje em dia eh uma metropole, porem sem a infraestrutura de uma metropole.

As vezes ate esqueciamos que estavamos na Asia, tamanha a aquantidade de turistas (principalmente Australianos!), ouvimos a lingua local pouquissimas vezes, e na superficie, Bali simplesmente nao me pareceu muito original.

Claro que tem os templos, o lado encantador e preservado da Ilha. Mas ainda assim, provavelmente voce vai poder beber seu double-expresso-double-mocha-vanilla-cream latte no Starbuck bem ao lado, comprar seu souvenir em formato falico, ou os “artesanatos” que leem “Comer Rezar Amar”, como se fosse a coisa mais original que a ailha jamais produziu.

Entoa tem que procurar, e estar na disposicao de que realmente querer se meter no mato e descobriu uma pouco mais doque ainda sobra da Bali de outrora, aquela ilha paradisiaca cercada de praias lindas por todos os lados.

 - As praias:

E por falar nisso, um aviso: as praias sao pessimas!

A nao ser que voce nao pretenda sair da agua do mar, seja pelo surfe, ou seja pelo mergulho, nao tenha grabndes expectativas sobre Bali.

Eu meio que ja tinha ouvido falar que as praias de Bali nao sao tao boas, mas pro Aaron foi uma grnadissima decepcao.

Muita sugeira. MUITOS vendedores ambulantes, secoes inteiras “particularizadas” (ilegalmente, claro) pelos resorts de luxo. Por sorte ficamos num hotel muito legal que tinham duas piscinas otimas – acho que nao passamos mais que 2 horas na praia durante toda a semana que ficamos em Bali.

Entao Bali deve ser encarada muito mais como uma viagem cultural doque uma viagem de “praia”, principalmente pra Brasileiros que tem acesso as melhores praias do mundo aos nossos pes!

Mas por outro lado, se voce gosta de mergulhar ou de surfar, sua impressao da ilha com certeza sera diferente!

- Compras e comidas:

Nos ficamos hospedados em Seynimiak, oque eh uma das melhores regioes do sul da ilha: um centrinho super charmoso, muitas opcoes de bons hoteis, otimos bares e restaurantes, uma praia rasoavel (a melhor pra quem quer “fazer” praia na verdade) e muitas lojinhas.

Mas sinceramente senti falta de mais autenticidade. Senti falta de uma lojinha de artesanato aqui ou ali. Um restaurante com comida tipica, uma rua coma “autenticidade” ou arquitetura charmosa…

Afinal nao se cruza meio mundo apenas pra fazer figuracao no Champagne Bar da moda, nem comprar Havaianas, ou camiseta Billabong, comer pizza italiana, e roupas de marcas Autralianas!

Claro que isso tudo eh uma delicia, e esses “confortos de casa” sao muito bem vindos quando se esta tao longe por tanto tempo, mas o tempo todo que estavamos por al, eu fiquei com aquela sensacao de que “ainda nao vi Bali” (e sim, exploramos muito, demais o interior e as outras partes da ilha. E nao, nem chegamos perto de Kuta.).

Quanto a comida, como disse, tivemos poucas oportunidades de prova-la, mas oque encontramos, comi e adorei!

De maneira geral, a comida Balinesa (que eh ao mesmo tempo muito parecida com a culinaria do resto da Indonesia, mas que tem sua personalidade propria) segu e alinha “Asiatica” da coisa, com muito arroz, noodles, vegetais e frutos do mar.

Na verdade, me lembrou demais a comida do Camboja, que volta e meia vinha com um ovo frito por cima de tudo (e qualquer coisa) e tem um tempero mais suave e menos picante que a Tailandesa, por exemplo.

Mas eles tambem incluem uma quantidade incrivel de carne de pato em seus pratos tradicionais, inclusive seu prato mais tipico, tradicional e especial eh o Bebek Betutu, um pato assado num periodo de 24 horas em estilo slow cook horas, num forno de chao especial e cheio de ervas e temperos!.

So consegui a achar essa iguaria em um lugar, em Ubud, e realmente estava sensacional!

Mas nesse quesito, acho mesmo que a regiao da ilha em que voce escolher se hospedar vai ter o maior impacto na “autenticidade” de sua experiencia: em Seyniiamk, rola uma vibe mais “trendy”, de modinha e com um publico alvo mais jovem, com um estilo meio Rua das Pedras em Buzios. Em Kuta, eh a area dos mochileiros Australiano peh rapados, entao rolam muito fast food, umas baladas bem fuleiras, e ja ouvi muitos relatos de roubos e violencia (foi la tambem que explodiu uma bomba em 2005 matando dezenas de turistas). Ja em Ubud tem um vibe mais familia, casais mais velhos, um clima mais de “retreat”, muito resort com campo de golfe, yoga e meditacao e tals – mas foi la onde vimos as opcoes mais “autenticas” de comida e lojinhas em toda ilha!

- Indo embora:

Além do visto na entrada do pais, a Indonesia tambem cobra uma taxa de saida, de Rp 150.000 paga apenas em dinheiro vivo na moeda local.

A taxa é paga diretamente para a policia de imigraçao, antes de passar pelo policia e segurança do aeroporto.

Ah! Mas antes mesmo de entrar no aeroporto, toda sua bagagem tem que passar por um detector de metais, e apenas passageiros podem entrar na are de check in do aeroporto – então fique com as informacoes do seu voo a mao, pra poder provar que voce eh passageiro.

 

- Religião:

Ao contrario do resto do pais (que é muçulmano), Bali é majoritariamente, Hindu.

O “estilo” do hinduismo  (tenho certeza que essa é a expressão errada) de Bali é bastante diferente doque vimos na India, por exemplo. Talvez seja a influencia do Busismo presente no resto da região (e minoritariamente tambem presente em Bali), mas os templos de Bali – chamados “Pura” – são super diferentes e únicos.

Geralmente a entrada principal do templo sempre tem um portão dividido que se chama “Candi Bentar” e significa ao mesmo tempo uma entrada elevada, mas tambem simboliza os tipos de templos e a separação das areas de oração e meditação.

Como muito comum em monumentos religiosos, a regra geral é que suas roupas sejam discretas e o mais cobertas possivel.

Infelizmente, muita vezes isso é muito dificil de manter, por causa do calor, da umidade e pelo clima de praia da ilha (no resto da ilha voce pode se vestir como quiser), mas todos os templos que fomos tinham saris/cangas a disposição dos turistas (homens e mulheres) para serem usados antes de entrar no templo, cobrindo suas pernas.

Se voce preferir, basta usar saias compridas (mulheres) ou calças (homens). Desde cubra seu joelho, geralmente é o suficiente.

Postado em: Bali Indonésia Viagens
40
24
Jan
2012
Os Cassinos de Macau e a Cotai Strip
Escrito por Adriana Miller

Nao é de hoje que Macau tem chamado atencao do mundo por causa de seus cassinos e seu apelo de “Las Vegas da Asia” – mas nos ultimos anos a cidade tem crescido de tal maneira que alem de ter multiplicado o numero de cassinos e quartos de hoteis, o faturamento proveniente de jogos em Macau ja ultrapassou os valores de Las Vegas e se tornou o novo big player da jogatina mundial! (vou lançar o slogan: Las Vegas, a Macau do Ocidente, pra ver se pega!)

Tudo comecou com o Hotel & Casino Lisboa na decada de 60, ainda na era colonial Portuguesa, e o ate então único cassino começou a atrair dinheiro da Asia.

Com o devolução de Macau a China e sua maior abertura a negócios internacionais a popularidade de Macau como destino de jogos tem crescido cada vez a cada ano, atraindo ainda mais visitantes e por sua vez, também atraindo os mega cassinos que hoje em dia ocupam e se distribuem por suas duas ilhas.

A principal diferença entre os cassinos Americanos e os Chineses é principalmente seu estilo. Las Vegas é muito mais que apenas jogos e cassinos. Sao shoppings, restaurantes, shows, baladas…. todo um mundo de entretenimento, para todas as idades. A jogatina é apenas a fachada da cidade.

Porem o estilo dos Asiaticos é muito diferente dos ocidentais e Americanos, e por lá, a grande maioria das pessoas que vai aos cassinos de Macau, vai pra jogar.

O pessoal se concentra mesmo, e gasta (e ganha) uma grana serissima. A primeira coisa que estranhamos foi que na grande maioria dos cassinos a musica eh bem discreta, e nao tem aquele ambiente barulhento louco das sirenes das maquinas de slot!

Outra diferenca crucial eh a ausencia de bares dentro dos cassinos. Alguns ate tem, porem sao discretos, e um pouco separados. nas mesas de jogos, garrafinhas de agua mineral e cha a vontade, enquanto que LV entorna bebidas alcoolicas (afinal, quanto maior seu teor etilico, maiores chances de que voce vai perder e a casa vai ganhar).

- Ilha Macau:

A principal eh a ilha Macau, a “capital” colonial e onde se encontram oa primeiros e mais tradicionais cassinos da regiao.

O principal eh o Hotel & Casino Lisboa (que ja ganhou post exclusivo aqui), cuja fachada luminosa é tambem um dos principais cartões postais da cidade e sua marca registrada.

No inicio dos anos 2000, para fazer frente a nova onde de cassinos internacionais (e mais modernos), alem de uma reforma geral no predio antigo, tambem foi inuagurado o Grand Lisboa, hotel adjacente e complementar.

O Grand Lisboa eh definitivamente mais moderno e mais na linha dos cassinos modernos que encontramos em varias partes do mundo, mas principalmente em Las Vegas.

Sua torre possue mais de 2000 quartos e em sua base um mega cassino em plano aberto com varias opcoes de bares e restaurantes.

No mezzanino acima do cassino existe uma restaurante Asiatico e uma Deli estilo americano, mas com uma carta de vinhos Portugueses de dar gosto!

Exatamente em frente ao complexo Lisboa de hoteis estao a primeira leva de novos cassinos com bandeira e investimento internacional (que foram justamente os impulssionadores da construcao do Grand Lisboa), entre eles o Wynn e Encore, MGM, Mandarin Oriental, Grabnd Hyatt e Galaxy.

Todos eles sao hoteis enormes, mas apenas o Wynn e o MGM sao tambem cassinos, ambos seguindo o modelo de seus predecessores Americanos.

O Wynn segue a mesma pomposidade de sua versao Vegas, com uma decoracao exagerada, porem em cores claras.

Antes mesmo de chegar no cassino voce tem que passar por um mini shopping, com lojas que incluem Chanel, Dior accessories, Botega Venetta, joalherias e afins.

O cassino eh enorme, com certeza entre os maiores de Macau, com areas separadas para os “high players” (que fazem apostas com valores altissimos). Foi la que passamos praticamente toda nossa primeira noite na cidade, e como conseguimos ganhar bastante nas mesas de blackjack, so sobraram boas memorias do Wynn!

Alem disso, ja que Macau nao tem um Bellagio pra chamar de seu (pelo menos nao por enquanto!), o Wynn se encarrega do show de agua e luzes no lago artificial em frente ao hotel – eh uma versao mini do show do Bellagio, mas ainda assim bem legal, principalmente com as luzes do Casino Lisboa como pano do fundo!

 

Logo ali do lado esta o MGM, outra filial do gigantesco hotel Americano.

Logo na entrada, o inconfundivel leao dourado da MGM, e apesar de nao ser tao grande quanto a versao Vegas 9que eh o maior cassino de LV) eles seguem a linha de “estudio cinematografico” MGM.

La dentro parece um estudio cenografico, com entradas secretas e portas camufladas, e antes mesmo de se chegar no cassino voce tem que passar pela “Grande Praça“:

Uma pracinha cenografica tematica, reproduzindo os predios do centro colonial de Macau e a arquitetura Portuguesa, incluindo o chao de pedras portuguesas branco e preto e muitos azulejos nas paredes!

 

Apesar de seu cassino nao ser tao grande, o MGM faz parte do complexo de hoteis e lojas One Central, que inclui um shopping enorme e luxuosissimos e os hoteis Mandarin Oriental e Grand Hyatt.

 

- Ilha Taipa:

Porem eh do outro lado da baia de Macau onde a verdadeira revolução esta acontecendo, e onde o dinheiro da China emergente esta sendo gasto!

A ilha Taipa, que ate poucos anos atras nao tinha nada, eh a responsavel pelo boom imobiliario e hoteleiro de Macau.

Bem no centro de Taipa foi construida a Cotai Strip, concorrente direta da Las Vegas Boulevar, ou “The Strip”.

A intencao eh que daqui a uns anos ambas Strips serao equivalentes em tamanho, enquanto que Macau ja esta ganhando na categoria faturamento!

A principal atracao da Cotai Strip eh sem sombra de duvidas o megalomaniaco Venetian!

Mais um hotel da leva Las Veguiana, construido sob a mesma marca e estilo: decoracao estilizada Italiana, e toda uma estrutura tematica de Veneza, inlcuindo canais e gondoleiros, as casinhas tipicas e a Piazza San Marco!

Dizem ate que o Venetian de Macau eh maior que o de LV, mas eu achei que sambos sao igualmente gigantescos!

E o venetian tambem esta lancando uma nova “moda” Las-Veguiana para o universo de entretenimento de Macau, lancando o primeiro espetaculo fixo do Circo de Soleil da regiao, o show Zaia !

Em Macau o venetian nao tem o co-hotel Palazzo, mas em compensacao tem um Four Seasons, que nao tem cassino proprio, porem usufrui da mesma estrutura, alem de adicionais mais alguns milhares de quartos 5 estrelas ao complexo – e sem esquecer eh calro de seu luxuosserimo shopping “The Shoppes”!

Exatamente oposto ao Venetian na Cotai Strip esta o complexo City of Dreams, que incluiu os hoteis e cassinos City of Dreams e Hard Rock Cafe, alem de outro hotel Hyatt.

O cassino do Hard Rock foi o nosso preferido, por seguir um estilo mais Americano de jogatina = festa = diversao, enquanto que os outros cassinos tem um estilo e estrutura bem diferente.

Musica alta, o tilintar das maquinas de slot/jackpot, garconetes usando poquissimas roupas (todas ocidentais) e um bar bem no meio do cassino! Alem de que, assim como nos cassinos Americanos, enquanto voce esta numa mesa de jogos, pode beber a vontade, sem pagar!

Nao eh por acaso que pelo menos 80% dos turistas jogando no Hard Rock eram ocidentais, principalmente Americanos, Australianos e Ingleses!

Nos divertimos demais, e passamos praticamente o dia todo por la!

Anexo ao Hard Rock fica o City of Dreams, que eh uma mistura de parque de diversoes, com hotel, cassino, centro de entretenimento e shopping.

Um ambiente mais familia, com muitas atracoes pra criancas, e um shopping mais ecletico, com lojas que variam tranquilamente entre Chanel e H&M!

 

A Cotai Strip esta longe de estar concluida, e a expectativa eh que na proxima decada a “Strip” vai se multiplicar, abrindo novas dezenas de hoteis, cassinos, shoppings e centros de entretenimento, todos interconectados por monorails e tuneis, criando uma cidade unica e fluida.

Ja eh possivel ver quais serao as proximas inauguracoes, com um novo Shangri-La, que se conectara a um Sheraton e um St Regis atravez de um outro complexo de cassinos e shoppings com uma tematica Asiatica (“The Traders”, que ja da pra ver que vai ser lindo e extremamente suntuoso!), alem de um Hilton, um Conrad, Fairmont, Intercontinental e Holiday Inn… alem de uma novissima arena esportiva e (alguns) campos de golfe. Uff…

Entao Macau esta naquela lista de cidades a visitar varias vezes ao longo da vida e ir presenciando suas transformacoes!

Definitivamente os investidores de Macau nao estao dormindo no ponto e ja estao se preparando para a dominacao Chinesa do mundo!

 

 

Postado em: China Macau Viagens
9
22
Jan
2012
T.V. Everywhere: Hong Kong!
Escrito por Adriana Miller

Até que enfim saiu o primeiro (de muitos, já vou logo avisando) video da serie “viagem pela Asia” – e como nao poderia deixar de ser, nossa primeira parada foi Hong Kong!

Creditos:

Edição: Final Cut Pro X (software da Apple para iMac)

Câmeras: Canos S100 (Aaron) Sony DSC-HX5V (Adriana)

Musica: “Take me Out“, Franz Ferdinand

Uma mudança, meio que sub-conciente porém totalmente já incorporada, foi que eu não falo nada, nem falarei nada nos videos. Por coincidencia, todos os videos que fizemos durante a viagem na Asia foram num estilinho “videoclip”, e nenhum de nós comentou, narrou ou falou absolutamente nada doque vimos e fizemos.

Além de achar que eles ficam mais interessantes e dinâmicos assim, pelo menos elimina minha fobia mortal de ter que me assistir e (principalmente!!) ouvir em video.

Não é uma mudança definitiva, e se por acaso eu achar que alguma coisa vale a pena ser comentada, sera!

 

Postado em: China Hong Kong T.V. EveryWhere Viagens
54
21
Jan
2012
Hotel & Casino Lisboa
Escrito por Adriana Miller

Nao da pra negar que apesar de toda historia milenar, o passado colonial etc, oque relamente atrai turistas para Macau hoje em dia sao os cassinos.

E no fundo, no fundo, esse foi o principal motivo pelo qual resolvemos passar duas noites na cidade: o Aaron adora uma jogatina, e desde nossa ultima viagem a Las Vegas (onde nos divertimos horrores!), ficamos na vontade de voltar ao ambiente dos cassinos.

Oque nao faltam sao opcoes em Macau, e o Aaron foi catagorico: temos que nos hospedar em um cassino bacana! E eu concordei na mesma hora, afinal, em cidades como Macau (assim como Las Vegas e Dubai por exemplo), boa parte da diversao esta justamente na hospedagem!

A nossa escolha foi o tradicionalissimo Hotel Lisboa. Foi esse hotel onde tudo comecou, e onde a fama da jogatina de Macau cresceu, ainda nos formatos de cassinos Portugueses.

Esta longe de ser o mais luxuoso, e muito menos o mais caro, mas eh sem sombra de duvidas o mais historico e o mais tradicional!

O Hotel & Cassino Lisboa eh o epicentro da cidade e tem uma localizacao imabativel! Fica apenas a cerca de 10 minutos do terminal de Ferry que chega de Hong Kong, e cerca de 20 minutos do aeroporto (que fica na outra ilha).

Nas ultimas decadas, para fazer frente a nova safra de mega cassinos que estao invadidno Macau o Hotel Lisboa passou por uma reforma multi-milionaria, alem de inaugurar tambem o Grand Lisboa – um predio muito maior e mais moderno, que se conectam por uma passarela futuristica e um cassino enorme.

O Hotel Lisboa faz o estilo velho mundo Europeu (porem autentico, ao contrario de seus novos concorrentes, porque realmente eh antigo), com escadarias suntuosas de marmore, candelabros vertiginosos e eh um verdadeiro labirinto – que nos remete a uma epoca onde a imagem dos cassinos passava longe da imagem de Las Vegas moderna.

Os quartos mentem o clima de velho mundo, beirando o kitch e brega, com suas cores sobrias e tecidos pesados, mas possuem dois atrativos que o tornam irrestiveis:

O primeiro eh o novissimo banheiro da ala reformada (West Wing) que alem de todas as maenidades modernos imaginaveis, ainda inclui uma confortabilissima banheira de hidromassagem, jatos multiplos e uma sauna a vapor!

E o segundo eh o frigobar, que eh 100% gratis e incluido na diaria do quarto! Verdade seja dita que nao eh aquela fartura de marcas internacionais e safras raras, mas inclui uma boa selecao de bebidas nao-alcoolicas e cervejas. Uma daqueles pequenos detalhes que fazem toda diferenca!

O Hotel Lisboa tambem tem inumeras opcoes de bares e restaurantes, incluindo uma pastelaria Portuguesa (Lisboa Cafe)que atrai hospedes de todos os hoteis ao redor (a pastelaria sempre tem uma fila gigante!) com seus pasteis de nata, bolos e paes de encher os olhos! Alem de claro, um cafe de primeirissima qualidade que te faz dar conta o quanto o cafe do Starbucks eh ruim demais! E o recem aberto Guincho a Galera, o unico restaurante de culinaria Portuguesa com estrela Michelin a abrir uma filial no exterior.

Pra completar nos ainda ficamos num quarto da ala Oeste com a vista da baia de Macau, bem de frente para a Macau Tower, a torre de comunicacoes que virou simbolo da Macau moderna!

Alem disso, por sua posicao super central o Hotel Lisboa fica a poucos minutos andando da area antiga e historica da cidade, e de varios outros cassinos localizados na ilha Macau – e por estar exatamente em frente a Ponte da Amizade (que conecta Macau a Taipa), o Hotel Lisboa tambem fica a cerca de 10 minutos (de taxi) dos mega cassinos modernos da Cotai Strip.

 

 

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Postado em: China Macau Viagens
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