21 Nov 2016
25 comentários

Wish List: Outono e pós baby!

Beauty Everywhere, Dicas Aleatorias

Ha muitos anos atras eu volta e meia fazia um post de “wish list“. As vezes era por causa de algum item que me chamou atenção, as vezes era por causa da troca de estacão, e as vezes porque eu precisava comprar alguma coisa nova que tinha estragado na maquina de lavar!

Mas esses posts entravam sempre no (finado, porem que foi transferido pra cá!) blog Beauty Everywhere, que não existe mais em endereço separado. E como esse blog onde eu falava apenas de beleza vivia abandonado, eu fui esquecendo de certos posts.

Então no outro dia achei um desses posts antigo de Wish list e reconheci vários itens de desejo que eventualmente viraram meus – então me lembrei de como era um bom exercício “focar” minhas economias e atenção para os itens que realmente queria/precisava/gostaria de ter.

Porque convenhamos que a gente sempre quer alguma coisa né? Sempre tem alguma novidade, aquela dica da amiga ou alguma cosia que você realmente esta precisando.

Então porque não?

wishlist

Com a chegada do Oliver e a mudança de estacão em Londres (depois de um verão calorento e ultra gravida, estou sedenta pelo Outono/Inverno!) os desejos por coisas esta aflorado, então achei que seria um bom exercício colocar tudo no papel!

  • Batom líquido Chanel: Até a Chanel entrou na onda dos batons líquidos, porém a versão deles é semi-matte e mais cremosa, então ninguém precisa ficar com cara da Kylie Jenner #wannabe anos 90!
  • Óleo Tata Harper: Que eu AMO óleos faciais não é novidade pra ninguém que já leu alguns de meus posts ou vídeos sobre beleza, e nos últimos anos tenho sido fiel ao óleo da Balance Me. Mas com mais um tubinho chegando ao fim, estou cobiçando a versão roll on do óleo da Tata Harper, que promete ser mais vitaminado ainda!
  • Sobretudo cinza: Nos últimos anos eu tenho focado em comprar peças de melhor qualidade e mais duradouras para meu guarda roupa de inverno (afinal, morando na Inglaterra não tem mesmo como fugir dos muitos meses de frio todos os anos!), então estou à procura de algum modelo que resista aos anos e tenha um modelo bem clássico! Outro Burberry seria um sonho, mas veremos o que a nova estação vai trazer de interessante!
  • Bota de cano alto: Uma de minhas botas preferidas de inverno é uma UGG, um dos modelos “adultos” que eles lançam todos os anos (eles chama de “fashion boots“), mas que infelizmente saiu de linha (a minha é do modelo Broone). E para quem mora em lugares de frio, uma boa bota é outro investimento que vale a pena ao longo dos anos, em vez de todo inverno acabar comprando um bota nova que vai se desfazer em pouco tempo… Esse ano estou de olho nessa bota da UGG, ou então nessa clássica do Stuart Weizman. Mas também tenho algumas botas da Timberland, que é outra marca que faz modelos de botas lindos e de um qualidade incrível. (esse modelo aqui é praticamente meu uniforme para trabalhar no inverno – tenho em marrom e em preto, e além de bonitas e sociais, são confortáveis e muito quentinhas!)
  • Regatas de amamentação: Essas blusinhas foram minha principal descoberta nessa última gravidez, e permitiram que eu possa usar qualquer roupa, mesmo ainda amamentando – e já não preciso ficar mais escrava de blusas de botão ou transpassadas especiais para amamentar (que são sempre tão sem graça!);
  • Bolsa Gucci Dionysus: afinal, o que seria de uma wish list sem uma bolsa pelo menos, né?! Preciso de mais uma bolsa? Claro que não! Quero mais uma bolsa? Claro que sim! Provavelmente não a comprarei, mas que eu babo nessas últimas coleções da Gucci, isso eu babo!
  • Blusas de cashmere: A Uniqlo é uma das melhores apostas quando se trata de roupa de inverno. Ótima qualidade e preços justissimos. As malhas de cashmere e lã merino deles são incríveis de quentinhas e macias. Perfeitas pro inverno!
Adriana Miller
Siga me!

Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
Adriana Miller
Siga me!

Latest posts by Adriana Miller (see all)

 

Me Acompanhe!

Além de todas as dicas que eu posto aqui no blog, você também pode me acompanhar nas redes sociais para mais notícias “ao vivo”:

 

Adriana Miller
25 comentários
18 Nov 2016
2 comentários

Myanmar na Prática: visto, transporte, hotéis, comida, dinheiro

Ásia, Myanmar

Planejar uma viagem ao Myanmar foi no mínimo desafiador! Sim, já existe bastante informação on line, guias de viagem e afins, mas não é o tipo de destino batidão, sabe? Desses que você sente que já entende tudo antes mesmo de sair de casa.

Myanmar na Prática

Mas vai, não é tão impossível assim não, e os números crescentes de turistas mundiais estão aí pra comprovar!

Então essas são nossas dicas, o que deu certo e o que deu errado, e tudo que aprendi sobre viajar no Myanmar antes e durante a viagem:

 

Quando ir

Myanmar é um país que pode ser visitado o ano todo!

Porém a alta temporada são os meses de “inverno”, entre Outubro e Março, quando o clima é mais seco, mais ameno, e principalmente por ser a temporada de voos de balão em Bagan.

Entre Abril e Setembro as temperaturas sobem e as chances de chuva ficam muito maiores. Apesar de não terem uma temporada certeira de monções como o resto do Sudoeste Asiático (por estarem mais a oeste), é uma época bem chuvosa, então esteja preparado para muita lama e alagamentos, já que a maioria das estradas são de terra batida e nem saneamento.

Nós fomos no comecinho de Março, tecnicamente ainda “inverno” e pegamos temperaturas muito acima dos 30 graus todos os dias! E como Bagan é toda muito “descampada”, sofremos bastante com o sol e calor nas estradinhas e templos!

 

Visto

Visto para Myanmar é o tópico com mais informações descasadas e inconsistentes!

Praticamente todos os turistas precisam de visto pra entrar no país, e o processo nem é tão complexo, mas o difícil mesmo é conseguir descobrir o que esta em vigência na época da sua viagem – e claro, onde você mora também pode impactar bastante.

Nós temos sorte de morar em Londres, então temos um consulado de Myanmar pertinho de casa, então entre todas as dicas e informações que li, aplicar direto no consulado foi o mais fácil e simples.

Não foi preciso marcar horário nem nada, apenas preencher uma ficha on line, fotos, e pagar um taxa e pronto. Em menos de uma semana estávamos com nossos vistos na mão.

Quem mora em cidades sem consulado Burmamês, pode também aplicar por correio (entre em contato direto com o consulado/embaixada de Myanmar de seu país – aqui está uma lista com todas as embaixadas de Myanmar do mundo. O Brasil também tem uma, em Brasilia), e ou então aplicar pelo visto on line.

Quando estávamos lidando com os detalhes finais da viagem, em Fevereiro, o sistema de vistos on line estava fora de serviço e suspenso indefinidamente, então não tivemos essa opção – então verifique com bastante antecedência para não correr riscos!

Porém se você estará mochilando pelo Sudoeste Asiático, cuidado com o eVisa, pois várias das fronteiras em terra, entre a Tailandia e Myanmar, não aceitam esse tipo de visto. Então ou re-planeje sua viagem, ou aplique para o visto tradicional.

Ou então uma outra opção é aplicar para o visto em alguma cidade de escala, como Singapura ou Bangkok, caso você vá passar por essas cidades no seu roteiro, e peça seu visto por lá.

 

Como chegar

Ô tarefa difícil!

Myanmar tem pouquíssimos voos internacionais, e quase todos voam apenas para Yangon, a capital. E apesar de que mais cias aéreas Asiáticas estejam voando para Myanmar, a oferta ainda é pequena, com preços altos e horários ingratos.

Então a melhor solução é escolher um “porto seguro” na Ásia, e de lá conectar até Myanmar. No nosso caso, dessa vez escolhemos Cingapura como ponto de partida, e de lá voamos para Yangon com a Jetstar (para mais dicas sobre cias aéreas na Ásia, veja esses posts aqui e aqui).

Mas se você vai viajar pelo Sudoeste Asiático e pretende incluir Myanmar, as melhores opções para conexões e baldeações são Cingapura, Kuala Lumpur e Bangkok – com boas opções de voos para Yangon. E de lá para os voos internos, aí já é outra história!

 

Transporte interno

Pois é, se você achava que era difícil chegar em Myanmar, imagina conseguir chegar em seu destino final!

Apesar de que muita gente acaba pernoitando ou passando 1 ou 2 dias em Yangon, geralmente é por falta de opção, já que os principais destinos turísticos do país são Bagan e Mandalay.

Inicialmente nós até tínhamos planejado incluir também Yangon e Mandalay em nosso roteiro, mas as dificuldades (e preços!) dos transportes internos nos fizeram rever todo nosso roteiro e nos limitar a Bagan – que afinal é o principal atrativo do país!

O governo Burmamês ainda limita cias estrangeiras de operarem no país, e portanto todas as empresas que fazem voos domésticos são nacionais e controladas pelo governo. Ou seja, serviços baixos e preços altos, além de não permitirem vendas on line ou com cartões internacionais.

Solução? Comprar seu voo interno via uma agência local.

Uma busca no Google me levou até a agência FlyMya, que me pareceu ter a maior seleção de opções de voos internos e cias aéreas domésticas. Foi totalmente um tiro no escuro: não tinha indicações nem conhecia ninguém que tivesse usado os serviços deles, mas a alternativa era arriscar comprar os voos na hora (menor chance de querer fazer isso! Haja $$$ e ainda mais grávida e com uma criança de 3 anos!). E graças a Deus deu tudo certo! Eles me pareceram muito simpáticos, falavam Inglês bem e tratamos tudo por e-mail sem problemas.

Quer dizer, em partes! O serviço da agência foi ótimo, mas nosso voo foi modificado várias vezes! De horários e até de cia aérea! Eles mudam horários e cancelam voos como quem troca de calcinha! Que dor de cabeça!

Nós queríamos evitar pernoitar em Yangon a todo custo (nosso foco era mesmo Bagan), e por sorte conseguimos conciliar os voos Cingapura – Yangon com os voos Yangon – Bagan com muuuuuuitas horas de conexão, o que serviu de acolchoamento à todas as trocas de voos e horários! Se o planejamento tivesse sido um pouco mais apertado, teríamos nos dado muito mal!

A propósito, o aeroporto de Bagan se chama “Nyaung U”, para quem for fazer uma busca de voos!

Então acabou que entre todas essas indas e vindas e mudanças de voos internos, nós voamos na ida com a Air KBZ e na volta com a Golden Myanmar. Os preços foram bem uniformes (afinal são todos meio que tabelados e controlados pelo governo) e os serviços também: aviões pequenos, porém um serviço bem prestativo e simpático!

Para quem estiver tempo de sobra e dinheiro de menos, a única outra opção são as viagens de ônibus, que fazem o trajeto entre as principais cidades turísticas. A viagem entre Yangon e Bagan dura cerca de 12 horas, então esteja preparado! (li em alguns fóruns que os viagens de ônibus são meio inconsistentes durante a temporada de chuvas, quando muitas estradas fecham e as viagens são canceladas sem aviso ou então mudam o trajeto no meio no caminho…).

 

Roteiro

Por causa de todas as dificuldades e complicações acima, nós acabamos decidindo focar no que realmente queríamos conhecer, em vez de tentar encaixar um dia aqui ou ali em Yangon e Mandalay, só porque é o que todo mundo faz.

E sem dúvidas foi a melhor coisa que fizemos!

No total passamos 5 dias e 5 noites em Bagan, e foi perfeito! Sim, você provavelmente conseguirá ver os principais templos em uns 2 dias, mas a “experiencia” de Bagan é muito mais que isso:

Myanmar na Prática

É o nascer do sol na torre do hotel Aureum Palace (onde nos hospedamos, mas a torre é aberta a visitantes), o pôr do sol em um ou dois templos templo, o passeio de balão (separe duas manhãs, caso o tempo não esteja propício para voos), e o fato de que por mais que nada seja longe, não é tão fácil assim navegar pela área de conservação e achar os melhores templos (ainda mais no sol escaldante da alta temporada, ou na – possível – monção da baixa temporada).

 

Guias e passeios

O meio de transporte mais comum em Bagan são bicicletas e motinhos elétricas – sendo que as motos elétricas são a melhor opção, pois haja pernas/fôlego/energia para passar o dia todo pedalando em terra batida!

Quase todos os hotéis tem estações de bicicletas e/ou motos elétricas que você pode alugar por dia, por cerca de 5 ou 10 dólares.

A grande desvantagem dessa exploração solo é conseguir se achar pela área de conservação. Digamos que ler as placas em Birmamês não é uma tarefa fácil!

Nós optamos por motoristas/guias, que reservamos direto com nosso hotel (até porque eu estava grávida e não teria arriscado andar de motinhos, e a Isabella estava com a gente, então não tínhamos essa opção…). Então já deixávamos combinado certinho quais templos iríamos ver pela manhã, que horas voltaríamos pro hotel, e que horas iríamos passear novamente pela tarde.

De quebra, além de um ar condicionado para refrescar entre um templo e outro (e deixar a Isabella descansar e até dormir algumas vezes), os motoristas sabiam exatamente quais os melhores templos, qual a maneira mais fácil de chegar em cada um deles etc, sem perder tempo.

E claro, se você estiver em Bagam na época de alta temporada, o passeio de balão vale demais a pena, como já contei nesse post!

Outra dica é pedir pro seu hotel organizar um transfer para te pegar no aeroporto ou estação de ônibus quando você chegar em Bagan.

Apesar de que o Aeroporto é pertinho do centro da cidade e dos hotéis, eles não tem táxis nem muitos serviços de ônibus, então é bem difícil se locomover sem alguma coisa pré reservada.

 

Hotel e hospedagem

Nós nos hospedamos no hotel Aureum Palace, como contei nesse post aqui.

Mas também cheguei a olhar esse hotel,  esse hotel e esse hotel como boas alternativas.

 

Dinheiro e custos

A moeda de Maynamar é o “Kyat Burmês”, e é uma moeda super, super desvalorizada – é um desses lugares onde uma garrafa de água custa alguns milhões, sabe?

O Kyat também não é comercializado fora de Myanmar, então é impossível comprar ou vender a moeda fora do território Burmamês.

Então por isso mesmo o dólar Americano é a moeda mais usada, principalmente em lugares mais turísticos, então leve bastantes dólares com você, só por segurança.

Eu lembro de ter lido que a maioria dos hotéis, lojas e restaurantes não aceitavam cartão de crédito/débito internacional e que quase não existiam caixa eletrônicos no país. A parte dos caixa eletrônicos é verdade, e existem pouquíssimas, mas não tivemos problemas pra pagar nosso hotel e o passeio de balão com cartão de crédito, por exemplo, então não sei se isso já esta melhorando em comparação aos últimos anos, ou se foi mérito de nosso hotel.

Então por via das dúvidas, tenha dólares com você!

Mas vale atentar que eles são super específicos com a aceitação de dinheiro, e principalmente dólares. As notas mais altas (50$ e 100$) tem um câmbio melhor do que notas de denominação baixa (de 20$ pra baixo), e devem estar sempre tinindo de novas! Notas velhas, amassadas e afins não são aceitas, e eles recusam seu dinheiro mesmo, pois sabem que não vão conseguir usar nem repassar.

Então quando fomos comprar dólares em Cingapura, avisamos que íamos pra Myanmar e a funcionária da casa de câmbio foi lá dentro buscar notas novas e nos aconselhou guarda-las dentro de um livro ou revista, em vez de colocar na carteira!

 

Pessoas e cultura

Seria muito clichê dizer que o melhor de Myanmar são as pessoas?!

Eu pessoalmente acho uma delícia viajar pela Ásia, principalmente por causa dos locais – sempre muito respeitosos e curiosos e simpáticos. Querem te conhecer, saber de onde somos, etc.

E em Myanmar isso tudo foi elevado a enésima potência!

Acho que principalmente por não verem muitos turistas ainda, a curiosidade é tremenda!

Eu sempre fico meio assim de tirar fotos da população local em nossas viagens – não gosto da sensação de estar tratando alguém como se fosse um animal raro! Mas em Myanmar tanta gente nos parava pelas ruas e pediam pra tirar fotos com a gente, que eu sempre aproveitava a deixa para pedir a retribuição do favor. E nossa como eles amavam! Era sempre uma honra ter sua foto tirada, e faziam até filas para posar para nossas câmeras!

Era um tal de tirar fotos com famílias inteiras, gente nos dando bebê pra segurar, enfileirando as criancinhas pra tirar fotos com a Isabella… uma fofura!

Mas ao mesmo tempo, de uma maneira muito respeitosa! Das (poucas) vezes que dissemos não para fotos, não tivemos insistência e as pessoas simplesmente juntavam as palmas e faziam reverência com a cabeça (que é o cumprimento deles) e iam embora (bem diferente da experiência que tivemos uns dias depois nas Filipinas!).

E por fim, como comentei no post sobre os templos, é preciso respeitar algumas regrinhas de etiqueta em relação a comportamento e vestimentas nas áreas dos templos.

 

Como se vestir

Como é comum em países Budistas, as pessoas se vestam de forma bem conservadora, apesar do calorão!

Então eu levei muitos vestidos e saias compridas e lenços e xales que cobrissem meus ombros. O Aaron levou calças de tecidos leves (tipo linho) e bermudões mais compridos, que alcançassem pelo menos no joelho, e camisetas de manga normal (nada de regatas, nem pra homens nem mulheres).

E nos pés nada mais que chinelos e sandálias rasteirinhas, até porque não é permitido entrar de sapatos em nenhum templo, então assim ficava mais fácil de tirar nossos chinelos, colocar na bolsa e pronto.

Os templos até tem lugares específicos onde você pode deixar seus sapatos, mas volta e meia nós entrávamos por um lado e saíamos por outro, e saíamos andando até do lado de fora pra tirar fotos do exterior etc, então preferia ter meu chinelo sempre comigo.

 

Adriana Miller
Siga me!

Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
Adriana Miller
Siga me!

Latest posts by Adriana Miller (see all)

 

Me Acompanhe!

Além de todas as dicas que eu posto aqui no blog, você também pode me acompanhar nas redes sociais para mais notícias “ao vivo”:

 

Adriana Miller
2 comentários
17 Nov 2016
1 Comentário

TV #BABY Everywhere: Kit Amamentação

Baby Everywhere, Dicas de Maternindade, T.V. EveryWhere

Volta e meia quando posto algum vlog ou foto nas redes sociais sobre nossos passeios com o Oliver, me perguntam sobre amamentação: se amamento na rua, em público, se estou amamentando exclusivamente etc.

amamentacao

Então fiz esse vídeo contando um pouco mais sobre isso e quais os produtos e acessórios que uso para facilitarem o dia a dia da amamentação (porque ninguém aguenta ficar em cárcere privado, escrava da amamentação sob demanda, né?! Ainda mais com outra filha mais velha!).

Os produtos que mostrei no vídeo estão aqui:

Almofada Air Born: https://airbornbaby.com/ (Para quem estiver nos EUA: http://fave.co/2eDeVjM)
Capa Bebé Chic: http://amzn.to/2eXOcd6
Garrafa Camelbak: http://amzn.to/2eXSFg2
Lasinoh: http://amzn.to/2fStf5u
Necessaire Ju Ju Be: http://amzn.to/2fve3x3
Gola alta de amamentação: http://fave.co/2feblsO
Regata de Amamentação: http://fave.co/2eDaUMp ou http://fave.co/2eDcQVf

Vídeos sobre o que levei para a maternidade:

Adriana Miller
Siga me!

Adriana Miller

Sobre a Autora at Dri EveryWhere
Adriana Miller, Carioca. Profissional de Recursos Humanos Internacional, casada e mãe da Isabella e do Oliver.
Atualmente morando em Londres na Inglaterra, mas sempre dando umas voltinhas por ai.
Viajante incansável e apaixonada por fotografia e historia.
Adriana Miller
Siga me!

Latest posts by Adriana Miller (see all)

 

Me Acompanhe!

Além de todas as dicas que eu posto aqui no blog, você também pode me acompanhar nas redes sociais para mais notícias “ao vivo”:

 

Adriana Miller
1 Comentário
Página 4 de 82812345678